#NetLab
Auditoria do NetLab/UFRJ registrou 24 recomendações de 11 contas oficiais em três dias.

Clique na imagem para ver 👇

iclnoticias.com.br/tiktok-recom...
TikTok recomenda vídeos de candidatos apesar de regra do TSE, aponta estudo - ICL Notícias
(Folhapress) - O TikTok recomendou no feed "Para Você" vídeos publicados por perfis oficiais de candidatos que deveriam ser excluídos desse tipo de
iclnoticias.com.br
October 5, 2026 at 12:19 AM
Quase 70% dos anúncios na Meta sobre processo eleitoral atacam instituições ou levantam suspeitas sobre pleito, aponta pesquisa
Meta AI Getty Images Dos 2.326 anúncios relacionados ao processo eleitoral analisados pelo NetLab, laboratório de pesquisa em internet e redes sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), durante o primeiro mês da campanha, 1.586, ou 68,1%, atacavam instituições ou levantavam suspeitas sobre a condução, fiscalização, julgamento ou garantia das eleições. O levantamento identificou ainda conteúdos que colocavam em dúvida a segurança das urnas eletrônicas e peças publicadas por candidatos sem a devida classificação como propaganda político-eleitoral. A análise abrangeu anúncios veiculados nas plataformas da Meta entre 16 de agosto e 16 de setembro. Ao todo, o laboratório coletou 6.757 peças. Dentro desse universo, 2.326 abordavam o processo eleitoral, as instituições responsáveis por sua condução ou seus integrantes. Esses anúncios foram promovidos por 454 páginas e, segundo as faixas disponibilizadas pela plataforma, somaram até R$ 2,1 milhões em gastos e 224 milhões de impressões. Segundo Rose Marie Santini, diretora e fundadora do NetLab/UFRJ e responsável pelo estudo, o padrão encontrado neste ano representa uma mudança em relação ao que foi observado nas eleições anteriores. Em 2022, os questionamentos se concentravam principalmente na segurança e na auditabilidade das urnas. Agora, segundo ela, a desconfiança se espalha pelas instituições responsáveis por organizar, fiscalizar e julgar questões relacionadas ao pleito. — A diferença em relação ao que encontramos nas eleições passadas é que, em 2022, o foco estava mais concentrado nos questionamentos sobre a lisura e a auditabilidade das urnas eletrônicas. Neste ano, a deslegitimação das eleições segue outro caminho: o foco não está mais apenas em atacar os sistemas de votação, mas em produzir uma desconfiança generalizada em relação às instituições responsáveis por resguardar o processo eleitoral — afirma Santini. De acordo com a pesquisadora, os anúncios não aparecem apenas como manifestações isoladas de desconfiança. O estudo identificou uma lógica na qual suspeitas sobre instituições e processos democráticos são transformadas em pautas de campanha. Nesse contexto, alegações de fraude eleitoral e até defesas de intervenção estrangeira passam a ser incorporadas ao discurso eleitoral de maneira mais moderada. O NetLab afirma ter encontrado esse tipo de conteúdo especialmente entre candidatos de PL e Novo. Das instituições às urnas Entre os conteúdos analisados, 35 anúncios levantavam suspeitas sobre a segurança das urnas e sugeriam a possibilidade de fraude nas eleições. As peças reuniam desde questionamentos sobre o software dos equipamentos até acusações mais diretas de manipulação. — Embora o número de anúncios possa parecer baixo à primeira vista, o conteúdo que aparece neles é muito grave, porque se trata de publicidade, inclusive de candidatos, com alegações que questionam a legitimidade do processo eleitoral explicitamente — diz a pesquisadora. Segundo ela, foram encontradas peças que levantavam suspeitas sobre a segurança, a transparência e a confiabilidade das urnas e usavam essas alegações para questionar resultados de eleições anteriores. Alguns conteúdos afirmavam, por exemplo, que Jair Bolsonaro teria sido prejudicado por supostos problemas no sistema; outros sugeriam fragilidades que permitiriam alterar votos registrados ou acusavam mesários, especialmente no Nordeste, de modificar resultados. — Os anúncios combinavam questionamentos técnicos, suspeitas de um sistema eletrônico frágil e acusações mais diretas de