#LACLIMA
Delighted to participate in the LaClima workshop on climate law and governance in Brazil and Latin America.
November 16, 2025 at 6:38 PM
Organizado por iCS, Greenpeace Brasil, Instituto Talanoa, LACLIMA, Observatório do Clima, Plataforma CIPÓ, TNC Brasil, Transforma e WWF-Brasil, o encontro vai debater:

*️⃣ NDC e resposta à lacuna de ambição
*️⃣Natureza
*️⃣Financiamento
*️⃣Adaptação
*️⃣Transição justa
October 3, 2025 at 8:39 PM
Defending Climate Defenders - Climate Litigation, Compensation and the Legal Mobilization of Local and Indigenous Communities is chaired by the inspiring Dr @gabrielmantelli.bsky.social (Sen Policy Advisor, LACLIMA) @clginitiative.bsky.social #CLGD25 #COP30
November 14, 2025 at 6:50 PM
📰Semana de Inovação 2025: mais de 80% das vagas presenciais foram preenchidas

Entre os destaques das atividades presenciais está a simulação de uma negociação da COP30, que será conduzida por Flávia Bellaguarda, representante da LaClima.
Semana de Inovação 2025: mais de 80% das vagas presenciais foram preenchidas – Blog do Servidor
Entre os destaques das atividades presenciais está a simulação de uma negociação da COP30, que será conduzida por Flávia Bellaguarda, representante da LaClima Mais de 80% das vagas presenciais da Sema...
blogs.correiobraziliense.com.br
September 2, 2025 at 6:28 PM
This workshop series is supported by the COP30 Presidency and @giz.de through @iki-germany.bsky.social on behalf of the German Foreign Affairs Office (FFO) and @bmwe-bund.bsky.social, and is hosted by GIZ, LACLIMA, and Climate Strategies.

Find out more on our website: tinyurl.com/3bah75r9
September 3, 2025 at 3:53 PM
Webinar e-book “COP 30: A Amazônia no centro da Governança Climática”: www.youtube.com/watch?v=Y04L....

Foi em 29/04/2025 via #LACLIMA: www.instagram.com/p/DIzYCJpP-Y....

O e-book... reúne 7 artigos científicos escritos por especialistas, pesquisadores e ativistas, sob a organização da diretora...
Webinar e-book “COP 30: A Amazônia no centro da Governança Climática”
YouTube video by LACLIMA
www.youtube.com
April 30, 2025 at 5:15 PM
organizado pela Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). Nossa diretora-executiva, Maiara Folly, integrou a mesa com Marta Machado (Ministério da Justiça) e Alex Castro (OTCA), com mediação de Flávia do Amaral Vieira (LACLIMA).
November 19, 2025 at 7:57 PM
At #PreCOP in Brasília, the #IKI supported Just Transition in Motion initiative gathered key voices to discuss priorities & solutions for a fair #EnergyTransition. What´s next? The launch of the Just Transition Compass at COP30. Stay tuned!
#LACLIMA #ClimateStrategies @giz.de
October 17, 2025 at 12:39 PM
🥶 O #inverno chegou

▻ @lcrvini.bsky.social, meteorologista do Climatempo
▻ @deoliveiracaioltfo.bsky.social, meteorologista
▻ @TuristandoSP, no Instagram, com Edu Feltrin e Carol Barduk
▻ @FlaBellaguarda, no X, fundadora do LACLIMA, grupo de estudos sobre o clima
🗺️ Cartô #100: Guia de IA para creators | 16 a 29 de junho
Os destaques da semana do feriado de Corpus Christi são um guia de IA para criadores de conteúdo, a chegada do inverno, a Parada do Orgulho LGBT+ e a escalada do conflito no Oriente Médio 🪖
cartograma.substack.com
June 16, 2025 at 9:57 AM
Novo mercado global de carbono enfrenta desafios para garantir integridade e segurança regulatória, aponta estudo
A substituição do antigo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) pelo mecanismo previsto no Artigo 6.4 do Acordo de Paris representa uma mudança estrutural na governança dos mercados internacionais de carbono e impõe novos desafios para governos, investidores e desenvolvedores de projetos de mitigação. Essa é a principal conclusão de um novo policy brief lançado pela LACLIMA, que analisa os efeitos da transição sobre a integridade ambiental dos créditos de carbono, a previsibilidade regulatória e a implementação do novo sistema. Intitulado “A transição do MDL ao Artigo 6.4: Integridade, Assimetrias e o Futuro do Mercado de Carbono”, o estudo argumenta que o novo mecanismo vai além de uma simples atualização das regras internacionais. Segundo a publicação, o Artigo 6.4 redefine a relação entre os mercados de carbono e as metas climáticas nacionais, amplia o papel dos governos na autorização e transferência dos créditos e busca elevar os padrões de qualidade e credibilidade das reduções de emissões. Para Yago Freire, coordenador de Políticas Climáticas e Mercados de Carbono da LACLIMA e coautor do relatório, trata-se de uma transformação estrutural na forma como os mercados de carbono se relacionam com as metas climáticas dos países, com o financiamento da ação climática e com os compromissos assumidos no âmbito do Acordo de Paris. "Ao