#conflitos
🎙️ GHM NEWS — Ricardo Cabral

EUA e Irã preparam-se para nova onda de ataques!!!

🌍 Principais acontecimentos internacionais de 02/10/2026, com análise de geopolítica e conflitos.

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Com Ricardo Cabral Neste episódio, Ricardo Cabral apresenta e analisa os principais acontecimentos do cenário internacional ocorridos ao longo do dia 02 de outubro de 2026.A edição aborda os fatos e a...
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October 3, 2026 at 10:24 AM
Clima negativo na eleição deve elevar abstenções, diz sócio da Real Time
Clima negativo na eleição deve elevar abstenções, diz sócio da Real Time | CNN Brasil
Bruno Soller, analista e sócio do Real Time Big Data, aponta que o clima negativo do pleito, com conflitos no STF e no TSE, tende a elevar o número de eleitores que não vão às urnas
www.cnnbrasil.com.br
October 3, 2026 at 8:49 AM
Filme rodado na Zona Norte estreia em Xangai e chega ao Festival do Rio: 'Não me interessava tratar região como paisagem de fundo'
É num coreto de Quintino que Luiza conversa com a melhor amiga sobre crescer. A cena faz parte de “O deserto de Luiza”, filme de Alan Minas que acompanha uma adolescente de 15 anos em meio aos conflitos da família, às descobertas da idade e à busca por uma forma de se expressar. A história se passa em Honório Gurgel, bairro onde Luiza vive, e foi filmada principalmente em Quintino, além de locações em Honório Gurgel, Madureira e Rocha Miranda. Enquanto as duas dividem dúvidas sobre a passagem para a vida adulta, o movimento do bairro segue ao redor, entre ruas, casas, sons e gente passando. Depois de estrear mundialmente no Festival Internacional de Cinema de Xangai, o longa chega ao Rio para sua primeira exibição latino-americana, na Competição Novos Rumos do Festival do Rio, com sessões amanhã, segunda e terça-feira. De ferramenta que monitora o trânsito e medalhas de matemática no Japão: alunos da Zona Norte do Rio se destacam Antigo Jardim Zoológico: Prefeitura inicia obras de revitalização do Parque Recanto do Trovador Luiza tem 15 anos e encontra no desenho e no grafite uma maneira de dizer o que nem sempre consegue colocar em palavras. Interpretada por Nina Prado, a adolescente experimenta a amizade, o amor e a descoberta do próprio talento enquanto a família atravessa uma crise. A mãe, Soraia (Daniela Fontan), sofre um surto psicótico; o pai, Arnaldo (André Luiz Miranda), se torna ausente; e a irmã mais nova vai morar com uma tia. Na prática, Luiza passa a cuidar da mãe enquanto tenta viver a própria adolescência. Initial plugin text É nesse contraste entre a casa em crise e o mundo que continua acontecendo do lado de fora que a Zona Norte ganha importância. A estação, a escola, os muros, as ruas e os espaços de convivência não aparecem apenas como cenários. Eles acompanham o percurso da personagem e ajudam a construir uma história sobre crescimento, família e identidade. A personagem Luiza e sua melhor amiga durante as gravações no coreto em Quintino Divulgação/Arquivo Caraminhola Filmes — Não me interessava tratar a Zona Norte como uma paisagem de fundo. As pessoas, os trajetos e os espaços precisavam fazer parte da vida que vemos em torno de Luiza — explica Minas. Vivi para contar: 'O Rio de Janeiro se tornou uma bomba-relógio', diz médico baleado na Zona Norte em segundo assalto à mão armada este ano A escolha dos lugares tem relação com a própria adolescência de Minas e com sua memória da Zona Norte, mas também com o desejo de mostrar o subúrbio sem reduzi-lo a uma caricatura. — Não queria retratar um estereótipo, uma caricatura do subúrbio. Narrei uma Zona Norte que conheci, com suas contradições e imperfeições, claro, mas também cheia de arte, de poesia e de vida — diz Minas. Em Quintino, a equipe encontrou ruas largas, casas de muros baixos, árvores e uma vida de rua que ajudaram a construir o cotidiano de Luiza. A estação de Quintino, a Praça Quintino Bocayuva, onde fica o coreto, e diferentes ruas do bairro aparecem nas filmagens. Em Madureira, algumas cenas foram feitas no Parque de Madureira e na Rua Conselheiro Galvão. A produção também procurou estabelecer uma relação com os moradores e o comércio local. Serviços, alimentação, figurino e outros