#abaporu
QUER ARTE PURA AÍ? 🎨✨

🖼️ Quadro Tarsila Abaporu Tela Acetinada
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October 4, 2026 at 11:10 PM
— não sei se é só o ângulo da foto mas é a primeira vez q eu vejo um corte de cabelo abaporu
— acho q ela cortou sozinha, não é possível
— mas foi com uma faca de cozinha? pq parece q alguém mastigou
— as ponta chorando, querendo ir embora

quero ser amiga das minhas amigas pra sempre 🙏✨️
October 3, 2026 at 11:26 PM
Tarsila do Amaral was a Brazilian painter and draftswoman—a central figure in Brazilian painting and the first phase of the Brazilian modernist movement, alongside Anita Malfatti. Her 1928 painting *Abaporu* launched the *Antropofagia* (first Paris Expo in Photo) #art #arts
October 1, 2026 at 2:45 PM
Lula Faraônico construindo pirâmides em Brasília e uma esfinge com corpo de onça pintada e cara de Abaporu
October 1, 2026 at 4:19 AM
Abaporu curtiu isso
September 28, 2026 at 1:48 AM
Abaporu
Não aguento que a Gaga sempre deixa conceitos fodas pra publis e pras capas de álbum faz qualquer coisa. Olha até imagem incrível!
September 26, 2026 at 11:49 PM
Lá, ela vai matar Abaporu? Europa barata miava leal!

#palindromo
September 25, 2026 at 6:50 PM
Abaporu: Europa? Bá!
#palindromo
September 25, 2026 at 6:47 PM
É de matar Abaporu traíra; ri Arturo, pá barata mede.

Ari, Arturo, pá barata ar apara; sua pá usará para atar Abaporu traíra.

#palindromo
September 25, 2026 at 5:09 PM
Ok Foot! And Olympikus Black Tennis... Hello Ali. Or Tarsila do Amaral's "Abaporu"?

Walk Now? LOL THE SEA, Till.
September 23, 2026 at 12:03 AM
último passeio registrado foi pra ver o abaporu no malba
September 22, 2026 at 1:28 PM
Abaporu Cat
September 22, 2026 at 11:49 AM
Tarsila do Amaral : Abaporu, 1928

Oil on canvas
33-7/16 × 28-3/4 in | 85 × 73 cm

Museum of Latin American Art of Buenos Aires (MALBA)

Further info in the alt text 👇
September 20, 2026 at 3:35 PM
Cheiaça de pipoca e vinho
Tulla Luana Abaporu e o Cacto
ALT: Tulla Luana Abaporu e o Cacto
static.klipy.com
September 20, 2026 at 2:35 AM
QUEBRA TUDO NA DECORAÇÃO! 🎨✨

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September 19, 2026 at 3:00 PM
September 18, 2026 at 4:58 PM
São Paulo recebe exposição de Atsushi Kaga com Abaporu transformado em gato
Mônica Bergamo: São Paulo recebe exposição de Atsushi Kaga com Abaporu transformado em gato
Artista japonês apresenta na Almeida & Dale 'Two Big Footers' a partir do dia 26 deste mês
redir.folha.com.br
September 18, 2026 at 4:38 PM
Mônica Bergamo: Atsushi Kaga exibe Abaporu em gato em mostra em SP
Mônica Bergamo: São Paulo recebe exposição de Atsushi Kaga com Abaporu transformado em gato
Artista japonês apresenta na Almeida & Dale 'Two Big Footers' a partir do dia 26 deste mês
www1.folha.uol.com.br
September 18, 2026 at 4:22 PM
Malba, na Argentina, celebra 25 anos com novas obras de Frida Kahlo e Diego Rivera
Malba, na Argentina, celebra 25 anos com novas obras de Frida Kahlo e Diego Rivera
Lar do 'Abaporu', museu receberá mais de mil trabalhos
www1.folha.uol.com.br
September 18, 2026 at 3:53 PM
Malba celebra 25 anos com nova obra de Frida Kahlo
Malba, na Argentina, celebra 25 anos com novas obras de Frida Kahlo e Diego Rivera
Lar do 'Abaporu', museu receberá mais de mil trabalhos
www1.folha.uol.com.br
September 18, 2026 at 3:47 PM
o abaporu
September 17, 2026 at 4:37 PM
O Lula assim:
September 17, 2026 at 1:37 PM
Tarsíla do Amaral