mesmo tempo em que busca corrigir fragilidades identificadas no modelo anterior, o novo mecanismo introduz desafios relacionados à governança, à previsibilidade regulatória e à capacidade institucional necessária para sua implementação”, afirma. Uma das principais mudanças apontadas pelo estudo é que as reduções de emissões passam a estar diretamente vinculadas às Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) de cada país. Na prática, isso significa que os governos nacionais assumem um papel mais ativo na autorização, uso e transferência dos créditos de carbono, tornando o mercado mais integrado às estratégias nacionais de mitigação e desenvolvimento. Mais integridade O relatório organiza os principais desafios da transição em quatro grandes áreas — chamadas de "dimensões" pelo estudo. Uma delas é a integridade ambiental: garantir que os créditos emitidos correspondam a reduções de emissões reais, e não superestimadas. Um dos sinais de que o Artigo 6.4 está sendo mais rigoroso nesse ponto é a forma como vem revisando as metodologias herdadas do antigo MDL. Um exemplo concreto disso é o primeiro crédito emitido sob as novas regras, em fevereiro de 2026. Ele resultou em um volume cerca de 40% menor do que seria reconhecido se a mesma atividade tivesse sido avaliada pelas regras antigas do MDL. Ou seja, para o mesmo projeto, o novo sistema reconheceu bem menos créditos, o que indica critérios mais restritivos para contar o que conta como redução de emissão. O primeiro crédito sob o Artigo 6.4 saiu em fevereiro de 2026, de um projeto de fogões de cocção limpa em Mianmar, desenvolvido em parceria com a República da Coreia. Como ainda não existe metodologia própria do Artigo 6.4 para esse setor, o crédito foi calculado pela mesma metodologia do MDL, com apenas um parâmetro atualizado: a fração de biomassa não renovável, reduzida de 0,615 para 0,36. Foram emitidas 60 mil unidades, 40% a menos do que seria gerado sob as regras antigas. Meses depois, porém, o caso foi contestado. Em junho de 2026, uma coligação de ONGs — Global Forest Coalition, Myanmar Policy Institute e Plan 1.5 — publicou uma análise apontando que o projeto poderia ter sido supercreditado em até sete vezes, mesmo com as metodologias mais conservadoras do novo mecanismo. As organizações também apontaram que a entidade implementadora local integra a estrutura administrativa controlada pelo regime militar do país. Para a LACLIMA, o episódio mostra que regras mais rígidas no papel não impedem, sozinhas, que projetos controversos sejam revalidados sob o novo mecanismo, agora com respaldo institucional da ONU. O relatório recomenda cautela em tratar essa primeira emissão como prova de rigor sistêmico, já que a credibilidade do Artigo 6.4 dependerá de como o Órgão Supervisor responder a esse tipo de contestação. Previsibilidade regulatória Outro desafio destacado é a previsibilidade regulatória. A transição depende de uma série de etapas técnicas e administrativas que podem atrasar a migração dos projetos para o novo sistema. Até maio de 2026, apenas 13% das atividades elegíveis haviam recebido aprovação formal de seus países anfitriões. China e Índia, responsáveis por aproximadamente dois terços dos projetos aptos à migração, ainda não haviam autorizado nenhum deles. O prazo para que os países anfitriões encaminhem essa aprovação, originalmente fixado em 31 de dezembro de 2025, foi estendido na COP30 até 30 de junho de 2026 . Este será, segundo a LACLIMA, um momento decisivo para a consolidação da oferta do mecanismo, já que projetos sem aprovação até lá não poderão mais ser registrados. O gargalo, segundo o relatório, não está apenas do lado dos governos anfitriões, mas também na própria estrutura central do Artigo 6.4 , que enfrenta restrição de recursos. Em 2025, o Órgão Supervisor do mecanismo executou apenas 72,8% do orçamento já aprovado e manteve 11 das 63 posições de pessoal aprovadas congeladas por restrição orçamentária. Foram pedidos, então, “esforços proativos” para garantir os recursos necessários à plena operacionalização do mecanismo. “O Artigo 6.4 inaugura uma nova fase para os mercados internacionais de carbono. A discussão já não está centrada apenas na criação de regras, mas na capacidade de assegurar que essas regras produzam resultados climáticos reais, com integridade ambiental, transparência e alinhamento às metas nacionais de redução de emissões”, afirma Freire. Na avaliação da LACLIMA, a nova arquitetura tende a alterar também a lógica econômica do mercado. Em vez de privilegiar o volume de créditos emitidos, o sistema passa a valorizar atributos como qualidade, rastreabilidade e credibilidade das reduções de emissões. Com isso, o