#Pyrogeography
Wow. This is so cool. Canada used its public funding for research and education to recruit someone with expertise and ideas British Columbia needs, right now, and in the future. research.ubc.ca/eddie-golden...
Crystal Kolden
Over the last two decades, Dr. Crystal Kolden has become a world-leading scholar in pyrogeography—the study of fire and its relationship to climate, vegetation and human activity. Dr. Kolden’s work is...
research.ubc.ca
September 23, 2026 at 7:30 PM
Tasmania must start 'rethinking' its approach to fire seasons, expert says

www.abc.net.au/listen/progr...
Tasmania must start 'rethinking' its approach to fire seasons, expert says - ABC listen
Professor of pyrogeography and fire science at the University of Tasmania, David Bowman speaks to Lucy Breaden on Drive about Tasmania's approach to fire seasons.
www.abc.net.au
September 22, 2026 at 12:26 AM
🔥🌳Study reconstructs 10,000 years of Amazonian #fire #history using dated charcoal. Fires rarely occur without human ignition; they've spread from forest edges to the interior ~2,000 years ago, then declined in two phases - around 600-700 years ago, and again after European contact. ⤵️
The pyrogeography of Amazonia: a Holocene perspective
Amazonian forest fires rarely, if ever, ignite and spread in the absence of humans. The first colonization of people into South America happened in the late Pleistocene, and by 10,000 years ago, human...
doi.org
September 1, 2026 at 6:53 AM
#Myths/#Wilderness: "New research is dismantling the longstanding #myth of the "pristine" #Amazon. ... fire in the rainforest is almost exclusively a human-driven phenomenon, not a natural one."
phys.org/news/2026-08...
Human-driven fires have shaped the Amazonian forest for over 10,000 years
New research is dismantling the longstanding myth of the "pristine" Amazon. A reconstruction of 10,000 years of Amazonian pyrogeography, based on 1,361 radiocarbon (¹⁴C) dates across 303 sites—includi...
phys.org
September 1, 2026 at 5:06 AM
Fire in the Amazon appears to be almost entirely human-driven. A 10,000-year record shows virtually no burning before people, then fire spread into the forest interior and reshaped vegetation. doi.org/hcg9pp
Human-driven fires have shaped the Amazonian forest for over 10,000 years
New research is dismantling the longstanding myth of the "pristine" Amazon. A reconstruction of 10,000 years of Amazonian pyrogeography, based on 1,361 radiocarbon (¹⁴C) dates across 303 sites—including soil charcoal and burned archaeological material—shows that fire in the rainforest is almost exclusively a human-driven phenomenon, not a natural one.
phys.org
August 31, 2026 at 2:40 PM
Sharing our new open-access paper in J. Pyrogeography on the 2024 Las Tablas Fire near Valparaiso, Chile that killed >135 people. It was the deadliest wildfire globally since the 2008-2009 Black Saturday Fires in Australia. We ask: what made it so deadly?

