#Waura
Minhas novas artes (povo waurá alto xingu)
August 24, 2026 at 1:24 PM
August 8, 2026 at 10:39 PM
Waura S. Warseid? Waria Wraydor? Wriselda Wingjob?
July 22, 2026 at 3:24 AM
When my sissy baby Waura has had too much to drink..😈😆... intox games are my favourite

femdom intox poppers sissy abdl diaperlover adultbaby petplay sissyplay humiliation techdomme intoxication hypnosis bnwo goontard gooner gooning mommydomme anydesk teamviewer
June 2, 2026 at 8:07 AM
Waura Cavegift
May 19, 2026 at 4:06 PM
Big "Oh Waura, it was wousy!" vibes
April 19, 2026 at 1:27 AM
ou só mudar de nome, você pode já ter transicionado e decidir tornar-se Waura Cordeiro
April 2, 2026 at 6:30 PM
se alguém estiver considerando transicionar, tenho uma vaga aberta para uma rival chamada Waura
April 2, 2026 at 6:26 PM
Declaration of waura
March 15, 2026 at 4:54 PM
♀️ Neste #DiaInternacionalDasMulheres, é urgente lembrar: além da violência, a crise climática atinge diretamente mulheres.

No Xingu, as Waurá sentem o impacto no cauxi, essencial para a cerâmica.

Ouça o podcast Floresta no Centro: isa.to/ceramicawaura
March 8, 2026 at 1:36 PM
Also fun fact: this might be the first time Kenneth Barl and Rajau Ga Waura have ever been featured in an art commission.

Not bad, I'd say. Only took just under 24 years since the anime aired to make it happen.
February 13, 2026 at 2:00 AM
Piratá Waurá, one of the directors of our new virtual reality experience "Kamukuwaká – The Call of the Forest", shared insights into the project's creative process on the Itaú Rumos blog.

👉 Check out the full testimony (in Portuguese): www.itaucultural.org.br/secoes/notic...
Relatos de criação | “Kamukuwaká – o chamado da floresta” | Itaú Cultural
A realidade virtual como meio de transmitir e preservar a cultura indígena
www.itaucultural.org.br
January 15, 2026 at 3:38 PM
Yakuwipu Waurá explica que não são apenas cerâmicas. A “panelinha”, como chama, “é uma entidade do Waujá. Porque no Xingu, você ser Waujá, você tem que saber fazer”, diz. “É uma forma que a gente se conecta com o nosso passado e mantém presente no futuro”.
www.socioambiental.org/noticias-soc...
Yakuwipu Waurá: da cerâmica à memória viva da luta das mulheres do Xingu | ISA
#ElasQueLutam! apresenta o reencontro da liderança waurá com sua trajetória e com a missão de dar visibilidade à força e à resistência das mulheres de seu povo
www.socioambiental.org
December 12, 2025 at 2:34 PM
"Archaeology is a weapon for us,

If anyone tries to invade our lands or undermine our presence, we can show that we have been here for centuries and that this place belongs to us."
-Kumessi Waurá Kuikuro, who participated in excavations with Heckenberger in 2018
www.science.org/content/arti...
To unearth their past, Amazonian people turn to ‘a language white men understand’
A model partnership between archaeologists and the Kuikuro people has helped rewrite the history of early Amazonian societies
www.science.org
November 25, 2025 at 7:11 PM
This jaguar stool has a documented lineage. A major reference is the BEI collection, which catalogues hundreds of Indigenous Brazilian stools. The form originates in zoomorphic stools used in ritual, authority and cosmological contexts by groups such as the Xingu, Mehinaku, Waurá, Kamayurá, Karajá
November 19, 2025 at 3:05 PM
Os netos dos primeiros protetores da Amazônia que agora renovam aliança contra mudanças climáticas
COP30: os netos dos primeiros protetores da Amazônia que agora renovam aliança contra mudanças climáticas - BBC News Brasil
Angélica Mendes e Matsi Waura Txucarramãe, netos de Chico Mendes e Raoni Metuktire, retomam pautas defendidas por seus avôs, como a demarcação de terras indígenas, e 'atualizam' a agenda ambiental com críticas aos fundos ambientais.