mercado pode se tornar mais segmentado, com diferentes níveis de demanda e valorização conforme a metodologia empregada e o contexto regulatório de cada projeto. “A credibilidade tende a se tornar um dos principais ativos dos mercados de carbono na próxima década. A forma como países, empresas e instituições implementarem o Artigo 6.4 será determinante para a confiança dos investidores e para a capacidade do mecanismo de mobilizar recursos para a ação climática”, diz Yago Freire. Em vez de propor soluções definitivas, o policy brief apresenta os principais dilemas que devem orientar a implementação do novo mecanismo. Entre eles estão o equilíbrio entre manter projetos já existentes e adotar critérios metodológicos mais rigorosos, além da discussão sobre aplicar exigências uniformes a todos os países ou estabelecer requisitos proporcionais às diferentes capacidades institucionais. Na síntese final do documento, esses dilemas são organizados em cinco tensões regulatórias que, segundo os autores, não podem ser resolvidas isoladamente porque se retroalimentam: rigor metodológico versus continuidade econômica dos projetos herdados do MDL; soberania das Partes anfitriãs versus harmonização do mercado; uniformidade de requisitos versus inclusão de países com menor capacidade institucional; velocidade de aprovação versus qualidade do escrutínio, sob pressão do calendário; e volume de créditos emitidos versus valor unitário e credibilidade do sistema. Segundo o estudo, não é possível maximizar todos esses objetivos ao mesmo tempo, apenas escolher, de forma deliberada, o ponto de equilíbrio em que o mecanismo deve operar. “Não existe uma resposta certa para esses dilemas; existem escolhas, com seus respectivos custos e benefícios. O papel deste estudo é tornar essas tensões visíveis”, conclui Freire. Além do policy brief, a LACLIMA também disponibilizou a segunda edição do Guia para Entender os Mercados de Carbono e Instrumentos de Cooperação do Artigo 6 do Acordo de Paris, atualizado com as decisões mais recentes das negociações internacionais realizadas no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) e das Conferências do Clima (COPs).. Mais Lidas
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August 7, 2026 at 7:34 AM
LACLIMA aponta avanço das metas climáticas do G20, mas alerta: proteger florestas não substitui corte de combustíveis fósseis
As metas climáticas apresentadas pelos países do G20, grupo das maiores economias mundiais, avançaram em sofisticação e ambição no novo ciclo das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), no entanto, ainda carregam diferenças metodológicas, dificuldades de implementação e um debate que ainda é perene: até que ponto reflorestamento e compensações podem conviver com a expansão de combustíveis fósseis? Essa é uma das principais conclusões do relatório "Um olhar para os compromissos climáticos: Avaliação das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC) do G20", elaborado pelo LACLIMA (Instituto que tem como missão disseminar e implementar conhecimento e políticas climáticas), divulgado no final deste mês de maio de 2026. Leia o documento completo aqui. O estudo analisa as metas climáticas de grandes economias do planeta até 2035 e mostra que, embora exista uma tendência de continuidade da redução de emissões, os países seguem adotando trajetórias diferentes de descarbonização. A não uniformidade é um problema. Para o diretor-técnico da LACLIMA, André Castro Santos, um dos principais entraves ainda está na própria estrutura do Acordo de Paris, que permite flexibilidade metodológica aos países. “Os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento têm exigências que, embora sejam comuns, possuem flexibilidades diferentes. Isso faz com que exista uma dificuldade metodológica importante de comparabilidade”, enfatiza. A escolha dos anos-base usados nas metas altera diretamente a percepção de ambição climática, por exemplo. Países desenvolvidos, que já possuíam obrigações desde o Protocolo de Kyoto, normalmente utilizam 1990 como referência para corte. Já muitos emergentes passaram a usar anos mais recentes, como 2005 ou 2015. “Quanto mais recente é o ano utilizado como referência, maior tende a ser a base de emissões. Então a redução absoluta acaba sendo relativamente menor”, explica. O relatório mostra que a heterogeneidade das NDCs continua sendo um desafio para medir o esforço climático global de forma homogênea. Há países que utilizam metas absolutas, outros trabalham com cenários projetados de emissões e alguns ainda adotam modelos híbridos. O estudo ressalta que financiamento, tecnologia, fortalecimento de capacidades e instrumentos de mercado