#detectorista
Se trata del tesoro de monedas del periodo del emperador Adriano más grande jamás encontrado en Alemania y el quinto a nivel mundial. #monedas #imperioromano #wesseling #detectorista #tesoro

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mysteryplanet.com.ar/site/un-teso...
Un tesoro de la época del emperador Adriano: hallan un impresionante botín de más de 900 monedas romanas de plata en Alemania
Durante una búsqueda autorizada con detector de metales en un campo de cultivo cerca de Wesseling, un aficionado protagonizó un descubrimiento arqueológico excepcional. Al detectar los primeros ejempl...
mysteryplanet.com.ar
October 12, 2026 at 4:37 AM
A Roman coin found? No, but it's a period fake. Even the ancients counterfeited. Here's how.
www.stilearte.it/monete-contr...
Trovata una moneta romana? No, ma è un falso dell’epoca. Anche gli antichi contraffacevano. Ecco come
Il detectorista pensava di avere trovato un piccolo bronzo romano. Dopo la pulizia è emerso un altro oggetto: il nucleo di bronzo di una contraffazione dell’età del Ferro. Una tecnica sorprendentement...
www.stilearte.it
September 23, 2026 at 2:47 PM
fui na praia tentar não endoidar aí dei papo pro primeiro maluco q apareceu

era um detectorista de metal cuja alegria da vida era ver casal perdendo aliança de ouro. ele disse q cada abestalhado q pisava ali é 2K no bolso dele

