#abism
🎞️ ‘Fiesta pagäna’, chapucera recreación de la trayectoria de Mägo de Oz en modo ‘Bohemian Rhapsody’, la crítica de @alcoronag.bsky.social 
‘Fiesta pagäna’, chapucera recreación de la trayectoria de Mägo de Oz en modo ‘Bohemian Rhapsody’
La popular banda de folk metal es el centro de una película protagonizada por Adrián Lastra que lleva el biopic musical a sus más mediocres abism
f.mtr.cool
November 5, 2026 at 1:08 PM
‘Fiesta pagäna’, chapucera recreación de la trayectoria de Mägo de Oz en modo ‘Bohemian Rhapsody’ www.infolibre.es/1_222bab
‘Fiesta pagäna’, chapucera recreación de la trayectoria de Mägo de Oz en modo ‘Bohemian Rhapsody’
La popular banda de folk metal es el centro de una película protagonizada por Adrián Lastra que lleva el biopic musical a sus más mediocres abism
www.infolibre.es
November 5, 2026 at 5:18 PM
Abism @ Piranha Bar - 09/18/2026
September 19, 2026 at 12:20 PM
Trump administration preparing to revoke visas of up to 200K foreigners in largest mass visa revocation ever
Source: The Hill
share.newsbreak.com/jec9p7jr THERE IT GOES THE TOURIST'S INDUSTRY TO THE ABISM
August 25, 2026 at 12:04 AM
How are things there? Are you here? I think I am not. Should you come rescue me, or should I go there by myself? Would you still be there? If I can stand up by myself I may not need you anymore. It is better for you not found me. I need more time. I need this. I will look long enough to the abism.
September 22, 2024 at 9:51 PM
Por que tecnologias em saúde não chegam a quem mais precisa
Ao longo dos últimos anos, acompanhei o surgimento de inúmeras tecnologias promissoras na área da saúde. Projetos bem estruturados, provas de conceito funcionando, artigos publicados em revistas científicas relevantes, pilotos conduzidos com rigor metodológico. Ainda assim, a maioria das soluções nunca chega à ponta do sistema, nem às unidades básicas de saúde, ou aos territórios mais vulneráveis e, sobretudo, às pessoas que mais precisam. Essa frustração revela um problema estrutural, um abismo entre o piloto e o impacto real, e não surge por acaso. Com frequência, atribuímos o fracasso à falta de recursos, à burocracia do Estado ou à complexidade do sistema de saúde. Tais fatores existem, mas a origem do problema é mais profunda: está na forma como concebemos a inovação, como avaliamos o sucesso e como organizamos os caminhos entre ciência, política pública e implementação. Grande parte das tecnologias em saúde nasce na academia, orientada por métricas que pouco dialogam com a realidade do sistema público. Publicar artigos, alcançar fatores de impacto elevados e cumprir exigências estatísticas rigorosas tornam-se, muitas vezes, o objetivo final. O impacto social aparece como consequência desejável, mas não como critério de sucesso. Esse descompasso ajuda a explicar por que tantas soluções ficam presas ao piloto. Revisões internacionais recentes mostram que a maioria das iniciativas de saúde digital enfrenta dificuldades para escalar, mesmo quando demonstra eficácia em ambientes controlados. Barreiras como falta de interoperabilidade, infraestrutura insuficiente, ausência de capacitação profissional, fragilidade de governança e apoio institucional limitado continuam sendo apontadas como fatores decisivos para o fracasso da adoção em larga escala. No Brasil, esse desafio se insere num contexto paradoxal. O país dispõe de um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo e de bases nacionais de dados capazes de sustentar estratégias avançadas de prevenção e coordenação do cuidado. Ainda assim, desafios de interoperabilidade, governança de dados e capacitação local continuam impedindo que esse potencial se traduza em impacto concreto. Outro entrave recorrente está na fragmentação institucional. Ciência, saúde, regulação e indústria ainda operam de forma excessivamente compartimentada. Universidades desenvolvem tecnologias sem diálogo estruturado com gestores públicos. Órgãos reguladores entram tardiamente no processo. A indústria, quando participa, é acionada apenas nas fases finais, quando decisões fundamentais já foram tomadas. Há também um equívoco persistente sobre o que significa validar uma tecnologia em saúde. Com frequência, a validação se limita à comprovação estatística de eficácia. No mundo real, o impacto envolve outras dimensões igualmente determinantes: facilidade de uso, adesão do paciente, integração aos fluxos existentes, custo de manutenção, capacitação das equipes locais e aceitação por parte dos profissionais de saúde. Vale destacar que as barreiras organizacionais e culturais são tão relevantes quanto às técnicas. Resistência à mudança, sobrecarga de trabalho e ausência de treinamento adequado reduzem drasticamente a probabilidade de incorporação de novas ferramentas, mesmo quando elas têm potencial para melhorar o cuidado. Tal cenário não é exclusivo do Brasil. Países de baixa e média renda enfrentam desafios semelhantes para transformar inovação em impacto, especialmente quando não há políticas públicas consistentes, governança clara e alinhamento entre os diferentes níveis do sistema de saúde. Outro aspecto pouco discutido é o fator humano dentro das estruturas de inovação. Ego acadêmico, disputas por protagonismo e resistência à colaboração multidisciplinar frequentemente atrasam ou inviabilizam projetos. A inovação em saúde não avança por competição. Ela avança por cooperação, escuta e construção conjunta. E, quando esse alinhamento não acontece, a tecnologia deixa de ser meio e passa a ser fim. Surgem os chamados pilotos eternos — que consomem recursos, produzem relatórios e artigos, mas não transformam a realidade das pessoas. Superar esse cenário exige uma mudança profunda de abordagem. Precisamos de integração, governança e incentivos à translação para que o piloto vire impacto real hoje. (*) Suélia de Siqueira Rodrigues Fleury Rosa é professora na Faculdade de Ciências e Tecnologias em Engenharia (FCTE) na Universidade de Brasília. Coordena projetos que integram pesquisa, desenvolvimento e inovação (PDI), com forte ênfase em aplicações de impacto social.
www.campograndenews.com.br
February 25, 2026 at 1:09 PM
@ninacorcoran.bsky.social and I recorded PUNK THIS WEEK right after Halloween, so we ofc talk about candy, our costumes, and shame someone for not knowing enough about Kirby. massive week featuring records by Puppet Wipes, Blue Zero, Optic Sink, Gumm, Radioactivity, and Abism.
punk this week podcast 57: puppet wipes + blue zero
Optic Sink, Gumm, Radioactivity, Abism, and of course, Halloween chat.
see-saw.fun
November 4, 2025 at 8:48 PM
Every week of October has been an absolute monster for new punk records. In a month that’s given us Citric Dummies, Black Eyes, Shakti and Snooper, now we've got new Optic Sink, Puppet Wipes, Radioactivity, and Retail Simps. Absolutely wild.