manipulação eleitoral — resume Santini. Além dos 35 anúncios relacionados às urnas, o levantamento contabilizou 814 peças com acusações de corrupção contra instituições ou integrantes envolvidos no processo eleitoral, 41 com incitação à violência ou ameaças de ruptura institucional e 19 que incentivavam ou sugeriam intervenção de atores estrangeiros. Alexandre de Moraes aparece como principal alvo do conjunto analisado. Dos 2.326 anúncios sobre o processo eleitoral, 66,3% mencionavam o ministro, apontou o balanço do NetLab. Em números absolutos, 1.542 peças faziam referência direta ao nome ou à imagem de Moraes. Anúncios sem identificação eleitoral O estudo também aponta problemas na classificação da publicidade eleitoral. Entre os conteúdos analisados, 167 anúncios considerados político-eleitorais pelos pesquisadores não estavam corretamente categorizados dessa forma no momento da veiculação. A identificação é relevante porque anúncios classificados como político-eleitorais ficam sujeitos a mecanismos específicos de transparência. As regras do TSE determinam que plataformas que ofereçam impulsionamento mantenham um repositório com informações sobre o conteúdo, valores gastos, responsáveis pelo pagamento e características da audiência alcançada. — Quando um candidato impulsiona propaganda sem a devida identificação, os eleitores são impactados por esses conteúdos sem saber que se trata de publicidade, enquanto informações como quem pagou, quanto pagou e para quem o anúncio foi distribuído deixam de estar disponíveis, comprometendo a transparência e a fiscalização — pontua Santini. Dentro desse universo, o laboratório identificou 11 anúncios publicados diretamente por dez candidatos sem a classificação adequada como propaganda político-eleitoral. Apenas quatro, segundo os pesquisadores, foram posteriormente recategorizados pela Meta. Os candidatos pertenciam a oito partidos: Novo, Podemos, Missão, Democrata, PDT, PSOL, PL e Rede. Santini afirma que, nesses casos, havia duas etapas de controle. Cabia aos próprios candidatos identificar as peças como eleitorais e, diante de uma eventual falha, à plataforma revisar a classificação. — Todos os 11 anúncios deveriam, conforme determina o TSE, ter sido classificados como anúncios eleitorais pelos próprios candidatos — diz a pesquisadora. — Prevendo essa possibilidade, o TSE determina que as plataformas sejam diligentes: devem revisar os anúncios e reclassificá-los corretamente quando perceberem a irregularidade. Nos anúncios que encontramos, a Meta recategorizou apenas quatro das 11 publicações. Lei exige transparência As regras eleitorais determinam que propaganda paga na internet seja identificada inequivocamente como impulsionada e contratada por atores autorizados, como partidos, federações, candidaturas e seus representantes. O TSE também exige mecanismos de transparência das plataformas e proíbe o uso do impulsionamento para propaganda negativa contra adversários. Para Santini, o principal problema é que os casos detectados não permitem dimensionar a extensão total das irregularidades, justamente porque peças que não são identificadas corretamente podem escapar dos mecanismos de transparência. — A falta de transparência é o problema central, por isso não conhecemos o tamanho real do problema — garante. — Sem acesso à totalidade dos anúncios veiculados na Meta, e não apenas àqueles que o anunciante ou a empresa classifica como políticos, não é possível dimensionar a extensão das irregularidades e dos descumprimentos da legislação eleitoral no ecossistema publicitário da empresa. Procurada, a Meta não se manifestou até a publicação desta reportagem. Mais Lidas
epocanegocios.globo.com
October 4, 2026 at 7:28 AM
TikTok recomenda vídeos de candidatos, contrariando TSE
TikTok recomenda vídeos de candidatos apesar de regra do TSE, aponta estudo
Auditoria do NetLab/UFRJ registrou 24 recomendações de 11 contas oficiais em três dias
www1.folha.uol.com.br
October 1, 2026 at 7:57 PM
Bom dia!
Domingo (04.10) tem eleição e estamos no ar com o mesacast “A fábrica de desinformação eleitoral”, produzido em parceria com o NetLab UFRJ.
