#Compostagem
Nao sei se ela usa reddit mas tem uma comunidade maravilhosa de compostagem la
Link: www.reddit.com/r/t5_2t2ih/s...
Reddit
www.reddit.com
October 2, 2026 at 1:10 PM
Inclusive! Bora revirar o bolo!
October 2, 2026 at 11:45 AM
Uma aluna viu pela primeira vez uma compostagem aqui no sitio, se apaixonou tanto que ta fazendo a monografia (e me chamou pra banca) um levantamento bibliografico do uso e eficacia das composteiras e ja ta caçando mestrado na area!
Fico feliz demaissss com essas historias
October 2, 2026 at 10:30 AM
Novo e-book “Compostagem e reaproveitamento de resíduos orgânicos [...]” acaba de ser publicado.
O texto completo está disponível no Portal de Livros Abertos da USP: www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivr...

DOI: doi.org/10.11606/978...

@abcdusp.bsky.social
#PortaldeLivrosUSP #ebook
September 30, 2026 at 6:09 PM
matéria orgânica irrecuperável.
só mandando pra compostagem
September 29, 2026 at 5:18 PM
Ceasa organiza resíduos há 7 anos e agora busca certificação de "Lixo Zero"
Na Central de Gestão de Resíduos da Ceasa/MS (Central de Abastecimento de Mato Grosso do Sul), frutas e verduras que sobram da movimentação diária seguem para compostagem. Madeira, papelão e plástico são separados para reciclagem. Esse trabalho começou a ser estruturado em 2019. Agora, para buscar a Certificação Lixo Zero, a Ceasa precisa comprovar os resultados com números e documentos.  Grupo Real, também de Campo Grande, começou a organizar a destinação de seus resíduos em 2007 e já obteve a Certificação Lixo Zero. Segundo a empresa, 98% dos resíduos que gera são encaminhados para outros destinos, sem passar pelo aterro sanitário.  Esta reportagem integra uma série sobre as mudanças na gestão dos resíduos e o caminho até a certificação. Na Ceasa, esse percurso já dura anos, além de manter a separação todos os dias, a instituição precisa documentar o destino dos materiais e passar por uma auditoria. No pátio, funcionários varrem o chão e transportam materiais em carrinhos, em meio às pilhas de caixotes de madeira. Segundo o analista administrativo Rodrigo de Oliveira Xavier, cerca de 20 trabalhadores da manutenção limpam as áreas comuns do entreposto, recolhem os resíduos e fazem uma primeira separação. Depois, os materiais seguem para a Central de Gestão de Resíduos, onde a equipe da usina volta a classificá-los. Entre caixotes de madeira empilhados e sacos de materiais recolhidos no entreposto, trabalhadores operam a prensa que compacta os recicláveis. É nessa etapa da rotina que atua Evaldo Pereira Pires, subencarregado da Usina de Coleta e Seleção de Resíduos. Há um ano na Ceasa, ele destaca a importância de separar corretamente o que chega à central. “É uma atividade que contribui para a preservação do meio ambiente, ajuda a dar a destinação correta aos resíduos e também é uma forma de colaborar com o mundo em que a gente vive”, afirma. Ao chegar às mãos de Evaldo e dos colegas, o material volta a ser classificado. Papelão é separado dos plásticos, que também são divididos conforme suas características, antes de serem prensados para a venda. Rodrigo explica que o cuidado evita que a equipe tenha de refazer o serviço. Ele lembra que, quando recicláveis chegavam misturados aos restos de alimentos ou à madeira, parte do material precisava ser separada novamente. Fardos com resíduos misturados também perdiam valor. Com o aprimoramento da triagem, a Ceasa faturou 30% a mais com a reciclagem em 2025 do que em 2024. O aumento se refere à receita da venda dos materiais, não ao lucro total da instituição. Parte desse resultado chega aos funcionários em forma de remuneração. Conforme o administrador, uma parcela da receita obtida com os recicláveis é distribuída aos colaboradores no fim do ano. Ele compara o pagamento a “quase como o 14º salário”. O destino dos materiais - Em 2025, a Ceasa destinou 1.404.803,60 quilos de resíduos, cerca de 1,4 mil toneladas. As frutas, os legumes e as verduras somaram 699.880 quilos; a madeira, 447.730 quilos. Ambos foram encaminhados à Organoeste para compostagem. Outros 254.793,60 quilos de recicláveis seguiram para a Colecta. Assim, 1.402.403,60 quilos foram enviados à compostagem ou à reciclagem, uma média calculada de 116,9 toneladas mensais. Segundo o analista administrativo, o contrato com a empresa de compostagem prevê a devolução de parte do material em forma de adubo. Em parceria com a Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), a Ceasa repassa esse composto a pequenos produtores. O restante do balanço de 2025, 2.400 quilos, foi classificado como rejeito e encaminhado à CG Solurb, que o destina ao aterro sanitário. As saídas que ainda faltam - Há ainda alguns materiais, como o isopor e os sacos de cebola, que a Ceasa encontra dificuldades de aproveitamento na região. Conforme o administrador, a equipe já consultou empresas de Mato Grosso do Sul e busca contatos em São Paulo (SP) para encontrar alternativas. Rodrigo explica que o envio precisa reunir quantidade suficiente de material para ser viável, mas a central não pode mantê-lo armazenado por muito tempo, pelo risco de atrair vetores.  