O rover Perseverance aparece como um pequeno ponto verde em uma imagem da HiRISE, após percorrer 42,195 km em Marte, equivalente a uma maratona. Cinco anos após o pouso na cratera Jezero, ele continua a busca por possíveis sinais de vida antiga
O rover Perseverance aparece como um pequeno ponto verde em uma imagem da HiRISE, após percorrer 42,195 km em Marte, equivalente a uma maratona. Cinco anos após o pouso na cratera Jezero, ele continua a busca por possíveis sinais de vida antiga
Após o pôr do Sol, sua luz iluminou uma nuvem alta, criando faixas paralelas de luz e sombra. Pela perspectiva, essas faixas parecem convergir para o leste, formando os raios anticrepusculares. O mesmo fenômeno pode ocorrer ao nascer do Sol.
Após o pôr do Sol, sua luz iluminou uma nuvem alta, criando faixas paralelas de luz e sombra. Pela perspectiva, essas faixas parecem convergir para o leste, formando os raios anticrepusculares. O mesmo fenômeno pode ocorrer ao nascer do Sol.
Após o pôr do Sol, sua luz iluminou uma nuvem alta, criando faixas paralelas de luz e sombra. Pela perspectiva, essas faixas parecem convergir para o leste, formando os raios anticrepusculares. O mesmo fenômeno pode ocorrer ao nascer do Sol.
Após o pôr do Sol, sua luz iluminou uma nuvem alta, criando faixas paralelas de luz e sombra. Pela perspectiva, essas faixas parecem convergir para o leste, formando os raios anticrepusculares. O mesmo fenômeno pode ocorrer ao nascer do Sol.
O Sol lança plasma ao espaço porque seus campos magnéticos se torcem e se rompem, liberando enormes nuvens de partículas em ejeções de massa coronal (EMCs). Algumas atingem a Terra, podendo afetar satélites, redes elétricas e missões espaciais.
O Sol lança plasma ao espaço porque seus campos magnéticos se torcem e se rompem, liberando enormes nuvens de partículas em ejeções de massa coronal (EMCs). Algumas atingem a Terra, podendo afetar satélites, redes elétricas e missões espaciais.
Como seria sobrevoar Tritão, a maior lua de Netuno? Em 1989, a Voyager 2 registrou imagens inéditas desse mundo gelado, marcado por vulcões de gelo e nitrogênio congelado. Após a aproximação, a sonda observou Tritão se afastando como um fino crescente.
Como seria sobrevoar Tritão, a maior lua de Netuno? Em 1989, a Voyager 2 registrou imagens inéditas desse mundo gelado, marcado por vulcões de gelo e nitrogênio congelado. Após a aproximação, a sonda observou Tritão se afastando como um fino crescente.
A Nebulosa do Haltere (M27), descoberta por Charles Messier em 1764, mostra um possível futuro do Sol. Em cerca de 6 bilhões de anos, ele expulsará suas camadas externas, formando uma nebulosa planetária, enquanto seu núcleo se tornará uma anã branca quente.
A Nebulosa do Haltere (M27), descoberta por Charles Messier em 1764, mostra um possível futuro do Sol. Em cerca de 6 bilhões de anos, ele expulsará suas camadas externas, formando uma nebulosa planetária, enquanto seu núcleo se tornará uma anã branca quente.
Durante todo o ano de 2025, uma câmera registrou o céu dos Países Baixos a cada 15 segundos. As imagens formaram um keograma que revela a alternância entre dia e noite, as fases da Lua, além das mudanças sazonais marcadas pelos solstícios e equinócios.
Durante todo o ano de 2025, uma câmera registrou o céu dos Países Baixos a cada 15 segundos. As imagens formaram um keograma que revela a alternância entre dia e noite, as fases da Lua, além das mudanças sazonais marcadas pelos solstícios e equinócios.
Vênus brilhou ao lado de uma fina Lua crescente no céu de 17 de junho. Em algumas regiões, a Lua chegou a ocultar o planeta. No sul da Colúmbia Britânica, Canadá, uma foto telescópica registrou o momento em que Vênus reapareceu atrás da borda lunar entre nuvens dramáticas.
Vênus brilhou ao lado de uma fina Lua crescente no céu de 17 de junho. Em algumas regiões, a Lua chegou a ocultar o planeta. No sul da Colúmbia Britânica, Canadá, uma foto telescópica registrou o momento em que Vênus reapareceu atrás da borda lunar entre nuvens dramáticas.
