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▶️ TJMS nega novamente prisão domiciliar a advogado preso em operação contra jogo do bicho
Defesa alegou que Rhiad Abdulahad precisa cuidar do filho de dois anos, que tem síndrome de Down, durante cirurgia da esposa

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TJMS nega novamente prisão domiciliar a advogado preso em operação contra jogo do bicho | Notícias de Campo Grande e MS - Capital News
Defesa alegou que Rhiad Abdulahad precisa cuidar do filho de dois anos, que tem síndrome de Down, durante cirurgia da esposa
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September 24, 2026 at 2:10 AM
Neno Razuk chega a presídio da Capital onde vai dividir a cela com o primo
O ex-deputado estadual Roberto Razuk Filho, o Neno, acaba de chegar a Campo Grande e já está sob o teto do Centro de Triagem Anísio Lima, no Complexo Penal do Jardim Noroeste, onde vai dividir a cela com o primo, o advogado Rhiad Abdulahad, outro réu da 4ª fase da Operação Successione. Preso na Bolívia na noite deste domingo (2), Neno foi entregue à PF (Polícia Federal) brasileira na fronteira, em Puerto Suárez, nesta madrugada, passou pelos procedimentos de praxe em Corumbá e foi trazido para a Capital. O ex-parlamentar de 48 anos chegou ao CT cumprimentando com apertos de mão os servidores da carceragem e se despediu da escolta do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) com “joinha” (veja o vídeo). “Obrigado, obrigado!”, afirma Neno, trajando camiseta amarela, calça jeans e tênis claro, antes de desaparecer na imagem. Neno deveria participar de uma audiência de custódia marcada para as 15h desta segunda-feira (3), em Corumbá. O procedimento, porém, não ocorreu porque ele foi transferido para Campo Grande antes do horário marcado. Em documento anexado ao auto de prisão, a PF informou que o ex-deputado já não estava sob a responsabilidade da delegacia de Corumbá. “Dessa forma, não foi possível a participação do custodiado no compromisso agendado para hoje, 03/08/2026, às 15h”, comunicou um agente federal. A transferência foi feita sob escolta do Gaeco em um SUV Chevrolet Blazer. Já na Capital, Neno foi levado diretamente para o Centro de Triagem, uma vez que já havia passado pelo exame de corpo de delito no Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) na cidade a 426 km de Campo Grande. Pouco antes das 16h, o advogado Ricardo Souza Pereira esteve no Complexo Penal do Jardim Noroeste para tentar conversar com o cliente, mas ele ainda não havia chegado. Segundo ele, a defesa precisava verificar a situação do ex-deputado antes de definir as próximas medidas judiciais. O advogado afirmou que não houve complicações durante os procedimentos realizados em Corumbá, mas disse que o atendimento no presídio seria retomado na manhã desta terça-feira (4), devido ao encerramento do horário reservado aos advogados. Defesa fala em entrega voluntária – Em nota divulgada nesta segunda-feira, a defesa afirmou que Neno entrou na Bolívia em 1º de julho, antes da expedição do mandado de prisão, e que soube da ordem judicial por meio da imprensa. Os advogados alegam que ele não se apresentou imediatamente porque ainda aguardava o julgamento de recursos na Justiça Eleitoral contra a perda do mandato de deputado estadual. Conforme a versão da defesa, uma eventual decisão favorável poderia alterar a situação processual que levou à decretação da prisão. Após a rejeição dos recursos pelo TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) e o indeferimento de uma liminar em habeas corpus, Neno teria decidido cumprir a ordem judicial voluntariamente. A defesa afirma que comunicou a intenção à Justiça e pediu a definição das condições para a apresentação. A entrega, no entanto, não ocorreu como planejado. Antes de retornar ao território brasileiro, Neno foi abordado por autoridades bolivianas na noite de domingo e entregue à Polícia Federal na fronteira durante a madrugada. Na Bolívia, a detenção ocorreu por ingresso e permanência irregulares no país. A Justiça brasileira já havia autorizado a inclusão do nome de Neno na Difusão Vermelha da Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal), mas o procedimento ainda não estava concluído. Com isso, não havia mandado internacional ativo no momento da abordagem. Os advogados informaram que vão adotar medidas para tentar derrubar a prisão preventiva. A defesa questiona a atualidade dos fundamentos usados na decisão e afirma que buscará o restabelecimento da liberdade do ex-deputado. Operação Successione – A prisão preventiva foi decretada pelo juiz José Henrique Káster Franco, da 4ª Vara Criminal de Campo Grande, após Neno perder o mandato na Assembleia Legislativa. Com a saída do cargo, ele também perdeu o foro por prerrogativa de função. Na decisão, o magistrado considerou que a liberdade do ex-deputado representaria risco à ordem pública. O Gaeco aponta Neno como uma das lideranças de uma organização criminosa que continuaria em atividade. Neno é réu em uma ação decorrente da Operação Successione, que investiga suspeitas de organização criminosa, roubo, corrupção, lavagem de dinheiro, violação de sigilo funcional e exploração de jogos de azar. Em outro processo ligado à operação, ele foi condenado em primeira instância a 15 anos, sete meses e 15 dias de prisão por organização criminosa armada, roubo majorado e exploração do jogo do bicho. Ele recorria da sentença em liberdade.  A atual prisão preventiva foi determinada em uma ação penal diferente daquela que resultou na condenação. O ex-deputado nega envolvimento nos crimes.