doi.org/10.1016/j.py...
Redirecting
doi.org
August 26, 2026 at 5:43 PM
Desigualdade define capacidade de enfrentar incêndios no Pantanal
No Pantanal, o acesso a máquinas, trabalhadores e recursos financeiros cria condições muito diferentes para enfrentar os incêndios. Pecuaristas conseguem responder ao fogo com maior autonomia, enquanto comunidades tradicionais dependem mais do apoio de instituições públicas e de redes de colaboração, segundo estudo publicado em julho deste ano no Journal of Pyrogeography. A pesquisa constatou que pecuaristas tiveram probabilidade 67% menor de recorrer a instituições formais durante o enfrentamento dos incêndios, em comparação com integrantes de comunidades tradicionais. Os resultados indicam que as desigualdades no acesso a recursos ajudam a moldar a capacidade de resposta ao fogo no Pantanal. Intitulado Institutional dependence and social inequalities as drivers of collaborative wildfire response networks in the Pantanal wetland, em tradução livre, “Dependência institucional e desigualdades sociais como fatores das redes colaborativas de resposta aos incêndios no Pantanal”, o trabalho tem como primeiro autor André Valle Nunes, diretor de Programas e Projetos da Ecoa (Ecologia e Ação), e reúne 18 pesquisadores ligados a instituições brasileiras e estrangeiras. Entre elas estão UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), Embrapa Pantanal, Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), USP (Universidade de São Paulo), UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), ICAS (Instituto de Conservação de Animais Silvestres), University College London e Universidade do Porto. Pessoas ouvidas - Para entender como diferentes grupos se organizam diante dos incêndios, os pesquisadores entrevistaram 115 pessoas, 67 pecuaristas e 48 moradores de comunidades tradicionais, nos 16 municípios que compõem o Pantanal. O estudo analisou a organização das redes de resposta ao fogo a partir, principalmente, das experiências com os incêndios de 2019 e 2020, considerados entre os eventos mais severos das últimas décadas na região. As entrevistas semiestruturadas foram realizadas entre outubro de 2021 e fevereiro de 2022, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Foram levantadas informações sobre características das propriedades e comunidades, quantidade e tipo de máquinas disponíveis, número de trabalhadores, distância da cidade mais próxima, frequência de incêndios e comportamento diante das chamas. Os entrevistados também foram questionados sobre quem procurariam em caso de incêndio nas proximidades, como vizinhos ou instituições formais. A hipótese era de que os pecuaristas, por terem maior acesso a recursos, segurança sobre a posse da terra e vantagens socioeconômicas, apresentariam maior capacidade própria de resposta e menor dependência institucional. Para as comunidades tradicionais, os pesquisadores esperavam encontrar maior necessidade de redes de cooperação e apoio institucional. Os resultados, segundo os autores, confirmaram essa diferença. Trator, caminhão-pipa e mão de obra - A desigualdade aparece de forma concreta nos recursos disponíveis. Pecuaristas relataram com maior frequência acesso a tratores e caminhões-pipa. Nas comunidades tradicionais, eram mais comuns equipamentos compartilhados ou improvisados, como pequenas bombas e veículos comunitários. Considerando todos os entrevistados, havia acesso médio a seis trabalhadores e quatro máquinas para enfrentar incêndios, embora os números variassem bastante entre os participantes. Ao analisar separadamente os fatores que poderiam influenciar a procura por instituições formais, os pesquisadores verificaram que uma maior disponibilidade de máquinas esteve associada a uma redução de 37% nessa probabilidade. Entre os entrevistados que contavam com mais de três trabalhadores, a probabilidade foi 73% menor em relação àqueles com menos mão de obra. Esses percentuais, porém, não significam que a quantidade de máquinas ou de trabalhadores, isoladamente, determine a dependência do Estado. No modelo estatístico final, que avaliou os fatores conjuntamente, essas duas variáveis deixaram de apresentar associação estatisticamente significativa. A diferença entre os grupos sociais, por outro lado, permaneceu: pecuaristas continuaram menos propensos