#bendego
DICA! 🚨 Em 1784, o maior meteorito brasileiro foi achado no sertão da Bahia. Só um século depois, em 1888, a engenharia retirou o Bendegó do rio que o batizou.

“Bendegó”, de Francisco Gabriel Rêgo, relata essa diáspora: os esforços físicos e, sobretudo, os emocionais.

Leia:
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“Bendegó”, livro de Francisco Gabriel Rêgo recupera as memórias perdidas que o Brasil escolheu esquecer  - JornalNota
“Bendegó”, livro de Francisco Gabriel Rêgo recupera as memórias perdidas que o Brasil escolheu esquecer
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October 9, 2026 at 2:51 PM
adoro essa foto do einstein no museu nacional com o bendegó (7 de maio de 1925)
May 9, 2025 at 12:29 AM
TEATRO! 🚨 O meteorito Bendegó, o maior já encontrado no Brasil, é o símbolo central do espetáculo homônimo da Definitiva Cia. de Teatro. 🎭

Resgatado da Bahia e preservado no Museu Nacional, Bendegó se transforma em um emblema de resistência e memória.

Conheça:
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“Bendegó”: espetáculo da Definitiva Cia. de Teatro retrata possíveis explicações para o fim do mundo - JornalNota
“Bendegó”: espetáculo da Definitiva Cia. de Teatro retrata possíveis explicações para o fim do mundo. Saiba mais sobre a peça aqui!
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November 6, 2024 at 2:11 PM
A primeira coisa que fiz ao entrar no museu nacional pela primeira vez aos 6 anos, foi tocar no meteorito do bendegó.

Que alegria que o museu renasceu! 🥺💙
July 3, 2025 at 12:18 AM
fico pensando no bendegó né. veio do espaço num calor do caralho, caiu na bahia e demorou mais de 100 anos o seu transporte até o museu no império. imagino ele no incêndio tipo: é esse o foguinho que vcs tem aqui na terra?
February 7, 2025 at 2:30 PM
Jumbled mess inside my brain but I went to the museum and saw a big space rock, it's really big!
July 4, 2026 at 6:31 AM
ai gente to tão feliz
August 29, 2025 at 1:09 AM
Prezadas/os, para manter a sanidade, posto uma canção:
Sinal De Amor e de Perigo
(Kapenga Ventura / Patinhas) - Grupo Bendegó. Canta Diana Pequeno. Início dos 1980.
youtu.be/3R9HV4GFWp0?...
June 16, 2024 at 12:09 AM
eu vou lançar um ponto ainda mais polêmico aqui: o meteorito de Bendegó saiu da Bahia a mando do então imperador e tá até hoje no Hell de Janeiro, enquanto nós ficamos só com uma réplica fubanga

se vamos falar de desigualdade, não podemos esquecer da reprodução das dinâmicas colonialistas no Brasil
April 24, 2025 at 6:41 PM
El Museo Nacional de Brasil, uno de los principales referentes científicos y culturales de América Latina, reabrirá sus puertas al público siete años después del incendio que destruyó gran parte de su acervo.
El Museo Nacional de Brasil reabre parcialmente siete años después del incendio - EFE
Reapertura provisional del Museo Nacional de Brasil con muestra 'Entre Gigantes' y piezas icónicas como el meteorito Bendegó.
efe.com
July 1, 2025 at 2:57 AM
Resultado das eleições 2026 em Canudos (BA): votação para presidente no Educandario Nossa Senhora das Gracas (Bendegó), na 83ª zona eleitoral
Canudos (BA): como foi a votação no local de votação | g1 | G1
Confira a votação nas eleições 2026 em Canudos (BA) por local de votação para presidente.
g1.globo.com
October 5, 2026 at 8:18 AM
Museu Nacional reabre sete anos após incêndio para visitação; previsão de reabertura total é para 2027 .
