#Bananada
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October 5, 2026 at 6:10 PM
Meu oc Sapo Fecha, elu se chama Bananada 💛
De boinha descandando na rede, quem não gosta de tirar um cochilo? •ᴗ•

#furry #furryart
October 3, 2026 at 2:47 AM
bananada com casquinha de açúcar= life changing
September 30, 2026 at 9:51 PM
As BET levaram 141 bilhões com B de bananada desse país, pagou 10 bi de imposto.... É absurdo!!!
September 30, 2026 at 5:32 PM
O cara tava fazendo nada e foi ali jogar 5 bi ("com B de bananada"), nas bets..... Quem nunca?
September 30, 2026 at 11:00 AM
Reinaldo Azevedo falando do amigão do Flávio que APOSTOU 5 BILHÕES com B de bananada em Bets só no ano passado.
Na Blaze (aquela Bet que o Homem Ney faz propaganda), Willer movimentou 10 BILHÕES entre lucros e prejuízos.
QUE COISA NÉ?
Ryan Reynolds: Máquina Produtiva
Alt: Ryan Reynolds: Máquina Produtiva
static.klipy.com
September 29, 2026 at 9:13 PM
hoje era só uma bananada com chocolate pra miorá ainda mais o dia
September 29, 2026 at 5:23 PM
Tava eu me tatuando no fim de semana e ouço mancebo dizendo que grana está no eixo Rio - Sao Paulo. Essas crianças ignoram o cinturão da bíblia, do boi e da bala de Pindorama: MT, MS e GO. Ali é dinheiro. Bilhão com B de bananada. O resto é perfumaria.
September 29, 2026 at 3:31 PM
fiz bolo de cacau e agora vou fazer bananada
muito vibes de domingueira

amo a vida

que eu nunca mais volte a ter ansiedade por voltar pra rotina
September 27, 2026 at 9:10 PM
AY, JOANA, ÉS MOÇOILA
TÃO BACANA!
SEGURASTE COM FIRMEZA
MINHA BANANA! (2x)
JOANA É UMA MOÇA TÃO LEGAL,
ATÉ ME FAZ QUERER IR A PORTUGAL! (2x)
JOANA É TÃO BONITA E PRENDADA,
SABE FAZER BANANADA
DE UM JEITO FENOMENAL!
JOANA ME FASCINA E CATIVA
QUE MENINA MAIS ATIVA;
VEM CONHECER MEU BANANAL!
🍌🍌🍌🍌🍌🎶
September 27, 2026 at 11:07 AM
Eu adoro bananada
September 25, 2026 at 2:37 PM
com B de bananada
September 24, 2026 at 9:22 PM
NÃO É MILHÕES, É BILHÕES, COM B DE BANANADA
September 24, 2026 at 8:15 PM
R$ 50 milhões com "B" de bananada ou com "T" de tapioca?
September 24, 2026 at 1:53 AM
🎵 bananada de café
cafézada de conhaque
conhacada de banana
sítio da pata de ariranha
sítio da pata de ariranha 🎶
September 24, 2026 at 1:52 AM
Amoooo banana, bananada, doce de banana, bala de banana, vitamina de banana com aveia!! Acabei de jantar com uma farofinha de banana😋

Da terra 🍌🍌🍌🍌🍌
Prata 🍌🍌🍌🍌🍌
Nanica é a d'água?🍌🍌🍌🍌🍌
Ouro 🍌🍌
Maçã 🍌🍌
September 22, 2026 at 11:33 PM
Mas que bananada
September 22, 2026 at 3:20 PM
marmelada de vadjaina
bananada de mah pussy
September 19, 2026 at 11:21 AM
Prestes a comer uma bananada que parece uma barra de sabonete caseiro.
September 19, 2026 at 3:53 AM
Bananada boa é aquela com a casca bem escura! A gente olha e diz, vixe, deu ruim, mas não, quando abre e prova, está um mel!