www.bbc.com
November 14, 2025 at 1:40 AM
Os netos dos primeiros protetores da Amazônia que agora renovam aliança contra mudanças climáticas
Angélica Mendes e Matsi Waura Txucarramãe fazem parte de organização inspirada na Aliança dos Povos da Floresta, criada por seus avôs, Chico Mendes e Raoni Metuktire BBC News fonte DivulgaçãoAngélica Mendes e Matsi Waura Txucarramãe fazem parte de organização inspirada na Aliança dos Povos da Floresta, criada por seus avôs, Chico Mendes e Raoni Metuktire Em Belém, onde o tempo é regido pelas cheias do rio, e o ar denso e quente lembra a todo instante das mudanças climáticas, uma nova geração de "herdeiros" das pautas ambientais está marcando presença na COP30, a cúpula ambiental internacional que está acontecendo na capital paraense. São os netos de Chico Mendes e Raoni Metuktire, líderes que, nos anos 1980, tornaram-se ícones na luta contra a devastação. Angélica Mendes, neta do seringueiro e ambientalista Chico Mendes, e Matsi Waura Txucarramãe, neto do cacique Raoni Metuktire, fazem parte da Aliança dos Povos pelo Clima, lançada em setembro de 2024. O novo grupo é herdeiro direto da Aliança dos Povos da Floresta, iniciativa de Mendes, Raoni, Ailton Krena e Paulinho Paiakan. Criada em 1984, a organização uniu indígenas, seringueiros e ribeirinhos para influenciar na escrita da Constituição de 1988 e criar as primeiras Reservas Extrativistas (RESEX, um tipo de unidade de conservação que permite às populações locais a exploração de recursos naturais, sob determinadas regras). Desde o início da COP30, a Aliança dos Povos pelo Clima está realizando em Belém ações de sua campanha "A gente COBRA: Financiamento Climático Direto para Quem Cuida da Floresta" — exigindo um melhor direcionamento das verbas de fundos climáticos para comunidades indígenas e tradicionais. Hoje, os rostos são mais jovens, as ferramentas são digitais, mas várias pautas de fundo continuam as mesmas, segundo dizem seus integrantes — com o acréscimo, agora, das preocupações com as mudanças climáticas. Angélica e a herança do avô que não conheceu 'A aliança do meu avô era muito politizada, e vejo isso também nos jovens de hoje', diz a neta de Chico Mendes BBC News fonte Divulgação'A aliança do meu avô era muito politizada, e vejo isso também nos jovens de hoje', diz a neta de Chico Mendes Angélica Francisca Mendes, 36 anos, leva na certidão o nome de Francisco "Chico" Mendes, o avô que nunca conheceu mas que norteia suas escolhas. No dia da missa de sétimo dia de Chico, que foi assassinado em dezembro de 1988, a mãe dela, a também ativista Ângela Mendes, soube que estava grávida. A neta de Chico Mendes nasceu e mora no Acre. "Cresci ouvindo a história do meu avô. Construí uma espécie de colcha de retalhos da memória dele, juntando relatos da família, dos amigos, livros e documentários," conta Angélica, que é bióloga e doutora em Ecologia. Para ela, o avô, além de um ícone da luta ambiental, era uma pessoa "muito especial, com uma força e generosidade que marcaram todos que o conheceram". Angélica marcou essa conexão ao tatuar em seu braço a casinha de madeira em Xapuri, no Acre, onde Chico Mendes viveu e foi assassinado. Hoje, o local funciona como um espaço de memória, mas é frequentemente afetado por enchentes. "Essa casa tem um valor histórico enorme, é um patrimônio para o mundo. Para mim, ela simboliza resistência, pertencimento e memória. É mais do que um espaço físico; é um lugar que conta a história da minha família. A casa é resiliente, enfrenta as cheias do rio, permanece firme", diz. A escolha da ciência como caminho profissional também foi inspirada no avô, ela conta. Uma de suas atividades hoje é o trabalho no Comitê Chico Mendes, em Rio Branco, uma organização fundada em 1988 por companheiros de Chico Mendes e que se dedica à preservação da Amazônia. Chico Mendes foi assassinado em 1988 BBC News fonte Getty ImagesChico Mendes foi assassinado em 1988 Em reuniões com comunidades extrativistas, Angélica diz frequentemente ter escutado de pessoas que conheceram seu avô sobre a importância de ela se preparar "com bastante estudo". Para ela, a Aliança dos Povos da Floresta, da década de 1980, foi bem-sucedida ao romper a barreira histórica entre seringueiros e indígenas — colocados como inimigos