#Riverbend
FRANKLIN, TN PASTOR KEVIN RIGGS: "What happened yesterday is indefensible. 3 of the last 4 executions in Tennessee have been a total mess...The death penalty is immoral. Inhumane. It goes against the teachings of Jesus. There's nothing good in this."

Pastor Riggs helped lead the vigil at Riverbend.
October 1, 2026 at 7:25 PM
LIVE: Christa Pike’s attorney speaks after failed execution

Christa Pike's attorney holds a news conference after Pike's failed lethal injection. Pike, 50, was sentenced to death in the 1990s after a jury convicted her of a murder she carried out as a teenager. Her botched execution at the…
LIVE: Christa Pike’s attorney speaks after failed execution
Christa Pike's attorney holds a news conference after Pike's failed lethal injection. Pike, 50, was sentenced to death in the 1990s after a jury convicted her of a murder she carried out as a teenager. Her botched execution at the Riverbend Maximum Security Institution, the second this year in Tennessee, highlights the difficulties US states face in carrying out lethal injections. #tennessee #legal #news Keep up with the latest news from around the world:
fllics.com
October 1, 2026 at 6:21 PM
EUA — Christa Pike, condenada por assassinato, sobrevive a execução após falha no sistema de injeção letal #Christa #Pike #ChristaPike #EUA #News
Mulher condenada à morte sobrevive a injeção letal nos EUA
Christa Pike, uma mulher condenada à morte nos EUA, sobreviveu a uma execução após uma falha no sistema de injeção letal. A execução ocorreu na penitenciária de segurança máxima de Riverbend, em Nashv… · Photo : HippolytusAHA · CC BY-SA · Wikimedia
news.netasgard.com
October 1, 2026 at 6:18 PM
Tennessee Execution

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Emergency vehicles arrive at Riverbend Maximum Security Institution after the execution of Christa Pike was halted Wednesday, Sept. 30, 2026, in Nashville, Tenn.

via norfolkdailynews.com - RSS Results https://ift.tt/qjxcfm3

October 1, 2026 at 09:12AM
October 1, 2026 at 4:29 PM
Mulher que sobreviveu a injeções letais é caso 'singular e sem precedentes' na história, diz autoridade
Christa Pike tornou-se a primeira condenada à morte a sobreviver à injeção letal em um caso que uma autoridade classificou como 'singular e sem precedentes'. Pike, de 50 anos, foi amarrada a uma maca na câmara de execução da Penitenciária de Segurança Máxima de Riverbend e recebeu duas doses de pentobarbital, que não surtiram o efeito desejado de interromper sua respiração e batimentos cardíacos. Robin Maher, diretora executivo do Centro de Informações sobre a Pena de Morte, afirmou que outros sete condenados sobreviveram a problemas médicos decorrentes da dificuldade da equipe de execução em encontrar uma veia, mas revelou que ninguém sobreviveu após receber o coquetel letal de drogas. Maher afirmou que o que aconteceu com Pike foi 'singular e sem paralelo', e até mesmo testemunhas experientes da mídia que acompanharam a execução disseram que o que viram não foi 'normal'. Após a segunda dose do coquetel letal de drogas ter falhado, seus advogados entraram com um pedido de emergência para suspender a execução , argumentando que ela estava em "agonia desnecessária", o qual foi aprovado pelo juiz distrital Clifton L. Corker. O governador do Tennessee, Bill Lee, ordenou imediatamente uma 'revisão abrangente por terceiros para determinar exatamente o que ocorreu' e suspendeu a última execução agendada para este ano no estado. Mulher que seria primeira morta em estado dos EUA em 200 anos sobrevive a duas injeções letais Christa Pike foi condenada por assassinato. Departamento de correções do Tennessee Uma detenta do corredor da morte do Tennessee, nos Estados Unidos, que seria a primeira mulher a ser executada pelo estado em mais de 200 anos, continua viva após receber duas injeções letais, disseram seus advogados. Christa Pike, de 50 anos, condenada pelo assassinato de uma colega de escola há três décadas, deveria ser executada depois que a Suprema Corte dos EUA anulou uma suspensão condicional da pena que havia sido concedida apenas uma hora antes de sua sentença ser inicialmente marcada para ser cumprida em Nashville, na quarta-feira. O estado prosseguiu com a execução planejada. No entanto, os advogados de Pike entraram com um pedido de emergência para suspender a execução, alegando que ela ainda estava viva após a administração das duas seringas com as substâncias letais. Os advogados de Pike disseram que ela 'não perdeu a consciência e ainda tem batimentos cardíacos', acrescentando que ela estava 'roncando audivelmente'. Disseram que as cortinas da câmara da morte 'se fecharam duas vezes' e, como parte da moção, solicitaram 'atendimento médico imediato'. Em um comunicado, seus advogados disseram que 'não foram informados sobre seu estado de saúde', enquanto o Departamento de Correções do Tennessee afirmou que ela foi transferida da Instituição de Segurança Máxima de Riverbend para 'uma unidade médica externa'. As autoridades acrescentaram que 'todas as etapas do protocolo de execução legal e estabelecido pelo estado, aprovado pelo gabinete do procurador-geral' foram seguidas. Repórteres que testemunharam a tentativa de execução descreveram suspiros e reclamações de dor de Pike, segundo a NBC News. Eles disseram que ela chutava tanto os pés que derrubou os lençóis que a cobriam. Às 19h27, horário local, momentos antes da administração da primeira injeção letal, Pike descreveu estar em paz e disse: 'Vou deixar este mundo da mesma forma que passei a maior parte da minha vida, ou seja, em amor'. Mas ela permaneceu acordada e, às 20h26, a segunda dose de pentobarbital foi administrada. Testemunhas da execução descreveram a ter ouvido roncar atrás de uma cortina fechada até que o microfone fosse desligado às 20h53 e todos fossem solicitados a se retirar. 'Esta é uma das execuções mais mal sucedidas da era moderna da pena de morte', afirmou o Centro de Informações sobre a Pena de Morte em um comunicado. O DPI, uma organização sem fins lucrativos, não toma posição sobre a pena de morte em si, mas critica os problemas em sua aplicação. O governador do Tennessee, Bill Lee, disse ter ordenado 'uma revisão abrangente por terceiros para determinar exatamente o que ocorreu' e suspendeu todas as execuções restantes programadas para este ano. Relembre o caso Pike e seu namorado, Tadaryl Shipp, foram condenados por torturar e matar Colleen Slemmer, uma colega de classe de 19 anos, em um centro de treinamento profissional na cidade de Knoxville, em 1995. Os promotores disseram que Pike temia que ela estivesse tentando roubar seu namorado e a atraiu para uma área arborizada. Um pentagrama, símbolo em forma de estrela associado ao satanismo, foi esculpido no corpo da vítima, o que, juntamente com outros elementos do crime, alimentou os temores de adoração a Satanás durante o chamado "pânico satânico" no país nas décadas de 1980 e 1990. Shipp, que tinha 17 anos quando o crime foi cometido, recebeu uma sentença de prisão perpétua com possibilidade de liberdade condicional. Pike não nega o assassinato, mas seus apoiadores argumentam que o estado deveria levar em consideração sua idade na época, sua doença mental e seu histórico de abuso sexual grave.
