#CAJAMAR
Generali sigue los pasos de Crédit Agricole: entra en el banco de Cajamar con un 9,9%
www.laopiniondealmeria.com/2026/10/gene...
October 3, 2026 at 10:20 AM
Generali investe 150 milioni per il 9,9% del Banco de Crédito Cooperativo di Cajamar. La mossa spagnola illumina la strategia di bancassurance del Leone
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Generali mette un piede nelle banche spagnole: 150 milioni per blindare la bancassurance con Cajamar - Blog di Massimo Masi
Generali investe 150 milioni per il 9,9% del Banco de Crédito Cooperativo di Cajamar. La mossa spagnola illumina la strategia di bancassurance del Leone
massimomasi.altervista.org
October 3, 2026 at 8:15 AM
Sábado 3 de octubre de 2026 en #LaVozPortada:
Generali compra el 9,9% de Cajamar por 150 millones.
Inundaciones y cortes de carretera en el Levante.
👉 Más en www.lavozdealmeria.com
October 3, 2026 at 7:02 AM
Generali compra un 9,9% de la matriz de Cajamar por 150 millones y entrará en el consejo
Generali compra un 9,9% de la matriz de Cajamar por 150 millones y entrará en el consejo
www.expansion.com
October 2, 2026 at 10:40 PM
Generali compra un 9,9% de Cajamar por 150M: tendrá asiento en el consejo y se suma a la entrada de Crédit Agricole dozz.es/o4ktt3
Generali compra un 9,9% de Cajamar por 150M: tendrá asiento en el consejo y se suma a la entrada de Crédit Agricole
El grupo italiano lleva desde 2004 como socio de bancaseguros de Cajamar.El pasado junio, el francés Crédit Agricole también se hizo con un 9,9%.
dozz.es
October 2, 2026 at 3:05 PM
Iznate, Totalán, Alfarnate y El Borge, con 3.500 habitantes, pierden oficinas de Cajamar y quedan con unidades móviles. Los ayuntamientos alertan de exclusión financiera.
Cuatro pueblos de la Axarquía se quedan sin cajeros y denuncian exclusión bancaria
malagapress.com
October 2, 2026 at 9:52 AM
La aseguradora italiana Generali toma el 9,9% del grupo Cajamar por 150 millones.

✍️ Informa Fernando Tadeo (@tadeotorio).

theobjective.com/economia/ban...
La aseguradora italiana Generali toma el 9,9% del grupo Cajamar por 150 millones
Generali entra en el capital del grupo Cajamar, la principal cooperativa de crédito española y una de las diez principales entidades en España. La
theobjective.com
October 2, 2026 at 8:40 AM
🍊 18 años de #Cajamar en #FruitAttraction, desde su primera edición

Del 6 al 8 de octubre te esperamos en el stand 7C22 (Pabellón 7) de IFEMA Madrid 📍

El día 8, Demo Day #CajamarInnova: 15 startups ante inversores 🚀

www.plataformatierra.es/actualidad/c...
Cajamar, 18 años, junto al sector hortofrutícola en Fruit Attraction
Las empresas incubadas en Cajamar Innova mostrarán sus proyectos disruptivos el 8 de octubre en un Demo Day en el Centro de Convenciones Sur de IFEMA Madrid
www.plataformatierra.es
October 2, 2026 at 6:12 AM
Uma coisa que eu, classe média alta filho de médico, aprendi muito com a minha conja foi impacto direto dos governos dele, em Cajamar grande sp msm. A mãe dela pode se separar em grande parte pelo kinha casa minha vida, ela se formou em federal etc...
É fácil alguns recortes ignorarem isso.
