#Kynetec
##Kynetec the global specialist in agricultural and animal health market data and analytics, has made two more senior appointments. The UK-based business has appointed Ines Kapphan as chief operating officer for agriculture. #BayerCropScience #ClimateCorporation
bit.ly/4kQ8FkU
July 22, 2025 at 12:50 PM
The UK’s first conference dedicated to the development of Artificial Intelligence (AI) applications in the livestock industry – the issues and opportunities – is to be held at London’s Science Museum in September. AgsenZe #HarperAdamsUni #IVCFarmVets #Kynetec
agritradenews.co.uk/news/2025/03...
March 26, 2025 at 4:43 PM
In case you missed it... here are some of the stories featured on SustainabilityOnline.net over the past week. Featuring news from Brand Finance, Eurostat, Kynetec and more. ⭐

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March 21, 2026 at 1:53 PM
Does this trend have any relationship to our annual use of neonicitinoids?

In 2016, Kynetec (seed coating company) “stopped conducting their survey of seed treatment usage because of concerns over the accuracy of information provided by end users.”

water.usgs.gov/nawqa//pnsp/...
March 18, 2026 at 3:03 AM
Mercado de defensivos para o milho segunda safra cresce 13% em 2025/26
Os defensivos agrícolas movimentaram R$ 15,4 bilhões na segunda safra de milho 2025/26 encerrada em julho último, com crescimento de 13% em relação à temporada anterior (R$ 13,7 bilhões). Os dados são da Kynetec Brasil, que disse que esse montante é o maior para a cultura registrado pela série histórica da consultoria. Na moeda americana também houve elevação expressiva nas transações de produtos, para US$ 2,86 bilhões, alta de 18%. De acordo com a Kynetec, a diferença entre as leituras decorreu da valorização média de 5% do real em relação ao dólar durante a segunda safra, com a taxa média caindo de R$ 5,67 para R$ 5,41. “O resultado reverte o quadro de retração observado em 2025, então de 7%”, disse, em nota, Millôr Mondini, especialista em pesquisas da Kynetec. “O produtor não plantou mais milho em 2026. Ele tratou mais o milho que plantou”, explica o executivo. “O crescimento veio ‘dentro da calda’, com mais alvos por aplicação e uso de produtos de maior valor agregado.” Segundo Mondini, a área cultivada teve variação positiva de 1% nas regiões avaliadas pela consultoria e preencheu 17,4 milhões de hectares. Em compensação, o número médio de tratamentos (intensidade de manejo) subiu de 17,7 para 19,1 e impulsionou a área potencial tratada (PAT) de 425 milhões de hectares cobertos, 8% acima da temporada anterior. Conforme Mondini, o mercado foi tracionado ainda pela recuperação dos preços de produtos. Segundo o executivo, o custo médio por tratamento, após decrescer 13% em 2025, saiu de R$ 43,10 por hectare para R$ 44,90 por hectare. O investimento total na proteção do cultivo passou de R$ 794 para R$ 887 por hectare (+ 12%), puxado principalmente pela região do Matopiba – Maranhão, Piauí, Tocantins e Pará – e pelo Estado de Mato Grosso. Desempenho por categoria Os inseticidas seguiram no topo do ranking de produtos. Registraram 39% de participação ou R$ 6,01 bilhões, com crescimento de 16%. Os fungicidas vêm na segunda posição, 21% das vendas ou R$ 3,3 bilhões (+13%). Herbicidas, em terceiro, ocuparam 20% ou R$ 3,12 bilhões (+15%), seguidos pelos nematicidas, 5% ou R$ 712 milhões. Este último apresentou o maior crescimento relativo da pesquisa, de 34%. De acordo com Mondini, o controle de lagartas deu a maior contribuição individual para a movimentação do mercado de inseticidas. Respondeu por 43% do valor investido nos produtos em 2026, em relação ao 32% da ‘safrinha’ anterior. Somou agora R$ 2,6 bilhões, face a R$ 1,64 bilhão, alta de 58%. A adoção de inseticidas para lagartas cobriu 92% da área cultivada. “Esses dados mostram, em resumo, que a proteção conferida pelas chamadas biotecnologias de última geração não sustenta mais o controle de lagartas. O tratamento foliar por inseticidas