Ele estima entre R$ 170 mil e R$ 180 mil por ano as despesas com transporte e compostagem contratados de terceiros, sem incluir a folha de pagamento. O custo do frete, conforme ele, é rateado entre as empresas que operam no entreposto, conforme os resíduos que geram. Sete anos de percurso -  A Ceasa implantou sua Central de Gestão de Resíduos há sete anos e a preparação específica para buscar a Certificação Lixo Zero começou em junho de 2026. Desde então,  a Central conta com o trabalho de consultoria da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul) acompanhada pela gerente de Sustentabilidade da federação, Cláudia Borges. Cláudia avalia que a Ceasa já tem uma rotina de separação e acompanhamento dos resíduos e, atualmente, está na etapa de preparação para a certificação. Segundo ela, a consultoria trabalha com a instituição para reunir os registros de quantidade e destinação de cada material e identificar soluções para os resíduos mais difíceis de encaminhar. O processo é mais complexo porque a central também administra o que é gerado pelos permissionários. Rodrigo espera que a Ceasa consiga a certificação no início de 2027. Trata-se de uma previsão, dependente da conclusão dos preparativos e da avaliação do Instituto Lixo Zero Brasil. “É para que, quando a gente sofrer a auditoria do Instituto Lixo Zero, consiga comprovar isso, tanto na prática quanto na teoria também”, diz. Ele também quer envolver mais os permissionários, as empresas que comercializam produtos dentro da Ceasa e geram parte dos resíduos tratados pela central. “Muito mais do que orientar, é a gente dar o exemplo.” Rumo ao lixo zero -  Para a pesquisadora e professora Maira Portugal, presidente do IBRAPARC (Instituto Brasileiro de Pesquisa Aplicada em Resíduos e Clima), o primeiro passo de uma empresa é descobrir o que descarta, em que quantidade e em qual setor. Só assim é possível identificar desperdícios e decidir onde agir primeiro. “Quem mede, melhora; quem não mede, apenas imagina que melhora”, afirma. Maira ressalta que separar os recicláveis não basta, pois a empresa também precisa evitar a geração de resíduos, rever compras e embalagens e comprovar a destinação do que descarta. Cláudia Borges destaca a importância de definir o caminho de cada material e orientar as pessoas a separá-lo no momento do descarte. Na Ceasa, esse trabalho depende tanto das equipes que fazem a triagem quanto da participação de quem gera os resíduos no entreposto. Uma experiência mais adiante -  Enquanto a Ceasa se organiza para comprovar a gestão de resíduos, outra empresa de Campo Grande mostra como uma iniciativa pode se ampliar com o tempo. O Grupo Real criou o Programa Ciclos em 2007, por iniciativa do diretor técnico-industrial e sócio-proprietário Mário Renck Real, para organizar a destinação dos resíduos da empresa. O que começou com a coleta de recicláveis cresceu e ganhou um Departamento de Sustentabilidade. Em reportagem anterior do Campo Grande News, Mário resumiu a atitude que deu início ao projeto: “Prefiro fazer alguma coisa do que não fazer nada”.  Na indústria, o vidro recolhido é triturado e usado como cascalho em vias internas e jardins. O grupo também capta água da chuva e a reutiliza em atividades como limpeza externa, jardinagem e sanitários. O Ciclos passou a reunir, além da gestão dos resíduos, outras ações ambientais e sociais. Os resíduos orgânicos seguem para compostagem; e papéis, plásticos e embalagens industriais são separados. A unidade também utiliza energia solar.  Essas iniciativas contribuíram para que o grupo recebesse o Selo ESG da Fiems, tornando-se, segundo a federação, a primeira indústria de Mato Grosso do Sul a obter o reconhecimento, que avalia práticas ambientais, sociais e de governança. Em abril de 2026, a empresa obteve também a renovação da Certificação Lixo Zero. Diferentemente do Selo ESG da Fiems, esse reconhecimento é voltado à gestão dos resíduos.
www.campograndenews.com.br
September 27, 2026 at 9:18 PM
Mas se as guilhotinas forem instaladas ao lado de uma boca de esgoto aberta os dejectos podem ser rápida e eficientemente descartados com menos impacto no ambiente. A compostagem tb é uma hipótese...