October 1, 2026 at 1:30 PM
Em SP, mãe de três revela por que resolveu ser barriga solidária
Era mais um dia comum na rotina de Liliane Santos, 34, professora e, então, mãe de um menino, Miguel. Ela havia saído para ir à feira, fazer compras, na cidade em que mora, Cajamar (SP). Quando foi pegar a sacola pesada sentiu uma dor indescritível. De lá, precisou ir ao posto de saúde, onde foi medicada com um analgésico potente, que não fez nenhum efeito. Só mais tarde, no hospital, já durante a cirurgia de emergência, ela descobriu o que havia acontecido. Era um teratoma, um tumor benigno, mas bem grande, do tamanho de uma laranja. Com o movimento e o peso, ele se enrolou na trompa e no ovário direito de Liliane. Liliane gestou Samuel para outra família Reprodução/Instagram A partir daí, o que mais assustava Liliane não era apenas entender o que havia acontecido com seu corpo, mas a possibilidade de não voltar para casa. Na época, Miguel, seu primogênito, tinha apenas 2 anos, e ela conta que, diante da incerteza, só conseguia pensar no filho. “A única coisa que eu pedi a Deus era que eu queria voltar pra minha casa. Porque quando a gente tem filho, essa é a nossa maior preocupação. Ninguém o amaria como eu amo, ninguém cuidaria dele como eu. Ninguém viveria por ele como eu vivo. Ninguém abriria a mão de tanta coisa do jeito que a mãe abre mão, por causa do filho”, relata, em entrevista exclusiva a CRESCER. Naquele momento, fez uma promessa: se saísse dali com vida e pudesse acompanhar o crescimento de Miguel, um dia ajudaria uma mulher a realizar o sonho de ser mãe. Ainda sem saber muito bem como isso aconteceria. Felizmente, Liliane se recuperou e voltou para casa, junto de seu pequeno, como tanto desejou. “A maternidade sempre foi um sonho para mim. Eu falo que eu vivo a maternidade como um tesouro”, afirma. Ser mãe era a função que ela mais gostava de exercer e, por isso, sentiu tanto medo de perder essa chance, caso o pior acontecesse com sua saúde. Os anos passaram e ela teve mais um filho, Luigi, hoje com 5 anos, além do enteado, Ryan, filho de seu atual marido, que tem a mesma idade de Miguel, agora com 9. Enquanto isso, aquela promessa feita no hospital continuava guardada. Liliane sabia que, em algum momento, poderia ajudar outra família, mas ainda não entendia como isso aconteceria. “A princípio, eu queria ser barriga solidária de um casal homoafetivo. Até porque sou muito rodeada por casais do sexo masculino e feminino. Mas falei que não iria atrás e que seria uma pessoa que viria até mim”, conta. A promessa encontra um jeito de acontecer E foi exatamente assim que aconteceu. Sete anos depois da cirurgia que mudou sua maneira de enxergar a própria maternidade, reforçando o amor pelos filhos, uma amiga que sabia da vontade de Liliane entrou em contato. Essa amiga havia sido procurada por um casal que queria uma barriga solidária, mas não poderia fazer a gestação porque já tinha passado por uma laqueadura depois de ter tido gestações de risco. Foi então que ela se lembrou de Liliane e a contatou. Ela resolveu conversar com a família. “Os pais vieram aqui em casa, a gente se conheceu, fiquei sabendo da história deles e aceitei ser barriga solidária”, lembra. Para ela, não parecia coincidência. “Já tinham se passado sete anos de que tudo tinha acontecido, da questão hospitalar com a minha saúde. Eu pensei: eis que chegou o tempo e vou cumprir o que prometi”, explica. “Morada” temporária Embora estivesse decidida sobre o que faria, Liliane ainda precisava entender melhor os detalhes de como funcionaria uma gestação de substituição, na vida real. Ela conhecia o conceito de forma geral, mas era hora de mergulhar no assunto para entender todas as etapas que viram a seguir. Com todo o acompanhamento dos pais do bebê, ela fez todos os exames, passou por atendimento psicológico, acertou a documentação. Durante o processo, ela também compreendeu mais sobre as questões genéticas. “Muita gente acha que o bebê que você gesta tem seu DNA, mas não tem”, afirma. “O DNA da criança vem do óvulo e do sêmen, que vieram dos pais”, detalha. Ela passou por uma fertilização in vitro (FIV), que é quando os gametas dos pais são coletados e fecundados em laboratório. Já formado, o embrião é transferido para o útero. A parte burocrática foi longa. Segundo Liliane, foram quase dois anos até que toda a documentação necessária estivesse pronta. Já a gravidez aconteceu rapidamente: o primeiro embrião transferido resultou em uma gestação. Desde o início, ela tinha decidido que seria implantado apenas um. “Eu não aceitei ser dois óvulos por vários motivos. Eu jamais colocaria minha vida em risco”, explica. Para Liliane, preservar a própria saúde também fazia parte do compromisso que havia assumido, que era ajudar aquela família, sem deixar de cuidar de si mesma. Durante a gestação, ela diz que se sentiu segura com a decisão e teve apoio da família e dos amigos. A experiência despertou curiosidade entre as pessoas próximas, que acompanhavam as descobertas e queriam entender como funcionava uma gravidez em que o bebê não ficaria com quem o gestava. “Foi um momento que nós vivemos juntos”, explica. Os filhos também participaram das conversas e passaram pelo acompanhamento psicológico. Para os mais velhos, a ideia não foi difícil de compreender. “Como eles já têm o Luigi, que é uma ‘peça rara’, não tinham muita vontade de ser irmãos mais velhos de novo, sabe?”, brinca. Liliane com o marido e os três filhos