cbn.globo.com
October 1, 2026 at 4:23 PM
extra.globo.com/google/amp/b... Eles fizeram tudo as pressas como tinha prazo da execução ser até a meia noite do dia 30/09 eles fizeram de tudo para que acontecesse nesse dia. Essa Christa Pike está no Hospital, até o momento não há informações a respeito do estado de saúde dela.
'Foi uma bagunça', diz a mãe de jovem morta por Christa Pike após tentativa falha de execução | Page Not Found | extra
Christa Pike resistiu a duas doses de pentaorbital na câmara de execuções da penitenciária de segurança máxima de Riverbend, em Nashville (Tennessee, EUA)
extra.globo.com
October 1, 2026 at 2:46 PM
According to media witnesses, Pike, 50, was alive and snoring when they were escorted from the death chamber. She was taken from Riverbend Maximum Security Prison in an ambulance to a Nashville-area hospital where her condition is unknown.
Christa Pike: Timeline of botched Tennessee execution
The state of Tennessee failed to put Christa Pike to death Wednesday after two doses of a lethal drug were administered following a stay granted by a lower court before the Supreme Court allowed th…
www.wjbf.com
October 1, 2026 at 2:32 PM
Christa Pike continued breathing after she was given two doses of lethal injection drugs is what experts call a botched execution.

Here are some of the most recent high-profile executions that advocacy groups and observers say were botched:
What is a botched execution, and what happened in previous cases?
Christa Pike continued breathing for nearly an hour after she was administered lethal drugs in Riverbend Maximum Security Institution in Nashville.
www.washingtonpost.com
October 1, 2026 at 2:15 PM
Thank you to @iamstevenhale.bsky.social, @mikeiereiland.bsky.social and Martin Cherry for their work at Riverbend on an impossibly difficult day:
Christa Pike, who was supposed to be the first woman executed in Tennessee in more than 200 years, is still alive after the state tried and failed to execute her on Wednesday. TDOC officials refused to comment after the state’s second failed execution this year.
nashvillebanner.com/2026/09/30/c...
Christa Pike survives botched lethal injection attempt - Nashville Banner
Tennessee attempted to execute Christa Pike for a 1995 murder, but the lethal injection failed. Pike survives and was moved to a medical facility.
nashvillebanner.com
October 1, 2026 at 1:46 PM
Suspenden la primera ejecución de una mujer en Tennessee en dos siglos: ¿qué se puede esperar del caso?
Suspenden la primera ejecución de una mujer en Tennessee en dos siglos: ¿qué se puede esperar del caso?
¿Qué llevó a frenar la ejecución de Christa Pike en Estados Unidos? El Tribunal de Apelaciones del Sexto Circuito de Estados Unidos ordenó una suspensión temporal de la ejecución de la mujer este miércoles 30 de septiembre, poco antes de la hora prevista para llevarla a cabo en la Institución de Máxima Seguridad Riverbend, en Nashville, la capital de Tennessee. La decisión, adoptada por dos votos a favor y uno en contra, busca dar tiempo al tribunal para examinar si las alegaciones de la defensa sobre los abusos sexuales y los traumas sufridos por Pike durante su infancia fueron consideradas adecuadamente cuando se impuso la condena a muerte. La suspensión llegó después de que la Corte Suprema de Estados Unidos rechazara el martes una solicitud anterior de la defensa para detener la ejecución. Tras la decisión del Sexto Circuito, la oficina del fiscal general de Tennessee recurrió de inmediato al alto tribunal para pedir que se levantara la medida. BREAKING: The execution of Christa Pike, Tennessee's first of a woman in 200 years, was halted by a court an hour before it was set to take place. https://t.co/fi6Wqgobgz — The Associated Press (@AP) September 30, 2026 La ejecución estaba prevista mediante inyección letal. Los testigos y periodistas que se habían congregado en Riverbend permanecieron durante un tiempo a la espera de que la Corte Suprema pudiera autorizar su realización, aunque posteriormente se les permitió abandonar las instalaciones. La orden del tribunal de apelaciones no establece un plazo concreto para resolver las cuestiones planteadas. Por tanto, la ejecución queda suspendida mientras la corte examina los argumentos de las partes y determina cómo proceder. ¿Qué puede pasar ahora en el caso? El futuro inmediato de Pike depende de las decisiones que adopten los tribunales federales. La suspensión temporal abre un margen para revisar los argumentos de la defensa, pero no modifica por sí misma la condena dictada en 1996. Hay tres posibles escenarios que permiten entender qué está en juego: el primero de ellos es que se levante la suspensión. Si los tribunales concluyen que los argumentos presentados no justifican mantener la medida, la ejecución podría volver a programarse, siempre que se cumplan los requisitos judiciales correspondientes. Pero también, la suspensión podría prolongarse mientras continúa la revisión. El tribunal podría mantener así detenida la ejecución hasta resolver las cuestiones planteadas, lo que aplazaría cualquier decisión definitiva sobre la aplicación de la pena. Who is Christa Pike, the