September 18, 2026 at 11:59 AM
marmelada de vadjaina bananada de ma pussy
September 18, 2026 at 11:17 AM
Depois de correr os festivais do Brasil, Vera Fischer Era Clubber chega ao segundo álbum
Se a ideia brota, por que não beber dessa seiva e deixar pingar? A máxima foi valiosa para o grupo de Niterói (RJ) Vera Fischer Era Clubber, um dos maiores fenômenos da música underground brasileira, que em poucos meses saiu dos subterrâneos cariocas para grandes festivais do Brasil, como o Coquetel Molotov (Recife) e o Bananada (Goiânia). Vera Fisher Era Clubber: Grupo chama atenção na cena eletrônica com músicas irreverentes e existencialistas Milo J: Sucesso no Brasil, argentino de 19 anos, fala sobre influência brasileira do funk e da bossa nova Em não mais de um ano depois de sua estreia em álbum, elas voltam ao streaming, no primeiro minuto desta quinta-feira, com “VERAS II”, um disco que, como sugere o título, traz mais pérolas do eletroclash e pós-punk debochados, bem dark e marcadamente cariocas, do quarteto. — A narrativa é uma coisa que se constrói tanto a partir da gente quanto no coração e na cabeça das pessoas. A gente joga a experiência e a pessoa complementa com as experiências dela próprias. “VERAS II” é o que estamos fazendo agora — explica a vocalista Crystal Duarte. — E é importante mostrar diferentes lados. A gente, obviamente, tem uma assinatura muito forte que é a do explícito, a do deboche, de dizer o que, teoricamente, é indizível. Tem esse lado divertido, mas também tem o lado mais dark e tem o lado mais profundo. O disco é um encontro das nossas referências, é a gente botando na mesa o que a gente tem no momento. Capa do álbum “VERAS II”, do grupo Vera Fischer Era Clubber Reprodução Com faixas como “Feitiço”, “Amor de anjo” (dos versos “sou uma arma de sexo romântica / um pedaço de carne / nascido cheio de esperança”), “Grito dano e possessão”, “Buceta gay” (“na noite todo mundo tem a mesma idade, que é idade nenhuma”) e “Chic” (“me xinga no contexto certo / nunca pra magoar”), o novo disco das Veras veio sem a pressão que uma banda costuma enfrentar quando faz o seu segundo álbum. — Nada foi muito programado, foram sonoridades que a gente foi experimentando e gostando delas. Foi tudo bem orgânico — diz Malu Manc, a baixista do grupo. “VERAS II” é disco com alguns dos feats mais insitados dos últimos tempos: Kiko Dinucci, do Metá Metá (em “Amor de anjo”) e Katy da Voz e as Abusadas (em “Calcinha gozada”, o primeiro single). — É, não sei (se foram os mais inusitados), porque teve aquele feat da Jennifer Lopez com Roberto Carlos — alerta Crystal. — O Kiko é uma pessoa que curte as Veras, viu nosso show do (festival) Popload, ficou louco na poesia de “Amor de anjo” no final participou e arrasou. A admiração é muito recíproca. E Katy da Voz, ela brotou no nosso show na (festa) Tesãozinho. A gente nem esperava, ela falou que era nossa fã e a gente de novo foi pega de calcinha arriada. Lá mesmo, a gente estava tipo, “meu Deus, a gente tem que fazer um filho, espremer um suco dessa conexão!” E daí tudo aconteceu. De novo, orgânico. Novo álbum da americana Kelela, que faz show em Salvador em novembro, já está em lista dos melhores do ano: ‘No Brasil, me sinto feliz’ Os últimos meses, que o grupo passou viajando pelo Brasil, atendendo a chamados para tocar em festivais e pequenas casas, foi bem aproveitado. — O show é mesmo uma experiência a mais do álbum. Até você conhecer as Veras ali no calor, na presença, você não experienciou completamente — garante Crystal Duarte. — É legal chegar num lugar e achar que não vai ninguém