#Xango
Lembrando Xangô da Mangueira, na voz de Mônica Salmaso
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Moro Na Roça
Mônica Salmaso · Iaiá · Song · 2004
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October 3, 2026 at 6:49 PM
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Na beira do mar
Chamarei Yemanjá
Zumbi, Ogum, vodum, erum, ilê, olô
No azul do mar
Clamarei, por Yemanjá!
Olhai, mãe santa
Meu canto de dor
Feito em seu louvor
Yemanjá
Escutai meu clamor
Yemanjá, aliviai minha dor
meu pai Xangô!
minha mãe Yemanjá!
Valha-me!
Na Beira Do Mar
YouTube video by Os Tincoãs - Topic
youtu.be
October 3, 2026 at 3:08 PM
Ocarina Music, one of the many labels distributed in the BeNeLux by Xango Music!
October 3, 2026 at 5:15 AM
Coming soon:
Alekos Vretos: Mediterranean Echoes
(label: Thinkbabymusic Collective; BeNeLux distribution: Xango Music)
LP: tinyurl.com/mrydmw2a
CD: tinyurl.com/bdephp8a
October 3, 2026 at 5:10 AM
Coming soon:
Catherine Graindorge & Hugo Race: Long Distance Operators
(label: Gusstaff Records; BeNeLux distribution: Xango Music)
LP+7": tinyurl.com/ymjn6mue
LP: tinyurl.com/yrr8vca3
October 3, 2026 at 5:02 AM
Xango Music BeNeLux distribution release:
Phil Seamen: The Late Phil Seamen Vol. 2 (SWP Records)
CD: tinyurl.com/3yzsmsau
October 3, 2026 at 4:52 AM
Alice Caymmi, maravilhosa, mandou um Xangô para os tempos atuais!
October 3, 2026 at 1:23 AM
não é filho de Xangô? então não dê em cima de mim pois não lhe quero
October 2, 2026 at 6:06 PM
Hj vai ser uma rebarba de ontem que só vendo... Xangô vem com tudo que o negócio não tá pra brincadeira
Bom dia rapaziada
October 2, 2026 at 9:04 AM
A fé da Baixada pede proteção
A essa altura do campeonato, com a intolerância religiosa não parando de crescer e ataques físicos acontecendo à luz do dia, com agressores filmando para postar nas redes sociais, é alentador saber que o Iphan está em vias de realizar o primeiro tombamento cultural federal de um terreiro no Estado do Rio. Ameaçada de morte, a ialorixá Mãe Maria de Xangô observa tudo à distância. Hoje, ela está em São Paulo esperando o desfecho de uma saga por reconhecimento que já se arrasta nos corredores do poder há muitos anos. O terreiro Axé Oloroke Pantanal, em Duque de Caxias, é um dos mais antigos em atividade da Nação Efon no país. Nascido em Salvador, na Bahia, Cristóvão Lopes dos Anjos foi figura essencial para a construção desse espaço, para muitos, sagrado. Morador também de Caxias, o famoso pai de santo Joãozinho da Gomeia indicava mais e mais pessoas para que se consultassem com “os baianos que estavam chegando”. Em maio de 1951, já se via no terreiro o Iroko, o dendezeiro, a jaqueira, o bambuzal e as demais plantas dos cultos. A maior festa do ano acontece todo 1º de maio, data em que o Iroko foi plantado. Desde o começo, a comunidade se reúne diante da árvore para pedir e agradecer. As rezas católicas também eram ouvidas. Mãe Maria é neta de Cristóvão. Com o tombamento, traz-se um caráter de patrimônio federal, o que altera e muito a realidade. “O tombamento federal leva a uma proteção do Iphan e, por consequência, da Polícia Federal e de demais órgãos de igual competência”, explica a historiadora e superintendente regional Patrícia Correa, que tem gestão marcada pelo olhar às minorias. Esse passo tem também a importância de estimular que outros terreiros busquem o Iphan. A intolerância é crime no Brasil, está no artigo 20 da Lei nº 7.716, de 1989, mas infelizmente poucos pagam a conta dos ataques. Já que falei de Joãozinho Conhecido como Rei do Candomblé, Joãozinho da Gomeia saiu da Bahia e fez de seu terreiro em Duque de Caxias um dos mais frequentados do país nos anos 1950. Recebeu artistas e personalidades, ganhou capas de revistas e enfrentou ataques racistas e homofóbicos. Em 1956, ao participar de um baile no Teatro João Caetano vestido de vedete, foi exposto pelo jornal de Tenório Cavalcanti com a manchete “Desfile de anormais”. Morreu em 1971, após complicações numa cirurgia para retirar um tumor cerebral. Disputas pela sucessão e saques marcaram o abandono do