#COP30,
propuseram privatizar rios sabendo q iam ser sede da cop30. ignoraram a voz das populações indígenas protestando contra isso. mandaram boulos pra la pra tentar dialogar. tiveram q recuar e aceitar a derrota mas podiam ter evitado se ouvslissem as populações indígenas. a culpa eh da comunicação?
October 6, 2026 at 6:29 PM
Niet dat ik voor Bolsonaro ben, maar Lula is voor mij toch de president die een stuk regenwoud liet kappen en er een snelweg aanlegde naar de milieutop COP30.
Brazilië op kruispunt: terug naar Bolsonaro of door met Lula?
Economie en veiligheid domineren de verkiezingen. De werkloosheid is laag, maar de kosten van levensonderhoud en de criminaliteit zijn gestegen.
nos.nl
October 6, 2026 at 7:20 AM
I remember last year during #COP30. Standing in the rainforest the day after we had Carlos Nobre on stage talking about how dangerous close we are hitting an irreversible tipping point risking Amazon befoming a step.
October 6, 2026 at 6:31 AM
Another climate backlash in the making. This one is big.

Flávio Bolsonaro, son of Jair Bolsonaro, led Brazil’s first round: 47.03% against Lula’s 45.16%.

Brazil hosted COP30 less than a year ago. Now a Bolsonaro return to power is a real possibility.
October 6, 2026 at 6:31 AM
'1.5°C to stay alive': Pacific countries demand the world makes good on climate promises
Leaders and delegates from countries including Australia, Germany, Nepal and Pacific nations began climate meetings in Fiji on Monday to discuss the threat of climate change to small island nations. These meetings are a curtain-raiser for the annual United Nations climate summit known as COP31, being held in Turkey (also called Türkiye) in early November. Australia is jointly hosting and leading these Pacific climate meetings with Fiji, as part of a compromise deal struck at last year’s COP30 with Turkey. Australian Prime Minister Anthony Albanese arrived in Fiji on Monday afternoon, and Climate Change Minister Chris Bowen promised $7.29 million towards the region’s renewables transition. Local media reports suggest a Pacific declaration could be made calling for fair representation in climate governance for small island states and guaranteed funding. This might officially only be a pre-COP meeting, but it feels more like an Oceania COP. As of Sunday evening, there were almost 600 people registered as official country negotiators, and another 2,560 at the event from civil society, academic, activist and community groups. As well as Albanese and Bowen, former Australian Prime Minister Julia Gillard and New Zealand’s former leader Jacinda Ardern will speak. Australia’s engagement with the Pacific Australia...
theconversation.com
October 6, 2026 at 6:24 AM
まぁ極右が勝ったってロクなことはない(断言)ので、中南米の国民もいずれ(アメリカで今進行してるみたいに)「ダメじゃねーかお前ら」とガッカリする時がくるのでは、と希望的観測もしているが、せっかくボルソナロを追放してアマゾンの森林破壊が著しく減ったところにボルソナロ2登場とか、気候変動対策的にも勘弁してよとは言いたくなる
ファシズムの蔓延は世界中に迷惑をかける、の完璧な例ではあるが…(別に実行してほしいわけではなかった)
www.jiji.com/jc/article?k...
アマゾン森林破壊、11年ぶり低水準 国連気候会議前に成果アピール―ブラジル:時事ドットコム
【サンパウロ時事】ブラジル国立宇宙研究所は30日、7月までの1年間に北部アマゾン地域で森林破壊の面積が11年ぶりの低水準になったと発表した。ブラジルは11月に開かれる国連気候変動枠組み条約第30回締約国会議(COP30)の開催国。ルラ大統領は実績としてアピールし、温暖化防止に向けた取り組みで先進国の協力を求める方針だ。
www.jiji.com
October 6, 2026 at 4:41 AM
Google, he say Brazil hosted COP30
October 5, 2026 at 4:43 PM
In retrospect COP30 was a risky, failed bet and a huge administrative time suck for the Lula 3.0 admin
October 5, 2026 at 3:53 PM
A UN University report on climate risks became a film that gave Mexico City's Xochimilco's chinampa farmers a voice