deixou de ser um complemento e entrou na rotina, independentemente do evento biotecnológico presente nas sementes”, avaliou Millôr Mondini. Em relação aos fungicidas, ele salienta que os produtos ‘premium’ corresponderam a 58% do total investido no controle de doenças. Equivaleram a R$ 1,92 bilhão, comparativamente a R$ 1,38 bilhão, ou 48%, de 2025, um avanço de 39%. Sua adoção, ressalta o executivo, alcançou 63% dos cultivos, acima dos 50% do ciclo anterior. No segmento herbicidas, a pesquisa da Kynetec apurou que os produtos de amplo espectro saltaram de 31% para 44% em adoção. “Esse movimento reflete, principalmente, a dificuldade de controle de gramíneas como capim-pé-de-galinha e capim-amargoso”, esclareceu Mondini. Já a adoção dos nematicidas atingiu 51% da área cultivada, frente a 44% de 2025, sustentada principalmente pela oferta de produtos biológicos. Este segmento, observa Mondini, movimentou R$ 1,41 bilhão, 8% a mais do que no ano passado. Entretanto, teve reduzida a participação no mercado total, de 9,5% para 9,1%. “Nematicidas ocupam hoje 45% do mercado de biológicos para o cereal na segunda safra”, salientou o executivo. Ainda de acordo com Millôr Mondini, considerando as duas safras – verão e ‘safrinha -, o mercado brasileiro de defensivos para milho totalizou R$ 18,3 bilhões em 2026, com crescimento de 13%. A segunda safra, conclui o executivo, respondeu por 84% do montante. O levantamento da Kynetec resultou de quase 2,3 mil entrevistas presenciais com produtores, gestores e tomadores de decisões, em toda a fronteira agrícola do cereal segunda safra. A amostra da consultoria cobriu 17,4 milhões de hectares, equivalentes a 95% da área oficial da cultura, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Initial plugin text
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September 2, 2026 at 6:45 PM
Área tratada com defensivos agrícolas cresceu 5% no primeiro semestre
A área tratada com defensivos agrícolas nas lavouras brasileiras cresceu 5% no primeiro semestre de 2026 em comparação com o mesmo período do ano anterior. O volume total de produtos utilizados também avançou 4,5%, de acordo com levantamento da Kynetec Brasil encomendado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg). A alta pressão de pragas no período impulsionou a adoção de tecnologias de proteção de cultivos para preservar o potencial produtivo das lavouras. O manejo contra lagartas, percevejos e, principalmente, a mosca-branca na cultura da soja, por exemplo, apresentou expansão expressiva, favorecida pelas condições climáticas e pelos desafios característicos do final de ciclo da cultura. Vale ressaltar que os tratamentos do primeiro semestre refletem os manejos finais da safra de verão 2025/26, bem como a implantação e desenvolvimento das culturas de segunda safra, com foco em algodão e milho safrinha. A metodologia utilizada na pesquisa leva em conta a quantidade de aplicações e o número de produtos utilizados. Dessa forma, além da área cultivada, a análise reflete a adoção e a intensidade de uso das tecnologias, permitindo uma leitura mais precisa do cenário. Destaques do semestre Nos primeiros seis meses do ano, o milho representou 35% da área tratada, seguido por soja (29%), algodão (14%), pastagem (6%), cana (4%), hortifruti (2%), feijão (2%), citros (2%), arroz (2%), trigo (2%) e outros (3%). Segundo o Sindiveg, o produtor baseou suas escolhas na busca por eficiência e controle sanitário preventivo, considerando a relação custo-benefício das tecnologias e migrando para soluções de alta performance para garantir a produtividade. Dessa forma, de acordo com análise sobre a totalidade de volume aplicado, os herbicidas representaram 41% do consumo, seguidos pelos inseticidas (29%) e fungicidas (22%). Quanto à distribuição por área tratada, inseticidas aparecem com 35% da cobertura, à frente de herbicidas (19%) e fungicidas (17%). O segmento de tratamento de sementes respondeu por 6% da área protegida, enquanto outros (adjuvantes e reguladores de crescimento) representaram 23%. Initial plugin text
