#BBCO
This is very niche, but if you know an urbanist in Bucktown please ask them to join the board of Bucktown community organization

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2027 BBCO Board Nominations — Bucktown Community Organization
www.bucktown.org
September 19, 2026 at 1:11 AM
ICAO: #A9C19A
Owner: #BBCO
Flt: #N728DL #SF50
Time: 2026-09-11 18:07:51 CDT
Min Alt: 21000 ft
Min Dist: 94.5 nm (-18deg NNW)

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September 11, 2026 at 11:16 PM
ICAO: #AAF179
Owner: #BBCO
Flt: #N804HS #S22T
Time: 2026-09-03 17:48:10 CDT
Min Alt: 15625 ft
Min Dist: 86.74 nm (-27deg NNW)

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September 3, 2026 at 10:54 PM
Está para la BBCO
Bodas
Bautizos
Comuniones
Óbitos
Circulen
Es q ya ni se cortan...
August 28, 2026 at 3:44 PM
A cirurgia inédita para remover tumor cerebral feita com a ajuda de IA
O tumor de Rhys Hibbert poderia ter causado cegueira BBC News fonte BBCO tumor de Rhys Hibbert poderia ter causado cegueira Rhys Hibbert é o primeiro paciente do mundo a ser submetido a uma cirurgia cerebral com auxílio de inteligência artificial C(IA) em tempo real. Durante o procedimento, ele teve um tumor removido com sucesso. Pai de dois filhos e morador de Bedfordshire, no Reino Unido, poderia ter perdido a visão sem a operação, segundo cirurgiões do University College London Hospital. A ferramenta de IA analisou as imagens da cirurgia enquanto o procedimento acontecia e orientou os cirurgiões sobre como evitar vasos sanguíneos e nervos importantes do cérebro que não podiam ser vistos. Com a ajuda da tecnologia, eles conseguiram remover com segurança o máximo possível do tumor. "Do ponto de vista da segurança do paciente, vejo claramente os benefícios. Não existem placas de sinalização dentro da nossa cabeça", disse Hibbert. sem descrição BBC News fonte BBC Até 18 meses atrás, Hibbert, de 48 anos, era saudável e levava uma vida ativa. Todos os dias, aproveitava o horário do almoço para fazer uma caminhada de cerca de 3 quilômetros. Foi durante uma dessas caminhadas que ele perdeu a consciência e começou a ter convulsões no meio da rua. Um exame de imagem do cérebro revelou um tumor benigno de 11 milímetros crescendo na hipófise — uma glândula do tamanho de uma bolinha de gude localizada na base do crânio. A hipófise produz hormônios essenciais que participam de funções como crescimento, metabolismo e controle da pressão arterial e da temperatura corporal. A glândula fica muito próxima das artérias carótidas, vasos fundamentais que levam sangue ao cérebro, e dos nervos ópticos, responsáveis pela visão. À medida que o tumor de Hibbert começou a pressionar os nervos ópticos, seu campo de visão periférica foi ficando mais estreito. Extremamente cansado e com tontura Embora não precisasse passar por uma cirurgia imediatamente, Hibbert começou a tropeçar nas coisas e passou a se sentir extremamente cansado e a ter tonturas. "Durante os 18 anos de casamento, sempre levantei da cama e preparei uma xícara de café para minha mulher", disse Hibbert. "E eu não ia deixar que esse tumor me impedisse de fazer isso." Segundo ele, os maiores impactos foram emocionais e psicológicos. "Apesar de muitas pessoas terem se oferecido gentilmente para me ajudar, você não quer ser um peso para os outros", acrescentou. Quando os cirurgiões ofereceram a Hibbert a possibilidade de ser a primeira pessoa a passar pela cirurgia com o auxílio da ferramenta de IA desenvolvida por eles, ele não hesitou. "Se os pacientes não estiverem dispostos a participar de pesquisas, como os médicos poderão aprender e como a medicina poderá avançar?", disse ele. A cirurgia envolveu a introdução de um endoscópio — uma câmera fina acoplada a uma haste — pelo nariz até a base do crânio. Nesse ponto, o tumor estava próximo, mas escondido atrás de camadas de osso e de uma membrana resistente. Identificar o local mais seguro para removê-lo não era simples, principalmente porque a anatomia pode variar de uma pessoa para outra. As taxas de complicações variam, mas havia entre 25% e 50% de chance de o tumor não ser completamente removido e entre 0,5% e 2% de risco de lesão de um vaso sanguíneo importante. Foi aí que entrou a ferramenta de inteligência artificial. ChatGPT para cirurgias Em uma segunda tela, a ferramenta analisava as imagens da cirurgia em tempo real, acompanhava os instrumentos cirúrgicos e indicava as