#Supporterklubb
Åjåj, stjele banner fra en mainstream supporterklubb i andredivisjon.

Tøffinger!
October 1, 2026 at 4:38 PM
🇳🇴 Supporterklubben for norske landslag har fått over 40.000 medlemmer

#NordicNews #Nyheter #Norge #FotballVM #Supporterklubb #Sport
VM-feberen ga enorm medlemsvekst for landslagets supporterklubb
Landslagets offisielle supporterklubb har passert 40.000 gullmedlemmer. 16.000 meldte seg inn under fotball-VM. Det er P4-nyhetene som melder om den saftige medlemsveksten. Engasjementet rundt det norske fotballandslaget nådde nye høyder under fotball-VM i sommer. Dette førte til en strøm av folk som meldte seg inn i supporterklubben som drives av Norges Fotballforbund (NFF). NFF opplyser at klubben har fått 16.000 nye gullmedlemmer. Totalt har supporterklubben 67.000 medlemmer, der 40.000 har gullmedlemskap og 27.000 har sølvmedlemskap. – Det har vært veldig fint og veldig deilig, sier landslagssjef Ståle Solbakken om den enorme interessen rundt landslaget gjennom sommeren. Frem til kvartfinalen mot England i USA sto jubelen i taket både i arrangørlandet og hjemme i Norge. – Jeg er både rørt og takknemlig over alt det vi har sett og hørt da vi var i USA, og det vi fikk oppleve selv da vi kom tilbake. Det har vært en fornøyelse, sier Solbakken. – Hvor viktig er det at den interessen vedvarer ut over høsten? – Det skal vel mye til at den vedvarer helt, men vi skal gjøre alt vi kan, sier Solbakken. Torsdag skal landslaget ut i aksjon igjen for første gang siden VM. Norge møter Danmark i nasjonsligaen på et utsolgt Ullevaal stadion. – Det er jo fullsatt, og vi forplikter jo å se om vi kan spille opp mot vårt beste igjen, sier Solbakken. Alle høstens kamper på Ullevaal er utsolgt. Gullmedlemmene i Supporterklubben har fått fordeler i forbindelse med billettsalg. (NTB)
www.nrk.no
September 22, 2026 at 7:41 AM
Svensk politisk debatt har jävligt lite med legitimitet eller fakta att göra, utan är mest ett tomt lekprogram.

Högerns approach är lite som en supporterklubb för ett fotbollslag: man slänger ihop grejer fansen kan ropa tillsammans, och varje motargument är en krigsförklaring, sant eller inte.
Obegripligt att höra moderat i P1 säga att väljarna i Rinkeby utsatts för ”desinformation” o därmed har röstat på V. Svepande anklagelser om vad V gjort o inte gjort. Hon verkar inte kunna skilja på valkampanj o desinformation. Och säger att ”M förknippas med SD”. Som om det vore konstigt.
September 17, 2026 at 7:44 AM
Ikke helt sammenliknbart. Håper og tror at arrangør (supporterklubb) tar tak i slikt, sånn at et kollektiv sier ifra at det ikke er greit.

Uansett tror jeg ikke det er en god idé å la rasistene bli stående igjen for å synge alene. De skal ikke få monopol på tribunen. Bedre om de blir overdøvet ->
September 14, 2026 at 9:46 AM
Är det deras supporterklubb?
September 3, 2026 at 5:12 PM
Hopper inn i dette med skrekkblandet fryd. Veldig kjekt å få bidra i Bataljons-podden når man får med seg selveste Lars Bakkerud. Håper mange vil lytte, og ser mellom fingrene på at jeg er nybi dette og har mye å forbedre. 😊

podcasts.apple.com/no/podcast/d...
Den 12. mann
Fotball · Månedlig · Den 12. mann er en supporterpodkast av Branns supporterklubb, Bataljonen. Podkasten tar for seg Sportsklubben Brann, supporterkultur, tribuneliv, og ikke minst det som skjer utenf...
podcasts.apple.com
August 29, 2026 at 7:46 AM
Det kallas supporterklubb 😬
August 24, 2026 at 7:15 PM
Musovic mötte sin egen supporterklubb!
