#ISAPS
Usch usch usch så tragiskt. Patriarkat, skönhetsindustri och oreglerad medicin i en ohelig allians som skadar kvinnor. Stympar dem.

www.dn.se/insidan/jacq...
Jacqueline opererade underlivet – fick men för livet
Blygdläppsförminskning är bland de skönhetsingrepp som ökar snabbt globalt, enligt Isaps. Jacqueline opererade sitt underliv – och fick men för livet.
www.dn.se
September 20, 2026 at 6:16 AM
O Brasil é recordista em número de cirurgias íntimas femininas. Só em 2020, mais de 20 mil mulheres passaram por ninfoplastia ou labioplastia — procedimento realizado nos pequenos lábios da vulva —, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS, na sigla em inglês).
May 29, 2025 at 10:01 PM
Det här är så oerhört tragiskt. Estetisk intimkirurgi.
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Jacqueline opererade underlivet – fick men för livet
Blygdläppsförminskning är bland de skönhetsingrepp som ökar snabbt globalt, enligt Isaps. Jacqueline opererade sitt underliv – och fick men för livet.
www.dn.se
September 20, 2026 at 7:13 AM
Hey students The isaps is next week
April 2, 2025 at 10:44 PM
Today concludes the last day of the isaps
April 9, 2025 at 4:42 PM
¡Adiós Australia! Tuve un tiempo increíble en la @australiansocietyofplasticsurgeons con colegas de todo el mundo! El presidente de ISAPS, Dr. Dirk Richter, Dr. Bryan Mendelson, Dr. Tim Papadopoulos y Dr. Sam. Sam acaba de jubilarse.
July 30, 2025 at 10:59 AM
One for your diary - An ISAPS endorsed course “The Art of Aesthetic Surgery” – Hosted at the historical Castle Laufen, on the Rhine Falls in Switzerland. SEPTEMBER 25-27, 2025 https://isapsendorsedcoursecastlelaufenswitzerland.org @isapsofficial #AestheticSurgery #PlasticSurgery #PlasticSurgeons
ISAPS Endorsed Course Castle Laufen – ISAPS Endorsed Course Switzerland
ISAPS Course Castle Laufen Switzerland
isapsendorsedcoursecastlelaufenswitzerland.org
May 21, 2025 at 4:03 PM
Om jag mötte ung patientgrupp som jag uppfattade att beskriver att de inre blygdläpparna är något som ”ofta [är] något man har skämts över hela livet”
Skulle jag starta forskningsprojekt med BVC och elevhälsan i drabbat område och ffa larma sociala myndigheter www.dn.se/sverige/skon...
September 20, 2026 at 6:37 AM
Not: Sıralamalar, Uluslararası Estetik Plastik Cerrahi Derneği (ISAPS) 2021 küresel anketinden, 1.000 kişi başına toplam estetik işlem sayısı (cerrahi + cerrahi olmayan) kullanılarak hesaplanmıştır.

Kaynak: Insider Monkey
May 24, 2026 at 11:34 AM
Lipoaspiração entre as famosas: o que você precisa saber para escolher um especialista de confiança e garantir um bom resultado .
Lipoaspiração entre as famosas: o que você precisa saber para escolher um especialista de confiança e garantir um bom resultado
Anitta, Virgínia Fonseca, Bianca Andrade e Ludmilla estão entre as celebridades que já recorreram à lipoaspiração, procedimento que, segundo dados divulgados em 2025 pela ISAPS (Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética), foi a cirurgia estética mais feita no mundo entre mulheres em 2024. No Brasil, ela também ocupa o topo da lista. Mas diante da popularidade, surge uma pergunta crucial: como escolher um cirurgião plástico com segurança? Entenda por que celebridades estão abandonando os exageros e valorizando a beleza natural Blefaroplastia em alta no Brasil: saiba por que a cirurgia virou tendência entre as famosas Segundo o levantamento da ISAPS, a lipoaspiração respondeu por 12,3% de todos os procedimentos cirúrgicos realizados no Brasil em 2024, totalizando cerca de 289.766 intervenções, um número que confirma a consolidação da técnica como a queridinha dos consultórios nacionais. No mundo, foram mais de 2,2 milhões de procedimentos no mesmo ano, o que representa um crescimento de 14,2% em relação a 2023 e de 31,3% desde 2019. Avanços como a lipoescultura ultrassônica, a vibrolipoaspiração e tecnologias de retração de pele contribuem para esse crescimento ao oferecerem resultados mais naturais e menos tempo de recuperação. No entanto, especialistas reforçam que, por trás de cada intervenção, deve haver um olhar criterioso, e ético. 'A verdadeira arte da cirurgia plástica está em respeitar a individualidade' Para o cirurgião plástico Marcelo Norio Inada, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), a escolha do profissional não pode se limitar a indicações de redes sociais ou promessas milagrosas. — O primeiro ponto é técnico: o paciente deve procurar um cirurgião plástico, membro especialista da SBCP, que opere em ambiente seguro e tenha uma equipe bem treinada — orienta. — Mas a cirurgia plástica, especialmente a Lipo HD, exige muito mais do que formação. Exige olhar artístico, domínio da anatomia tridimensional e sensibilidade para interpretar o corpo como escultura viva — destaca. O médico defende que, além da capacitação, o profissional precisa compreender que cada corpo tem uma linguagem própria, e que a cirurgia deve se adequar a isso, não o contrário. — Planejo com detalhe, uso tecnologia de ponta e realizo a escultura corporal respeitando os limites biológicos, mas com excelência estética. O resultado precisa ser não só bonito — precisa fazer sentido no conjunto. Essa é a verdadeira arte da cirurgia plástica de alto nível — pontua. Mais que estética: definição com naturalidade Entre os principais motivos que levam homens e mulheres ao consultório para realizar lipoaspiração está a busca por proporção, definição muscular e resultados duradouros. Na prática clínica do Dr. Marcelo, o perfil do paciente mudou: deixou de focar apenas na retirada de gordura localizada e passou a valorizar um contorno corporal harmonioso e realista. — Os pacientes chegam buscando definição precisa, proporções naturais e resultados duradouros — tudo com segurança e realismo — afirma. Esse movimento, segundo ele, revela um amadurecimento estético importante: mais do que se encaixar em padrões, o brasileiro quer um