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August 14, 2026 at 4:51 AM
Cafeicultura movimentou R$ 3,3 bilhões em defensivos na safra 2025/26
A cafeicultura movimentou R$ 3,3 bilhões em defensivos agrícolas durante a safra 2025/26, montante 22% superior às vendas na temporada 2024/25. Os dados fazem parte do levantamento FarmTrak Café, realizado pela empresa de pesquisas Kynetec Brasil. De acordo com a empresa, a área potencial tratada soma 42,8 milhões de hectares de café, contra 35,3 milhões de hectares na safra 2024/25, um aumento de 22%. A estimativa considera a quantidade de aplicações e produtos usados no manejo do café. Felipe Abelha, especialista em pesquisas da Kynetec Brasil, observa que a cultura do café apresentou expansão de 4% em área na safra 2025/26, para 2,186 milhões de hectares. Além disso, houve aumento de 17% no número médio de tratamentos realizados pelos produtores, de 16,9 aplicações no ciclo 2024/25 para 19,8 aplicações na temporada 2025/26. O especialista acrescenta que houve crescimento em praticamente todos os indicadores tecnológicos de manejo fitossanitário na temporada. Em relação às categorias de produtos, os fungicidas alcançaram maior valor vendido, com R$ 973 milhões em negócios, ou 29% do total, com crescimento de 25% em relação ao que foi vendido na safra anterior. A adoção dos chamados fungicidas premium se intensificou, alcançado 38% do total, ante 21% na safra anterior, observou Abelha. Também houve aumento de aplicações, saindo de uma média de 1,45 aplicação para 1,65, em média. Usos por categoria A categoria que mais cresceu na temporada foi a de inseticidas, com aumento de 30% nas vendas, para R$ 760 milhões. Em relação ao total de defensivos, a participação dos inseticidas subiu um ponto percentual, para 23%. Os fungicidas mantiveram a participação de 29%. A expansão do consumo de inseticidas deve-se, principalmente, ao aumento de 30% na intensidade de manejo das duas principais pragas do café no Brasil: a broca-do-café e o bicho-mineiro. O levantamento detectou aumento de 22% na adoção de inseticidas para controle da broca-do-café, e aumento de 7% no número de tratamentos - de 1,82 para 1,95, em média. O custo total do manejo subiu 10% devido a esse maior consumo. O controle da broca-do-café demandou cerca de R$ 350 milhões em inseticidas em 2025/26, ante R$ 252 milhões da temporada anterior, alta de 38%. Em relação ao bicho-mineiro, houve aumento de 11% na adoção de tratamentos para a praga, com alta de 13% no custo do tratamento. O custo do controle do bicho-mineiro cresceu 30%, passando de R$ 264 milhões para aproximadamente R$ 345 milhões. Na terceira posição, a categoria de produtos para solo (aplicação de calda) somaram R$ 626 milhões, com aumento de 8% em relação à temporada 2024/25. Esses insumos ficaram praticamente empatados com a categoria de herbicidas, que movimentou R$ 627 milhões na safra, com aumento de 22% em relação ao ciclo anterior. As vendas de nematicidas, por sua vez, cresceram 51%, para R$ 218 milhões. A participação da categoria no total das vendas de defensivos passou de 5% para 7% do total. Outros insumos responderam por 3% do total, somando R$ 99 milhões. Para o levantamento FarmTrak Café, a Kynetec Brasil fez 1.110 entrevistas pessoais com produtores de café, nas principais regiões produtoras, principalmente em Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, São Paulo e Bahia.
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July 21, 2026 at 5:15 AM
Kynetec Appoints Dr. Rob Fetter As Global Sustainability Lead
https://www.agribusinessglobal.com/sustainability/kynetec-appoints-dr-rob-fetter-as-global-sustainability-lead/
www.agribusinessglobal.com
January 7, 2025 at 3:41 PM
#NEWS: New survey shows over 90% of animal owners trust and appreciate veterinary teams but underestimate the profession’s demands. Learn more: 👉 go.boehringer.com/o9qo

Survey conducted with Kynetec.