seguem como fatores decisivos para a implementação das NDCs Europa e a sua trajetória mais linear A análise da LACLIMA aponta que União Europeia e Reino Unido aparecem entre os casos de maior continuidade climática, aliando avanço até 2030 com reduções adicionais relevantes até 2035. Para André Castro, isso ocorre porque esses países começaram antes o processo de redução de emissões. “São países que vêm desde o Protocolo de Kyoto tomando medidas para reduzir emissões e fazer transição energética. Eles têm obrigações internacionais mais antigas”, afirma. Já países em desenvolvimento possuem uma trajetória histórica diferente. O princípio das “responsabilidades comuns, porém diferenciadas”, previsto no regime climático internacional, reconhece que essas economias se industrializaram mais tarde e, portanto, começaram a emitir gases de efeito estufa depois. “Esses países têm o direito de levar o pico de emissões mais para frente antes de iniciar uma trajetória mais forte de redução”, argumenta. O relatório também identifica que parte dos países emergentes concentra esforços climáticos após 2030 devido à expectativa de financiamento internacional para viabilizar a transição energética. “Muitos países ainda condicionam parte das suas ações de mitigação ao recebimento de financiamento climático ou transferência de tecnologia”, afirma André. O financiamento climático, contudo, é um dos temas mais controversos em reuniões globais climáticas e permanece, em grande parte, travado. André Castro Santos, diretor técnico da LACLIMA Divulgação Florestas ajudam, mas não substituem corte de fósseis Um dos pontos do estudo está na discussão sobre metas líquidas de emissões (“net”), que consideram o balanço entre emissões e remoções de carbono por florestas e outros ecossistemas. O documento alerta que essa lógica não pode ser interpretada como autorização para ampliar emissões fósseis sob a justificativa de compensação ambiental. Vista aérea de floresta e rios da Amazônia Valter Campanato/Agência Brasil “Uma política climática ideal passa por duas coisas: parar de colocar carbono fóssil na atmosfera e, ao mesmo tempo, armazenar mais carbono em forma de biomassa”, diz André Castro. Há uma diferença estrutural entre o carbono fóssil e o carbono armazenado em florestas. “O carbono fóssil estava armazenado no subsolo há milhares de anos. Já o carbono em biomassa está muito mais suscetível de voltar à atmosfera, seja por desmatamento, degradação ou incêndios”, afirma. O relatório argumenta que reflorestamento e conservação são fundamentais, mas não substituem a necessidade de descarbonização estrutural da economia global. Brasil no debate sobre petróleo e floresta No caso brasileiro, a pesquisa detalha que a estratégia climática segue fortemente associada à redução do desmatamento e ao papel do setor florestal na remoção de carbono. O Brasil utiliza 2005 como ano-base e projeta emissões de aproximadamente 1,2 GtCO₂e em 2030 e 845 MtCO₂e em 2035. André Castro analisa que a floresta tropical brasileira tem papel decisivo no equilíbrio climático regional e global. “Florestas são reguladores climáticos importantes não só pela questão das emissões, mas também pela disponibilidade de chuva e equilíbrio climático”, afirma. Ao mesmo tempo, o especialista, que é colunista do Um Só Planeta, considera que o Brasil ainda precisa amadurecer o debate sobre expansão de combustíveis fósseis. “Ainda existem novas frentes de petróleo que o Brasil deseja explorar. Então é importante entender que aumento de florestas não compensa novas emissões por queima de combustíveis fósseis”, afirma. A foz do rio Amazonas, área de prospecção de petróleo offshore visada por empresas de Brasil, Suriname e Guiana Landsat/Nasa Apesar disso, ele reconhece que o país possui vantagens relativas em comparação com outras economias emergentes. “O Brasil tem uma matriz energética razoavelmente limpa, com forte participação de hidrelétricas, além da expansão da energia solar e eólica”, diz. Transparência climática ganha peso Outro eixo do relatório é o fortalecimento dos sistemas de transparência e monitoramento climático. Há um avanço na formulação das metas e no fortalecimento da transparência, contudo, como citado, diferenças metodológicas exigem cautela na leitura da ambição climática. Segundo André Castro, políticas climáticas bem-sucedidas dependem de mudanças concretas de comportamento econômico e industrial. “As políticas mais bem-sucedidas são aquelas que conseguem transformar comportamentos”, afirma. Ele cita como exemplos: investimentos em transição energética; incentivos econômicos para reduzir emissões; pressão de mercado por produtos menos intensivos em carbono; além de