fornecedores foram contratados na região, e uma escola particular virou locação. A grafiteira da Zona Norte Larissa, conhecida artisticamente como Issa Luz, foi contratada para realizar os trabalhos que aparecem nos muros e também participou da figuração. Parque de 6 mil metros quadrados: Antiga sede da Editora Bloch, na Zona Norte, vai virar área de lazer Um dos grafites foi criado a partir de um desenho feito em papel pelo diretor e adaptado pela equipe de arte para o muro de uma escola na Rua Franco Vaz, em Quintino. A pintura permanece no local. A partir da esquerda: Alan Minas, Nina Prado e André Luiz Miranda no Parque Madureira Divulgação/Caraminhola Filmes — Gosto de pensar que agora ela faz parte do cenário da vida que acontece ali. Que, mesmo feita para um filme, a pintura existe por si mesma, alcançou as pessoas de maneira autônoma — reflete Minas. A produtora Daniela Vitorino ressalta que a equipe passou a fazer parte daquele cotidiano durante algumas semanas. — Não foi só chegar, filmar e ir embora. Todo mundo acolheu muito bem o filme — afirma a Daniela. A relação com os espaços também aparece na trajetória do desenho. No começo, Luiza desenha timidamente em um caderno, dentro de casa. Depois, uma amiga mostra seu trabalho, ela vence um concurso na escola e a arte ganha outra dimensão: chega ao muro. A mudança acompanha a própria personagem, que começa a deixar o espaço doméstico e a experimentar o olhar dos outros. — A escala do desenho conta a história de Luiza. Há aí um movimento muito próprio da adolescência: sair de casa, ocupar um espaço fora da família, experimentar o olhar dos outros — explica Minas. Nina Prado em cena de “O deserto de Luiza”: atriz também cresceu na Zona Norte Divulgação/Caraminhola Filmes Uma das cenas mais simbólicas dessa relação com o bairro é justamente a conversa no coreto de Quintino. Luiza está cercada pelos problemas da família, mas ainda encontra espaço para falar com a amiga sobre crescer. A intimidade da conversa contrasta com o movimento do lugar público. — Elas falam sobre crescer, e aquela conversa tão íntima acontece num espaço que pertence à vida do bairro. Gosto dessa mistura. Luiza está às voltas com a família e com seus medos, mas existe um mundo acontecendo ao redor dela — diz Daniela. Olhos voltados para o céu: Carioca que vendia brigadeiros hoje pesquisa supernovas nos EUA Para Minas, o coreto cria quase um espaço de suspensão dentro da narrativa, um lugar que abriga a conversa íntima de Luiza com sua melhor amiga sobre a passagem para a vida adulta. — O espaço ganha um aspecto de santuário em meio ao bairro, e as paredes cobertas de colagens e lambe-lambes também inspiraram a presença dos cartazes que fazem parte do filme — explica o diretor. Nina Prado tinha 13 anos quando fez os testes para interpretar Luiza. Dois dias antes do início das filmagens, completou 14. Era sua estreia no cinema. Segundo Minas, uma conversa fora do texto das cenas revelou a desenvoltura e a maturidade que ajudaram a convencê-lo de que ela poderia sustentar a personagem. Para Nina, conhecer Quintino também foi parte da construção de Luiza. — Eu conhecia muito pouco Quintino. Descobrir aqueles lugares pelo filme foi uma das coisas mais bonitas da experiência. A gente chega pensando que vai conhecer uma locação, uma rua, uma praça, e de repente aquele lugar passa a fazer parte da história da personagem — conta Nina. A atriz diz que a região ganhou uma presença própria no longa e ajudou a compreender a personagem. — Sinto que a Zona Norte também virou uma espécie de personagem do filme, com uma presença muito forte. Você sente os lugares, as pessoas, as ruas, os sons. Isso foi importante para eu entender Luiza — diz. Lara Leão, que interpreta Bia, melhor amiga de Luiza, também tem ligação com a região. Nascida em Vila Valqueire e moradora de Sulacap, ela conta que se reconheceu na proposta do filme e na possibilidade de ver a Zona Norte representada sem os estereótipos que costuma encontrar nas telas. — Nasci e fui criada na Zona Norte e sempre senti falta de me ver representada fora dos estereótipos que costumam associar à gente. Muitas vezes, é difícil se identificar com o que é retratado — diz Lara. O elenco reúne ainda Daniela Fontan, como Soraia; André