#alTur
parte dos ignorando las letras, lo importante es la altur—.
October 28, 2026 at 5:15 PM
Un accidente entre dos trenes de alta velocidad en el término municipal de Los Yébenes , en la provincia de Toledo, se ha saldado con, al menos, 64 muertos y 58 personas hospitalizadas, con 15 de ellas en estado muy grave. El siniestro se ha producido a las 8.54 horas de este miércoles a la altur...
Mapas y gráficos: ¿cómo se ha producido el accidente entre los dos trenes en Toledo?
www.diariocordoba.com
October 28, 2026 at 4:23 PM
Un accidente entre dos trenes de alta velocidad en el término municipal de Los Yébenes , en la provincia de Toledo, se ha saldado con, al menos, 64 muertos y 58 personas hospitalizadas, con 15 de ellas en estado muy grave. El siniestro se ha producido a las 8.54 horas de este miércoles a la altur...
Mapas y gráficos: ¿cómo se ha producido el accidente entre los dos trenes en Toledo?
www.diariocordoba.com
October 28, 2026 at 4:23 PM
Pedido de colaboración para dar con el paradero de un vecino de Chajarí

En la madrugada de este viernes, una mujer radicó la denuncia por la desaparición de su esposo, César Luis Guntren. En su exposición señaló que se encontraba junto a él en la parroquia María Auxiliadora y lo vio por último vez…
Pedido de colaboración para dar con el paradero de un vecino de Chajarí
En la madrugada de este viernes, una mujer radicó la denuncia por la desaparición de su esposo, César Luis Guntren. En su exposición señaló que se encontraba junto a él en la parroquia María Auxiliadora y lo vio por último vez a las 21 horas aproximadamente. Aportó como dato que, el hombre se conectó por última vez al whatsapp a las 22:07 horas. Guntren se conduce en una camioneta Volkswagen, modelo Saveiro, cabina simple, color blanca. Es de contextura física delgado, de aprox. 1.78 cm de altura, tez blanca, pelo corto, canoso, sin tatuaje, vestía en ese momento remera mangas cortas color azul-grisáceo, jeans largo color azul oscuro y par de zapatillas negras. Se apela a la población que, frente a cualquier dato sobre su paradero, se contacte con la Policía. Fuente: Chajarí Digital
fmdelestechajari.com.ar
October 30, 2026 at 2:45 PM
A lil gift art by @keyday.bsky.social from a lil while ago

Altur is quite the looker, aren’t they?

#furry #art
October 15, 2026 at 4:12 PM
27", Qhd, 220Hz Monitor Gamer Asus Rog Strix, 0.3ms, Fast Ips, Vrr, G-Sync, FreeSync, Hdr 400, Altura Ajustável - Xg27acsr

POR R$1377,00

CUPOM: OFFHOJE

https://meli.la/1Yk9hrd
October 16, 2026 at 1:39 PM
100 followers! Oh wow!
October 10, 2026 at 2:39 AM
After a lovely night on the town, me and @velly.bsky.social tend to get a lil quirky~💦

Good thing the city's got plenty of spots for a couple pent up pups to enjoy a little privacy... Or so you would think. 😅

#furry #voyeurism #hyper #exhibitionism
October 10, 2026 at 9:00 PM
Altur-ax
October 8, 2026 at 1:20 PM
#StandingTogether :

At 4 a.m. today, Israeli forces raided a five-story building in #alTur, East #Jerusalem, forced Palestinian families out with barely anything in their hands, and demolished 10 apartments — leaving around 70 #Palestinians without their homes