sistemas robustos de monitoramento. “Quanto maior a transparência, maior também a pressão social e econômica para mudanças de rota”, afirma. Saída dos EUA reduziu dinheiro climático O relatório também dedica atenção ao impacto da nova saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris em 2026. Um dos efeitos mais imediatos foi de ordem financeira. “Os Estados Unidos eram um dos maiores financiadores de iniciativas climáticas. Hoje existe menos dinheiro disponível para políticas ambientais no mundo”, afirma. Isso aumentou a pressão sobre outros países desenvolvidos, como Canadá, Japão e União Europeia, embora nenhum deles tenha assumido plenamente essa lacuna. Ainda assim, ele avalia que a saída americana não provocou um “efeito dominó” entre outras economias. “Existe uma percepção de que essa é uma política específica do governo Trump (Donald Trump, atual presidente dos EUA) e uma expectativa de que os Estados Unidos possam voltar ao acordo em uma futura alternância de poder”, afirma. “A realidade começa a se impor” Apesar das dificuldades, André Castro avalia que a agenda climática ganhou consistência nos últimos anos, especialmente após o Global Stocktake de 2023, que explicitou a distância entre o esforço atual e o necessário para limitar o aquecimento global. Os efeitos da crise climática começam a ser percebidos de forma concreta pela população. “As pessoas começam a perceber que está mais calor, que as secas são mais intensas, que as chuvas estão mais extremas. O agricultor percebe isso diretamente na produtividade”, afirma. Para o diretor-técnico da LACLIMA, esse cenário reduz espaço para discursos negacionistas e aumenta a tendência de pressão por descarbonização. “O negacionismo vai perdendo espaço pela realidade que se impõe”, finaliza. Mais Lidas
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May 29, 2026 at 12:32 AM
LACLIMA lança guia para projetos de carbono de alta integridade na Amazônia durante COP30
Com a COP30 trazendo o debate sobre carbono para o coração da Amazônia, o Instituto LACLIMA lançou, na quinta-feira, 20, o "Guia de Melhores Práticas para Projetos de Carbono de Alta Integridade na Amazônia Brasileira". O documento chega em um momento crucial, quando Belém sedia a primeira Conferência do Clima realizada na maior floresta tropical do mundo. O manual reúne recomendações técnicas, jurídicas e socioambientais voltadas à estruturação de projetos de carbono na região. A proposta é traduzir os referenciais internacionais de integridade para o contexto amazônico, garantindo não somente a qualidade técnica dos projetos, mas principalmente benefícios diretos para as comunidades que vivem da floresta. Saiba mais "O guia apresenta boas práticas para assegurar salvaguardas sociais e alta integridade em projetos de carbono baseados na natureza na Amazônia brasileira. Ele aborda principalmente três temas essenciais para a proteção das comunidades afetadas: regularização fundiária, repartição de benefícios e protocolos de consulta livre, prévia e informada", explica Juliana Marcusi, gerente de Política Climática e Mercados de Carbono da LACLIMA. Construção colaborativa O guia foi desenvolvido em parceria com os governos do Acre e de Rondônia, no âmbito do Access Strategies Program, da VCMI (Voluntary Carbon Markets Integrity Initiative). A elaboração contou ainda com contribuições do Amazon Investor Coalition (AIC), Climate Focus, Instituto LACLIMA e GCF Task Force. O lançamento aconteceu no Estande do Hub da UFPA, na Zona Azul, com um painel que reuniu especialistas de diferentes setores: governo, iniciativa privada, organizações socioambientais, comunidades locais e academia. Entre os participantes estavam Ana Beatriz Freitas Silva (Amazon Investor Coalition), Carlos Aragon (Governors' Climate and Forests Task Force), Charlotte Streck (Climate Focus), Diogo Martins, representantes do Governo de Rondônia, Laura Albuquerque (Future Climate Group) e Lise Tupiasu (Clínica de Direitos Humanos da Amazônia – CIDHA/UFPA). A diversidade de vozes reflete a intenção de construir um ecossistema de carbono mais robusto, transparente e conectado às realidades amazônicas. O documento busca justamente preencher a lacuna entre os padrões internacionais de certificação e as especificidades territoriais, sociais e jurídicas da região. Justiça climática e investimentos sustentáveis O LACLIMA aproveitou a COP 30 para lançar também outros dois documentos relevantes. O "Guia de Acesso à Justiça Climática e Socioambiental", desenvolvido em parceria com o Ministério da Justiça, foca nos povos em situação de vulnerabilidade. "Não preciso nem falar a importância da justiça climática, a importância de trazer povos em situação de vulnerabilização, povos negros, indígenas, ciganos, comunidades locais, comunidades ribeirinhas, pescadores artesanais, quebradores de coco babaçu, enfim, vários desses povos incríveis que fazem o Brasil, Brasil", afirmou Caroline Rocha, diretora executiva da LACLIMA. "É a nossa responsabilidade garantir que nas futuras gerações, os padrões de vulnerabilidade que existiram até hoje, não continuem a existir." O segundo volume da "Cartilha de Investimentos Sustentáveis na Amazônia" também foi apresentado durante a Conferência. Ambos os documentos estão disponíveis no site da organização. Mais Lidas