Luiz Miranda, como Arnaldo; Thelmo Fernandes, como Pedro; Veronica Debom, como Bel; e João Victor Menezes, como Tomaz. A proposta não é fazer de Luiza uma representante de toda a Zona Norte, explica Minas. A personagem é específica, assim como o lugar onde sua história acontece. O que o filme busca é mostrar esse lugar a partir de uma experiência cotidiana, onde convivem conflitos familiares, escola, amizade, desejo e arte. — Eu não espero que Luiza represente toda a Zona Norte. Ela é uma personagem singular, mas sua história se constrói numa parte da cidade que merece aparecer no cinema com essa complexidade, sem ser reduzida a um logradouro específico, mas também sem se entregar a estereótipos — afirma Minas. A trajetória de “O Deserto de Luiza” começou em 2015. O projeto ganhou apoio da RioFilme em 2016, passou por etapas de financiamento e coprodução e foi interrompido durante um período de dificuldades para o audiovisual brasileiro. A retomada veio em 2021. As filmagens aconteceram em 2023 e a pós-produção foi concluída no fim de 2025. A primeira parada do filme, porém, não foi no Rio. “O Deserto de Luiza” estreou mundialmente na competição principal do Festival Internacional de Cinema de Xangai, como o único longa brasileiro entre os 12 concorrentes. Agora, retorna à cidade onde sua história foi construída para a primeira exibição latino-americana, no Festival do Rio. As sessões acontecem amanhã, às 18h45, no Estação Claro Gávea 1; segunda, às 16h15, no Estação Claro Rio 5, com debate; e na terça-feira, às 13h45, no Cinesystem Belas Artes Botafogo 5. Com distribuição da Vitrine Filmes, o longa tem previsão de chegar ao circuito comercial no primeiro semestre de 2027. Initial plugin text
dlvr.it
October 3, 2026 at 8:13 AM
Filme rodado na Zona Norte estreia em Xangai e chega ao Festival do Rio: 'Não me interessava tratar região como paisagem de fundo'
É num coreto de Quintino que Luiza conversa com a melhor amiga sobre crescer. A cena faz parte de “O deserto de Luiza”, filme de Alan Minas que acompanha uma adolescente de 15 anos em meio aos conflitos da família, às descobertas da idade e à busca por uma forma de se expressar. A história se passa em Honório Gurgel, bairro onde Luiza vive, e foi filmada principalmente em Quintino, além de locações em Honório Gurgel, Madureira e Rocha Miranda. Enquanto as duas dividem dúvidas sobre a passagem para a vida adulta, o movimento do bairro segue ao redor, entre ruas, casas, sons e gente passando. Depois de estrear mundialmente no Festival Internacional de Cinema de Xangai, o longa chega ao Rio para sua primeira exibição latino-americana, na Competição Novos Rumos do Festival do Rio, com sessões amanhã, segunda e terça-feira. De ferramenta que monitora o trânsito e medalhas de matemática no Japão: alunos da Zona Norte do Rio se destacam Antigo Jardim Zoológico: Prefeitura inicia obras de revitalização do Parque Recanto do Trovador Luiza tem 15 anos e encontra no desenho e no grafite uma maneira de dizer o que nem sempre consegue colocar em palavras. Interpretada por Nina Prado, a adolescente experimenta a amizade, o amor e a descoberta do próprio talento enquanto a família atravessa uma crise. A mãe, Soraia (Daniela Fontan), sofre um surto psicótico; o pai, Arnaldo (André Luiz Miranda), se torna ausente; e a irmã mais nova vai morar com uma tia. Na prática, Luiza passa a cuidar da mãe enquanto tenta viver a própria adolescência. Initial plugin text É nesse contraste entre a casa em crise e o mundo que continua acontecendo do lado de fora que a Zona Norte ganha importância. A estação, a escola, os muros, as ruas e os espaços de convivência não aparecem apenas como cenários. Eles acompanham o percurso da personagem e ajudam a construir uma história sobre crescimento, família e identidade. A personagem Luiza e sua melhor amiga durante as gravações no coreto em Quintino Divulgação/Arquivo Caraminhola Filmes — Não me interessava tratar a Zona Norte como uma paisagem de fundo. As pessoas, os trajetos e os espaços precisavam fazer parte da vida que vemos em torno de Luiza — explica Minas. Vivi para contar: 'O Rio de Janeiro se tornou uma bomba-relógio', diz médico baleado na Zona Norte em segundo assalto à mão armada este ano A escolha dos lugares tem