#EthnicCleansing #GENOCIDE #Palestine
October 7, 2026 at 2:51 AM
Nova Toyota Hilux resiste a trailer de 760 kg que despencou 9 metros; veja
A Toyota resolveu colocar à prova a capacidade estrutural da nova geração da Hilux em um teste de resistência pra lá de inusitado. Em referência direta às provas icônicas eternizadas pelo programa Top Gear, a marca despencou um trailer de 760 kg sobre o teto da picape média para mostrar que o modelo continuaria funcional mesmo depois do impacto. O teste foi realizado no aeródromo de Bentwaters, em Suffolk, Reino Unido, sob condições controladas. No local, um guindaste içou o trailer a uma altura de aproximadamente 9,1 metros e o soltou diretamente sobre o teto da Hilux, que permaneceu parada logo abaixo. O impacto destruiu significativamente o trailer, mas não foi capaz de causar danos tão severos à picape. Nova Toyota Hilux voltou a rodar normalmente mesmo após o impacto Divulgação Fazendo jus à fama de "indestrutível" da Hilux, o sistema elétrico/mecânico permaneceu operacional, permitindo que a picape fosse ligada logo após o impacto e saísse do local rodando sem ajuda de reboque. Em particular, o teste envolveu a variante elétrica da caminhonete, que foi apresentada em 2025 junto com a profunda reestilização. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Segundo a Toyota, o objetivo do teste foi demonstrar a robustez estrutural da Hilux e provar para o público que a nova versão elétrica entrega os mesmos níveis de resistência e durabilidade das configurações tradicionais a diesel. Trailer de 760 kg foi arremessado no teto da Hilux a 9 metros de altura Divulgação Outro detalhe interessante do teste diz respeito à participação do público. A Toyota afirma que não decidiu por conta própria qual desafio seria enfrentado pela Hilux, mas deixou a escolha nas mãos dos usuários do Reddit. A marca propôs duas alternativas: golpear a picape com uma bola de demolição de uma tonelada ou levantar um trailer e deixá-lo cair diretamente sobre o teto do modelo. Toyota escolher a Hilux em versão elétrica para realizar o teste Divulgação No clássico episódio do Top Gear de 2003, os apresentadores compraram uma Hilux diesel antiga para testá-la ao extremo. Entre vários castigos realizados (como bater contra uma árvore, deixá-la submersa na maré e incendiá-la), um dos testes mais marcantes foi justamente o do trailer reeditado agora. Nova Toyota Hilux elétrica (BEV) tem 196 cv de potência, 20,9 kgfm de torque Divulgação Nova Hilux chega ao Brasil em breve No início do mês, Autoesporte noticiou que a nova Hilux está de malas prontas para estrear no Brasil. A picape profundamente reestilizada será lançada na Argentina entre os meses de novembro e dezembro, chegando ao mercado brasileiro logo na sequência. Initial plugin text Até então, rumores davam conta de que o lançamento aconteceria apenas no primeiro trimestre de 2027. A antecipação pode ser encarada como uma resposta da Toyota ao avanço da concorrência nos últimos meses. Em julho, a Hilux vendeu 3.402 unidades e perdeu a liderança do segmento pela primeira vez em cinco anos, sendo superada pela Ford Ranger (3.402 unidades). Nova Toyota Hilux tem lanternas redesenhadas e para-choque com degrau embutido Divulgação Como parte da reestilização profunda, tratada pela Toyota como nova geração, o design foi significativamente renovado, tanto no exterior quanto no interior. Na dianteira, os faróis são menores e posicionados junto ao capô, enquanto a grade tem traços mais retos e malha interna em formato de colmeia (ou fechada, como na versão elétrica). Na traseira, a tampa da caçamba foi redesenhada e as lanternas têm novo formato, além de iluminação em LED nas versões mais caras. Nova Toyota Hilux a diesel será a primeira a chegar ao mercado Divulgação De acordo com o cronograma de lançamento da nova Toyota Hilux, a versão tradicional a diesel será a primeira a ser produzida e a primeira a chegar ao Brasil. Sob o capô, manterá o conhecido motor 2.8 quatro-cilindros turbodiesel de 204 cv que já temos na Hilux atual, associado a um câmbio manual ou automático de seis marchas. A tração seguirá 4x4 em opções chassi-cabine, cabine simples ou cabine dupla. Nova Toyota Hilux tem quadro de instrumentos digital e central multimídia atualizada Divulgação Já em um segundo momento, a Toyota lançará a variante híbrida leve de 48 Volts, no qual o mesmo propulsor 2.8 turbodiesel é auxiliado por um motor elétrico de 16 cv alimentado por baterias de íons de lítio de 0,2 kWh. A versão já é vendida na Europa e chegará por aqui nos acabamentos mais caros da picape, sempre com cabine dupla. Nova Toyota Hilux tem grade aberta com detalhes tipo colmeia nas versões a diesel Divulgação Por fim, a variante elétrica também está confirmada. Chamada pela Toyota de Hilux BEV, a configuração usa baterias de íon-lítio de 59,2 kWh e tem tração integral permanente. Ao todo, o sistema desenvolve 196 cv de potência combinado, sendo 20,9 kgfm de torque no eixo dianteiro e 27,3 kgfm no traseiro. No padrão europeu WLTP, a marca declara autonomia de até 257 km em circuito combinado e 380 km em ciclo urbano. A capacidade de carga é de 715 kg e de reboque, de 1,6 tonelada. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
autoesporte.globo.com
October 1, 2026 at 8:01 AM
absolutely not lol
youtube.com/shorts/5b10j...
La funambulista francesa Tatiana Mosio Bongonga asombra a 100 m de altur
YouTube video by Aristegui Noticias
youtube.com
September 26, 2026 at 7:09 PM
99 problemas, mas falta de espaço não precisa ser um deles.

