#Legiao
MR.FIXIT and Nebenzinho.
October 2, 2026 at 1:37 PM
Eu amava Legião
Ai uns amigos começaram a criticar pesado
Passei um tempo sem ouvir
Um bom tempo

Hj em dia fiz as pazes com meu amor por Legião
Marcou muito pra ser só passado

Adorei o programa
Recomendo
Você pode amar ou pode odiar Legião Urbana, mas você sendo brasileiro ou brasileira, CONHECE LEGIÃO e sabe quem é o Renato! Então, ouça o novo episódio do Travessia com cobertura do @edisonveiga.bsky.social e @fdvives.bsky.social onde você ouve podcast ou pela @central3.bsky.social. Me faça feliz! ▶️
#220 - 30 anos sem Renato Russo - Central 3
Ele extravasou a rebeldia e a melancolia de quem foi jovem entre os anos 80 e 90, e empacotou estes sentimentos em longos versos massificados pelas rádios.  À frente da...
central3.com.br
October 2, 2026 at 10:53 AM
Agora na Wave: LEGIAO URBANA - GERACAO COCA-COLA
Ouça nossa programação: https://radiowavefm.com.br
October 2, 2026 at 8:53 AM
@dyonisian.bsky.social ¡Qué vida tan impredecible! Si Legião Urbana te saca estos sentimientos, al menos tienes una canción para recordarte lo importante que es vivir la vida a tope, sin trampa ni cartón!
October 2, 2026 at 2:05 AM
ovicio.com.br
October 1, 2026 at 10:29 PM
📰Morre Lito Sousa, aos 59 anos

Lito deixou a luta contra a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) pública nas redes sociais e mobilizou legião de fãs nos últimos meses
Morre Lito Sousa, aos 59 anos
Lito deixou a luta contra a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) pública nas redes sociais e mobilizou legião de fãs nos últimos meses
www.correiobraziliense.com.br
October 1, 2026 at 9:43 PM
Pura verdade. Copiavam a cena punk e pós-punk que era o que rolava na Inglaterra na época. Legião Urbana era uma cópia de Joy Division, The Cure, Smiths, Stooges e outros.
Fora a NWOBHM que veio mais ou menos na mesma época.
October 1, 2026 at 8:23 PM
sinceramente fazer fanart de música de legião urbana não é aquilo que eu esperava fazer em 2026 mas essa música é mt importante pra mim e essa semana tá particularmente difícil
October 1, 2026 at 7:37 PM
Vai ouvir Clarisse do Legião Urbana numa festa então e me diz o que acontece :v
October 1, 2026 at 5:46 PM
setembro/2026

Top 10

Elton John (33)
Milton Nascimento (26)
Pink Floyd (25)
Robyn (25)
Zach Bryan (25)
Boards of Canada (24)
Cazuza (22)
Chico Buarque (21)
Fugees (20)
Legião Urbana (19)
October 1, 2026 at 4:04 PM
Daí é porque basicamente a legião do mal roubou os planos que ele tinha como contigente para vencer a liga. Pqp as animações da DC esmagam qualquer filme da Marvel
October 1, 2026 at 3:15 PM
Eu odeio a forçada que dão no batman mas me arrepio sempre com a cena do filme da legião do mal que o superman foi baleado com uma kryptonita, daí o batman pede ajuda pro flash, mas ele ta com uma bomba acoplada que se parar ela explode, e o invasor de Marte ta pegando fogo (fraqueza dele)
October 1, 2026 at 3:15 PM
Gosto de um modo carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno voo e cai sem graça no chão. Clarice Lispector
A legião estrangeira. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1964.
...
October 1, 2026 at 3:05 PM
October 1, 2026 at 2:28 PM
A Legião do Mal
Every horrendous villain movie come to life!
October 1, 2026 at 1:42 PM
Obviamente não incluíram nenhuma música de A Tempestqde, da Legiāo, neste estudo.