Esta imagem recria a famosa obra Noite Estrelada, de Van Gogh. A fotografia foi feita em Cascavel, Brasil, em abril deste ano, reproduzindo elementos da pintura de 1889, criada na França. A obra celebra a beleza do céu noturno e inspira gerações até hoje. 🌌
Esta imagem recria a famosa obra Noite Estrelada, de Van Gogh. A fotografia foi feita em Cascavel, Brasil, em abril deste ano, reproduzindo elementos da pintura de 1889, criada na França. A obra celebra a beleza do céu noturno e inspira gerações até hoje. 🌌
A mancha azul no canto da imagem pode indicar o remanescente de uma supernova cuja luz chegou à Terra há 1.700 anos. Localizada na região de formação estelar Sagitário C, próxima ao centro da Via Láctea.
A mancha azul no canto da imagem pode indicar o remanescente de uma supernova cuja luz chegou à Terra há 1.700 anos. Localizada na região de formação estelar Sagitário C, próxima ao centro da Via Láctea.
A Nebulosa da Roda de Hamster (Longmore 8), descoberta em 1976, é uma nebulosa planetária formada por gás expelido por uma estrela moribunda. Sua estrutura em forma de roda, composta por hidrogênio e oxigênio ionizados, pode indicar a presença de uma estrela companheira.
A Nebulosa da Roda de Hamster (Longmore 8), descoberta em 1976, é uma nebulosa planetária formada por gás expelido por uma estrela moribunda. Sua estrutura em forma de roda, composta por hidrogênio e oxigênio ionizados, pode indicar a presença de uma estrela companheira.
A sonda Cassini registrou uma impressionante foto de Saturno, com as luas Mimas e Tétis ao lado dos anéis vistos de perfil. As sombras dos anéis revelam sua complexidade, enquanto a luz violeta destaca as nuvens do planeta. A missão durou até 2017.
A sonda Cassini registrou uma impressionante foto de Saturno, com as luas Mimas e Tétis ao lado dos anéis vistos de perfil. As sombras dos anéis revelam sua complexidade, enquanto a luz violeta destaca as nuvens do planeta. A missão durou até 2017.
O Falcon 9 da SpaceX cruzou o disco solar cerca de um minuto após o lançamento na Flórida. Já supersônico, gerou ondas de choque visíveis pela refração da luz do Sol. A missão Starlink 10-53 foi concluída com sucesso, colocando 29 satélites em órbita. ☀️🚀
O Falcon 9 da SpaceX cruzou o disco solar cerca de um minuto após o lançamento na Flórida. Já supersônico, gerou ondas de choque visíveis pela refração da luz do Sol. A missão Starlink 10-53 foi concluída com sucesso, colocando 29 satélites em órbita. ☀️🚀
Vênus e Júpiter protagonizaram uma bela conjunção entre 30 de maio e 9 de junho, aparecendo muito próximos no céu ao entardecer. Apesar da proximidade aparente, estavam separados por mais de 600 milhões de km. Vênus seguirá brilhando no céu ocidental.
Vênus e Júpiter protagonizaram uma bela conjunção entre 30 de maio e 9 de junho, aparecendo muito próximos no céu ao entardecer. Apesar da proximidade aparente, estavam separados por mais de 600 milhões de km. Vênus seguirá brilhando no céu ocidental.
Em 19 de julho de 2013, a Terra foi fotografada simultaneamente de Mercúrio e Saturno, algo inédito. As sondas Cassini e MESSENGER registraram nosso planeta, e a Lua, como pequenos pontos brilhantes no espaço. Ambas concluíram suas missões anos depois.
Em 19 de julho de 2013, a Terra foi fotografada simultaneamente de Mercúrio e Saturno, algo inédito. As sondas Cassini e MESSENGER registraram nosso planeta, e a Lua, como pequenos pontos brilhantes no espaço. Ambas concluíram suas missões anos depois.
Em 9 de junho, Vênus e Júpiter protagonizaram um raro “beijo cósmico”, aparecendo muito próximos no céu ao entardecer. O fenômeno foi registrado sobre o círculo de pedras de Avebury, no Reino Unido, um importante sítio cerimonial neolítico com cerca de 4 mil anos.
Em 9 de junho, Vênus e Júpiter protagonizaram um raro “beijo cósmico”, aparecendo muito próximos no céu ao entardecer. O fenômeno foi registrado sobre o círculo de pedras de Avebury, no Reino Unido, um importante sítio cerimonial neolítico com cerca de 4 mil anos.