reizinho ta
August 26, 2026 at 1:03 PM
Yaaaa, pero los romanos que tenían Instagram y querían proyectar estilos de vida lujosos para ganar followers usaban dodecaedros para jugar al D&D. Si fueses detectorista y no una arqueóloga mindundi lo sabrías.
August 13, 2026 at 12:26 PM
Botão encontrado na Noruega é, na verdade, rara moeda feita para último rei viking
O que parecia ser apenas mais um botão antigo encontrado em um campo na Noruega revelou-se uma das moedas medievais mais raras já identificadas no país. O pequeno objeto de prata, descoberto pelo detectorista de metais Morten Eek nas proximidades do Mosteiro de Utstein, foi produzido durante o reinado de Magnus Berrføtt, frequentemente apontado como o último rei viking. A descoberta ganhou contornos ainda mais curiosos porque a peça permaneceu guardada durante meses em uma caixa de objetos comuns. À primeira vista, um dos lados lembrava um botão antigo, já que estava coberto por uma placa de cobre. Somente após uma nova inspeção, feita junto a outros detectoristas, percebeu-se que o lado visível exibia características típicas de uma moeda medieval. Tal comparação com obras de referência levou o grupo a procurar especialistas do Museu Arqueológico da Universidade de Stavanger, que confirmaram a importância do objeto. “É fascinante pensar que podemos estar a apenas uma grande descoberta de tesouro de termos uma visão completamente diferente das moedas de Magnus Berrføtt, e isso ressalta a importância de todas as novas descobertas que são feitas”, destaca a instituição, em comunicado publicado em dezembro de 2025. De moeda a joia A análise mostrou que o objeto passou por um chamado "tratamento secundário", expressão usada por arqueólogos para descrever quando um artefato ganha uma nova função depois de seu uso original. Nesse caso, alguém adaptou a moeda para transformá-la em joia: uma placa de cobre foi fixada sobre um dos lados e as bordas da prata foram dobradas para prendê-la. Dois pequenos entalhes indicam que ela provavelmente ficou presa a uma corrente ou argola. Lado visível da moeda com um motivo de cruzes sobrepostas H. Hollund, Museu Arqueológico Em vez de desmontar essa adaptação para observar o outro lado da peça, procedimento que destruiria parte de sua história, os pesquisadores recorreram à radiografia. O exame revelou que o lado oculto traz a imagem de um grifo, criatura mitológica com corpo de leão e características de ave de rapina. Em algumas interpretações, o desenho também pode representar o leão de São Marcos, símbolo tradicional do cristianismo. Segundo os pesquisadores, preservar a transformação sofrida pelo objeto é tão importante quanto estudar sua fabricação original. “A transformação singular do artefato revela algo sobre a relação das pessoas com o que inicialmente era uma moeda”, afirmam os responsáveis pelo estudo. Combinação rara O lado visível apresenta um motivo conhecido como "cruz sobre cruz", formado por duas cruzes sobrepostas desenhadas com linhas duplas e pequenos semicírculos nas extremidades. A associação desse desenho com a figura do grifo torna a moeda excepcionalmente rara. Até agora, os pesquisadores conheciam apenas quatro moedas com essa combinação de imagens: uma encontrada nas Ilhas Faroé e outras três descobertas na Dinamarca. O exemplar identificado em Utstein é o quinto conhecido e parece ter sido produzido com o mesmo molde metálico — chamado de cunho — utilizado em uma das moedas dinamarquesas. A radiografia mostra um grifo na face da moeda Hege Hollund, Museu Arqueológico Para os especialistas, essa coincidência ajuda a compreender o tamanho relativamente reduzido da produção monetária durante o reinado de Magnus Berrføtt. Atualmente, cerca de 100 moedas atribuídas ao monarca são conhecidas, distribuídas em apenas 12 conjuntos arqueológicos. Esse número é muito inferior ao de seu pai, Olav Kyrre, cujas moedas sobreviveram em quantidade muito maior graças à descoberta de grandes tesouros enterrados ao longo dos séculos. Os pesquisadores ressaltam, porém, que novas escavações podem alterar significativamente esse panorama. Reforma monetária do último rei viking Magnus Berrføtt assumiu o trono em 1093, sucedendo Olav Kyrre, e governou por apenas dez anos. Apesar do curto reinado, ficou conhecido tanto pelas campanhas militares que expandiram a influência norueguesa sobre regiões do Mar da Irlanda quanto por mudanças na política monetária. Enquanto governantes