O Guarda-Roupa Esparta Casal tem 6 portas, 9 gavetas e espaço interno para deixar tudo no lugar. Com cabideiros de alumínio e corrediças telescópicas, ele traz mais praticidade para a rotina.

Medidas: 270 cm de largura, 238 cm de altur...
September 21, 2026 at 11:03 AM
Kylie Jenner exibe resultado de cirurgia nos seios em foto após confessar que quer aumentá-los ainda mais
Kylie Jenner voltou a chamar atenção nas redes sociais ao mostrar o visual escolhido para divulgar uma das peças mais recentes da Khy, sua marca de roupas. A empresária compartilhou o registro no sábado, por meio dos Stories do Instagram. Na imagem, a fundadora da Kylie Cosmetics aparece usando um vestido tubinho de vinil preto, integrante da coleção da Khy, marca criada por ela em 2023. Diante de um espelho de corpo inteiro, Jenner registrou a produção em um enquadramento que começava na altura do pescoço, destacando o decote e as pernas. O clique também colocou em evidência o resultado do procedimento estético ao qual a influenciadora se submeteu. Em 2025, Kylie surpreendeu os fãs ao revelar detalhes que até então eram alvo de especulações: ela contou que havia colocado próteses de 445 ml nos seios. Meses depois, a empresária voltou a falar sobre o assunto e revelou que considera aumentar novamente o tamanho das próteses. "Realmente quero eles ainda maiores." Kylie Jenner Reprodução/Instagram A declaração foi feita durante uma participação no podcast "Better Half with Stas & Vic", apresentado por Anastasia "Stassie" Karanikolaou e Victoria Villarroel, amigas próximas da estrela. Durante a conversa, Karanikolaou lembrou que Kylie havia causado repercussão ao compartilhar publicamente as informações sobre sua cirurgia. Segundo a amiga, a revelação acabou influenciando outras pessoas e virou uma espécie de tendência. Jenner, que passou pelo procedimento aos 19 anos, então deixou claro que não descarta uma nova mudança. Ao falar sobre suas preferências atualmente, ela afirmou às apresentadoras que gostaria de aumentar ainda mais o tamanho dos seios. A declaração reacendeu o interesse dos fãs sobre as transformações estéticas da empresária, que frequentemente compartilha detalhes de sua vida pessoal e de sua rotina nas redes sociais.
oglobo.globo.com
September 13, 2026 at 3:33 PM
Floreros con ramas: siete árboles y arbustos para llevar volumen, textura y color al interior del hogar
Cómo aprovechar el final de los días fríos para llevar la naturaleza al interior: claves para elegir, lucir y conservar las estructuras leñosas más llamativas de la temporada. Una alternativa práctica y accesible para sumar dinamismo, altura y textura natural a los ambientes del hogar. Usar ramas de árboles o arbustos en floreros es una opción fácil, duradera y económica para decorar cada espacio de la casa. A diferencia de un ramo tradicional de flores, las estructuras leñosas **aportan altura, dinamismo y un toque escultural a los ambientes.** **Estas siete opciones combinan color y resistencia**. Algunas sobresalen por su floración en agua, mientras que otras despliegan su atractivo durante meses una vez secas. ## 1. Eucalipto medicinal o dólar (Eucalyptus cinerea) Durante todo el año, cortar ramas de esta especie aporta al hogar un **follaje redondeado en tonos verde plateado o azulado,** ideal para sumar un toque fresco y un aroma relajante que perfuma el ambiente. Un clásico del follaje decorativo que aporta tonos verde azulados y un perfume fresco que perdura tanto en agua como en arreglos secos. Se coloca con agua para mantener **las hojas turgentes durante semanas**. Cuando el agua se evapora, las hojas se secan en la misma posición sin caerse, lo que permite que el arreglo se mantenga seco por meses. ## 2. Olivo (Olea europaea) Aunque conserva su follaje durante las cuatro estaciones,**muestra su mejor versión hacia el final del verano y el otoño.