August 15, 2026 at 1:04 PM
Alt m måte. Har vel en supporterklubb også?
August 5, 2026 at 6:54 PM
Hadde slått an i Sveio supporterklubb avd. Nord-Jæren i alle fall.
July 31, 2026 at 1:50 PM
Ny säsong snart med stora spelartruppförstärkningar och ett intressant lag på gång. Gå med i Sweden Spurs supporterklubb! Läs mer... Tottenham Hotspur Official Supporters Club COYS www.swedenspurs.se/thss/bli-med...
July 31, 2026 at 10:38 AM
Misstänker att du är en sportsnubbe 🤔 Du har säkert en hel garderob full att supporterklubb-kläder.
July 12, 2026 at 8:29 PM
Na véspera de decisão contra Inglaterra, torcida da Noruega faz remada em Miami e ganha homenagem da prefeitura local
Mais uma para conta. Agora Miami é a cidade que foi tomada pelas já famosas remadas vikins da torcida norueguesa na Copa do Mundo. Nesta sexta (10), na véspera das quartas-de-final contra a Inglaterra, a cena foi realizada em Ocean Drive, em Miami Beach. Entenda: 'Remada' e estética viking na Copa do Mundo geram debate sobre passado da Noruega A Oljeberget Supporterklubb, o clube oficial de torcedores da Noruega, ganhou uma homenagem da prefeitura de Miami, que decretou o dia de hoje como o "Dia Oljeberget" em Miami Beach. Representante da prefeitura de Miami entregou o decreto de "Dia Oljeberget" a um dos torcedores, uma homenagem da prefeitura aos torcedores noruegueses: Rafael Oliveira Identidade nacional A “remada viking” e o ensaio da seleção norueguesa, é claro, não são fatos isolados. A exaltação da cultura viking remonta ainda ao século XIX, quando eruditos da época ajudaram a conceber uma identidade nacional. Os noruegueses tomaram para si a herança dos vikings e com ela a imagem dos homens que viveram na região e que fizeram fama pelos mares entre os séculos VIII e XI, com saques, pilhagens e comercialização de escravos, do norte da Europa até o Mar Mediterrâneo. E é justamente esta imagem que coloca a “remada” em debate, inclusive com os vizinhos escandinavos, como a Suécia. Para o Doutor em História pela UFF e especialista em estudos vikings e escandinavos, Caio Feó, a Noruega, hoje, até tenta ressaltar outros aspectos da sua história, mas ainda ligados a marcas deste passado. — No século XIX a gente encontra uma série de eruditos que começam a fazer uma tentativa de recuperação desse passado viking para destacar algumas características que, na visão deles, precisavam ser ressaltadas para, digamos, contextualizar e fundamentar as bases da nação que estava nascendo ali. Um artista importante nesse contexto é o Frederik Nicolai Jensen, que acabou mobilizando ideais de liberdade, domínio das armas, valorização da virilidade masculina. Tem um quadro dele que, em tradução livre, seria "Um viking rapta uma mulher do Sul", e que ajuda a dar um pouco dessa dimensão — diz Caio Feó. — Hoje destacam muito o papel dos vikings como comerciantes mundo afora, artesãos, construtores de navios. Mas a principal “mercadoria” que eles comercializavam eram pessoas escravizadas. Para a Suécia, por exemplo, talvez não seja interessante se vender com uma imagem que tratam como bárbaros. Já a Noruega tem se agarrado a esse passado, como “guerreiros” — completa. Torcedores da Noruega adotaram o chapéu com chifres como adereço na Copa do Mundo Paul ELLIS / AFP Estereótipos adotados pela extrema-direita O debate sobre a “identidade viking” também não é novo. Desde a Segunda Guerra, quando os nazistas exaltavam a herança germânica dos povos da Europa central e do norte, também pela questão do passado viking, parte da população dos países escandinavos tenta romper com esse estereótipo. A imagem dos jogadores fantasiados chegou a ser criticada na imprensa local. — Há uma espécie de estética masculina e uma vibração um tanto tóxica e infantil. Eles poderiam ter pensado em algo melhor — disse, em junho, a colunista Janne Stigen Drangsholt, do jornal Aftenposten. Essa “estética masculina” ligada à virilidade também faz os vikings, muitas vezes, serem usados