#brpop
Atualizei o pacote {brpop}!! #rstats

Nesta versão, adicionei os dados do Censo 2022 e estimativas de população criadas pelo LEPP do departamento de Demografia da UFRN.

rfsaldanha.github.io/brpop/
Brazilian Population Estimatives
Functions to handle and aggregate population estimates for Brazilian municipalities by sex and age groups.
rfsaldanha.github.io
October 21, 2024 at 1:15 PM
DataSUS disponibilizou estimativas populacionais municipais ajustadas de 2000 a 2024, por sexo e faixas etárias.

Vou atualizar o pacote {brpop} em breve! #rstats

tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm...
tabnet.datasus.gov.br
January 22, 2025 at 7:19 PM
Atualizei o pacote {brpop} com as novas estimativas populacionais disponibilizadas pelo DataSUS (de 2000 a 2024).

Instalem a versão de desenvolvimento (GitHub) para testar, depois vou enviar para o CRAN #rstats

rfsaldanha.github.io/brpop
February 10, 2025 at 1:04 PM
What if instead of kpop it was brpop
que incrível. achei um tiktok duma criatura vendendo “cura holística” que diz ter passado 9 meses no BR e faz afirmações absurdas sobre nossos hábitos e que estes seriam os motivos de sermos todos bonitos e saudáveis
November 29, 2025 at 2:42 PM
BrPop Indica (Séries) - Nova série de publicações indicando Séries de TV.

A primeira não podia ser outra, é a série de TV chinesa "Atravessando o Rio Yalu".

Link para ler: open.substack.com/pub/brasilpo...
December 10, 2025 at 7:13 PM
"O Brasil é o terceiro país do mundo a ter a sua própria versão do Tiny Desk, seguindo o Japão e a Coreia do Sul"
os 3 gêneros: kpop, jpop e brpop
September 5, 2025 at 6:20 PM
E atualizei o artigo de comparação das estimativas.

rfsaldanha.github.io/brpop/articl...
Population estimates comparison
rfsaldanha.github.io
February 10, 2025 at 1:04 PM
Da série BrPop Indica: Séries de TV

#2 Utopia (UK - 2013)

Link pra ler (3 a 5 min de leitura):
open.substack.com/pub/brasilpo...
#2 Utopia
A série favorita da sua série favorita.
open.substack.com
December 14, 2025 at 12:03 AM
the code I wrote a week ago does a Blocking request to POP the Rightmost element of a list, so the error handling code and comments are littered with BRPOP, which I keep reading as Britpop.
February 20, 2026 at 6:05 AM
💿 REVIEW: A multiplicidade de línguas, ritmos e colaborações faz de LOST IN LUST um álbum encontrado na sua proposta de abrasileirar o pop mundial