áreas onde era mais provável encontrar os vasos sanguíneos e nervos, destacando os locais mais seguros para a remoção do tumor. O sistema funciona de maneira semelhante à tecnologia de reconhecimento facial dos celulares, mas, em vez de identificar rostos, reconhece estruturas anatômicas importantes que muitas vezes ficam escondidas. No Reino Unido, um cirurgião realiza, em média, de 10 a 20 dessas operações por ano. Para se preparar, os médicos usam exames feitos antes da cirurgia para conhecer a anatomia de cada paciente. Os pesquisadores treinaram e avaliaram o sistema de IA com centenas de vídeos de cirurgias para a remoção de tumores da hipófise. Em cada vídeo, eles contornaram cuidadosamente os vasos sanguíneos e os nervos para ajudar o sistema a reunir dados e começar a "reconhecer" as estruturas mais importantes. "Ele foi treinado com mais cirurgias do que a maioria dos cirurgiões vê ou realiza ao longo de toda a carreira e pode funcionar como um segundo par de olhos especializado", disse o professor Hani Marcus, que ajudou a realizar o procedimento. E, ao contrário de outras ferramentas experimentais de IA, acrescentou ele, o sistema funciona em tempo real. Os neurocirurgiões professor Hani Marcus e Danyal Khan realizaram a cirurgia no Hospital Nacional de Neurologia e Neurocirurgia BBC News fonte UCHOs neurocirurgiões professor Hani Marcus e Danyal Khan realizaram a cirurgia no Hospital Nacional de Neurologia e Neurocirurgia A equipe faz questão de deixar claro que a ferramenta de IA apenas auxilia os médicos e que os cirurgiões continuam tendo controle total sobre o procedimento. A ambição da equipe a longo prazo é desenvolver uma espécie de ChatGPT para cirurgiões, que funcione como "outro especialista na sala a quem eles possam recorrer para pedir orientação, se quiserem — ou deixar de lado caso discordem dele", disse o professor Marcus. Financiada pelo National Institute for Health and Care Research (Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde e Cuidados, em tradução livre) e pelo Google, e desenvolvida por pesquisadores da UCL, a equipe testou e aperfeiçoou a tecnologia de IA em laboratório durante anos. Os pesquisadores estão satisfeitos com os primeiros resultados do uso da ferramenta em uma cirurgia real e agora trabalham em um estudo maior. 'Isso me devolveu a vida' "Quando abri os olhos depois da cirurgia, parecia que tinha recuperado uma visão de 360 graus — eu não enxergava com tanta clareza havia um ano", disse Hibbert. Desde a cirurgia (realizada há oito semanas), ele percebeu que sua visão vem melhorando a cada dia um pouco mais. "Também recuperei minha energia, e todos os efeitos colaterais que eu sentia antes da cirurgia desapareceram. Isso me devolveu a vida." James Frith, ministro da Inovação em Saúde, disse estar satisfeito por Hibbert ter passado por uma "cirurgia que mudou sua vida" como parte de uma pesquisa financiada pelo governo. "A IA precisa de mecanismos de segurança adequados, e sempre vamos garantir que a segurança seja levada a sério. Mas também vamos garantir que aproveitemos as oportunidades que ela oferece", acrescentou. BBC FOOTER NOVO BBC
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August 28, 2026 at 4:03 AM
ICAO: #AAF179
Owner: #BBCO
Flt: #N804HS #S22T
Time: 2026-08-18 11:20:26 CDT
Min Alt: 10850 ft
Min Dist: 66.9 nm (12deg NNE)

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August 18, 2026 at 4:37 PM
ICAO: #A9C19A
Owner: #BBCO
Flt: #N728DL #SF50
Time: 2026-08-10 12:29:11 CDT
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Min Dist: 42.3 nm (-141deg SW)
Squawk: #1464
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August 10, 2026 at 5:54 PM
ICAO: #A9C19A
Owner: #BBCO
Flt: #N728DL #SF50
Time: 2026-07-19 13:44:57 CDT
Min Alt: 29400 ft
Min Dist: 151.23 nm (-39deg NW)

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July 19, 2026 at 6:58 PM
ICAO: #A9C19A
Owner: #BBCO
Flt: #N728DL #SF50
Time: 2026-06-25 13:35:23 CDT
Min Alt: 18375 ft
Min Dist: 139.79 nm (-154deg SSW)

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June 25, 2026 at 6:42 PM
ICAO: #A9C19A
Owner: #BBCO
Flt: #N728DL #SF50
Time: 2026-06-14 15:20:42 CDT
Min Alt: 30000 ft
Min Dist: 2.7 nm (45deg NE)
Squawk: #5752
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June 14, 2026 at 9:09 PM
Parts 1-2/2 — EFTA02295673.jpg
#epsteinweb #efta02295673
https://epsteinweb.org
Available in the iOS app store now!