ao show, tipo aconteceu agora em Maringá. Tava chovendo, faltou luz, mas tinha a maior galera cantando as músicas. Uma coisa é você ganhar like no Instagram e ver lá o número no Spotify. Outra coisa é a galera sair de casa para ir te ver e cantar de coração.Para Pek0, a baterista do Vera Fischer Era Clubber, a grande surpresa foi o Nordeste: — A gente viu lá uma cena que se conecta muito com a gente, essa cena eletrônica, de artistas trabalhando com letras em português. Às vezes a gente se sentia muito distante disso tudo, mas parece que essa identidade clubber perpassa vários estados e regiões. É realmente bonito ver essa galera clubber se reunindo em cidades que, se eu passasse aleatoriamente, não diria que talvez ali tivesse uma cena. Não é só o Sudeste que frita, que é dark. E o público das Veras, esse não poderia ser mais diverso. — As crianças pulam, as adolescentes gritam, as gays se beijam, as drogadas se drogam... e as idosas estão no front — resume Crystal. Clementaum: DJ paranaense aposta nas variações do pop eletrônico e tem ajudado a construir uma música mais diversa, atraindo artistas do Brasil e do exterior Na sua caminhada, algumas conexões com gerações mais experimentadas do pop carioca foram bem festejadas: elas abriram show de Marina Lima e colaboraram com Fausto Fawcett. —Fausto foi nossa primeira vez em São Paulo, a gente abriu o show dele, e depois ele veio falar com a gente. Quando trouxe o (show) “Animakina” pro Rio, ele me convidou para fazer uma participação, cantando “Kátia Flávia”, rolou essa sintonia — conta Crystal. — Acho que a gente tem a mesma língua do deboche carioca, a gente conhece bem esse personagem que é o Rio de Janeiro. Falta, agora, conhecer a Vera Fischer. — Olha, a Vera, a gente fica se perdendo. No Rio Innovation Week, ela estava lá, só que a quando a gente chegou falaram que tinha ela acabado de ir embora. Acho que no dia que a gente se encontrar o mundo vai explodir! — prevê a cantora. — Ela é uma pessoa que a gente acha muito foda, por ter vivido uma vida de experiências, ter se jogado, ter vivido o prazer. Ela é uma mulher que tem uma vida sexual, que tem uma vida de festa. A gente sabe que ela teve problemas e auges, ela é uma pessoa tridimensional. A Vera é a cara da Hollywood brasileira e é muito perfeito ela ser essa pessoa perfeita e imperfeita ao mesmo tempo. Crystal acredita que, em “VERAS II”, o grupo conseguiu falar da noite “em um sentido mais profundo” do que no primeiro álbum. Uma noite que não mudou tanto desde os tempos em que Vera Fischer era uma de suas presenças mais esfuziantes. — A noite foi um espaço que acolheu muita gente, que acolheu muitos amores proibidos, que acolheu muita muita gente que precisava gozar... e eu acho que isso se mantém. O que tem de em comum entre agora e a época que a Vera viveu é esse espaço fantástico onde a vida acontece — analisa Crystal. — A noite do Rio sempre esteve aí, e as pessoas queer sempre levantaram muito essa bandeira. A noite acolhe tudo que é marginal. Então, acho que na verdade, a gente não criou nada. A noite é que tem uma herança muito forte aqui no Rio. A cantora diz adorar a confusão que as pessoas fazem com os gêneros das integrantes do Vera Fischer Era Clubber. É mulher? Homem? Cis? Trans? — Eu quero que elas fiquem confusas mesmo. Vai tentando decrifar aí, amore! — diz ela (e manda beijinho). — A gente sabe o que a gente é, e é isso. Mas eu gostaria que chamassem a gente no feminino. Somos as Veras. As Veras. Fora isso, foda-se tudo. Ninguém vai responder nada. Vai especulando aí. Igual faziam com a Lady Gaga!