https://g02mp.blogspot.com/2026/10/REVIEW-LOST-IN-LUST-Pabllo-Vittar.html

#pop #brpop #review #pabllovittar #blog #brasil
A multiplicidade de línguas, ritmos e colaborações faz de LOST IN LUST um álbum encontrado na sua proposta de abrasileirar o pop mundial
Seguindo o ciclo fortuito de lançamentos de **Pabllo Vittar** em que o direcionamento internacional nada mais traja do que uma expansão linguística de sua já solidificada expressão, **LOST IN LUST** faz uma mistura honorável entre a tecnologia que constrói a música brasileira e sua cena musical paradigmática: a eletrônica. Não designado a um calendário específico como o EP **Prazer, Mamãe Noel** ou ao fenômeno da indústria local de produzir músicas que norteiem o som das festividades de início do ano, o álbum troca a validade temporal pelo argumento espacial da boate, implicando longevidade sem defasar a experiência de seu som ao contexto cultural do país. Sua internacionalização não se difere de experimentos passados da trajetória da artista, que há algum tempo desenvolve extensões interativas entre as possibilidades _pop brasileiras_ de adaptação diplomática (com colaborações linguísticas, filosóficas e artísticas) sem se privar de singularidade ou nacionalismo. A resistência pública a esses projetos estrangeirados tende a vir da preocupação da descaracterização do país dentro de ritmos e nuances não figurativos ao imaginário cultural ufanista, embora na prática o viés internacional não seja capaz de diminuir ou fragilizar a identidade de **Vittar** , que impera por simbologias da arte pátria assim como à frente de sua voz e cadência únicas. A partir disso, **LOST IN LUST** conforma a excelência tecnológica, estética e formal de gêneros musicais brasileiros (como o _funk_ , _brega_ e _forró_), geralmente constritos a uma percepção simplista introduzida ao _léxico sociopolítico_ , em coordenações _pop_ abrangentes diretamente relevantes e relacionáveis à cena eletrônica. --- Capa do álbum. Fonte: ML Genius Holdings, LLC. Disponível em: https://genius.com/albums/Pabllo-vittar/Lost-in-lust. Acesso em: 02 out. 2026. É um álbum de duração minúscula que não traz a isso incômodo, porque é completo em suas proposições e excepcional em sua edição, o que tende a ser o ponto fraco de grandes produções brasileiras que perdem seu pique e se enrolam em cansaço ao expressar ideias próximas demais sem bons recortes para o conforto do ouvinte. Sendo curto, flutuando entre tempos, ritmos e ideias, nada soa redundante ou repetitivo através de dinâmicas palatáveis que são funcionais ao desenvolvimento da memória sobre as canções e ao destaque às colocações melódicas emotivas e técnicas da cantora, principalmente diante das participações musicais que não se desviam do fluxo temático do lançamento e se fazem complementares à voz e estilo de **Pabllo**. Mesmo as mudanças bruscas ou a defasagem instrumental são permissíveis e integralmente coesivas durante a obra, ao passo que, mostrando uma necessidade do trabalho ser compreendido e encarado com totalidade, determina a dificuldade da tradução isolada necessária para sua promoção, perdendo-se méritos e nuances das músicas quando separadas em singles ou apresentações que guiam o espectador ao restante do álbum. À ironia da análise, uma possibilidade de correção dessa deficiência publicitária está na inspiração a circuitos fonográficos sólidos estrangeiros como o mercado japonês, em que os singles tendem a receber roupagem própria para subsistirem independentemente e revistos em novas mixagens na inclusão final. ___Narrando um estrelato enamorado pela luxúria de outros estrelatos_ , **Pabllo Vittar** constrói uma fantasia global em sua brasilidade evidente de confecções vibrantes que não intendem reinventar ou sobrescrever gêneros, mas participar de suas colocações estéticas, dialéticas e, por que não, políticas. **LOST IN LUST** é um trabalho amplamente _pop_ que conversa com unidades estilísticas contemporâneas e é estruturado de maneira a ter, com seus refrões envolventes de referências pertinentes à vivência da artista e ao _inconsciente coletivo,_ acesso facilitado pensado e expresso em um _álbum breve e completo que deve ser apreciado por inteiro_. > **LOST IN LUST (2026)** - **Pabllo Vittar** | MTDRS > > > **prós.:** **LOST IN LUST** é uma decisão coesivamente afivelada e autorialmente efetiva na discografia da _drag queen_. > **cons.:** enquanto o álbum é um segmento muito lógico na carreira de **Pabllo Vittar** , suas músicas, cujas vantagens são abrilhantadas contextualmente, têm dificuldade de se pronunciarem individualmente. > > > ★★★★★ 5/5 > 👍 > #### Veja mais: Pabllo Vittar, brpop, electropop, MTDRS.
g02mp.blogspot.com
October 2, 2026 at 11:42 PM
Although, you can do one queue per consumer (at the cost of RAM for keeping duplicate entries). And you'd want to use BRPOP (instead of BLPOP) for in-order processing.
September 3, 2024 at 7:49 AM
Ah, you want to distribute the load. Yes, that would work.