pelos donos dos seringais, diz a bióloga. A união desses dois grupos favoreceu a demarcação de terras indígenas e a criação das reservas extrativistas, aponta Angélica Mendes. "A aliança do meu avô era muito politizada, e vejo isso também nos jovens de hoje. Estamos conectando nossas vozes para exigir respeito e ação concreta. Queremos que os recursos cheguem diretamente às comunidades que cuidam da floresta, dos rios, da terra e do clima", diz, acrescentando que outra pauta atual é que os financiamentos climáticos cheguem mais diretamente a essas comunidades. Matsi: 'Alguns passarinhos estão sumindo' 'Por conta dessas mudanças climáticas, a gente já não consegue saber a data certa da colheita', diz Matsi sobre alterações que já percebe em sua comunidade BBC News fonte Divulgação'Por conta dessas mudanças climáticas, a gente já não consegue saber a data certa da colheita', diz Matsi sobre alterações que já percebe em sua comunidade Para os indígenas Mebêngôkre ou Kayapó, não existe a denominação de "sobrinho-neto", apenas filhos e netos. Por isso, Matsi Waura Txucarramãe, 31 anos, que em outras culturas seria considerado sobrinho-neto de Raoni Metuktire, é em sua comunidade tido como neto do cacique. Matsi é filho de Megaron Txucarramãe, que Raoni considera filho. O único filho direto do cacique, Tedje Metuktire, morreu em 2004, aos 35 anos, em uma colisão entre a van em que estava e um caminhão na BR-163, em Nova Mutum, norte do Mato Grosso. Tedje voltava de Brasília, onde tinha ido buscar apoio do governo para suas aldeias, atingidas por enchentes. Raoni considera Matsi um de seus herdeiros e apoiou a criação da Aliança dos Povos pelo Clima, recebendo os jovens membros do grupo em sua aldeia. Matsi nasceu, cresceu e vive na Terra Indígena Capoto/Jarina, no Mato Grosso, tendo ligações com as etnias Kaiapó (por parte de seu pai) e Waurá (por parte da mãe, Kamiha Waurá). Hoje, ele é parte do Mebengokre Nyre, um movimento de jovens indígenas Kaiapó. Ele também atua como músico e compositor, criando canções que retratam a transição entre a vida na floresta e a cidade, que buscam quebrar estereótipos sobre os povos originários e alertar para a destruição ambiental. Quando Matsi começou a tocar violão, aos 17 anos, o avô lhe deu força para seguir a carreira artística, aconselhando que a mensagem do seu povo fosse transmitida através da música. Com mais de 90 anos de idade, o cacique Raoni se tornou um ícone mundial da luta de seis décadas pela proteção da Amazônia. Em outubro, foi homenageado em Londres pelo Rei Charles 3º e foi entrevistado pelo influente jornal britânico Financial Times. O cacique Raoni durante a COP30; ele foi um dos líderes que pressionou por participação na escrita da Constituição de 1988 BBC News fonte Andre Borges/EPA/ShutterstockO cacique Raoni durante a COP30; ele foi um dos líderes que pressionou por participação na escrita da Constituição de 1988 Raoni começou a ganhar destaque internacional pela amizade com o cantor britânico Sting e uma histórica campanha que contribuiu para a homologação de uma vasta reserva na região do Xingu, em 1989. "O principal legado do meu avô é a luta pela vida... Quero levar adiante esse compromisso com a justiça, com a preservação ambiental e com a construção de alianças que fortaleçam nossas comunidades", afirma Matsi. Para o músico, a nova Aliança dos Povos pelo Clima é a continuidade do sentimento de resistência iniciado há quatro décadas. "A Aliança dos Povos pela Floresta representava um pedido de respeito à Constituição e aos direitos dos povos originários. Hoje, a Aliança dos Povos pelo Clima é a continuidade desse sentimento, ampliando a luta para incluir os direitos humanos e a proteção do meio ambiente e do clima", compara. Matsi observa as mudanças climáticas de perto em seu território. "Alguns passarinhos estão sumindo. O rio Xingu está secando mais a cada dia, as chuvas são menos frequentes também. Por conta dessas mudanças climáticas, a gente já não consegue saber a data certa da colheita", descreve, também exigindo que os recursos cheguem diretamente às comunidades. COP30, geradores e diesel: como reunião sobre o clima em Belém será movida a petróleo COP30: Cúpula do clima ainda faz sentido se Trump e vários outros líderes a ignoram? Como