relação com a própria adolescência de Minas e com sua memória da Zona Norte, mas também com o desejo de mostrar o subúrbio sem reduzi-lo a uma caricatura. — Não queria retratar um estereótipo, uma caricatura do subúrbio. Narrei uma Zona Norte que conheci, com suas contradições e imperfeições, claro, mas também cheia de arte, de poesia e de vida — diz Minas. Em Quintino, a equipe encontrou ruas largas, casas de muros baixos, árvores e uma vida de rua que ajudaram a construir o cotidiano de Luiza. A estação de Quintino, a Praça Quintino Bocayuva, onde fica o coreto, e diferentes ruas do bairro aparecem nas filmagens. Em Madureira, algumas cenas foram feitas no Parque de Madureira e na Rua Conselheiro Galvão. A produção também procurou estabelecer uma relação com os moradores e o comércio local. Serviços, alimentação, figurino e outros fornecedores foram contratados na região, e uma escola particular virou locação. A grafiteira da Zona Norte Larissa, conhecida artisticamente como Issa Luz, foi contratada para realizar os trabalhos que aparecem nos muros e também participou da figuração. Parque de 6 mil metros quadrados: Antiga sede da Editora Bloch, na Zona Norte, vai virar área de lazer Um dos grafites foi criado a partir de um desenho feito em papel pelo diretor e adaptado pela equipe de arte para o muro de uma escola na Rua Franco Vaz, em Quintino. A pintura permanece no local. A partir da esquerda: Alan Minas, Nina Prado e André Luiz Miranda no Parque Madureira Divulgação/Caraminhola Filmes — Gosto de pensar que agora ela faz parte do cenário da vida que acontece ali. Que, mesmo feita para um filme, a pintura existe por si mesma, alcançou as pessoas de maneira autônoma — reflete Minas. A produtora Daniela Vitorino ressalta que a equipe passou a fazer parte daquele cotidiano durante algumas semanas. — Não foi só chegar, filmar e ir embora. Todo mundo acolheu muito bem o filme — afirma a Daniela. A relação com os espaços também aparece na trajetória do desenho. No começo, Luiza desenha timidamente em um caderno, dentro de casa. Depois, uma amiga mostra seu trabalho, ela vence um concurso na escola e a arte ganha outra dimensão: chega ao muro. A mudança acompanha a própria personagem, que começa a deixar o espaço doméstico e a experimentar o olhar dos outros. — A escala do desenho conta a história de Luiza. Há aí um movimento muito próprio da adolescência: sair de casa, ocupar um espaço fora da família, experimentar o olhar dos outros — explica Minas. Nina Prado em cena de “O deserto de Luiza”: atriz também cresceu na Zona Norte Divulgação/Caraminhola Filmes Uma das cenas mais simbólicas dessa relação com o bairro é justamente a conversa no coreto de Quintino. Luiza está cercada pelos problemas da família, mas ainda encontra espaço para falar com a amiga sobre crescer. A intimidade da conversa contrasta com o movimento do lugar público. — Elas falam sobre crescer, e aquela conversa tão íntima acontece num espaço que pertence à vida do bairro. Gosto dessa mistura. Luiza está às voltas com a família e com seus medos, mas existe um mundo acontecendo ao redor dela — diz Daniela. Olhos voltados para o céu: Carioca que vendia brigadeiros hoje pesquisa supernovas nos EUA Para Minas, o coreto cria quase um espaço de suspensão dentro da narrativa, um lugar que abriga a conversa íntima de Luiza com sua melhor amiga sobre a passagem para a vida adulta. — O espaço ganha um aspecto de santuário em meio ao bairro, e as paredes cobertas de colagens e lambe-lambes também inspiraram a presença dos cartazes que fazem parte do filme — explica o diretor. Nina Prado tinha 13 anos quando fez os testes para interpretar Luiza. Dois dias antes do início das filmagens, completou 14. Era sua estreia no cinema. Segundo Minas, uma conversa fora do texto das cenas revelou a desenvoltura e a maturidade que ajudaram a convencê-lo de que ela poderia sustentar a personagem. Para Nina, conhecer Quintino também foi parte da construção de Luiza. — Eu conhecia muito pouco Quintino. Descobrir aqueles lugares pelo filme foi uma das coisas mais bonitas da experiência. A gente chega pensando que vai conhecer uma locação, uma rua, uma praça, e de repente aquele lugar passa a fazer parte da história da personagem — conta Nina. A atriz diz