woman set to be executed on death row? An appellate court has halted the execution of Christa Pike less than an hour before she was set to die by lethal injection. The Times previously sent questions to Pike’s lawyers, who facilitated the interview with… pic.twitter.com/NRqWzCUAoD — The Times and Sunday Times (@thetimes) September 30, 2026 Como tercera medida, existe la posibilidad de que prospere alguna impugnación de la condena o de la sentencia. Si la defensa obtiene una resolución favorable en alguno de sus recursos, podrían abrirse nuevas actuaciones judiciales. Las consecuencias dependerían del alcance de la decisión y de las medidas que ordene el tribunal. Sin embargo, estos escenarios no son decisiones ya adoptadas, sino posibilidades condicionadas por la evolución del procedimiento. Por el momento, el tribunal de apelaciones no ha anunciado una resolución definitiva sobre el fondo de la controversia. ¿Qué argumentos presenta la defensa? La defensa de Pike sostiene que las circunstancias de su infancia y sus problemas de salud mental no fueron expuestos o valorados adecuadamente durante la fase del proceso en la que se decidió imponerle la pena capital. En una petición de clemencia de 226 páginas dirigida al gobernador de Tennessee, Bill Lee, sus abogados documentaron antecedentes de negligencia, violencia y abusos sexuales, incluidas violaciones sufridas durante su infancia y adolescencia. También señalaron que Pike fue diagnosticada posteriormente con trastorno bipolar y trastorno de estrés postraumático (TEPT). Los abogados argumentan que estos antecedentes son relevantes para comprender su comportamiento cuando cometió el crimen, en enero de 1995, a los 18 años, y para valorar si la pena de muerte sigue siendo la respuesta adecuada en su caso. La defensa también ha destacado los cambios experimentados por Pike durante las tres décadas transcurridas desde el asesinato. En su petición de clemencia, sostuvo que actualmente es una mujer arrepentida que recibe tratamiento para sus problemas de salud mental y ayuda a otras reclusas. Archivo: Christa Gail Pike, de 36 años, la única mujer en el corredor de la muerte de Tennessee, aparece en esta fotografía de registro del Departamento Correccional de Tennessee de 2004, obtenida por Reuters el 22 de marzo de 2012. Un guardia penitenciario y el novio de Pike han sido acusados ​​en relación con un plan para ayudarla a escapar de la Prisión de Mujeres de Tennessee en Nashville. El gobernador Bill Lee, del Partido Republicano, rechazó la petición de clemencia antes de la suspensión judicial. La defensa no niega que Pike participara en el asesinato, pero sostiene que su edad, sus antecedentes traumáticos y sus condiciones psicológicas debieron recibir una consideración más amplia al determinar la pena. La cuestión que debe examinar ahora el tribunal es si los argumentos planteados justifican una intervención judicial. La existencia de antecedentes de abusos o de diagnósticos psiquiátricos no implica automáticamente la anulación de una condena, por lo que el resultado dependerá de las cuestiones jurídicas concretas sometidas a revisión. ¿Por qué Pike fue condenada a muerte? La mujer fue condenada en 1996 por el asesinato de Colleen Slemmer, una compañera de 19 años del programa de formación profesional Job Corps, en Knoxville, Tennessee. El crimen ocurrió el 12 de enero de 1995, cuando Pike tenía 18 años. Según los testimonios presentados durante el juicio, Pike consideraba a Slemmer una rival por el afecto de su entonces novio, Tadaryl Shipp, que tenía 17 años. La acusación sostuvo que Pike y sus acompañantes atrajeron a la joven a una zona boscosa, donde la golpearon y apuñalaron. Durante el ataque, se grabó un pentagrama en el pecho de la víctima. Shipp fue condenado a cadena perpetua con posibilidad de libertad condicional, mientras que Shadolla Peterson, quien actuó como vigilante y testificó para la Fiscalía, recibió una pena menor. Pike fue la única de los tres condenada a muerte. Christa Gail Pike es la mujer del video. Ella es la única mujer en el corredor de la muerte en Tennessee (EE.UU.). Fue condenada a muerte en 1996 (hace 31 años) por el brutal asesinato de Colleen Slemmer, una chica de 19 años, en 1995. Qué hizo: • Cuando tenía 18 años,… pic.twitter.com/JVC3pVbIWL — Tendencias y Tuits Borrados (@tendenciaytuits) June 19, 2026 La brutalidad del crimen provocó una intensa cobertura mediática y contribuyó a la controversia en torno al caso. Sin embargo, la revisión actual no se centra en determinar de nuevo quién cometió el asesinato, sino en los argumentos relativos a la imposición de la pena capital y a la consideración de las circunstancias personales de Pike. ¿Por qué el caso reabre el debate sobre la pena de muerte para jóvenes? La suspensión ha vuelto a situar en el centro del debate estadounidense la aplicación de la pena capital a personas que cometieron delitos cuando eran muy jóvenes, así como la relevancia de los antecedentes de violencia y de los problemas de salud mental en la determinación de las condenas. Pike tenía 18 años cuando asesinó a Slemmer. Su defensa sostiene que esa edad, junto con sus antecedentes