Museu Nacional reabre sete anos após incêndio para visitação; previsão de reabertura total é para 2027
A visitação permitirá que o público veja de perto itens simbólicos do museu, como o meteorito Bendegó — que resistiu ao incêndio de 2018 — e o esqueleto de um cachalote. O Museu Nacional anunciou, nesta segunda-feira, a primeira abertura para visitação do público sete anos após o incêndio. A partir desta quarta-feira (dia 2), visitantes poderão conhecer a mostra “Entre Gigantes”, com peças como o meteorito Bendegó, que resistiu às chamas de 2018. Parte do trabalho de restauro, ainda em andamento na construção, também poderá ser vista. Ao todo, foram necessários 500 milhões de reais, dos quais alguns aportes continuam pendentes. Alerj tira controle do Sambódromo da prefeitura; Paes ironiza decisão: 'Isso tudo porque o Estado do Rio está muito seguro, sem problema nenhum' Vigilância: Cúpula do Brics no Rio terá esquema de segurança com GLO, diz secretário Camilo Santana, ministro da Educação, comentou sobre os repasses financeiros e anunciou abertura total do palácio para 2027. — Foram 330 milhões já captados. Faltam 170 milhões para serem captados ainda. O governo federal trará mais recursos — disse Santana. Presbítero de templo evangélico invadido em Copacabana se diz acuado: 'Estamos entrincheirados' — Queremos abrir temporariamente três ambientes para acesso, aos poucos. Esse ato tem um simbolismo forte. São 207 anos desse espaço. Ele passou pelo incêndio em 2018, todo o Brasil acompanhou. É um espaço educacional, científico que vai gerar oportunidades para pessoas do Rio de Janeiro e de todo país. Neste bloco 1, várias etapas foram reconstruídas a fachada, o telhado... Nesse espaço, também há o esqueleto da baleia, que dizem que é cearense. O projeto todo exigirá mais de 500 milhões de reais para completar toda a entrega. O BNDES repassou 50 milhões de reais. Será preciso completar com mais de 140 milhões de reais. — Faltam de 140 a 160 milhões de reais. É um esforço também da iniciativa privada, da Vale, do Bradesco, da organização Amigos do Museu. Quero cumprimentar os trabalhadores que estão atuando nessa reconstrução. Será um espaço importante do ponto de vista acadêmico, científico, cultural. Temos recebido coleções do mundo inteiro. Será um grande espaço nessa cidade maravilhosa que é o Rio de Janeiro — disse o ministro da Educação. O público precisará retirar o ingresso numa plataforma digital chamada Sympla. Carrapatos de trem: jovens fazem 'surfe ferroviário' e postam cenas em redes sociais Roberto Medronho, reitor da UFRJ, avaliou como simbólica a reabertura: — É com muito orgulho e com muita alegria que hoje estamos aqui. O ministro Camilo Santana não tem poupado esforços na alocação de recursos do MEC. O Museu é um ícone educacional, científico, uma instituição de reputação internacional. Estamos buscando na restauração preservar ao máximo o que era no início. Hoje é um marco simbólico do início do processo de abertura. Quero reforçar o apoio dos financiadores e dizer meu muito obrigado ao ministro e também ao Presidente da República. Andrea Costa, vice-presidente do museu, e porta-vozes dos projetos informaram que para preservar a segurança do patrimônio houve investimento em itens tecnológicos como chuveiros e sprinklers de água. — Para a comunidade do museu, é um momento especial. Desde o início, passamos pelas etapas da fachada, do telhado. Mas a abertura dessa exposição é a primeira vez que as pessoas vão poder ver o meteorito se bendegó e acervos novos como é o caso do esqueleto da baleia. Isso tudo só está sendo possível porque existe um grupo enorme de apoiadores. Eu gostaria de fazer um agradecimento especial ao Camilo Santana, que desde o início tem feito aportes importantes. E também para nossa área de pesquisa. O Museu Nacional vai além desse espaço histórico. É o primeiro espaço de pesquisa do país em história antropológica das civilizações. Aqui é primordialmente de pesquisa desde o início da fundação do museu. É simbólico e grande estarmos passando por esse momento agora. A comunidade tem resistido e se envolvido com a alma para a gente reabrir. A visitação temporária permitirá que o público veja de perto itens simbólicos do museu, como o meteorito Bendegó — que resistiu ao incêndio de 2018 — e o esqueleto de um cachalote.