For updates every week, subscribe to see/saw. It's $4!!
punk this week: optic sink, puppet wipes, radioactivity + 14 more
Dorothy Fuzz, Abism, Retail Simps, Snörkler, the Boojums, and a whole pile of great hardcore. Happy Halloween!
see-saw.fun
October 31, 2025 at 8:09 PM
Black Eyes are back. Possible Humans are back. Some stunning records from Shakti and Segundos Auxilios. Outstanding singles from Eddy Current Suppression Ring and Abism.

see/saw's weekly column is a rundown of the good stuff. $4/month, $40/year, or barter. subscribe to an independent punk rag!
punk this week: possible humans, black eyes, shakti + 17 more
A new loosie from Eddy Current Suppression Ring. An LP from Tokyo’s Angel Face. Abism! Endless Joy! Segundos Auxilios!
see-saw.fun
October 10, 2025 at 10:01 PM
A gente só queria gravar uma conversa... e acabou descobrindo um abism... #Shorts youtube.com/shorts/k...
A gente só queria gravar uma conversa... e acabou descobrindo um abism... #Shorts
A gente só queria gravar uma conversa... e acabou descobrindo um abismo geracional aqui na equipe do AutoPapo.Foi só falar que "a morte do Senna não foi nada...
www.youtube.com
July 15, 2026 at 4:02 PM
The pace or russians with a brain appearing on my radar is picking up again! 👍

#EndangeredSpecies : russians with a brain (9)

This guy recommends the Kremlin terrorists to find a new home in Afghanistan or North Korea instead of keep kicking russia into the abism:
With Ukrainian strikes now ripping apart the Russian economy, anti-Kremlin sentiment continues to grow across the country.

A Russian tells the murderous Putin cabal to escape to their friends in Afghanistan or North Korea, as they are destroying the country.
August 3, 2026 at 12:31 PM
2/4
... that video he explains why russia will collapse and fall into the abism - partly exactly because its population is not able to look for themselves, whereas the Coviet Union's people still had been resilient enough to grow their own potatoes.
Needless to say that today's Americans are
May 19, 2026 at 1:44 AM
Another view into the abism of the russian "soul".
Nothing you wouldn't have expected in some way.
👇
1/ A frustrated Russian warblogger complains at the "hopeless" nature of coordination between units of the Russian army, which he says is characterised by "arrogant disregard". It's a situation, he says, where "one branch of the military spins on the dick of another." ⬇️
May 11, 2025 at 9:29 PM
This week I have mostly been listening to
March 7, 2025 at 8:43 AM
Live set by Abism on WFMU right now
December 19, 2025 at 5:28 PM
Meus braços são fortíssimos, nunca te deixaria ser sugada pelo abism!!!! mas eu gosto da ideia de mais duas amigas vamos atrás
February 11, 2026 at 1:58 PM