https://apps.apple.com/us/app/epstein-web/id6758880661
April 4, 2026 at 3:06 AM
In today's hospitality news, JW Marriott Hotel Bangkok marks the arrival of the Sakura season with a limited collection of cherry blossoms–inspired desserts at Bangkok Baking Company (BBCO), which draw on Japan’s celebrated spring tradition. More at punchmedia.co.th/2026/03/cher...
March 27, 2026 at 7:43 AM
Bravo BBCo!.
Remember that recently, Tommeh ten names was hoofed down the street by the landlord of the Rose PH on Bedford High St.

Becoming quite a decent place to live.
February 19, 2026 at 10:53 AM
Throwback to the days when every other story I wrote was about a development proposal in Italian Village..this is the big site with the state library on it (which is prepping for a move):

columbusunderground.com/multi-buildi...
Multi-Building Development Proposed for Italian Village - Columbus Underground
A new proposal would bring a multi-building apartment complex to the eastern edge of Italian Village. Cincinnati-based Merus, along with local architecture firm BBCO, submitted plans to the City of Co...
columbusunderground.com
February 13, 2026 at 9:44 PM
Here's the full line-up:

#Gladiators Heat 3 5:45pm BBCO ne

#WheelOfFortune 6:00pm ITV 1

#MaskedSingerUK quarter-final 7:00pm ITV 1

#WeakestLink 7:45pm BBCOne

#The1PercentClubI 8:30pm ITV 1

#SaturdayNightTV
January 31, 2026 at 4:37 PM
Como é a 'universidade de espiões' da França: 'Não sei o nome verdadeiro de vários alunos'
O curso atrai estudantes comuns com pouco mais de 20 anos de idade e espiões do governo francês em busca de aprimoramento profissional BBC News fonte BBCO curso atrai estudantes comuns com pouco mais de 20 anos de idade e espiões do governo francês em busca de aprimoramento profissional O professor universitário Xavier Crettiez reconhece que não sabe o nome verdadeiro de muitos alunos da sua classe. É uma situação altamente incomum no mundo acadêmico, mas o trabalho do professor também é fora do padrão. Ele ajuda a treinar espiões franceses. "Raramente conheço os antecedentes dos agentes de inteligência quando eles são encaminhados para o curso e duvido que os nomes informados sejam verdadeiros", ele conta. Se a intenção era criar um ambiente para uma escola de espionagem, o campus da Universidade Sciences Po Saint-Germain-en-Laye, nos arredores da capital da França, Paris, parece bastante adequado. Suas austeras construções do início do século 20, com aparência que chega a ser sombria, são cercadas por intimidadores portões metálicos, que levam a rodovias comuns e movimentadas. Tudo muito discreto. A diferença é o seu diploma único, que atrai igualmente estudantes típicos com pouco mais de 20 anos e membros ativos do serviço secreto francês, normalmente entre os 35 e 50 anos de idade. O curso se chama Diplôme sur le Renseignement et les Menaces Globales — Diploma em Inteligência e Ameaças Globais, em tradução livre. Ele foi desenvolvido pela universidade, em associação com a Academia de Inteligência, o setor de treinamento do serviço secreto francês. As aulas foram um pedido das autoridades francesas, uma década atrás. Depois dos ataques terroristas em Paris, em 2015, o governo da França promoveu uma campanha de recrutamento em massa nas agências de inteligência do país. Por isso, o governo pediu à Sciences Po, uma das principais universidades francesas, que criasse um novo curso para formar possíveis novos espiões e fornecer treinamento contínuo para os agentes atuais. Grandes empresas francesas também demonstraram interesse rapidamente, tanto para levar seus funcionários de segurança para o curso, quanto para contratar muitos dos formandos mais jovens. Para o professor Xavier Crettiez, o combate aos crimes financeiros é um trabalho importante para os espiões hoje em dia BBC News fonte BBCPara o professor Xavier Crettiez, o combate aos crimes financeiros é um trabalho importante para os espiões hoje em dia O curso tem 120 horas-aula e dura quatro meses. Para alunos externos (espiões e funcionários de empresas), o custo é de cerca de 5 mil euros (cerca de R$ 31,7 mil). O principal objetivo do programa é ensinar os alunos a identificar ameaças em qualquer lugar, como rastreá-las e superá-las. Os principais temas incluem aspectos