anteriores haviam reduzido progressivamente a quantidade de prata presente nas moedas para produzir mais unidades com o mesmo metal, Magnus promoveu uma reforma que diminuiu o peso das peças, mas elevou sua pureza para aproximadamente 90% de prata. Segundo os pesquisadores, isso restaurou a confiança na moeda norueguesa e marcou uma mudança importante na economia do reino. Conhecido como o "último rei viking", Magnus morreu por volta dos 30 anos durante uma campanha militar na Irlanda, em 1103. Sua trajetória reforçou a imagem de um soberano guerreiro, em contraste com o governo pacífico de seu pai. Um objeto, muitas histórias Embora tenha sido encontrada próxima ao Mosteiro de Utstein, os arqueólogos afirmam que não é possível saber exatamente quando a moeda chegou ao local. Como foi transformada em joia, ela pode ter continuado em circulação durante décadas, ou até gerações, antes de ser perdida ou enterrada. Além disso, a região de Utstein reúne vestígios de ocupação humana desde a Pré-História e apresenta evidências de intensa atividade durante a Era Viking, incluindo possíveis áreas de comércio identificadas por levantamentos com georradar — tecnologia que utiliza ondas de rádio para detectar estruturas enterradas sem necessidade de escavação. Esse contexto torna a descoberta ainda mais curiosa para compreender a história da região.
revistagalileu.globo.com
July 11, 2026 at 9:35 AM
Espada de 2,7 mil anos é encontrada fincada no solo de floresta na Polônia
Uma espada de bronze com cerca de 2,7 mil anos, encontrada fincada verticalmente no solo de uma floresta próxima a Gdańsk, na Polônia, foi descoberta durante uma busca autorizada com detector de metais. Datada entre 900 e 700 a.C., a arma pode representar, por causa da sua posição, que ela tenha sido colocada no local intencionalmente, como parte de um ritual da Idade do Bronze. O artefato foi localizado pelo detectorista experiente Marcin Wiśniewski, que percebeu a importância da descoberta ao encontrar a espada ainda em pé no solo arenoso. Em vez de retirá-la, ele preservou o local e acionou as autoridades responsáveis pela proteção do patrimônio arqueológico. A escavação foi conduzida por especialistas, que registraram cuidadosamente a posição da espada antes de removê-la. Nenhum outro objeto foi encontrado nas proximidades, mas, segundo os pesquisadores, a forma como a arma estava enterrada pode fornecer pistas importantes sobre seu propósito. Para eles, a posição vertical torna improvável que a espada tenha sido simplesmente perdida, reforçando a hipótese de um depósito deliberado, possivelmente ligado a práticas rituais. A espada mede cerca de 60 centímetros e pertence ao chamado tipo com espiga, estrutura metálica estreita onde, originalmente, era fixado um cabo de madeira, osso ou chifre, materiais que não resistiram ao tempo. A lâmina de bronze está coberta por uma pátina verde que, além de indicar sua idade, ajudou a preservar detalhes decorativos, como sulcos, arcos gravados e pequenas linhas transversais. Posição que a espada foi encontrada pelos pesquisadores Florestas Estatais da Polônia Essas características correspondem a armas produzidas durante o quarto e o quinto períodos da Idade do Bronze, embora análises de conservação ainda devam confirmar sua classificação exata. Além do valor arqueológico, a espada também representa um bem de enorme prestígio para a época. Segundo as Florestas Estatais da Polônia, um exemplar como esse poderia valer o equivalente a um rebanho inteiro de gado, tornando sua posse um símbolo de riqueza e status social. Isso reforça a ideia de que seu enterramento dificilmente teria ocorrido por acaso. A descoberta também resgata a memória arqueológica da região, afirma um comunicado no Facebook. Na década de 1920, duas espadas de bronze com cabos em forma de antena foram encontradas em um pântano na mesma área florestal e encaminhadas ao Museu Provincial de Gdańsk. No entanto, ambas desapareceram durante a Segunda Guerra Mundial. Agora, a espada recém-encontrada está sob os cuidados do escritório regional de patrimônio arqueológico, onde passará por processos de conservação e estudos detalhados. Após a conclusão das análises, o Conservador Provincial do Patrimônio decidirá qual museu ficará responsável por abrigar o artefato.
revistagalileu.globo.com
June 30, 2026 at 12:01 PM
Hallan en un bosque de Polonia una espada de la Edad del Bronce de 2.700 años en posición vertical