dlvr.it
June 30, 2025 at 6:10 PM
Bendegó, o meteorito que virou penteado, crônica de Machado de Assis e símbolo de sobrevivência nas cinzas do Museu Nacional
Bendegó, o meteorito que virou penteado, crônica de Machado de Assis e símbolo de sobrevivência nas cinzas do Museu Nacional - BBC News Brasil
O objeto testemunhou alguns dos principais episódios da História recente do país — e virou símbolo de resistência após incêndio em museu no Rio de Janeiro.
www.bbc.com
June 26, 2025 at 8:30 AM
LITERATURA! 🚨Bendegó retoma um dos episódios mais singulares da história brasileira: a longa missão responsável por transportar o meteorito Bendegó do interior da Bahia até o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, no final do século XIX.

Leia:
shorturl.at/qFIgv
June 1, 2026 at 3:04 PM
Bendegó: meteorito virou penteado, crônica e símbolo
Bendegó: o meteorito que virou penteado, crônica de Machado de Assis e símbolo de sobrevivência nas cinzas do Museu Nacional
Objeto testemunhou alguns dos principais episódios da história recente do país
www1.folha.uol.com.br
June 26, 2025 at 1:00 PM
Então... Lá em Salvador só tem réplica 🤡
E na cidade de Bendegó então só ficou a lembrança
April 24, 2025 at 6:56 PM
Museu Nacional já recebeu mais de dez mil visitantes na exposição ‘Entre gigantes’, primeira após o incêndio .
Museu Nacional já recebeu mais de dez mil visitantes na exposição ‘Entre gigantes’, primeira após o incêndio
Posicionado logo na entrada do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, o Bendegó vai muito além do impacto que causa por ser um meteorito de mais de cinco toneladas. Ele pode ser considerado sinônimo de resiliência e de resistência. O item, descoberto em 1784 na Bahia e trazido para o Rio em 1888, foi uma das peças que sobreviveram ao fatídico incêndio que acometeu uma área essencial do museu, o Paço de São Cristóvão, em 2 de setembro de 2018, corroendo 85% do acervo. Fundado em 1818, com 207 anos completados em 6 de junho, o primeiro museu do Brasil, vinculado à UFRJ, continha o maior arquivo de história natural e antropologia da América Latina. A falta de recursos ainda impede que se crave uma data exata para a sua reabertura definitiva, o que talvez aconteça em 2028, com alguma novidade em 2026. Porém, quase sete anos depois do acontecimento trágico, o Bendegó vem recepcionando os visitantes da exposição “Entre gigantes: uma experiência no Museu Nacional”, que está aberta desde o dia 2 de julho e segue até 31 de agosto, com entrada gratuita. Visitantes observam o esqueleto de um cachalote sob a claraboia do Paço de São Cristovão Natalia Castro Pela primeira vez, o público pode visualizar três ambientes internos do Paço de São Cristóvão, a área expositiva. Os primeiros ingressos disponibilizados em um site de vendas esgotaram rapidamente. A entrada, desde então, se organiza por ordem de chegada, com média de 600 pessoas por dia. No último domingo, o espaço recebeu cerca de duas mil pessoas. Mais de dez mil já estiveram por lá. Números que orgulham, mas não surpreendem o diretor da instituição, Alexander Kellner, que assumiu a função seis meses antes do incidente. — Eu juro que não quero ser arrogante, mas tinha certeza do sucesso desta iniciativa porque o Museu Nacional é uma instituição muito possante, que mexe com a memória afetiva de todo mundo — avalia o paleontólogo. A partir da exposição, novas memórias prometem surgir. Além de itens já populares, como o próprio Bendegó e duas esculturas originais de Cibele e Orfeu em mármore de Carrara , uma novidade não passa incólume: o esqueleto de um cachalote de 15,7 metros, que adorna a claraboia do paço. Ele ainda não tem nome, mas a direção do museu lançou a proposta e já recebeu mais de 500 sugestões. O resultado será divulgado ao fim da exposição. — Um amigo meu falou algo que achei interessante. Para ele, era o museu das