de abusos y sus problemas psicológicos, debería tener un peso sustancial al evaluar la proporcionalidad de la condena. Su caso también ha recibido atención internacional. Y es que expertos en derechos humanos de Naciones Unidas solicitaron recientemente que se conmutara su pena de muerte, mientras que especialistas en violencia sexual y trauma advirtieron de que el procedimiento de ejecución podía desencadenar recuerdos traumáticos relacionados con los abusos sufridos. Tennessee is set to execute a woman for the first time since 1820 on Wednesday. Christa Pike, 50, has been on death row for three decades for the brutal killing of her classmate when she was 18. Her attorneys argue she should be spared the death penalty, pointing to her abusive… pic.twitter.com/FGjWiqtvbG — Channel 4 News (@Channel4News) September 29, 2026 La defensa ha señalado, además, que otros condenados por delitos cometidos a los 18 años en Tennessee han conseguido que se revisaran sus sentencias. Su abogado federal adjunto, Stephen Ferrell, ha presentado el caso de Pike como una situación excepcional que merece un examen específico. No obstante, la edad de 18 años no excluye por sí sola la aplicación de la pena capital en Estados Unidos. La cuestión jurídica debe analizarse a la luz de las circunstancias del caso, de las garantías procesales y de los argumentos concretos presentados por la defensa. ¿Qué papel tiene la familia de la víctima? La madre de Slemmer, May Martínez, ha defendido durante años que se cumpla la sentencia de muerte contra Pike. En declaraciones a la agencia de noticias AP antes de la fecha prevista para la ejecución, explicó que esperaba presenciarla después de décadas de espera y recordó el sufrimiento causado por la pérdida de su hija. Martínez también ha señalado que la edad de Slemmer debe tenerse en cuenta: la víctima tenía 19 años cuando fue asesinada. Para la familia, el cumplimiento de la sentencia representa la respuesta judicial a un crimen que alteró sus vidas de forma permanente. Esta posición contrasta con la de los defensores de Pike, que consideran que sus antecedentes personales y su evolución durante el encarcelamiento justifican reconsiderar la pena. El debate enfrenta así dos cuestiones diferentes: la responsabilidad por un asesinato reconocido por la propia condenada y la posibilidad de que las circunstancias individuales justifiquen una sanción distinta de la ejecución. La suspensión judicial no resuelve ese debate ni supone que los argumentos de una de las partes hayan prevalecido definitivamente. Una suspensión que no equivale a una conmutación Pike es actualmente la única mujer en el corredor de la muerte de Tennessee. Si hubiera sido ejecutada este miércoles, se habría convertido en la primera mujer ejecutada por ese estado en más de dos siglos. Las ejecuciones de mujeres son poco frecuentes en Estados Unidos. Según el Centro de Información sobre la Pena de Muerte, 18 mujeres habían sido ejecutadas desde que la Corte Suprema permitió reanudar la aplicación de la pena capital en 1976, frente a más de 1.600 hombres. El caso también se produce en un contexto en el que Tennessee ha afrontado dificultades técnicas relacionadas con la inyección letal. El pasado mayo, las autoridades penitenciarias suspendieron un intento de ejecución de un hombre condenado por asesinato después de no conseguir localizar una vena adecuada para administrar la sustancia. Pero ese antecedente no determina el resultado del caso de Pike, cuya suspensión responde a una revisión judicial de los argumentos de la defensa, aunque ilustra que la aplicación de la pena capital puede verse afectada por cuestiones jurídicas y operativas distintas. Archivo: Christa Pike, reclusa condenada a muerte —encarcelada en la Institución de Máxima Seguridad Riverbend (RMSI) de Tennessee y sentenciada por el asesinato de una compañera de estudios hace tres décadas—, cuya ejecución por inyección letal está prevista para el 30 de septiembre de 2026, aparece en esta fotografía de registro de 2023 del Departamento Correccional de Tennessee. La decisión del Sexto Circuito ha detenido una ejecución que estaba a punto de llevarse a cabo, pero no ha puesto fin al proceso. La siguiente fase dependerá de cómo responda la Corte Suprema al recurso presentado por Tennessee y de la resolución que adopte el tribunal de apelaciones sobre los argumentos relativos a la condena. Si la suspensión se mantiene, Pike seguirá en el corredor de la muerte mientras continúa la revisión. Si se levanta, la ejecución podría volver a programarse, siempre que no exista otra orden judicial que lo impida. Y si prospera alguna de las impugnaciones, el caso podría entrar en una nueva fase procesal. Por ahora, no hay una fecha confirmada para la ejecución ni una decisión definitiva sobre la petición de la defensa. La suspensión ofrece tiempo para examinar las cuestiones planteadas, pero el desenlace sigue abierto. Con Reuters, AP, EFE y medios locales
acento.com.do
October 1, 2026 at 1:46 PM
Q: "Wie menschenverachtend, zynisch und dumm kann man über die Qualen eibes Menschen in der Todeszelle titeln?"
Euronews: "Ja."
www.aol.de/articles/sat...