One caveat is that BRPOP does not provide any way to retry: once an entry is returned to a consumer - it's no longer there, and if consumer crashes - you lose it.
September 3, 2024 at 3:27 PM
CRAN readmissions: brpop ipf #rstats
July 29, 2026 at 10:02 PM
Flert3 é paquera sonora sem firmar compromisso
Num chamego desengonçado sob o eterno ciclo do sofrimento manifestado por músicas de _ringtone_ vindas de 2003, as **Mariasss** vêm nos punir com a excelentemente produzida (e ainda assim de questionável caráter romântico) **Flert3** , em que encontramos um single polido à artificialidade dos sons do momento que se esquece do longo histórico de inventividade musical que carrega em seu país. Com uma produção despretensiosa que talvez seja melhor apreciada por um estrangeiro olhando para o Brasil ou um brasileiro que procura na própria terra o plástico moldado lá fora, **Flert3** não envolve seu ouvinte em profundidades dos gêneros que toca. Embora não seja exigente de que a produção do Brasil carregue veias brasileiras, é um tanto ousada a escolha de ritmos que tiveram vivências muito únicas exploradas no país com conversas a expressões políticas, sonoras e tecnológicas locais que não foram transferidas para a construção da canção. Enquanto essa é uma análise um tanto amarga, isso não retira o quão bem-feita é a composição da música, que por si só se traduz com a jovialidade em sua despersonalização – representando a todos ao não representar nada –, porém eleva o dessabor por ter algo bem estruturado que não ousa investir no repertório elegido, em que há no _2-step_ , _DnB_ , _garage_ … irradiações brasileiras (seja em gêneros próprios como o _sambass_ , leituras domésticas do _liquid DnB_ ou referências muito fortes pertencentes à história do _pop eletrônico brasileiro_) que são amortizadas por uma visão pasteurizada de som, em que até mesmo o _funk mandelão_ na música soa sem vida, entrando e saindo da composição como uma porção destacável incapaz de se comunicar com as outras seções. Tendo em mãos ritmos tão experimentais e adaptáveis, a monotonia é feita por vias da lapidação excessiva de certo padrão televisivo neutro, o que de certa forma lembra no projeto certos nomes rebuscados do _pop brasileiro_ como **Rouge** e **SNZ** , podendo ser visto positivamente para além do sucesso desses grupos por reverberarem na história em qualidade técnica. Para um início de carreira é incrível a assepsia do pacote, mas faltam nutrientes para além da visualidade e do ouvido atento à voga sonora para solidificar às **Mariasss** uma estética pertinentemente particular. > **Flert3****(2026)** - **Mariasss** | Seta Reta Music > > > **prós.:** o belo e casual sem grandes aventuras num som muito bem executado. > **cons.:** um single de alta comercialidade que carece de alma e subsiste por pura competência. > > ★★☆☆☆ 2/5 > 👎
g02mp.blogspot.com
July 26, 2026 at 6:16 PM
kpop 🤝 brpop
NMIXX performs their new song with Pabllo Vittar.
February 16, 2026 at 6:21 PM
💿 REVIEW: BRUTAL PARAÍSO é o retrato musical do crescimento desenfreado de uma cidade planejada