September 22, 2026 at 2:14 PM
Dia da Árvore: shoppings distribuem mudas e adubo produzido com resíduos orgânicos
Em comemoração ao Dia da Árvore, celebrado nesta segunda-feira (21), os shoppings administrados pela ALLOS realizam uma ação nacional de distribuição gratuita de mudas de árvores e adubo orgânico. O material usado na iniciativa é produzido a partir da compostagem de resíduos orgânicos gerados nas próprias operações dos empreendimentos. A proposta é aproximar uma prática de economia circular do cotidiano dos consumidores. Na compostagem, resíduos orgânicos, como restos de alimentos, passam por um processo de decomposição controlada e podem se transformar em composto utilizado como adubo, em vez de serem encaminhados diretamente para o descarte. Segundo a companhia, a iniciativa ocorre nos shoppings da rede em diferentes regiões do país e faz parte do plano de Comunidades e Hábitos Sustentáveis. Além da distribuição das mudas, a ação pretende chamar a atenção para o reaproveitamento de resíduos e para a importância do plantio e da preservação das árvores. “A sustentabilidade faz parte da forma como pensamos e operamos nossos shoppings. No Dia da Árvore, conseguimos transformar esse compromisso em uma experiência simples e acessível”, afirma Ana Paula Niemeyer, diretora de Marketing da ALLOS. Meta é ampliar reaproveitamento de resíduos A ação também está relacionada às metas de gestão de resíduos da empresa. A ALLOS informa que pretende alcançar uma taxa de reciclagem de 90% dos resíduos gerados por suas operações. Em 2025, 75% dos resíduos foram recuperados, de acordo com os dados divulgados pela companhia. Nesse percentual estão incluídos materiais destinados à reciclagem, compostagem e outras formas de reaproveitamento. A empresa administra e possui participação em 50 shoppings no país. A estratégia de gestão de resíduos integra uma agenda mais ampla de sustentabilidade, que inclui iniciativas de economia circular e redução do impacto ambiental das operações. Para o consumidor que participar da ação, a proposta é simples: levar uma muda para casa e utilizar o adubo produzido a partir dos resíduos orgânicos dos próprios shoppings. A iniciativa busca, assim, conectar duas etapas do ciclo, o reaproveitamento do resíduo e o cultivo de uma nova planta. Mais Lidas
umsoplaneta.globo.com
September 22, 2026 at 5:37 AM
Atrativo de Bonito conquista selo após destinar corretamente 95,5% dos resíduos
A Estância Mimosa, atrativo de ecoturismo localizado em Bonito, recebeu a Certificação Lixo Zero após alcançar índice de 95,5% na gestão responsável dos resíduos. O ILZB (Instituto Lixo Zero Brasil) concedeu o reconhecimento com base nos padrões da ZWIA (Zero Waste International Alliance). A certificação considera medidas como redução da geração de resíduos, reutilização, reciclagem, compostagem e logística reversa. O objetivo é diminuir o volume de materiais enviados a aterros sanitários. O processo na Estância Mimosa começou em outubro de 2025, com um diagnóstico sobre os tipos e as quantidades de resíduos gerados no atrativo. A análise também verificou o caminho percorrido pelos materiais desde o descarte até a destinação final. A partir desse levantamento, a administração definiu metas e adotou mudanças nos pontos de descarte instalados em diferentes áreas da propriedade. Segundo o empreendimento, a reorganização melhorou a separação dos resíduos já na origem, facilitando o encaminhamento de cada material. Mudança de hábito -  Uma das etapas envolveu a estrutura de compostagem mantida na propriedade. O sistema passou a contar com acompanhamento da temperatura das leiras e procedimentos específicos para o tratamento do papel higiênico. Parte dos resíduos orgânicos é transformada em composto e usada na horta e no sistema agroflorestal da Estância Mimosa. O empreendimento também reorganizou a logística reversa de materiais como embalagens de vidro. Práticas que já eram adotadas na rotina foram reunidas em um sistema de gestão de resíduos, com treinamento de funcionários e ações de educação ambiental para visitantes e fornecedores. A Estância Mimosa fica em uma área que abriga uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) e mantém iniciativas de conservação da biodiversidade. Nesse contexto, a certificação relaciona a destinação dos resíduos à proteção da área usada pelas atividades de trilhas e banho em cachoeiras. Com o novo reconhecimento, todos os atrativos do Grupo Rio da Prata passaram a ter a Certificação Lixo Zero. O Recanto Ecológico Rio da Prata e a Lagoa Misteriosa receberam o selo em outubro de 2025. Segundo o grupo, a certificação dos 3 empreendimentos consolida uma política comum de gestão de resíduos e prevê a continuidade do monitoramento, dos treinamentos e das ações para reduzir o impacto ambiental das operações.