como exemplos para extremistas. O mais famoso deles ficou conhecido justamente nos Estados Unidos. Em 2021, quando apoiadores do presidente Donald Trump, que havia perdido a eleição do ano anterior, invadiram a Casa Branca, a imagem do “Viking do Capitólio”, apelido que foi dado a Jacob Chansley, que vestia um chapéu com chifres, rodou o mundo. Ele foi preso e condenado no mesmo ano, mas recebeu o perdão presidencial de Trump em 2025. No Brasil, um influenciador de conteúdo masculinista que usa o apelido “Viking” junto ao seu nome tem quase 500 mil seguidores nas suas redes sociais. — É uma visão de que a masculinidade está associada à força física, quase à brutalidade. É o que historicamente se entende como uma característica essencial da masculinidade, que é essa a questão da virilidade, exaltar a força, exaltar a raiva, do homem que vai para a guerra — analisa Luciane Belin, pesquisadora do NetLab da UFRJ. — O próprio surgimento da "machosfera" e desses movimentos tentam resgatar essa essa questão de uma "masculinidade perdida". E se revoltam ou repudiam um movimento mais contemporâneo de pensar em novas masculinidades que não sejam atreladas a questão da força física, do desbravador, do líder — completou Luciane Belin. Para Caio Feó, essa ligação feita entre a extrema-direita e os estereótipo vikings ainda é resquício da relação feita por nazistas durante a Segunda Guerra. — Os usos que o presente tem se feito desse contexto certamente são negativos. Para os teóricos nazistas, haveria uma espécie de continuidade desse vínculo associada à pureza do sangue. Essa "germanicidade" dos povos da Alemanha, Polônia e Escandinávia de fato existiu, mas não tinha qualquer tipo de ligação de sangue, de pureza racial. Mas essa vinculação que os nazistas faziam na Segunda Guerra ainda é muito viva para extremistas — diz Feó. A Federação Norueguesa de Futebol, após o ensaio feito antes da Copa, que gerou polêmica no país, preferiu ver o lado viking por outra perspectiva. — Usamos a história como uma imagem de algo que ainda hoje é forte no futebol norueguês: comunidade, voluntariado, coragem e a capacidade de se manter unido — afirmou, na época, Ragnhild Ask Connell, diretora de comunicação da entidade.
dlvr.it
July 10, 2026 at 7:28 PM
Na véspera de decisão contra Inglaterra, torcida da Noruega faz remada em Miami e ganha homenagem da prefeitura local .
Na véspera de decisão contra Inglaterra, torcida da Noruega faz remada em Miami e ganha homenagem da prefeitura local
Mais uma para conta. Agora Miami é a cidade que foi tomada pelas já famosas remadas vikins da torcida norueguesa na Copa do Mundo. Nesta sexta (10), na véspera das quartas-de-final contra a Inglaterra, a cena foi realizada em Ocean Drive, em Miami Beach. Entenda: 'Remada' e estética viking na Copa do Mundo geram debate sobre passado da Noruega A Oljeberget Supporterklubb, o clube oficial de torcedores da Noruega, ganhou uma homenagem da prefeitura de Miami, que decretou o dia de hoje como o "Dia Oljeberget" em Miami Beach. Representante da prefeitura de Miami entregou o decreto de "Dia Oljeberget" a um dos torcedores, uma homenagem da prefeitura aos torcedores noruegueses: Rafael Oliveira Identidade nacional A “remada viking” e o ensaio da seleção norueguesa, é claro, não são fatos isolados. A exaltação da cultura viking remonta ainda ao século XIX, quando eruditos da época ajudaram a conceber uma identidade nacional. Os noruegueses tomaram para si a herança dos vikings e com ela a imagem dos homens que viveram na região e que fizeram fama pelos mares entre os séculos VIII e XI, com saques, pilhagens e comercialização de escravos, do norte da Europa até o Mar Mediterrâneo. E é justamente esta imagem que coloca a “remada” em debate, inclusive com os vizinhos escandinavos, como a Suécia. Para o Doutor em História pela UFF e especialista em estudos vikings e escandinavos, Caio Feó, a Noruega, hoje, até tenta ressaltar outros aspectos da sua