#Bioindústria
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ABDE e ABDI firmam acordo para impulsionar bioindústria e inovação sustentável
Parceria assinada durante a COP30 prevê ações conjuntas em bioeconomia, crédito verde e desenvolvimento de conhecimento técnico e produtivo
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November 12, 2025 at 6:33 PM
Rollemberg deixa Ministério da Indústria para assumir posto de deputado federal
Ex-governador do DF ocupava a cadeira de secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria

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Rollemberg deixa Ministério da Indústria para assumir posto de deputado federal
Ex-governador do DF ocupava a cadeira de secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria
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June 17, 2025 at 2:37 AM
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Criado a partir de minuta inicialmente elaborada pela Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do MDIC, o mercado regulado de carbono ajuda o país a cumprir suas metas climáticas do Acordo de Paris, apresentadas pelo Brasil na COP29, incentivando a... ⤵️+
December 18, 2024 at 1:49 AM
blogs.correiobraziliense.com.br/capital-sa/2... O atual secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), fez uma análise do cenário político do Distrito Federal, em entrevista hoje ao programa CB.Poder.
July 16, 2024 at 10:17 PM
O plano brasileiro de descarbonização industrial aprovado por fundo climático global: O Climate Investment Funds (CIF) aprovou o Plano de Investimento do Brasil para o Programa de Descarbonização Industrial. Com a decisão, anunciada no último dia 17, o Brasil se torna um dos primeiros… #revistafórum
O plano brasileiro de descarbonização industrial aprovado por fundo climático global
O Climate Investment Funds (CIF) aprovou o Plano de Investimento do Brasil para o Programa de Descarbonização Industrial. Com a decisão, anunciada no último dia 17, o Brasil se torna um dos primeiros países entre os sete selecionados pela iniciativa global a concluir essa etapa. A secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV) do Ministério do […]
dlvr.it
June 24, 2026 at 3:02 PM
Fiquei muito feliz em receber Táris Maria, cientista por essência e empreendedora à frente da Puba, bioindústria que transforma matéria-prima vegetal em inovação, e o estudante Felipe Xavier, direto de Feira de Santana.
October 7, 2025 at 12:28 AM
Hoxe retomamos o “CITEEConto que facemos...!” 💡

Grazas a Juan José Galán e a Marga Novales por achegarnos un anaco do traballo que están a desenvolver no ámbito da bioindustria 🐛 e do transporte urbano 🚌, respectivamente

Vémonos no seguinte #CITEEConto!

 #CITEEC #UDC #FondosEuropeos @udc.gal
July 9, 2026 at 12:03 PM
Pessoal, segue o link do Cadimpacto (Cadastro Nacional de Empreendimentos de Impacto), lançado anteontem pela Enimpacto e divulgado no evento Impacta, tendo como benefícios para o negócio a visibilidade, etc.

Sugiro disseminarem a todos os negócios de impacto que conheçam 😊

cadimpacto.mdic.gov.br
CADIMPACTOCADIMPACTO
Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria
cadimpacto.mdic.gov.br
March 21, 2025 at 1:31 PM
A P-BIO - Associação Portuguesa de Bioindústria anunciou a publicação de uma carta aberta sobre a importância de mobilizar a sociedade, os decisores políticos e os stakeholders envolvidos para os desafios que afetam as pessoas com doenças raras.
#healthnews #saude
Carta aberta da P-BIO apela a maior debate sobre as doenças raras
A P-BIO - Associação Portuguesa de Bioindústria anunciou a publicação de uma carta aberta sobre a importância de mobilizar a sociedade, os decisores políticos e os stakeholders envolvidos para ...
healthnews.pt
September 27, 2023 at 7:23 AM
A Amazônia vale muito preservada. O potencial econômico em ecoturismo, biotecnologia e bioindústria é gigantesco, mas o Amazonas não investe, o Brasil não investe e enquanto isso o agro passa a boiada. A Amazônia seria uma mina de ouro se houvesse compromisso e investimento em iniciativas devidas
September 11, 2024 at 1:44 PM
ao mesmo tempo, vai ter curso de bioindústria (já tem graduação em biotec), não faz sentido. Outro é graduação em Perícia Criminal e Biotecnologia Forense, onde esse povo vai trabalhar depois de formado?