** Transmite un aire rústico y mediterráneo gracias al contraste entre el verde de la cara superior de la hoja y el tono plateado del envés. El contraste entre el verde de sus hojas y el revés plateado le otorga a las ramas de olivo un aire mediterráneo y rústico muy elegante. Necesita agua para durar fresco durante las primeras semanas. Si querés mantenerlo por varias semanas, podés retirar el agua;**las hojas quedarán rígidas y mantendrán su forma** sin perder por completo el color. ## 3. Ciruelo de jardín o ciruelo rojo (Prunus cerasifera) A finales del invierno y comienzos de la primavera, principalmente entre agosto y septiembre, **cortar ramas con pimpollos a punto de abrir transforma el florero en un espectáculo** efímero de pequeñas flores rosadas o blancas sobre madera oscura. Con la llegada de los primeros brotes a finales del invierno, las varas de ciruelo despliegan pequeñas flores rosadas o blancas que iluminan el florero. **Requiere agua fresca para que los pimpollos abran** y la floración evolucione. Una vez que las flores caen, la rama desnuda puede dejarse sin agua como una pieza de estilo oriental. ## 4. Magnolio (Magnolia grandiflora) Gracias a sus hojas perennes disponibles en cualquier momento del año, esta **opción brinda mucho cuerpo a floreros de cerámica** o recipientes pesados por el impacto visual de su cara superior verde brillante y su reverso aterciopelado de tono canela. Sus hojas grandes y brillantes, sumadas al reverso aterciopelado en tono canela, ofrecen volumen y presencia en recipientes de gran porte. Con agua dura mucho tiempo fresco. **Al secarse sin agua, las hojas no se caen** y conservan su rigidez característica. ## 5. Sauce eléctrico (Salix matsudana 'Tortuosa') Durante el otoño y el invierno**sus ramas desnudas tienen formas onduladas y retorcidas** , mientras que hacia la primavera comienzan a despuntar los primeros brotes verdes. La silueta ondulada de sus ramas recuerda a una escultura, ideal para lucir desnudas en invierno o brotadas en primavera. Si se coloca en agua, la rama echará raíces y sacará brotes verdes rápidamente. Si se coloca directamente en un florero seco sin agua, **la madera se conserva intacta por años.** ## 6. Cotoneaster (Cotoneaster horizontalis o franchetii) A lo largo del otoño y durante todo el invierno, **sus ramas se llenan de pequeñas bayas de un color rojo o anaranjado vibrante** -que maduran hacia el final del verano-, y aportan un punto focal de color intenso que rompe la monotonía en ambientes neutros. Uno de los arbustos más usados en cercos vivos y jardines por su gran resistencia al frío y sus características bayas de invierno. Se utiliza con agua al principio para que las bayas y las hojas mantengan la firmeza. Con el tiempo, **las bayas se deshidratan sobre la rama sin perder su color rojo,** por lo que puede conservarse luego sin agua. ## 7. Aromo francés (Acacia dealbata) A finales del invierno, entre julio y agosto, **sus pequeñas esferas amarillas y muy perfumadas iluminan cualquier rincón** con su tono dorado justo antes de la llegada de los primeros calores. Sus características esferas amarillas y aromáticas anuncian el fin del invierno, y aportan un toque de luz dorada y silvestre antes de pasar a la fase seca. **Debe ponerse en agua apenas se corta para que los pompones se mantengan** esponjosos y frescos durante unos días. Cuando la floración decae, podés retirar el agua; los pompones perderán algo de volumen, pero las hojas plumosas mantendrán una textura silvestre ideal para floreros secos. ## Consejos simples para que duren más **El corte preciso:** al cortar la rama de la planta, conviene realizar un corte limpio en diagonal para aumentar la superficie de absorción de agua. **Agua limpia:** es conveniente renovar el agua del recipiente cada dos o tres días mientras la rama esté en su etapa fresca. **Proceso