Reprodução/Instagram Quanto a ela, apesar de saber que uma gravidez poderia despertar sentimentos inesperados, Liliane afirma que não se sentiu confusa em nenhum momento. Ela buscou informação, fez o acompanhamento psicológico e diz que entrou no processo consciente de que poderiam surgir emoções diferentes ao longo do caminho. “É preciso ter consciência de que pode acontecer”, diz. Para ela, passar por essa preparação foi importante justamente porque não queria romantizar a experiência. “A nossa mente pode nos enganar. Então, sempre fui muito ciente, me tratei muito, li muito, corri muito atrás de conhecimento. Assim, em nenhum momento me senti confusa, nem na gestação e nem no pós-parto”, relata. A gravidez seguiu sem grandes intercorrências e Liliane conseguiu manter a rotina de trabalho. Professora, ela conta que continuou trabalhando praticamente durante todos os meses da gestação, com uma jornada longa, das 7h às 19h. O momento que mais lhe despertou medo não estava relacionado ao parto ou à possibilidade de se apegar ao bebê, mas à descoberta do sexo. “Não sei como eu reagiria se fosse menina”, admite. A possibilidade mexia com uma expectativa antiga da própria família, que sempre teve o sonho de ter uma garotinha. “Um dos maiores sonhos, não só meu, mas como o da minha família também.” No fim, porém, a criança era um menino: Samuel. Liliane planejava ter parto normal, como havia imaginado desde o início da gestação. Mas o tamanho do bebê, que chegou a 4,25 kg, e o histórico do nascimento de Miguel, que foi de fórceps, fizeram o médico recomendar a cesárea. A mudança também alterou quem estaria ao lado dela naquele momento. “Quando eu decidi ser barriga solidária e eu já tinha na minha mente que seria parto normal e minha escolha era que meu esposo ficasse comigo nesse momento. O parto normal cobra muito da gente e eu tenho certeza de que eu não passaria por isso sem ele ao meu lado”, diz. Como na cesárea só uma pessoa poderia entrar no centro cirúrgico, Liliane decidiu chamar a mãe. O marido ficou esperando na recepção. Quando o bebê nasceu, no dia 3 de agosto, a experiência foi diferente daquela que ela havia vivido nos próprios partos. Liliane conta que não sentiu aquela emoção que associa ao nascimento dos filhos dela. “É uma emoção diferente”, conta. Em vez disso, ela diz que teve uma sensação de alívio e de conclusão. “Naquele momento, falei: ‘Uau, cumpri aquilo que eu vim para cumprir, o propósito chegou ao fim’”, recorda-se. Ela se lembra especialmente do momento em que ouviu o choro de Samuel e o viu ser colocado no colo da mãe. “Ali, ele já parou de chorar, se acalmou. Foi um momento muito lindo”, afirma. Liliane escolhe uma palavra como a melhor para descrever aquele instante: devolver. “Foi o momento de devolver o bebê à família, porque era deles. Foi meu por um tempo e agora devolvi”, define. Liliane também garante que não sentiu a separação como uma sensação de perda ou de abrir mão de algo que lhe pertencesse. “Não teve sofrimento, não teve partida. Não senti que estavam tirando algo de mim. Todo o processo foi muito tranquilo”, explica. Agora, cerca de dois meses depois do parto, Liliane diz que está bem e encerrando o puerpério. Ela passou por acompanhamento psicológico novamente e reconhece que, mesmo sem o bebê, o período depois da gestação continua trazendo mudanças físicas e emocionais. “A internet tem me ajudado bastante. Acredito que o puerpério faz parte do processo de pós-gestação de qualquer mulher, seja ela barriga solidária, seja ela que está com o bebê, seja ela que perdeu o bebê”, lembra. Ela conta que percebeu algumas oscilações de humor, mas não relacionadas à saudade de Samuel. O contato com a família do bebê acontece, mas de maneira cuidadosa. Liliane diz que os pais perguntam se ela está bem e se precisa de alguma coisa, mas que prefere respeitar o momento vivido por eles. “Eu não queria incomodá-los também, porque eu entendo que agora é o momento de eles curtirem o bebê”, reconhece. Ela nunca criou a expectativa de acompanhar o crescimento de Samuel ou de manter uma relação próxima com a família. “Eu nunca pensei em ter um vínculo”, explica. Também acredita que talvez os pais não contem ao menino, no futuro, a história de seu nascimento, embora reconheça que essa é apenas uma percepção sua. “Isso é uma visão minha, não que eles tenham me passado”, ressalta. Independentemente da decisão, afirma que pretende respeitá-la. Hoje, Liliane não pensa em ser barriga solidária novamente. Para ela, não se trata de uma experiência que gostaria de repetir, mas de algo que tinha um começo e um fim muito claros. “Sinto que o meu propósito foi cumprido ali, então, não tem necessidade”, diz a professora, que também faz questão de destacar que não houve motivação financeira – o que, aliás, nem é permitido no Brasil. Mãe de três, professora e agora também criadora de conteúdo nas redes sociais, Liliane diz que também não pretende engravidar para ter outro filho seu neste momento. A família vive em um apartamento e, segundo ela, as condições financeiras também pesam na decisão. Se no futuro pudesse ampliar a família, porém, imagina outro caminho. “Eu provavelmente adotaria uma menina, porque sou criança de orfanato. Acho que é por isso que o meu lado maternal grita tanto”, observa. Hoje, a maternidade continua ocupando um lugar central em sua vida, mas agora marcada por uma experiência que deu a ela a certeza de ter ajudou outra família a construir a sua.
