#Cornualha
Menino de 7 anos encontra dentes na praia e faz descoberta que intriga arqueólogos
Um menino de 7 anos estava passeando na região do Cabo Lizard, na Cornualha, na Inglaterra, em agosto de 2025, quando encontrou alguns dentes enterrados no chão. A princípio, Arthur acreditou que tivesse se deparado com dentes de tubarão, mas decidiu mostrar o achado a um voluntário da National Trust, uma organização voltada à preservação do patrimônio da Inglaterra, que estava no local. Um menino de 7 anos encontrou dentes humanos em Lizard Point, na Inglaterra People/Reprodução Menino de 10 anos encontra cruz do século XIX em Jerusalém Foi Ken Wallace, dentista aposentado e voluntário na região, que viu o dente que Arthur localizou no chão. O dentista percebeu que havia algo diferente e identificou que os achados eram de origem humana. A polícia foi acionada e confirmou que o material tinha interesse arqueológico, dando início a uma investigação que levaria a uma descoberta muito maior. Ossos de mais de 300 anos Arqueólogos passaram a investigar a área onde Arthur havia encontrado os dentes. Durante as escavações, localizaram fragmentos de mandíbula, outros dentes e um crânio. Em uma etapa posterior, cinco indivíduos foram identificados no local. Os ossos também passaram por uma datação por radiocarbono, técnica usada para estimar há quanto tempo um material orgânico, como restos humanos, foi formado. Os resultados apontaram que os restos encontrados datam provavelmente do início da década de 1720 e têm cerca de 300 anos. Um dos dentes humanos descobertos na região People/Reprodução Os pesquisadores também observaram que os restos estavam enterrados com orientação semelhante, de leste para oeste, e não havia roupas ou outros objetos junto aos corpos. A localização do terreno, de frente para o oceano, aumentou a suspeita de que aquelas pessoas poderiam ter morrido em um naufrágio. Possível ligação com naufrágio de 1721 Uma das principais hipóteses levantadas pelos pesquisadores é que os restos pertençam a vítimas do HMS Royal Anne Galley, um navio de guerra que naufragou próximo a Lizard Point em 1721. Mais de 200 pessoas morreram no desastre, e apenas três sobreviveram. Durante gerações, histórias locais indicaram possíveis locais onde as vítimas teriam sido enterradas, mas nenhum sepultamento havia sido confirmado. As escavações continuam na região após a descoberta de Arthur People/Reprodução "A descoberta desses restos mortais, que provavelmente datam do mesmo período do naufrágio, levanta a intrigante possibilidade de que o local de descanso há muito perdido de alguns daqueles que pereceram possa finalmente ter sido encontrado", afirmou a National Trust em comunicado. As escavações não pararam depois dos primeiros achados. Em junho de 2026, arqueólogos encontraram mais cinco esqueletos, elevando para cerca de 12 o número de indivíduos identificados na área. A estimativa é que o local possa guardar os restos de 20 a 25 pessoas. A equipe do National Trust voltou à região em setembro e deve continuar o trabalho em outubro. Depois da escavação, os pesquisadores vão limpar, catalogar e analisar os restos para tentar descobrir mais sobre quem eram aquelas pessoas e o que aconteceu com elas.
