BYD Dolphin e Dolphin Mini usados: 3 versões a partir de R$ 85 mil
Quando o assunto é compacto elétrico, o BYD Dolphin joga em muitas frentes. Na de entrada, atende com o Dolphin Mini, subcompacto entre os mais vendidos do país. Nos intermediários, o Dolphin também vende bem e tem uma legião de compradores fiéis. E, para quem precisa de mais potência, o Dolphin Plus dá conta com seus 204 cv. Mas, e se seu orçamento for mais limitado e você quiser um Dolphin para chamar de seu? Autoesporte separou três opções do modelo que devem ser consideradas na sua próxima compra. Os valores mencionados ao longo do texto foram consultados no Mercado Livre durante o processo de apuração e elaboração da matéria, no mês de setembro de 2026. Veja a seguir mais informações sobre cada um dos modelos listados. 1. BYD Dolphin Mini 2025 - a partir de R$ 84.990 BYD Dolphin Mini é o subcompacto elétrico mais vendido do Brasil Divulgação O Dolphin Mini se apresenta ao mercado como um subcompacto elétrico que, além de pequeno, tem a agilidade da condução a seu favor, o que explica ser figurinha fácil nas ruas. Mesmo sendo o menor e mais urbano da família Dolphin, não abre mão da bateria Blade de 38 kWh na versão GS (a GL tem bateria de 30 kWh). O motor elétrico dianteiro entrega 75 cv e 13,5 kgfm, com câmbio de relação única, enquanto a autonomia homologada pelo Inmetro chega a 280 km na versão GS. Por sua vez, a GL tem apenas 224 km. Portanto, fique com a GS. São 3,78 metros de comprimento, 2,50 metros de entre-eixos e 230 litros de porta-malas. Aqui, cabe uma ressalva: somente na linha 2026 o hatch passou a levar cinco ocupantes; os carros seminovos ainda são certificados para apenas quatro pessoas. De acordo com o teste de pista da Autoesporte, o 0 a 100 km/h leva 14,5 segundos, com máxima de 130 km/h. Ou seja, o desempenho é tipicamente urbano. Na recarga, o Mini aceita até 6,6 kW em corrente alternada, pelo conector Tipo 2, e até 40 kW em corrente contínua, usando CCS2. Em eletroposto rápido, a BYD informa cerca de 30 minutos para passar de 30% a 80%; em casa, a recarga pode ser feita em wallbox ou tomada convencional de 127 ou 220 V. Considerando o topo de linha GS, o pacote inclui central multimídia giratória de 10,1 polegadas, Android Auto e Apple CarPlay, carregamento de celular por indução, ar-condicionado automático, câmera de ré, sensores de estacionamento traseiro, chave presencial e seis airbags (frontais, laterais dianteiros e do tipo cortina). No Mercado Livre, unidades 2025 partem de R$ 84.990. 2. BYD Dolphin 2024 - a partir de R$ 112.800 BYD Dolphin GS preza pela agilidade e bom espaço interno Renato Durães/Autoesporte Primeiro hatch da marca a desembarcar no Brasil, o Dolphin dominou o mercado de elétricos novos até a chegada da versão menor. No mercado de usados, o hatch também vai bem, onde unidades 2024 (GS) partem dos R$ 112.800. Ele traz motor elétrico dianteiro de 95 cv e 18,3 kgfm, alimentado por bateria Blade de 44,9 kWh. A autonomia pelo Inmetro é de 291 km. Segundo o teste da Autoesporte, a arrancada de 0 a 100 km/h é feita em 10,9 s, e a velocidade máxima chega a 160 km/h. Com 4,12 m de comprimento e 2,70 m de entre-eixos, o hatch oferece mais espaço interno que o Mini. O porta-malas leva 345 l, um bom volume para um compacto. A recarga pode ser feita em AC pelo conector Tipo 2, com potência de até 6,6 kW, ou em DC pelo CCS2, chegando a 60 kW nas primeiras unidades. Em carregador rápido, a BYD indica aproximadamente 25 minutos para levar a bateria de 20% a 80%. No quesito itens de série, a GS oferece recursos como central multimídia com tela giratória de 12,8 polegadas, quadro de instrumentos digital, carregador de celular por indução, câmera de ré, controle de cruzeiro, seis airbags e sistema de monitoramento da pressão dos pneus. É uma boa opção para os que precisam de mais espaço do que o Mini pode oferecer. 3. BYD Dolphin Plus 2024 - a partir de R$ 119.900 BYD Dolphin Plus traz mais performance e estilo ao compacto Murilo Góes/Autoesporte Por último, o mais potente da lista. A versão Plus supre o espaço de topo de linha na família Dolphin e, para isso, tem acabamento diferenciado, cores novas, rodas com desenho exclusivo e motor de 204 cv e 31,6 kgfm. Com mais que o dobro da potência da versão de entrada, o hatch arranca de 0 a 100 km/h em 7 s, de acordo com a BYD, e tem máxima de 160 km/h. Tratando-se de um modelo urbano, são números respeitáveis. Entre os carros citados, tem a maior autonomia: a bateria Blade de 60,48 kWh proporciona 330 km de autonomia, de acordo com o Inmetro. Já a recarga é feita por Tipo 2 em corrente alternada, até 7 kW, ou por CCS2 em corrente contínua, até 80 kW. Em DC, a bateria pode passar de 30% a 80% em cerca de 30 minutos. Com 4,29 m de comprimento, ele é mais comprido que o Dolphin tradicional; porém, o entre-eixos de 2,70 m e o porta-malas de 345 l são iguais. De quebra, é o único com suspensão traseira multilink, enquanto os demais usam eixo de torção. O Plus ainda se diferencia pelo teto solar panorâmico, bancos dianteiros com ajustes elétricos, ar-condicionado automático, carregador de celular por indução, central multimídia de 12,8 polegadas, câmera de 360 graus e pacote ADAS. Mesmo nichado e completo, achar unidades do Dolphin Plus até R$ 130 mil não é tarefa fácil. A Autoesporte encontrou uma unidade no Mercado Livre por R$ 119.900, mas as demais passam fácil dos R$ 140 mil. Lembrando que, por pouco mais de R$ 150 mil, é possível levar um Dolphin GS mais novo para casa. Uma busca mais refinada e paciente, entretanto, pode ajudar na hora de escolher seu próximo elétrico da BYD. Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.