história, mas ainda ligados a marcas deste passado. — No século XIX a gente encontra uma série de eruditos que começam a fazer uma tentativa de recuperação desse passado viking para destacar algumas características que, na visão deles, precisavam ser ressaltadas para, digamos, contextualizar e fundamentar as bases da nação que estava nascendo ali. Um artista importante nesse contexto é o Frederik Nicolai Jensen, que acabou mobilizando ideais de liberdade, domínio das armas, valorização da virilidade masculina. Tem um quadro dele que, em tradução livre, seria "Um viking rapta uma mulher do Sul", e que ajuda a dar um pouco dessa dimensão — diz Caio Feó. — Hoje destacam muito o papel dos vikings como comerciantes mundo afora, artesãos, construtores de navios. Mas a principal “mercadoria” que eles comercializavam eram pessoas escravizadas. Para a Suécia, por exemplo, talvez não seja interessante se vender com uma imagem que tratam como bárbaros. Já a Noruega tem se agarrado a esse passado, como “guerreiros” — completa. Estereótipos adotados pela extrema-direita O debate sobre a “identidade viking” também não é novo. Desde a Segunda Guerra, quando os nazistas exaltavam a herança germânica dos povos da Europa central e do norte, também pela questão do passado viking, parte da população dos países escandinavos tenta romper com esse estereótipo. A imagem dos jogadores fantasiados chegou a ser criticada na imprensa local. — Há uma espécie de estética masculina e uma vibração um tanto tóxica e infantil. Eles poderiam ter pensado em algo melhor — disse, em junho, a colunista Janne Stigen Drangsholt, do jornal Aftenposten. Essa “estética masculina” ligada à virilidade também faz os vikings, muitas vezes, serem usados como exemplos para extremistas. O mais famoso deles ficou conhecido justamente nos Estados Unidos. Em 2021, quando apoiadores do presidente Donald Trump, que havia perdido a eleição do ano anterior, invadiram a Casa Branca, a imagem do “Viking do Capitólio”, apelido que foi dado a Jacob Chansley, que vestia um chapéu com chifres, rodou o mundo. Ele foi preso e condenado no mesmo ano, mas recebeu o perdão presidencial de Trump em 2025. No Brasil, um influenciador de conteúdo masculinista que usa o apelido “Viking” junto ao seu nome tem quase 500 mil seguidores nas suas redes sociais. — É uma visão de que a masculinidade está associada à força física, quase à brutalidade. É o que historicamente se entende como uma característica essencial da masculinidade, que é essa a questão da virilidade, exaltar a força, exaltar a raiva, do homem que vai para a guerra — analisa Luciane Belin, pesquisadora do NetLab da UFRJ. — O próprio surgimento da "machosfera" e desses movimentos tentam resgatar essa essa questão de uma "masculinidade perdida". E se revoltam ou repudiam um movimento mais contemporâneo de pensar em novas masculinidades que não sejam atreladas a questão da força física, do desbravador, do líder — completou Luciane Belin. Para Caio Feó, essa ligação feita entre a extrema-direita e os estereótipo vikings ainda é resquício da relação feita por nazistas durante a Segunda Guerra. — Os usos que o presente tem se feito desse contexto certamente são negativos. Para os teóricos nazistas, haveria uma espécie de continuidade desse vínculo associada à pureza do sangue. Essa "germanicidade" dos povos da Alemanha, Polônia e Escandinávia de fato existiu, mas não tinha qualquer tipo de ligação de sangue, de pureza racial. Mas essa vinculação que os nazistas faziam na Segunda Guerra ainda é muito viva para extremistas — diz Feó. A Federação Norueguesa de Futebol, após o ensaio feito antes da Copa, que gerou polêmica no país, preferiu ver o lado viking por outra perspectiva. — Usamos a história como uma imagem de algo que ainda hoje é forte no futebol norueguês: comunidade, voluntariado, coragem e a capacidade de se manter unido — afirmou, na época, Ragnhild Ask Connell, diretora de comunicação da entidade.
