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ANS incorpora medicamento para tratar câncer de pulmão na lista de cobertura obrigatória para planos de saúde .
ANS incorpora medicamento para tratar câncer de pulmão na lista de cobertura obrigatória para planos de saúde
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incorporou ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde o cloridrato de alectinibe, medicamento utilizado no tratamento do câncer de pulmão. O rol é a lista de procedimentos e tratamentos com cobertura obrigatória pelos planos de saúde. O cloridrato de alectinibe é utilizado como tratamento adjuvante para pessoas com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), nos estágios IB a IIIA, após a retirada cirúrgica do tumor, quando há presença mutação genética ALK positivo. A inclusão foi aprovada pela Diretoria Colegiada da ANS em reunião realizada em 31 de outubro. Segundo a Agência, o novo medicamento passará a ter cobertura obrigatória na saúde suplementar a partir de 1º de dezembro. A proposta de incorporação foi submetida diretamente à ANS e passou pelas 43ª e 45ª reuniões técnicas da Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (Cosaúde), realizadas em agosto e outubro, respectivamente. O tema também foi submetido à Consulta Pública 161 e pela Audiência Pública 59.
dlvr.it
November 11, 2025 at 5:52 PM
Anvisa aprova medicamento para tipo de câncer de pulmão em estágio inicial
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta segunda-feira (25) um medicamento para tratamento de câncer de pulmão diagnosticado em fases iniciais. O remédio Alecensa, composto pela molécula alectinibe, já era usado em casos avançados da doença.Um estudo publicado em abril deste ano no The New England Journal of Medicine mostrou que o medicamento reduz o risco de recorrência da doença ou morte em 76% dos pacientes com o tipo de câncer de pulmão não pequenas células ALK-positivo em fase inicial.O estudo, realizado em 27 países com 257 pacientes, avaliou a eficácia e segurança do alectinibe em comparação à quimioterapia baseada em platina, que é o tratamento padrão para câncer de pulmão não pequenas células metastático. Após três anos de tratamento, nove em cada dez pacientes ficaram livres da doença.Segundo dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer), o tumor no pulmão é a quarta neoplasia mais incidente no Brasil, além de ser a que apresenta a maior mortalidade. Cerca de 85% dos pacientes diagnosticados com câncer de pulmão no país são do tipo não pequenas células. Destes, aproximadamente 5% possuem alteração do gene ALK. Os pacientes com essa mutação costumam ser pessoas jovens, com menos de 55 anos, que nunca fumaram ou com histórico leve de tabagismo.Aproximadamente metade dos pacientes diagnosticados com câncer de pulmão de não pequenas células nos estágios iniciais apresentam recidiva mesmo após a cirurgia e a quimioterapia, de acordo com Clarissa Baldotto, presidente do GBOT (Grupo Brasileiro de Oncologia Torácica) e diretora da SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica)."O alectinibe é o primeiro inibidor de ALK aprovado para pessoas com câncer de pulmão não pequenas células em estágio inicial positivo para ALK, que foram submetidas à cirurgia para remover o tumor. Atualmente, após a cirurgia, esse tipo de câncer é tratado com quimioterapia, mas em muitos casos, infelizmente, a doença regressa, se espalhando para outras partes do corpo", explica Michelle França, líder médica da Roche Farma Brasil, farmacêutica desenvolvedora do remédio.França destaca que o Alecensa é a única terapia-alvo aprovada no mundo para o tratamento do câncer de pulmão não pequenas células ressecado ALK-positivo em estágio inicial. Para o tratamento desse mesmo tipo de tumor, quando diagnosticado em estágio avançado ou metastático, além do próprio alectinibe, outras terapias estão disponíveis.Com o remédio, a expectativa das especialistas é que seja reduzido também o risco de desenvolvimento de metástases cerebrais na população mais jovem, que é a mais impactada pelo problema.O Radar do Câncer, do Instituto Oncoguia, aponta que quase 90% dos casos de câncer de pulmão no Brasil são diagnosticados nos estágios mais avançados ou metastáticos, em que o tratamento é mais difícil e custoso e o desfecho dos pacientes costuma ser pior."A comunidade médica, as associações de pacientes e a indústria têm reforçado cada vez mais a necessidade de uma política de rastreamento para pessoas com alto risco para o desenvolvimento de câncer de pulmão —semelhante ao que é feito com o câncer de mama, por exemplo. Estudos mostram que uma política de rastreio em escala nacional, aliada a estratégias antitabagismo, pode ampliar significativamente o diagnóstico precoce e reduzir em cerca de 20% a mortalidade pela doença", afirma a líder médica da Roche.O medicamento composto pela molécula alectinibe é oral e já foi aprovado em mais de 100 países (incluindo o Brasil) como primeira ou segunda linha de tratamento do câncer de pulmão ALK-positivo em estágio avançado ou metastático. A nova indicação do alectinibe, agora para o cenário inicial, também foi aprovada na Europa e nos Estados Unidos.A Roche ainda não entrou com pedido para que o medicamento seja incluído no SUS (Sistema Único de Saúde), informou que deve fazê-lo no futuro, mas não deu um prazo.No início do mês, a Anvisa já havia aprovado uma outra terapia para câncer de pulmão de pequenas células em estágio avançado. Esse é o tipo de câncer de pulmão mais agressivo, apesar de não ser o mais comum.
tribunaonline.com.br
November 25, 2024 at 7:22 PM
Anvisa aprova remédio para câncer de pulmão; reduz morte em 76%

Pacientes diagnosticados com câncer de pulmão têm uma nova alternativa de tratamento, agora aprovada pela Anvisa, em forma de remédio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o medicamento Alecensa, composto pela molécula…
Anvisa aprova remédio para câncer de pulmão; reduz morte em 76%
Pacientes diagnosticados com câncer de pulmão têm uma nova alternativa de tratamento, agora aprovada pela Anvisa, em forma de remédio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o medicamento Alecensa, composto pela molécula alectinibe. Ele já era usado em casos avançados da doença e poderá ser usado também para tratamento em fases iniciais do câncer de pulmão. Ele reduz o risco de recorrência da doença ou morte em 76% dos pacientes. Bons resultados pelo mundo Testes realizados em 27 países com 257 pacientes avaliaram a eficácia e segurança do alectinibe.
www.acre.com.br
November 27, 2024 at 1:55 PM
O alectinibe já era usado em casos avançados de câncer de pulmão, e agora ganha uma nova indicação, para casaos iniciais com uma mutação genética específica.
saude.abril.com.br/medicina/anv...
Anvisa aprova 1º medicamento oral para câncer de pulmão em estágio inicial
Fármaco tem o alectinibe como princípio ativo e reduz em até 76% a chance de recorrência ou morte após a cirurgia para eliminar o tumor
saude.abril.com.br
November 28, 2024 at 7:21 PM