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#edaddelbronce #polonia

Ver resumen IA completo:
Hallan en un bosque de Polonia una espada de la Edad del Bronce de 2.700 años en posición vertical
Una espada de la Edad del Bronce con aproximadamente 2.700 años de antigüedad ha sido descubierta en un bosque cercano a Gdańsk, en Polonia, durante una prospección legal con detector de metales. El hallazgo se produjo cuando un detectorista experimentado localizó el arma parcialmente enterrada y en posición vertical en un suelo arenoso. En lugar de extraerla inmediatamente, alertó a las autoridades patrimoniales, lo que permitió una excavación arqueológica controlada. Los especialistas documentaron cuidadosamente la posición exacta de la espada antes de su extracción, ya que su ubicación podría aportar información relevante sobre prácticas rituales o deposiciones simbólicas en el paisaje durante la Edad del Bronce tardía. El arma, de unos 60 centímetros de longitud, pertenece a un tipo de espada de espiga (tang-hilted), cuyo mango orgánico se habría fabricado con materiales como madera, hueso o asta, hoy desaparecidos. La hoja de bronce conserva una pátina verdosa que ha protegido decoraciones grabadas, como surcos y motivos geométricos. Su datación preliminar se sitúa entre los años 900 y 700 a. C., aunque los estudios de conservación deberán confirmar su tipología exacta. Los arqueólogos destacan que la posición vertical sugiere una posible deposición intencionada, posiblemente con fines rituales o simbólicos, más que una pérdida accidental. No se hallaron otros objetos asociados en el entorno inmediato. Este tipo de armas tenía un gran valor en su época, comparable al de una importante propiedad ganadera, lo que indica que su posesión estaba vinculada a estatus social elevado. Además, el hallazgo se suma a otros descubrimientos previos en la misma zona forestal, donde ya se habían recuperado espadas de bronce en el siglo XX. El objeto será conservado y estudiado antes de ser asignado a un museo regional.
es.killbait.com
June 29, 2026 at 2:53 AM
Es increíble, con la supuesta cantidad de apacibles personas que pasean con el detector, que cada vez que pillamos a un "detectorista" NOS ESTÉ ROBANDO.

