#Daltonismo
Falso.😡
Era maiz y porque lo confundía con aceitunas enanas por culpa del Daltonismo.
Que facil es criticar por criticar.👅
October 4, 2026 at 9:06 PM
daltonismo é hilário às vezes eu saí de casa com uma camisa que eu achei que fosse vermelha e acabo de ser informado que a camisa é de fato marrom
October 4, 2026 at 4:59 PM
Los Muellitos, en La Cícer, estrena la primera bandera con código ColorADD de Las Canteras miplayadelascanteras.com/2026/10/03/l...
Los Muellitos, en La Cícer, estrena la primera bandera con código ColorADD de Las Canteras - www.miplayadelascanteras.com
La bandera roja de Los Muellitos, en La Cícer, incorpora el código ColorADD para facilitar la identificación de las señales de baño a las personas con daltonismo.
miplayadelascanteras.com
October 3, 2026 at 4:22 PM
Daltonismo?
September 29, 2026 at 5:08 PM
Dal daltonismo all'abbigliamento femminile, i sistemi di allerta precoce devono garantire che nessuno resti escluso.
➡️ https://l.euronews.com/wnuU
September 29, 2026 at 6:25 AM
El daltonismo es una virtud en el amor
September 28, 2026 at 7:57 PM
ojalá uno de esos tests de daltonismo y que el número fuera 67
September 28, 2026 at 10:45 AM
Daltonismo
September 28, 2026 at 1:29 AM
Por eso no resulta extraño que mucha gente que votó a Podemos acabase votando a Vox. Si tienes exactamente el mismo discurso, y escasos conocimientos políticos y de la realidad del parlamento, a un mínimo de 'daltonismo mental' que tengas, puedes acabar confundiendo una papeleta verde con una morada
September 27, 2026 at 10:44 AM
Não acho certo ficar falando do daltonismo das pessoas
September 24, 2026 at 6:03 PM
Tomara que arrumem isso logo :/

Daltonismo 😞
September 23, 2026 at 12:19 PM
Site do MetrôRio ganha ferramenta de acessibilidade digital
radiotupi.com/rio/site-do-...
Site do MetrôRio ganha ferramenta de acessibilidade digital - Rádio Tupi
Nova funcionalidade oferece tradução em Libras e recursos para pessoas com deficiência visual, dislexia e daltonismo.
radiotupi.com
September 21, 2026 at 7:50 PM
ni qui eu comecei a farmar uma manta pra sofá que não combina com nenhum sofá na minha casa mas vou ignorar isso e fingir daltonismo pq está ficando lindíssima
September 19, 2026 at 11:29 PM
Las laminas que aparecen en el video son el test de Ishihara, creado en 1917 por el oftalmologo japones Shinobu Ishihara.
Test de Ishihara: asi se detecta el daltonismo con circulos de colores - Sinaptica
Las laminas que aparecen en el video son el test de Ishihara, creado en 1917 por el oftalmologo japones Shinobu Ishihara. Cada circulo esta formado por puntos d
sinapti.ca
September 17, 2026 at 4:41 PM
Pfff, mi camiseta dice: "YO ANTES ERA LISTÍSIMA."

Para el daltonismo, acuérdate del chiste, jajaja:

- "Oiga usted, queda detenido por saltarse un semáforo en rojo."

- "Ay, perdón, señor agente, es que soy daltónico."

- "¿Y qué pasa? ¿Que en Daltonia no tenéis semáforos?"

🙈
September 16, 2026 at 7:57 PM
Todo el día intentando recordar la palabra "daltonismo", puta niebla mental, la menopausia es una cosa.
September 16, 2026 at 7:40 PM
meu daltonismo está enxergando uma outra cor, mas tudo bem..

widget-club.com/wallpapers/t...
September 16, 2026 at 10:07 AM
Desculpa a pergunta indelicada, mas vc tem daltonismo????
September 14, 2026 at 1:52 AM
👁️ Uno de cada 12 hombres es daltónico: estas son las señales para detectarlo

