#Avianos
É apontado por cientistas como um dos primeiros dinossauros não avianos adaptados a uma dieta à base de frutas e plantas macias, possuindo um bico semelhante ao de um papagaio e adaptações no crânio que permitiam triturar frutos.
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November 2, 2026 at 11:12 AM
Descoberta "galinha do inferno" que pode ser 1º dinossauro comedor de frutas
Um dinossauro de bico semelhante ao de um papagaio pode ter sido um dos primeiros dinossauros não avianos adaptados ao consumo de frutas. Nomeada de Infernogallus jamesi, expressão que, traduzida, significa “galinha do inferno”, a espécie viveu na América do Norte há cerca de 66 milhões de anos e pesava aproximadamente 12 kg. A hipótese foi apresentada por pesquisadores em um estudo publicado no dia 10 de outubro na revista Nature Communications. Nele, a análise de um crânio quase completo revelou características que sugerem que o animal era capaz de processar alimentos macios com movimentos da mandíbula semelhantes aos de alguns papagaios modernos. Fóssil raro ajuda a desvendar a alimentação O exemplar foi originalmente descoberto em 2011, na Formação Hell Creek, uma área geológica rica em fósseis que abrange partes de Montana, Dakota do Sul e Dakota do Norte, nos Estados Unidos, além de regiões do Canadá. A espécie pertence à família Caenagnathidae, grupo de dinossauros com características semelhantes às das aves, como corpo esguio e bico sem dentes. Seus esqueletos leves e ossos delicados raramente são preservados de maneira completa, o que dificulta a investigação de seus hábitos alimentares. O fóssil de Infernogallus jamesi (à esquerda) é mostrado ao lado de uma visualização de seu esqueleto (ao centro) e uma comparação de tamanho com um peru (à direita) Funston et al. Para estudar o fóssil, a equipe liderada pelo paleontólogo Gregory Funston, da Universidade Stony Brook, em Nova York, utilizou tomografias computadorizadas para reconstruir digitalmente partes do crânio e da mandíbula que haviam sido esmagadas. Os pesquisadores também examinaram as regiões onde os músculos se conectavam aos ossos, comparando-as com estruturas de aves atuais e de outros dinossauros. “O crânio cabe na palma da mão”, conta Tom Dudgeon, paleontólogo do Museu Real de Ontário, no Canadá, e um dos autores do estudo, em entrevista à revista Science. “Dá para ver claramente o bico; dá para ver onde ficava o olho. É impressionante.” Movimento da mandíbula dá pistas sobre a dieta Os resultados indicaram que o Infernogallus jamesi provavelmente não dependia de uma mordida forte para triturar os alimentos. Em vez de movimentar a mandíbula principalmente para cima e para baixo, o animal parece ter sido capaz de deslizá-la para a frente e para trás. Os cientistas também identificaram cristas e sulcos no interior do bico, estruturas que poderiam ajudar a comprimir e triturar alimentos de consistência macia. A ausência de pedras estomacais no fóssil reforça essa interpretação. Conhecidas como gastrólitos, essas pedras são engolidas por alguns animais e auxiliam na trituração dos alimentos durante a digestão. “Quando observamos as aves modernas, vemos apenas um grupo com todas essas especializações reunidas: os papagaios, que se alimentam obrigatoriamente de frutas”, afirma Dudgeon. A equipe propõe que o animal talvez consumisse principalmente drupas, frutos que apresentam um caroço duro envolvendo a semente, cercado por polpa macia. Cerejas, pêssegos e ameixas são exemplos desse tipo de fruto. Anatomia craniana de Infernogallus jamesi Gregory Funston et al. Essa hipótese não significa que os pesquisadores tenham encontrado restos de frutas no fóssil. A conclusão se baseia na anatomia do crânio e no funcionamento provável da mandíbula, características que permitem inferir quais alimentos o animal conseguia processar. Tal achado também abre novas possibilidades para compreender a relação entre a evolução das plantas e a diversificação dos dinossauros. As plantas com flores começaram a surgir há cerca de 130 milhões de anos e, ao longo do tempo, desenvolveram uma variedade crescente de frutos. Os pesquisadores observaram uma coincidência entre a diversificação dos oviraptorossauros e mudanças na evolução de frutos maiores e mais carnudos. Essa associação pode indicar que a disponibilidade de novos alimentos favoreceu adaptações em algumas linhagens de dinossauros, embora não comprove uma relação direta de causa e efeito. Questões em aberto Apesar das evidências anatômicas, ainda não é possível afirmar que o Infernogallus jamesi se alimentava exclusivamente de frutas. A hipótese dos pesquisadores se baseia no formato do crânio, na estrutura dos músculos e nos movimentos prováveis da mandíbula, mas essas características também podem estar associadas ao consumo de outros vegetais macios, como brotos e botões. Para além disso, os fósseis não fornecem evidências diretas de quais frutos faziam parte da dieta do dinossauro. A comparação com papagaios atuais ajuda a formular uma hipótese sobre seus hábitos alimentares, mas não comprova que os dois grupos consumiam os mesmos tipos de alimento. Outra questão em aberto é se esses dinossauros contribuíram para a dispersão das sementes, transportando-as para outros locais após ingerir os frutos. Os próprios autores reconhecem que ainda não está claro qual foi o papel desses animais na expansão das plantas frutíferas no fim do Cretáceo. Assim, embora a descoberta amplie o conhecimento sobre a diversidade alimentar dos dinossauros, novas evidências serão necessárias para determinar o quanto as frutas representavam na dieta da espécie e como ela interagia com as plantas de seu ambiente.
revistagalileu.globo.com
October 28, 2026 at 4:34 AM
After a 1-3 start to the season, I was admittedly kinda down and ready to throw in the towel on this season, and call it a season where I played well but was just overmatched in A Tier.