econômicos do crime organizado, jihadismo islâmico, coleta de inteligência comercial e violência política. Para comparecer a uma das aulas e conversar com os alunos, precisei receber aprovação prévia dos serviços de segurança franceses. O tema da lição era "a inteligência e a dependência excessiva da tecnologia". Um dos alunos com quem conversei foi um homem na casa dos 40 anos, que se apresenta com o nome de Roger. Ele me conta, em inglês muito preciso e polido, que é banqueiro de investimentos. "Ofereço consultoria em todo o oeste africano e entrei no curso para fornecer avaliações de risco aos meus clientes na região", ele conta. Crettiez leciona radicalização política. Ele explica que os serviços secretos franceses passaram por uma enorme expansão nos últimos anos. Existem agora cerca de 20 mil agentes, segundo o professor, no que ele chama de "círculo interno", composto pelo DGSE, que cuida dos assuntos internacionais (o equivalente francês ao MI6 britânico ou à CIA americana) e pelo DGSI, voltado às ameaças internas (como o MI5 britânico ou o FBI dos EUA). Mas nem tudo trata apenas de terrorismo, segundo o professor. "Existem as duas agências de segurança principais, mas também a Tracfin, uma agência de inteligência especializada em lavagem de dinheiro." "Ela cuida do aumento da atividade mafiosa, especialmente no sul da França, incluindo a corrupção nos setores público e privado, principalmente devido aos lucros massivos do tráfico de drogas ilegais", explica ele. Outros professores incluem um agente do DGSE que já foi destacado para Moscou, na Rússia, um ex-embaixador francês na Líbia e um agente sênior da Tracfin. O chefe de segurança da gigante francesa de energia EDF também é responsável por um dos módulos do curso. O campus da Sciences Po Saint-Germain-en-Laye, nos arredores de Paris BBC News fonte Universidade Sciences Po Saint-Germain-en-LayeO campus da Sciences Po Saint-Germain-en-Laye, nos arredores de Paris O interesse do setor privado pelo diploma aparentemente continua em crescimento. Grandes empresas demonstram cada vez mais disposição para contratar os alunos para enfrentar as implacáveis ameaças de espionagem, cibersegurança e sabotagem. Elas incluem especialmente companhias do setor de defesa e aeroespacial, mas também marcas francesas de produtos de luxo. Recentemente, os formandos vêm sendo recrutados pela operadora francesa de telefonia celular Orange, pela gigante aeroespacial e de defesa Thales e pela LVHM, dona de quase tudo, desde a Louis Vuitton e a Dior até as marcas de champanhe Dom Perignon e Krug. Vinte e oito estudantes estão matriculados para as aulas deste ano. Seis deles são espiões. É possível identificar quem são estes alunos. Eles se reúnem durante os intervalos, longe dos estudantes mais jovens, e não ficam muito entusiasmados quando me aproximo deles. Com os braços cruzados e sem declarar exatamente seu cargo, um deles afirma que o curso é considerado um trampolim para uma rápida promoção do escritório para o trabalho de campo. Outro conta que consegue ter ideias novas no ambiente acadêmico. Ambos assinaram a lista de presença do dia apenas com seus primeiros nomes. Um dos alunos mais jovens é Alexandre Hubert, de 21 anos. Ele conta que queria compreender melhor a iminente guerra econômica entre a Europa e a China. "Observar a coleta de inteligência do ponto de vista de James Bond não é importante", afirma ele. "A questão é analisar os riscos e trabalhar para combatê-los." Outra estudante é Valentine Guillot, também com 21 anos. Ela conta ter se inspirado na popular série de TV francesa Le Bureau des Légendes (2015-2020). "Vir aqui para descobrir este mundo que eu não conhecia, exceto pela série de TV, é uma oportunidade memorável", diz ela. "E, agora, estou muito interessada em entrar nos serviços de segurança." Os estudantes Alexandre Hubert e Valentine Guillot, felizes ao serem fotografados BBC News fonte BBCOs estudantes Alexandre Hubert e Valentine Guillot, felizes ao serem fotografados Quase a metade dos alunos da classe, na verdade, são mulheres. Esta é uma mudança relativamente recente, segundo um dos professores, Sebastien-Yves Laurent, especialista em tecnologia de espionagem. "O interesse das mulheres pela coleta de inteligência é algo