Assista agora ou escute no seu tocador favorito: bit.ly/4xZCGWi
[COM VÍDEO] MESACAST - A fábrica de desinformação eleitoral
As eleições de 2026 acontecerão em meio a um ecossistema de desinformação digital maduro. Há canais que ganham dinheiro ao disparar seus conteúdos em grupos vinculados a uma ideologia, plataformas de redes sociais com posturas e posicionamentos claros… Neste episódio, Bruno Mattos (Netlab/UFRJ) e Rafael Evangelista (Labjor/Unicamp) detalham suas pesquisas sobre o ecossistema de desinformação político e eleitoral, e como isso pode influenciar neste ano. O Ciência Suja tem apoio do Instituto Serrapilheira, que promove a ciência e a divulgação científica no Brasil. Siga o Ciência Suja nas redes sociais e apoie o podcast via financiamento coletivo. Apoiadores têm acesso antecipado aos episódios, entre outros benefícios exclusivos. Você encontra os links e mais informações no nosso site: www.cienciasuja.com.br
bit.ly
October 1, 2026 at 1:21 PM
🎥 A diretora do NetLab, Marie Santini, comentou a decisão do STF de liberar o acesso aos serviços do TSE sem o consumo da franquia de dados de internet durante as eleições.
September 30, 2026 at 6:07 PM
Estudo do NetLab indica que Kwai descumpre regras do TSE sobre anúncios eleitorais
Estudo do NetLab indica que Kwai descumpre regras do TSE sobre anúncios eleitorais | G1
Estudo da UFRJ aponta falta de precisão sobre gastos e alcance, ausência de dados sobre a audiência e limitações de acesso aos anúncios.
g1.globo.com
September 25, 2026 at 10:05 PM
Estudo do NetLab indica que Kwai descumpre regras do TSE sobre anúncios eleitorais
Estudo do NetLab indica que Kwai descumpre regras do TSE sobre anúncios eleitorais | G1
Estudo da UFRJ aponta falta de precisão sobre gastos e alcance, ausência de dados sobre a audiência e limitações de acesso aos anúncios.
g1.globo.com
September 25, 2026 at 9:50 PM
Um em cada cinco brasileiros já viu imagens íntimas falsas feitas por IA, aponta estudo
Recentemente, Paolla Oliveira denunciou à polícia a criação de imagens e vídeos falsos de teor sexual com seu rosto e contou que chegou a ser chantageada. Em pouco mais de três meses, um monitoramento do NetLab, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), identificou 198 anúncios falsos que usavam a imagem da atriz. O caso ganhou repercussão, mas levanta uma pergunta que vai além das celebridades: quantas pessoas já se depararam com esse tipo de conteúdo? Um em cada cinco brasileiros adultos já viu imagens íntimas falsas produzidas por inteligência artificial, segundo a edição de 2026 do Índice de Conscientização sobre Violência contra as Mulheres. Desenvolvido pelo Instituto Natura e pela Avon, com apoio do Movimento Pela Vida das Mulheres, e divulgada nesta quarta-feira (23), o levantamento investigou pela primeira vez a percepção e a experiência da população brasileira com a violência digital contra mulheres. O contato com essas imagens foi mais frequente entre homens e jovens de até 25 anos. Veja também: "Já sabíamos que esse tipo de violência existia, mas somente com dados concretos conseguimos mensurar a dimensão do problema e traçar estratégias para enfrentá-lo", afirma Maria Slemenson, superintendente do Instituto Natura Brasil. O Índice acompanha anualmente o que a população sabe, percebe e faz diante da violência contra as mulheres. Em 2026, 37% da população brasileira foi classificada nos níveis "alto" ou "muito alto" de conscientização sobre o tema, oito pontos percentuais a mais que em 2025. A diferença entre homens e mulheres, porém, permanece expressiva: 28% dos homens alcançaram esses níveis, ante 44% das mulheres. Os dados também expõem experiências de violência relatadas pelas entrevistadas. Metade das mulheres afirmou já ter sentido medo pela própria vida durante uma discussão