A Nebulosa da Sereia, remanescente de uma supernova com cerca de 10 mil anos, exibe tons azuis de oxigênio ionizado e vermelhos de hidrogênio. A explosão deixou um pulsar jovem e incomum, detectado em raios X, mas invisível nesta imagem
A Nebulosa da Sereia, remanescente de uma supernova com cerca de 10 mil anos, exibe tons azuis de oxigênio ionizado e vermelhos de hidrogênio. A explosão deixou um pulsar jovem e incomum, detectado em raios X, mas invisível nesta imagem
A Nebulosa da Águia (M16) abriga os famosos Pilares da Criação, gigantes estruturas de gás e poeira onde novas estrelas nascem. Apesar de hipóteses sobre sua destruição por uma supernova, não há evidências, e eles devem continuar formando estrelas por milhões de anos.
A Nebulosa da Águia (M16) abriga os famosos Pilares da Criação, gigantes estruturas de gás e poeira onde novas estrelas nascem. Apesar de hipóteses sobre sua destruição por uma supernova, não há evidências, e eles devem continuar formando estrelas por milhões de anos.
O Capacete de Thor (NGC 2359) é uma enorme nebulosa a 15 mil anos-luz da Terra, formada pelos ventos intensos de uma estrela Wolf-Rayet. Com cerca de 30 anos-luz de diâmetro, lembra um capacete com asas e poderá abrigar uma futura supernova nos próximos milênios.
O Capacete de Thor (NGC 2359) é uma enorme nebulosa a 15 mil anos-luz da Terra, formada pelos ventos intensos de uma estrela Wolf-Rayet. Com cerca de 30 anos-luz de diâmetro, lembra um capacete com asas e poderá abrigar uma futura supernova nos próximos milênios.
O cometa C/2025 R3 (PanSTARRS) deixa o Sistema Solar interno perdendo brilho, gás e poeira à medida que se afasta do Sol. Sua coma e cauda diminuem, e alguns cometas, como o R3, recebem impulso gravitacional dos planetas e nunca mais retornam.
O cometa C/2025 R3 (PanSTARRS) deixa o Sistema Solar interno perdendo brilho, gás e poeira à medida que se afasta do Sol. Sua coma e cauda diminuem, e alguns cometas, como o R3, recebem impulso gravitacional dos planetas e nunca mais retornam.
A conjunção entre Júpiter e Vênus em 2012 foi visível em quase toda a Terra ao pôr do sol. Na Polônia, um fotógrafo registrou a aproximação dos planetas, separados por apenas 3°. Júpiter e Vênus voltarão a aparecer muito próximos novamente esta semana.
A conjunção entre Júpiter e Vênus em 2012 foi visível em quase toda a Terra ao pôr do sol. Na Polônia, um fotógrafo registrou a aproximação dos planetas, separados por apenas 3°. Júpiter e Vênus voltarão a aparecer muito próximos novamente esta semana.
A sonda New Horizons registrou esta impressionante imagem de Caronte, a maior lua de Plutão, em 2015. Destacam-se a região escura Mordor Macula e vastos cânions. Descoberta em 1978, Caronte possui cerca de metade do diâmetro de Plutão.
A sonda New Horizons registrou esta impressionante imagem de Caronte, a maior lua de Plutão, em 2015. Destacam-se a região escura Mordor Macula e vastos cânions. Descoberta em 1978, Caronte possui cerca de metade do diâmetro de Plutão.
Na imagem, estrelas da Via Láctea aparecem em primeiro plano, enquanto ao fundo estão as galáxias do Aglomerado de Hidra, a mais de 100 milhões de anos-luz. O grupo inclui galáxias gigantes e integra uma vasta estrutura cósmica de aglomerados e superaglomerados.
Na imagem, estrelas da Via Láctea aparecem em primeiro plano, enquanto ao fundo estão as galáxias do Aglomerado de Hidra, a mais de 100 milhões de anos-luz. O grupo inclui galáxias gigantes e integra uma vasta estrutura cósmica de aglomerados e superaglomerados.
A nebulosa, registrada pelo James Webb, foi o primeiro local onde os buckyballs (C60) foram identificados. Essas moléculas de carbono formam uma camada esférica ao redor da estrela central. A imagem também revela uma curiosa estrutura semelhante a um ponto de interrogação.
A nebulosa, registrada pelo James Webb, foi o primeiro local onde os buckyballs (C60) foram identificados. Essas moléculas de carbono formam uma camada esférica ao redor da estrela central. A imagem também revela uma curiosa estrutura semelhante a um ponto de interrogação.
Há mais de mil anos, Andrômeda já era observada. Hoje, imagens com centenas de horas de exposição revelam suas espirais, galáxias satélites e regiões de formação estelar. Apesar dos avanços, ela ainda há mistérios sobre a galáctica e a matéria escura.
Há mais de mil anos, Andrômeda já era observada. Hoje, imagens com centenas de horas de exposição revelam suas espirais, galáxias satélites e regiões de formação estelar. Apesar dos avanços, ela ainda há mistérios sobre a galáctica e a matéria escura.