novo", segundo ele. "Elas estão interessadas por acreditarem que irão colaborar para um mundo melhor." "E, se existir uma linha comum entre todos esses jovens estudantes é que eles são muito patriotas e isso é novo, em comparação com 20 anos atrás", explica o professor. Se você quiser se matricular no curso, um requisito essencial é possuir cidadania francesa. Mas são aceitas algumas pessoas com dupla cidadania. Foto recente da classe, com alguns estudantes voltados de costas para a câmera BBC News fonte Sciences Po Saint-GermainFoto recente da classe, com alguns estudantes voltados de costas para a câmera O professor Crettiez conta que precisa ser cauteloso na seleção de candidatos. "Recebo regularmente inscrições de mulheres russas e israelenses muito atraentes, com ótimos currículos", ele conta. "É claro que elas são imediatamente descartadas." Em uma foto recente do grupo de estudantes, é possível identificar imediatamente quem são os espiões. Eles ficam de costas para a câmera. Todos os estudantes e espiões profissionais que conheci são elegantes e esportistas, mas Crettiez pretende desfazer o mito das aventuras de James Bond. "Poucos novos recrutas acabarão no campo", segundo ele. "A maioria dos empregos nas agências de inteligência francesas são para trabalhar no escritório." '007': por dentro da fábrica de dispositivos de espionagem do Reino Unido A estratégia do serviço secreto britânico para recrutar espiões na Rússia pela dark web As conquistas e os fracassos do Mossad, a poderosa agência de espionagem de Israel Qual o real poder da máquina de espionagem chinesa?
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January 7, 2026 at 8:10 PM
Como uma mala antiga revelou uma fortuna familiar perdida sob o nazismo
O conteúdo da mala de seu falecido pai levou Antony Easton a desvendar uma história de riqueza e tragédia BBC News fonte BBCO conteúdo da mala de seu falecido pai levou Antony Easton a desvendar uma história de riqueza e tragédia Tudo começou com uma mala escondida debaixo da cama. O ano era 2009 e o pai de Antony Easton, Peter, havia falecido recentemente. Ao começar a lidar com os trâmites burocráticos do inventário, Antony encontrou uma pequena mala de couro marrom no antigo apartamento de seu pai, na cidade de Lymington, em Hampshire, na costa sul da Inglaterra. Dentro dela, havia notas de banco alemãs impecáveis, álbuns de fotos, envelopes cheios de anotações registrando diferentes capítulos de sua vida e uma certidão de nascimento. Peter Roderick Easton, que se orgulhara de ser inglês (e anglicano), na verdade nasceu e cresceu na Alemanha pré-guerra como Peter Hans Rudolf Eisner, membro de uma das famílias judias mais ricas de Berlim. A mala que guardava os segredos do pai de Antony BBC News fonte Charlie Northcott/BBCA mala que guardava os segredos do pai de Antony Apesar das pistas sobre as origens do pai durante sua infância, o conteúdo da mala lançou luz sobre um passado do qual Antony quase nada sabia. As revelações o levariam a uma jornada de uma década, revelando uma família devastada pelo Holocausto, uma fortuna desaparecida de bilhões de libras e um legado de obras de arte e propriedades roubadas sob o regime nazista. Fotografias em preto e branco revelaram um pouco da infância de Peter, bem diferente da criação modesta de seu filho em Londres — mostravam uma Mercedes com motorista, mansões com empregados e escadarias ricamente esculpidas com anjos. De forma ainda mais sinistra, uma das fotos mostrava Peter Eisner, aos 12 anos, sorrindo com amigos, com uma bandeira nazista tremulando ao longe. O pai de Antony, Peter (ao centro), aos 12 anos BBC News fonte Antony EastonO pai de Antony, Peter (ao centro), aos 12 anos "Tive a sensação de que era uma mão estendida do passado", diz Antony. Ele diz que seu pai era um homem quieto e sério, embora propenso a acessos de raiva. Ele evitava falar sobre sua infância e sempre se esquivava de perguntas sobre seu leve sotaque alemão. "Havia indícios de que [ele não era] realmente como as outras pessoas... Havia uma aura sombria em seu mundo", diz Antony. Uma imensa fortuna A próxima grande pista sobre a história da família de Antony veio de uma obra de arte. Com a ajuda de uma amiga que falava alemão fluentemente, ele