#WorldVeterinaryDay #LifeForward
April 24, 2025 at 8:01 AM
Recuo da movimentação financeira dos defensivos veio atrelada à queda de 22% nos preços dos produtos no ciclo 2024. #RevistaCultivar
Mercado de defensivos para cana cai 18%, avalia a Kynetec - Revista Cultivar
Recuo da movimentação financeira dos defensivos veio atrelada à queda de 22% nos preços dos produtos no ciclo 2024
revistacultivar.com.br
March 26, 2025 at 9:00 PM
Mercado de defensivos para milho encolhe 7% na segunda safra
O mercado de defensivos agrícolas para milho encolheu 7% na segunda safra, para US$ 2,36 bilhões, ante US$ 2,52 bilhões na segunda safra do ciclo 2023/24. A estimativa é da empresa de pesquisas Kynetec Brasil. Initial plugin text Segundo a empresa, a queda em valor deve-se à redução média de 13% nos custos dos produtos usados na proteção do milho. A desvalorização média de 16% do real em relação ao dólar durante a segunda safra de milho também contribuiu para o resultado, disse Cristiano Limberger, especialista em pesquisas da Kynetec. O levantamento também mostrou um crescimento de 6% na área plantada de milho na segunda safra, para 16,9 milhões de hectares, nas regiões pesquisadas pela consultoria. Esse cenário alavancou a adoção de tecnologias, com crescimento de 11% na média, em relação ao ano passado. O indicador de área potencial tratada, medido com base no número de aplicações de produtos e número de produtos em mistura de tanque, teve elevação de 24%, para 386 milhões de hectares cobertos. “Importante reforçar que em 2025 o avanço do manejo fitossanitário refletiu um forte cenário de pressão de pragas, doenças fúngicas e dificuldades no controle de plantas daninhas específicas”, acrescentou Limberger. Os inseticidas foliares responderam por 38% dos gastos, somando US$ 891 milhões, contra US$ 1,01 bilhão da segunda safra do ano passado. Os gastos com fungicidas foliares totalizaram US$ 500 milhões, ante US$ 473 milhões de 2024. Pela primeira vez, os fungicidas foliares aparecem à frente dos herbicidas. Os herbicidas ficaram em terceiro lugar na lista de gastos, com US$ 466 milhões, ante US$ 543 milhões no ciclo anterior. Os produtos para tratamento de sementes movimentaram US$ 306 milhões, ante US$ 302 milhões no período anterior. Nematicidas e outros itens somaram US$ 195 milhões, ante US$ 197 milhões da temporada 2024. Em relação aos produtores, A Kynetec Brasil registrou aumento no uso de lagarticidas foliares, nematicidas e fungicidas ‘premium’. Entre 2024 e 2025, a adoção de nematicidas passou de 33% para 44% da área cultivada, equivalentes a 7,43 milhões de hectares. “Esse avanço veio associado à oferta de sementes previamente tratadas com nematicidas”, disse Limberger. Fungicidas ‘premium’ representaram 49% do total investido pelo produtor no controle de doenças (US$ 245 milhões). “A adoção desses produtos passou de 33% para 51%, com 1,4 aplicação em média”, diz Limberger. Já em área potencial tratada, os fungicidas ‘stroby mix' permaneceram como a principal opção do produtor, com 42% de participação na segunda safra, aplicados sobre 7,098 milhões de hectares. “O número médio de aplicações de inseticidas específicos para manejo de lagartas subiu de 2,3, em 2024, para 2,8, ao passo que os mesmos produtos saltaram de 20% para 31% em valor de mercado”, disse o executivo. Também foram intensificados manejos de herbicidas para controle de gramíneas como capim-pé-de-galinha e capim-amargoso. Os principais indicadores de crescimento em adoção nesta categoria ocorreram nos subsegmentos ‘premium grass’, de 23% para 28% e dessecação/amplo espectro (folhas largas), de 19% para 38%. Entre os estados produtores de milho na segunda safra, Mato Grosso permaneceu como o principal polo, com 43% da área cultivada, mais de 7,25 milhões de hectares. O Paraná respondeu por 16% ou 2,7 milhões de hectares, alta de 14% comparado a 2024. Goiás e Mato Grosso do Sul ocuparam 13% cada um ou iguais 2,210 milhões de hectares. Demais regiões, consolidadas, completaram os 15% restantes: Bahia, Mapitopa (Mato Grosso, Piauí, Tocantins e Bahia), Minas Gerais, São Paulo e Sergipe.