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October 5, 2026 at 10:54 PM
Cientistas criam "espantalho marinho" para proteger espécies ameaçadas
Um “espantalho flutuante” desenvolvido por cientistas do Reino Unido pode ajudar a evitar que aves marinhas sejam capturadas acidentalmente por redes de pesca. Em testes realizados na costa da Cornualha, o dispositivo e uma pipa em formato de ave de rapina reduziram em cerca de dois terços o risco de duas espécies de aves mergulhadoras ficarem presas nas redes. A captura acidental é um problema para animais como o airo-comum e o airo-de-asa-branca. Estima-se que 95 mil aves marinhas mergulhadoras morram afogadas todos os anos após ficarem presas em redes de emalhar ao longo da costa europeia. Os resultados do novo estudo foram publicados em 30 de setembro na revista Conservation Letters. Para tentar diminuir esse impacto, cientistas da Fishtek Marine desenvolveram, em parceria com a organização de conservação RSPB, a Looming Eye Buoy (LEB), ou “boia de olhos ameaçadores” (em português). O dispositivo funciona como uma espécie de espantalho sobre a água: sua cabeça giratória apresenta um efeito de olhos animados que busca afastar as aves e evitar que elas mergulhem nas proximidades das redes. Um dispositivo assustador Além da boia, os pesquisadores testaram uma segunda estratégia: uma pipa comercial com aparência de ave de rapina, usada para assustar pássaros. Os dois métodos foram avaliados durante dois anos em parceria com dez pescadores da Cornualha, que tiveram câmeras instaladas em seus barcos para registrar os efeitos dos dispositivos sobre a captura acidental. Os resultados indicaram que as duas estratégias diminuíram o risco para as aves. Com as boias LEB, as chances de captura foram reduzidas em 59%, Já com as pipas, a redução chegou a 71%. Os dados dos testes foram analisados por cientistas da Universidade de Exeter. Dispositivos de dissuasão acima da água: boia de olhos ameaçadores (item A) e pipa com aparência de ave de rapina (item B) Tom Hooper/Conservation Letters A participação dos pescadores também permitiu que os pesquisadores identificassem quando e onde os equipamentos poderiam ser mais úteis. Na Cornualha, a maior parte das capturas de aves marinhas ocorreu durante o inverno e se concentrou em determinados locais. Com isso, os dispositivos podem ser empregados principalmente nos períodos e áreas de maior risco, em vez de serem utilizados de forma aleatória. “Este estudo fornece algumas das evidências mais robustas até o momento de que medidas dissuasoras simples e práticas podem reduzir substancialmente a captura acidental de aves marinhas em pescarias com redes de emalhar”, afirmou Tom Horton, autor principal do estudo e pesquisador da Universidade de Exeter, em comunicado. Uma solução que não impeça a pesca Um dos objetivos do projeto era justamente encontrar uma estratégia capaz de proteger as aves sem impedir a atividade dos pescadores que utilizam redes de emalhar. Segundo Tom Hooper, cientista sênior de pesca da Fishtek Marine, qualquer tecnologia destinada ao uso no mar precisa ser simples e resistente. A colaboração com os pescadores durante os testes ajudou a equipe a entender como os equipamentos funcionam durante a rotina de pesca e a identificar maneiras de aprimorá-los. Encontrar soluções para redes de emalhar vinha sendo um desafio. De acordo com a RSPB, tecnologias adotadas em outros tipos de pesca já conseguiram reduzir a captura acidental de aves marinhas em mais de 90%. Na Namíbia, as chamadas “linhas espanta-aves” diminuíram o problema em 98% em barcos de pesca com palangre (ou espinhel) — um aparelho de pesca—, enquanto, na África do Sul, a redução chegou a 95% em arrastões de pesca. Agora, os pesquisadores pretendem continuar trabalhando com pescadores, a RSPB e a Universidade de Exeter para aperfeiçoar os novos dispositivos. Para Micky Bacon, pescador da Cornualha que participou dos testes, a colaboração também é uma maneira de envolver quem trabalha no mar na busca por soluções ambientais. “O mar é o meu local de trabalho e acho importante participarmos de projetos que possam afetar a nossa forma de trabalhar e ajudar a melhorar o ambiente”, disse, em comunicado.
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October 4, 2026 at 6:15 PM
O Ducado da Cornualha cumpre a mesma funcão para o herdeiro do trono. Uma criação do Eduardo III, que percebeu que se o herdeiro não tivesse dinheiro, ia revoltar-se para ter o do trono. A sede é bem mais modesta.
September 22, 2026 at 5:50 PM
Sim, adoro! Mas acho que se escreve Cornualha.
Sempre achei Cantuária bizarro também, era o nome de um bar em que meus pais iam, depois descobri que é o nome de Canterbury pt.wikipedia.org/wiki/Cantu%C...