Rettungsfahrzeuge treffen nach abgebrochener Hinrichtung von Christa Pike am Riverbend-Hochsicherheitsgefängnis ein, 30. September 2026
Satanistin überlebt Todesstrafe mit zwei Giftspritzen - AOL
Rettungsfahrzeuge treffen nach abgebrochener Hinrichtung von Christa Pike am Riverbend-Hochsicherheitsgefängnis ein, 30. September 2026
https://www.aol.de/articles/satanistin-überlebt-todesstrafe-zwei-giftspritzen-065444000.html
October 1, 2026 at 1:40 PM
Tennessee inmate survives two lethal injections in botched execution, snoring loudly in chamber

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#execution #botched #tennessee

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Tennessee inmate survives two lethal injections in botched execution, snoring loudly in chamber
Christa Pike, a convicted satanist killer sentenced to death for the 1996 murder of 19-year-old Colleen Slemmer, survived two doses of lethal injections during a botched execution at Riverbend Maximum Security Institution in Nashville on Wednesday evening. Witnesses reported that Pike, who was 18 at the time of the murder, remained conscious and audible after the first injection, with her mouth falling open and snoring loudly. The execution process, which was scheduled to begin at 7:30pm, was delayed for hours due to a legal stay issued by the US Court of Appeals for the Sixth Circuit, which was overturned just before 6pm. Pike's lawyers had previously raised concerns about her medical condition, including thrombocytosis and difficult vein access, which they argued could lead to prolonged suffering. The Tennessee Department of Correction defended its actions, stating it followed all established protocols, but the incident has prompted Governor Bill Lee to pause all executions planned for the year for a comprehensive review. Pike, who was convicted of brutally stabbing and beating Slemmer to death in a fit of jealous rage, had been scheduled to be the first woman executed in Tennessee in over 200 years. Her attorneys argued that her childhood of sexual abuse and untreated mental illness should have been considered in sentencing. The execution was further complicated by the fact that Pike's boyfriend and an accomplice had carved a pentagram into Slemmer's chest and taken a piece of her skull as a souvenir. The incident follows a similar botched execution in Tennessee four months earlier involving Tony Carruthers, where medical personnel were unable to establish a backup IV line. Pike's lawyers filed emergency motions seeking to halt the execution, claiming she was in 'unnecessary agony' and that the procedure constituted cruel and unusual punishment. Medical personnel later began administering care as requested in the motions. The execution chamber was closed for the final time at 8:06pm, with Pike continuing to snore until media witnesses were escorted out at 8:53pm. Pike's attorneys stated she was being treated at a nearby hospital, though her condition remained unknown. The case has drawn significant attention due to the gruesome nature of the murder, the satanic elements involved, and the ongoing debate over the death penalty's application in cases involving young offenders with complex trauma histories.
en.killbait.com
October 1, 2026 at 1:34 PM
🧵 4/6 · transported by ambulance from the Riverbend Maximum Security Institution in Nashville to a nearby hospital. Her attorneys stated that the failure was predictable, citing the state’s record of difficult vein access, degraded drugs, and the
October 1, 2026 at 12:23 PM
Efeito Christa Pike: quem é o outro condenado à morte que teve a execução suspensa no Tennessee .
Efeito Christa Pike: quem é o outro condenado à morte que teve a execução suspensa no Tennessee
A execução falha de Christa Pike, na noite de quarta-feira (30/9), na penitenciária de segurança máxima de Riverbend, em Nashville (Tennessee, EUA), fez com que o governador Bill Lee suspendesse todas as execuções no estado até o fim do ano e ordenasse a abertura de investigação. A decisão beneficia diretamente Gary Wayne Sutton, cuja execução estava marcada para 3 de dezembro. Ele foi condenado à morte pelo duplo homicídio do seu amigo Tommy Griffin e da irmã dele, Connie Branam, ocorrido em fevereiro de 1992 no Tennessee. Mas a decisão de Lee, um ardoroso defensor da pena de morte, também pode ter impacto sobre o caso de Tony Carruthers, condenado à pena capital em 1996 pelo sequestro e assassinato de três pessoas. Em maio, ele passou por uma tentativa de execução malsucedida que precisou ser abortada após a equipe médica falhar em encontrar uma veia adequada para a linha intravenosa (IV). Uma nova data para a execução não foi estabelecida. Tony Carruthers Reprodução/Tennessee Department of Correction O estado do Tennessee tem 40 prisioneiros no corredor da morte. A aplicação da pena pode levar décadas desde a condenação e está sujeita a muitas apelações e, em última instância, à clemência do governador.
dlvr.it
October 1, 2026 at 11:46 AM
"Eso no es barro, es sangre": el sádico crimen de Christa Pike, la condenada que sobrevivió a la inyección letal en Tennessee
"Eso no es barro, es sangre": el sádico crimen de Christa Pike, la condenada que sobrevivió a la inyección letal en Tennessee
Un crimen premeditado, una víctima consciente durante casi una hora y un fragmento de cráneo guardado como trofeo. Treinta años después, el fármaco letal no alcanzó para matar a la única mujer del corredor de la muerte de Riverbend, en lo que habría sido la primera ejecución femenina en el estado en más de dos siglos
dlvr.it
October 1, 2026 at 11:21 AM
'Vou deixar este mundo da mesma forma que passei a maior parte da minha vida: com amor', disse Christa Pike antes de tentativa falha de execução .