a procurar instituições formais do que moradores de comunidades tradicionais. As diferenças -  A distância até a cidade mais próxima não apresentou associação significativa com a procura por instituições formais. A frequência com que os entrevistados haviam convivido com incêndios também não explicou essa dependência. A expectativa inicial era de que a localização pudesse interferir na capacidade de conseguir ajuda e que a experiência repetida com o fogo produzisse aprendizado suficiente para permitir respostas mais autônomas. Os dados, porém, não confirmaram essas hipóteses. Os resultados apontam, portanto, para uma diferença estrutural. As condições socioeconômicas e o acesso desigual aos meios necessários para responder rapidamente a uma emergência ajudam a explicar por que alguns grupos conseguem agir com maior autonomia, enquanto outros precisam recorrer mais às redes institucionais. Fogo como ameaça - A desigualdade identificada pelo estudo vai além da quantidade de máquinas ou de pessoas disponíveis. Os autores chamam a atenção também para aquilo que está sob ameaça quando as chamas chegam. Em grandes propriedades, um incêndio pode atingir parte da área sem necessariamente comprometer bens considerados essenciais pelo proprietário. Dependendo das circunstâncias, observam os pesquisadores, o fogo pode até ser percebido como vantajoso para a limpeza de áreas ou a renovação de pastagens. Nas comunidades tradicionais, as consequências podem atingir diretamente as condições de sobrevivência. O avanço das chamas ameaça fontes de água, moradias, infraestrutura e recursos utilizados para subsistência. A natureza do que está em risco, portanto, também influencia a necessidade de buscar ajuda institucional. As comunidades analisadas eram formadas principalmente por populações ribeirinhas ligadas à pesca. Segundo o estudo, elas dispõem de menos recursos financeiros e têm acesso mais limitado a serviços. Embora possuam conhecimentos e práticas próprias de manejo do território, incêndios extremos podem alcançar dimensões que ultrapassam sua capacidade local de resposta. Ao mesmo tempo, a maior aproximação com instituições públicas pode fortalecer a capacidade de reação. O artigo destaca treinamentos e a criação e manutenção de brigadas comunitárias como iniciativas que ampliam a preparação para o primeiro combate e fortalecem as relações de cooperação. Autonomia tem limite -  A menor dependência institucional dos pecuaristas não significa que consigam enfrentar grandes incêndios sozinhos. Os autores lembram que eventos extremos, como os de 2019 e 2020, podem comprometer até mesmo a capacidade de quem dispõe de mais recursos e ressaltam a importância da prevenção e da atuação conjunta. Naqueles incêndios, brigadas privadas receberam treinamento do Prevfogo/Ibama e do Corpo de Bombeiros. Pecuaristas forneceram equipamentos e pessoal, enquanto ONGs contribuíram com barcos, combustível e alimentos. O estudo aponta ainda que a redução do número de trabalhadores nas áreas rurais, associada à dificuldade de permanência dos jovens no campo, pode diminuir a capacidade local de manejo do fogo. Por isso, os pesquisadores defendem políticas que conciliem manejo integrado, desenvolvimento sustentável e permanência das populações rurais. Resposta depende de cooperação -  A principal conclusão é que incêndios extremos exigem articulação entre poder público, comunidades tradicionais, povos indígenas, proprietários rurais e organizações. Essa lógica está presente na Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, instituída pela Lei 14.944/2024, que estabelece responsabilidades compartilhadas e prevê ações de prevenção, monitoramento e integração de estruturas. Para os autores, fortalecer essas redes de cooperação pode ser tão importante quanto investir em infraestrutura de combate. Eles ressaltam, porém, que o estudo analisou apenas pecuaristas e comunidades tradicionais, principalmente ribeirinhas,  e que possuir máquinas e trabalhadores não significa necessariamente ter treinamento ou capacidade técnica para enfrentar grandes incêndios.
www.campograndenews.com.br
August 24, 2026 at 8:55 PM
My take on social media:
I'm here to interact with people who are here to interact with people or post about topics I'm interested in (books, science, pyrogeography).