que a região ganhou uma presença própria no longa e ajudou a compreender a personagem. — Sinto que a Zona Norte também virou uma espécie de personagem do filme, com uma presença muito forte. Você sente os lugares, as pessoas, as ruas, os sons. Isso foi importante para eu entender Luiza — diz. Lara Leão, que interpreta Bia, melhor amiga de Luiza, também tem ligação com a região. Nascida em Vila Valqueire e moradora de Sulacap, ela conta que se reconheceu na proposta do filme e na possibilidade de ver a Zona Norte representada sem os estereótipos que costuma encontrar nas telas. — Nasci e fui criada na Zona Norte e sempre senti falta de me ver representada fora dos estereótipos que costumam associar à gente. Muitas vezes, é difícil se identificar com o que é retratado — diz Lara. O elenco reúne ainda Daniela Fontan, como Soraia; André Luiz Miranda, como Arnaldo; Thelmo Fernandes, como Pedro; Veronica Debom, como Bel; e João Victor Menezes, como Tomaz. A proposta não é fazer de Luiza uma representante de toda a Zona Norte, explica Minas. A personagem é específica, assim como o lugar onde sua história acontece. O que o filme busca é mostrar esse lugar a partir de uma experiência cotidiana, onde convivem conflitos familiares, escola, amizade, desejo e arte. — Eu não espero que Luiza represente toda a Zona Norte. Ela é uma personagem singular, mas sua história se constrói numa parte da cidade que merece aparecer no cinema com essa complexidade, sem ser reduzida a um logradouro específico, mas também sem se entregar a estereótipos — afirma Minas. A trajetória de “O Deserto de Luiza” começou em 2015. O projeto ganhou apoio da RioFilme em 2016, passou por etapas de financiamento e coprodução e foi interrompido durante um período de dificuldades para o audiovisual brasileiro. A retomada veio em 2021. As filmagens aconteceram em 2023 e a pós-produção foi concluída no fim de 2025. A primeira parada do filme, porém, não foi no Rio. “O Deserto de Luiza” estreou mundialmente na competição principal do Festival Internacional de Cinema de Xangai, como o único longa brasileiro entre os 12 concorrentes. Agora, retorna à cidade onde sua história foi construída para a primeira exibição latino-americana, no Festival do Rio. As sessões acontecem amanhã, às 18h45, no Estação Claro Gávea 1; segunda, às 16h15, no Estação Claro Rio 5, com debate; e na terça-feira, às 13h45, no Cinesystem Belas Artes Botafogo 5. Com distribuição da Vitrine Filmes, o longa tem previsão de chegar ao circuito comercial no primeiro semestre de 2027. Initial plugin text
oglobo.globo.com
October 3, 2026 at 9:44 AM
Redes sociais, conflitos familiares e medo do resultado colocam saúde mental à prova na reta final das eleições; veja como lidar
Redes sociais, conflitos familiares e medo do resultado colocam saúde mental à prova na reta final das eleições; veja como lidar
Campanhas exploram narrativas de confronto e ampliam sensação de medo para mobilizar eleitores
www1.folha.uol.com.br
October 3, 2026 at 7:22 AM
Eleições colocam saúde mental à prova; veja como lidar
Redes sociais, conflitos familiares e medo do resultado colocam saúde mental à prova na reta final das eleições; veja como lidar
Campanhas exploram narrativas de confronto e ampliam sensação de medo para mobilizar eleitores
www1.folha.uol.com.br
October 3, 2026 at 7:05 AM
Sempre bom lembrar como guerras são altamente lucrativas para um setor específico que é a indústria bélica, que precisa de conflitos constantes para se justificar, e que os EUA promovem guerras ao redor do mundo para poder vender mais armas e conquistar mais poder, influência e dinheiro.
October 3, 2026 at 4:06 AM
Alguns analistas dizem que é mais uma Guerra Fria 2.0 e tem gente que fala que já se cumpriu os requisitos para ser considerada a terceira guerra mundial.

O fato é que nunca houveram tantos conflitos armados desde o fim da 2ª GM e que a grande maioria das potências estão se armando mais.
October 3, 2026 at 4:06 AM
Estamos em uma Guerra Mundial?

Há diversos atores na guerra Rússia/Ucrânia e na Guerra EUA-Israel/Irã. Se você incluir aí os conflitos dos Hutis do Yemen na Arábia Saudita, os bombardeios de Israel no Líbano e no Iraque, dá para falar pelo menos que essas guerras se cruzam, têm relações diretas.