'Vou deixar este mundo da mesma forma que passei a maior parte da minha vida: com amor', disse Christa Pike antes de tentativa falha de execução
Pouco antes de receber a primeira dose de pentaorbital na câmara de execuções da penitenciária de segurança máxima de Riverbend, em Nashville (Tennessee, EUA), Christa Pike, de 50 anos, proferiu as suas últimas palavras, na noite de quarta-feira (30/9): "Vou deixar este mundo da mesma forma que passei a maior parte da minha vida: com amor". Em carta divulgada por seu conselheiro espiritual nas vésperas da data marcada para a execução, a americana, que se dizia "em paz", escreveu sobre o apoio recebido: "Estou sem palavras de tão comovida". Porém, o procedimento falhou duas vezes. A condenada por homicídio em 1995, segundo testemunhas e advogados, não perdeu a consciência por completo, manteve os batimentos cardíacos e podia ser ouvida roncando fortemente atrás da cortina da câmara de execução. Robin M. Maher, diretora-executiva da entidade Death Penalty Information Center, afirmou que o que ocorreu com Christa é "algo único e sem paralelo". Christa foi levada de ambulância a um hospital próximo. O seu estado de saúde é desconhecido. O episódio fez com que o governador do Tennessee, Bill Lee, um defensor fervoroso da pena de morte, determinasse uma investigação e suspensão da aplicação da pena de morte no Tennessee até o fim do ano. Apenas mais uma estava prevista. Christa, aos 18 anos, e o seu então namorado, Tadaryl Shipp, com a ajuda de uma amiga, Shadolla Peterson, espancaram e torturaram até a morte Colleen Slemmer, de 19 anos. (Da esqueda para a direita) Christa Pike, Tadaryl Shipp e Shadolla Peterson à época do crime Reprodução Colleen Slemmer Reprodução O casal de namorados havia levado um pedaço do crânio de Colleen, uma migrante da Flórida que tentava a vida no Tennessee, como "lembrança" do crime brutal. Christa temia que Colleen estivesse tentando "roubar o seu namorado", o que a levou a orquestrar o crime contra a "rival amorosa", disse a promotoria. Tadaryl teria concordado em participar para mostrar a sua fidelidade. Os advogados de Christa solicitaram à Suprema Corte a suspensão da execução, citando o sofrimento dela com transtorno de estresse pós-traumático e o possível "sofrimento mental severo e terror psicológico adicional" decorrentes de ser amarrada a uma maca para receber a injeção letal. O apelo não foi aceito. Por causa de abusos sofridos desde a infância, Christa pediu que todos os envolvidos na sua execução fossem mulheres. O pedido não foi atendido. Depois, a americana, dizendo estar "aterrorizada" com o processo de injeção letal, solicitou que fosse executada por enforcamento. O método, entretanto, não é usado no Tennessee desde o início do século passado. Tadaryl recebeu sentença de prisão perpétua com possibilidade de liberdade condicional. No entanto, ele foi condenado posteriormente em 2004 por tentar estrangular outro detento durante uma briga na prisão, o que acrescentou 25 anos à sua pena. Na prisão, ele se converteu ao islamismo. Shadolla, a outra comparsa, recebeu liberdade condicional após se tornar informante no caso do Estado contra Christa e Tadaryl.
dlvr.it
October 1, 2026 at 10:42 AM
Η θανατοποινίτισσα Κρίστα Πάικ επέζησε από δύο θανατηφόρες ενέσεις – Μεταφέρθηκε εσπευσμένα στο νοσοκομείο https://thepressproject.gr/i-thanatopoinitissa-krista-paik-epezise-apo-dyo-thanatifores-eneseis-metaferthike-espefsmena-sto-nosokomeio/
Η θανατοποινίτισσα Κρίστα Πάικ επέζησε από δύο θανατηφόρες ενέσεις – Μεταφέρθηκε εσπευσμένα στο νοσοκομείο
Η Κρίστα Πάικ, η μοναδική γυναίκα στη θανατική πτέρυγα του Τενεσί, μεταφέρθηκε σε νοσοκομείο αφού επέζησε από δύο χορηγήσεις θανατηφόρας ένεσης κατά τη διάρκεια της εκτέλεσής της, σύμφωνα με τον δικηγόρο της. The Press Project 1 Οκτωβρίου 2026 | 11:48:42 Σχόλια Μοιράσου το __ * __Facebook * __Twitter * __LinkedIn * __Reddit Η διαδικασία ξεκίνησε στις 8:00 το βράδυ τοπική ώρα την Τετάρτη, στις φυλακές υψίστης ασφαλείας Riverbend στο Νάσβιλ. Η 50χρονη έλαβε δύο δόσεις πεντοβαρβιτάλης, ωστόσο η καρδιά της συνέχισε να χτυπά. Η νομική της ομάδα κατέθεσε επείγουσα αίτηση για διακοπή της εκτέλεσης και παροχή ιατρικής φροντίδας, αναφέροντας ότι είχε χάσει τις αισθήσεις της αλλά διατηρούσε σφυγμό και ανέπνεε με θορυβώδη τρόπο. Σύμφωνα με απόφαση του περιφερειακού δικαστή Κλίφτον Λ. Κόρκερ, το ιατρικό προσωπικό είχε ήδη ξεκινήσει να της παρέχει φροντίδα, όπως ζητούσε η υπεράσπιση. Το παραπέτασμα στην αίθουσα μαρτύρων έκλεισε δύο φορές κατά τη διάρκεια της διαδικασίας, ενώ κάποια στιγμή ζητήθηκε από τους δημοσιογράφους να αποχωρήσουν. Οι δικηγόροι της Πάικ υποστήριξαν ότι η Πολιτεία του Τενεσί δεν κατάφερε να εκτελέσει νόμιμα την ποινή, επαναφέροντας τις ανησυχίες που είχαν διατυπώσει για τη διαδικασία. Μεταξύ άλλων, έκαναν λόγο για δυσκολία πρόσβασης στις φλέβες, προβλήματα με τις φλέβες και πιθανή υποβάθμιση της πεντοβαρβιτάλης, ενώ σημείωσαν ότι δεν υπήρχε διαθέσιμη επείγουσα ιατρική φροντίδα σε περίπτωση επιπλοκής. Ο γιατρός Τζόελ Ζίβοτ, καθηγητής στην Ιατρική Σχολή του Πανεπιστημίου Emory και ιατρικός εμπειρογνώμονας της νομικής ομάδας, εκτίμησε ότι πιθανότατα δεν επιτεύχθηκε επαρκής συγκέντρωση πεντοβαρβιτάλης στο αίμα ώστε να προκληθεί η αναμενόμενη αναπνευστική και καρδιαγγειακή ανακοπή. Εξέφρασε δε την ανησυχία ότι, λόγω της καθυστέρησης στην έναρξη της ανάνηψης, ενδέχεται να έχει υποστεί εγκεφαλική βλάβη. Από την πλευρά του, το υπουργείο Διορθώσεων του Τενεσί