#Kaxuyana-Tunayana
Victory at COP30!
💚Brazil has formally recognised 4 new Indigenous territories. 16 more are in the pipeline.
👉The largest territory Kaxuyana-Tunayana covers 22.000 km2 of rainforest.
🫶We have worked with our Indigenous partner Iepé for 20 years for Kaxuyana-Tunayana
www.regnskog.no/en/news/indi...
November 20, 2025 at 9:58 AM
Na abertura da Aldeia da COP, indígenas pedem “demarcação já” ⬇️

Forte presença indígena marcou o segundo dia da 30ª Conferência do Clima. De noite, abertura da Cúpula da Aldeia da COP, lideranças reforçam pedido por demarcação da Kaxuyana Tunayana
Na abertura da Aldeia da COP, indígenas pedem “demarcação já” - ((o))eco
Forte presença indígena marcou o segundo dia da 30ª Conferência do Clima. De noite, abertura da Cúpula da Aldeia da COP, lideranças reforçam pedido por demarcação da Kaxuyana Tunayana
oeco.org.br
November 12, 2025 at 12:09 PM
Kaxuyana-Tunayana Indigenous Territory!
November 24, 2025 at 10:48 AM
📜 Homologadas (última etapa):

•Kaxuyana-Tunayana (PA/AM) → Povos: Kaxuyana, Tunayana, Kahyana, Katuena, Mawayana, Tikiyana, Xereu-Hixkaryana, Xereu-Katuena e Isolados
•Uirapuru (MT) → Povo: Paresí
•Estação Parecis (MT) → Povo: Paresí e Manoki
•Manoki (MT) → Povo: Manoki
November 18, 2025 at 7:55 PM
Indigene Organisationen hatten lange und hart dafür gekämpft, dieses Land offiziell schützen zu lassen.
Die indigenen Völker des Kaxuyana-Tunayana-Territoriums haben nun Rechtssicherheit: ⬇️
2/x
November 24, 2025 at 10:26 AM
Vittoria per i popoli indigeni del #Brasile! 💪

In novembre, il presidente del Brasile #Lula ha riconosciuto diversi territori indigeni, tra cui anche il Territorio Indigeno Kaxuyana-Tunayana, in cui vivono indigeni contattati e incontattati.
#popoliincontattati
1/3
December 29, 2025 at 3:59 PM
"Os Katxuyana e Kahyana foram retirados de seu território durante a ditadura militar e só agora, com a  homologação da Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana, durante a COP 30 em 2025, tiveram reconhecido o seu direito de voltar."
Katxuyana e Kahyana reencontram seus pertences no Museu Britânico e realizam montagem ritual do txamatxama em Londres  - Combate Racismo Ambiental
Programação integrou o Ano Cultural Brasil/Reino Unido 2025-26 e marcou uma nova etapa no processo de reconexão dos povos Yana com acervos preservados em museus no Brasil e na Europa Por Angélica Quei...
racismoambiental.net.br
June 14, 2026 at 12:35 PM
Com a vivência da crise climática na pele, indígenas e ribeirinhos levarão suas experiências aos debates da COP30 .
Com a vivência da crise climática na pele, indígenas e ribeirinhos levarão suas experiências aos debates da COP30
Representantes dessas populações irão reivindicar a demarcação e a regularização de territórios Com presença confirmada na COP30, a conferência do clima da ONU em Belém, em novembro, os líderes indígenas Kleber Karipuna e Angela Kaxuyana e a representante de comunidades extrativistas Letícia Moraes sentem na pele os efeitos das mudanças climáticas. Há mais de seis meses, o rio está seco no território indígena Kaxuyana Tunayana, no extremo norte do Pará, onde nasceu Angela, representante da Bacia Amazônica na Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab). Do Parquinho Verde em Realengo à COP30: Conheça a embaixadora da juventude climática do Brasil Pirarucu, tacacá e cacau: Ingredientes do Brasil terão destaque no cardápio dos chefs da COP30 — Nunca houve estiagens tão extremas, o que aumentou nossa insegurança alimentar — conta Angela. — Cresceu a quantidade de crianças com diarreia e desnutrição por causa da troca do peixe e dos alimentos da roça por produtos industrializados — acrescenta. No Oiapoque, no Amapá, é a produção da mandioca que tem sido prejudicada nos últimos anos pelas alterações climáticas. — A culpa é de uma praga que surgiu com o aumento das temperaturas e a escassez de chuvas — afirma Karipuna, da coordenação executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). A 600 quilômetros, comunidades