October 1, 2026 at 12:24 PM
Agora na Wave: LEGIAO URBANA - SERA
Ouça nossa programação: https://radiowavefm.com.br
October 1, 2026 at 8:40 AM
O que as marcas esportivas ainda não entenderam sobre o consumidor maduro
Como quero viver os anos que ainda tenho pela frente? É essa pergunta que tem levado uma legião de representantes da Geração X e dos Baby Boomers a lotarem academias, parques e centros esportivos. A atividade física virou, definitivamente, lifestyle para os 50+. Termos como healthspan (tempo de vida saudável) e musclespan (período em que se tem músculos fortes) passaram a fazer parte das conversas do dia a dia e colocaram o lifespan (tempo de vida) na caixinha de assuntos ultrapassados. Para muitas mulheres, treinar deixou de ser apenas uma recurso para emagrecer ou mudar o corpo e passou a ser uma forma de preservar força, mobilidade, disposição e independência. Elas estão se movimentando mais, comprando roupas e equipamentos esportivos e praticando diferentes modalidades. É o que mostra uma pesquisa da Madura Lab, consultoria de estratégia de marca e negócio especializada em longevidade, realizada entre julho e agosto deste ano. Segundo o levantamento, cerca de 80% das entrevistadas treinam três vezes ou mais por semana e 35%, cinco vezes ou mais. “Mais do que o número, surpreendeu a consistência da relação dessas mulheres com a atividade física. Isso já faz parte da rotina delas”, analisa Manuela Bertoletti, cofundadora da consultoria e há mais de 20 anos trabalhando com branding e comunicação para marcas. “Isso muda a perspectiva. A mulher 50+ pesquisada não precisa ser trazida para o universo esportivo. Ela já está nele. Treina, consome e faz suas escolhas. O desafio é entender se as marcas estão acompanhando essa transformação e reconhecendo o potencial dessa consumidora”, completa Gabriela Bonella, estrategista de marca e executiva de marketing e cofundadora da Madura Lab. O dado mais revelador, de acordo com a pesquisa, é a razão pela qual elas se exercitam. Saúde é a principal motivação, citada por 91,2% das mulheres; qualidade de vida aparece para 79,2%, longevidade para 56,5% e bem-estar emocional para 55,9%. Performance esportiva foi mencionada por apenas 7,6%. Isso não quer dizer que elas não queiram melhorar o desempenho. A diferença está no fato de o exercício ser menos sobre correr mais rápido e mais sobre continuar correndo. Menos sobre superar um recorde e mais sobre preservar a capacidade de viajar, subir uma trilha, trabalhar, dançar, caminhar pela cidade, brincar com os netos ou simplesmente continuar fazendo as coisas de que gosta. A própria Madura Lab identifica aí uma mudança no conceito de desempenho, que vai do superar limites para o preservar possibilidades. “É o que chamamos de ‘performance da longevidade’: manter autonomia e disposição para sustentar a vida que se quer viver. Não significa abrir mão de evolução, estética ou desafio, e sim ampliar a ideia de resultado. Performance também é continuar em movimento ao longo dos anos”, explicam as consultoras. Paradoxo do mercado esportivo Quando pensamos que esse movimento só tem a crescer, levando-se em conta dados da Organização Mundial da Saúde, que projeta que a população mundial de pessoas 60+ passe de 1,4 bilhão em 2030 e 2,1 bilhões em 2050, é de estranhar que o mercado esportivo não esteja olhando atentamente para esse público. A pesquisa da Madura Lab revelou que muitas mulheres, quando veem campanhas, produtos e a própria ideia de performance que as marcas vendem, ainda não se reconhecem ali. “A pesquisa mostra essa desconexão. A mulher pode até se reconhecer na campanha e, ainda assim, não se sentir considerada como consumidora. A oportunidade não é falar com a idade. É entender o que muda com ela”, avalia Gabriela. O estudo mostra que 75% das entrevistadas consideram que a comunicação das marcas esportivas com mulheres de sua idade é apenas parcial ou inexistente. Quando perguntadas quanto as marcas entendem mulheres da sua faixa etária, a nota média foi de apenas 2,6 em uma escala de zero a cinco. Ou seja: o universo esportivo ainda não reconhece que elas estão presentes. E isso não é apenas uma questão de imagem. É também produto. “Não adianta colocar uma mulher 50+ na campanha se ela entra na loja e não encontra uma roupa que vista bem o seu corpo. Representatividade não é apenas aparecer na comunicação. Precisa chegar à modelagem, à numeração, ao caimento, ao conforto e à experiência de compra”, completa Manuela. Uma