The film doesn't resolve disagreements over how Xochimilco should change, but it gave residents and decision makers a place to talk

#Xochimilco
#Mexico
#ClimateChange
‘He felt heard’: How a film brought a UN report to life in Xochimilco
A documentary drawn from United Nations University research was screened at the COP30 climate conference and film festivals across Europe. Its most important journey, though, was the one back to the Mexico City canals where it was filmed.
www.globalissues.org
October 5, 2026 at 9:02 AM
COP30: Gobierno saliente defiende compromiso checo para acabar con combustibles fósiles; brigadista Otakar Hromádko luchó por la paz en España. ía #COP30ChequiaEnerg https://fefd.link/I2cYS
October 3, 2026 at 6:10 PM
BUSCO EMPREGO📍

Tenho 25 anos e um currículo que não me deu emprego. Fui curador de exposição na COP30. Fundei o Giro dos Povos. Produzi relatórios de alto sigilo. Rascunhei dois projetos de lei. Nada disso me garantiu estabilidade financeira.
October 2, 2026 at 10:20 PM
COP30 abriu “avenida” para empresas brasileiras na agenda global de , diz Izabella Teixeira
COP30 abriu “avenida” para empresas brasileiras na agenda global de , diz Izabella Teixeira
A COP30 abriu espaço para que o setor privado brasileiro assuma um papel próprio na agenda climática global, mas, para aproveitá-lo, as empres...
valor.globo.com
October 2, 2026 at 1:08 PM
Martelo feito com madeiras brasileiras vai marcar a passagem da presidência da COP30 para a Turquia
O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, vai encerrar o ciclo da presidência brasileira das conferências do clima da ONU com um objeto feito no Brasil. Um malhete cerimonial, desenvolvido em alta marcenaria pela ETEL a partir de madeiras de diferentes origens do território brasileiro, será usado no ato oficial de transferência da presidência para a Turquia, que sedia a conferência do clima da ONU deste ano, a COP31, em Antalya, com a Austrália como parceira na condução das negociações. A peça foi apresentada nesta quinta-feira (1º), em evento organizado pela marca em São Paulo, na Casa Zalszupin, antiga moradia do arquiteto e designer Jorge Zalszupin em São Paulo, mantida pela ETEL como espaço cultural e sede do Instituto Jorge Zalszupin. “Eu vou dar isso com o maior orgulho na COP31, na cerimônia de abertura. Vou entregar isso para o turco, que eu acho que vai apreciar imensamente”, disse Corrêa do Lago. Segundo a ETEL, o martelo reúne madeiras provenientes de comunidades indígenas da Amazônia e da Mata Atlântica, de áreas de manejo sustentável certificadas, como pelo FSC, e de iniciativas de restauração ecológica e plantios produtivos. A proposta é traduzir em um único objeto o conceito de “contínuo florestal”, abordagem que integra conservação, restauração e silvicultura como partes complementares de um mesmo território. Na apresentação da peça, Lissa Carmona, CEO e diretora criativa da ETEL, contou ainda que o martelo reúne madeiras de quatro tipologias florestais: conservação, unidade de conservação florestal, área indígena e restauração florestal. Entre elas estão roxinho, freijó e jequitibá. “Juntas, mostram que é possível fazer da floresta em pé uma ponte de trabalho, de conhecimento e de excelência”, disse. A confecção passou pelas mãos de pelo menos cinco artesãos, entre eles Edson, responsável pelos encaixes, que chegou à ETEL há mais de 30 anos, aos 16, como aprendiz, vindo de Pernambuco. O desenho final é de Etel Carmona, mineira que há cinco décadas se dedica ao design e às madeiras brasileiras. “Não é apenas um martelo. É o saber manual brasileiro, na sua forma mais precisa, feito para atravessar o mundo”, afirmou Lissa. “Em novembro, o embaixador André entregará o martelo à Turquia. O presidente da COP31 levará consigo nossas florestas, nossas mãos e nosso desenho.” Segundo ela, durante a confecção, brincou que o martelo precisaria ter “a complexidade e a sofisticação, mas a beleza e a simplicidade de uma canção de João