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August 3, 2026 at 10:37 PM
▶️ Justiça nega prisão domiciliar a advogado investigado na Operação Successione
Rhiad Abdulahad permanece preso preventivamente; Gaeco aponta atuação na gerência de esquema ligado ao jogo do bicho

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Justiça nega prisão domiciliar a advogado investigado na Operação Successione | Notícias de Campo Grande e MS - Capital News
Rhiad Abdulahad permanece preso preventivamente; Gaeco aponta atuação na gerência de esquema ligado ao jogo do bicho
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July 27, 2026 at 6:56 PM
Justiça nega domiciliar a advogado que buscou PCC para retomar jogo do bicho
A 4ª Vara Criminal de Campo Grande negou pedido de prisão domiciliar para o advogado Rhiad Abdulahad, que está preso desde 25 de novembro, quando foi deflagrada a 4ª fase da Operação Successione.  O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) investiga organização criminosa armada, exploração ilegal do jogo do bicho, lavagem de capitais e corrupção ativa.  Conforme a decisão, publicada na edição desta segunda-feira (dia 27) do Diário da Justiça, o pedido da defesa foi negado porque não houve alteração do quadro já analisado anteriormente pela Justiça.  Relatórios de dados extraídos de celular apreendido indica que Rhiad manteve diálogos diretos com integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) com objetivo de buscar apoio para retomar o controle da banca do jogo do bicho conhecida como “Gato Preto”, que atua no Paraguai. Conforme a investigação, o pai dele, José Eduardo Abdulahad, conhecido como “Zeizo”, teria coordenado a banca entre 1994 e 2014, até ser afastado por ordem de Fahd Jamill. De acordo com a denúncia, Rhiad buscou a mediação do PCC utilizando o argumento de que a família possuía legitimidade sobre o negócio. Em outro trecho das conversas, ele afirma aos integrantes da facção que teria “documentos e testemunhas” para comprovar que a banca pertencia ao pai antes da intervenção dos rivais. Rhiad já requereu o desentranhamento do diálogo do processo, argumentando tratar-se de conversa em que atuou no estrito exercício da advocacia, sem qualquer nexo causal com a denúncia.  Em 2020, Rhiad foi candidato a vice-prefeito de Campo Grande na chapa liderada por Vinícius Siqueira. Em 2022, ele foi candidato a deputado estadual pelo União Brasil, recebeu 11.439 votos e ficou na suplência.  Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais .
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July 27, 2026 at 12:28 PM
Cheating scandals are so 2 hours ago, although this definitely isn't a past times employee but a contractor they brought in to help run the event.

x.com/LorcanaHabib...