das entrevistadas, por exemplo, apontou a necessidade de tamanhos mais adequados aos corpos que mudam na pré e na pós-menopausa, especialmente pela alteração da circunferência abdominal. Não é só no Brasil O descompasso também aparece em mercados mais maduros. Nos Estados Unidos, uma pesquisa da Boston Consulting Group identificou que Gen X e Baby Boomers são compradores importantes de activewear e pretendem aumentar seus gastos, especialmente em produtos premium. Há oportunidade para o mercado, sobretudo se souber entender e quiser atender aos interesses desse público. A mesma pesquisa, por exemplo, mostrou que essas gerações passam três vezes mais tempo caminhando do que correndo. Ainda assim, as principais marcas analisadas pela BCG oferecem 1,6 vez mais modelos de tênis de corrida do que de caminhada. É uma pequena radiografia que leva a um questionamento: a indústria está acompanhando o consumidor ou tentando fazer o consumidor caber naquilo que ela já sabe vender? No Reino Unido, a distância entre comportamento e representação também é clara. Uma pesquisa da campanha Age Without Limits, divulgada em julho de 2026, mostrou que 20% das pessoas com 45 anos ou mais dizem que pouca ou nenhuma marca de roupas esportivas representa adequadamente sua faixa etária na publicidade. Entre 55 e 64 anos, o índice chega a 49%. Ao mesmo tempo, um dado da Sport England, citado, citado pelo Centre for Ageing Betterum, aponta que 10,5 milhões de ingleses com 55 anos ou mais praticam pelo menos 150 minutos de atividade física por semana. Há ainda um componente comercial que torna o descompasso difícil de ignorar: no Reino Unido, os 50+ respondem por mais da metade dos gastos dos consumidores, segundo o mesmo levantamento. E 26% das pessoas entre 55 e 64 anos dizem que comprariam mais de uma marca se sua publicidade representasse de forma justa pessoas da sua idade. A questão não é criar uma pequena coleção “50+”, como se a idade definisse uma nova modalidade esportiva. A mulher madura pode fazer musculação, pilates, corrida, caminhada, natação, trilha e dança — às vezes tudo na mesma semana. “A mudança que o mercado precisa fazer talvez seja menos sobre criar uma categoria e mais sobre ampliar a própria ideia de quem é uma pessoa esportista. Não é ter uma linha para senhoras. É parar de enxergar a mulher madura como uma exceção dentro do universo esportivo e começar a tratá-la como parte natural dele”, analisam as sócias.
vogue.globo.com
October 1, 2026 at 8:15 AM
eh pq vc tem uma legiao de fans
October 1, 2026 at 1:33 AM
Eu tenho a mesma idade dos discos: 'Appetite For Destruction' do Guns, 'Que País é Esse?' da Legião e do 'Girls, Girls, Girls' do Motley Crue.

Eu sou 15 dias mais nova que o disco do MC e um mês e 17 dias mais velha que o Appetite.
Eu sou um ano e um dia mais velha que o Globo Rural.
acabei de descobrir que eu tenho praticamente a mesma idade do programa Roda Viva
September 30, 2026 at 11:37 PM
BYD Dolphin e Dolphin Mini usados: 3 versões a partir de R$ 85 mil
Quando o assunto é compacto elétrico, o BYD Dolphin joga em muitas frentes. Na de entrada, atende com o Dolphin Mini, subcompacto entre os mais vendidos do país. Nos intermediários, o Dolphin também vende bem e tem uma legião de compradores fiéis. E, para quem precisa de mais potência, o Dolphin Plus dá conta com seus 204 cv. Mas, e se seu orçamento for mais limitado e você quiser um Dolphin para chamar de seu? Autoesporte separou três opções do modelo que devem ser consideradas na sua próxima compra. Os valores mencionados ao longo do texto foram consultados no Mercado Livre durante o processo de apuração e elaboração da matéria, no mês de setembro de 2026. Veja a seguir mais informações sobre cada um dos modelos listados. 1. BYD Dolphin Mini 2025 - a partir de R$ 84.990 BYD Dolphin Mini é o subcompacto elétrico mais vendido do Brasil Divulgação O Dolphin Mini se apresenta ao mercado como um subcompacto elétrico que, além de pequeno, tem a agilidade da condução a seu favor, o que explica ser figurinha fácil nas ruas. Mesmo sendo o menor e mais urbano da família Dolphin, não abre mão da bateria Blade de 38 kWh na versão GS (a GL tem bateria de 30 kWh). O motor elétrico dianteiro entrega 75 cv e 13,5 kgfm, com câmbio de relação única, enquanto a autonomia homologada pelo Inmetro chega a 280 km na versão GS. Por sua vez, a GL tem apenas 224 km. Portanto, fique com a GS. São 3,78 metros de comprimento, 2,50 metros de entre-eixos e 230 litros de porta-malas. Aqui, cabe