August 14, 2026 at 11:12 PM
En @vozferrol: El horizonte empresarial de As Pontes: automoción, defensa y bioindustria
El horizonte empresarial de As Pontes: automoci�n, defensa y bioindustria
La villa consolida su atractivo para el desarrollo de importantes iniciativas
www.lavozdegalicia.es
August 2, 2026 at 8:12 AM
Startups do AP vão apresentar soluções em um dos maiores eventos de inovação da América Latina
Empresas do Amapá vão participar do Startup Summit 2026 | G1
Treze startups do Amapá participam do Startup Summit 2026 para ampliar negócios em bioindústria e tecnologia. O evento ocorre em agosto em Florianópolis.
g1.globo.com
July 10, 2026 at 1:12 PM
‘Vejo o Brasil como uma floresta de oportunidades’, diz secretário do MIDC
Rodrigo Rollemberg, secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), defendeu linhas de financiamento específicas para projetos da sociobiodiversidade amazônica Durante evento realizado nesta sexta-feira, 22, na Ilha das Cinzas, na região do Marajó, no Pará e próximo da divisa com o Amapá, o secretário de Economia Verde Descarbonização e Bioindústria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Rodrigo Rollemberg, destacou o papel estratégico da sociobioeconomia como vetor de desenvolvimento sustentável para o Brasil e como vitrine internacional, especialmente às vésperas da COP30, que será realizada em Belém. Ele participou da inauguração da primeira agroindústria comunitária em área de várzea da Amazônia e do país, iniciativa da Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas da Ilha das Cinzas (ATAIC), em parceria com a empresa de cosméticos Natura e a indústria de máquinas e equipamentos WEG. “Vejo o Brasil como uma floresta de oportunidades”, disse o secretário do MIDC em conversa com jornalistas. Ele se referia às diversas frentes de vocação do país na economia verde, tais como projetos de extração sustentável de bioinsumos das florestas, produção industrial em operações movidas a energia limpa, agricultura sustentável e projetos de geração de crédito de carbono. “Se você desmatar uma floresta, ou você queimar uma floresta, traz um prejuízo global. [Portanto,] se você preservar a floresta traz um benefício global. E o mundo tem que pagar por isso”, diz. Ele defende o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, sigla em inglês), iniciativa liderada pelo governo brasileiro que busca atrair financiamento permanente e em escala para projetos que mantenham a floresta em pé, e que promete ser um dos destaques da conferência do clima das Nações Unidas (COP30), sediada em Belém (Pará) neste ano. “As pessoas que defendem a preservação da floresta têm que ter consciência e todos têm que contribuir, já que a floresta traz um benefício global. “ Ele destacou os selos de certificação ambiental — Selo Verde e Selo Amazônia — como ferramentas para valorizar produtos brasileiros com baixa emissão de carbono e origem sustentável, promovendo transparência e agregando valor e autenticidade à marca Amazônia no mercado internacional. O Selo Verde tem como objetivo destacar cadeias produtivas de menor pegada de carbono, como a do alumínio, cuja emissão no Brasil é um terço da média mundial, enquanto o Selo Amazônia certifica produtos da floresta industrializados localmente e que respeitam o meio ambiente e as comunidades tradicionais. Primeira agroindústria comunitária em área de várzea da Amazônia Naiara Bertão/Um Só Planeta Ele reforçou a importância da captação de recursos não reembolsáveis para apoiar projetos voltados ao desenvolvimento sustentável na Amazônia e em outros biomas, com foco em bioeconomia e descarbonização. Também defendeu o fortalecimento da Política Nacional de Empreendedorismo e Pesquisa (PNEP), com linhas reembolsáveis e não reembolsáveis, além do uso estratégico das compras públicas para impulsionar cadeias produtivas sustentáveis. Para Rollemberg, essas políticas são essenciais para estimular a inovação nas empresas e consolidar uma economia de baixo carbono. Rollemberg destacou que “o Brasil teve um avanço muito grande nos últimos anos com a Nova Indústria Brasil”, cuja missão é descarbonizar o setor e fazer a transição e segurança energética. Destacou em entrevista