ou confronto. Seis em cada dez disseram ter vivido situações em que suas opiniões, ideias ou sugestões não foram levadas em consideração, comportamento associado pelo estudo à violência psicológica. Entre as mulheres às quais a situação se aplica, 32% relataram já ter deixado de receber pensão alimentícia do ex-parceiro, o que pode configurar violência patrimonial. Reconhecer a violência é parte do desafio Embora 81% dos entrevistados acreditem que a violência contra mulheres vai além das agressões físicas e sexuais, cada pessoa mencionou, em média, apenas 1,71 tipo de violência. O Índice também identificou que, apesar de 86% concordarem que a violência contra as mulheres é um problema grave no Brasil, 68% afirmaram acreditar que a violência não distingue gênero. Há ainda uma distância entre a reação que as pessoas imaginam ter e o que acontece quando vivenciam uma situação de violência. Entre as mulheres entrevistadas, 56% disseram que chamariam a polícia caso fossem vítimas. Já entre aquelas que efetivamente passaram por uma situação de violência, 17% relataram ter apresentado queixa a um órgão público e 14% buscaram ajuda em um serviço público especializado de atendimento à mulher. Veja também: O estudo investigou possíveis barreiras à intervenção. Inibidores emocionais, como o medo de retaliação do agressor ou de que a situação piore, foram apontados por 77% dos entrevistados. Outros 48% mencionaram barreiras institucionais, entre elas o receio de que uma denúncia formal não encerre a violência ou a agrave. A falta de conhecimento, incluindo a ideia de que outra pessoa estaria mais preparada para intervir, apareceu nas respostas de 30%. No Brasil, a edição de 2026 reuniu 2.500 entrevistas na amostra nacional e outras 345 em Alagoas. Participaram pessoas com mais de 18 anos, que responderam a um questionário online após captação pelas redes sociais. Para a amostra nacional, o estudo informa margem de erro de 1,96 ponto percentual e nível de confiança de 95%. Foi vítima de algo parecido? A denúncia deve ser feita através de um boletim de ocorrência físico em delegacias de crimes cibernéticos, que costumam ter maior capacidade de investigação. Caso o crime tenha sido cometido por um parceiro (antigo ou atual), é possível registrar um BO de forma online por caracterizar violência doméstica. "Quando falamos de crimes de misoginia na internet, a Polícia Federal também tem atribuição de investigar, por conta da Lei 13.642/18, conhecida como Lola, sancionada em 2018", diz Mariana Valente, professora de direito na Universidade de St. Gallen, na Suíça, diretora do Internetlab e autora do livro Misoginia na Internet (2023, Ed. Fósforo). + Violência doméstica: saiba como buscar ajuda e denunciar o caso Mariana também alerta para a importância de denunciar nos mecanismos de buscas e redes sociais. "De acordo com o Artigo 21 do Marco Civil da Internet, os promovedores são responsabilizados ao não remover imagens de nudez não consentida depois da notificação da vítima. Em alguns aplicativos de mensagem, também é possível reportar um grupo que esteja sendo usado para veicular esse tipo de imagem, ainda que com limitações", explica a advogada. E, sempre que possível, tenha o auxílio de uma advogada especializada e o apoio de uma rede confiável e amiga, como familiares e amigas Revistas Newsletter
glamour.globo.com
September 24, 2026 at 10:20 AM
Agora fica a questão: essa suposta “transparência” do Google é ruim por escolha, para lucrar com golpes digitais, ou por limitações técnicas? A resposta vocês já sabem...

🔗 Fonte: NetLab UFRJ
September 22, 2026 at 3:14 PM
Segundo a nota técnica produzida pelo NetLab, o repositório de anúncios, ferramenta que deveria reunir informações para garantir a transparência da plataforma, é extremamente limitado.