terreiro, cujo terreno foi tombado em 2021. Na Avenida, essa memória ganhou outro destino: a Grande Rio contou sua trajetória e denunciou a intolerância religiosa no desfile de 2020, conquistando o vice-campeonato do carnaval carioca. Candomblé nas ruas de Belford Roxo Ex-empregada doméstica, Mãe Isabel de Oyá fundou, em 2002, o Afoxé Raízes Africanas e levou um cortejo de cantos, tambores e devoção aos orixás às ruas de Belford Roxo. A iniciativa deu visibilidade ao candomblé numa cidade marcada pela intolerância religiosa, onde terreiros já foram incendiados. Mineira, Isabel chegou à Baixada ainda menina, trabalhou na lavoura de café e, aos 13 anos, tornou-se trabalhadora doméstica. Guardava a lembrança da mãe que, sem dinheiro para roupas, unia panos com nós até formar um vestido — imagem que associava à África. Em 2003, 16 mulheres, filhas de Oxum, batizaram o afoxé na quadra do Império Serrano. O grupo passou a participar também do carnaval do Rio, e sua fundadora recebeu o reconhecimento de Mestra em Cultura Popular. Viva. Da Pedra do Sal à Baixada O Ilê Axé Opô Afonjá, em Coelho da Rocha, São João de Meriti, preserva uma ligação com a Pedra do Sal, um dos berços da luta contra a escravidão na cidade. Fundada em 1886 pela baiana Eugênia Anna Santos, a Mãe Aninha, a casa atravessou mudanças de endereço em meio às reformas urbanas, demolições e perseguições que atingiram comunidades negras e terreiros do Rio. Em 1947, Mãe Agripina e Tia Conceição iniciaram as obras do barracão em Coelho da Rocha, que está até hoje de pé. Por fim Patrimônio vai muito além do físico. Alguns teimam em não compreender. Paciência. Passarão.
dlvr.it
October 2, 2026 at 7:40 AM
A fé da Baixada pede proteção
A essa altura do campeonato, com a intolerância religiosa não parando de crescer e ataques físicos acontecendo à luz do dia, com agressores filmando para postar nas redes sociais, é alentador saber que o Iphan está em vias de realizar o primeiro tombamento cultural federal de um terreiro no Estado do Rio. Ameaçada de morte, a ialorixá Mãe Maria de Xangô observa tudo à distância. Hoje, ela está em São Paulo esperando o desfecho de uma saga por reconhecimento que já se arrasta nos corredores do poder há muitos anos. O terreiro Axé Oloroke Pantanal, em Duque de Caxias, é um dos mais antigos em atividade da Nação Efon no país. Nascido em Salvador, na Bahia, Cristóvão Lopes dos Anjos foi figura essencial para a construção desse espaço, para muitos, sagrado. Morador também de Caxias, o famoso pai de santo Joãozinho da Gomeia indicava mais e mais pessoas para que se consultassem com “os baianos que estavam chegando”. Em maio de 1951, já se via no terreiro o Iroko, o dendezeiro, a jaqueira, o bambuzal e as demais plantas dos cultos. A maior festa do ano acontece todo 1º de maio, data em que o Iroko foi plantado. Desde o começo, a comunidade se reúne diante da árvore para pedir e agradecer. As rezas católicas também eram ouvidas. Mãe Maria é neta de Cristóvão. Com o tombamento, traz-se um caráter de patrimônio federal, o que altera e muito a realidade. “O tombamento federal leva a uma proteção do Iphan e, por consequência, da Polícia Federal e de demais órgãos de igual competência”, explica a historiadora e superintendente regional Patrícia Correa, que tem gestão marcada pelo olhar às minorias. Esse passo tem também a importância de estimular que outros terreiros busquem o Iphan. A intolerância é crime no Brasil, está no artigo 20 da Lei nº 7.716, de 1989, mas infelizmente poucos pagam a conta dos ataques. Já que falei de Joãozinho Conhecido como Rei do Candomblé, Joãozinho da Gomeia saiu da Bahia e fez de seu terreiro em Duque de Caxias um dos mais frequentados do país nos anos 1950. Recebeu artistas e personalidades, ganhou capas de revistas e enfrentou ataques racistas e homofóbicos. Em 1956, ao participar de um baile no Teatro João Caetano vestido de vedete, foi exposto pelo jornal de Tenório Cavalcanti com a manchete “Desfile de anormais”. Morreu em 1971, após complicações numa cirurgia para retirar um tumor cerebral. Disputas pela