Eduardo Arruda

Benett

Renato Aroeira
September 14, 2026 at 9:23 AM
'Eu me vejo no oposto dela': Claudia Raia apresenta sua versão de Tarsila do Amaral no Vivo Rio antes de iniciar turnê pelo país
:A imagem de Tarsila do Amaral costuma ser resumida ao “Abaporu”, um dos quadros mais conhecidos da arte brasileira. No palco, porém, Claudia Raia faz questão de desmontar esse retrato incompleto. Em “Tarsila, a brasileira”, a pintora aparece também como a mulher que perdeu a fortuna, foi traída, presa, recomeçou a vida diversas vezes e transformou as próprias dores em arte. Depois da temporada no Theatro Municipal, o musical iniciou, quarta-feira passada, sua última passagem pelo Rio, agora no Vivo Rio. Para o público carioca, restam apenas as apresentações de hoje e amanhã. Augusto Boal revisitado: Exposição e duas peças, na Gávea e em Botafogo, homenageiam o dramaturgo, criador do Teatro do Oprimido Festival: Rio Gastronomia terá estreia de restaurantes premiados, retorno de veteranos e espaço para bares históricos Curiosamente, a identificação da atriz com a personagem nasceu justamente das diferenças. Acostumada a interpretar mulheres expansivas, e sendo ela própria conhecida pela comunicação direta, Claudia encontrou em Tarsila uma personalidade silenciosa, introspectiva e quase misteriosa. Foi nesse contraste que descobriu afinidades inesperadas. — Eu me vejo no oposto dela. Ela era tímida, introspectiva, misteriosa. Eu falo com todo mundo, sou comunicativa. Mas descobri duas coisas muito importantes que nós temos em comum, a capacidade de realizar e o propósito. Ela nunca abriu mão do propósito de ser pintora — resume. A pesquisa para montar o espetáculo revelou uma personagem muito mais contraditória do que a imagem cristalizada da modernista costuma sugerir. Para Claudia, a força de Tarsila não estava apenas na ousadia artística, mas na forma como atravessou perdas sem abandonar a capacidade de construir vínculos. — Ela foi traída, sustentou o Oswald (de Andrade) depois de tudo o que aconteceu, viveu outro grande amor com Luís Martins e, quando ele se apaixonou pela sobrinha dela, foi ela quem defendeu os dois. Os laços para ela eram mais importantes do que qualquer orgulho. Aprendi muito com ela a olhar pelo olhar do outro — diz. Cadillac. O veículo, ainda em funcionamento, será transportado na turnê Divulgação/Paschoal Rodrigues É justamente por enxergar essa complexidade que Claudia afirma ter imposto uma condição para levar a pintora aos palcos: recusar uma versão idealizada da personagem. — Eu precisava do lado B da Tarsila. Não me interessava a Tarsila perfeita. Se eu ficasse só com o ícone do modernismo, da moda, da mulher que falava cinco idiomas, não teria um bom espetáculo. A mim interessava a Tarsila real. Foi isso que transformou essa pesquisa numa história enorme, trágica e emocionante — explica. Colégio Imaculada Conceição fecha as portas: Futuro de imóvel em Botafogo é alvo de especulação Entre todas as descobertas feitas durante a preparação, nenhuma mexeu tanto com ela quanto a história por trás do “Abaporu”. Segundo a atriz, a família da pintora abriu arquivos e relatos que permitiram reconstruir detalhes do processo criativo da obra mais emblemática do modernismo brasileiro. — Descobrimos que o “Abaporu” era um autorretrato. Ela andava nua pela casa procurando inspiração até se ver refletida no espelho. Aquela figura nasceu desse momento. O sol representa o olhar do Oswald, e o cacto simboliza a sexualidade dos dois, que era muito forte — diz. A narrativa ganhou um espaço próprio na encenação. — Tem um número em que eu danço e canto enquanto mostramos como ela criou o quadro — conta. Outra faceta menos conhecida da artista aparece nos momentos finais do musical: sua amizade com Chico Xavier. Para Claudia, esse capítulo ajuda a explicar a maneira como Tarsila encontrou