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September 27, 2025 at 1:16 PM
Volume de defensivos aplicados cresce 4,5% no primeiro semestre
O volume de defensivos agrícolas aplicados no Brasil registrou aumento de 4,5% no primeiro semestre de 2025 em relação ao mesmo período de 2024. Os dados são de uma pesquisa conduzida pela Kynetec Brasil, encomendada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Vegetal (Sindiveg). Leia também Mercado de defensivos para soja recua na safra 2024/25, apesar de área tratada recorde Aplicativo auxilia produtores a reduzir defensivos em lavouras de soja e algodão na Bahia Dentre os produtos utilizados, 40% foram herbicidas, 29% inseticidas, 21% fungicidas, 1% tratamentos de sementes e 8% outros produtos, como adjuvantes e inoculantes. A pesquisa ainda informa que, entre janeiro e junho, o uso de defensivos teve crescimento de 3,1% na área tratada, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo o levantamento, a área total tratada ultrapassou 1,1 bilhão de hectares. O estudo utilizou como base o indicador de Área Potencial Tratada (PAT), que considera o número de aplicações e a variedade de produtos usados por área, permitindo mensurar a intensidade do uso de tecnologias no campo. O crescimento foi atribuído, principalmente, ao desempenho das culturas de segunda safra, como milho e algodão, que tiveram expansão tanto em área plantada quanto em número de aplicações de defensivos, especialmente inseticidas e fungicidas foliares. Fatores Condições climáticas adversas, como chuvas irregulares e temperaturas acima da média, influenciaram o uso desses produtos no período, aponta o Sindiveg. Já nas regiões afetadas por estiagem, com destaque para Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul, foi registrada uma redução no uso de fungicidas, em especial nas lavouras de soja da safra 2024/25. No recorte por cultura, o milho liderou a área tratada no semestre, representando 33% do total. A soja aparece em seguida, com 28%, e o algodão, com 16%. Outras culturas incluídas no levantamento foram pastagens, com 6%, cana-de-açúcar, com 4%, e feijão, com 3%. Em seguida estão café, arroz e citros, com 2% cada, e trigo e hortifrutí, somando 1% cada. Regionalmente, Mato Grosso e Rondônia concentraram 38% da área tratada no país. São Paulo e Minas Gerais aparecem com 13% cada, e o Paraná, com 9%.
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September 1, 2025 at 6:10 PM
Mercado de defensivos para soja recua na safra 2024/25, apesar de área tratada recorde
A movimentação financeira do mercado de defensivos agrícolas para a soja registrou queda na safra 2024/25, apontam dados do levantamento FarmTrak Soja, realizado pela consultoria Kynetec Brasil. Por outro lado, a área tratada alcançou o maior volume já registrado pela consultoria. Initial plugin text Segundo a pesquisa, realizada com 3.700 produtores de soja em regiões-chave, o valor transacionado chegou a US$ 9,45 bilhões, uma redução de 4,3% em relação aos US$ 9,87 bilhões registrados na safra anterior. A retração foi influenciada principalmente pela desvalorização do real frente ao dólar, de 7,7% no período analisado, e pela queda média de 8% nos preços dos produtos, aponta o levantamento. Apesar do recuo no faturamento, a área potencial tratada com defensivos, que considera o número de aplicações de produtos por hectare, teve alta de 12% e superou a marca de 1,4 bilhão de hectares, o maior volume já registrado pela consultoria. O levantamento indica que os fungicidas foliares seguiram como a categoria mais vendida, com participação de 40% no total comercializado e movimentação de US$ 3,82 bilhões, um aumento de 3% em relação à safra anterior. Os inseticidas foliares apareceram na sequência, com US$ 2,23 bilhões em vendas, representando 23,6% do mercado, o que corresponde a uma queda de 9% em relação à temporada passada. Os herbicidas mantiveram a terceira posição no ranking, com US$ 2,18 bilhões em vendas, o equivalente a 23% do total, também abaixo do resultado anterior, de US$ 2,4 bilhões. O uso de glifosatos respondeu por 43% dentro desse grupo. Produtos para tratamento de sementes representaram 6% do mercado, com US$ 558 milhões, enquanto os nematicidas movimentaram US$ 250 milhões, equivalentes a 2,6% do total. A adoção de nematicidas cresceu, sendo observada em 36% da área cultivada, frente aos 31% da safra anterior. Adjuvantes e inoculantes somaram US$ 418 milhões, ou 4,4% do mercado total de defensivos para soja. Na análise por área cultivada, a Kynetec apontou aumento de 5,2% em relação ao ciclo anterior, alcançando 46,3 milhões de hectares. Mato Grosso permanece como o maior produtor de soja do país, com 28% da área total, seguido por Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás, com 14,3%, 12,7% e 11%, respectivamente. Partes da Bahia, Maranhão, Tocantins, Piauí e Pará concentraram mais de 15% da área plantada e foi destacada como a principal fronteira de expansão da cultura, com crescimento de 9%. O levantamento também mostrou avanço no uso de biotecnologias. A área cultivada com variedades de soja com tolerância a lagartas (Bt de segunda geração) aumentou de 11% para 24% entre as duas últimas safras, com mais de 150 variedades identificadas.