uma ressalva: somente na linha 2026 o hatch passou a levar cinco ocupantes; os carros seminovos ainda são certificados para apenas quatro pessoas. De acordo com o teste de pista da Autoesporte, o 0 a 100 km/h leva 14,5 segundos, com máxima de 130 km/h. Ou seja, o desempenho é tipicamente urbano. Na recarga, o Mini aceita até 6,6 kW em corrente alternada, pelo conector Tipo 2, e até 40 kW em corrente contínua, usando CCS2. Em eletroposto rápido, a BYD informa cerca de 30 minutos para passar de 30% a 80%; em casa, a recarga pode ser feita em wallbox ou tomada convencional de 127 ou 220 V. Considerando o topo de linha GS, o pacote inclui central multimídia giratória de 10,1 polegadas, Android Auto e Apple CarPlay, carregamento de celular por indução, ar-condicionado automático, câmera de ré, sensores de estacionamento traseiro, chave presencial e seis airbags (frontais, laterais dianteiros e do tipo cortina). No Mercado Livre, unidades 2025 partem de R$ 84.990. 2. BYD Dolphin 2024 - a partir de R$ 112.800 BYD Dolphin GS preza pela agilidade e bom espaço interno Renato Durães/Autoesporte Primeiro hatch da marca a desembarcar no Brasil, o Dolphin dominou o mercado de elétricos novos até a chegada da versão menor. No mercado de usados, o hatch também vai bem, onde unidades 2024 (GS) partem dos R$ 112.800. Ele traz motor elétrico dianteiro de 95 cv e 18,3 kgfm, alimentado por bateria Blade de 44,9 kWh. A autonomia pelo Inmetro é de 291 km. Segundo o teste da Autoesporte, a arrancada de 0 a 100 km/h é feita em 10,9 s, e a velocidade máxima chega a 160 km/h. Com 4,12 m de comprimento e 2,70 m de entre-eixos, o hatch oferece mais espaço interno que o Mini. O porta-malas leva 345 l, um bom volume para um compacto. A recarga pode ser feita em AC pelo conector Tipo 2, com potência de até 6,6 kW, ou em DC pelo CCS2, chegando a 60 kW nas primeiras unidades. Em carregador rápido, a BYD indica aproximadamente 25 minutos para levar a bateria de 20% a 80%. No quesito itens de série, a GS oferece recursos como central multimídia com tela giratória de 12,8 polegadas, quadro de instrumentos digital, carregador de celular por indução, câmera de ré, controle de cruzeiro, seis airbags e sistema de monitoramento da pressão dos pneus. É uma boa opção para os que precisam de mais espaço do que o Mini pode oferecer. 3. BYD Dolphin Plus 2024 - a partir de R$ 119.900 BYD Dolphin Plus traz mais performance e estilo ao compacto Murilo Góes/Autoesporte Por último, o mais potente da lista. A versão Plus supre o espaço de topo de linha na família Dolphin e, para isso, tem acabamento diferenciado, cores novas, rodas com desenho exclusivo e motor de 204 cv e 31,6 kgfm. Com mais que o dobro da potência da versão de entrada, o hatch arranca de 0 a 100 km/h em 7 s, de acordo com a BYD, e tem máxima de 160 km/h. Tratando-se de um modelo urbano, são números respeitáveis. Entre os carros citados, tem a maior autonomia: a bateria Blade de 60,48 kWh proporciona 330 km de autonomia, de acordo com o Inmetro. Já a recarga é feita por Tipo 2 em corrente alternada, até 7 kW, ou por CCS2 em corrente contínua, até 80 kW. Em DC, a bateria pode passar de 30% a 80% em cerca de 30 minutos. Com 4,29 m de comprimento, ele é mais comprido que o Dolphin tradicional; porém, o entre-eixos de 2,70 m e o porta-malas de 345 l são iguais. De quebra, é o único com suspensão traseira multilink, enquanto os demais usam eixo de torção. O Plus ainda se diferencia pelo teto solar panorâmico, bancos dianteiros com ajustes elétricos, ar-condicionado automático, carregador de celular por indução, central multimídia de 12,8 polegadas, câmera de 360 graus e pacote ADAS. Mesmo nichado e completo, achar unidades do Dolphin Plus até R$ 130 mil não é tarefa fácil. A Autoesporte encontrou uma unidade no Mercado Livre por R$ 119.900, mas as demais passam fácil dos R$ 140 mil. Lembrando que, por pouco mais de R$ 150 mil, é possível levar um Dolphin GS mais novo para casa. Uma busca mais refinada e paciente, entretanto, pode ajudar na hora de escolher seu próximo elétrico da BYD. Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.
autoesporte.globo.com
October 1, 2026 at 8:01 AM
Trilha sonora dos anos 1980 embala o musical 'Feliz Ano Velho', em cartaz em São Paulo
Trilha sonora dos anos 1980 embala o musical 'Feliz Ano Velho', em cartaz em São Paulo
Canções de Barão Vermelho e Legião Urbana recontam a história do escritor Marcelo Rubens Paiva
guia.folha.uol.com.br
September 30, 2026 at 4:27 PM