pediu que ela investigasse uma empresa chamada Hahn'sche Werke, cujas referências estavam espalhadas pelos documentos na mala. Depois de pesquisar online, ela enviou a Antony a foto de uma pintura que retratava o interior de uma grande siderúrgica – aparentemente pertencente à empresa. Metal fundido brilha em uma esteira rolante, iluminando os rostos de trabalhadores ocupados e atentos. É uma imagem de poder e força industrial, de uma época em que a Alemanha caminhava a passos largos para décadas de guerra devastadora. A pintura de 1910, do artista Hans Baluschek, chamava-se Eisenwalzwerk (Laminador de Ferro). Pertenceu a Heinrich Eisner, que provavelmente a encomendou. Eisner ajudou a transformar a siderúrgica Hahn'sche Werke em uma das empresas mais tecnológicas e expansivas da Europa Central. Os documentos na mala indicavam que se tratava do bisavô de Antony. Mais pesquisas revelaram que, na virada do século 20, Heinrich era um dos empresários mais ricos da Alemanha – o equivalente a um multibilionário moderno. Sua empresa fabricava aço tubular, com fábricas espalhadas pela Alemanha, Polônia e Rússia. Heinrich e sua esposa, Olga, possuíam várias propriedades em Berlim e arredores, incluindo um impressionante prédio de seis andares no centro da cidade, com pisos de mármore e fachada branco-creme. Uma fotografia do início dos anos 1900 mostra um homem com uma barriga levemente arredondada e um bigode branco reto. Heinrich Ele veste um terno preto, e Olga senta-se ao lado dele, coroada com uma tiara de cristal. Os bisavós de Antony, Olga e Heinrich Eisner, retratados no início dos anos 1900 BBC News fonte Antony EastonOs bisavós de Antony, Olga e Heinrich Eisner, retratados no início dos anos 1900 Quando morreu em 1918, Heinrich deixou ações de sua empresa – e sua fortuna pessoal – para seu filho Rudolf, que havia retornado recentemente da Primeira Guerra Mundial. A guerra foi uma catástrofe humana, mas a Hahn'sche Werke prosperou naquele período, atendendo à demanda do exército alemão por aço. Rudolf e sua família também sobreviveram com sucesso ao caos econômico e político que assolou o país após a guerra. No entanto, em poucos anos, tudo estaria perdido. Tudo muda Em anotações encontradas por Antony na mala, Peter se lembrava de ter ouvido conversas entre seus pais e sussurros sobre ameaças nazistas. Os judeus eram culpados por Adolf Hitler e seus apoiadores pela derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial e pelas dificuldades econômicas que se seguiram. Rudolf Eisner acreditava que estaria seguro se tornasse sua empresa indispensável para o regime nazista. Por um tempo, isso pareceu funcionar, mas à medida que as leis antissemitas se tornavam cada vez mais extremas e os abusos que testemunhavam ao seu redor pioravam, ele começou a reconsiderar. Em março de 1938, o governo investigou a Hahn'sche Werke. Sob imensa pressão das autoridades, a empresa de propriedade judaica foi vendida a preço de banana para a Mannesmann, um conglomerado industrial cujo CEO, Wilhelm Zangen, era um simpatizante nazista. Berlim, 1934: empresas de propriedade judaica, como esta loja de departamentos, foram alvo dos nazistas logo após sua ascensão ao poder BBC News fonte Getty ImagesBerlim, 1934: empresas de propriedade judaica, como esta loja de departamentos, foram alvo dos nazistas logo após sua ascensão ao poder "É quase impossível quantificar a riqueza roubada e quanto esses ativos valem hoje", diz David de Jong, autor do livro Bilionários Nazistas, que reconta o saque de empresas judaicas durante o Terceiro Reich. Em 2000, a Mannesmann foi adquirida pela Vodafone em um negócio avaliado em mais de 100 bilhões de libras (mais de R$ 736 bilhões) – a maior aquisição comercial registrada até então. Pelo menos uma parte dos ativos industriais incluídos nessa venda teria pertencido ao império empresarial de Eisner. O desmantelamento da Hahn'sche Werke e a prisão de membros da empresa fizeram com que os Eisner percebessem que precisavam fugir. Mas, em 1937, qualquer judeu que tentasse deixar a Alemanha era obrigado a entregar 92% de seus bens ao Estado, pagando uma série de taxas conhecidas como Reichsfluchtsteuer ou Imposto de Fuga do Reich. Os Eisner corriam o risco de perder o que restava de sua