algum consolo depois das perdas que marcaram sua vida. — Eu quis que isso estivesse no espetáculo porque vivemos num país muito espiritual. Sabia que esse momento ia emocionar as pessoas — afirma. Ao longo da conversa, Claudia aproxima as escolhas de Tarsila das próprias decisões que tomou na carreira. Ela lembra que a pintora enfrentou a família, rompeu convenções sociais e buscou, inclusive, a anulação do casamento com autorização do Papa numa época em que esse tipo de ruptura parecia impensável. Solidariedade: Com 35 mil peças à venda, Doar Fashion completa 15 anos com edição no Jockey — Ela foi contra a família, viveu um romance quando isso era escandaloso, conseguiu com o Papa uma anulação do casamento numa época em que quase ninguém fazia isso. Eu também tenho essa característica de romper padrões — conta. A atriz cita como exemplos as vezes em que escolheu falar publicamente sobre menopausa, maternidade tardia e outros temas considerados incômodos. — Ela teve muitos ônus por tudo o que resolveu enfrentar. Mas essa coragem de falar e de fazer, mesmo quando incomoda, nós temos em comum — observa. Equipe de 74 pessoas e oito carretas em turnê Essa relação entre arte e experiência pessoal também aparece na forma como ela descreve o trabalho de interpretação. Para Claudia Raia, nenhuma personagem passa pela vida de um ator sem deixar marcas. — Todas as personagens têm um pouco da gente. Às vezes você cura uma ferida através delas. Nem sempre resolve imediatamente. Às vezes é um caminho longo, mas você encontra aquela mesma questão na personagem e entende melhor o que aconteceu com você. Nossa profissão é representar gente, contar histórias e revelar o que há de mais guardado— acredita. Claudia e Jarbas. O casal vive Tarsila do Amaral e Oswald de Andrade Divulgação/Paschoal Rodrigues Se viver Tarsila já exige fôlego em cena, produzi-la exige ainda mais. A montagem percorre o país com 74 profissionais, oito carretas de equipamentos e até um Cadillac que cruza o palco durante o espetáculo. — É grandioso — destaca a atriz. Reduzir a estrutura nunca foi uma opção: — Minha premissa sempre foi: ou eu viajo com tudo ou não viajo. Fazer uma versão menor não é para mim. Foram quase dois anos para tirar o projeto do papel. É uma loucura logística, mas ver esse gigante funcionando faz tudo valer a pena. O corpo sarado é consequência: Academias se tornam centros de wellness e aliam exercício físico a atividades de saúde e bem-estar Em cena, Jarbas Homem de Mello interpreta Oswald de Andrade. Fora dela, os dois repetem uma parceria construída ao longo dos anos, que Claudia vê dialogar com a potência criativa do casal modernista. — Trabalhar com o Jarbas é uma delícia. Somos muito parecidos trabalhando. Ele é um grande cantor, ator e bailarino e extremamente disciplinado. Eles eram muito potentes juntos, artisticamente. Nós também temos um amor muito profundo e muito fértil para as artes — afirma. Ao imaginar Tarsila vivendo em 2026, Claudia acredita que ela continuaria voltando seu olhar para o Brasil, não para abandonar a beleza, mas para confrontar as contradições do país. — Acho que ela estaria pintando o caos desse Brasil sem perder a brasilidade tão presente em sua arte — opina. Essa ideia reaparece na cena final do espetáculo, quando Tarsila deixa de falar apenas sobre si e transforma sua despedida numa declaração sobre o papel da cultura. — A Tarsila diz que um país que não prestigia seus artistas, cientistas e pensadores desbota. Depois fazemos uma homenagem a grandes artistas brasileiros. É quando o público vem abaixo — conta a atriz. As três últimas sessões de “Tarsila, a brasileira” no Vivo Rio são hoje, às 16h e às 21h; e amanhã, às 19h. A casa abre uma hora antes de cada apresentação. Initial plugin text
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September 12, 2026 at 12:09 PM