revistacrescer.globo.com
October 2, 2026 at 3:59 AM
La Fundación Cajamar comienza este jueves las catas en el histórico edificio, cuya gestión ha asumido para los próximos cien años
El Cervantes estará cerrado “varios años” para que vuelva a ser un “baluarte” de la vida social y cultural de Almería
ebx.sh
October 1, 2026 at 8:37 AM
El edificio afronta una rehabilitación integral de la mano de Cajamar y se prepara para recuperar su función como uno de los grandes espacios culturales de la provincia
Un paseo por el Cervantes antes de su rehabilitación: así está el histórico teatro de Almería, en imágenes
ebx.sh
October 1, 2026 at 6:59 AM
Comprei um item da @makeship.bsky.social meses atrás, quando finalmente enviaram e paguei o imposto de imediato num domingo, os @correiosoficial.bsky.social quase leva ele pro lugar errado, e piora mais com eles MENTINDO que o objeto foi recusado (eu estava em casa o dia TODO e ninguém veio)
September 30, 2026 at 1:47 PM
Almería rinde homenaje a los agricultores que han sabido mantener vivas las uvas de la provincia

hortoinfo.es/almeria-rind...
Almería rinde homenaje a los agricultores que han sabido mantener vivas las uvas de la provincia - Hortoinfo
30/09/2026.- El Grupo Ecologista Mediterráneo y la Fundación Grupo Cajamar reconocen la labor de los parraleros más veteranos
hortoinfo.es
September 30, 2026 at 12:30 PM
Velório e enterro de professora morta com tiro na cabeça acontecem nesta terça; marido é suspeito de possível feminicídio
Velório e enterro de professora morta com tiro na cabeça serão hoje | G1
Aline Bugni morreu em Cajamar, Grande SP. Policial penal Felipe Bugni diz que mulher cometeu suicídio, mas principal hipótese é assassinato. Ele está preso por agressão.
g1.globo.com
September 29, 2026 at 1:25 PM
Velório e enterro de professora morta com tiro na cabeça acontecem nesta terça; marido é suspeito de possível feminicídio
Velório e enterro de professora morta com tiro na cabeça serão hoje | G1
Aline Bugni morreu em Cajamar, Grande SP. Policial penal Felipe Bugni diz que mulher cometeu suicídio, mas principal hipótese é assassinato. Ele está preso por agressão.
g1.globo.com
September 29, 2026 at 1:21 PM
Fotos mostram 2 armas de policial penal apreendidas após morte de professora; marido é investigado por suspeita de feminicídio
Fotos mostram armas apreendidas no caso de professora morta em SP | G1
Aline Bugni foi achada baleada em Cajamar, Grande SP. Policial penal Felipe Bugni diz que mulher cometeu suicídio, mas principal hipótese é feminicídio. Ele está preso.
g1.globo.com
September 29, 2026 at 11:51 AM
Fotos mostram 2 armas de policial penal apreendidas após morte de professora; marido é investigado por suspeita de feminicídio
Fotos mostram armas apreendidas no caso de professora morta em SP | G1
Aline Bugni foi achada baleada em Cajamar, Grande SP. Policial penal Felipe Bugni diz que mulher cometeu suicídio, mas principal hipótese é feminicídio. Ele está preso.
g1.globo.com
September 29, 2026 at 11:50 AM