extrativistas do município de Curralinho, na Ilha de Marajó, enfrentam, dependendo da estação, enchentes ou incêndios. Os focos de fogo comprometem a produção de alimentos e reduzem em até 40% a renda das famílias que vivem da venda de produtos da floresta, como o açaí, e de biojoias, conta Letícia Moraes. — Estou com medo da chegada do verão — diz a vice-presidente do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), organização à qual pertenceu Chico Mendes. Na COP30, o CNS faz parte da Comissão Internacional. A Apib de Karipuna e a Coiab de Kaxuyana integram a Comissão Internacional Indígena. Ambas estão no Círculo dos Povos da conferência, grupo comandado pelo Ministério dos Povos Indígenas com o objetivo de ampliar a representação de indígenas, comunidades tradicionais e afrodescendentes. — As comissões vão trazer seus debates, temas e as contribuições para os documentos que serão discutidos no espaço dos negociadores — diz a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, acrescentando que a meta é conseguir o credenciamento recorde de mil indígenas, metade do Brasil, para acesso à Zona Azul da conferência, reservada às negociações oficiais. No topo das demandas das três organizações estão a demarcação e a regulamentação de territórios. Karipuna defende o direcionamento direto dos recursos a fundos geridos pela população beneficiada: — Já é reconhecido em nível global que demarcar terras indígenas e áreas de conservação, assim como titular territórios quilombolas, é uma política concreta e efetiva de enfrentamento à crise climática. Moraes lembra que áreas com titulação coletiva de territórios extrativistas são zonas conservadas, o que é especialmente significativo, considerando que 13% da floresta da Amazônia Legal está sob tutela de povos e comunidades tradicionais extrativistas. Outra prioridade indígenas são os financiamentos. A Apib e a Coiab reivindicam o repasse direto a fundos indígenas de recursos globais destinados a territórios afetados pelas mudanças climáticas. — Poderíamos ampliar ações de proteção, recuperação e fomento às atividades produtivas em nossas terras — diz Karipuna. Segundo Guajajara, na trajetória do financiamento climático, os povos indígenas só receberam diretamente 1% do volume disponibilizado pelos doadores. — É importante financiar as organizações indígenas para que tenham mais autonomia e condições de fazer a gestão dos territórios — defende a ministra. No caso das áreas extrativistas, os recursos pleiteados visam tanto a regularização das áreas extrativistas quanto a geração de renda. Letícia lembra que há comunidades com áreas titularizadas desde 2005 que não receberam a concessão do direito real de uso porque o governo alega não ter recursos para fazer o georreferenciamento das terras. Ela também pleiteia recursos diretos, sem intermediários, para agregar valor à produção, com, por exemplo, a aquisição de máquinas de processamento de frutas. — São formas de incentivar as pessoas a continuar vivendo nessas regiões e protegendo a floresta — justifica. Anexo à NDC Para emplacar as demandas na COP, a Apib e a Coiab querem vê-las incorporadas pelo governo federal como um anexo à Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil. As NDCs são ações e metas climáticas assumidas por cada país participante. Guajajara ressalta que ainda há um caminho pela frente até a eventual aprovação da contribuição indígena à NDC pela comunidade internacional. O primeiro passo é, após o aval do ministério, conseguir o sinal verde do Conselho Interministerial de Mudança do Clima. Na segunda etapa, é necessária a validação pelos outros países na COP. Outro desafio será a aproximação das comitivas governamentais. — Ao longo destes anos de COP, percebemos que, por mais que se tenha uma presença indígena, a gente não conseguia chegar diretamente aos negociadores — diz a ministra. — Tivemos a ideia de fazer uma formação para preparar indígenas para acompanhar diretamente os temas que serão discutidos e decididos.