Cantuária – Wikipédia, a enciclopédia livre
pt.wikipedia.org
September 15, 2026 at 10:08 AM
Filhote de canguru é flagrado vagando por rua na Inglaterra; veja vídeo
Um filhote de canguru-de-cauda-curta foi flagrado saltitando por uma das principais ruas de Liskeard, cidade da Cornualha, no sudoeste da Inglaterra, antes do amanhecer de segunda-feira (24). O animal foi visto por um motorista por volta das 5h30, quando as ruas ainda estavam escuras. Scot Weller, dono da confeitaria Original Cornish Pasties, contou à BBC que inicialmente pensou ter visto um cachorro. “A princípio, pensei que fosse parecido com um pastor alemão, por causa das cores escuras e das orelhas grandes”, relatou. Foi só quando percebeu que o animal estava pulando que identificou o marsupial. Weller decidiu seguir o canguru lentamente para acompanhar seu trajeto e avisar as autoridades. Imagens registradas por uma câmera mostram o animal saltitando no meio da estrada. Segundo o relato, o canguru passou pela loja Spar, parou algumas vezes para olhar ao redor e, depois que um carro ultrapassou Weller, atravessou a rua e entrou em uma viela na direção de um supermercado Co-op. O motorista afirmou que o animal parecia estar bem e telefonou para as autoridades. A Polícia de Devon e Cornwall informou que recebeu relatos sobre um canguru-de-cauda-curta na Dean Street e realizou buscas na região, mas não conseguiu localizá-lo. Cangurus selvagens no Reino Unido Os cangurus-de-cauda-curta são mamíferos de pequeno a médio porte, embora os maiores possam chegar a 1,8 metro de comprimento da cabeça à cauda. Suas patas traseiras são fortes e adaptadas para saltar e alcançar altas velocidades. Elas também podem ser usadas para desferir golpes potentes quando os animais se sentem ameaçados por predadores ou durante disputas entre machos. Apesar de não serem nativos do Reino Unido, os cangurus-de-cauda-curta são considerados uma espécie estabelecida na natureza no país, segundo a RSPCA, organização britânica de proteção animal. De acordo com a entidade, a presença desses animais está relacionada principalmente a fugas de exemplares mantidos em cativeiro. Como algumas pessoas também mantêm cangurus em coleções particulares, não está claro se o animal visto em Liskeard estava perdido ou havia escapado de uma propriedade. A RSPCA recomenda que pessoas que encontrarem um canguru-de-cauda-curta na natureza mantenham distância e não tentem se aproximar. A orientação é observar o animal de longe e acionar a organização caso ele esteja ferido ou precise de ajuda. O vídeo a seguir mostra as imagens do canguru visto na Inglaterra: Initial plugin text
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August 28, 2026 at 11:29 AM
August 21, 2026 at 6:33 PM
Cornualha!
August 21, 2026 at 6:31 PM
🎨 Novo post: O Guardião do Penhasco: Bodach, a Lenda da Cornualha
#giants #mythology #sea #AIArt #Gijinka

👇 Veja mais aqui:
https://mythallia.achlabo.com/pt/o-guardiao-do-penhasco-bodach-a-lenda-da-cornualha/
August 13, 2026 at 4:13 PM
Na Cornualha em 2016 houve um surto terrível por causa dos antivax, alguns pais das crianças afetadas andaram a pressionar as autoridades para punições legais contra os antivax
August 11, 2026 at 6:36 PM
June 30, 2026 at 11:28 AM
June 29, 2026 at 4:53 PM
anunciando que ela herdou uma soma substancial de sua avó da Cornualha, aquilo lhe parece uma resposta às suas preces. Ela deve dinheiro a um agiota e as ameaças do sujeito estão cada vez mais agressivas: ela precisa botar a mão em dinheiro
June 29, 2026 at 11:13 AM
June 26, 2026 at 3:02 AM
🎨 Novo post: Pillywiggin: Um Espírito Brincalhão das Águas da Cornualha
#folklore #myth #nature #AIArt #Gijinka

👇 Veja mais aqui:
https://mythallia.achlabo.com/pt/pillywiggin-um-espirito-brincalhao-das-aguas-da-cornualha/
June 21, 2026 at 4:11 PM
June 19, 2026 at 2:17 AM
Hahaha sim, família da Cornualha. Assumi esse karma e depois vim morar na cidade das Antas. Sou uma anta corna
June 17, 2026 at 8:42 PM
4378.

V08-44360 - Estação Paddington, Londres, 12/07/2008, 07:58:25 h. Câmera em 51°30'59"N 0°10'35"W, olhando para Oeste. Na parede lá do fundo, podemos ver, da esquerda para a direita: a lanchonete da franquia West Cornwall Pasty Co. ("Companhia de Massas Doces da Cornualha Ocidental"),
June 17, 2026 at 11:38 AM
4336.

A First Great Western opera a linha ferroviária Great Western e suas linhas tributárias, que saem de Londres com destino ao Oeste, até a Cornualha e Gales. A estação Paddington é o terminus da linha Great Western e todas as suas linhas conectam ao Oeste da cidade.
June 14, 2026 at 5:48 PM