https://g02mp.blogspot.com/2026/05/review-BRUTAL-PARAISO-Luisa-Sonza.html

#pop #brpop #review #blog #luisasonza
BRUTAL PARAÍSO é o retrato musical do crescimento desenfreado de uma cidade planejada
Ao **Luísa Sonza** enunciar mais uma brincadeira de antíteses, fomos amedrontados pela possibilidade de outro projeto incapaz de atingir o público médio. O uso de antinomias é compreensível para demonstrar a contradição do íntimo, mas seu relato é _mixoscópico_ , não necessariamente dividido com o ouvinte. **BRUTAL PARAÍSO** se apresenta como um projeto grandioso que dobra a aposta de debater esses sentimentos borbulhantes, só que para não ser mais um jogo de ideias repetitivo e inalcançável, deve ser capaz de ilustrar esse embate sendo por si o objeto de ensaio em vez de solução para uma pergunta. Essa tentativa foi bem-sucedida ou teremos de abrir uma enciclopédia musical sociopolítica para entendê-la? O álbum começa com **DISTRÓPICO** , com o objetivo de preparar o ouvinte para as muitas misturas propostas adiante, mais uma vez assumindo o trabalho de **Sonza** como mídia carente de explicação. Quando é proposta a maneira certa para ouvir algo, é retirada a existência da obra enquanto fenômeno vivo, capaz de expor uma ideia da artista que seja constantemente transformada pelo diálogo. Essa conversa cria longevidade à obra, porque a torna uma instituição social em vez de limitá-la por tempo de expiração, individualismo e demanda de reconhecimento ao que é cantado. Isso pune até mesmo a soberania da música seguinte ao criar um obstáculo para a sua significação. **Fruto do Tempo** deixa de ser um conector ao trabalho idealizado no projeto anterior de **Luísa** , **Bossa Sempre Nova** , no instante em que passa a ser introduzido por uma massa genérica. É especialmente trágico porque a seção _bossa_ de **BRUTAL PARAÍSO** traz adições faltantes para consolidar o título **Bossa Sempre Nova** , que anunciou a _bossa nova_ como um gênero de vanguarda contínua mostrada pelos mesmos lugares-comuns da nossa compreensão do som, em partes por ser um álbum de regravações (o que não deveria ser um impedimento, como pode ser visto nas regravações transformativas de **Gilbertos Samba** , por **Gilberto Gil**) e principalmente por se adequar exaustivamente à literalidade do gênero, enforcando as possibilidades de expansão da obra à contemporaneidade. Os adendos _noventistas_ de _electropop_ à _bossa_ fazem parte da história de sua música (vide _sambass_ , _liquid dnb_ , _sophisti-pop_ etc.), viabilizando a sensação de constância moderna à nossa percepção do gênero que casam com uma visão muito bonita desenvolvida neste álbum: a interpretação aos excessos, seja na moda, sejam nos sintetizadores, na organização musical…, de movimentos do design de consumo principalmente estruturados entre o fim dos anos 90 e primeira metade dos anos 2000. Ao atrelar essas múltiplas narrativas audiovisuais à acepção contemporânea, como _quem veste peças do vestuário de um bazar sem se preocupar em fazer sentido para o ano em que foram compostas_ , o resultado mescla de forma singular o olhar novo à memória dessas identidades, tornando funcional sua análise por métricas atuais. --- Capa do álbum. Fonte: Google LLC. Disponível em: https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_meMAIpwLsrwaeQsMQdDV-QX40kkkl2NM0. Acesso em: 04 maio 2026. Ter seções muito próprias sem grande continuidade cria arranques nas mudanças de estilo, deixando bem claro o problema já situado em **DISTRÓPICO**. Na introdução, o som não se transforma, em vez disso canais são abruptamente mudados. Isso não impede a tentativa de fazer conectivos entre as músicas, porém o que temos são transições _diegéticas_ do mundo imaginado no álbum, não entre as composições. Ao passar de uma música para a outra, o que pode ser ouvido é o som da cidade perdurando, que logo finaliza para entrar a próxima música. Se fosse incorporado pareceria intencional e sequer quebraria a possibilidade de tornar as músicas produtos individuais caso fossem isoladas para o lançamento de singles. A ideia de emendar as seções é boa, já a execução não, porque não agrega nem retira absolutamente nada de importante no trabalho e apenas coexiste como figurante em uma cena. Produções com a intenção de serem univitelinas, como _megamixes_ e _medleys_ , precisam de conversa constante entre as peças, não se limitando a um som de elo entre uma coisa ou outra. Da mesma forma, nem toda