dlvr.it
May 9, 2025 at 6:52 AM
Brasil homologa demarcação de quatro terras indígenas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva homologou, nesta terça-feira (18), a demarcação administrativa de terras indígenas do Pará, Amazonas e Mato Grosso. A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, já havia anunciado a medida na COP 30, em Belém. As demarcações atingem as terras indígenas Manoki, Uirapuru, Estação Parecis e Kaxuyana-Tunayana, que equivalem a 2,45 milhões de hectares. Desde 2023, cerca de 20 demarcações de terras indígenas foram homologadas. Cerca de 854 pessoas das comunidades Kaxuyana-Tunayana, Tunayana, Kahyana, Katuena, Mahayana, Tikiyana, Xereu-Hixkaryana, Xereu-Katuena, além dos povos indígenas Paresí Irantxe-Manoki e grupos isolados habitam os territórios demarcados. Hoje, cerca de 13,8% do território do Brasil é ocupado por terras indígenas, um total de 117,4 milhões de hectares. Conforme o Estudo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e do Comitê Indígena de Mudanças Climáticas (CIMC), o aumento de demarcações poderia evitar até 20% do desmatamento, além de diminuir 26% das emissões de carbono até 2030. Outras demarcações O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, oficializou na segunda-feira (17), a demarcação de dez terras indígenas. São elas: Vista Alegre (AM); Comexatiba (Cahy-Pequi) e Tupinambá de Olivença (BA); Ypoi Triunfo (MS); Sawary Ba’pim (PA); Pankará da Serra do Arapuá (PE); Sambaqui (PR); Ka’aguy Hovy, Pakurity e Ka’aguy Mirim (SP). Com as portarias de demarcações, o direito das terras indígenas é reconhecido institucionalmente. A regularização ocorre em diversas fases e termina com a decisão do presidente da República
umsoplaneta.globo.com
November 19, 2025 at 1:43 AM
Representatives from the Tapayuna, Wajura, Taego Awa, Nawa, Taquaeitiva, Kaxuyana-Tunayana, and Kapyra-Kanakury communities communicated the current challenges of protecting Indigenous land. Self-demarcation is a top strategy to safeguard their rights and ways of life. 3/3
April 17, 2025 at 1:15 AM
No dia 17 de novembro, durante a COP30, foi homologada pelo a Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana, conferindo a posse de mais de 2 milhões de hectares entre os estados do Pará e Amazonas aos povos Kaxuyana, Tunayana, Kahyana, Katuena, Mawayana, Tikiyana, Xereu-Hixkaryana e Xere-Katuena.
December 4, 2025 at 11:30 AM
[ #COP30: A RESPOSTA SOMOS NÓS]

A dimensão legal do Dia dos Povos Indígenas na COP30:
✅4 TIs homologadas = 2,4 milhões ha
↪️Kaxuyana-Tunayana (PA/AM), com 8 povos e 1 isolado = 2,183 milhões ha
↪️Estação Parecis (MT), do povo Pareci
↪️Uirapuru (MT), do povo Pareci
↪️Manoki (MT), do povo Irantxe
November 18, 2025 at 10:34 PM
Caravana dos Povos indígenas Rumo à COP 30 realiza encontro na aldeia Cumaru, em Oriximiná
Caravana dos Povos indígenas Rumo à COP 30 realiza encontro na aldeia Cumaru, em Oriximiná
Representantes de 16 povos participam das atividades na terra Kaxuyana-Tunayana, referência em proteção socioambiental na Amazônia brasileira.
g1.globo.com
July 8, 2025 at 7:11 PM
Aeronave desaparecida é encontrada por indígenas em área de mata em Oriximiná; piloto foi localizado sem vida
Aeronave desaparecida é encontrada por indígenas em área de mata em Oriximiná; piloto foi localizado sem vida
Aeronave foi localizada por indígenas da etnia Kaxuyana-Tunayana em uma região de mata fechada, próxima à fronteira com a Guiana; piloto havia relatado pane antes de perder contato.
g1.globo.com
April 22, 2025 at 3:11 PM
Nia Tero Celebrates Indigenous-Led Victories in Brazil's Amazonian Territory Recognition#USA#Seattle#Indigenous_Rights#Kaxuyana-Tunayana#Nia_Tero
Nia Tero Celebrates Indigenous-Led Victories in Brazil's Amazonian Territory Recognition
Nia Tero triumphs with Brazil's announcement of final territorial recognition for Indigenous peoples, marking a historic victory for the Kaxuyana-Tunayana.
third-news.com
November 18, 2025 at 10:19 PM
Los pueblos indígenas del territorio, conocido como el Territorio Indígena Kaxuyana-Tunayana, ahora gozan de seguridad jurídica y pueden vivir allí con plenos derechos reconocidos.
November 26, 2025 at 7:01 PM
A via é o único acesso terrestre regular para a Comunidade Quilombola de Cachoeira Porteira e para 15 aldeias da Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana. A omissão histórica de mais de 50 anos do governo federal na manutenção da estrada configura “nítida expressão de racismo socioambiental”.
MPF cobra do DNIT a manutenção de Rodovia que atende indígenas e quilombolas em Oriximiná (PA) - Combate Racismo Ambiental
No sistema do governo, trecho de quase 70 km da BR-163 aparece como se ainda fosse ser feito, embora exista desde a década de 1970 MPF O Ministério Público Federal (MPF) recomendou ao Departamento Nac...
racismoambiental.net.br
May 12, 2026 at 10:43 AM