múmias; para o filho dele, o museu dos dinossauros . Para a próxima geração, será o museu do cachalote — diz Kellner. Visitantes conferem sala que relembra a história do museu na exposição "Entre gigantes" Natalia Castro Desde 2022 como presidente da Associação Amigos do Museu Nacional (SAMN), organização sem fins lucrativos criada em 1937 para apoiar a instituição e seus projetos de conservação, Mariângela Menezes conta que o local é a sua “pátria científica”. A história dela com o museu começou em 1978, como estagiária. — Após a perda veio o sentimento de dor, depois a raiva pelo descaso com o patrimônio e a esperança. Foi emocionante a abertura destas salinhas — comemora. Importante parceira do Projeto Museu Nacional Vive, a SAMN mantém uma conta para receber doações de pessoas físicas e jurídicas. — A verba que entra vai para a reconstrução do palácio, a reforma da biblioteca e outras burocracias. O trabalho que a gente faz é de alta complexidade — diz. Peças inéditas e raras As paredes chamuscadas mantêm acesas as recordações da noite de 2 de setembro de 2018, quando TVs, rádios e sites anunciaram para o mundo o fogaréu que tomava conta do Museu Nacional. No dia seguinte, uma legião de incrédulos foi para a frente da construção, na Quinta da Boa Vista, perplexa com o ocorrido e com a destruição imensurável daquele que, por si só, já é um legado histórico. — Não existe um canto que não tenha sido afetado — lamenta Kellner. Uma joia da cidade, o Museu Nacional foi fundado por Dom João VI como Museu Real em 1818 e é a mais antiga instituição científica do país. Em 1892, passou a ocupar o palácio da Quinta. Recebeu visitantes ilustres como Santos Dumont, que testou alguns inventos no Jardim das Princesas. Em 1938, o Paço de São Cristóvão e a Quinta da Boa Vista foram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan). Em 2009, ele voltou à cor original, o amarelo. O Museu Nacional é composto por três áreas. A mais conhecida é o Paço de São Cristovão Marcia Foletto Com 15 mil metros quadrados, o Paço de São Cristóvão é a área mais conhecida, ainda em reconstrução após o acidente. Mas o museu abarca mais duas partes: uma de 40 mil metros quadrados, onde ficam o Horto Botânico e a Biblioteca Central; e uma de 43 mil metros quadrados, adjacente à Quinta, em que se localiza seu campus, com os laboratórios de pesquisa e as áreas de coleções. É na biblioteca, cercado por cuidados especiais, que está sendo guardado um Manto Tupinambá, que estava na Dinamarca desde o século XVII. O artefato raro chegou ao museu pela campanha Recompõe, que envolve ações como a captação de recursos e a doação de acervo. Da Bacia do Araripe, no Ceará, vieram 1.800 fósseis. — O que se foi, se foi. É fato que o museu ficará diferente, mas com novas peças incríveis, como um crânio de pterossauro que é a peça mais bonita que já vi — pondera Kellner, que lamenta, entretanto, a falta de adesão à iniciativa.— Todo museu de história natural tem muitos exemplares. É melhor que fiquem numa gaveta ou expostos no maior museu de História Natural da América do Sul? “E a Luzia?”. Uma das atrações mais populares do acervo, o fóssil humano mais antigo das Américas, de 11.500 anos atrás, sofreu danos em meio ao fogo, mas está sendo restaurado e em breve voltará a encantar os visitantes “com o destaque que merece”, avisa Kellner. — Ela tem que ter um sala própria. Assim como artefatos e objetos que contam a história do planeta. Mas precisamos de recursos para colocar em prática os próximos passos — desabafa. ‘É um renascimento’, diz arqueólogo Estatueta em bronze do sacerdote Menkheperre com saiote: peça única Natalia Castro Já faz sete anos, mas até hoje o arqueólogo e egiptólogo Pedro Von Seehausen se lembra do exato momento em que encontrou a estatueta do sacerdote Menkheperre em meio aos destroços do incêndio do Museu Nacional. — Era um