visualização contínua precisa ser agarrada para manter coesão, apenas precisa fazer sentido contextual ou técnico entre si. Essa conversa toda só aparece neste texto porque nada é feito com clareza, retirando o espectador da continuidade estilística do projeto por não ter, de fato, conexão entre as composições. O calcanhar de Aquiles de **BRUTAL PARAÍSO** está no _**todo**_ e não nas _**minúcias**_ , uma vez que há músicas legais mesmo nos momentos de previsibilidade que tentam facilitar a leitura das ideias grandiosas propostas. No cenário em que vivemos não há resistência a experimentos na música popular, fazendo com que ao se aderir a clichês para tornar permissível o produto ao público seja transmitida a mensagem de arrogância à capacidade interpretativa de seu ouvinte. Esse pensamento deveria assombrar não a nós espectadores, mas à equipe por trás do álbum, pois falta edição. _Se foi questionada a coerência entre as músicas, talvez seja porque precisa de recortes; a letra pareceu besta? Guilhotina; nem toda participação agrega_ … Tal lógica é particularmente pulsante para um projeto comercial, ainda que repleto de _autorialidade_ , porque a obra vai ter de ser lapidada para cada apresentação, cada parceria, cada produto que venha a ser elaborado, e quando isso cai nas mãos de um álbum de figurinhas gigantesco, que sequer tem uma proposta técnica ou estilística que envelope seu tamanho, não há cabimento para se estender por toda a vida. Muitas das músicas têm temas idênticos e navegam exclusivamente em torno de alguma interpolação. É um festim que facilmente poderia ser descartado ou mixado com outras faixas. Se esse murmúrio fosse feito no primeiro álbum da cantora, com plausível amadorismo na indústria fonográfica, tudo isso poderia ser relevado. À medida que o disco roda, o polimento elogiado nas faixas começa a se transformar em _pastiche_ e repetição, o que tinge diretamente a identidade de **Sonza**. Se vemos também o álbum como um investimento composto por gastos da produção, feito para valorizar, o acúmulo sem formatação rouba a exclusividade de sua apreciação. É mais, mais, mais e mais, sem nenhum luxo distinto de explorar os sons da obra, a assinatura nas letras ou quaisquer experimentos que apareçam. O que é escolhido como single faz do restante passível de descarte e o que coexiste sem reciprocidade sonora passa a ser percebido como desintencional. E quando o álbum já estava abatido pelo cansaço, é com o _funk_ que volta a dar sinais de vida. Sua passagem pelo gênero é elegantérrima. O holofote de toda experiência está na música que deu início ao ciclo promocional, **Telefone** , que soube demonstrar com êxito as colagens e aperfeiçoamentos propostos em **BRUTAL PARAÍSO** , casando-se à imagem pública da cantora sem cair em aforismos linguísticos caricatos. O fluxo caótico com bipes e ruídos é lindamente urbano, pois soa como o trânsito frenético de uma metrópole. A música é, acima de tudo refinada, em que justamente por ser do tamanho de um _jingle_ dá o respiro necessário para ser fidelizada. Por ser curta não cai em maneirismos e sequer torna condescendente a tentativa de “honrar” o _funk_ pela adição orquestral. Ela conversa por conta própria e consegue mostrar uma maturação do tom de canto de **Sonza** , ainda que indistinguível diante da profusão sonora ao fundo. **BRUTAL PARAÍSO** é feito de ótimas intenções e ótimas execuções individuais, perdido pela forma como foi entregue o conjunto da obra. Em inúmeros momentos você imagina “essa seria uma incrível música para terminar” e daí vem outra, outra e mais outra sem significância, com cara de canção que toca em barzinho noturno com música ao vivo, que tem apenas interesse transitório. Se a alegoria era a de uma região metropolitana, o álbum carrega muitas cidades-dormitório. Essa sensação não é elegante, é apenas funcional. A arte é de ser exploratória, perceptiva, não só utilitária, e talvez seja essa a conversa a se expandir num próximo projeto. > **BRUTAL PARAÍSO (2026)** - **Luísa Sonza** | Sony Music Entertainment Brasil LTDA., Luísa Sonza & Cia. > > > **prós.:** com produções estilosas, consegue mostrar a projeção vocal e estilística da cantora. > **cons.:** o conjunto fatiga por compactar muito material desnecessário ou mal incorporado. > > > ★★☆☆☆ 2/5 > 👎
g02mp.blogspot.com
May 4, 2026 at 7:41 PM
💿 REVIEW: Merry Christmas aqui não! Pabllo Vittar põe o Chester na mesa e faz um Natal digno de Brasil