Gilberto”. Lissa Carmona, CEO e diretora criativa da ETEL: "o malhete traduz a importância das florestas para o clima, a água, a biodiversidade e a economia" ETEL/Divulgação A construção da peça contou com a contribuição de Roberto Waack, presidente do conselho do Instituto Arapyaú e cofundador da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura. “Nós atuamos, como nenhum outro país do mundo, de uma forma super competitiva em todas essas frentes”, afirmou Waack, ao se referir à conservação, à restauração e ao plantio de florestas. Segundo ele, a ideia foi colocar esse contínuo florestal num objeto que tem relação com o impacto, com a arte e, principalmente, com a transferência de autoridade. “É um momento de ação, um momento de implementação, um momento que depende menos de toda uma concertação global, mas depende de vontades, depende de ações muito concretas.” “Transformar essa matéria em um objeto de passagem de liderança, dentro de um dos momentos mais importantes da agenda climática global, dá à marcenaria uma dimensão diplomática e simbólica muito especial”, afirmou Lissa . Ela explica que, ao remeter às árvores e ao conceito de “contínuo florestal” — abordagem que integra conservação, restauração e silvicultura como partes complementares de um mesmo território —, o malhete traduz a importância das florestas para o clima, a água, a biodiversidade e a economia. O resultado é um mosaico da floresta brasileira traduzido em matéria, técnica e design. A relação de Corrêa do Lago com a marca começou no início dos anos 2000, quando ele trabalhava na preparação da Rio+10, conferência realizada em Joanesburgo, na África do Sul, dez anos depois da Rio-92. Na ocasião, explica o embaixador, a diplomacia brasileira precisou de um objeto simbólico e encomendou à ETEL um prato, entregue aos sul-africanos. O embaixador contou ainda que o martelo tem um significado especial para sua família, uma vez que seu avô, Oswaldo Aranha, presidiu a Assembleia Geral da ONU que aprovou, em 1947, a partilha da Palestina, com a decisão de criar dois Estados. O martelo usado naquela votação foi doado pela família ao primeiro kibutz a receber brasileiros em Israel, onde está preservado. Roberto Waack, presidente do Conselho do Instituto Arapyaú: "desafio agora é avançar de uma diplomacia dependente de consensos para uma agenda de implementação" ETEL/Divulgação “Uma coisa que a gente sempre tem que levar é a qualidade do Brasil. O Brasil é visto com várias dimensões, mas a qualidade do que é produzido no Brasil, do que pode ser produzido no Brasil, é subestimada”, disse. “É a gente dar para os turcos, que têm alguns anos de civilização, como todos nós sabemos, algo para mostrar que nós temos não só a madeira maravilhosa, mas a capacidade de desenhar uma coisa maravilhosa e de produzir um objeto com essas mãos.” Roberto Waack, presidente do Conselho do Instituto Arapyaú, comenta que o Brasil é um país florestal por excelência e é justamente a partir dessa condição que pode exercer seu soft power na agenda climática global. "O desafio agora é avançar de uma diplomacia dependente de consensos para uma agenda de implementação, capaz de envolver o setor privado e transformar nossas florestas em parte concreta das soluções que o Brasil oferece ao mundo”, afirma. Da negociação à implementação No balanço de Corrêa do Lago, o principal resultado da conferência de Belém foi a mudança de fase do regime climático. “Eu acredito que a COP30 realmente fez uma grande diferença porque a gente conseguiu que os países concordassem, pela primeira vez, que nós tínhamos que passar da parte de negociar documentos para executar aquilo que a gente já tinha decidido nos anos anteriores”, disse. Segundo ele, a mudança atendia a uma orientação do presidente Lula, que questionava o resultado de negociações centradas em vírgulas de textos. “Quando sai da mão dos negociadores, você não precisa mais de consenso”, afirmou. Nas negociações, lembrou, os textos dependem da