dlvr.it
July 10, 2026 at 7:28 PM
Na véspera de decisão contra Inglaterra, torcida da Noruega faz remada em Miami e ganha homenagem da prefeitura local
Mais uma para conta. Agora Miami é a cidade que foi tomada pelas já famosas remadas vikins da torcida norueguesa na Copa do Mundo. Nesta sexta (10), na véspera das quartas-de-final contra a Inglaterra, a cena foi realizada em Ocean Drive, em Miami Beach. Entenda: 'Remada' e estética viking na Copa do Mundo geram debate sobre passado da Noruega A Oljeberget Supporterklubb, o clube oficial de torcedores da Noruega, ganhou uma homenagem da prefeitura de Miami, que decretou o dia de hoje como o "Dia Oljeberget" em Miami Beach. Representante da prefeitura de Miami entregou o decreto de "Dia Oljeberget" a um dos torcedores, uma homenagem da prefeitura aos torcedores noruegueses: Rafael Oliveira Identidade nacional A “remada viking” e o ensaio da seleção norueguesa, é claro, não são fatos isolados. A exaltação da cultura viking remonta ainda ao século XIX, quando eruditos da época ajudaram a conceber uma identidade nacional. Os noruegueses tomaram para si a herança dos vikings e com ela a imagem dos homens que viveram na região e que fizeram fama pelos mares entre os séculos VIII e XI, com saques, pilhagens e comercialização de escravos, do norte da Europa até o Mar Mediterrâneo. E é justamente esta imagem que coloca a “remada” em debate, inclusive com os vizinhos escandinavos, como a Suécia. Para o Doutor em História pela UFF e especialista em estudos vikings e escandinavos, Caio Feó, a Noruega, hoje, até tenta ressaltar outros aspectos da sua história, mas ainda ligados a marcas deste passado. — No século XIX a gente encontra uma série de eruditos que começam a fazer uma tentativa de recuperação desse passado viking para destacar algumas características que, na visão deles, precisavam ser ressaltadas para, digamos, contextualizar e fundamentar as bases da nação que estava nascendo ali. Um artista importante nesse contexto é o Frederik Nicolai Jensen, que acabou mobilizando ideais de liberdade, domínio das armas, valorização da virilidade masculina. Tem um quadro dele que, em tradução livre, seria "Um viking rapta uma mulher do Sul", e que ajuda a dar um pouco dessa dimensão — diz Caio Feó. — Hoje destacam muito o papel dos vikings como comerciantes mundo afora, artesãos, construtores de navios. Mas a principal “mercadoria” que eles comercializavam eram pessoas escravizadas. Para a Suécia, por exemplo, talvez não seja interessante se vender com uma imagem que tratam como bárbaros. Já a Noruega tem se agarrado a esse passado, como “guerreiros” — completa. Torcedores da Noruega adotaram o chapéu com chifres como adereço na Copa do Mundo Paul ELLIS / AFP Estereótipos adotados pela extrema-direita O debate sobre a “identidade viking” também não é novo. Desde a Segunda Guerra, quando os nazistas exaltavam a herança germânica dos povos da Europa central e do norte, também pela questão do passado viking, parte da população dos países escandinavos tenta romper com esse estereótipo. A imagem dos jogadores fantasiados chegou a ser criticada na imprensa local. — Há uma espécie de estética masculina e uma vibração um tanto tóxica e infantil. Eles poderiam ter pensado em algo melhor — disse, em junho, a colunista Janne Stigen Drangsholt, do jornal Aftenposten. Essa “estética masculina” ligada à virilidade também faz os vikings, muitas vezes, serem usados como exemplos para extremistas. O mais famoso deles ficou conhecido justamente nos Estados Unidos. Em 2021, quando apoiadores do presidente Donald Trump, que havia perdido a eleição do ano anterior, invadiram a Casa Branca, a imagem do “Viking do Capitólio”, apelido que foi dado a Jacob Chansley, que vestia um chapéu com chifres, rodou o mundo. Ele foi preso e condenado no mesmo ano, mas recebeu o perdão presidencial