#NotAllPiteros

ileon.eldiario.es/actualidad/g...
La Guardia Civil pilla in fraganti a dos 'piteros' expoliando un yacimiento en Prado de la Guzpeña
Los agentes los sorprendieron con detectores de metales y diverso material de prospección en una zona de interés arqueológico, de la que habían extraído ya 137 piezas de distinta antigüedad
ileon.eldiario.es
June 17, 2026 at 3:41 PM
Confiscados 984 objetos arqueológicos a un solo 'detectorista' aficionado, entre ellos un luis de oro de 1736 y monedas romanas de Trajano y Marco Aurelio dozz.es/jl6se5
Confiscados 984 objetos arqueológicos a un solo 'detectorista' aficionado, entre ellos un luis de oro de 1736 y monedas romanas de Trajano y Marco Aurelio
Fue multado por posesión de bienes culturales sin justificación de procedencia.
dozz.es
May 3, 2026 at 5:40 PM
Moeda com cruz achada na Inglaterra pode ter ligação com invasão viking
Uma moeda de ouro descoberta por um detectorista de metais no Reino Unido pode ter relação com a invasão viking na Inglaterra no século 9. O item, encontrado em 2024 em um campo próximo à pequena vila de Elsing, em Norfolk, pode ter pertencido a um guerreiro do Grande Exército Pagão, que invadiu o território inglês em 865. Segundo o programa Portable Antiquities Scheme, administrado pelo Museu Britânico e pelo Amgueddfa Cymru - Museum Wales, a região onde a moeda foi encontrada está entre as primeiras áreas ocupadas pelo exército viking na costa leste da Inglaterra. A moeda, cunhada há mais de mil anos, é uma imitação de modelos mais conhecidos que foi transformada em um pingente ou medalhão para ser usada presa a um cordão no pescoço. Em entrevista à BBC, o numismata Simon Coupland — especialista no estudo de moedas, cédulas e medalhas —, afirmou que o objeto provavelmente pertenceu a um dos invasores. O item é uma cópia em ouro maciço de moedas “sólidas” cunhadas aproximadamente 50 anos antes da invasão pelo imperador carolíngio Luís, o Piedoso, filho de Carlos Magno. Os sólidos originais eram distribuídos a nobres de alto escalão do Império Carolíngio, já as cópias produzidas posteriormente provavelmente vieram da Frísia — área que atualmente abrange o norte da Holanda e o extremo oeste da Alemanha. De acordo com Coupland, essas cópias eram usadas como um tipo de “riqueza portátil” em toda a Escandinávia. Para o especialista, é provável que a moeda encontrada tenha sido usada como amuleto por um viking. “O achado em Norfolk é um exemplar particularmente excelente em comparação com a maioria. É uma cópia bastante fiel do original”, disse. Até agora, 22 moedas semelhantes já foram encontradas na Grã-Bretanha — um conjunto que, segundo Coupland, permite traçar a rota do Grande Exército Pagão pelo território. Ele também destaca que há divergências entre especialistas sobre a quantidade de moedas originais que ainda existem. “Um estudioso francês afirma que existem apenas três [exemplares], mas potencialmente existem até seis originais”, afirmou. Como destaca o site Live Science, o objeto passa agora por uma investigação oficial para determinar se deve ser classificado legalmente como “tesouro” e se será doado ou vendido a um museu. O Museu do Castelo de Norwich, em Norfolk, já manifestou interesse em adquirir a peça. A descrição no site do Portable Antiquities Scheme informa que a moeda de ouro apresenta duas perfurações acima da cabeça do imperador Luís, indicando que o lado com o retrato ficava voltado para a frente quando usada como medalhão. No verso dela, há uma cruz cristã, um símbolo que provavelmente não tinha valor religioso para quem a utilizava. Os vikings e outros povos nórdicos, incluindo o reino da Dinamarca, só começaram a se converter ao cristianismo no final do século 10. Invasão viking O “Grande Exército Pagão”, como os ingleses cristãos apelidaram a força viking, iniciou a invasão na Inglaterra em 865 sob liderança dos chefes dinamarqueses Ivar, o Desossado, Halfdan e Ubba, que afirmavam ser filhos do lendário rei viking Ragnar Lothbrok, constantemente retratado em sagas nórdicas. Especialistas ainda divergem sobre o tamanho do exército, já que estimativas variam de cerca de mil a mais de 5 mil guerreiros vikings. Com o avanço dos conflitos, o exército recebeu reforços vindos da Escandinávia em 871. Alguns anos depois, em 878, seus líderes fizeram um acordo com o rei inglês Alfredo, o Grande, estabelecendo o território viking conhecido como Danelaw. O acordo manteve os invasores fora das terras de Alfredo e criou uma região com leis próprias, que se estendeu por grande parte do leste e do norte da Inglaterra por mais de 50 anos. Décadas depois, os sucessores de Alfredo reconquistaram esses territórios e os reintegraram ao reino inglês, que, mais tarde, seria dominado pelos normandos em 1066.
revistagalileu.globo.com
April 10, 2026 at 12:42 AM
Enésimo objeto que ahora, gracias al detectorista que lo sacó de la tierra, ya no aporta información histórica.