dlvr.it
September 17, 2026 at 3:17 AM
Depois de correr os festivais do Brasil, Vera Fischer Era Clubber chega ao segundo álbum
Se a ideia brota, por que não beber dessa seiva e deixar pingar? A máxima foi valiosa para o grupo de Niterói (RJ) Vera Fischer Era Clubber, um dos maiores fenômenos da música underground brasileira, que em poucos meses saiu dos subterrâneos cariocas para grandes festivais do Brasil, como o Coquetel Molotov (Recife) e o Bananada (Goiânia). Vera Fisher Era Clubber: Grupo chama atenção na cena eletrônica com músicas irreverentes e existencialistas Milo J: Sucesso no Brasil, argentino de 19 anos, fala sobre influência brasileira do funk e da bossa nova Em não mais de um ano depois de sua estreia em álbum, elas voltam ao streaming, no primeiro minuto desta quinta-feira, com “VERAS II”, um disco que, como sugere o título, traz mais pérolas do eletroclash e pós-punk debochados, bem dark e marcadamente cariocas, do quarteto. — A narrativa é uma coisa que se constrói tanto a partir da gente quanto no coração e na cabeça das pessoas. A gente joga a experiência e a pessoa complementa com as experiências dela próprias. “VERAS II” é o que estamos fazendo agora — explica a vocalista Crystal Duarte. — E é importante mostrar diferentes lados. A gente, obviamente, tem uma assinatura muito forte que é a do explícito, a do deboche, de dizer o que, teoricamente, é indizível. Tem esse lado divertido, mas também tem o lado mais dark e tem o lado mais profundo. O disco é um encontro das nossas referências, é a gente botando na mesa o que a gente tem no momento. Capa do álbum “VERAS II”, do grupo Vera Fischer Era Clubber Reprodução Com faixas como “Feitiço”, “Amor de anjo” (dos versos “sou uma arma de sexo romântica / um pedaço de carne / nascido cheio de esperança”), “Grito dano e possessão”, “Buceta gay” (“na noite todo mundo tem a mesma idade, que é idade nenhuma”) e “Chic” (“me xinga no contexto certo / nunca pra magoar”), o novo disco das Veras veio sem a pressão que uma banda costuma enfrentar quando faz o seu segundo álbum. — Nada foi muito programado, foram sonoridades que a gente foi experimentando e gostando delas. Foi tudo bem orgânico — diz Malu Manc, a baixista do grupo. “VERAS II” é disco com alguns dos feats mais insitados dos últimos tempos: Kiko Dinucci, do Metá Metá (em “Amor de anjo”) e Katy da Voz e as Abusadas (em “Calcinha gozada”, o primeiro single). — É, não sei (se foram os mais inusitados), porque teve aquele feat da Jennifer Lopez com Roberto Carlos — alerta Crystal. — O Kiko é uma pessoa que curte as Veras, viu nosso show do (festival) Popload, ficou louco na poesia de “Amor de anjo” no final participou e arrasou. A admiração é muito recíproca. E Katy da Voz, ela brotou no nosso show na (festa) Tesãozinho. A gente nem esperava, ela falou que era nossa fã e a gente de novo foi pega de calcinha arriada. Lá mesmo, a gente estava tipo, “meu Deus, a gente tem que fazer um filho, espremer um suco dessa conexão!” E daí tudo aconteceu. De novo, orgânico. Novo álbum da americana Kelela, que faz show em Salvador em novembro, já está em lista dos melhores do ano: ‘No Brasil, me sinto feliz’ Os últimos meses, que o grupo passou viajando pelo Brasil, atendendo a chamados para tocar em festivais e pequenas casas, foi bem aproveitado. — O show é mesmo uma experiência a mais do álbum. Até você conhecer as Veras ali no calor, na presença, você não experienciou completamente — garante Crystal Duarte. — É legal chegar num lugar e achar que não vai ninguém ao show, tipo aconteceu agora em Maringá. Tava chovendo, faltou luz, mas tinha a maior galera cantando as músicas. Uma coisa é você ganhar like no Instagram e ver lá o número no Spotify. Outra coisa é a galera sair de