concordância de 194 países e costumam ficar no nível do denominador comum,. Na implementação, “os atores são muito mais livres”, reforma. Ou seja, na prática, é possível fazer acordos entre sete, 28 ou 130 países e avançar em direções diferentes, com a participação de cidades, governos nacionais, setor privado e academia. Para o embaixador, esse desenho também mantém os Estados Unidos na agenda. “Os governadores, os prefeitos, as empresas, as universidades, todos os Estados Unidos podem participar da COP. É apenas o governo que não participa das decisões.” Ao falar sobre um balanço da COP30, realizada em Belém, no Pará, em novembro passado, e a influência para a conferência deste ano, Corrêa do Lago explica que a agenda de ação da COP30 foi estruturada em seis eixos e 30 setores prioritários, ligados ao balanço global do Acordo de Paris, e deu origem a mais de 130 programas de aceleração de soluções. “A nossa forma de estruturar a agenda de ação passou a ser a forma oficial de tratamento dos temas em todas as semanas de clima do mundo”, disse. Ele citou também o exemplo da organização do setor privada, como o caso da SB COP, iniciativa empresarial criada pela Confederação Nacional da In´dustria (CNI) para a COP30 e que hoje reúne 130 países e, segundo ele, está orientando os turcos sobre como organizar a participação empresarial em Antalya. Ainda que no início de sua presidência a Turquia considerava que a agenda de ação era uma atribuição sua e que seguiria apenas as próprias prioridades, logo percebeu que aquela estrutura tinha vindo para ficar. A divisão final entre os dois países também ajudou, na avaliação dele. “Eu acho que, involuntariamente, Turquia e Austrália fortaleceram o legado por terem brigado muito para presidirem a COP”, afirmou. No arranjo híbrido, a Turquia preside a conferência em Antalya, cuida da agenda de ação e é quem vai bater o martelo, enquanto a Austrália preside a negociação. “Essa separação que a gente fez em Belém se simboliza pelo fato de que tem duas presidências agora.” Belém e Antalya Questionado se levar a conferência para a Amazônia fez diferença, Corrêa do Lago respondeu: “Sim, definitivamente sim”. Ele reconheceu, porém, que algumas pessoas deixaram de ir por causa da percepção de que seria complicado. A desconfiança, disse, não o impressionou, porque o mesmo aconteceu na preparação da Rio-92, quando o cônsul de Portugal no Rio de Janeiro, ao visitar as instalações, afirmou que nada ficaria pronto. Para o embaixador, a capital paraense mostrou um país real. “É uma cidade barbaramente brasileira. Qualquer esquina que você está em Belém, você se sente no Brasil”, disse. Ele avalia que a coragem e o simbolismo de fazer a COP na Amazônia ainda estão sendo percebidos aos poucos. “Eu acho que quando as pessoas chegarem em Antalya e virem um ambiente completamente sanitizado, de repente as pessoas vão dizer: nossa, cadê a participação? Cadê uma cidade-cidade?” O engajamento da população do país anfitrião, segundo ele, faz “uma diferença muito grande”, sobretudo para a continuidade da agenda. Corrêa do Lago lembrou a Agenda 21, que traduziu os compromissos da Rio-92 para prefeituras, estados e comunidades. “Essa participação da população é que deu enorme força ao quanto essa agenda foi incorporada no Brasil”, disse. Na avaliação da sociedade civil, acrescentou, o nível de participação registrado em Belém será difícil de repetir. O que está em jogo na COP31 Na frente de negociação, Corrêa do Lago disse que a agenda ficou muito técnica, e por isso pouco compreensível para o público em geral, mas continua importante. A Transição Justa, aprovada em Belém, terá de ser mais bem definida em Antalya. Ele citou ainda a discussão sobre comércio, lançada pela primeira vez na COP30, e o debate sobre financiamento, que, segundo ele, não acontecia havia muito tempo. Na agenda de ação, o tema mais importante, segundo ele, é a preparação do segundo balanço global do Acordo de Paris, o GST2. O primeiro balanço