Genial, oiga.

#NotAllPiteros
A metal detectorist in England found a rare 1,000-year-old Anglo-Saxon ring with runic writing. The inscription’s meaning is unclear, but it may show ownership or symbolism, offering insight into identity, belief, and status in early medieval society
Detectorist makes 'once-in-a-lifetime' medieval discovery as treasure branded 'one of the most significant' archaeological finds
The artefact, which dates to more than a millennium ago, features 16 runic characters arranged from left to right around its surface
www.gbnews.com
April 5, 2026 at 8:40 PM
Repito: CERO días desde que pillaron a un detectorista robándonos.

#NotAllPiteros

www.latribunadealbacete.es/noticia/z6cc...
Los pillan expoliando un yacimiento arqueológico en Ciudad Real
Estaban utilizando detectores de metales y azadas e intentaron ocultar las piezas arqueológicas que ya habían extraído
www.latribunadealbacete.es
March 17, 2026 at 5:10 PM
🚂 palavra do dia: detectorista
March 8, 2026 at 7:42 PM
Condenado un detectorista por fingir hallazgos de piezas compradas en internet
Durante casi cuatro años, una pequeña figura de cobre con forma de caballo ocupó un lugar destacado en el relato público sobre el pasado romano de la localidad inglesa de Lincolnshire. De cuello largo y curvado, apoyada sobre una peana transparente en una vitrina de museo, la pieza fue presentada como un hallazgo excepcional, una rareza arqueológica con escasos paralelos conocidos, capaz incluso de matizar lo que se sabía hasta entonces sobre la orfebrería romana en Britania. Hoy, ese mismo objeto se ha convertido en el centro de un caso judicial que ha acabado en condena .La historia comienza en el verano de 2019, cuando Jason Price, director de una funeraria en Grantham y detectorista 'amateur', aseguró haber desenterrado la figura durante un evento benéfico en un campo cercano a la localidad de Leasingham. Según su relato, la pieza apareció a unos veinte centímetros de profundidad, en un terreno agrícola muy removido por el arado, y en un primer momento la confundió con un simple trozo de chatarra. Esa escena, repetida más tarde en entrevistas y reportajes televisivos, ayudó a construir la imagen de un descubrimiento fortuito que despertó de inmediato el interés de especialistas y medios de comunicación.Los primeros análisis, realizados a través del Portable Antiquities Scheme , el programa oficial que registra los hallazgos arqueológicos efectuados por particulares en Inglaterra, situaron el objeto en la época romana, concretamente entre los siglos I y IV de nuestra era. El broche, conocido desde entonces como el caballo de Leasingham , fue descrito como una pieza singular. Esa valoración inicial llevó al museo The Collection , en Lincoln, a adquirirla en 2022 por 5.000 libras (unos 5.750 euros), gracias a una donación de la asociación Friends of Lincoln Museums and Art Gallery, e incorporarla a su exposición permanente.Noticia Relacionada Carnyx de bronce estandar No Un nuevo tesoro de la Edad de Hierro aporta evidencias sobre los guerreros celtas Ivannia Salazar Un carnyx de bronce hallado es una de las trompetas de guerra de este tipo más completas documentadas en toda EuropaLa pieza no tardó en convertirse en una de las más comentadas del museo . Apareció en el programa Great British History Hunters , emitido por Channel 4, y fue presentada como un ejemplo del papel que los detectoristas aficionados podían desempeñar en la ampliación del conocimiento histórico. Durante meses, miles de visitantes se detuvieron ante la vitrina atraídos por la historia del hallazgo y por la aparente excepcionalidad del objeto.188 objetosSin embargo, las dudas comenzaron a aflorar en febrero de 2023, ya que Price siguió presentando a las autoridades locales otros supuestos objetos romanos procedentes de distintas localizaciones. La responsable de examinarlos era la doctora Lisa Brundle , del consejo de Lincolnshire, cuya función consiste en evaluar y documentar los hallazgos notificados por detectoristas. El número de piezas extraordinarias supuestamente encontradas, algunas de ellas de tipos prácticamente desconocidos en el registro arqueológico británico, despertó sospechas, y la fíbula del caballo fue sometida a nuevas pruebas por parte de Historic England . Los análisis concluyeron que el objeto no podía datarse antes del siglo XVI , lo que descartaba de forma concluyente su origen romano. Poco después, una investigación policial confirmó que la pieza había sido adquirida por Price en eBay , donde existían registros de un objeto idéntico al expuesto en el museo.Hebilla falsa del caballo de Leasingham en un expositor. POLICÍA DE LINCOLNEl caso destapó un patrón más amplio. Entre 2019 y 2023, Price presentó un total de 188 objetos a las autoridades, entre los que figuraban otro broche con forma de caballo, una supuesta fíbula romana de rodilla, un hacha, un anillo de oro y un conjunto de monedas romanas en una vasija de cerámica. Los análisis realizados por instituciones como el Museo Británico revelaron niveles de aleación incompatibles con la antigüedad declarada y evidencias claras de que algunas piezas no habían permanecido enterradas durante siglos. Cuando se solicitó visitar uno de los lugares donde supuestamente se habían encontrado las monedas, Price alegó que el acceso estaba cerrado.En mayo del año pasado, se encontró en su casa, durante un registro policial, una copia de la fíbula del caballo . Durante un primer interrogatorio, Price negó haber cometido delito alguno, aunque posteriormente admitió haber comprado la pieza por internet y haber construido toda una historia en torno a ella.Esta semana, la justicia condenó a Price, de 54 años, a doce meses de prisión suspendida durante dos años, tras declararse culpable de cuatro delitos de fraude por falsa representación. El juez subrayó la gravedad de los hechos y el abuso de confianza que implicaron, y recordó que el supuesto hallazgo había sido tratado inicialmente como de gran relevancia científica. Aunque consideró que el caso merecía una pena de prisión, optó por suspenderla al estimar que el acusado es apto para la rehabilitación y presenta un bajo riesgo de reincidencia.Además de la condena suspendida, Price tendrá que abonar 1.000 libras en costas judiciales y 3.250 libras en compensación al consejo local, y además cumplir diez días de actividades de rehabilitación y 150 horas de trabajos no remunerados.
www.abc.es
January 11, 2026 at 1:03 AM
Hallazgo extraordinario: se ha encontrado en Norfolk el carnyx más completo encontrado hasta ahora.