que o Brasil é um exemplo mundial por ter uma matriz energética com 50% de fontes renováveis e mais de 90% de energia elétrica limpa. Essa característica, ressalta, dá aos produtos feitos aqui um diferencial “verde”, de menor pegada de carbono. O secretário também elogiou iniciativas como o Plano de Transformação Ecológica do Ministério da Fazenda, que tem como pilares a economia circular e a bioeconomia, o lançou o Plano Nacional de Economia Circular. Lembrou que, “nos próximos dias”, haverá a abertura da consulta pública para a primeira parte do Plano Nacional de Bioeconomia, e defendeu o uso de instrumentos públicos como crédito subsidiado e recursos não reembolsáveis para impulsionar projetos sustentáveis. Segundo ele, é fundamental aproveitar todos os instrumentos de política pública disponíveis para garantir crédito mais barato, seja “via BNDES, através do Fundo Clima, com recursos não reembolsáveis via Fundo Amazônia, seja recursos da PNEP”. Ele defende que, assim como o Brasil é referência mundial na produção de eucalipto, com recursos financeiros e técnicos - parceria com a Embrapa, por exemplo, as cadeias da Amazônia também podem se desenvolver e ganhar produtividade. O mesmo vale para a área de restauração florestal e recuperação da biodiversidade. Evento realizado na Ilha das Cinzas, na região do Marajó, no Pará Naiara Bertão/Um Só Planeta “E essa é uma cadeia de valor que ela pode pegar desde uma população indígena ou quilombola, que seja coletora de sementes, por exemplo, até uma comunidade de agricultores familiares, podem ser ribeirinhos, produtores de mudas de árvores e até grandes empresas que têm capacidade de captar recursos internacionais”, diz. Cita que as comunidades indígenas, quilombolas e populações extrativistas, por serem os maiores preservadores das florestas, deveriam receber dinheiro por isso, citando a importancia do tema da repartição de benefícios em soluções baseadas na natureza e geração de crédito de carbono. Impulso financeiro Rollemberg também explicou na entrevista as iniciativas que sua pasta está liderando para estimular a sociobioeconomia e negócios verdes. Uma das principais frentes de atuação é a financeira, ou seja, como desenvolver linhas de financiamento acessíveis para o desenvolvimento de projetos que têm características próprias. No final de 2023, lembra, o governo federal firmou um convênio com a Embrapa com o objetivo de desenvolver um catálogo abrangente de máquinas e equipamentos voltados à melhoria da produtividade e à redução da penosidade do trabalho nas cadeias produtivas do babaçu, pupunha, açaí e castanha. A iniciativa busca fortalecer essas atividades extrativistas, fundamentais para comunidades tradicionais da Amazônia. Rodrigo Rollemberg, secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) Naiara Bertão/Um Só Planeta A partir dessa base, foi elaborado um projeto em parceria com o Sebrae para a criação da figura do ‘Agente Local de Inovação Cooperativa’. Segundo o secretário, esses agentes visitarão 50 cooperativas nos estados do Pará, Amapá, Acre, Maranhão e Rondônia, com a missão de identificar as necessidades específicas de cada comunidade envolvida nessas cadeias produtivas. “O projeto já foi apresentado ao Fundo Amazônia e prevê um investimento de R$ 104 milhões”, afirma Rollemberg. Os recursos serão destinados à aquisição e distribuição dos equipamentos mapeados, além de capacitar as cooperativas para o uso das novas tecnologias, ampliando a eficiência e a sustentabilidade das operações. Paralelamente, o governo também articula com o Ministério da Gestão e Inovação a criação de uma plataforma de compras públicas. Essa ferramenta visa facilitar o acesso de prefeituras de todo o país aos produtos originados dessas cadeias produtivas, incentivando, por exemplo, a inclusão desses itens na merenda escolar regionalizada. Outra frente de trabalho envolve o estudo de uma proposta para utilizar, de forma gradual, parte dos recursos obrigatórios destinados à pesquisa e desenvolvimento por empresas incentivadas do Polo Industrial de Manaus — especialmente as de tecnologia da informação — no fomento à socio-bioeconomia. O objetivo é promover uma diversificação