Elias Abdulahad (@LorcanaHabibi) on X
Past times employee supposedly stole a max rarity deck from Cesar Reyes (competitor) that was turned into lost and found by @Dalebellido1. Surveillance footage was found, and the alleged employee di...
x.com
June 22, 2026 at 12:18 AM
1/ In a conversation with Joshua Hersh at #ZEGFest Tbilisi last year, Ghaith Abdulahad explained how and why his reporting focuses on real, everyday experiences rather than oversimplified geopolitical narratives about the Middle East. buff.ly/ub6roKx
What we miss when we talk about the “Middle East” - Coda Story
Why journalism that refuses to simplify, refuses to look away from messy, contradictory realities remains essential to telling the story of conflict
buff.ly
June 12, 2026 at 6:00 AM
Deputado e vereador estão na lista de testemunhas de réus do jogo do bicho
Testemunhas de defesa dos presos da 4ª fase da Operação Successione estão sendo ouvidas esta manhã, na sala de audiências do Tribunal do Júri de Campo Grande. Dois dos presos na ofensiva contra a expansão e controle do jogo do bicho assistem à sessão: o advogado Rhiad Abdulahad, filho do empresário José Eduardo Abdulahad, o “Zeizo” e Jonathan Gimenez Grance, primo do narcotraficante Jarvis Pavão. Na lista de testemunhas, constam, pelo menos, dois parlamentares: o deputado federal Dagoberto Nogueira (PP) e o vereador de Campo Grande, Lankmark Rios (PT). A audiência começou às 8h30 e refere-se ao processo aberto a partir da 4ª fase da Operação Successione, deflagrada no dia 25 de novembro de 2025. Naquela ocasião, foram cumpridos 20 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão. As seis testemunhas arroladas pela defesa dos réus foram instaladas na sala menor do Tribunal do Júri, enquanto os réus, advogados e o juiz da 4ª Vara Criminal, José Henrique Kaster Franco, estão no auditório desembargador Assis Pereira da Rosa. Um dos convocados é o deputado federal Dagoberto Nogueira, que não está no Fórum. A expectativa é que seja ouvido por videoconferência. O juiz permitiu a entrada da imprensa para imagens, mas retirou os dois réus do local. As testemunhas serão chamadas por ordem de idade, começando pelo mais velho. Os advogados se negaram a falar, alegando que não tinham autorização dos respectivos clientes. Das testemunhas, apenas o vereador Landmark Rios (PT) falou com reportagem. Disse que foi convocado pela defesa de Marco Aurélio Horta, ex-chefe do gabinete do então deputado estadual Neno Razuk. Landmark foi ao Fórum, mas, ao saber da demora da audiência, foi embora e será interrogado por videoconferência. À reportagem, disse que conhece Marco Aurélio há 15 anos e que irá falar da atuação profissional dele. “Marcos era cara da política, sempre foi”, disse, acrescentando que ele atuava nos bastidores, com atuação em Dourados e Campo Grande. “Fiquei surpreso com a prisão”, acrescentou. 4ª fase – No dia 25 de novembro de 2025, além de Abulahad, Gimenez e Marco Aurélio, o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) prendeu o patriarca da família Razuk, Roberto Razuk, os filhos, Jorge e Rafael, em Dourados. Em Campo Grande, foram detidos Marcelo Tadeu Cabral, empresário já citado em fases anteriores da investigação; Samuel Ozório Júnior, que, segundo o Gaeco, tem vínculos com pessoas ligadas ao grupo comandado pelos Razuk.  À época, o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) afirma que esta etapa da investigação identificou mais 20 pessoas conectadas à expansão do jogo do bicho após o vácuo deixado pela Operação Omertà, há cinco anos. A prisão do patriarca e dos dois filhos do clã Razuk se deu como medida para impedir que o grupo se expandisse para Goiás, onde certamente haveria confronto pelo controle do jogo do bicho. Na decisão judicial que autorizou as prisões, a juíza May Melke Amaral Penteado Siravegna sustenta que, para alcançar esse objetivo, seria necessário "derrubar" a liderança da jogatina naquele Estado, o que certamente levaria a uma guerra pelo controle do jogo do bicho, que atingiria ambos os Estados. Réus  - Jhonatan é apontado pelas forças de segurança como peça relevante no crime fronteiriço ligado a Jarvis, o “Barão da Droga”, que cumpre pena que ultrapassa 70 anos na penitenciária federal de Brasília.  Em 2018, Jhonatan foi preso com um arsenal em Ponta Porã. Na época, o grupo do qual fazia parte planejava um ataque contra o então chefe do PCC (Primeiro Comando da Capital) na fronteira, Sérgio Arruda Quintiliano Neto, o “Minotauro”.  Rhiad Abdulahad é filho do empresário José Eduardo Abdulahad, o “Zeizo”, um dos alvos da primeira fase da Operação Sucessione, desencadeada em dezembro de 2023. Baseado em Ponta Porã, “Zeizo” foi apontado como um dos gerentes do jogo do bicho na região sul de Mato Grosso do Sul. Os outros réus assistirão à audiência por videoconferência.