www.campograndenews.com.br
September 18, 2026 at 5:13 PM
Criando coragem para pesar bosta de vaca 🫩 kkkkkkkkkkk vou ter que pesar o esterco, pesar as minhocas
Depois da compostagem pronta, peneirar o humus, pesar o humus, pesar as minhocas que foram peneiradas e fazer relatório 🥲🫩
September 15, 2026 at 12:43 PM
Então os presidiários trabalham aqui para aprender coisas e diminuir o tempo de cadeia.
Aí eles vieram recolher o humus pronto. Passei para eles a leira que estava pronta e começamos a encher os carrinhos.
Enquanto isso, comecei a conversar com eles sobre as minhocas, a compostagem etc
September 14, 2026 at 4:29 PM
Vamos falar de agroecologia sem falar de agricultura?
Hoje eu fui no minhocário para averiguar como estava a compostagem
E nisso vieram retirar uma leva de humus pronto para colocar nas hortaliças.
E aqui eles tem um projeto de ressocialização dos presos
September 14, 2026 at 4:29 PM
Esta startup desenvolveu uma forma de reciclar o papel higiênico usado
A startup gaúcha ARCO – Ações para Reciclagem e Compostagem deu um passo importante com o lançamento de uma máquina capaz de reciclar papéis sanitários, que costumavam ser destinados a aterros. O equipamento processa até 1,3 tonelada de resíduos por dia, sendo até 600 quilos de papel sanitário. A novidade foi viabilizada em parceria com o Bordaza Shopping, como parte do seu programa de circularidade. O complexo, que também contempla lajes residenciais e corporativas por onde circulam cerca de 5 mil pessoas diariamente, já era cliente da startup, mas decidiu se tornar lixo zero, trazendo o desafio acerca do papel sanitário. Diante da demanda, as sócias Natália Pietzsch e Amália Koefender passaram a buscar opções, como pátios de compostagem e coprocessamento, mas só encontraram sucesso com a Igapó, que desenvolve maquinário para valorização de resíduos orgânicos e alimentares. Modificações foram feitas no equipamento para atender a necessidade do cliente. O processo inicial leva cerca de sete dias, com microrganismos que aquecem o material no tambor, eliminando patógenos. Após essa etapa, os resíduos são levados a um minhocário, onde ficam por mais dois meses, até se tornar adubo – pela origem do material, não pode haver contato com alimentos. “Queremos vender o adubo para empresas de paisagismo ou que adotam parques e praças. A ideia é monetizar todas as etapas da máquina”, aponta Pietzsch. Initial plugin text Fundada em 2018, a ARCO já atuava na coleta de resíduos orgânicos e recicláveis – como cápsulas de café, eletrônicos, tecido, isopor, óleo de cozinha e vidro – cuidando da destinação para compostagem e reciclagem. Cerca de 15 parceiros recebem os itens descartados. Entre os 100 clientes atendidos estão a 3corações, a rede hoteleira Novotel e a rede de ensino Atitus. “O serviço oferecido é o mesmo, seja um pequeno café ou uma indústria. Cada um vê um valor no que fazemos: a fábrica tem de atender as metas ESG e o pequeno negócio gosta da previsibilidade da coleta”, destaca Pietzsch. A startup opera com contratos recorrentes, em que estabelece com cada cliente o volume e a frequência para a retirada dos resíduos – o que traz previsibilidade para os dois lados da cadeia. Se o volume for ultrapassado, há cobrança extra. Em 2025, a ARCO faturou R$ 2,8 milhões e tem apresentado crescimento médio de 20% na receita ano a ano. A ARCO gerencia desde o treinamento dos colaboradores para o descarte correto e a coleta programada até a triagem inicial dos materiais em seu galpão. A startup também oferece rastreabilidade dos resíduos e indicadores ambientais para comprovar ações de sustentabilidade e o cumprimento da legislação. As sócias são engenheiras ambientais. Pietzsch já havia empreendido antes, com a startup Re-ciclo, que coletava resíduos orgânicos em residências, com foco