corpo que reflita estilo de vida, saúde e identidade. — O brasileiro deseja um corpo que traduza seu estilo de vida com naturalidade e elegância. A Lipo HD representa perfeitamente essa busca e, por isso, se tornou o procedimento mais solicitado na minha clínica — diz. A lipoescultura de alta definição passou por uma revolução tecnológica nos últimos anos. Hoje, é possível esculpir áreas como abdômen, cintura, costas, glúteos e peitoral com um detalhamento que antes era impensável, sempre respeitando o biotipo e os limites de cada paciente. Além disso, o procedimento também conquistou o público masculino, que busca definição muscular sem exageros. O número de homens adeptos à técnica aumentou significativamente nos últimos anos. — Eles querem um corpo com presença, contorno e virilidade, e hoje temos as ferramentas técnicas ideais para entregar esses resultados com segurança — aponta. Estética x pressão social: saber reconhecer o que é seu Embora a lipoescultura seja cada vez mais segura e precisa, é fundamental diferenciar um desejo legítimo de mudança de uma pressão social camuflada por filtros e comparações. Para o especialista, esse é um dos pontos mais delicados do trabalho de um cirurgião: identificar o que é saudável, e o que não é. — Um desejo saudável nasce de um incômodo real e de expectativas possíveis. Já a pressão estética vem da comparação, das redes sociais, de padrões irreais — esclarece. — Muitas vezes, o melhor que posso fazer é não operar. Meu papel é orientar. Em alguns casos, proponho alternativas mais coerentes com o corpo e o momento de vida daquela pessoa — acrescenta. De acordo com o especialista, procedimentos como a Lipo HD exigem avaliação criteriosa e realismo. Não basta querer um abdômen definido, é preciso ter condições físicas adequadas e disposição para manter os resultados com um estilo de vida saudável. — A cirurgia plástica deve ser ferramenta de autoestima, não de autonegação — conclui. Dicas para escolher um cirurgião plástico com segurança: Verifique se o médico é membro especialista da SBCP Confirme se a cirurgia será feita em ambiente hospitalar adequado Avalie se o profissional respeita os limites do seu corpo e da sua saúde Evite pressões externas ou promessas de resultados “perfeitos” Lembre-se: a cirurgia deve valorizar sua identidade, não apagá-la
dlvr.it
August 17, 2025 at 11:20 PM
Novo alerta para perigos da harmonização facial
Karina Mazzini, dermatologista. Oliete Guerra, dermatologista. Renata Melo, médica. |  Foto: Leone Iglesias. Divulgação. Divulgação O Brasil realizou mais de 176 mil aplicações de ácido hialurônico, apenas em 2024, segundo relatório da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS). O produto é um dos mais utilizados para a realização de harmonização facial.O procedimento, segundo especialistas, visa melhorar o contorno de nariz, de mandíbula e de lábios, além de suavizar rugas e linhas de expressão. Porém, um estudo alerta que preencher o rosto, sem orientação médica adequada, pode causar danos graves.Perda de pele e até cegueira podem ser ocasionadas caso o preenchedor cause bloqueio das artérias, segundo apontou o estudo da Universidade de São Paulo (USP).Os pesquisadores usaram um ultrassom para estudar 100 casos de preenchimento que deram errado. A recomendação dos investigadores é que, antes do procedimento, o médico utilize o ultrassom para avaliar onde o produto deve ser aplicado, evitando complicações.A dermatologista Karina Mazzini reforça que o preenchimento não é um procedimento “tão simples”, como muita gente pensa.“O preenchimento, mesmo com o ácido hialurônico, é feito de um material que é um gel, não é líquido. Se a pessoa injetar dentro de uma artéria pode fazer uma oclusão do fluxo sanguíneo. Existem áreas de muito risco, como glabela (entre as sobrancelhas), nariz, olheiras e sulcos nasogenianos (bigode chinês)”, apontou.Para a dermatologista Oliete Guerra, quem deve realizar esses procedimentos são médicos, dermatologistas e cirurgiões plásticos.“É preciso entender de pele, das camadas, da anatomia, quando está havendo algum problema e o que fazer se ele ocorrer. Problema só não tem quem não faz, mas, se diagnosticado a tempo, é possível trabalhar bem. É preciso saber em quais áreas fazer e o material usado”.A médica Renata Melo ressalta que a harmonização não se trata apenas de “colocar um pouco de produto”, já que o procedimento exige conhecimento da anatomia e técnica precisa.“Segurança vem antes de qualquer resultado estético. Infelizmente, vemos intercorrências todos os dias, algumas graves, e profissionais sem capacitação chegam a tratá-las como normais. Segurança, técnica e transparência devem ser prioridade”.Saiba MaisRiscos dos preenchimentosEspecialistas vêm alertando que procedimentos de preenchimento no rosto, apesar de populares, podem trazer riscos sérios quando feitos sem planejamento adequado.Entre as complicações mais preocupantes está a obstrução de artérias, situação que reduz o fluxo de sangue e pode provocar necrose (morte do tecido) e até cegueira.Embora esses eventos não sejam comuns, médicos enfatizam que seus efeitos podem ser devastadores quando não identificados e tratados rapidamente.O que revelou o estudoUm grupo de pesquisadores analisou 100 casos de complicações decorrentes de preenchimentos, usando ultrassonografia para entender como e onde ocorreram as falhas.O levantamento reuniu pacientes atendidos em centros especializados do Brasil, Colômbia, Chile, Holanda e Estados Unidos, no período de 2022 a 2025.Em quase metade deles, o exame mostrou ausência de fluxo sanguíneo em pequenos vasos que ligam artérias superficiais às mais profundas do rosto. Em um terço dos casos, as interrupções ocorreram em vasos maiores, indicando risco ainda mais acentuado.