δήλωσε ότι τηρήθηκε κάθε προβλεπόμενο στάδιο του εγκεκριμένου πρωτοκόλλου, υποστηρίζοντας ότι «το πρωτόκολλο θανατηφόρας ένεσης έχει αποδειχθεί σταθερά αποτελεσματικό» και ότι δεν προβλέπονται πρόσθετες διαδικασίες πέραν αυτών που πραγματοποιήθηκαν. Επιβεβαίωσε δε τη μεταφορά της σε νοσοκομείο εκτός φυλακών. Η εκτέλεση προχώρησε τελικά αφού το Ανώτατο Δικαστήριο των ΗΠΑ ανέτρεψε την αναστολή που είχε χορηγήσει κατώτερο δικαστήριο. Ήταν η δεύτερη φορά μέσα σε δύο ημέρες που οι ανώτατοι δικαστές έδιναν το πράσινο φως για την εκτέλεση της Πάικ. Νωρίτερα την ίδια ημέρα, το Εφετείο της Έκτης Περιφέρειας είχε προσωρινά αναστείλει τη διαδικασία, προκειμένου να εξετάσει περαιτέρω τα επιχειρήματα της υπεράσπισης. Οι δικηγόροι της είχαν υποστηρίξει ότι το δικαστήριο που την καταδίκασε το 1996 δεν μπόρεσε να εξετάσει επαρκώς στοιχεία σχετικά με το ιστορικό σεξουαλικής κακοποίησης που είχε υποστεί ως παιδί. Η Κρίστα Πάικ καταδικάστηκε σε θάνατο για τη δολοφονία της 19χρονης Κόλιν Σλέμερ το 1995. Ήταν τότε 18 ετών και, μαζί με τον τότε σύντροφό της, Ταντάριλ Σιπ, ξυλοκόπησαν, βασάνισαν και σκότωσαν τη Σλέμερ, την οποία είχαν γνωρίσει σε πρόγραμμα επαγγελματικής εκπαίδευσης για προβληματικούς εφήβους. Η υπόθεση είχε προκαλέσει έντονη δημοσιότητα στο Νόξβιλ του Τενεσί, καθώς στο στήθος του θύματος είχε χαραχθεί ανεστραμμένο πεντάγραμμο, σύμβολο που συνδέεται με σατανιστικές ομάδες – κάτι που η Πάικ έχει αρνηθεί ότι έκανε η ίδια. Στην αίτηση χάριτος, υποστήριξε ότι σκόπευε να χτυπήσει τη Σλέμερ και όχι να τη σκοτώσει, αλλά δεν κατάφερε να σταματήσει τη βία. Ο κυβερνήτης του Τενεσί απέρριψε το αίτημα αυτή την εβδομάδα. Η μητέρα του θύματος, Μέι Μαρτίνεζ, είχε δηλώσει ότι επιθυμούσε την εκτέλεση, λέγοντας ότι περίμενε δεκαετίες. Είχε ταξιδέψει από τη Φλόριντα στο Τενεσί μαζί με τον σύζυγό της για να παρακολουθήσει τη διαδικασία. Μοιράσου το __ * __Facebook * __Twitter * __LinkedIn * __Reddit
thepressproject.gr
October 1, 2026 at 10:38 AM
Breaking: Tennessee Woman Survives Two Lethal Injections in Botched Execution

NASHVILLE, Tenn.— Tennessee officials failed to execute 50-year-old death row inmate Christa Gail Pike on Wednesday after she survived two doses of a lethal drug. In what a death penalty expert described as an…
Breaking: Tennessee Woman Survives Two Lethal Injections in Botched Execution
NASHVILLE, Tenn.— Tennessee officials failed to execute 50-year-old death row inmate Christa Gail Pike on Wednesday after she survived two doses of a lethal drug. In what a death penalty expert described as an "unprecedented failure," Pike remained alive, with her heart beating and media witnesses reporting that she was audibly snoring 40 minutes after the injections were administered.Following the botched attempt at the Riverbend Maximum Security Institution in Nashville, Pike was transported by ambulance to an off-site medical facility.
realnewshub.com
October 1, 2026 at 10:27 AM
La supervivencia de una mujer tras recibir dos administraciones de pentobarbital, un fármaco barbitúrico, en la prisión de Riverbend ha provocado la suspensión de las ejecuciones en el estado de Tennessee.
October 1, 2026 at 10:20 AM
Estado dos EUA falha na execução da primeira condenada à morte desde 1819 .
Estado dos EUA falha na execução da primeira condenada à morte desde 1819
Christa Gail Pike deveria ser executada na quarta-feira (30/9), por um assassinato cometido em 12 de janeiro de 1995, mas o procedimento falhou duas vezes, fazendo com que a condenada fosse retirada de ambulância da penitenciária de segurança máxima de Riverbend, em Nashville (Tennessee, EUA), e levada a um hospital. As injeções que Christa recebeu continham pentaorbital, segundo registros da prisão. A falha é considerada sem precedentes na história da aplicação da pena capital nos EUA. O procedimento havia sido confirmado após a negação de clemência pelo governador Bill Lee e a recusa da Suprema Corte de interromper o processo. Porém, uma hora antes do procedimento terminal, uma corte federal de apelações determinou que a execução fosse interrompida, argumentando que a defesa no julgamento inicial não levou em conta o seu histórico de abuso sexual e negligência na infância. No entanto, em uma audiência recente sobre o método de sua execução, o Estado declarou não contestar que ela tenha sofrido abuso sexual e estupro. Horas depois, a Justiça deu aval para a execução por injeção letal. Esta seria a primeira aplicação da pena de morte contra uma mulher no estado desde 1819 — o nome da executada anteriormente não é citado nos arquivos judiciais e históricos e ela foi apenas tratada como "uma mulher negra anônima" condenada por homicídio. No entanto, Christa permaneceu viva e roncando alto após a tentativa de execução com pentaorbital. Robin M. Maher, diretora-executiva da entidade Death Penalty Information Center, afirmou que o que ocorreu com Christa é "algo único e sem paralelo". O republicano Lee é um defensor convicto da pena de morte. Em maio de 2024, Lee sancionou discretamente uma lei que autoriza a aplicação da pena de morte para adultos condenados por estupro agravado de vulnerável. A medida entrou em vigor em julho daquele ano e buscou desafiar precedentes da Suprema Corte dos EUA que vetavam a pena capital para crimes que não envolvem homicídio. Após a falha na execução de Christa, Lee determinou investigação e suspensão da aplicação da pena de morte no Tennessee até o fim do ano. Apenas mais uma estava prevista. Christa, aos 18 