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November 22, 2025 at 7:45 AM
“Não podemos deixar que o incêndio destrua o legado da COP30”, diz diretora-executiva da LACLIMA
O incêndio em um pavilhão na Blue Zone, na COP30, em Belém (PA) já parou por ao menos uma hora o trabalho dos negociadores de mais de 150 países que estão na capital paraense. Apesar de o fogo ter sido controlado, ainda não há previsão de liberação da área atingida. Muitas pessoas, inclusive os próprios negociadores e os principais representantes da presidência da COP no Brasil seguem no Hangar Convenções, a espera de notícias. André Corrêa do Lago, presidente da COP30, Ana Toni, CEO da COP30 e Simon Stiell, chefe do Clima da ONU, se reuniram em uma pavilhão na área externa à estrutura onde estava acontecendo o evento, na Blue Zone. Ainda não há informações oficiais sobre a liberação da área ou a volta das negociações, que já deveriam se encaminhar para o final. Para Caroline Rocha, diretora-executiva da LACLIMA, instituto dedicado a pesquisar, desenvolver, disseminar e implementar conhecimento e políticas climáticas pela lente do Direito, é muito triste o ocorrido, dado o esforço que foi feito para que o Brasil pudesse sediar a conferência. “A presidência brasileira da COP, a sociedade civil e os brasileiros trabalharam arduamente para fazer essa COP funcionar; é o esforço de uma nação inteira”, diz. “E não podemos deixar com que este incidente pontual impeça a continuidade dos trabalhos”. A diretora executiva da LACLIMA reiterou que “o incêndio destruiu uma parte pequena da infraestrutura da COP, mas não podemos deixar que isso destrua o legado da COP30, que é muito relevante”. Para ela, ainda não dá para prever as consequências da paralisação para as negociações do texto final, que estavam em curso. “Se não for retomada [a negociação], ainda não dá para saber as consequências. Mas agora precisamos esperar que os trabalhos sejam retomados.” Os negociadores avançaram a madrugada em alguns dias desta segunda semana de conferência em busca de consenso para questões importantes para a agenda climática, porém difíceis, como um mapa para o mundo deixar de usar combustíveis, o aumento das ambições para as metas de descarbonização estarem alinhadas com a meta de aquecimento global de até 1,5ºC do Acordo de Paris, e ações para proteger do desmatamento das florestas tropicais. O financiamento dos países mais vulneráveis, especialmente do sul global, é outro ponto importante discutido na COP30, mas um dos mais difíceis de obter consenso. O que os observadores temem é que o incidente paralise os trabalhos, com as negociações se encerrando nesta quinta-feira, sem finalização. Isso poderia jogar a continuidade do que foi resolvido até agora para o ano que vem, por exemplo, na conferência em Bonn, na Alemanha, em junho, uma “pré-COP”. Uma saída como essa poderia ser ruim para o legado que o Brasil gostaria de deixar como presidente desta conferência. Rodrigo Sluminsky, advogado especializado em mudanças climáticas, sócio do Gaia, Silva, Gaede, e que estava na Blue Zone na hora do incidente, comenta que eventos fortuitos como esses podem ter um efeito ruim para as negociações, “que estão a um ritmo bastante interessante, inclusive com boa adesão ao mapa do caminho”. Em sua opinião, pode ser que algumas negociações percam tração, com a possibilidade de alguma suspensão temporária. “Se isso acontecesse, as negociações deveriam reiniciar em algum outro momento. Não é possível saber com certeza qual seria a solução nesse caso hipotético.” Sluminsky lembra que já houve, em outras conferências, como na COP da Convenção sobre Diversidade Biológica, que aconteceu em Cali, a suspensão das negociações - na ocasião, sobre financiamento da biodiversidade - e retomada em Roma, na Itália, no começo do ano seguinte. “Vamos torcer para que a gente consiga superar os desafios e o Brasil tenha uma decisão robusta aqui em Belém. Em tese, em caso de alguma interrupção, mas parte ou a totalidade das negociações poderiam ser levadas a Bonn, em junho de 2026”, aponta o advogado.