de secado:** si la idea es conservarlas secas, podés dejar que se consuma el agua o bien retirar la rama y colgarla boca abajo en un lugar fresco, seco y a la sombra durante dos semanas. Artículo relacionado5 plantas aromáticas que dan flores espectaculares, para sumar un toque diferente a tu jardín Aprovechar la versatilidad de las ramas permite **renovar los ambientes sin necesidad de hacer grandes gastos** ni recurrir a arreglos complejos. Con solo elegir la especie adecuada para cada momento del año y aplicar estos cuidados básicos, **cualquier florero de la casa puede convertirse en un punto focal** lleno de vida, textura y estilo.
www.meteored.com.ar
September 7, 2026 at 7:00 PM
Desear (y comprar) este producto cada vez antes es un fenómeno creciente con una interesante explicación sociológica. Lo descubrimos con María Altur, embajadora de marca de MiiN Cosmetics www.vogue.es/articulos/ca...
El furor por los calendarios de Adviento (en septiembre), explicado por la tienda de cosmética coreana que agota el suyo en 24 horas
Desear (y comprar) este producto cada vez antes es un fenómeno creciente con una interesante explicación sociológica. Lo descubrimos con María Altur, embajadora de marca de MIIN Cosmetics
www.vogue.es
September 6, 2026 at 6:08 PM
—María no, pero virgen a estas altur–
No sabía que eras la virgen maría ahora
September 1, 2026 at 11:34 AM
Satélites, drones y sensores: IA para apagar los incendios que devoran España cada verano
José Vicente Oliver recuerda que, cuando comenzó su carrera como ingeniero forestal a principios de los noventa, cada vez que había un incendio los bomberos solo tenían la radio para coordinarse con el puesto de mando que, normalmente, estaba instalado en el pueblo más cercano y completamente empapelado con mapas de la zona. «Los servicios de emergencia los coloreaban para decidir por dónde iba cada uno. No había información geolocalizada. Los datos que tenías eran estimaciones a ojo de la altura de las llamas en cada ubicación. A partir de ahí, se iban tomando decisiones», explica en conversación con ABC.Tres décadas después, en plena era de la inteligencia artificial y del internet de las cosas, la situación es bien distinta. Los papeles y los mapas han dado paso, en buena medida, a pantallas que reciben información procedente de satélites, drones, estaciones meteorológicas y sensores desplegados sobre el terreno por el que avanza el incendio. «La inteligencia artificial está transformando y debe transformar todavía más la gestión de los incendios. Permite analizar con mucho rigor muchas fuentes de datos para desarrollar escenarios y luego definir soluciones y priorizar midiendo sus efectos», explica Oliver, que es catedrático de Ingeniería Forestal de la Universidad Politécnica de Valencia. El experto destaca el papel que ya desempeñan sistemas como la constelación de satélites Copernicus y Landsat, que proporcionan imágenes actualizadas del terreno para seguir la evolución de los incendios. Esa información se canaliza, entre otros sistemas, a través del Sistema Europeo de Información sobre Incendios Forestales (EFFIS), que recopila y muestra la evolución del fuego. Todo se complementa con los datos que, en algunos casos, recogen drones, estaciones meteorológicas y sensores desplegados sobre el terreno, como los que ya se están empezando a emplear en regiones de España como la Comunidad Valenciana, Madrid o Galicia.Poco a poco, todos estos datos empiezan a integrarse en modelos de inteligencia artificial capaces de anticipar la evolución del incendio y apoyar la toma de decisiones de los servicios de emergencia. Aunque esa transición ya está empezando a ocurrir, Oliver sostiene que todavía queda camino por recorrer para sacarle todo el partido a la tecnología, sobre todo en materia de prevención. «La extinción, que es donde más nos centramos