trouxe as decisões de transição para longe dos combustíveis fósseis e de acabar com o desmatamento. Para os temas que não avançaram, a presidência brasileira criou os mapas do caminho - no inglês, "roadmaps". Corrêa do Lago disse estar finalizando dois deles, de alcance mundial: um sobre os esforços para acabar com o desmatamento até 2030 e outro sobre a transição para longe dos combustíveis fósseis. Os documentos serão divulgados em 3 de novembro. “Os roadmaps não são para voltar para a negociação, porque nós consideramos que isso já foi aprovado. Os roadmaps são para alimentar o GST2, que vai ser o novo balanço, que tem que obrigatoriamente ser mais ambicioso do que o primeiro”, disse. “Mas, infelizmente, há vários obstáculos na estrada.” O embaixador não quis entrar em detalhes, mas indicou que há decisões aprovadas em Belém que só vai detalhar depois de entregar o martelo. “Vai ter certa surpresa”. Estabilidade como missão A ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, que dividiu o painel com Corrêa do Lago, afirmou que a crise climática deixou de ser um tema do futuro. “A crise climática é uma crise que veio para ficar. Nós negociamos o clima que está acontecendo no final do século, e a crise está no presente”, disse. “A missão do mundo hoje é uma missão por estabilidade. Não é só mitigação e adaptação.” Para ela, o compromisso pelo fim do desmatamento, que a COP30 levou adiante, é um desafio particular para o Brasil, um país que, segundo ela, convive há 40 anos com o desmatamento da Amazônia como um ativo político. “O conceito de fim do desmatamento no Brasil precisa ser um conceito nacional”, afirmou. Izabella defendeu que a sociedade brasileira compreenda o fim do desmatamento como “um ativo civilizatório” e associou o tema à segurança hídrica e alimentar do país. A ex-ministra também afirmou que as soluções climáticas não podem ser construídas com base no medo provocado pelos eventos extremos. “Não se constrói nada com medo”, disse. Ela apontou a restauração florestal como resposta ao alcance do país. “Tem uma solução absolutamente da natureza nas nossas mãos, que é restaurar. E as florestas poderão ganhar esse espaço como uma atividade econômica, uma atividade de resiliência climática e de resfriamento do planeta.” A ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, que dividiu o painel com Corrêa do Lago, afirmou que a crise climática deixou de ser um tema do futuro Naiara Bertão/ Um Só Planeta Izabella avaliou ainda que a governança do sistema multilateral não acompanhou a mudança provocada em Belém. “A governança climática do sistema multilateral me parece que está muito distante – eu faço parte do grupo que está promovendo a reforma – do entendimento do que a COP30 provocou no processo disruptivo da governança climática ao chamar novos players para a sala, para serem corresponsáveis na atuação das soluções climáticas”, disse. Ela lembrou também que as guerras mudaram o contexto para a próxima conferência. “Nós deixamos de ter a transição energética influenciada pela segurança climática como carro-chefe. Nós voltamos a discutir segurança energética no velho modo que as guerras provocam.” Corrêa do Lago, por sua vez, defendeu o papel do multilateralismo. “Eu continuo acreditando que o multilateralismo tem uma função essencial, que é criar a lei. A lei não é tudo, mas é a essência, é o começo, é o rumo, é o que orienta”, disse. Ao encerrar, ele resumiu a mudança que vê no papel do país: “O Brasil que, durante décadas, foi associado a um problema da natureza, [agora é associado] a uma natureza como solução.”
umsoplaneta.globo.com
October 3, 2026 at 9:48 AM
these revisions have taken everything from me... i have to actually read cop30 decision 12/CMA.7... girl what the fuck is an indicator...
October 1, 2026 at 7:42 PM
From the Brazilian COP30 presidency Alice de Moraes Amorim Vogas talked about the importance of National Adaptation Plans, and to mainstream adaptation into all sectors.