Áreas perigosasAs regiões do nariz, glabela e olheiras foram citadas como as mais delicadas para aplicação de preenchedores. Isso porque os vasos sanguíneos nessas regiões se conectam a estruturas importantes da face. Uma injeção mal posicionada pode comprometer a circulação local e gerar complicações graves, como danos à pele e cegueira.Ultrassom antes do preenchimentoO estudo reforça a recomendação para que clínicas realizem ultrassonografia antes de iniciar qualquer preenchimento facial.O exame permite mapear a anatomia vascular individual, ajudando profissionais a identificar as áreas mais seguras para aplicação.Em caso de complicações, o ultrassom também funciona como guia para o tratamento, direcionando exatamente onde a hialuronidase deve ser aplicada para dissolver o produto e restaurar o fluxo sanguíneo. Sem essa orientação por imagem, o manejo é feito “às cegas”, com maior risco de falhas.Regulamentação e segurançaEntidades internacionais de cirurgia plástica ressaltam que, apesar do avanço no uso do ultrassom, ele ainda não é obrigatório na rotina das clínicas. Esse cenário reacende discussões sobre a necessidade de regulamentação mais rígida para procedimentos estéticos.No Reino Unido, por exemplo, o governo planeja restringir procedimentos de maior risco exclusivamente a profissionais de saúde qualificados e exigir licenciamento rigoroso de clínicas que realizam preenchimentos e aplicações de toxina botulínica.Uma consulta pública sobre as novas regras está prevista para 2026, antes que o Parlamento decida quais medidas serão adotadas. Aplicação de ácido hialurônico é o procedimento mais usado na harmonização |  Foto: Freepik
tribunaonline.com.br
January 2, 2026 at 9:13 PM
Tratamento brasileiro para celulite atrai pacientes dos EUA, Europa e Oriente Médio .
Tratamento brasileiro para celulite atrai pacientes dos EUA, Europa e Oriente Médio
O Brasil ultrapassou os Estados Unidos e se tornou o país com o maior número de procedimentos estéticos realizados no mundo em 2023, segundo levantamento da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS). O avanço reflete não só o aumento da demanda entre brasileiras, mas também a consolidação do país como destino para mulheres estrangeiras que procuram soluções eficazes, acessíveis e seguras. Um dos principais focos dessa procura tem sido o tratamento da celulite, especialmente com o uso de técnicas menos invasivas, com recuperação rápida e resultados visíveis. Viajar virou autocuidado: estudo mostra que turismo é prioridade para o bem-estar dos brasileiros Conforto, privacidade e prestígio: voar de jato particular vira símbolo de status entre famosos e ultrarricos Entre os procedimentos que mais têm despertado o interesse de pacientes de fora do país está o protocolo desenvolvido pelo médico brasileiro Roberto Chacur, reconhecido por congressos internacionais e premiado como o melhor tratamento corporal não cirúrgico no Aesthetic Medicine Awards, em Mônaco. A técnica combina o uso de bioestimuladores de colágeno com o descolamento manual dos septos fibrosos que causam o aspecto irregular na pele, típico da celulite em graus moderados e avançados. “O que mais atrai essas pacientes é o fato de conseguirem tratar a celulite de forma eficiente, com um procedimento realizado em consultório, sob anestesia local, sem cortes e com liberação rápida para voltar à rotina. Muitas chegam após tentativas frustradas em seus países de origem”, explica Chacur, que atende em clínicas no Rio de Janeiro e em São Paulo. Segundo ele, já é comum receber pacientes dos Estados Unidos, França, Portugal, Paraguai e Emirados Árabes, além de brasileiras que vivem no exterior e programam viagens ao país para realizar o procedimento com exclusividade. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, pacientes estrangeiros representavam cerca de 3% do total de procedimentos realizados no Brasil antes da pandemia, número que vem retomando a curva de crescimento com a reabertura internacional e o fortalecimento da imagem do país como polo estético. O Ministério do Turismo projeta crescimento de até 35% no segmento de turismo de saúde até 2030, especialmente em áreas como cirurgia plástica, dermatologia e procedimentos de rejuvenescimento. Batizada de "Dia de Combate à Celulite", a ação é promovida pela GoldIncision, técnica que combina descolamento subcutâneo com bioestimulação de colágeno, e tem como objetivo propor um novo olhar sobre o problema Freepik No caso do tratamento da celulite, o diferencial brasileiro está na combinação de volume de casos tratados com refinamento técnico. Chacur realiza, em média, 20 procedimentos por dia com a técnica que desenvolveu, o que reforça não apenas a eficácia do método, mas sua experiência acumulada. A técnica também já foi incorporada por médicos em outros países e apresentada em congressos como o IMCAS World Congress, em Paris, e o IMCAS China, que acontece este mês. “É um privilégio poder representar a medicina estética brasileira nesses eventos. Isso mostra que o Brasil não está apenas acompanhando tendências, mas está à frente na formulação de soluções com impacto real na vida das mulheres”, afirma. O turismo estético segue como um dos pilares mais promissores do setor de saúde no Brasil. E o crescente número de pacientes que cruzam fronteiras em busca de um tratamento eficaz contra a celulite indica que esse mercado tende a se expandir ainda mais nos próximos anos — com o país consolidando sua posição como referência mundial em inovação estética.
dlvr.it
August 6, 2025 at 4:30 PM
Cirurgião faz alerta após namorada do filho de #Angélica e #LucianoHuck colocar silicone aos 16 anos

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Cirurgião faz alerta após namorada do filho de Angélica e Luciano Huck colocar silicone aos 16 anos - Glow News
O Glow News procurou o Carlos Tagliari, que é membro SBCP e ISAPS - International, que analisou o caso. Entenda!
glownews.com.br
September 17, 2024 at 2:27 PM
Barriga flácida e saliente? Solução não precisa envolver grandes cicatrizes ou cirurgias invasivas .