em pessoas físicas. Quando o serviço passou a ser procurado por restaurantes e pequenos cafés, ela percebeu outra oportunidade de negócio. Koefender, que fazia mestrado na época e trabalhava com compostagem industrial, topou embarcar na ideia para a ARCO, que foi validada com clientes no programa de aceleração do Quintessa. Veja também “Vimos uma lacuna no mercado. Existem as grandes gestoras de resíduos que atendem apenas os grandes geradores, como indústrias, redes de varejo e shoppings. Os estabelecimentos pequenos e médios não tinham parceiro licenciado, com garantia da gestão, e ficavam à mercê de grupos de catadores informais ou da coleta da prefeitura, ainda que não houvesse permissão”, afirma Pietzsch. A ARCO começou na garagem da casa da avó de Pietzsch, com uma Fiorino alugada. “Saímos da aceleração com quatro contratos, zero investimento externo. Esses clientes pagavam o aluguel, o motorista e a destinação para compostagem”, relembra. Inicialmente, a startup queria se concentrar em resíduos orgânicos, mas a demanda dos clientes era para gestão completa, para lidar com menos intermediários. Todo o capital que entrava era reinvestido na operação. No segundo ano da startup, a garagem ficou pequena e as sócias alugaram o primeiro galpão, de 200 metros quadrados, e compraram um veículo. Atualmente, a startup ocupa um galpão de mais de mil metros quadrados no 4º Distrito, em Porto Alegre (RS) – o espaço foi afetado pelas enchentes de maio de 2024 e ficou fechado por 20 dias, quando as sócias perderam o carro próprio e decidiram terceirizar a logística. A ARCO tem 20 colaboradores, sendo metade da operação e a outra metade do backoffice. A startup assinou um compromisso de investimento de R$ 500 mil com a Yunus Negócios Sociais – R$ 250 mil foram usados para a fase atual de expansão. “Queremos ressignificar como as empresas lidam com seus resíduos, mostrar que eles não são lixo para manter longe das empresas e cidades, mas matéria-prima para novos processos, que tem valor e gera impacto social e ambiental”, finaliza. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos de PEGN? É só clicar aqui e assinar!
revistapegn.globo.com
September 14, 2026 at 5:23 PM
Cocos descartados na orla de Praia Grande passam por compostagem e viram adubo
Cocos descartados na orla de Praia Grande passam viram adubo | G1
Restos das frutas podem ser descartados em 11 contentores entre Canto do Forte e Ocian. O material é recolhido, triturado, passa por compostagem e depois é usado nas áreas verdes.
g1.globo.com
September 13, 2026 at 7:10 PM
Cocos descartados na orla de Praia Grande passam por compostagem e viram adubo
Cocos descartados na orla de Praia Grande passam viram adubo | G1
Restos das frutas podem ser descartados em 11 contentores entre Canto do Forte e Ocian. O material é recolhido, triturado, passa por compostagem e depois é usado nas áreas verdes.
g1.globo.com
September 13, 2026 at 7:03 PM
▶️ Sead firma contrato para coleta e compostagem de resíduos orgânicos
Serviço, no valor de R$ 5.070, integra ações do Projeto Sead Lixo Zero no complexo governamental

#UltimasNoticias #CapitalNews

www.capitalnews.com.br/politica-e-p...
Sead firma contrato para coleta e compostagem de resíduos orgânicos | Notícias de Campo Grande e MS - Capital News
Serviço, no valor de R$ 5.070, integra ações do Projeto Sead Lixo Zero no complexo governamental
www.capitalnews.com.br
September 11, 2026 at 7:37 PM
"Pretendemos recuperar os manguezais da região sudeste, como barreira ao avanço do nível do mar. Também faremos o plano nacional de compostagem urbana, aumentando a vida útil dos aterros em todo país. No plano Brasil Cocô dia sim, dia não, investiremos em 20 novas estações de esgoto..."
September 10, 2026 at 7:00 PM
Só na compostagem
September 8, 2026 at 2:03 PM