👉 Detectar el daltonismo puede ayudar a comprender determinadas dificultades visuales y a establecer estrategias para desenvolverse con mayor facilidad
Uno de cada 12 hombres es daltónico: estas son las señales para detectarlo
www.noticiasdegipuzkoa.eus
September 13, 2026 at 9:32 PM
Daltonismo aparte...
Yo voy , con lluvia o nieve, de naranja fosforito.
September 13, 2026 at 9:13 PM
Que a lo mejor tambien tiene que ver con que soy introvertido y discreto y que ademas el daltonismo hace que tonos azulados me resulten suaves y agradables
September 13, 2026 at 8:18 AM
Disfunção erétil pode estar causando estresse no trabalho, aponta estudo
Uma rotina marcada por jornadas extensas, pressão por promoções e pouco apoio dos superiores pode produzir efeitos que ultrapassam o ambiente profissional. Um estudo realizado na China identificou uma associação entre níveis elevados de estresse no trabalho e maior ocorrência de disfunção erétil entre homens jovens. Daltonismo: muitas pessoas não sabem que têm a condição; você é uma delas? Entenda A pesquisa acompanhou 826 trabalhadores em tempo integral, com idades entre 22 e 40 anos, entre 2022 e 2024. Para descartar outras causas de problemas de ereção, a equipe excluiu homens com diabetes, doenças cardíacas, lesões na medula espinhal, distúrbios hormonais, uso de medicamentos conhecidos por afetar a função sexual ou que trabalhavam em turnos noturnos ou rotativos. Em vez de depender de uma única pesquisa sobre estresse, os pesquisadores criaram uma pontuação combinada denominada Índice de Acúmulo de Estresse Psicológico no Trabalho, elaborada por um painel de quinze especialistas nas áreas de medicina, psicologia e saúde sexual masculina. A pontuação final integrou fatores como carga horária, autonomia na tomada de decisões, apoio da chefia, relacionamento com colegas e pressão por promoções em um único indicador, o qual previu a disfunção erétil com maior precisão do que duas escalas de estresse já existentes e amplamente utilizadas. A função erétil foi avaliada por meio de um questionário padrão de cinco perguntas, utilizado mundialmente em pesquisas sobre saúde masculina, com pontuações que variavam de 5 (indicando disfunção grave) a 25 (indicando função normal). Amostras de sangue coletadas pela manhã e à noite permitiram medir os níveis de cortisol, testosterona e hormônios relacionados, possibilitando aos pesquisadores acompanhar as variações desses níveis ao longo do dia. A partir das respostas, os participantes foram divididos em quatro grupos, do menor ao maior nível de estresse. Os resultados, publicados na revista científica International Journal of Clinical Practice, mostraram que entre os participantes classificados no grupo de maior estresse profissional, 54% apresentaram dificuldades de ereção. No grupo submetido à menor pressão, o índice ficou em 8%. Após ajustes para idade, peso, tabagismo e consumo de álcool, homens do grupo com maior nível de estresse apresentaram uma probabilidade 10,26 vezes maior de sofrer de disfunção erétil em comparação com o grupo de menor estresse. A longa jornada de trabalho revelou-se o fator isolado mais importante: cada acréscimo de dez horas de trabalho por semana associou-se a uma queda mensurável nas pontuações de função erétil. O apoio da chefia atuou como um fator atenuante, sendo esse efeito protetor mais acentuado entre os homens que cumpriam as jornadas mais longas. Exames de sangue confirmaram os resultados do questionário. O cortisol matinal apresentou um aumento acentuado — cerca de 74% — ao comparar os grupos de menor e maior estresse. Os níveis de testosterona estavam 41% mais baixos entre os participantes sob maior pressão. O ritmo diário normal do cortisol, que deveria atingir o pico pela manhã e diminuir à noite, também se tornou mais plano nos homens sob maior estresse; segundo os pesquisadores, esse padrão indica um sistema de resposta ao estresse operando em ritmo acelerado durante todo o dia e a noite. — A incidência de disfunção erétil em homens jovens tem apresentado uma tendência de crescimento nos últimos anos. Os fatores psicológicos, especialmente o estresse no ambiente profissional, recebem cada vez mais atenção — afirmou Yang Zhou, um dos responsáveis pelo estudo da Faculdade de Medicina de Jiangsu, em Zhenjiang. Por muito tempo, a disfunção erétil foi tratada como um problema de "encanamento" ou uma questão relacionada ao envelhecimento, sendo gerida com medicamentos após o seu surgimento. Esta pesquisa sugere um cenário diferente. Os resultados, entretanto, mostram uma associação e não comprovam que o estresse profissional seja a causa direta da disfunção erétil. Mas, segundo os autores, o estresse prolongado pode interferir nos mecanismos hormonais e neurológicos envolvidos na resposta sexual. A redução da testosterona pode afetar a libido, enquanto níveis elevados de cortisol e o estado permanente de alerta podem prejudicar a capacidade de