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August 12, 2025 at 5:26 AM
Mercado de defensivos para milho recua 16% na safra 2024/25, diz estudo
Segmento movimentou R$ 2,4 bilhões na safra 2024/25 A compra de defensivos agrícolas para a cultura de milho verão na safra 2024/25 caiu 16% em comparação ao ciclo anterior, movimentando R$ 2,4 bilhões. O valor é R$ 500 milhões a menos na comparação anual, segundo um estudo conduzido pela FarmTrak e encomendado pela consultoria Kynetec. Initial plugin text Os resultados foram antecipados à reportagem e refletem a desvalorização de produtos e redução de área cultivada do cereal no Brasil, que recuou 9% de uma safra a outra, passando para 3,6 milhões de hectares, segundo levantamento que ouviu mais de dois mil agricultores em 700 municípios. Entre os defensivos, os herbicidas mantiveram a liderança no mercado, com 29% de participação e vendas de R$ 712 milhões, porém isso significou uma queda de dois pontos percentuais em relação à safra de 2023/24, quando o total gasto foi de R$ 879 milhões. Os inseticidas vieram logo atrás, com 28% (R$ 678 milhões), mantendo o mesmo patamar da temporada anterior. Em seguida, aparecem os fungicidas, com 19% do mercado na safra 2024/25 (R$ 466 milhões), único a crescer dois pontos percentuais versus ao resultado do ciclo anterior, que totalizou R$ 482 milhões. O tratamento de sementes também apresentou recuo de R$ 486 milhões do ciclo anterior para R$ 380 milhões, queda de 16%. Já nematicidas e outras categorias somaram R$ 96 milhões cada. De acordo com o estudo, mesmo com a retração, as pragas cigarrinha-do-milho, lagartas e percevejos mantiveram alta relevância nas lavouras, respondendo por 98% das vendas de inseticidas, o equivalente a R$ 664 milhões. O mercado de sementes de milho verão também apresentou retração expressiva: queda de 22% em valor, para R$ 3,6 bilhões versus os R$ 4,4 bilhões da safra passada. “Ainda assim, o uso de sementes com biotecnologia segue amplamente disseminado, presente em 98% da área cultivada”, aponta o estudo. Entre os Estados, o Rio Grande do Sul liderou em área plantada com milho verão, com 29% do total, seguido por Minas Gerais (25%), Santa Catarina (13%), Paraná (11%), região do Matopiba (9%), São Paulo (7%) e o eixo Goiás-Distrito Federal (6%).
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May 22, 2025 at 3:20 PM
Animal nutrition company dsm-firmenich Animal Nutrition & Health (ANH) has agreed a data collaboration with Kynetec, the farm and animal health market research specialist. #dsmfirmenichAnimalHealth&Nutrition #Kynetec
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February 18, 2026 at 1:42 PM
AI(Live), the UK’s first conference devoted to the application of artificial intelligence (AI) #AgsenZe #AI(Live) #DanSodergren #HarperAdamsUniversity #Herdvision #Herdwatch #IVCFarmVets #Kynetec #MSDAnimalHealth #OPTIfarm #OvaCyte #OxburyBank #VetImpress
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October 13, 2025 at 2:19 PM
A survey conducted by specialist agricultural market research agency Kynetec on behalf of solicitors Tees Law has found that farm businesses across the east of England are feeling the weight of unprecedented change. #Kynetec #TeesLaw
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July 22, 2025 at 12:50 PM
Kynetec, the global farm and animal health data and insights business, has appointed Marcos Castro to the new position of chief transformation officer. He will be based in North Carolina, reporting to chief executive Peter Berweger. #AgBiTech #Kynetec #Syngenta
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July 8, 2025 at 12:59 PM