September 22, 2026 at 3:14 PM
📢 Anúncios fraudulentos estão circulando no sistema de anúncios do Google

Estudo do NetLab UFRJ identificou 69 anúncios fraudulentos relacionados a políticas públicas brasileiras. Desse total, 50 usavam o nome do Desenrola Brasil, 17 exploravam o Sistema Valores a Receber e, dois, a CNH do Brasil
September 22, 2026 at 3:14 PM
Selo de verificação não impediu golpe: Google exibiu anúncios falsos de programas do governo
Selo de verificação não impediu golpe: Google exibiu anúncios falsos de programas do governo
Caso foi identificado pelo NetLab, laboratório da UFRJ, que encontraram dezenas de anúncios fraudulentos no Google entre 12 e 25 de agosto
olhardigital.com.br
September 21, 2026 at 7:54 PM
Got so frustrated i almost cried at homework and yes it's my fault for leaving it to the last minute but ugh. We had to complete something in netlab and the fuckin switch was password locked and NOTHING i did fixed it
September 13, 2026 at 10:40 PM
📢 Un répertoire ouvert expose le code source de Moobot et une opération DDoS active en 2026

Le 27 août 2026, Censys ARC publie une analyse technique basée sur la découverte, le 30 juillet 2026, d'un répertoire web ouvert sur l'hôte…

🟢 vérification factuelle haute
#Moobot #Mirai #Cyberveille
Un répertoire ouvert expose le code source de Moobot et une opération DDoS active en 2026
Le 27 août 2026, Censys ARC publie une analyse technique basée sur la découverte, le 30 juillet 2026, d'un répertoire web ouvert sur l'hôte 86.53.111.212:8080. Cette exposition involontaire a permis de collecter le code source du botnet Moobot, des outils DDoS actifs, et un service frauduleux d'identité chinois. Moobot est un variant de Mirai, découvert en 2019 par Netlab 360.
cyberveille.ch
August 28, 2026 at 10:30 AM
De Bíblia a Apple Watch: candidatos ao Senado direcionam anúncios a públicos específicos na Meta
Candidatos ao Senado miram interesse de Bíblia a Apple Watch nas redes | G1
Estudo do NetLab UFRJ revela como candidatos ao Senado usam a segmentação por interesses para direcionar anúncios a públicos específicos no Facebook e Instagram.
g1.globo.com
August 28, 2026 at 3:11 AM
Brasil tem menos transparência em anúncios nas redes sociais que União Europeia e Reino Unido, aponta estudo
Brasil tem menos transparência em anúncios nas redes sociais que União Europeia e Reino Unido, aponta estudo | G1
Levantamento do NetLab UFRJ e da Universidade de Cambridge mostra que acesso a dados de publicidade é pior no Brasil; pesquisadores dizem que falta de informações dificulta fiscalização de conteúdo político nas redes.
g1.globo.com
August 19, 2026 at 5:20 AM
Estudo coloca Brasil na lanterna da transparência de anúncios políticos nas redes sociais

Em plena pré-campanha eleitoral, o Brasil aparece na pior posição de um ranking internacional que mede a transparência de anúncios em 15 das maiores plataformas digitais. O relatório “Data Not Found”,…
Estudo coloca Brasil na lanterna da transparência de anúncios políticos nas redes sociais
Em plena pré-campanha eleitoral, o Brasil aparece na pior posição de um ranking internacional que mede a transparência de anúncios em 15 das maiores plataformas digitais. O relatório “Data Not Found”, elaborado pelo NetLab da Universidade Federal do Rio de Janeiro em parceria com o Minderoo Centre for Technology and Democracy da Universidade de Cambridge, conclui que usuários, autoridades e pesquisadores brasileiros têm menos acesso a informações sobre publicidade paga do que seus pares na União Europeia e no Reino Unido.
espiadoreality.com
August 19, 2026 at 5:14 AM
Brasil tem menos transparência em anúncios nas redes sociais que União Europeia e Reino Unido, aponta estudo
Brasil tem menos transparência em anúncios nas redes sociais que União Europeia e Reino Unido, aponta estudo | G1
Levantamento do NetLab UFRJ e da Universidade de Cambridge mostra que acesso a dados de publicidade é pior no Brasil; pesquisadores dizem que falta de informações dificulta fiscalização de conteúdo político nas redes.
g1.globo.com
August 19, 2026 at 5:11 AM
Fake news: entenda como funciona a fábrica de desinformação política no Brasil
Fake news no Brasil: estudo revela fábrica de desinformação | G1
Notícias falsas no Brasil são parte de uma campanha permanente e sofisticada revelada pelo NetLab da UFRJ, que mostra como mentiras rompem bolhas digitais.
g1.globo.com
August 18, 2026 at 2:51 PM
Fake news: entenda como funciona a fábrica de desinformação política no Brasil
Fake news no Brasil: estudo revela fábrica de desinformação | G1
Notícias falsas no Brasil são parte de uma campanha permanente e sofisticada revelada pelo NetLab da UFRJ, que mostra como mentiras rompem bolhas digitais.
g1.globo.com
August 18, 2026 at 2:50 PM
Especialista vê IA como desafio de 'grandes proporções' e diz que Justiça Eleitoral está despreparada. Boa matéria com a coordenadora de pesquisa do Netlab (UFRJ), a situação é grave. valor.globo.com/politica/ele...