os nossos avôs Nos anos 80, os avôs de Angélica e Matsi atuaram em pautas como o combate à grilagem e ao avanço desenfreado da pecuária. Além da criação das RESEX, outra conquista do grupo foi a inclusão do artigo 231 na Constituição, que reconhece os direitos dos povos indígenas às suas terras. Quatro décadas depois, Angélica e Matsi observam que o foco mudou para a justiça climática, que busca conectar pautas ambientais às sociais e considerar as desigualdades diante de desafios ambientais. Mas eles dizem que persiste a necessidade de enfrentar interesses econômicos predatórios. Além disso, afirmam que ainda é preciso agir por mais demarcação de terras indígenas e contra o enfraquecimento das RESEX. "A gente vê que as coisas mudaram no discurso, mas na prática, a urgência é a mesma," reflete Angélica. "É injusto que a Amazônia, com tamanha biodiversidade, que contribui para a regulação do clima e da qualidade de vida de pessoas em tantos lugares do mundo, viva na pele as consequências da emergência climática". A bióloga aponta para outra preocupação atual: o êxodo rural da juventude, que deixa as aldeias e seringais em busca de oportunidades nas periferias urbanas. "Muitos jovens acabam saindo para as cidades em busca de melhores condições de vida, educação e trabalho. Isso acontece porque falta investimento para que a floresta seja uma fonte de renda e qualidade de vida," explica Angélica. Em entrevista à BBC News Brasil, a secretária nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Edel Moraes, concordou que as RESEX passaram por um "processo de enfraquecimento muito grande" durante o governo anterior e que a gestão atual pretende ampliar esse tipo de unidade de conservação. Moraes destacou que as RESEX podem ser criadas tanto por governos estaduais quando pelo federal. A secretária anunciou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está preparando a destinação de florestas públicas para 40 comunidades tradicionais — que podem eventualmente se tornar unidades de conservação, categoria das quais as RESEX fazem parte. "Vamos destinar o maior volume já visto na história de floresta pública, preferencialmente para povos e comunidades tradicionais", afirmou Edel Moraes. O ministério destacou também que, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para o período de agosto de 2024 a julho de 2025, as unidades de conservação da Amazônia registraram o menor índice de desmatamento desde 2008. Sobre a demarcação de terras indígenas, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) afirmou reconhecer "a necessidade e o imenso desafio da retomada dos processos de demarcação de terras indígenas após período de desmonte estrutural em gestões anteriores". A Funai acrescentou que a gestão atual está "se esforçando para acelerar" a identificação e demarcação de terras, tendo criado 34 novos grupos técnicos (GT) para tal, além dos 158 GTs que já estão em campo. O papel da COP na luta ambiental Angélica, Matsi e outros membros da Aliança dos Povos pelo Clima; além de pautas que já eram levantadas pelos avôs, eles buscam acesso mais direto das comunidades aos fundos ambientias BBC News fonte DivulgaçãoAngélica, Matsi e outros membros da Aliança dos Povos pelo Clima; além de pautas que já eram levantadas pelos avôs, eles buscam acesso mais direto das comunidades aos fundos ambientias A Aliança dos Povos pelo Clima não é uma ONG formal com sede e estrutura fixa, mas uma rede formada por vários coletivos de indígenas, quilombolas, extrativistas e jovens das periferias urbanas da Amazônia. O grupo recebeu a "bênção" do cacique Raoni em setembro deste ano. O manifesto da nova aliança, publicado em Mebêngôkre, afirma que as mudanças climáticas já afetam diretamente os territórios: rios secam, espécies desaparecem, a produção de alimentos está ameaçada e modos de vida ancestrais sofrem com o avanço do agronegócio, da mineração, da grilagem e das queimadas. A aliança afirma ter o objetivo de ser uma "escola, de jovens para jovens, da floresta para a floresta", dedicando-se ao compartilhamento de conhecimento e fortalecimento das bases comunitárias; A organização tem parceria do Instituto Raoni e do Instituto Lamparina na comunicação e conta com apoio de doações individuais e de trabalho voluntário. Entre