3/5
October 1, 2026 at 7:30 AM
It’s particularly concerning that this agreement includes a provision requiring participants not to ‘interfere in the internal affairs’, which was absent from the #COP30 agreement.

Meaningful participation at COP31 is fundamental to the legitimacy of climate action.
September 30, 2026 at 12:38 PM
I wrote to Miatta Fahnbulleh to urge her to publish a Fossil Fuel Transition Roadmap ahead of COP31 in November.

Ending all new licenses & publishing a clear roadmap will show that the UK is not just calling for a global transition, but delivering one.
September 30, 2026 at 11:54 AM
‘Só a economia resolve a crise climática’, diz Corrêa do Lago no JOTA Global

No primeiro evento internacional do JOTA, presidente da COP30 falou de transição energética

https://www.jota.info/coberturas-especiais/jota-global/so-a-economia-resolve-a-crise-climatica-diz-correa-do-lago-no-jota-global
‘Só a economia resolve a crise climática’, diz Corrêa do Lago no JOTA Global
Presidente da COP30 fala TFFF e o roteiro de transição energética do Brasil no primeiro evento internacional do JOTA, em Nova York
www.jota.info
September 29, 2026 at 8:57 PM
🛡️Para entender esse cenário e os riscos que envolvem a cobertura ambiental, o Protegendo Biomas, iniciativa do Núcleo de Segurança da Abraji com apoio da Unesco, preparou uma análise especial sobre os ataques contra jornalistas

🖇️Confira: abraji.org.br/noticias/qua...

#Abraji #Jornalismo
Quando cobrir o meio ambiente se torna um risco
A realização da COP30 em Belém colocou o Brasil, e particularmente a Amazônia, no centro da atenção internacional em 2025. Durante meses, mudanças climáticas, desmatamento, transição energética, povos...
abraji.org.br
September 29, 2026 at 6:23 PM
📊 Relatório da Abraji aponta que 75% dos ataques a jornalistas ambientais registrados em 2025 ocorreram a partir de setembro, período marcado pela intensificação das mobilizações, eventos e disputas narrativas em torno da COP30
September 29, 2026 at 6:23 PM
Brazil confident new rainforest fund will reach $10bn public funding milestone
Brazil's environment minister says he is "very optimistic" that the Tropical Forest Forever Facility (TFFF) - a new rainforest fund to channel private and public finance to developing nations - can meet a key $10 billion funding target this year, and is not at risk from his country's elections next month. The TFFF, launched by Brazil at COP30 in the Amazon last November and co-led by Norway, is intended as an alternative to traditional grant-based forest finance. The fund aims to raise $125bn in public and private capital, invest it in bond markets, and then pay countries that keep their forests standing from the annual returns. Donor contributions needed to get it going have tailed off after an initial burst. Speaking to Climate Home News on the sidelines of Climate Week in New York, Brazilian environment minister João Paulo Capobianco pointed out that in less than a year since its official launch, the TFFF has already secured $7.3bn from governments. "How many other initiatives can say that?" he asked. "Of course, if you have $7 billion, it's easier for more countries to consider their own contribution. And not just countries - non-governmental organisations also. We are expecting even more support."...
www.climatechangenews.com
September 29, 2026 at 3:42 PM
📘 Our 2025 Annual Report is out!

From bird protection in the field to COP30 and the European Grids Package: how RGI turned the energy transition's toughest questions into workable answers.

Read the full report 👇
buff.ly/syO4xQD
September 29, 2026 at 8:00 AM
A série jornalística especial sobre a COP30, que aconteceu em 2025 em Belém, do The Bureau of Investigative Journalism recebeu o prêmio Covering Climate Now Journalism Award na categoria Grandes Projetos e Colaborações. E a Repórter Brasil contribuiu para uma de suas reportagens
September 28, 2026 at 2:16 PM