sábado de manhã. Eu comecei a gritar irracionalmente “não acredito!!”, e as pessoas acharam que tinha caído algo em mim. Quando me viram, eu estava com ele no colo, comemorando — relembra ele, o encarregado de fazer o resgate da coleção egípcia do museu. Para leigos, pode parecer um simples boneco. Mas a peça, de bronze, tem um significado imensurável para a egiptologia: é a única representação do sacerdote de saia, o que significa que chegou a faraó. — É uma peça definitiva. Ver peças como estas sendo reconstruídas dá uma dimensão do que a gente pode ter de volta no museu. Uma forma de ressignificar um trauma, uma tragédia — descreve Von Seehausen, que é editor de Arquivos Tridimensionais. Havia 700 peças na coleção do museu, e cerca de 300 delas, ainda que o número seja impreciso, foram recuperadas. O trabalho minucioso da equipe começou ainda no resgate, quando foi preciso identificar estelas (pedras erguidas na linguagem antropológica) camufladas em meio a escombros. No segundo momento veio a montagem delas, como num quebra-cabeça, em que cada pedacinho precisa encontrar seu encaixe perfeito. Em seguida, o trabalho de restauração realizado no Laboratório Central de Conservação e Restauração (LCCR), que fica no campus adjacente à Quinta. Pedro Von Seehausen, arqueólogo e egiptólogo, fez o resgate de peças da coleção egípcia Custodio Coimbra Para auxiliar no processo, a instituição fechou uma colaboração com o Museu do Cairo, no Egito, que enviou um restaurador ao Brasil. Junto com os profissionais daqui, ele pensou formas de restaurar a coleção e a melhor maneira de conservá-la. — Elas têm uma especificidade, pois são peças egípcias em clima tropical. Foi um bom intercâmbio cultural que a gente conseguiu fazer — festeja o arqueólogo. No LCCR, as técnicas usadas variam de acordo com os itens, como explica a restauradora Iamanda Riehl, responsável pelo acervo histórico-antropológico. A patologia da peça e sua degradação influenciam no processo escolhido para o restauro. — Além de terem milhares de anos, elas ainda passaram por um incêndio significativo. Então, temos que seguir conceitos como não alterar a peça, independentemente da nossa opinião sobre ela — diz Iamanda, enquanto trabalha na restauração de um Hórus, que na mitologia egípcia é o deus do céu, sendo representado na forma de um falcão. A peça chegou ao laboratório fragmentada em três partes, mas seu material não havia sido quimicamente alterado. Ela explica que, então, o processo foi mais simples, com a união dos fragmentos, a consolidação e a aplicação dos adesivos. — É essencial observar como a peça reage aos materiais, ao gel de limpeza — frisa. Restauradora Iamanda Riehl trabalha em cima de um Hórus Natalia E o mais importante é que não se trata de uma questão estética, mas sim histórica. Por isso, os profissionais precisam respeitar todos os aspectos do item e a sua preservação como patrimônio. — O Hórus geralmente tem uma coroa em cima, mas chegou para nós sem ela. Eu não posso simplesmente decidir colocar uma porque acho bonito — exemplifica ela. Para Von Seehausen, a recuperação, mesmo que parcial, do que foi queimado reacende a esperança de ver o museu reaberto com um acervo considerável. — A egiptologia do museu teve que se reinventar. É um renascimento. Fico feliz de ver o interesse das pessoas por esta exposição. E para quem cobra as peças egípcias, calma, elas estão sendo restauradas. Estão sendo feitas muitas coisas em pouquíssimo tempo — argumenta.
dlvr.it
August 3, 2025 at 2:15 AM
"... O ministro Martinho de Melo e Castro tomou conhecimento do fato através de carta de D. Rodrigo datada de 12 de setembro de 1784. A certidão de nascimento do meteorito Bendegó..."

Feliz Dia do Bendegó!
September 12, 2024 at 1:46 PM
Chuva excepcional no Rio: previsão aponta que em três dias pode chover o acumulado para todo o mês de abril .