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November 21, 2025 at 5:44 AM
Direto de Belém: Um Só Planeta estreia série especial de podcasts na COP30 com episódio com André Castro Santos (LACLIMA) e Maria Netto (iCS)
A partir de Belém do Pará, coração da Amazônia, o Um Só Planeta estreia uma nova série de podcasts especiais para acompanhar de perto os bastidores, debates e compromissos da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que começa nesta segunda-feira, dia 10. O episódio de estreia do projeto — batizado “Direto de Belém” — é apresentado por Naiara Bertão, editora do Um Só Planeta, e traz uma conversa franca e profunda com dois nomes de peso no debate climático brasileiro: André Castro Santos, diretor técnico da LACLIMA e Maria Netto, diretora executiva do Instituto Clima e Sociedade (iCS). Também esta semana, Naiara fala com Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), e com Cláudia Prates, diretora de Sustentabilidade da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) para trazer a visão da contribuição do setor privado na discussão. “A COP30 será histórica — é a primeira conferência do clima sediada na Amazônia. Nosso objetivo é ouvir quem entende do assunto, explicar o que está em jogo e mostrar por que esse evento diz respeito a todos nós”, explica Naiara Bertão, no editora de Um Só Planeta. Saiba mais André Castro Santos, diretor técnico da LACLIMA Divulgação O que esperar dos episódios No programa, André Castro Santos analisa o cenário internacional das NDCs (Contribuições Nacionalmente Determinadas) — os compromissos que cada país precisa apresentar para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. A poucos dias do início da COP30, apenas 67 nações haviam submetido suas metas, representando 36% das emissões globais. André explica o que está por trás dessa lentidão e por que isso pode definir o sucesso ou fracasso da conferência de Belém. E comenta sobre a importância de pensar na transição justa também em países hoje dependentes de combustíveis fósseis e regiões que não conseguirão, de imediato, alocar os empregos para a economia verde. Já Maria Netto, diretora executiva do iCS, mergulha no tema das finanças climáticas. Ela discute como o fato de a COP30 acontecer na Amazônia pode reposicionar o fluxo global de investimentos verdes, especialmente com a ascensão das soluções baseadas na natureza, os pagamentos por serviços ambientais e o Fundo das Florestas Tropicais (TFFF), proposto e defendido pelo Brasil como um meio de financiar a transição protegendo as florestas. Maria Netto, diretora executiva do iCS Divulgação Maria Netto aponta ainda caminhos para garantir o financiamento da transição ecológica, minimizar riscos de projetos de bioeconomia e extração sustentável de castanhas e outros produtos da Amazônia, assim como financiamento ao empreendedorismo e inovação de startups com foco em soluções para o clima e meio ambiente. Já, no episódio sobre o setor privado, Marina Grossi, presidente do CEBDS, e enviada especial da Presidência da COP30 para o setor empresarial, fala sobre o papel das empresas na construção de uma economia de baixo carbono. A articulação setorial e entre empresários é fundamental, na sua opinião, para que o ponteiro ande. E o que ela a organização vai apresentar na COP já dá provas de que as empresas podem contribuir. Cláudia Prates, da CNseg, destaca o avanço do setor segurador, especialmente com o aumento da frequência dos desastres climáticos e das perdas econômicas que tem sido contabilizadas. Contudo, ela destaca que o setor não está só vendo o risco, mas sim as oportunidades que a agenda climática traz, como seguros de catástrofes, microsseguros para populações mais vulneráveis e outros produtos que possam mitigar risco e destravar financiamento climático e social, quando combinado com outros instrumentos financeiros. Onde ouvir O episódio de estreia de “Direto de Belém” já está disponível no canal “Entre no Clima”, do Um Só Planeta, no Spotify. A cobertura completa da COP30 pode ser acompanhada também no Canal do WhatsApp do Um Só Planeta, com atualizações diárias, entrevistas e bastidores direto de Belém. Conheça os convidados: André Castro Santos Diretor técnico da LACLIMA. Doutor em Direito Ambiental (USP) e em Ciências Sociais (Universidade de Lisboa), mestre em Direito Ambiental (USP) e bacharel em Direito e Geografia (USP). Conselheiro Acadêmico da Youth Climate Leaders e colunista do Um Só Planeta. Já participou presencialmente de sete conferências do clima da ONU. Maria Netto Diretora executiva do Instituto Clima e Sociedade (iCS). Foi especialista principal no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e chefe da divisão de instituições financeiras no New Development Bank. Atuou também na Secretaria da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) e no PNUD, sempre com foco em finanças climáticas e desenvolvimento sustentável. Mais Lidas
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November 10, 2025 at 12:05 PM
“Vulnerabilidade é produzida historicamente”: jurista defende centralidade das mulheres amazônidas na agenda climática rumo à COP30