Barriga flácida e saliente? Solução não precisa envolver grandes cicatrizes ou cirurgias invasivas
A MILA (Lipoabdominoplastia Minimamente Invasiva) é uma técnica cirúrgica moderna para tratar a diástase abdominal, a flacidez de pele e a gordura localizada na região do abdômen com menos trauma e cicatrizes discreta A flacidez abdominal e a diástase — uma saliência causada pela separação dos músculos retos do abdômen — são queixas comuns, especialmente após a gestação. Não à toa, segundo dados da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), a abdominoplastia é a segunda cirurgia plástica corporal mais realizada no mundo, ficando atrás apenas da lipoaspiração, com a qual é frequentemente combinada. No entanto, o receio de cicatrizes visíveis faz com que muitas pessoas evitem o procedimento. Thiaguinho explica o significado do nome do filho após chá revelação com Carol Peixinho Após polêmica no parto, Gato Preto põe em dúvida paternidade da filha com Bia Miranda — Hoje, temos à disposição técnicas inovadoras capazes de tratar pele, gordura e músculos do abdômen com incisões mínimas e sem a necessidade de grandes cortes. A MILA, ou Lipoabdominoplastia Minimamente Invasiva, é ideal para casos de flacidez leve associada à diástase abdominal — afirma Romero Almeida, cirurgião plástico e diretor da Clínica Moderna Sculpt, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da Brazilian Association of Plastic Surgeons (BAPS). Segundo Almeida, a MILA não é um procedimento único, mas um conjunto de abordagens capazes de oferecer resultados semelhantes aos da abdominoplastia tradicional, porém com menos agressividade. — O maior receio de quem busca a abdominoplastia após emagrecimento ou gravidez é a cicatriz, que pode se estender ao redor do umbigo, na parte inferior do abdômen ou até mesmo verticalmente. São marcas difíceis de esconder — explica. A técnica pode envolver até três procedimentos, de acordo com o caso: lipoaspiração, jato de plasma e correção da diástase abdominal. — A lipoaspiração remove a gordura localizada e ajuda na definição do contorno corporal. Já a correção da diástase, que afeta especialmente mulheres no pós-parto, é feita por videocirurgia — esclarece o médico. No caso da videocirurgia, são feitas pequenas incisões por onde passam instrumentos cirúrgicos e uma microcâmera, que orienta o procedimento. — Conseguimos unir os músculos e corrigir a diástase com altíssima precisão e mínimo impacto. As cicatrizes ficam praticamente invisíveis — destaca. Para tratar a flacidez da pele, a MILA pode incluir tecnologias como o jato de plasma ou a radiofrequência microagulhada. — O jato de plasma atua no colágeno, reorganizando suas fibras por meio de calor e resfriamento controlado dos tecidos. Já a radiofrequência microagulhada usa pequenas agulhas que penetram a pele e, ao atingirem certa profundidade, liberam energia para estimular colágeno e melhorar a firmeza. A escolha da técnica depende de cada paciente — explica o cirurgião. Outro diferencial da MILA é o baixo trauma e sangramento, o que torna a recuperação mais rápida, confortável e com menor risco. — A MILA é uma excelente alternativa à abdominoplastia convencional em pacientes com diástase abdominal e pouca sobra de pele. Já em casos de flacidez mais severa, como após grande perda de peso, pode ser necessário recorrer à cirurgia tradicional. A decisão deve ser tomada em conjunto entre médico e paciente, com base em uma avaliação individualizada — conclui Romero Almeida.