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June 8, 2026 at 3:53 PM
Juiz mantém prisão do “núcleo duro” do Clã Razuk e de advogado
O juiz da 4ª Vara Criminal de Campo Grande, José Henrique Kaster Franco, manteve as prisões de membros do clã Razuk e do advogado Rhiad Abdulahad. O grupo foi alvo do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) na quarta fase da Operação Successione, realizada em 25 de novembro.  Conforme a decisão, Roberto Razuk, Jorge Razuk Neto e Rafael Godoy Razuk formam o “núcleo duro” da organização. Os três são parentes do deputado estadual Roberto Razuk Filho (PL), o Neno, já condenado a 15 anos pelos crimes de organização criminosa, roubo majorado e exploração do jogo do bicho. O ex-deputado estadual Roberto Razuk, de 84 anos,  é pai de Neno e está em domiciliar.  Já  Jorge e Rafael são irmãos do deputado.  “Roberto Razuk, Jorge Razuk Neto e Rafael Godoy Razuk formam, segundo o Ministério Público, o núcleo duro da organização. Os dois primeiros registram vasto histórico criminal. Os três, segundo o Ministério Público, ostentam posição de liderança. A reiteração delituosa está suficientemente apontada por conta da posição proeminente em organização que há anos permanece ativa e com pretensões de expansão, mesmo depois de ações policiais e judiciais anteriores”, aponta o juiz.  Segundo o magistrado, a prisão dos líderes é necessária para estancar as condutas que perdurariam por anos, incluindo “crimes de roubo, corrupção, armas” O advogado Rhiad Abdulahad surge no núcleo financeiro do grupo, como um dos responsáveis pela circulação dos ativos. O juiz também manteve as prisões preventivas de Gerson Chauan Tobji, Flávio Henrique Espíndola Figueiredo, Jonathan Gimenez Grance, Marcelo Tadeu Cabral e Marco Aurélio Horta. Já as prisões preventivas de Sérgio Donizete Balthazar, Samuel Ozorio Júnior, Odair da Silva Machado, Paulo Roberto Franco Ferreira, Anderson Alberto Gauna, Willian Ribeiro de Oliveira, Jean Cardoso Cavalini e Paulo do Carmo Sgrinholi foram substituídas por monitoramento eletrônico. O prazo inicial do uso da tornozeleira será de 90 dias.  Eles também devem seguir outras medidas cautelares, como comparecimento mensal em juízo e recolhimento noturno. No próximo dia 27, a partir das 13h30, serão ouvidas as testemunhas de acusação.  A quarta fase da Successione investiga organização criminosa armada, exploração ilegal do jogo do bicho, lavagem de capitais e corrupção ativa.  As defesas apontaram denúncias genéricas, doenças de familiares que exigem a presença dos denunciados, nulidade das provas digitais por suposta quebra da cadeia de custódia, ofensa ao contraditório (por suposta ausência de acesso à integralidade dos elementos de provas) e interpretações de diálogos de terceiros fora de contexto.  PCC e mandato – Rhiad ainda requereu o desentranhamento de um diálogo juntado aos autos sobre suposta facção no Paraguai, argumentando tratar-se de conversa em que atuou no estrito exercício da advocacia, sem qualquer nexo causal com a denúncia.  Conforme divulgado pelo Campo Grande News , Rhiad Abdulahad manteve diálogos diretos com integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) com o objetivo de buscar apoio para retomar o controle da banca do jogo do bicho conhecida como “Gato Preto”, que atua no Paraguai.  O deputado Neno Razuk aponta que tem mandato e que medidas contra ele deveriam ser autorizadas pelo TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).  “No contexto destes autos, é atribuído ao réu Roberto Razuk Filho o crime de lavagem de capitais, delito que não tem a mais remota ligação com o exercício das atribuições constitucionais esperadas de um deputado estadual. Não há nexo entre o exercício do cargo e o delito a ele atribuído”, afirma o juiz.  Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais .
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April 7, 2026 at 3:21 PM
Alvo da Successione, empresário tem 48h para reinstalar tornozeleira eletrônica
O empresário José Eduardo Abdulahad, o “Zeizo”, foi intimado pela Justiça a comparecer, no prazo de 48 horas, à UMMVE (Unidade Mista de Monitoramento Virtual Estadual) para reinstalação de tornozeleira eletrônica. A decisão consta em despacho recente dentro de petição criminal vinculada à investigação sobre organização criminosa. A determinação, publicada no Diário da Justiça desta terça-feira (7), está relacionada ao processo que apura crimes de promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa no âmbito da operação conhecida como Successione, que tramita em sigilo. O despacho menciona informações juntadas anteriormente aos autos e reforça a necessidade de restabelecimento da medida cautelar já imposta em outro processo. Em junho de 2025, a Justiça deferiu a soltura de "Zeizo" mediante monitoramento eletrônico por 180 dias. O empresário nunca foi preso e respondeu ao processo apenas através de seu advogado.  José foi um dos principais alvos da operação Successione. A investigação apontou que ele atuava como gerente do grupo que tentava retomar o controle do jogo do bicho na Capital. Ele chegou a ser considerado foragido por meses, período em que a defesa tentou anular provas alegando a invasão de domicílio que funcionaria como “QG” para a quadrilha. O  Campo Grande News procurou um dos advogados de José e aguarda o retorno.  A operação – A Successione saiu às ruas de Campo Grande e Ponta Porã em dezembro de 2023 para prender 10 pessoas e cumprir 13 mandados de busca e apreensão. O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) amanheceu na porta da casa do deputado estadual Roberto Razuk Filho, o Neno Razuk (PL). Segundo levantamentos, a organização criminosa, que age de maneira violenta para estabelecer seu domínio, mesmo depois de uma ação policial ocorrida em outubro de 2023, continuou a investir na aquisição de máquinas para operar o jogo do bicho nesta Capital. Ao final das três etapas da operação, 15 pessoas se tornaram rés. Cada qual, à sua maneira, integrava organização criminosa armada, estruturalmente ordenada e com divisão de tarefas, voltada à exploração ilegal do jogo do bicho, aos roubos triplamente majorados, à corrupção e a outros crimes graves. O nome da operação faz alusão à atual disputa pelo controle do “jogo do bicho”, em Campo Grande, com a chegada de novos grupos criminosos que migraram para a Capital após a “Operação Omertà”.
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April 7, 2026 at 12:35 PM
Oak Park superintendent Angel Abdulahad retired after a lawsuit alleged unlawful conduct and misuse of district funds.
Oak Park superintendent retires after lawsuit alleges misuse of funds
Oak Park superintendent Angel Abdulahad retired after a lawsuit alleged unlawful conduct and misuse of district funds.
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March 5, 2026 at 11:20 PM
HC de advogado do bicho sai do virtual, mas sem OAB amiga
Presencial  - O desembargador Jonas Hass Silva Júnior, relator do Habeas Corpus impetrado em favor do advogado Rhiad Abdulahad, decidiu retirar o processo da pauta de julgamento virtual e transferi-lo para a modalidade presencial na 1ª Câmara Criminal. A decisão atende a um pedido da defesa, que manifestou oposição ao julgamento eletrônico por ter interesse em realizar sustentação oral perante os magistrados, conforme previsto nas normas internas do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Não há data marcada para tal até o momento. Sem amigo - Além disso, o magistrado indeferiu o pedido da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso do Sul) para ingressar na ação como amicus curiae (amigo da corte). O relator fundamentou a negativa com base na jurisprudência dos tribunais superiores (STJ e STF), que consideram a intervenção de terceiros incompatível com o rito célere e a natureza personalíssima do habeas corpus. Direitos garantidos - No entanto, o magistrado aceitou receber os argumentos da Ordem como "memoriais", permitindo que as teses sobre a preservação das prerrogativas da advocacia e a distinção entre exercício profissional e crime sejam consultadas pelos desembargadores no momento do julgamento. Patente alta - Preso desde novembro, no âmbito da força-tarefa da Operação Successione, o advogado Rhiad Abdulahad é um dos 20 réus acusados de integrar uma organização criminosa armada ligada ao jogo do bicho em Mato Grosso do Sul. O grupo, segundo a investigação, era liderado por Roberto Razuk e por seus filhos Jorge, Rafael e o deputado estadual Neno Razuk (PL). Apontado como um dos “gerentes” do esquema, Rhiad teria buscado, conforme apuração do Gaeco, o apoio do PCC (Primeiro Comando da Capital) ao grupo. Dia nacional – De chapéu e ao lado de um boneco da Inpev (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), entidade responsável pela logística reversa das embalagens de agrotóxicos, o ex-governador e produtor rural Reinaldo Azambuja (PL) publicou uma postagem de conscientização sobre o Dia do Controle da Poluição por Agrotóxicos, celebrado no dia 11 em todo o território nacional.  Produção consciente - “Num Estado essencialmente agrícola como Mato Grosso do Sul, o controle responsável do uso de agrotóxicos é um avanço que merece destaque. Produzir bem, com responsabilidade ambiental e cuidado, valoriza nossos produtos e nos coloca mais perto do Estado Verde que todos buscamos”, reforçou Azambuja na publicação.  Gestão financeira  – Mesmo com a nomeação de Marcelo Vilela como novo secretário municipal de Saúde, quem continuará com a caneta sobre o cofre da pasta é Ivone Kanaan Nabhan Pelegrinelli. Coordenadora do Comitê Gestor da Sesau, ela foi designada, por decreto da prefeita, como ordenadora de despesas do Fundo Municipal de Saúde. O ato estabelece, de forma retroativa, que Ivone responderá pela movimentação e autorização dos recursos do fundo a partir de 1º de janeiro de 2026. Com fôlego  – Mesmo em nova fase do tratamento contra o câncer de tireoide, a deputada federal Camila Jara (PT) contou que “não resistiu” e foi para a aula de bike no domingo (11). “Fizemos arte, mas é porque hoje eu acordei um pouquinho melhor”, escreveu. Ela também disse que o dia estava bonito pela manhã em Campo Grande, o que a motivou a treinar, mas com uso de máscara. “Eu acho que peguei a última energia que eu tinha e vim”, complementou a deputada nas redes sociais. “Avalanche” – Camila já havia informado que iniciaria neste mês uma nova etapa do tratamento, com iodoterapia para eliminar células anormais. Nas redes sociais, ela descreveu o impacto físico do processo. “Tem sido uma avalanche essa última semana . Na verdade, esses últimos 10 dias. Os últimos três eu passei muito mal, tipo, horrível”, afirmou. Apesar da melhora momentânea, disse que iria se resguardar. “Agora estou indo para casa e vou ficar lá. Não vou sair, prometo".  Contas em dia, cofres nem tanto – A Assembleia Geral Ordinária do Central-MS (Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável da Região Central de Mato Grosso do Sul), terminou com as contas de 2025 aprovadas por unanimidade. Tudo certo no papel, parecer favorável do Conselho Fiscal e dúvidas sanadas. Mas nem tudo fechou redondo: Campo Grande, Dois Irmãos do Buriti e Jaraguari ainda não quitaram integralmente o contrato de rateio. A promessa é pagar o restante ainda janeiro deste ano.