siempre, está muy bien y en España contamos con tecnología muy puntera, pero si la mayoría de los recursos se destinan a apagar los incendios y no a evitar que lleguen a producirse, que es lo que ha ocurrido durante décadas, algo se está haciendo mal», dice el catedrático. El ingeniero remarca que los modelos de IA pueden ser especialmente útiles para elaborar mapas dinámicos de riesgo a partir de información meteorológica, la humedad del combustible, la topografía, la vegetación o el historial de incendios para generar alertas con horas o incluso días de antelación. También puede ayudar a planificar actuaciones preventivas para reducir la vegetación, como las quemas prescritas, el pastoreo dirigido o la selección de la ubicación de cortafuegos y puntos de vigilancia. «Se trata de una tecnología muy potente para la modelización, el análisis de escenarios y la toma de decisiones», resume el experto. En cambio, relativiza su utilidad en la detección temprana en buena parte de España, donde «el 112 sigue siendo el mejor sensor que tenemos»: «Cada vez que se ve una columna de humo ya hay un montón de gente llamando». Aun así, considera que estas herramientas pueden resultar útiles en áreas especialmente despobladas.Cuentas pendientesYa hay servicios de emergencia que cuentan con simuladores del comportamiento del fuego. Entre las herramientas más avanzadas figura Wildfire Analyst, desarrollada por la empresa española Technosylva, utilizada por la Junta de Castilla y León y presente en una veintena de estados de EE. UU. y Canadá, donde es empleada activamente por varias agencias y empresas. La plataforma permite pronosticar el riesgo de incendio -como las consecuencias para las poblaciones cercanas- y, una vez se inicia, su desarrollo. «La base es entender el comportamiento del fuego: si lo puedes predecir, lo puedes aplicar en muchos escenarios. Cuando hay un incendio podemos simular en tiempo real cómo se va a desarrollar. La tecnología también permite calcular el riesgo antes de que se produzca un fuego», explica a este diario Joaquín Ramírez, fundador y actual director tecnológico de la empresa, que nació en León y hoy tiene su sede en Estados Unidos, aunque mantiene operaciones en España. A su juicio, la inteligencia artificial aporta un valor añadido porque «ayuda a sintetizar la información y permite agruparlo todo» para facilitar la toma de decisiones. Esa capacidad para darle forma a los datos puede solucionar uno de los grandes retos a los que se enfrentan actualmente los servicios de emergencia. «La información llega al puesto de mando avanzado, pero no siempre de forma integrada. Cada una entra por una parte y al final es la experiencia del director de emergencias la que permite interpretarla», explica Oliver. «Si un sistema de inteligencia artificial ya te está dando un análisis de escenarios, de alternativas y de soluciones, te puede decir: 'Utiliza mejor esta estrategia porque va a tener un mayor impacto, pero compleméntala con esta otra porque, si no, el incendio se te va a ir por aquí», ilustra. El ingeniero añade que, pese a los avances logrados en los últimos años, la IA aplicada a los incendios forestales todavía está en una fase incipiente, y espera que siga evolucionando a lo largo de la próxima década. Por ejemplo, apunta al futuro uso de drones autónomos terrestres y aéreos capaces de trabajar coordinadamente en vigilancia, cartografía y apoyo a la extinción. También a la creación de asistentes basados en IA -tipo ChatGPT- que ayuden a los directores de extinción y a los gestores forestales a evaluar situaciones complejas en tiempo real. Gustau Camps-Valls, catedrático de Ingeniería Electrónica en la Universidad de Valencia e investigador centrado en la aplicación de métodos de aprendizaje automático al estudio de eventos extremos, está de acuerdo en que la IA todavía debe salvar varios