dlvr.it
April 25, 2025 at 8:23 AM
Blefaroplastia estruturada trata olhar de forma completa
A blefaroplastia, cirurgia voltada à correção do excesso de pele, flacidez e bolsas nas pálpebras, é hoje o procedimento estético mais realizado no mundo, somando mais de 2 milhões de procedimentos, segundo levantamento da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS). Nos últimos anos, a técnica vem passando por uma transformação conceitual: em vez de se limitar à retirada de tecidos, ganha espaço a chamada blefaroplastia estruturada, abordagem que analisa o conjunto de estruturas da região ocular antes de definir o que deve ser removido, preservado ou reposicionado. A diferença entre os dois modelos está na forma como o cirurgião interpreta a pálpebra, explica a oftalmologista Bárbara Mendes, especializada em plástica ocular e com atuação em Brasília (DF) e Unaí (MG). "A blefaroplastia tradicional tem como foco principal a remoção do excesso de pele e das bolsas de gordura. A blefaroplastia estruturada enxerga a pálpebra como parte de um sistema dinâmico e interconectado. Isso significa que, em vez de simplesmente retirar tecidos, podemos preservar, reposicionar ou remodelar estruturas, buscando recuperar proporções e sustentação", detalha. Segundo a médica especialista, o objetivo dessa mudança de abordagem é fazer com que o resultado da cirurgia respeite a anatomia individual de cada paciente, mantendo a naturalidade da expressão facial. "Saímos de uma cirurgia puramente reformativa para uma abordagem de escultura e restauração anatômica", resume Dra. Bárbara Mendes. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular (SBCPO) descreve esse modelo como uma evolução técnica que amplia o planejamento cirúrgico para além da simples retirada de pele. Avaliação de múltiplas estruturas antes da cirurgia No planejamento da blefaroplastia estruturada, diversos elementos da região dos olhos são analisados de forma conjunta antes de qualquer decisão cirúrgica. "Avaliamos a posição dos supercílios, qualidade e elasticidade da pele, volume e posição das bolsas de gordura, tanto as palpebrais quanto a gordura sob a sobrancelha, chamada ROOF, tonicidade do músculo orbicular e sustentação dos cantos laterais", informa a especialista. De acordo com ela, também entram na análise o formato dos olhos, a qualidade da pele, eventuais assimetrias e as proporções faciais do paciente. Essa avaliação ampla é o que permite ao cirurgião decidir, caso a caso, o que deve ser preservado, reposicionado ou efetivamente tratado, afirma a Dra. Bárbara Mendes. Duas pessoas com queixas semelhantes podem, assim, exigir condutas cirúrgicas diferentes, a depender das características identificadas na avaliação pré-operatória. O papel da sobrancelha na percepção do olhar Um dos pontos que a blefaroplastia estruturada leva em conta é a posição da sobrancelha, que funciona como uma espécie de moldura da pálpebra superior. "Quando existe uma queda ou uma alteração importante na posição da sobrancelha, simplesmente retirar pele da pálpebra pode não solucionar a sensação de peso ou cansaço e, em alguns casos, pode até produzir um resultado artificial", alerta a oftalmologista. Por essa razão, a posição da sobrancelha precisa integrar a avaliação pré-operatória, ainda que nem todo paciente necessite de intervenção específica nessa estrutura. "É fundamental entender essa relação para que o tratamento da pálpebra seja planejado de forma adequada e proporcional ao restante da face", pontua a Dra. Bárbara Mendes. Equilíbrio entre estruturas favorece naturalidade A especialista salienta que o olhar não depende de uma única estrutura isolada, mas da relação entre pele, gordura, músculo, pálpebras, sobrancelhas e elementos de sustentação da região. "Quando tratamos apenas um desses elementos, podemos melhorar uma característica, mas eventualmente criar uma desproporção em relação às demais", diz. A abordagem estruturada busca justamente esse equilíbrio, o que pode significar, dependendo do paciente, a retirada de uma pequena quantidade de pele, a preservação ou o reposicionamento de gordura, ou ainda a associação com o tratamento de estruturas vizinhas. "A ideia não é transformar o olhar, mas devolver leveza e proporção, respeitando as características individuais do paciente", frisa a Dra. Bárbara Mendes. Estudos publicados na Revista Brasileira de Cirurgia Plástica (RBCP) associam a cirurgia palpebral a ganhos relatados na autoestima de pacientes, somando-se ao componente emocional envolvido no procedimento, além do aspecto físico. Função ocular permanece prioridade no planejamento Apesar do avanço estético, a oftalmologista destaca que a função ocular segue como critério central de qualquer planejamento cirúrgico na região das pálpebras. "Como oftalmologistas e oculoplásticos, a função ocular é sempre a nossa prioridade número um. A pálpebra não é apenas uma estrutura estética: ela tem funções essenciais para a proteção e a lubrificação ocular, além de participar da dinâmica do piscar", acentua. Por isso, uma cirurgia bem planejada precisa considerar não apenas o que será retirado, mas principalmente o que deve ser preservado. "A avaliação da função palpebral, da posição das pálpebras, da frouxidão e da sustentação é importante para reduzir o risco de alterações funcionais e buscar um resultado que seja simultaneamente estético, natural e funcional", conclui a médica. Pesquisa publicada na Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões associa o procedimento bem indicado a bons índices de satisfação clínica entre pacientes avaliados no pós-operatório, o que confirma a relevância do planejamento individualizado defendido pela especialista. Para mais informações, basta acessar: http://drabarbaramendes.com/
oglobo.globo.com
September 15, 2026 at 5:35 PM
Lipo HD tem resultados artificiais? Cirurgião explica