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January 12, 2026 at 10:36 AM
Investigação mostra que advogado buscou apoio do PCC para retomar jogo do bicho
Relatórios de dados extraídos de celular apreendido pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) e anexados à denúncia da 4ª fase da Operação Successione indicam que o advogado Rhiad Abdulahad manteve diálogos diretos com integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) com o objetivo de buscar apoio para retomar o controle da banca do jogo do bicho conhecida como “Gato Preto”, que atua no Paraguai.  Conforme a investigação, o pai dele, José Eduardo Abdulahad, conhecido como “Zeizo”, teria coordenado a banca entre 1994 e 2014, até ser afastado do empreendimento por ordem de Fahd Jamil. Segundo os relatórios de inteligência citados na denúncia, Rhiad relata a integrantes da facção que seu pai administrava cassinos para Fahd Jamil e que, em 1994, teria recebido a banca “Gato Preto” como forma de pagamento. Ainda de acordo com o material investigativo, o advogado afirma que a situação mudou em 2014, quando o clã Jamil teria retomado o negócio de forma impositiva. As conversas, conforme descrito pelo Gaeco, estavam armazenadas no celular de Rhiad. Nos diálogos transcritos na denúncia, ele relata aos interlocutores que “o velho pegou de volta sem pagar um real”, em referência a Fahd Jamil, e afirma que o filho do empresário, Flávio Jamil Georges, teria agido com agressividade no episódio. Em tom de lamento, segundo a transcrição anexada ao processo, Rhiad afirma que o pai foi obrigado a deixar o empreendimento após cerca de 20 anos. Em um dos trechos, diz: “Você imagina a cena, você ter seu empreendimento lá há 20 anos, fazer o nome dele, ter teus funcionários, dar panetone todo final de ano pra toda equipe, e os caras chegam na tua casa lá e ‘vaza’”. De acordo com a denúncia, Rhiad buscou a mediação do PCC utilizando o argumento de que a família possuía legitimidade sobre o negócio. Em outro trecho das conversas, ele afirma aos integrantes da facção que teria “documentos e testemunhas” para comprovar que a banca pertencia ao pai antes da intervenção dos rivais.  Ainda segundo os investigadores, o advogado se apresenta nas gravações como alguém que buscava o que chamou de “dignidade” para Zeizo, afirmando que o objetivo seria apenas “voltar a trabalhar no que era deles”. As interceptações analisadas pelo Gaeco mostram que, nas conversas ocorridas em dezembro de 2024, integrantes da chamada “Geral” do PCC afirmam que a família Jamil teria “pisado no formigueiro” ao entrar em conflito com a facção.  Um dos interlocutores chega a afirmar que, na fronteira, “ninguém coloca o beiço com nóis não irmão”, mas pondera que seria necessário “ouvir o outro lado” antes de decidir sobre eventual apoio à retomada da banca. Conforme descrito nos autos, a estratégia debatida nas conversas incluía o uso da força caso a via considerada diplomática não surtisse efeito. Um dos integrantes da facção sugere retirar os atuais gestores da banca “pelo colarinho”, enquanto Rhiad afirma preferir “abrir na boa”.  Ainda segundo o Gaeco, o advogado manteve tom colaborativo e foi orientado a aguardar o momento em que a “poeira baixasse”, já que a região estaria sob maior atenção das forças de segurança. Os investigadores relatam que membros da facção alertaram Rhiad de que a fronteira estaria “suja”, em referência à presença ostensiva de agentes de segurança, o que exigiria cautela na execução de qualquer plano. Em resposta, conforme transcrição, o advogado demonstrou confiança na interlocução e encerrou uma das chamadas dizendo: “obrigado meus amigos, obrigado meus amigos, valeu, valeu”. Na parte final das transcrições, a denúncia descreve o encerramento de uma conversa com duração aproximada de 23 minutos, na qual o interlocutor identificado como “Mandrake” afirma que aguardaria um “resumo” das ações a serem tomadas. Rhiad concorda e finaliza o contato. Para os investigadores do Gaeco, esses diálogos demonstram que a tentativa de recuperar a banca “Gato Preto” extrapolaria uma disputa comercial familiar, configurando um projeto de expansão apoiado na influência territorial e no braço armado da facção paulista em território paraguaio. As informações integram o conjunto probatório que fundamenta as denúncias da 4ª fase da Operação Successione. Rhiad Abdulahad, que é advogado e até então atuava na defesa do pai, passou a ser alvo direto da investigação nesta etapa e está entre os presos que ainda não obtiveram liberdade. Em 2023, Rhiad foi eleito presidente do diretório municipal do União Brasil em Campo Grande e disputou as eleições de 2022 como candidato a deputado estadual pelo mesmo partido. O Campo Grande News p rocurou o advogado Rhiad Abdulahad por telefone e mensagem, mas não foi atendido. O espaço segue aberto para a posição dele. Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais .
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January 9, 2026 at 1:33 PM
#HappyBirthday to ASE member Abdulahad Mohmand, who flew to space in 1988 aboard Soyuz TM-6 as part of a trip to Mir!
January 1, 2026 at 7:00 PM
"Ayla Ahmed Ali Obeid, one year old.

Ahmed Mamdouh Salem Haji, two years old.