riqueza. O acordo No auge dessa crise, um homem chamado Martin Hartig, economista e consultor tributário, segundo registros nos arquivos de Berlim, começou a ter grande influência na vida dos Eisner. Ao longo da década de 1930, seu nome aparece repetidamente no livro de visitas da propriedade rural dos Eisner, agradecendo-lhes pela generosa hospitalidade. Hartig, que não era judeu, parece ter oferecido à família uma solução para o iminente confisco de seus bens pelos nazistas. Eles transferiram elementos-chave de sua fortuna pessoal para ele — principalmente as diversas propriedades que possuíam e seus conteúdos — protegendo-os, assim, das leis que visavam os judeus. Os avós de Antony, Hildegarde e Rudolf Eisner BBC News fonte Antony EastonOs avós de Antony, Hildegarde e Rudolf Eisner Antony acredita que seus avós presumiram que Hartig um dia devolveria os bens a eles. Eles estavam enganados. Em vez disso, ele transferiu permanentemente os bens da família Eisner para o seu próprio nome. A BBC encontrou cópias dos documentos originais da venda nos arquivos federais da Alemanha e as compartilhou com três especialistas independentes. Os três concluíram que a transação era evidência de uma "venda forçada" — um termo amplamente utilizado para descrever a expropriação de bens judaicos sob o regime nazista. Apesar de terem perdido a fortuna que construíram ao longo de gerações, os avós e o pai de Antony conseguiram escapar da Alemanha em 1938. Bilhetes de trem, etiquetas de bagagem e folhetos de hotéis preservados na mala de Peter permitiram a Antony retraçar sua jornada. A família foi para a Checoslováquia e depois para a Polônia, escapando por pouco dos nazistas, antes de embarcar em um dos últimos navios com destino à Inglaterra, em julho de 1939. A mala de Peter continha registros da fuga da família Eisner da Alemanha BBC News fonte Charlie Northcott/BBCA mala de Peter continha registros da fuga da família Eisner da Alemanha Eles perderam o equivalente a bilhões, mas estavam entre os membros mais sortudos da família Eisner. A maioria de seus parentes foi presa e morta em campos de concentração. O próprio Rudolf morreu em 1945, depois de ter passado a maior parte da guerra – como muitos outros refugiados alemães – internado pelos britânicos na Ilha de Man, uma pequena ilha no Mar da Irlanda, utilizada pelo Reino Unido como campo de internamento de estrangeiros considerados uma ameaça. Encontrando os Hartigs O próximo passo para Antony era descobrir o que havia acontecido com a fortuna da família Eisner e com Martin Hartig. Ele contratou uma investigadora experiente, Yana Slavova, para descobrir exatamente o que havia sido roubado, como havia mudado de mãos e onde estava hoje. Em poucas semanas, Yana descobriu uma série de documentos sobre os parentes dele, incluindo detalhes sobre suas propriedades e bens. Ela conseguiu rastrear a pintura que Antony havia descoberto no início de sua jornada. O quadro Eisenwalzwerk estava na coleção do Museu Brohan, em Berlim. As primeiras tentativas de reaver a obra de arte esbarraram em problemas relacionados às provas. Antony conseguiria provar que a venda estava ligada à perseguição nazista? Como ele sabia que a obra não havia mudado de mãos várias vezes legitimamente antes de chegar ao museu? Um avanço ocorreu quando Yana descobriu correspondências entre o museu e um negociante de arte na época da venda. O negociante de arte havia vendido a pintura de uma das antigas casas da família Eisner – uma propriedade herdada por Martin Hartig em 1938. Hartig viveu o resto da vida ali, restaurando meticulosamente o prédio após os danos sofridos durante a queda de Berlim, antes de falecer de causas naturais em 1965. Após a morte de Hartig, a propriedade passou para sua filha, que agora estava na casa dos 80 anos. Ela doou a casa para seus próprios filhos em 2014 e se mudou para uma casa de campo, onde combinou de se encontrar com Antony e Yana. A senhora idosa preparou chá e bolos para eles, que comeram na sala de estar sob um retrato de seu pai – um homem de óculos de aros grossos e cabelos oleosos, rosto magro e vestindo um terno preto. O retrato havia sido pintado em 1945, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. A filha de Martin Hartig tinha uma