Especialista vê IA como desafio de 'grandes proporções' e diz que Justiça Eleitoral está despreparada
Disputa brasileira de 2026 é a primeira em que a inteligência artificial está consolidada como uma ferramenta acessível a qualquer usuário
valor.globo.com
August 14, 2026 at 6:43 PM
Entidade pede investigação da Meta por anúncios fraudulentos sobre o Desenrola Brasil .
Entidade pede investigação da Meta por anúncios fraudulentos sobre o Desenrola Brasil
A ONG Ctrl+Z encaminhou à Advocacia-Geral da União (AGU) e à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) um pedido de abertura de investigação contra a Meta pela veiculação de anúncios fraudulentos relacionados ao programa de renegociação de dívidas Desenrola Brasil em suas plataformas. O pedido cita o levantamento do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais (NetLab), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que identificou 544 anúncios fraudulentos explorando políticas públicas voltadas à população endividada para aplicar golpes. As peças foram encontradas no Instagram, Facebook, WhatsApp, Threads e Messenger, além da Audience Network, serviço por meio do qual a Meta distribui anúncios em aplicativos de terceiros. Segundo o estudo, foram identificados dois tipos de campanhas fraudulentas: uma que utiliza o Desenrola Brasil para se beneficiar da credibilidade do programa e outra que divulga um falso programa governamental, chamado "Libera Brasil", apresentado como uma alternativa mais vantajosa. No documento, a entidade argumenta que a Meta estaria lucrando com esse tipo de publicidade e cita documentos internos da empresa, obtidos e divulgados pela agência Reuters, em novembro de 2025, segundo os quais a companhia estimou que 10,1% de sua receita global em 2024 — cerca de US$ 16 bilhões — viria de anúncios promovendo golpes e itens proibidos. Os mesmos documentos também indicam que a Meta exibe diariamente até 15 bilhões de anúncios com fortes indícios de fraude. — A questão é que remover esses anúncios significa reduzir receita. No documento, mostramos que documentos internos, divulgados pela Reuters no ano passado, apontam justamente isso — afirma o diretor da Ctrl+Z, Luã Cruz. A entidade também lembra que a própria AGU ajuizou uma ação civil pública contra a Facebook Brasil Ltda., responsável pela comercialização de publicidade nas plataformas da Meta no país, por enriquecimento ilícito e danos morais coletivos decorrentes de falhas na verificação de anúncios fraudulentos que utilizavam imagens e símbolos do governo federal. Na ocasião, foram identificados cerca de 1.770 anúncios com esse tipo de conteúdo. Além da abertura de investigação, a Ctrl+Z pede que a AGU anexe o novo estudo do NetLab a essa ação civil pública já em andamento. A AGU informou já ter tomado conhecimento do estudo e que assim que tiver acesso à íntegra do material, "avaliará seu conteúdo e adotará as medidas cabíveis no âmbito de suas competências". "A AGU ressalta que já vem atuando de forma preventiva e repressiva no combate a fraudes digitais envolvendo políticas públicas, inclusive perante diversas plataformas", disse, em nota. Procurada, a Meta disse que não permite atividades fraudulentas e que remove anúncios enganosos assim que identificados, ressaltando que é o que "temos feito em relação ao programa Desenrola Brasil". "Recomendamos que as pessoas nunca compartilhem informações de login e denunciem, pelas próprias plataformas, quaisquer atividades suspeitas. A Meta reforça ainda que coopera e responde a requisições das autoridades nos termos da legislação aplicável”, diz trecho da nota enviada pela Meta. A Senacon ainda não havia enviado um comentário até a publicação desta matéria.
dlvr.it
August 6, 2026 at 9:34 PM