A lipoaspiração permanece entre os procedimentos cirúrgicos estéticos mais realizados no mundo. Segundo o Global Survey 2024 da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), divulgado em 2025, o Brasil ocupa a primeira posição mundial em número de cirurgias plásticas estéticas. No país, foram registradas 289.766 lipoaspirações no período analisado, correspondentes a 12,3% das cirurgias estéticas contabilizadas. O aumento da procura também amplia a discussão sobre os diferentes níveis de definição que podem ser buscados com a técnica. A lipoaspiração de alta definição, conhecida como Lipo HD, diferencia-se da lipoaspiração convencional por trabalhar de maneira mais seletiva os depósitos de gordura, buscando evidenciar determinadas referências anatômicas. A técnica pode atuar nas camadas superficiais e profundas do tecido adiposo para criar transições entre regiões de maior e menor projeção. O objetivo é destacar contornos que já fazem parte da anatomia do paciente, e não criar uma estrutura muscular que não exista. A preocupação com um resultado excessivamente marcado também aparece na literatura médica. Uma revisão publicada no Aesthetic Surgery Journal Open Forum, que analisou a evolução da lipoaspiração ultrassônica de definição em pacientes homens ao longo de mais de 15 anos, identificou mudanças na percepção dos resultados. De acordo com o estudo, marcações mais agressivas, utilizadas em abordagens iniciais da técnica, foram associadas à percepção de um abdômen artificial. A evolução das técnicas passou a considerar marcações mais discretas e individualizadas, de acordo com a anatomia de cada paciente. A percepção de artificialidade, segundo o cirurgião plástico Dr. Enio Giacchetto, está mais relacionada à intensidade da marcação e à indicação do procedimento do que à técnica em si. "O aspecto artificial geralmente está relacionado a uma marcação excessiva, que não respeita a anatomia individual, ou à indicação do procedimento para um paciente que não apresenta as características adequadas. A alta definição não deve impor um desenho ao corpo, mas valorizar os contornos que já fazem parte daquela anatomia", explica. A indicação começa pela avaliação individual. Pessoas próximas de um peso considerado adequado para sua estrutura corporal, com gordura localizada e condições de pele compatíveis, podem ser avaliadas para a técnica, mas a decisão depende das características anatômicas e clínicas de cada caso. Assim como outras modalidades de lipoaspiração, a Lipo HD não tem como finalidade promover emagrecimento nem deve ser considerada tratamento para obesidade. A intensidade da definição também pode ser planejada. Nem todo paciente que apresenta indicação para lipoaspiração precisa buscar um abdômen extremamente marcado. A avaliação considera fatores como distribuição de gordura, elasticidade da pele, estrutura muscular e proporções corporais para determinar quais regiões podem ser trabalhadas e qual nível de definição é compatível com aquela anatomia. "Cada pessoa apresenta proporções, distribuição de gordura, qualidade de pele e características musculares próprias. O planejamento anatômico individualizado é fundamental para buscar um resultado harmônico. A definição precisa funcionar no cotidiano do paciente e não apenas nas fotografias realizadas após a cirurgia", afirma o Dr. Enio. Outro ponto é que a definição obtida pela Lipo HD não significa criação de massa muscular. A técnica atua sobre o tecido adiposo e pode tornar mais perceptíveis estruturas musculares que já existem. Em alguns casos selecionados, procedimentos associados podem acrescentar volume a determinadas regiões, mas esse efeito não corresponde à hipertrofia produzida pelo treinamento físico. Por isso, a cirurgia não substitui exercícios, alimentação equilibrada ou acompanhamento profissional. Em pacientes selecionados, o planejamento pode incluir a lipoenxertia intramuscular guiada por ultrassom. Nesse caso, a gordura retirada do próprio paciente é preparada e transferida para regiões musculares específicas com o objetivo de acrescentar volume e evidenciar determinados contornos. A técnica exige indicação precisa, controle anatômico e atenção à segurança. A discussão sobre naturalidade também está relacionada às expectativas do paciente. Para o Dr. Enio, o planejamento deve considerar a estrutura corporal individual e evitar marcações incompatíveis com a anatomia. "Os pacientes estão mais informados e muitos procuram resultados que não pareçam padronizados. A proposta atual é planejar a definição de acordo com a estrutura corporal de cada pessoa, preservando sua identidade e evitando marcações incompatíveis com sua anatomia", avalia. A Lipo HD não produz necessariamente um resultado artificial. Uma aparência excessivamente marcada pode estar relacionada à intensidade da definição, à seleção inadequada do paciente, ao planejamento incompatível com sua anatomia ou a limitações individuais que não foram corretamente consideradas. Como toda cirurgia, a lipoaspiração envolve riscos e não permite garantir um resultado específico. "Definição e naturalidade não são conceitos opostos. Quando a cirurgia respeita a anatomia, as proporções e as características individuais, é possível buscar um corpo mais contornado sem retirar a identidade do paciente", conclui o Dr. Enio.
valor.globo.com
September 8, 2026 at 10:30 PM
Dra. Júlia Melo desmistifica a cirurgia íntima feminina e derruba tabus antigos
O Brasil é o país que mais realiza cirurgia estética no mundo. Em 2024, foram cerca de 2,3 milhões de procedimentos cirúrgicos, número que coloca o país à frente no ranking cirúrgico global, atrás apenas dos Estados Unidos quando se somam também os procedimentos não cirúrgicos. Dentro desse universo, a cirurgia íntima feminina ganhou espaço suficiente para virar categoria própria: foi só no levantamento de 2024 que a ISAPS passou a incluir dados específicos de cirurgia genital externa em seu relatório. Esse é um bom retrato do momento. O procedimento saiu da margem, mas ainda carece de séries históricas robustas e de consenso, o que torna a conversa mais interessante, e também mais delicada, do que os números sozinhos sugerem. O que realmente leva ao consultório O primeiro mal-entendido a desfazer é o de que se trata de uma cirurgia puramente estética. Boa parte das pacientes chega com queixas físicas concretas. Entre as mais comuns está o relato de que os pequenos lábios atrapalham a atividade sexual, a atividade física e incomodam ao usar roupas apertadas. Dor, irritação recorrente e constrangimento cotidiano costumam pesar mais do que a aparência em si. É nesse ponto que a Dra. Júlia Melo situa a indicação correta, e faz uma ressalva que costuma surpreender. Os pequenos lábios não são um excesso a ser