casa para ir te ver e cantar de coração.Para Pek0, a baterista do Vera Fischer Era Clubber, a grande surpresa foi o Nordeste: — A gente viu lá uma cena que se conecta muito com a gente, essa cena eletrônica, de artistas trabalhando com letras em português. Às vezes a gente se sentia muito distante disso tudo, mas parece que essa identidade clubber perpassa vários estados e regiões. É realmente bonito ver essa galera clubber se reunindo em cidades que, se eu passasse aleatoriamente, não diria que talvez ali tivesse uma cena. Não é só o Sudeste que frita, que é dark. E o público das Veras, esse não poderia ser mais diverso. — As crianças pulam, as adolescentes gritam, as gays se beijam, as drogadas se drogam... e as idosas estão no front — resume Crystal. Clementaum: DJ paranaense aposta nas variações do pop eletrônico e tem ajudado a construir uma música mais diversa, atraindo artistas do Brasil e do exterior Na sua caminhada, algumas conexões com gerações mais experimentadas do pop carioca foram bem festejadas: elas abriram show de Marina Lima e colaboraram com Fausto Fawcett. —Fausto foi nossa primeira vez em São Paulo, a gente abriu o show dele, e depois ele veio falar com a gente. Quando trouxe o (show) “Animakina” pro Rio, ele me convidou para fazer uma participação, cantando “Kátia Flávia”, rolou essa sintonia — conta Crystal. — Acho que a gente tem a mesma língua do deboche carioca, a gente conhece bem esse personagem que é o Rio de Janeiro. Falta, agora, conhecer a Vera Fischer. — Olha, a Vera, a gente fica se perdendo. No Rio Innovation Week, ela estava lá, só que a quando a gente chegou falaram que tinha ela acabado de ir embora. Acho que no dia que a gente se encontrar o mundo vai explodir! — prevê a cantora. — Ela é uma pessoa que a gente acha muito foda, por ter vivido uma vida de experiências, ter se jogado, ter vivido o prazer. Ela é uma mulher que tem uma vida sexual, que tem uma vida de festa. A gente sabe que ela teve problemas e auges, ela é uma pessoa tridimensional. A Vera é a cara da Hollywood brasileira e é muito perfeito ela ser essa pessoa perfeita e imperfeita ao mesmo tempo. Crystal acredita que, em “VERAS II”, o grupo conseguiu falar da noite “em um sentido mais profundo” do que no primeiro álbum. Uma noite que não mudou tanto desde os tempos em que Vera Fischer era uma de suas presenças mais esfuziantes. — A noite foi um espaço que acolheu muita gente, que acolheu muitos amores proibidos, que acolheu muita muita gente que precisava gozar... e eu acho que isso se mantém. O que tem de em comum entre agora e a época que a Vera viveu é esse espaço fantástico onde a vida acontece — analisa Crystal. — A noite do Rio sempre esteve aí, e as pessoas queer sempre levantaram muito essa bandeira. A noite acolhe tudo que é marginal. Então, acho que na verdade, a gente não criou nada. A noite é que tem uma herança muito forte aqui no Rio. A cantora diz adorar a confusão que as pessoas fazem com os gêneros das integrantes do Vera Fischer Era Clubber. É mulher? Homem? Cis? Trans? — Eu quero que elas fiquem confusas mesmo. Vai tentando decrifar aí, amore! — diz ela (e manda beijinho). — A gente sabe o que a gente é, e é isso. Mas eu gostaria que chamassem a gente no feminino. Somos as Veras. As Veras. Fora isso, foda-se tudo. Ninguém vai responder nada. Vai especulando aí. Igual faziam com a Lady Gaga!
oglobo.globo.com
September 17, 2026 at 3:36 AM
Depois de muitos anos terminei Donkei Kong Country, a fita que passou por mim era pirata e não salvava. Hj graças ao meu Xxizinho, companheiro de aventuras e ao save state rolou. Plataforma muito refinada com desafio extremo mas justíssimo. Quem AINDA não terminou, recomendo essa bananada!
#RG35XX
September 15, 2026 at 9:55 PM