#Incrível
Incrível
January 10, 2025 at 3:09 PM
incrível
January 6, 2026 at 2:09 AM
absolutamente incrível essa imagem existir
October 3, 2026 at 8:53 PM
Incrível

Foto do Stuckert
September 29, 2026 at 10:10 PM
Esse médico é INCRÍVEL DEMAIS
May 29, 2025 at 1:50 AM
INCRÍVEL ISSO! SERÁ PORQUE QUE ISSO ACONTECEU?
October 3, 2026 at 1:13 AM
Incrivel
November 1, 2024 at 10:51 PM
Incrível essa imagem
September 11, 2026 at 10:55 PM
Incrível imagem
October 3, 2026 at 3:28 PM
Incrível
August 25, 2026 at 9:45 PM
Incrível cada linha
São muitas camadas... a criatura é evangélica e criadora de conteúdo adulto, e vive um trisal
Mas se sentiu ofendida com o tema sobre religião afro por ferir seus valores cristão. Enfim, sei lá
January 20, 2025 at 4:04 AM
Incrível
July 6, 2026 at 10:12 PM
incrível
EU GOSTO MAIS DE VOCÊ MAIS DO QUE DA GLOBO KKKK
October 2, 2026 at 12:46 AM
o Twitter continua incrível
August 31, 2024 at 5:25 PM
A semiótica é incrível
October 2, 2026 at 12:34 AM
VIROU UMA PUTARIA !!!!!1

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk que dia incrível
October 2, 2026 at 12:24 AM
Incrível
May 29, 2025 at 8:36 PM
incrível como sou essa imagem
September 22, 2026 at 1:38 PM
Que escolha incrível de foto
Brazil to send national guard near border with Venezuela https://aje.news/xalq3s
January 8, 2026 at 11:52 PM
incrível sequência de palavras
April 14, 2026 at 4:37 AM
incrível manchete
May 27, 2025 at 4:08 PM
como é incrivel morar no brasil digital
Bicho, se isso aqui for verdade, vai ser melhor que os vídeos antigos do Cazé reagindo as lancheiras
October 1, 2026 at 5:27 PM
Incrível isso aqui não ser um escândalo nacional
Câmeras corporais mostram morador de rua morto por PMs desarmado e chorando antes de ser fuzilado .
Câmeras corporais mostram morador de rua morto por PMs desarmado e chorando antes de ser fuzilado
Vídeos de câmeras corporais mostram a dinâmica do assassinato do morador de rua Jeferson de Souza, morto em junho em São Paulo. O homem foi fuzilado enquanto estava desarmado e foi alvo de uma execução sumária, segundo o Ministério Público. O caso ocorreu no dia 13 de junho, embaixo do Viaduto 25 de Março, na região central. Os PMs envolvidos no caso, o tenente Alan dos Santos Moreira e o soldado Danilo Gehrinh, foram presos no final de julho após imagens das câmeras corporais desmentirem a versão que os agentes apresentaram ao registrarem boletim de ocorrência sobre o caso. Eles relataram que estacionaram a viatura embaixo do viaduto quando foram surpreendidos pela vítima. O morador de rua teria saltado do viaduto para os galhos de uma árvore e descido até o local onde estavam os PMs, que relataram que o homem estaria em "estado alterado". O comportamento teria motivado a aproximação dos agentes, que abordaram a vítima atrás de uma das pilastras do viaduto. O suspeito se apresentou como Jeferson de Souza, de 23 anos, e teria dito que era procurado por estupro e agressão. Os PMs afirmaram que iriam levá-lo para a delegacia, momento em que o homem teria tentando agarrar a arma do soldado Gehrinh, o que levou o tenente Alan a atirar contra o homem com disparos de fuzil. A versão, no entanto, foi desmentida pelas imagens das câmeras corporais. Veja abaixo: Câmeras corporais mostram execução de morador de rua por PMs em SP O vídeo mostra o morador de rua desarmado e rendido. Os policiais ficam cerca de uma hora questionando a vítima. Eles tiram fotos do rosto do homem e começam a conversa em um lado menos escondido de uma das pilastras do viaduto 25 de Março, onde a abordagem poderia ser observada por quem passava de carro na região. Depois, no entanto, o levam para a parte de trás da pilastra, e a vítima começa a chorar. A morte ocorre por volta de 21h25, quando o tenente Allan efetua três disparos de fuzil contra Jeferson, sendo que um deles atingiu o homem na cabeça. As imagens não mostram ele tentando tomar a arma do soldado Danilo, como disseram os policiais. No momento dos disparos, Danilo tenta encobrir a filmagem da câmera corporal. A dupla responde pelos crimes de homicídio qualificado, falsidade ideológica e fraude processual. O Ministério Público, no processo criminal do caso, afirma que o morador de rua foi vítima de uma execução sumária. "Restou constatado que não houve qualquer reação agressiva da vítima e que os denunciados prestaram declarações falsas com o objetivo de embaraçar o esclarecimento dos fatos", escreveu o promotor responsável. "É certo que os denunciados Allan e Danilo, policiais militares no exercício de suas funções, agiram impelidos por motivo torpe, deliberando matar o suspeito por mero sadismo e de modo a revelar absoluto desprezo pelo ser humano e pela condição da vítima, pessoa em situação de vulnerabilidade social. O homicídio foi cometido com emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, a qual já estava rendida e subjugada pela guarnição no momento que foi repentinamente alvejada", observou o promotor. Jeferson ainda não foi, no entanto, formalmente identificado pela Polícia Civil. Não foram encontrados documentos com a vítima. A Justiça deve ouvir ainda outros policiais militares que também estiveram no local no dia da morte. Procurada, a defesa do PM Danilo Gehrinh afirmou que "por ora, não se manifestará sobre a investigação, uma vez que não tivemos acesso aos autos em sua totalidade, entendendo, assim, por se manifestar apenas nos autos do processo". O GLOBO procurou também o advogado do PM Alan e aguarda retorno. Em julho, o porta-voz da Polícia Militar, coronel Emerso Massera, afirmou ao O GLOBO que os policiais levaram a vítima para trás da pilastra "possivelmente para cobrirem eventual câmera de rua ou de algum estabelecimento comercial". — As imagens de uma das câmeras corporais mostraram que o homem abordado estava tranquilo, sem oferecer qualquer tipo de ameaça ou resistência. O tenente (Alan) efetuou, ali, três disparos de fuzil, atingindo a vítima na cabeça, no tórax e no braço direito. Não estamos falando nem de descumprimento de procedimentos operacionais, estamos diante de um homicídio doloso, claramente intencional. Uma atitude que não encontra amparo em nenhum tipo de lei ou procedimento. Uma ação abominável — disse Massera. Os policiais foram levados pela corregedoria da Polícia Militar para o Presídio Militar Romão Gomes após a Justiça aceitar os pedidos de prisão preventiva contra a dupla. Os advogados tentaram revogar a prisão preventiva, mas o pedido não foi aceito pela juíza.
dlvr.it
August 6, 2025 at 1:44 AM
A absoluta aula de política que o Lula tá dando com esse tema tá incrível
September 28, 2026 at 11:52 PM