https://g02mp.blogspot.com/2025/11/pabllo-vittar-prazer-mamae-noel.html

#pop #brpop #pabllovittar #review #blog
Merry Christmas aqui não! Pabllo Vittar põe o Chester na mesa e faz um Natal digno de Brasil
O evento natalino é um espetáculo bastante esquisito para o território brasileiro. Se por um lado muito o anunciamos desde mês de outubro, passado 25 de dezembro a árvore é só mais uma decoração esperando para ser desmontada e Cristo é entregue de volta para as mãos de Deus. O que não dá pra negar é que o Natal é um momento relevante para um artista se investir, afinal de contas o tem som, gosto e imagem próprias, com uma cadeira constante todo final de ano. Ainda assim, **Pabllo Vittar** vir com um EP natalino é surpreendente. Enquanto experimentar, brincar e festejar não são inesperados de suas músicas, um lançamento sazonal tem claro risco: é **Prazer, Mamãe Noel** capaz de celebrar o nosso Natal? Com cinco músicas o projeto já anuncia ao público que a viagem será curta e sob medida, o que é imensamente bem mensurado num ato de especificidades, que tende a se perder ao prolongar demais para preencher todo um álbum físico. _Essa não é uma preocupação do mundo digital_ , e é particularmente engraçado ser um lançamento tão curto quando cada música é uma exibição própria que não cai em redundâncias. Tudo é muito brasileiro e muito delicado – com o dinamismo já esperado e celebrado nos projetos de **Pabllo** e sem perder o foco festivo do EP. A ilustração que temos do Natal não pertence ao Brasil, uma vez que a comemoração suprime o sentido religioso perante a imagens de caponas vermelhas, renas e gelo. No som, isso também se torna complexo de trabalhar, já que sinos e guizos tampouco fazem parte do nosso repertório, mas calham de complementarem a produção diante do trazer de temas e cenários do nosso Natal, uma comemoração de ceia familiar sem cerimônias estrangeiras como ofertar biscoitos e leite morno ou meias penduradas na lareira. Nessa proposta, a letra e o canto se tornam o ponto principal e o restante vira um jogo de descobertas entre o solene (harmonizando com a beleza da voz e das melodias) e o _camp_. Como um parêntese, a tradução mais simplificada de _camp_ enquanto movimento estético é a palhaçaria, uma arte que tem uma recepção despretensiosa e é carregada de signos muito expressivos, como a fantasia circense cheia de cores e texturas que, ainda que sem combinar, têm sua seriedade de ofício. O _camp_ não impede o humor, o charme ou a sensualidade, porém os faz com propósito em vez de, por ocaso, cair nestes tratos. --- Capa do EP. Fonte: ML Genius Holdings, LLC. Disponível em: https://genius.com/Pabllo-vittar-filipe-guerra-and-john-w-prazer-mamae-noel-lyrics. Acesso em: 26 nov. 2025. Aqui, esses excessos são tomados pela música que dá nome ao álbum e chega como imenso choque no meio do fluxo muito gracioso construído pelas outras músicas. **Pabllo** se revela de uma maneira brincalhona e esta brincadeira é levada a sério. De maneira interpretativa, longe de destoar podemos usar a cartada do natal brasileiro em que há sempre aquele familiar diferente que se sobra num canto, e todo o EP é uma compreensão disso em diferentes olhares, sendo um deles algo bêbado, destemido e meio _rampeiro_. O novo instante da carreira musical da _drag queen_ no selo musical **MTDRS** (**Mataderos Projects**), já situado no single com o **NMIXX** (discutido clicando: aqui) deve ser visto com imensos bons olhos pelo suspense que carrega ao distanciar de certos respiros trazidos pelo que já está sedimentado na indústria enquanto dá espaço a este tipo de experimentação que não trará resultados diretos. Sinceramente, é uma situação de tirar o chapéu perante uma indústria cada vez mais restrita em seus aparatos inventivos. Mais do que isso, abriga a relação de ocupar espaços estrangeiros com a brasilidade, em que as lojas dos mercados e as decorações das praças carregam um exemplo de Natal que não se veste ao nosso clima e não fala a nossa língua. Constantemente com o que consumimos, nos vemos diante de uma guerra cruzada em que muito tiram da gente e nada entregam. Vivenciamos o mundo e continuamos a nos perguntar o quanto o mundo vivencia conosco. Imensos aplausos à produção e à performance por essa dedicação. _E aos leitores, com um mês de antecedência, Feliz Natal_! > **Prazer, Mamãe Noel (2025)** - **Pabllo Vittar** | MTDRS > > > **prós.:** diverso e direto, sendo um lindo acréscimo para a cartela de **Vittar**. > **cons.:** e não é que foi rápido demais? Mesmo tendo algumas das maiores músicas (em duração) da artista, resta a vontade de querer mais e mais do álbum. > > > ★★★★★ 5/5 > 👍
g02mp.blogspot.com
November 26, 2025 at 11:00 PM
CRAN removals: brpop MLwrap #rstats
September 16, 2025 at 7:02 AM
CRAN updates: brpop easyalluvial flexoki jot modeltime.resample name #rstats
September 3, 2025 at 5:02 PM
CRAN updates: brpop cmAnalysis rcompendium stRoke textshaping VoronoiBiomedPlot #rstats
September 2, 2025 at 1:02 PM
CRAN updates: brpop gamboostLSS #rstats
February 24, 2025 at 3:02 PM
CRAN updates: brpop GD geosimilarity konfound mlogitBMA OneStep redcapAPI RobStatTM #rstats
October 17, 2024 at 5:02 PM
Removed from CRAN: brpop (0.6.3), MLwrap (0.1.0)
September 16, 2025 at 9:10 AM
Updates on CRAN: bmem (2.2), bmemLavaan (0.6), braidReports (1.0.5), brpop (0.6.3), easyalluvial (0.4.0), finalfit (1.1.0), flexoki (0.0.2), hemispheR (1.1.7), jot (0.0.5), lvplot (0.2.2), modeltime.resample (0.3.0), multitool (0.1.5), name (0.0.2), sits (1.5.3-1), spatPomp (1.1.0)
September 3, 2025 at 9:02 PM