alguns dos financiadores estão a ONG internacional Climate and Land Use Alliance (CLUA) e o Instituto Cultura, Comunicação e Incidência (ICCI). Seu foco principal de ação é pressionar os grandes fundos climáticos internacionais, como o Fundo Florestas Tropicais Para Sempre (TFFF), lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Cúpula de Líderes em Belém, para que destinem 50% dos seus recursos diretamente aos povos e comunidades tradicionais. Uma das preocupações da aliança com esse tipo de fundo é que haja burocracia e outros obstáculos para que as comunidades acessem essas verbas. Além disso, temem que modelos como o TFFF transformem a floresta em mercadoria sem abordar as causas reais do desmatamento. Edel Moraes, do Ministério do Meio Ambiente, defendeu que a Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais participou do desenho do fundo, garantindo a participação das comunidades no TFFF. De acordo com ela, embora tenha sido determinado que cada país participante do fundo destine no mínimo 20% das verbas diretamente para comunidades e povos indígenas, o Brasil está estudando aumentar esse percentual internamente. "No caso do Brasil, o nosso compromisso é ir além desses 20%", disse a secretária, acrescentando que um dos possíveis destinos dessa verba pode ser o programa Bolsa Verde, que já existe e remunera pessoas e famílias que ajam para preservar a natureza. "Queremos garantir que a maior parte desses recursos chegue na ponta a quem de fato protege a floresta." Angélica e Matsi veem as grandes cúpulas e eventos ambientais como a COP30 com ambiguidades: se, por um lado, dão visibilidade a pautas e criam pressão, por outro, são palcos de "falsas soluções" e burocracias que impedem a chegada de recursos. "Espero que o governo brasileiro tenha coragem de influenciar e marcar essa COP com decisões históricas. Que leve a voz do povo brasileiro, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, pescadores, moradores de periferias e favelas, para dentro das negociações. Precisamos de resultados emergenciais", cobra Matsi. *Colaborou Mariana Alvim, da BBC News Brasil em São Paulo
epocanegocios.globo.com
November 14, 2025 at 6:12 AM
Clay, Culture, and Crisis: How Climate Change Threatens the Waurá Pottery Tradition

In the heart of Brazil’s Xingu National Park, the Waurá people have shaped clay into vessels of memory for over a thousand years. Their pottery—crafted from riverbed clay and bound with a freshwater sponge called…
Clay, Culture, and Crisis: How Climate Change Threatens the Waurá Pottery Tradition
In the heart of Brazil’s Xingu National Park, the Waurá people have shaped clay into vessels of memory for over a thousand years. Their pottery—crafted from riverbed clay and bound with a freshwater sponge called cauxi—is more than utility. It’s ritual, identity, and intergenerational storytelling. But today, this ancient art is under threat, not from cultural erosion, but from the climate crisis itself…
biovoice.wordpress.com
October 24, 2025 at 7:52 PM
The Waura uses turmeric, known locally as saffron or açafrão-da-terra in Portuguese, to dye feathers a vibrant yellow. The rhizome of the turmeric plant is ground into a powder or paste, which is then applied to feathers, often mixed with water or other natural binders to enhance adhesion.
September 27, 2025 at 2:03 PM
The Waura, also known as the Wauja, are an indigenous Arawak-speaking people residing in the Upper Xingu region of the Amazon rainforest in Mato Grosso, Brazil. Feathers are integral to the Waura body adornment. Elaborate feather crowns or headbands are worn by men during dances and rituals.
September 27, 2025 at 1:39 PM
The Waurá people of Brazil warn that climate change is threatening their ancestral ceramic tradition, as shorter river cycles disrupt the conditions needed to make pottery.

buff.ly/Wzg4TQH
September 19, 2025 at 2:00 PM
Feed: "The Art Newspaper - International art news and events"
By: Torey Akers on Thursday, September 18, 2025
Climate change threatens Indigenous ceramic tradition in Brazil
Local Waurá activists have taken the Brazilian government to task for complacency towards global warming as their ancestral pottery practice becomes harder to maintain
www.theartnewspaper.com
September 18, 2025 at 9:06 PM