Chuva excepcional no Rio: previsão aponta que em três dias pode chover o acumulado para todo o mês de abril
Frente fria se aproxima do estado e deve provocar mudanças bruscas e forte chuva a partir desta quinta-feira O estado do Rio de Janeiro tem previsão de chuva excepcional a partir de sexta-feira, alerta a Climatempo. A previsão é de que o acumulado neste período, em apenas três dias, supere a média para todo o mês de abril. Na véspera de completar 207 anos: Museu Nacional reabre exibindo meteorito Bendegó e esqueleto de baleia como destaques ADPF das Favelas: Com expectativa de solução conjunta, STF retoma julgamento sobre letalidade policial no Rio A mudança brusca é reflexo de uma frente fria que se aproxima do estado. Há potencial de enchentes, enxurradas e alagamentos. O destaque fica com os municípios da parte sul da Serra Fluminense — como Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo — em que os acumulados de chuva devem variar entre 250mm e 350mm. Essa é a região que deve ser a mais afetada. A partir desta quinta-feira, no entanto, a população já deve ficar atenta pelas chances de chuva forte. A capital é uma das cidades que tem previsão de registrar acumulados entre 150 mm e 250 mm de chuva, entre sexta-feira e domingo. Climatempo prevê volumes excepcionais, com acumulados entre sexta (04) e domingo (06) podendo superar a média normal para todo o mês de abril ClimaTempo A área destacada com o alerta de perigo inclui também municípios do norte do estado, como Campos dos Goytacazes, São Fidélis e Macaé. Já no Sudoeste do estado, na divisa com Minas Gerais e São Paulo, os acumulados de chuva devem ser menores, mas ainda elevados, variando entre 100mm e 150mm ao longo dos próximos dias. Intenção de adotar bebê: Gari contou que criança encontrada no lixo é segunda em 19 anos de trabalho na Comlurb O Alerta Rio, por meio do Centro de Operações Rio (COR), destacou a previsão de pancadas de chuva de intensidade moderada a forte, já partir desta tarde. E deve continuar, ao longo de muitas horas consecutivas. As pancadas podem vir acompanhadas de raios e rajadas de ventos. Uma das recomendações é evitar se deslocar no momento de chuva. Ventos mais intensos Os ventos também ficarão intensos. A Climatempo prevê que, na sexta-feira, as fortes rajadas acontecerão durante os temporais, com rajadas previstas de 60 a 80 km/h. No sábado, venta ao longo de todo o dia com algumas rajadas alcançando de 50 a 70 km/h. Há condições para queda de galhos, árvores e estruturas metálicas. Ancelmo Gois: Depois de Paes, vem Castro: show de Lady Gaga também deve ter milhões do governo do Estado Massa de ar frio e seco avança, e chuva deve atingir Rio, SP, BH: veja previsão desta quinta A empresa também ressalta que o mar ficará agitado, com ondas que podem alcançar os 3 metros de altura durante o sábado e domingo. Segundo a empresa, a virada do tempo pode provocar eventos que se assemelham a outros que aconteceram em Petrópolis, Teresópolis, Angra dos Reis e Paraty nos últimos anos.
dlvr.it
April 3, 2025 at 3:32 PM
Era nosso destino certo quando meu mais novo era pequenino. As maravilhosas borboletas, a preguiça, o Bendegó. Ele se sentou em frente à TV, que noticiava o incêndio e as lágrimas escorriam: "eu quero o meu museu!!". Fomos aos eventos da reconstrução e agora, passaremos por Aquelas portas novamente.
July 3, 2025 at 12:25 AM
Ele merece um tweet só dele. Tocar o Meteorito Bendegó e imaginar por onde ele já passou ao longo de bilhões de anos é de arrepiar. ☄️ Encontrado no sertão da Bahia em 1784, com mais de 5 toneladas, é o maior meteorito do Brasil e sobreviveu ao incêndio do Museu Nacional. Um sobrevivente cósmico! 🇧🇷🤩
August 2, 2026 at 7:52 PM
Museu Nacional do Rio reabre para exposição sete anos depois de incêndio
www.em.com.br/cultura/2025...
Museu Nacional do Rio reabre para exposição sete anos depois de incêndio
Visitantes reencontrarão meteorito Bendegó, que faz parte do acervo do museu há 137 anos e que tornou um símbolo da resistência da instituição após a tragédia
www.em.com.br
June 30, 2025 at 10:50 PM