econômica e a interiorização do desenvolvimento sustentável. Segundo representantes do governo, a socio-bioeconomia é essencial para o futuro do país, especialmente diante das urgências climáticas globais. Com sua rica biodiversidade, o Brasil pode liderar a substituição dos combustíveis fósseis por fontes alternativas de energia renovável. A Embrapa, por exemplo, está estudando a domesticação da macaúba, uma palmeira que produz um óleo com potencial energético sete vezes maior que o da soja. Esse óleo pode ser utilizado na produção de biodiesel, diesel verde e até combustível sustentável para aviação. Na semana passada, o Brasil também celebrou um marco na área: a pesquisadora Mariângela Hungria, da Embrapa Soja, foi reconhecida com o prêmio World Food Prize, considerado o Nobel da agricultura. Seu trabalho com bactérias fixadoras de nitrogênio no solo trouxe ganhos bilionários ao país, economizando cerca de 17 bilhões de dólares por ano com a redução do uso de ureia e contribuindo significativamente para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa. Esse é apenas um exemplo da bioeconomia de alto valor agregado que o Brasil já pratica. Com a maior biodiversidade do planeta, abundância de biomassa e água, uma matriz energética majoritariamente limpa, infraestrutura industrial diversificada e capacidade científica e tecnológica instalada, o país se apresenta como um destino privilegiado para investimentos em economia verde. Diante desse cenário, o Brasil se posiciona como uma potência ambiental, capaz de atrair empresas globais interessadas em acelerar seus processos de descarbonização de forma segura e economicamente viável. Agronegócio O agronegócio foi citado em alguns momentos pelo secretário como exemplo de área cheia de oportunidades. Lembra que, ao lado do desmatamento florestal, o agronegócio é o principal responsável pelas emissões de gases de efeito estufa do Brasil, seja o metano, gerado no processo digestivo de bovinos, e o óxido nitroso, liberado pelo uso de fertilizantes nitrogenados. “No entanto, temos plenas condições de reduzir essas emissões, tanto por meio do uso de bioinsumos, como já mencionei, quanto pela recuperação de áreas de pastagens degradadas para a produção de biocombustíveis.” Cita que um estudo de uma pesquisadora da Universidade de São Paulo, apresentado no G20 no ano passado aponta para um potencial de dobrar a produção de biocombustíveis no Brasil utilizando apenas 5% das áreas de pastagens degradadas. “Estamos, inclusive, encomendando um estudo à Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) para demonstrar todas as externalidades positivas da substituição do diesel fóssil pelo biodiesel — cada ponto percentual de substituição traz ganhos significativos”, conta Rollemberg. E reforça que, ao contrário do que dizem alguns setores na União Europeia, o biodiesel e o etanol brasileiros não competem com a produção de alimentos. “Ao contrário, quando você produz biodiesel a partir da soja, também amplia a oferta do farelo, que é utilizado na alimentação animal — o que reduz os custos da produção de leite, carne bovina, suína e de aves. O mesmo acontece com o etanol feito de milho, que gera o DDG (grãos secos por destilação), amplamente usado como ração animal”, explica. Além disso, a substituição do diesel fóssil pelo biodiesel reduz a emissão de partículas nocivas à saúde humana, melhorando a qualidade do ar e aliviando a pressão sobre o sistema público de saúde. Isso sem contar, lembra, a geração de empregos, especialmente na agricultura familiar. Muitas das oleaginosas utilizadas para produção de biodiesel no Brasil são cultivadas com o Selo Combustível Social, que garante a inclusão produtiva de pequenos agricultores”, aponta o secretário. "Diante de todos esses benefícios, estamos focando esforços em identificar e quantificar essas externalidades positivas. Acredito que as instituições de pesquisa brasileiras devem intensificar seus estudos em tecnologias para restauração florestal e transição energética. O potencial do Brasil é enorme — precisamos aproveitá-lo de forma estratégica e sustentável." Mais Lidas
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May 26, 2025 at 12:26 PM