obter ou manter uma ereção. A rotina desgastante também pode influenciar a vida sexual de outras maneiras. Privação de sono, esgotamento e longas jornadas reduzem o tempo e a disposição para a intimidade, além de contribuírem para problemas de saúde física e mental. O estudo também mostrou que o aspecto temporal pode ser a contribuição mais útil do estudo para a prevenção. Alterações nos níveis de cortisol surgiram cerca de duas a quatro semanas antes de a testosterona começar a cair, e a queda da testosterona antecedeu as alterações na função erétil em um período adicional de quatro a seis semanas. Os autores descrevem isso como uma possível janela de intervenção de seis a dez semanas, baseada em modelos estatísticos, e não como uma cronologia comprovada para qualquer homem individualmente. Além da disfunção erétil Não são apenas os homens que são afetados pelo estresse no trabalho. Um estudo publicado em 2020 na revista científica International Journal of Impotence Research mostrou que entre as mulheres, maior estresse relacionado ao trabalho esteve associado a pior lubrificação e menor facilidade para atingir o orgasmo. Outro trabalho, publicado no The Journal of Sexual Medicine concluiu que mulheres com alto nível de estresse apresentaram menor excitação genital, níveis mais elevados de cortisol e maior distração durante o estímulo sexual. O resultado indica que não é necessariamente que a mulher deixe de sentir atração pelo parceiro. O estresse pode dificultar que o cérebro "saia do modo de alerta" e se concentre nos estímulos sexuais. Outros estudos com adultos que trabalham constatam consistentemente que níveis mais elevados de estresse no trabalho estão associados a menor desejo e satisfação sexual. A boa notícia é que esses mesmos estudos também revelaram que alguns casais eram muito menos afetados por essa dinâmica. O diferencial desses casais era o grau de conexão emocional que sentiam um pelo outro. A conexão emocional e a intimidade funcionavam como um amortecedor, amenizando o impacto da tensão do trabalho tanto para o profissional quanto para seu parceiro. Maneiras para não deixar que o estresse no trabalho atrapalhe sua vida sexual incluem estabelecer limites aos se desconectar de e-mails e tarefas de trabalho em um horário fixo todas as noites; usar o quarto para relaxamento e conexão, e não apenas para dormir ou trabalhar até tarde; conversar abertamente com seu parceiro sobre seus níveis de estresse para que ele não se sinta rejeitado e realizar atividades que ajudam a aliviar a tensão, como exercício físico, ioga ou massagens para ajudar seu sistema nervoso a sair do "modo de trabalho".
dlvr.it
September 13, 2026 at 7:24 AM
Disfunção erétil pode estar causando estresse no trabalho, aponta estudo
Uma rotina marcada por jornadas extensas, pressão por promoções e pouco apoio dos superiores pode produzir efeitos que ultrapassam o ambiente profissional. Um estudo realizado na China identificou uma associação entre níveis elevados de estresse no trabalho e maior ocorrência de disfunção erétil entre homens jovens. Daltonismo: muitas pessoas não sabem que têm a condição; você é uma delas? Entenda A pesquisa acompanhou 826 trabalhadores em tempo integral, com idades entre 22 e 40 anos, entre 2022 e 2024. Para descartar outras causas de problemas de ereção, a equipe excluiu homens com diabetes, doenças cardíacas, lesões na medula espinhal, distúrbios hormonais, uso de medicamentos conhecidos por afetar a função sexual ou que trabalhavam em turnos noturnos ou rotativos. Em vez de depender de uma única pesquisa sobre estresse, os pesquisadores criaram uma pontuação combinada denominada Índice de Acúmulo de Estresse Psicológico no Trabalho, elaborada por um painel de quinze especialistas nas áreas de medicina, psicologia e saúde sexual masculina. A pontuação final integrou fatores como carga horária, autonomia na tomada de decisões, apoio da chefia, relacionamento com colegas e pressão por promoções em um único indicador, o qual previu a disfunção erétil com maior precisão do que duas escalas de estresse já existentes e amplamente utilizadas. A função erétil foi avaliada por meio de um questionário padrão de cinco perguntas, utilizado mundialmente em pesquisas sobre saúde masculina, com pontuações que variavam de 5 (indicando disfunção grave) a 25 (indicando função normal). Amostras de sangue coletadas pela manhã e à noite permitiram medir os níveis de cortisol, testosterona e hormônios relacionados, possibilitando aos pesquisadores acompanhar as variações desses níveis ao longo do dia. A partir das respostas, os participantes foram divididos em quatro grupos, do menor ao maior nível de estresse. Os resultados, publicados na revista científica International Journal of Clinical Practice, mostraram que entre os participantes classificados no grupo de maior estresse profissional, 54% apresentaram dificuldades de ereção. No grupo submetido à menor