eliminado: eles ajudam a proteger a região íntima, auxiliam na lubrificação e contribuem para manter o pH local. Uma cirurgia bem conduzida, portanto, não busca "tirar o máximo", e sim remover apenas o que gera o incômodo, preservando bordas e sensibilidade. A literatura médica acompanha esse raciocínio: estudos com a técnica de ressecção em cunha relatam alívio do desconforto e melhora funcional e estética nas pacientes operadas. Por que o assunto se abriu Se a queixa não é nova, o que mudou foi a disposição de falar sobre ela. Especialistas atribuem o aumento da procura a uma combinação de fatores: maior acesso à informação, quebra de tabus em torno do corpo feminino e aperfeiçoamento das técnicas cirúrgicas. Mulheres passaram a questionar em consulta desconfortos que antes eram silenciados. Formada pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e credenciada pela SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), Júlia Melo trabalha justamente nesse território de informação. Ela mantém um material educativo sobre cirurgia íntima que enfrenta perguntas que a paciente raramente verbaliza, inclusive a mais direta delas: existe uma vulva "perfeita"? A resposta que orienta sua prática é não. O limite entre cuidar e padronizar É aqui que a discussão amadurece. A mesma abertura que ajudou muitas mulheres também criou espaço para uma pressão nova: a de ajustar a região íntima a um suposto modelo. Pesquisadoras que estudam o tema alertam para o risco. Um ensaio publicado nos Cadernos de Saúde Pública observa que, apesar da falta de consenso sobre o que seria a hipertrofia dos pequenos lábios, a cirurgia é muito indicada e pode reforçar padrões estritos de "normalidade" do corpo feminino. Cirurgiões criteriosos partilham a cautela. Não existe um padrão "normal" ou estético para a região genital feminina, e variações de tamanho e forma são, na maioria das vezes, naturais. Por isso a Dra. Júlia Melo trata a consulta, e não a cirurgia, como a etapa decisiva do processo. É nela que se distingue a paciente com um problema funcional real daquela que chegou cobrando do próprio corpo uma simetria que não precisa existir. O mesmo cuidado se aplica à idade. Como os pequenos lábios ainda podem se desenvolver no início da vida adulta, a labioplastia é indicada, idealmente, para maiores de 18 anos, uma fronteira ética que ganha importância à medida que o tema circula cada vez mais cedo nas redes sociais. Como decidir com segurança Sobre a escolha do profissional, a orientação da especialista é direta: o preço não deve ser o critério principal, e convém desconfiar de quem divulga valores de cirurgia plástica na internet. Selecionar o cirurgião certo, na comparação que ela usa, exige avaliar empatia e credenciais na mesma medida. Derrubar o tabu, no fim, não significa levar mais mulheres à mesa de cirurgia, significa o contrário. É dar informação para que cada uma decida, sem vergonha e sem pressão, o que é de fato um incômodo e o que é apenas cobrança externa. Para a Dra. Júlia Melo, a cirurgia íntima cumpre seu papel quando devolve conforto e bem-estar a quem precisa, sem transformar a variedade natural dos corpos em mais um defeito a ser consertado.
oglobo.globo.com
September 3, 2026 at 4:22 PM
En güncel ISAPS (Uluslararası Estetik Cerrahi Derneği) Küresel Araştırması, estetik ameliyatlardaki eğilimlere dair kapsamlı bir tablo ortaya koyuyor. Araştırmaya göre Rinoplasti, dünyada en çok yapılan cerrahi estetik işlemler arasında yer alıyor.
July 31, 2026 at 3:47 PM
Pacientes trocam Lipo HD por contornos mais naturais
O Brasil é o país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo, com 2,3 milhões de procedimentos cirúrgicos feitos em 2024, segundo o estudo anual mais recente da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS). No entanto, o que tem chamado mais atenção nos consultórios ultimamente não é o volume, e sim uma mudança de preferência: pacientes que chegam pedindo lipoaspiração de alta definição — a "Lipo HD", conhecida pelos contornos musculares marcados — saem optando por resultados mais suaves. Essa transição da Lipo HD para a chamada Lipo MD (média definição) foi descrita por pesquisadores na Revista Brasileira de Cirurgia Plástica (RBCP). O estudo detectou que, mesmo quando solicitavam a técnica de alta definição pelo nome, as pessoas demonstravam preferência prática por contornos menos evidentes. O desejo atual do público é conquistar uma silhueta que seja totalmente integrada à anatomia natural de cada indivíduo. Na experiência clínica da Dra. Ana Cecília Granda, essa transformação também é evidente no dia a dia. Com atuação voltada ao contorno corporal e às tecnologias aplicadas à lipoaspiração, a especialista observa que o perfil dos pacientes mudou significativamente nos últimos anos. Se antes a principal preocupação era alcançar o máximo de definição muscular, hoje predominam pacientes que valorizam equilíbrio, naturalidade, longevidade dos resultados e, principalmente, segurança. Segundo a cirurgiã, esse novo comportamento reflete um maior acesso à informação. Os pacientes passaram a compreender melhor que procedimentos realizados sem indicação adequada ou conduzidos de forma insegura podem resultar em aspectos artificiais e em complicações potencialmente graves. Segurança como prioridade O deslocamento de perspectiva, no entanto, não elimina a distância entre o que o paciente imagina e o que o procedimento pode entregar com segurança. Dra. Ana Cecília identifica quatro situações recorrentes de expectativa mal calibrada: a expectativa por um resultado exato, sem considerar que a resposta biológica é individual; e a busca por resultados como se os tecidos não tivessem histórico cirúrgico anterior. "Com o grande volume de informações e o intenso marketing nas redes sociais, muitos pacientes chegam ao consultório idealizando resultados apresentados na internet, sem que os riscos, as limitações e as consequências dos procedimentos sejam devidamente compreendidos", identifica. "Muitas vezes, não se leva em consideração que cada paciente possui um biotipo, uma estrutura anatômica e limites de segurança próprios", complementa a cirurgiã. Quando a expectativa do paciente está fora dos limites seguros, a conduta é clara. A recusa do procedimento, quando necessária, é colocada como decisão ética. "Quando