I had to pause between the names and catch my breath to continue.

Maria Hamza Salama Abu-Aziz, three years old."

Gaza’s Children Need Sweden’s Help.

New comment by Christina Abdulahad / @hrw.org⤵️
Gaza’s Children Need Sweden’s Help
On October 22, my colleagues and I took part in a demonstration in Stockholm to read the names of the children killed in Gaza since October 7, 2023. Initiated by the Swedish Peace and Arbitration Soci...
www.hrw.org
December 5, 2025 at 3:33 PM
Roberto Razuk, dois filhos e advogado são presos pelo Gaeco
O ex-deputado estadual Roberto Razuk foi preso durante a operação desencadeada nesta terça-feira (25) pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) com apoio do Batalhão de Choque da Polícia Militar. Pai do deputado estadual Neno Razuk (PL), Roberto foi preso em sua casa, na Rua João Cândido Câmara, em Dourados, a 251 km da Capital. O Campo Grande News apurou que os outros dois filhos dele – Jorge e Rafael Razuk – e o advogado Rhiad Abdulahad também teriam sido presos. Rhiad Abdulahad é filho do empresário José Eduardo Abdulahad, o “Zeizo”, um dos alvos da primeira fase da Operação Sucessione, desencadeada em dezembro de 2023. Baseado em Ponta Porã, “Zeizo” foi apontado como um dos gerentes do jogo do bicho na região sul de Mato Grosso do Sul. Ele ficou foragido por quase um ano e atualmente cumpre prisão domiciliar. Ainda não há informações oficiais sobre a operação desencadeada nesta terça-feira. Além da casa de Roberto Razuk, mandados estão sendo cumpridos na sede da empresa Criativa Technology Ltda., na Rua Adelina Rigotti, no Jardim Água Boa, também em Dourados. Em março deste ano, a empresa, que pertence a Sergio Donizete Balthazar, ingressou com mandado de segurança no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul para suspender a licitação da loteria Lotesul. Na época, as custas judiciais foram pagas, por Pix, pelo ex-deputado Roberto Razuk. Outro alvo da operação de hoje é Marco Aurélio Horta, o “Marquinho”, chefe de gabinete de Neno Razuk e funcionário da família há quase 20 anos. Equipes do Gaeco estiveram na casa dele em Campo Grande, mas não há informação confirmada de que Horta foi preso. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais .
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November 25, 2025 at 1:15 PM
Many thanks to Asem Abdulahad for visiting #wsuchemistry and sharing his research on a wide range of topics including organic to materials/polymer chemistry with applications in energy and carbon capture. #ChemSky #chemtalk
November 17, 2025 at 10:49 PM
1/ In a conversation with Joshua Hersh at #ZEGFest Tbilisi, Ghaith Abdulahad explained how and why his reporting focuses on real, everyday experiences rather than oversimplified geopolitical narratives about the Middle East. buff.ly/P1OsSxE
What We Miss When We Talk about the “Middle East” - Coda Story
Why journalism that refuses to simplify, refuses to look away from messy, contradictory realities remains essential to telling the story of conflict
buff.ly
October 14, 2025 at 6:05 AM
Social Credit Score For: Aidee Abdulahad
ift.tt
July 26, 2025 at 3:10 AM
This story is from a few years ago, but it highlights how China drew from the US War on Terror to justify the imprisonment of Uyghurs, and then it came full circle for these men that were imprisoned in Guantanamo at the hands of US soldiers. Just awful

www.theguardian.com/us-news/2020...
'It breaks my heart': Uighurs wrongfully held at Guantánamo plead to be with families
Salahidin Abdulahad, Khalil Mamut and Ayoub Mohammed are desperate to be reunited with their children in Canada
www.theguardian.com
July 14, 2025 at 7:11 PM
1/ In @antelava’s latest for Coda, Ghaith Abdulahad reflects on the moral and emotional toll of reporting from the Middle East. Drawn from his Kicker interview with Josh Hersh, the piece explores conflict, complexity, and the case for honest journalism. buff.ly/8dPxZkW
What We Miss When We Talk about the “Middle East” - Coda Story
Why journalism that refuses to simplify, refuses to look away from messy, contradictory realities remains essential to telling the story of conflict
buff.ly
July 9, 2025 at 4:41 PM