pressão, o índice ficou em 8%. Após ajustes para idade, peso, tabagismo e consumo de álcool, homens do grupo com maior nível de estresse apresentaram uma probabilidade 10,26 vezes maior de sofrer de disfunção erétil em comparação com o grupo de menor estresse. A longa jornada de trabalho revelou-se o fator isolado mais importante: cada acréscimo de dez horas de trabalho por semana associou-se a uma queda mensurável nas pontuações de função erétil. O apoio da chefia atuou como um fator atenuante, sendo esse efeito protetor mais acentuado entre os homens que cumpriam as jornadas mais longas. Exames de sangue confirmaram os resultados do questionário. O cortisol matinal apresentou um aumento acentuado — cerca de 74% — ao comparar os grupos de menor e maior estresse. Os níveis de testosterona estavam 41% mais baixos entre os participantes sob maior pressão. O ritmo diário normal do cortisol, que deveria atingir o pico pela manhã e diminuir à noite, também se tornou mais plano nos homens sob maior estresse; segundo os pesquisadores, esse padrão indica um sistema de resposta ao estresse operando em ritmo acelerado durante todo o dia e a noite. — A incidência de disfunção erétil em homens jovens tem apresentado uma tendência de crescimento nos últimos anos. Os fatores psicológicos, especialmente o estresse no ambiente profissional, recebem cada vez mais atenção — afirmou Yang Zhou, um dos responsáveis pelo estudo da Faculdade de Medicina de Jiangsu, em Zhenjiang. Por muito tempo, a disfunção erétil foi tratada como um problema de "encanamento" ou uma questão relacionada ao envelhecimento, sendo gerida com medicamentos após o seu surgimento. Esta pesquisa sugere um cenário diferente. Os resultados, entretanto, mostram uma associação e não comprovam que o estresse profissional seja a causa direta da disfunção erétil. Mas, segundo os autores, o estresse prolongado pode interferir nos mecanismos hormonais e neurológicos envolvidos na resposta sexual. A redução da testosterona pode afetar a libido, enquanto níveis elevados de cortisol e o estado permanente de alerta podem prejudicar a capacidade de obter ou manter uma ereção. A rotina desgastante também pode influenciar a vida sexual de outras maneiras. Privação de sono, esgotamento e longas jornadas reduzem o tempo e a disposição para a intimidade, além de contribuírem para problemas de saúde física e mental. O estudo também mostrou que o aspecto temporal pode ser a contribuição mais útil do estudo para a prevenção. Alterações nos níveis de cortisol surgiram cerca de duas a quatro semanas antes de a testosterona começar a cair, e a queda da testosterona antecedeu as alterações na função erétil em um período adicional de quatro a seis semanas. Os autores descrevem isso como uma possível janela de intervenção de seis a dez semanas, baseada em modelos estatísticos, e não como uma cronologia comprovada para qualquer homem individualmente. Além da disfunção erétil Não são apenas os homens que são afetados pelo estresse no trabalho. Um estudo publicado em 2020 na revista científica International Journal of Impotence Research mostrou que entre as mulheres, maior estresse relacionado ao trabalho esteve associado a pior lubrificação e menor facilidade para atingir o orgasmo. Outro trabalho, publicado no The Journal of Sexual Medicine concluiu que mulheres com alto nível de estresse apresentaram menor excitação genital, níveis mais elevados de cortisol e maior distração durante o estímulo sexual. O resultado indica que não é necessariamente que a mulher deixe de sentir atração pelo parceiro. O estresse pode dificultar que o cérebro "saia do modo de alerta" e se concentre nos estímulos sexuais. Outros estudos com adultos que trabalham constatam consistentemente que níveis mais elevados de estresse no trabalho estão associados a menor desejo e satisfação sexual. A boa notícia é que esses mesmos estudos também revelaram que alguns casais eram muito menos afetados por essa dinâmica. O diferencial desses casais era o grau de conexão emocional que sentiam um pelo outro. A conexão emocional e a intimidade funcionavam como um amortecedor, amenizando o impacto da tensão do trabalho tanto para o profissional quanto para seu parceiro. Maneiras para não deixar que o estresse no trabalho atrapalhe sua vida sexual incluem estabelecer limites aos se desconectar de e-mails e tarefas de trabalho em um horário fixo todas as noites; usar o quarto para relaxamento e conexão, e não apenas para dormir ou trabalhar até tarde; conversar abertamente com seu parceiro sobre seus níveis de estresse para que ele não se sinta rejeitado e realizar atividades que ajudam a aliviar a tensão, como exercício físico, ioga ou massagens para ajudar seu sistema nervoso a sair do "modo de trabalho".
oglobo.globo.com
September 13, 2026 at 7:33 AM
Forçando daltonismo pra ignorar as enormes bandeiras vermelhas (mas a química de milhões 🤌🤌🤌
September 12, 2026 at 2:26 PM