I'm not here to interact with people who are trying to farm my clicks for clout/money or whatever.
August 15, 2026 at 8:46 AM
Pyrogeography. A discipline for our times. And an interesting & concerning perspective on Australia, especially given Royal Commissions, major incident reports + a wealth of challenging experience. But given the resource industries’ (o&g, minerals etc) hold on government & the financial market….
January 14, 2025 at 1:05 PM
Deadly Flash Flooding in Redding, CA - RAW Video
YouTube video by NorCal Storm Chasing & Pyrogeography
youtu.be
December 23, 2025 at 1:27 AM
Australians are no strangers to bushfires, but watching the extreme LA fires, many of us are thinking - what can we do to protect our suburbs? One of the world’s leading bushfire scientists tells us what he thinks. #FullStory @australia.theguardian.com www.theguardian.com/australia-ne...
LA fires: how can we stop it happening here? – podcast
Pyrogeography and fire science professor David Bowman, from the University of Tasmania, tells Reged Ahmad why he thinks we need to rethink how we design our cities and our homes to live with fires
www.theguardian.com
January 27, 2025 at 12:21 AM
Honoured to receive the 2025 Philip Leverhulme Prize in Geography for research on pyrogeography, #wildfires, Earth system science, and #climate change impacts.

So grateful for the mentorship, collaboration, and shared curiosity that make this work possible. I owe a lot of people a lot of beer! 🙂
October 21, 2025 at 10:21 AM
Global and local papers are welcomed but #geography is at the heart of the journal - studies should emphasise how their findings or ideas scale to broader regional geographies.

Read more about our aims & scope here:

www.sciencedirect.com/journal/jour...
Aims and scope - Journal of Pyrogeography | ScienceDirect.com by Elsevier
Read the latest articles of Journal of Pyrogeography at ScienceDirect.com, Elsevier’s leading platform of peer-reviewed scholarly literature
www.sciencedirect.com
June 26, 2025 at 8:25 AM
Journal of #Pyrogeography has launched this week - we warmly welcome your submissions!

We cover landscape #fire interactions with #climate, #ecosystems, and #society and welcome studies from diverse research fields spanning the natural and social sciences.

www.sciencedirect.com/journal/jour...
June 26, 2025 at 8:25 AM
@wildland-zko.bsky.social is going live with the Spokane #OldTrailsFire pyrogeography.

www.youtube.com/live/UzoCc9Q...
Winds Rake Pacific Northwest - 8/1/2026
YouTube video by The Lookout
www.youtube.com
August 2, 2026 at 2:01 AM
Wildfires are entering tipping-point territory—“We’re seeing fire do things we didn’t expect, in places we didn’t expect, and our frameworks are struggling to keep up,” says @littlekerryn.bsky.social a researcher in pyrogeography…  www.ft.com/content/3e99... @anjahuja.bsky.social @financialtimes.com
Wildfires are entering tipping-point territory
Scientists need to update their models to understand how these extreme events start and spread
www.ft.com
July 30, 2026 at 12:23 AM
And then you got David Bowman, Professor of Pyrogeography 🤘at the University of Tasmania 🤘dropping a conversation here:
theconversation.com/rain-one-min...
Rain one minute, heatwave the next. How climate ‘whiplash’ drives unpredictable fire weather
We’re not going to be able to stop climate instability and associated dangerous wildfire weather, so we need to adapt.
theconversation.com
January 14, 2026 at 6:25 AM
Welcome!
We now have 3 journals covering similar topics:
- Inter. J. Wildland Fire, CSIRO; oldest (since 1991)
- Fire Ecology (Assoc. Fire Ecol.), Springer, @afe-fireecology.bsky.social, since 2005
- Journal of Pyrogeography, Elsevier; new

All are OA, i.e., publishing cost > $2000
🌍🔥🌳🔥🍁 wildfire
September 3, 2025 at 3:39 AM
21.12.25
Deadly Flash Flooding in Redding, CA
occurred in Redding, California, in the afternoon and evening of December 21st

www.youtube.com/watch?v=sZdx...
Deadly Flash Flooding in Redding, CA - RAW Video
YouTube video by NorCal Storm Chasing & Pyrogeography
www.youtube.com
December 23, 2025 at 4:33 PM
Congratulations to our Senior Research Associate, Matthew Jones, for receiving the 2025 Philip Leverhulme Prize in Geography for his research on pyrogeography, #wildfires, Earth system science, and climate change impacts 🌍👏
October 22, 2025 at 8:41 AM
Also, often the focus is on damaging wildfire. But many ecosystems are fire adapted. In some places, shifts and rainfall patterns are decreasing wildfire, with detrimental impacts. Our study from long ago! ⬇️ journals.plos.org/plosone/arti...
Global Pyrogeography: the Current and Future Distribution of Wildfire
Climate change is expected to alter the geographic distribution of wildfire, a complex abiotic process that responds to a variety of spatial and environmental gradients. How future climate change may ...
journals.plos.org
October 27, 2024 at 9:29 PM