After 3 straight wins, I'm now in playoffs with a week to spare :3 really cool to see this pay off!!
October 23, 2026 at 4:59 AM
Simulaciones del invierno posterior al impacto apuntan a refugios tropicales para el linaje de los cocodrilos. Su bajo gasto de energía también habría ayudado, pero el estudio no demuestra un único mecanismo de supervivencia.
Refugios cálidos pudieron ayudar a los cocodrilos a sobrevivir a Chicxulub
Un estudio publicado el 21 de octubre de 2026 en Science Advances propone que refugios tropicales ayudaron al linaje de los cocodrilos a sobrevivir al impacto de Chicxulub, hace 66 millones de años. Sus simulaciones indican que algunas regiones conservaron climas aptos durante el enfriamiento posterior a la catástrofe que extinguió a los dinosaurios no avianos. El equipo de Alfio Alessandro Chiarenza, de University College London (UCL), calibró modelos con la distribución de cocodrilianos vivos y contrastó las proyecciones con fósiles y un árbol evolutivo de más de 400 especies. ## Qué muestran los modelos del invierno posterior al impacto Los investigadores simularon el enfriamiento causado por la reducción de luz solar tras Chicxulub. Con un 5% y un 10% menos de luz persistieron zonas climáticamente adecuadas cerca del ecuador y en los subtrópicos. Solo el escenario extremo del 15% eliminó esas condiciones en todo el planeta. Estos porcentajes describen la reducción de luz ensayada, no una caída equivalente de temperatura. El estudio identifica climas potencialmente habitables, pero no demuestra migraciones concretas ni que los animales entraran en dormancia tras la catástrofe. Los autores presentan los refugios como una explicación parcial de la supervivencia. Chiarenza explicó a Reuters que el bajo metabolismo de los cocodrilianos reduce sus necesidades de alimento frente a animales de sangre caliente de tamaño comparable. "Los cocodrilianos pueden sobrevivir periodos prolongados sin alimentarse", dijo. También describió la estivación, un estado de dormancia frente al calor o la sequía, y la brumación frente al frío. Reducir el gasto energético habría ayudado cuando escaseó la comida, siempre que el ambiente permaneciera dentro de sus límites fisiológicos. El comunicado de UCL añade que las dietas flexibles, el menor tamaño corporal y la vida semiacuática pudieron favorecer a los supervivientes. ## Un linaje diverso que seguía el calor El análisis abarca unos 245 millones de años de los pseudosuquios, un grupo más amplio que los cocodrilos actuales. Sus parientes extintos incluyeron depredadores terrestres, formas marinas y herbívoros. Según UCL, esa diversidad coexistió con una preferencia relativamente persistente por ambientes cálidos. Durante el Eoceno temprano, hace unos 50 millones de años, ocuparon regiones de altas latitudes en Norteamérica, Europa y la Antártida. Con el enfriamiento posterior, su distribución se contrajo hacia los trópicos. El patrón tuvo excepciones: algunas ramas cambiaron sus preferencias de temperatura o precipitación. Esa dependencia del espacio disponible tiene consecuencias actuales. Philip Mannion, coautor del estudio e investigador de UCL, advirtió en el comunicado que los cocodrilianos necesitarán desplazarse hacia hábitats adecuados conforme se caliente el planeta. Las carreteras, los cultivos y las ciudades reducen esas posibilidades de movimiento, precisamente el recurso que ayudó al linaje a atravesar cambios climáticos anteriores. _Fuentes:_ 1, 2, 3
fomoera.com
October 22, 2026 at 11:20 AM
I am an Avianos girlie and will never change my ways
October 19, 2026 at 1:46 PM
e a barata, o crocodiliano, o ofídeo, o quelônio, o peixe, o anfíbio, o invertebrado, plantas, flores (eventualmente), os pequenos avianos, os marsupiais...
October 16, 2026 at 6:46 PM
I typically always read manuals before I play retro games so I was worried that element was missing, but I played Avianos with all the unexplained icons and was able to figure it out quick enough to win my second match.
October 15, 2026 at 5:37 PM
Can't wait! Did you experiment at all with a tabletop version of avianos? I would love a smaller 4x game like that on my shelf, but I can imagine the combat system would be pretty tough to adapt to the table
October 8, 2026 at 3:07 PM
Seconded. If one likes Metanarratives, I highly suggest it; finding the hidden 51st game on my own was incredibly memorable. But it's also just a solid-ass collection of fun games with robust features and design.