“As mulheres amazônidas estão entre as mais impactadas pela crise do clima, e por isso precisam estar no centro das soluções.” A afirmação é da advogada Caroline Rocha, diretora de políticas da LACLIMA (Rede Latino-Americana de Juristas pelo Clima (Latin American Climate Lawyers Initiative for Mobilizing Action). Ela defende uma atuação climática construída com base na escuta dos territórios e na valorização de saberes historicamente silenciados. Para ela, é preciso enfrentar as estruturas de vulnerabilização impostas às mulheres periféricas da região — e transformar sua experiência em eixo estratégico das decisões ambientais. As declarações foram feitas após o primeiro encontro da Rede Amazônidas pelo Clima (RAC), realizado em 17 de julho, em Belém (PA), sede da COP30, em novembro. Com o tema “Ilegalidades e os desafios jurídicos para a implementação da agenda climática rumo à COP30”, o evento reuniu lideranças femininas e representantes da sociedade civil nos preparativos para a conferência climática da ONU. Caroline destacou que, segundo relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, na sigla em inglês: Intergovernmental Panel on Climate Change), as mulheres periféricas são mais expostas aos efeitos da crise climática — não por fragilidade biológica, mas por processos históricos de exclusão. “Essa vulnerabilidade não é natural — ela é produzida historicamente. Por isso, a perspectiva dessas mulheres precisa estar no centro da agenda climática, das negociações e das políticas públicas. É absolutamente imperativo”, afirmou. Ela propõe um reposicionamento narrativo: “A Amazônia não é só vítima. Ela é território de excelência, de conhecimento e de soluções”. Entre as estratégias da RAC e da organização parceira HAC, está o apoio a lideranças femininas e territoriais da Amazônia para garantir sua presença nos espaços mais relevantes da COP30. “Queremos garantir que a perspectiva amazônica seja ouvida com qualificação e reconhecimento.” Para Caroline, a sociedade civil da região também precisa se preparar tecnicamente para a conferência, compreendendo o funcionamento das negociações e ocupando espaços com propostas consistentes. “É preciso conhecer os espaços de incidência, as agendas de ação, os mecanismos de influência. E também é preciso estar pronto para receber e apresentar ao mundo as soluções que já existem aqui — em projetos de bioeconomia, nas biojoias, nos saberes tradicionais, no conhecimento científico local.” Primeiro encontro da Rede Amazônidas pelo Clima (RAC), realizado em 17 de julho, em Belém (PA). Nilson Cortinhas/Um Só Planeta Na mensagem final, ela ressalta que a COP30 é um marco, mas o trabalho de reconstrução narrativa e ocupação qualificada dos espaços deve ir além de novembro. “A COP30 é só um capítulo. O que a gente fizer agora vai definir a continuidade desse processo. Com apoio da sociedade e da comunidade internacional, podemos transformar a Amazônia de um local de desafios em um local de inovação, força, ancestralidade e soluções.” Serviço: A Rede Amazônidas pelo Clima está aberta à participação de pessoas e organizações da região. Para se engajar, basta acessar o site www.hac-br.org e preencher o formulário de adesão. Mais Lidas
umsoplaneta.globo.com
July 21, 2025 at 6:59 PM
Te invitamos al conversatorio de lanzamiento donde contaremos con la conversación de las y los autores del libro, y la presentación de Gabriel Mantelli (LACLIMA).

🗓️ 7/07 · 12:30 hrs (🇨🇱)
💻 Vía Zoom traducción español–inglés
➡️ Inscríbete: us02web.zoom.us/webinar/regi...
June 24, 2026 at 6:44 PM
#COP30 Summary | LRI and LACLIMA are happy to share with you our summary of the outcomes of #COP30. In this summary, we go over the major decisions that were adopted and what they entail for the implementation of the #ParisAgreement.

Read the summary here legalresponse.org/resource/cop...
COP 30 Outcome Summary - Legal Response International
LACLIMA and LRI have summarised the outcomes of COP 30 that was held in Belém, Brazil 10-22 November. This summary looks back at the progress made at COP and the decisions that
legalresponse.org
March 27, 2026 at 11:34 AM
📘 COP 29 Outcomes is the result of a collaboration between the Latin American Climate Lawyers Initiative for Mobilizing Action (LACLIMA) and LRI. The report offers an in-depth analysis of the key outcomes from the 2024 climate negotiations at #COP29 in #Baku.
🔗 legalresponse.org/legaladvice/...
May 9, 2025 at 4:22 PM
Neste ano, LACLIMA auxiliou na construção da pesquisa realizada pelo Instituto IDEIA, também parceiro do Brazil Forum UK 2025, para investigar como a população brasileira percebe questões ligadas à sustentabilidade, à crise climática e à COP 30.
June 7, 2025 at 12:56 PM
A edição que marca os 10 anos do evento conta com a participação da LACLIMA, um instituto que tem como missão pesquisar, desenvolver, disseminar e implementar conhecimento e políticas climáticas, amparado pela lente do Direito, com abordagem multidisciplinar.
June 7, 2025 at 12:56 PM
Advogada, Flávia Bellaguarda é co-fundadora e diretora presidente da LACLIMA, Latin American Climate Lawyers Initiative for Mobilizing Action.

Flávia estará presente em nossa décima edição e trará suas contribuições ao debate do painel sobre a COP30.
April 30, 2025 at 3:33 PM