anos, e o seu então namorado, Tadaryl Shipp, com a ajuda de uma amiga, Shadolla Peterson, espancaram e torturaram até a morte Colleen Slemmer, de 19 anos. O casal de namorados havia levado um pedaço do crânio de Colleen, uma migrante da Flórida que tentava a vida no Tennessee, como "lembrança" do crime brutal. Colleen Slemmer Reprodução Christa temia que Colleen estivesse tentando "roubar o seu namorado", o que a levou a orquestrar o crime contra a "rival amorosa", disse a promotoria. Tadaryl teria concordado em participar para mostrar a sua fidelidade. "O que Christa Pike fez foi monstruoso, mas ela não é um monstro. Esperamos que Colleen seja lembrada pela forma como viveu, e não pela maneira horrível como morreu. Desejamos paz aos entes queridos de Colleen e respeitamos o luto deles", disse em nota Trish Cooper, vice-diretora da Death Penalty Action, entidade que trabalha para impedir execuções e abolir a pena de morte por meio de defesa de direitos, educação e ação, poucas horas antes do horário programado para a execução. "Christa Pike cometeu um crime hediondo há mais de 30 anos. Ela demonstrou remorso por esse crime e, agora que recebeu tratamento psiquiátrico, não representa ameaça para as pessoas ao seu redor", acrescentou ela. Os advogados de Christa solicitaram à Suprema Corte a suspensão da execução, citando o sofrimento dela com transtorno de estresse pós-traumático e o possível "sofrimento mental severo e terror psicológico adicional" decorrentes de ser amarrada a uma maca para receber a injeção letal. O apelo não foi aceito. Christa Pike à época do crime pelo qual foi condenada à morte no Tennessee (EUA) Reprodução Por causa de abusos sofridos desde a infância, Christa pediu que todos os envolvidos na sua execução fossem mulheres. O pedido não foi atendido. Depois, a americana, dizendo estar "aterrorizada" com o processo de injeção letal, solicitou que fosse executada por enforcamento. O método, entretanto, não é usado no Tennessee desde o início do século passado. Tadaryl recebeu sentença de prisão perpétua com possibilidade de liberdade condicional. No entanto, ele foi condenado posteriormente em 2004 por tentar estrangular outro detento durante uma briga na prisão, o que acrescentou 25 anos à sua pena. Na prisão, ele se converteu ao islamismo. Shadolla, a outra comparsa, recebeu liberdade condicional após se tornar informante no caso do Estado contra Christa e Tadaryl. (Da esqueda para a direita) Christa Pike, Tadaryl Shipp e Shadolla Peterson à época do crime Reprodução Mulheres executadas no Tennessee Na época da última execução de mulher no Tennessee, pessoas negras escravizadas eram tratadas legalmente como propriedade, o que fazia com que nomes e detalhes biográficos de réus e executados frequentemente ficassem de fora dos registros oficiais do tribunal. Antes de 1819, há registro da execução por enforcamento de outra mulher negra escravizada em 1808 (também sem nome nos arquivos) e de Mary Holcomb (ou Molly Holcomb), igualmente negra, executada em 1807. Nos EUA, 21 dos 50 estados ainda adotam a pena de morte como punição: Alabama, Arkansas, Flórida, Geórgia, Idaho, Indiana, Kansas, Kentucky, Louisiana, Mississippi, Missouri, Montana, Nebraska, Nevada, Carolina do Norte, Oklahoma, Carolina do Sul, Dakota do Sul, Texas, Utah e Wyoming. Em quatro outros estados (Arizona, Kentucky, Tennessee e Utah), o método alternativo é oferecido apenas a presos condenados à morte por crimes cometidos antes de uma data especificada (geralmente quando o estado passa do método anterior para a injeção letal). Apenas 18 mulheres foram executadas nos EUA desde a década de 1970, em comparação com 1.663 homens.
dlvr.it
October 1, 2026 at 9:57 AM
In an unprecedented failed execution attempt at Riverbend Maximum Security Institution, Tennessee death row inmate Christa Gail Pike survived two full doses of pentobarbital and was transported via ambulance to an off-site hospital.
October 1, 2026 at 8:45 AM
Christa Pike execution fails and witnesses react. ‘None of this was normal.’

Christa Pike was scheduled to be executed by lethal injection at 10 a.m. Sept. 30 at Riverbend Maxiumum Security Institution in Nashville. However, the procedure was not successful and she received medical care following…
Christa Pike execution fails and witnesses react. ‘None of this was normal.’
Christa Pike was scheduled to be executed by lethal injection at 10 a.m. Sept. 30 at Riverbend Maxiumum Security Institution in Nashville. However, the procedure was not successful and she received medical care following an execution attempt, according to a court filing. Her attorneys reported she was still breathing after receiving two doses of lethal injections. Execution witnesses told reporters that they were asked to leave while Pike apparently was still alive.
fllics.com
October 1, 2026 at 7:42 AM
🧵 1/4 · Christa Pike, la primera mujer con orden de ejecución en Tennessee en 200 años, ha sobrevivido a las dos inyecciones letales administradas en la Institución de Máxima Seguridad Riverbend y se encuentra actualmente hospitalizada. El equipo
October 1, 2026 at 6:42 AM
#US death row inmate #ChristaPike in hospital after surviving two lethal injections, lawyers say
#Riverbend #TN
US death row inmate in hospital after surviving two lethal injections
Pike was 18 when she and her boyfriend beat and killed Colleen Slemmer, 19, at a job training camp for young people.
www.euronews.com
October 1, 2026 at 6:42 AM