obstáculos para liberar todo su potencial. «Tenemos muchos datos, sí, pero no hay tantos ejemplos de incendios sobre los que aprender, o no tantos como necesitan los modelos que aprenden del pasado», apunta en conversación con ABC. El experto añade, a este respecto, que «los incendios actuales son cada vez más virulentos, frecuentes e inusuales debido en gran parte al cambio climático y a la acción -o inacción- humana», lo que hace que sea más difícil predecir su comportamiento. Además, remarca que todavía hay cierta falta de confianza hacia la tecnología: «En una emergencia, un mando de bomberos no va a tomar decisiones críticas basándose en una 'caja negra' que no explica el porqué de su recomendación; estamos en eso y hace un par de años implantamos un sistema 'IA explicable' en Grecia que podría ser explotable en otras regiones del mediterráneo».Proyectos en marchaPrecisamente, en España ya se están desarrollando varios proyectos destinados a sacar un mayor partido a la IA en situaciones de crisis. Un equipo de investigadores de la Universidad Politécnica de Valencia (UPV), liderado por el Instituto Valenciano de Investigación en Inteligencia Artificial (VRAIN) y el Instituto de Ingeniería del Agua y Medio Ambiente (IIAMA), acaba de desarrollar una infraestructura interoperable que conecta todos los datos disponibles para que puedan ser aprovechados por sistemas de inteligencia artificial en situaciones de emergencia. Sobre ella podrían construirse aplicaciones que ayuden a prevenir y combatir inundaciones, sequías e incendios forestales a partir de la información. «Hay un problema con las emergencias en general, y es que la información necesaria para prevenir y gestionar está actualmente en silos. Los bomberos tienen la suya, la policía tiene otra y los demás organismos otras diferentes», explica a este diario Vicent Botti, director del VRAIN y responsable del proyecto, que fue finalizado el pasado mes de septiembre. «Ahora estamos viendo quién se lo queda. Lo normal sería que fuese una administración pública, porque puede ser muy útil», prosigue el experto.Mientras tanto, la empresa gaditana GTD Defense & Security Solutions, junto con otras compañías y centros como la Universidad de Cantabria o la Universidad Rey Juan Carlos, trabaja en el proyecto Gaia. El objetivo es desarrollar un sistema de mando y control capaz de reunir en una única plataforma toda la información recopilada por drones, satélites, cámaras, sensores o vehículos no tripulados para ofrecer a los equipos de emergencias una visión más completa del incendio.«No es lo mismo presentar toda la información de manera individualizada por sensores que tener una inteligencia capaz de hacer la fusión de toda esa información desde un centro de control», explica a este periódico Francisco Mier, responsable del proyecto en GTD. En Gaia, la inteligencia artificial es la encargada de procesar y cruzar todos los datos. En una primera fase puede ayudar a detectar automáticamente un posible incendio analizando las imágenes y enviar una alerta geolocalizada al centro de control. Durante la extinción, combina esa información con datos meteorológicos, las características del terreno, el estado de la vegetación, la ubicación de infraestructuras críticas o el estado de las carreteras para ayudar a coordinar los recursos y planificar evacuaciones. Tras la extinción, también puede realizar recomendaciones sobre el proceso de reforestación y de retirada de los restos calcinados por el fuego.
www.abc.es
August 16, 2026 at 12:43 AM
Mx. Travis: Bro... ELA TEM QUASE A MINHA ALTUR
August 10, 2026 at 11:57 PM
Mx. Travis: Bro... ELA TEM QUASE A MINHA ALTUR
August 10, 2026 at 11:57 PM
Mx. Travis: Bro... ELA TEM QUASE A MINHA ALTUR
August 10, 2026 at 11:57 PM
Mister Smillers: Por isso msm, é baixinha!

(Smillers nn tem censo de altur-)
August 11, 2026 at 12:00 AM