história bem diferente daquela que Antony e Yana esperavam. Ela contou que seu pai sempre se opôs aos nazistas e ajudou a salvar os Eisner, que ela descreveu como grandes amigos, do Holocausto. Disse que ele os ajudou a se convencerem a fugir, insistindo: "Vocês não podem ficar aqui. Vão para a Grã-Bretanha, para Londres." Seu pai também lhe contou que os ajudou a contrabandear quadros para fora da Alemanha, retirando-os das molduras e escondendo-os entre roupas. Quando questionada sobre as propriedades que sua família herdou dos Eisner em 1938, ela afirmou que todas as compras foram legítimas. "Meu pai comprou duas casas, legalmente", disse ela. "Tudo tinha que ser feito corretamente." Um memorial no local do antigo campo de concentração de Theresienstadt homenageia as vítimas do Holocausto, incluindo membros da família Eisner BBC News fonte Antony EastonUm memorial no local do antigo campo de concentração de Theresienstadt homenageia as vítimas do Holocausto, incluindo membros da família Eisner Outros membros da família se mostraram mais abertos à possibilidade de que seu ancestral possa ter explorado os Eisner. Vincent, bisneto de Martin Hartig, está na casa dos 20 anos e em processo de formação para se tornar carpinteiro. Ele admitiu sentir que sua casa, onde os avós de Antony moraram, pode ter um passado perturbador. "Quer dizer, é claro que em algum momento fiquei curioso – de onde vem o fato de nós, como família, morarmos neste lugar tão agradável?", disse ele. "Também me perguntei: quais foram as circunstâncias?" Depois de descobrir o que aconteceu com a família judia de Antony, Vincent disse acreditar que os Eisner não tiveram muita escolha ao passar a propriedade para seu bisavô. 'Não é sobre dinheiro' Antony não tem como entrar com um processo de restituição pela propriedade de seus avós. Sua avó, Hildegard – viúva de Rudolf – tentou recuperá-la na década de 1950, mas desistiu após uma contestação judicial de Hartig. O prazo de prescrição para que vítimas judias da perseguição nazista reivindiquem propriedades na antiga Alemanha Ocidental também já expirou. Para as obras de arte tomadas da família Eisner, no entanto, ainda há esperança de recuperar o que foi perdido. No início deste ano, o Museu Brohan, em Berlim, informou Antony que pretendia devolver a pintura Eisenwalzwerk aos descendentes de Henrich Eisner. O museu declinou um pedido de entrevista da BBC enquanto o processo segue em andamento. Outra pintura foi devolvida a Antony pelo Museu de Israel em Jerusalém, e uma terceira reivindicação por uma obra de arte na Áustria também permanece pendente. Entre as evidências que a investigação de Antony revelou está uma lista feita pela Gestapo, detalhando artefatos e pinturas específicos que foram apreendidos de seus parentes. Há uma chance de sua família encontrar e recuperar mais bens no futuro. "Eu sempre disse sobre a restituição: não é sobre objetos, dinheiro e propriedades, mas sobre pessoas", diz Antony. Ao pesquisar o passado de sua família, ele recuperou informações detalhadas sobre quem foram seu pai e seus avós. "Todo esse processo os transformou em pessoas reais, que tiveram vidas reais." A restituição 'não é sobre objetos... mas pessoas', diz Antony BBC News fonte Antony EastonA restituição 'não é sobre objetos... mas pessoas', diz Antony Esse conhecimento foi agora transmitido para uma nova geração. O nome Eisner pode ter desaparecido quando Peter navegou para a Grã-Bretanha em 1939, mas agora vive novamente. O sobrinho-neto de Antony, Caspian, nascido em agosto de 2024, recebeu o nome do meio Eisner. Antony diz que ficou profundamente comovido com a decisão de sua sobrinha de homenagear sua família há muito perdida. "Enquanto Caspian estiver por aí, esse nome estará com ele", diz ele. "As pessoas dirão: 'que nome do meio interessante – qual é a história por trás disso?'" Escute o podcast The House At Number 48 na BBC Sounds (em inglês) More weekend picks Como teorias esotéricas que negavam a ciência ajudaram a criar o nazismo 100 anos de 'Minha Luta': como livro de Hitler desbanca tese de que nazismo é socialista Auschwitz: como campo de extermínio se tornou centro do Holocausto nazista
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December 22, 2025 at 11:02 PM