percebo que o paciente possui expectativas incompatíveis com os limites de segurança do procedimento, minha conduta é ser extremamente honesta e pragmática durante a consulta", revela a médica. Planejamento individualizado e tecnologia Esse reposicionamento do olhar clínico encontra respaldo nas ferramentas que a cirurgia plástica passou a ter acesso. O planejamento individualizado, que leva em conta biotipo, histórico cirúrgico, proporções e expectativas realistas de cada paciente, ganhou precisão com recursos que permitem antecipar e controlar o resultado antes mesmo da incisão. A médica da clínica Le Blanc ressalta que, na lipoaspiração, especificamente, a combinação de diferentes abordagens técnicas, conforme o perfil anatômico de cada pessoa, substituiu protocolos mais padronizados, tornando o resultado menos dependente de um modelo estético único e mais orientado pelas características de quem está na mesa cirúrgica. Na lipoaspiração moderna, o uso de ultrassom VASER para emulsificação de gordura, sistemas de infiltração de maior precisão e equipamentos de vibrolipoaspiração, como o MicroAire, contribuem para resultados mais controlados e previsíveis. A Dra. Ana Cecília, porém, é direta quanto ao papel dessas tecnologias: "Nenhuma tecnologia substitui o planejamento adequado e a experiência do cirurgião", defende. O resultado depende da capacidade de combinar os recursos disponíveis com a leitura precisa da anatomia de cada paciente. "A verdadeira excelência na cirurgia plástica está em combinar beleza, naturalidade e segurança. Buscamos valorizar a anatomia de cada paciente de forma harmônica e saudável, respeitando suas características individuais", pontua. A perspectiva para os próximos anos aponta para uma consolidação dessa tendência. "Acredito que o futuro da cirurgia plástica será cada vez mais pautado pela individualização dos tratamentos. O melhor resultado não é aquele que mais chama atenção imediatamente, mas aquele que permanece bonito, natural e seguro ao longo dos anos. Meu compromisso é realizar procedimentos que respeitem a anatomia, preservem a qualidade dos tecidos e permitam que o paciente envelheça de forma harmoniosa", conclui a Dra. Ana Cecília Granda. Sobre a Dra. Ana Cecília Granda A Dra. Ana Cecília Granda é cirurgiã plástica, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da American Society of Plastic Surgeons (ASPS). Atua com foco em contorno corporal, lipoaspiração de alta definição e tecnologias aplicadas à retração cutânea. Sua prática é baseada em planejamento individualizado, segurança cirúrgica, preservação anatômica e resultados naturais, respeitando as características e os objetivos de cada paciente. Sua filosofia prioriza procedimentos que associem inovação tecnológica, rigor científico e responsabilidade médica, oferecendo resultados elegantes, duradouros e compatíveis com um envelhecimento saudável. Para mais informações, basta acessar: Site oficial: https://draanaceciliagranda.com/ Instagram: @dra.anaceciliagranda - instagram.com/dra.anaceciliagranda Contato: +55 11 91006-2626, ou por meio do link: https://wa.link/q7gyld Endereço: Clínica Le Blanc: Alameda dos Maracatins, 1217, Conjunto 507 - Moema, São Paulo (SP)
valor.globo.com
July 15, 2026 at 8:30 PM
Mais da metade dos jovens se arrepende de procedimentos estéticos; especialista alerta para 'dismorfia da selfie' .
Mais da metade dos jovens se arrepende de procedimentos estéticos; especialista alerta para 'dismorfia da selfie'
O Brasil lidera o ranking mundial de cirurgias plásticas, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps). Ao mesmo tempo, cresce entre os jovens a procura por procedimentos voltados à aparência e ao combate precoce dos sinais de envelhecimento. Entenda importância de fazer cadastro e gerar token no ConsigCarioca, da Prefeitura do Rio Vídeo mostra momento em que cachorros perseguem homem que tentou agredir sexualmente duas mulheres Dinheiro de facções era lavado em lojas de celulares; uma delas movimentou R$ 47 milhões, diz delegado Uma pesquisa da Opinion Box aponta que 62% dos integrantes da geração Z submetidos a intervenções estéticas buscam amenizar sinais da idade. Entre os entrevistados que realizaram alterações físicas de longa duração, 52% afirmaram ter se arrependido. Para Ludmilla Furtado, coordenadora do curso de Psicologia da Uniabeu, os dados refletem uma nova manifestação da insatisfação corporal, intensificada pelo uso constante de filtros e pelas imagens idealizadas nas redes sociais. Popularizado como “dismorfia da selfie”, o fenômeno ocorre quando a percepção da própria aparência passa a ser influenciada por padrões digitais difíceis ou impossíveis de alcançar. “O problema não é a selfie, mas a transformação de uma imagem editada em um ideal de beleza. O jovem deixa de buscar quem é para tentar se tornar uma versão que nem existe”, explica Ludmilla. Segundo o levantamento, quase 70% dos jovens relacionam a felicidade à aparência. Para a psicóloga, condicionar a autoestima à imagem pode aumentar a instabilidade emocional e a vulnerabilidade a quadros de ansiedade e depressão. O índice de arrependimento após mudanças duradouras na aparência também pode indicar uma diferença entre a intervenção realizada e a origem do sofrimento. “Esse arrependimento revela uma ilusão: acreditar que um procedimento estético resolve um sofrimento emocional. Quando a causa da insatisfação é psíquica, mudar o rosto não altera a forma como a pessoa se vê e pode apenas deslocar o sofrimento”, afirma. Cultura da juventude e políticas públicas A procura precoce por tratamentos antienvelhecimento também reflete, segundo a especialista, uma cultura que associa juventude a valor e envelhecimento a fracasso. Nas plataformas digitais, a aparência frequentemente se transforma em critério de aceitação social. A psicoterapia é uma das principais formas de tratamento para pessoas que apresentam sofrimento relacionado à própria imagem. Ludmilla ressalta, no entanto, que o problema não deve ser tratado apenas no âmbito individual. “Os padrões de beleza são atravessados por questões sociais, raciais e de classe. Defender a saúde mental também significa ampliar o acesso ao cuidado psicológico no SUS e promover uma educação crítica sobre o corpo e a internet”, conclui.
dlvr.it
July 15, 2026 at 3:01 PM