Esto ha sido posible porque ningún detectorista lo ha encontrado antes y ha destruido el yacimiento para sacarlo.

www.theguardian.com/science/2026...
‘Extraordinary’ iron age war trumpet find in Britain may have Boudicca links
Bronze instrument or carnyx dug up in Norfolk in area inhabited by Celtic tribe led by warrior who fought Romans
www.theguardian.com
January 7, 2026 at 1:09 PM
La arqueóloga británica Tess Machling muestra un hallazgo que aporta mucha información porque ha sido desenterrado por profesionales.

Si lo hubiese encontrado un detectorista, se habría perdido TODA la información y, encima, habría que pagarle por haberla destruido si se quiere exponer en un museo.
Ok. So. Serious point.

With micro excavation of a find like this we will get maximum understanding - any preserved textiles/organics will be recovered.

Samples can be taken. The exact placing will be fully understood. The fragile find will be best protected. 🧵

#Archaeology 🏺
January 7, 2026 at 12:48 PM
Lo que se habría perdido si este hallazgo lo hubiera hecho un detectorista.
Ok. So. Serious point.

With micro excavation of a find like this we will get maximum understanding - any preserved textiles/organics will be recovered.

Samples can be taken. The exact placing will be fully understood. The fragile find will be best protected. 🧵