Ingame recommends: Mini & Max, Party House, Grimstone, Rail Heist, Avianos, Mortol 2
October 2, 2026 at 9:08 PM
Formação independente do aparato de vôo em um clado de dinossauros não avianos www.nature.com/articles/s41...
Independent assembly of the flight apparatus in a non-avian dinosaur clade - Nature Communications
Microraptorines were bird-like dinosaurs that possessed some flight adaptations. A new fossil species from the early Cretaceous, Norellraptor barsboldi, suggests that this group evolved their own flig...
www.nature.com
September 29, 2026 at 4:58 PM
El ejemplar tenía al menos tres años cuando murió, según el análisis de la microestructura de su radio izquierdo.

La nueva especie pertenece a los microraptorinos, dinosaurios terópodos no avianos estrechamente relacionados con las aves, pero no sus antepasados directos.
September 29, 2026 at 8:18 PM
El resultado fue una de las mayores extinciones de la historia de la Tierra.

Desapareció aproximadamente el 75 % de las especies, incluidos todos los dinosaurios no avianos.

Los supervivientes heredaron un planeta radicalmente diferente.
September 22, 2026 at 6:06 PM
Back to Avianos again, can’t seem to let it go, genius in many ways! 😅Thanks @tatsoni.bsky.social for dropping me this in-depth analysis of the game. youtu.be/CcFIdvF-LfA?...
Strategy Game Design for Bird-Brains 🦖⁉️ [UFO50:Avianos]
YouTube video by Indie Game Clinic
youtu.be
September 19, 2026 at 1:12 PM
Of course, but you gotta give me your top 5 as well!

Here's mine after roughly 100 hours:
1: Party House
2: Bug Hunter
3: Avianos
4: Waldorfs Journey
5: Velgress
September 19, 2026 at 4:09 PM
thinking back on this #ufo50 avianos fanart: this is just cow tools but with warfare. Cow Tactics
September 13, 2026 at 10:28 AM
*En dinosaurios avianos, las plumas*

Borré la expresión avianos en primer renglón del segundo párrafo.

Los dinosaurios como clado se dividen en avianos (actuales aves) y no avianos (el resto de órdenes). Cosas de la cladística y no de la taxonomía.
September 3, 2026 at 3:08 PM
Jajaja, si, pero esa rodendez la dan las plumas, no el cuerpo.

En los dinosaurios, las plumas tienen un músculo abductor que las eriza o las mantiene plegadas. No hay razón para suponer que dinosaurios no avianos emplumados también las tuviera así, con posibilidad de desplegarlas a voluntad.
September 3, 2026 at 1:17 PM
Revisão dos Dinossauros Avianos do Cretáceo do México: Conhecimento Atual e Perspectivas Futuras www.mdpi.com/2813-6284/4/...
www.mdpi.com
September 2, 2026 at 8:50 AM
Acho incrível quando lembro que a extinção do cretáceo dizimou todos os dinossauros não avianos mas as aves sobreviveram e hoje temos tiny little mini smol dinossaurinhos deste tamanhico 🤏
🇧🇷Maria-ferrugem
🌎Casiornis rufus
Conservação: Pouco Preocupante

A maria-ferrugem é uma ave da ordem Passeriformes da família Tyrannidae.

📷 Sergio Murilo
August 28, 2026 at 1:51 PM
hollowbel let's run it in avianos sometime!!! also you should play the bonus campaigns, they're fun too :3
August 25, 2026 at 6:17 PM
Hace 66 millones todos los dinosaurios no avianos desaparecieron, dejando nichos libres en los ecosistemas. Ello permitió la diversificación de los mamíferos, dando lugar a linajes de carnívoros altamente especializados.

Bueno, pues has conseguido que los T-Rex muriesen por nada.
August 25, 2026 at 4:39 PM
são dinossauros avianos, os que foram de Olavo eram principalmente os não-avianos.
August 23, 2026 at 9:00 PM
RE: https://mastodon.social/@avesbrasil/117112508752274773

Achei que o canto combina com o design dessa ave, Biguatinga tem um pescoço longo, parece um dragão aviano. Eu imagino muitas aves extintas e dinossauros não avianos com um som parecido.
mastodon.social
August 17, 2026 at 8:24 PM
Archaeopteryx precisava de dois ou três saltos para voar, sugere estudo sobre a primeira ave

O Archaeopteryx, considerado um elo entre dinossauros não avianos e aves, talvez não conseguisse levantar voo com um único salto. Um novo modelo biomecânico sugere que o animal usava dois ou três impulsos…
Archaeopteryx precisava de dois ou três saltos para voar, sugere estudo sobre a primeira ave
O Archaeopteryx, considerado um elo entre dinossauros não avianos e aves, talvez não conseguisse levantar voo com um único salto. Um novo modelo biomecânico sugere que o animal usava dois ou três impulsos das patas traseiras para alcançar a velocidade mínima de voo.
revistaamazonia.com.br
August 17, 2026 at 6:36 PM