sucessão e saques marcaram o abandono do terreiro, cujo terreno foi tombado em 2021. Na Avenida, essa memória ganhou outro destino: a Grande Rio contou sua trajetória e denunciou a intolerância religiosa no desfile de 2020, conquistando o vice-campeonato do carnaval carioca. Candomblé nas ruas de Belford Roxo Ex-empregada doméstica, Mãe Isabel de Oyá fundou, em 2002, o Afoxé Raízes Africanas e levou um cortejo de cantos, tambores e devoção aos orixás às ruas de Belford Roxo. A iniciativa deu visibilidade ao candomblé numa cidade marcada pela intolerância religiosa, onde terreiros já foram incendiados. Mineira, Isabel chegou à Baixada ainda menina, trabalhou na lavoura de café e, aos 13 anos, tornou-se trabalhadora doméstica. Guardava a lembrança da mãe que, sem dinheiro para roupas, unia panos com nós até formar um vestido — imagem que associava à África. Em 2003, 16 mulheres, filhas de Oxum, batizaram o afoxé na quadra do Império Serrano. O grupo passou a participar também do carnaval do Rio, e sua fundadora recebeu o reconhecimento de Mestra em Cultura Popular. Viva. Da Pedra do Sal à Baixada O Ilê Axé Opô Afonjá, em Coelho da Rocha, São João de Meriti, preserva uma ligação com a Pedra do Sal, um dos berços da luta contra a escravidão na cidade. Fundada em 1886 pela baiana Eugênia Anna Santos, a Mãe Aninha, a casa atravessou mudanças de endereço em meio às reformas urbanas, demolições e perseguições que atingiram comunidades negras e terreiros do Rio. Em 1947, Mãe Agripina e Tia Conceição iniciaram as obras do barracão em Coelho da Rocha, que está até hoje de pé. Por fim Patrimônio vai muito além do físico. Alguns teimam em não compreender. Paciência. Passarão.
oglobo.globo.com
October 2, 2026 at 7:43 AM
Nordic Notes, one of the many labels distributed in the BeNeLux by Xango Music!
October 2, 2026 at 5:15 AM
Muziekpublique, one of the many labels distributed in the BeNeLux by Xango Music!
October 2, 2026 at 5:10 AM
Materiali Sonori, one of the many labels distributed in the BeNeLux by Xango Music!
October 2, 2026 at 5:00 AM
Makkum Records, one of the many labels distributed in the BeNeLux by Xango Music!
October 2, 2026 at 4:53 AM
A Globo tomou no cuuuu, cancelou o debate. Que plot twist foi esse.
Xangô e Nossa Senhora Aparecida no comando.
October 2, 2026 at 12:04 AM
O Fórum da Comarca de Camaçari recebeu, nesta quarta-feira (30), o assentamento do Machado de Xangô, símbolo associado ao orixá da Justiça, do equilíbrio e da retidão na tradição afro-brasileira. A cerimônia integra o projeto 12 Machados de Xangô, promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil – Se...
Machado de Xangô é assentado no Fórum de Camaçari em ação de valorização da diversidade religiosa - Bahia Notícias
www.bahianoticias.com.br
October 1, 2026 at 7:47 PM
vou pedir ao meu babalorixá
pra fazer uma oração pra Xangô
pra por pra trabalhar gente que nunca trabalhou
Eliana Cantando
ALT: Eliana Cantando
static.klipy.com
October 1, 2026 at 10:35 AM
Liburia Records, one of the many labels distributed in the BeNeLux by Xango Music!
October 1, 2026 at 7:16 AM
"...grinding, avant-garde punk..." as is written in the review on festivalinfo.nl about It Dockumer Lokaeltsje's album 'Loop Of Sloop' (label: Makkum Records; Benelux distribution: Xango Music).
Review: tinyurl.com/rth9ntcs
LP+CD: tinyurl.com/5n99jpze
October 1, 2026 at 6:57 AM
Kakafon Records, one of the many labels distributed in the BeNeLux by Xango Music!
October 1, 2026 at 6:45 AM
Xango Music BeNeLux distribution release
Caribombo: Barrio Popular (Galletas Callentes Records)
LP: tinyurl.com/45canmyu
October 1, 2026 at 6:31 AM
terminei o xangô de baker street satisfeitíssima com a leitura
October 1, 2026 at 2:08 AM
nossa, aqui eu só acendi duas velas palito normais, uma pra Xangô e outra pro meu boiadeiro e o quartinho tá um forno
October 1, 2026 at 1:27 AM
Hoje é dia de Xangô e também faz 1 ano da morte do Gilsinho.

Então nada mais propício pra relembrar essa.
PORTELA 2024 | DESFILE OFICIAL - LARGADA!
YouTube video by sambemos
www.youtube.com
October 1, 2026 at 12:50 AM