#Archaeology 🏺
January 7, 2026 at 11:55 AM
Mulher da era viking foi enterrada com conchas na boca em ritual desconhecido
A descoberta aparentemente simples de um broche metálico do século 9 levou arqueólogos noruegueses a um dos sepultamentos mais intrigantes já encontrados no país. O achado, feito por um detectorista de metais no condado de Trøndelag revelou o corpo de uma mulher da Era Viking enterrada com um ritual até então desconhecido, que incluía duas grandes conchas de vieira (um tipo de molusco) posicionadas na sua boca. Os pesquisadores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia (NTNU), responsáveis pelo projeto, relatam que a investigação começou quando Roy Søreng identificou uma fivela oval (joia característica das vestimentas femininas vikings) enquanto ele explorava um campo em Val, na região de Bjugn. O objeto estava perto da superfície, ameaçado pelo próximo preparo do terreno antes do plantio. Søreng e o proprietário da terra, Arve Innstrand, alertaram o Museu de Ciências da NTNU e o Conselho do Condado de Trøndelag sobre o item, desencadeando uma escavação que se mostrou surpreendente. “Durante a inspeção, percebemos que estávamos diante de uma nova sepultura com esqueletos que corriam sério risco de serem danificados”, destaca a arqueóloga Hanne Bryn, em comunicado publicado no dia 12 de novembro. Escavação do sítio arqueológico Debaixo do solo da fazenda, a equipe encontrou o esqueleto de uma mulher enterrada com roupas e duas fivelas ovais que prendiam as alças do vestido e uma pequena fivela circular que fechava o decote da anágua. Foi exatamente uma dessas fivelas que Søreng detectou. Esta maravilhosa fivela em forma de tigela está entre os achados da tumba Raymond Sauvage/Museu de Ciências da NTNU Aquilo que ninguém esperava, porém, era o posicionamento cuidadoso de duas grandes vieiras à altura da boca da falecida. As conchas estavam colocadas com a parte curva voltada para fora e a borda reta virada para cima, cobrindo parcialmente a mandíbula. Ao longo do sepultamento, os arqueólogos também encontraram pequenos ossos de pássaros – outro elemento ritual incomum. “O mais impressionante são as duas vieiras colocadas na boca do falecido. Essa é uma prática até então desconhecida em túmulos pré-cristãos na Noruega”, disse Raymond Sauvage, engenheiro sênior da NTNU e líder da escavação, em declaração ao site Live Science. Um ritual ainda sem decifração Os enterros vikings eram rituais cuidadosamente elaborados, nos quais joias, roupas e objetos funerários expressavam identidade, status e a memória da pessoa falecida. Os funerais eram eventos públicos, carregados de símbolos destinados aos presentes. Ainda assim, tanto as vieiras quanto os ossos de ave representam elementos que nunca haviam sido observados em sepulturas pré-cristãs na Noruega. É provável que tivessem um significado especial, já que a presença de conchas no túmulo não parece se relacionar com simbolismos cristãos posteriores, como a associação medieval das vieiras ao culto de São Tiago. As teorias ainda estão em aberto. Kristoffer Rantala e Hanne Bryn são arqueólogos do Museu de Ciências da NTNU. Aqui, durante a escavação da mulher em Bjugn Raymond Sauvage/Museu de Ciências da NTNU Diante da raridade do achado, o Ministério do Patrimônio Cultural do país destinou fundos emergenciais para garantir a preservação da sepultura. “Esta é uma descoberta incrivelmente empolgante. É muito raro encontrar um esqueleto tão bem preservado em sepulturas antigas. Esta descoberta tem grande valor para o patrimônio cultural e enorme potencial de conhecimento”, afirmou a ministra Hanna Geiran. A política também elogiou a colaboração de Søreng e Innstrand. “Gostaria de parabenizar tanto o proprietário do terreno quanto quem fez a descoberta por nos permitirem aprender um pouco mais sobre um período fascinante de nossa história comum”, lembrou ela. Possíveis laços familiares Este não é o primeiro achado no local. No início do ano, arqueólogos documentaram outro esqueleto extremamente bem preservado na mesma fazenda. No caso, o exemplar pertencia ao século 8, algo entre uma e três gerações mais antigo que a mulher das vieiras. A coincidência, porém, levantou novas perguntas: teriam essas pessoas relação familiar? Pertenciam à mesma comunidade ou linhagem? As respostas podem surgir com as análises planejadas pela equipe para o futuro próximo. Da fazenda em Bjugn onde a tumba viking foi encontrada Kristoffer Rantala/Museu de Ciências da NTNU “Vamos examinar o esqueleto, preservar os objetos e coletar amostras para datação e análise de DNA. O objetivo é aprender mais sobre a pessoa e sobre um possível parentesco com a descoberta anterior”, destaca Sauvage. Mais do que só DNA, os pesquisadores ainda irão estudar características como altura, sexo, sinais de doenças e idade aproximada, buscando reconstruir o perfil biológico e social da mulher.
revistagalileu.globo.com
November 25, 2025 at 6:48 PM
✨ Descubra um Tesouro Romano Escondido!
📝 Um detectorista fez uma descoberta incrível ao encontrar um tesouro romano que remonta a séculos! Um estudo recente revela sua origem e importância histórica. Venha se surpreender com essa história fascinante e mergulhe no mundo da exploração! Clique para
Detectorista Encontra Tesouro Romano E Estudo Revela Origem - INK|DESIGN NEWS
Hildesheim, Alemanha — InkDesign News — Um homem de 31 anos descobriu um notável tesouro da era romana com centenas de moedas de prata, um anel de ouro, uma
inkdesign.com.br
October 21, 2025 at 5:47 PM
Un detectorista aficionado halló por accidente un broche romano de 2.000 años que podría reescribir lo que sabemos sobre la presencia romana en Dorset.
“Creí que era un juguete barato”: encontró lo que parecía un pin infantil en el barro… y terminó desenterrando un broche romano que llevaba 2.000 años esperando ser descubierto
www.muyinteresante.com
October 3, 2025 at 2:02 PM
Un detectorista aficionado halló por accidente un broche romano de 2.000 años que podría reescribir lo que sabemos sobre la presencia romana en Dorset.
“Creí que era un juguete barato”: encontró lo que parecía un pin infantil en el barro… y terminó desenterrando un broche romano que llevaba 2.000 años esperando ser descubierto
www.muyinteresante.com
October 1, 2025 at 1:30 PM
Un detectorista aficionado halló por accidente un broche romano de 2.000 años que podría reescribir lo que sabemos sobre la presencia romana en Dorset.
“Creí que era un juguete barato”: encontró lo que parecía un pin infantil en el barro… y terminó desenterrando un broche romano que llevaba 2.000 años esperando ser descubierto
www.muyinteresante.com
September 29, 2025 at 12:49 PM