de Trump em 2025. No Brasil, um influenciador de conteúdo masculinista que usa o apelido “Viking” junto ao seu nome tem quase 500 mil seguidores nas suas redes sociais. — É uma visão de que a masculinidade está associada à força física, quase à brutalidade. É o que historicamente se entende como uma característica essencial da masculinidade, que é essa a questão da virilidade, exaltar a força, exaltar a raiva, do homem que vai para a guerra — analisa Luciane Belin, pesquisadora do NetLab da UFRJ. — O próprio surgimento da "machosfera" e desses movimentos tentam resgatar essa essa questão de uma "masculinidade perdida". E se revoltam ou repudiam um movimento mais contemporâneo de pensar em novas masculinidades que não sejam atreladas a questão da força física, do desbravador, do líder — completou Luciane Belin. Para Caio Feó, essa ligação feita entre a extrema-direita e os estereótipo vikings ainda é resquício da relação feita por nazistas durante a Segunda Guerra. — Os usos que o presente tem se feito desse contexto certamente são negativos. Para os teóricos nazistas, haveria uma espécie de continuidade desse vínculo associada à pureza do sangue. Essa "germanicidade" dos povos da Alemanha, Polônia e Escandinávia de fato existiu, mas não tinha qualquer tipo de ligação de sangue, de pureza racial. Mas essa vinculação que os nazistas faziam na Segunda Guerra ainda é muito viva para extremistas — diz Feó. A Federação Norueguesa de Futebol, após o ensaio feito antes da Copa, que gerou polêmica no país, preferiu ver o lado viking por outra perspectiva. — Usamos a história como uma imagem de algo que ainda hoje é forte no futebol norueguês: comunidade, voluntariado, coragem e a capacidade de se manter unido — afirmou, na época, Ragnhild Ask Connell, diretora de comunicação da entidade.
oglobo.globo.com
July 10, 2026 at 7:26 PM
Norways Viking row: How a unique chant has taken the World Cup by storm sem-paywall.com/api/clean/ww...
Oljeberget Supporterklubb, Norway’s official supporters’ club, has brought a Viking-like flavour to North America this summer with the ‘ro’ — a coordinated row-like movement to the beat of a drum.
Norway’s Viking row: How a unique chant has taken the World Cup by storm
Explaining the celebration that has gone viral this summer, from Times Square to the Norwegian parliament
sem-paywall.com
June 23, 2026 at 5:40 PM
1. Nei. Jeg kan ha sansen for litt supportergreier, men det virker som folk er mer opptatt av å ro enn av å se kamp. Faller ned på den negative siden for meg.
2. Er ikke aktiv i supporterklubb, men har vært i Tigerberget (IK Start) for 25 år siden.
June 18, 2026 at 8:42 AM
VM i 2026 ligger an til å bli det mest forurensende noensinne og slipper ut like mye som en femtedel av Norge gjør på ett år. – Gir en kjempebismak, sier leder av norsk supporterklubb.
VM 2026 byr på rekord­utslipp – forsker mener FIFA bør redusere antall lag
VM i 2026 ligger an til å bli det mest forurensende noensinne og slipper ut like mye som en femtedel av Norge gjør på ett år. – Gir en kjempebismak, sier leder av norsk supporterklubb.
www.energiogklima.no
June 12, 2026 at 2:22 PM
Mon tru kva supporterklubb han Glimt-supporteren i Start-drakt står med i dag.
May 20, 2026 at 4:03 PM
🇳🇴 Legg ned supporter­klubb: – Det er med tungt hjarte
#Norge #NordicNews #nyheter #NRK #Innenriks #Utenriks #Sport
Supporter­klubben til lille­hammer ishockey­klubb bli lagt ned
Supporterklubben til Lillehammer ishockeyklubb har vedteke å legge ned seg sjølv.
www.nrk.no
May 13, 2026 at 4:21 PM
Om ni vill känna er populära så kan jag rekommendera att vara ordförande i en supporterklubb till ett lag som tagit sig till CL-final. Folk jag inte hört från på 10-20 år hör plötsligt av sig för att kolla läget (och hur biljettsituationen ser ut, både på plats och på Hästen, lite i förbifarten) 🥰
May 5, 2026 at 10:09 PM