October 3, 2026 at 4:06 AM
Preços globais dos alimentos disparam e atingem o maior nível em quatro anos
Alta de setembro foi impulsionada por gargalos logísticos, conflitos e impactos do fenômeno El Niño
#Resistencia3014Dias
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Preços globais dos alimentos disparam e atingem o maior nível em quatro anos
Alta de setembro foi impulsionada por gargalos logísticos, conflitos e impactos do fenômeno El Niño
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October 3, 2026 at 3:14 AM
controlar meu sono, mais leveza, menos estresse, boas experiências, um maravilhoso 2026, sorte no amor e na vida, não procrastinar, estar protegida daqueles animais, menos conflitos, sem problemas de armazenamento, resolver o que me constrange, não ficar sobrecarregada, terminar meu artigo com ela,+
October 3, 2026 at 2:34 AM
Eliminada de 'A Fazenda 18', Adryana Ribeiro relembra conflitos e critica postura de Maira
https://www.ouniversodatv.com/2026/10/eliminada-de-fazenda-18-adryana-ribeiro.html
www.ouniversodatv.com
October 3, 2026 at 2:16 AM
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Putin não pretendemos atacar outros países, mas a Rússia monitora possíveis ameaças!!!

🌍 Principais acontecimentos internacionais de 01/10/2026, com análise de geopolítica e conflitos.

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Com Ricardo Cabral Neste episódio, Ricardo Cabral apresenta e analisa os principais acontecimentos do cenário internacional ocorridos ao longo do dia 02 de outubro de 2026.A edição aborda os fatos e a...
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October 3, 2026 at 12:40 AM
Como preparar a equipe para resolver conflitos com mais eficiência
October 3, 2026 at 9:28 AM
eu acho que por ser gaúcho esse tipo de coisa me pega. é um lugar interessante e cheio de conflitos a identidade gay esquerdista dentro desse estado.
October 2, 2026 at 10:36 PM
A maioria acha que criança pequena não percebe as brigas dos pais, mas especialistas em psicologia dizem o contrário: elas passam a ler a raiva no rosto dos adultos com mais precisão.

www.tupi.fm/entretenimen...
A maioria acha que criança pequena não percebe as brigas dos pais, mas especialistas em psicologia dizem o contrário: elas passam a ler a raiva no rosto dos adultos com mais precisão
Crianças que percebem rapidamente mudanças no tom de voz ou expressões faciais podem estar tentando antecipar o que vai acontecer em casa. Pesquisas em psicologia sugerem que crescer em um ambiente com conflitos pode alterar a forma como algumas delas reconhecem sinais emocionais. Um estudo publicado em 2024, por exemplo, associou a exposição a conflitos […]
www.tupi.fm
October 2, 2026 at 8:50 PM
os cara tão postando umas coisas muito engraçadas no outro site tipo Prepare-se, dependendo do desenrolar nos conflitos que estão acontecendo neste momento no Brasil, haverá poucas horas para sair
October 2, 2026 at 8:43 PM
#política #eleição
Sim, sabemos que acompanha, e também sabemos que quer melar as eleições no Brasil. Qual a razão pra fechar embaixada e consulados, senão pra semear PÂNICO e MEDO.
Nem nas áreas de conflitos, oriente médio, golfo pérsico, foram fechadas as embaixadas.
October 2, 2026 at 8:41 PM
Siiim, lava louças e robô aspirador são um caminho sem volta. Aqui em casa resolveu todos os conflitos em relação a limpar a casa e agora vivemos praticamente num flyer de testemunha de jeová
October 2, 2026 at 8:18 PM
A Saga de Alubarna de OP pra mim é uma das melhor representação d conflitos no oriente médio q já vi é literal um diplomata dum governo mundial interferindo na política dum país desértico e criando narrativa de que a culpa é de rebeldes botando a culpa neles e no próprio governo
October 2, 2026 at 7:54 PM
Virgem: precisa diminuir os gastos com coisas bobas. Algumas vezes você acaba ficando no vermelho por não pensar bem antes de gastar. No amor, alguns conflitos podem gerar um desentendimento entre você e uma pessoa, até mesmo fazendo vocês se afastarem.
October 2, 2026 at 7:08 PM
No passado dia 23 de Setembro fiz um comentário/análise para RTP-África/Rádio, em declaração à jornalista Ana Cristina Magalhães, sobre o recomeço dos conflitos no #Tigray (#Etiópia); (pode ser ouvido entre 0'53" e 3'07" em www.rtp.pt/play/p5442/e...)
@cei-iscte.bsky.social @ipps-iscte.bsky.social
October 2, 2026 at 3:38 PM