#dislipidemias
eu to achando patologia meio fraca na São Judas, mas posso vir aqui e me esbaldar

eaulas.usp.br/portal/cours...
November 7, 2024 at 12:48 PM
Diretriz de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose:

abccardiol.org/wp-content/u...
https://abccardiol.org/wp-content/uploads/2025/09/2025-0640_Diretriz-Brasileira-de-Dislipidemias-e-Prevencao-da-Aterosclerose-–-2025_Port.x66747.pdf
September 25, 2025 at 6:43 PM
Deixa-a estar sossegadinha a cumprir a sua função. A rosuvastatina é um fármaco potente que veio mudar para melhor tratamento de dislipidemias e até com efeitos de regressão de placa, se bem me recordo. Se um colega prescreveu, deixar estar sossegadinha a cumprir a sua função.
July 22, 2023 at 8:01 AM
Yo las dislipidemias las trato con simvastatina 20 mg, que pagadas sin receta financiada cuesta 1,56 euros aprox. Con financiación andará por los 90 céntimos. Y lo hago porque en ensayos a más de 5 años vista, en el grupo asignado a simva queda bastante más gente viva que en el grupo control.
April 12, 2026 at 11:58 PM
El almuerzo de hoy fue una especie de espagueti a la boloñesa picante a la que le pusieron cilantro picado encima (Para ellos eso es ensalada) y lo acompañaron con frijoles y 3 tortillas.
¿Saben que es lo gracioso? Estamos en plena campaña contra dislipidemias: Colesterol, trigliceridos y diabetes.
April 22, 2025 at 2:50 AM
Colesterol alto: novas diretrizes tornam valores mais rígidos e criam nova categoria de risco; saiba o que mudou
A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) atualizou suas diretrizes sobre dislipidemias (aumento dos níveis de colesterol e/ou triglicerídeos no sangue) e prevenção à aterosclerose. As novas regras trazem valores mais rígidos para avaliação do colesterol, uma nova classificação de risco considerado “extremo” e uma indicação para medir ao menos uma vez na vida uma lipoproteína cujo aumento tem origem genética e é associado a um risco maior de doenças cardíacas. A preocupação com o controle dos níveis de gordura no sangue não é à toa. O principal risco desse excesso é quando ele se acumula nas paredes das artérias e provocam o quadro chamado de aterosclerose, uma doença crônica caracterizada pelo enrijecimento dos vasos, restringindo o fluxo sanguíneo. Por consequência, é uma das causas mais comuns de doenças cardíacas como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), líderes em óbitos no Brasil e no mundo. De forma prática, as diretrizes mudaram o valor considerado ideal da lipoproteína de baixa densidade (LDL), o famoso “colesterol ruim”, para indivíduos de baixo risco cardíaco. Agora, o ideal passa a ser níveis de LDL de até 115 mg/dL, contra 130 mg/dL das regras anteriores, de 2017. Para as demais faixas de risco, o valor de referência permanece o mesmo: risco intermediário, inferior a 100 mg/dL; alto, abaixo de 70 mg/dL, e muito alto, menor que 50 mg/dL. No entanto, as novas diretrizes criaram uma nova categoria de risco cardíaco, o risco extremo, em que é indicado que o LDL não passe de 40 mg/dL. Essa classificação é definida baseada numa escala que leva em consideração uma série de fatores, como histórico familiar de doença cardiovascular precoce, obesidade, diabetes, esteatose hepática, entre outros. O documento também estabeleceu valores de referência mais rígidos para o não-HDL, medida que agrupa todo colesterol no sangue excluindo apenas o HDL, que é considerado o “bom”. O indicador passa a ser reconhecido como meta coprimária de controle, junto ao LDL, e ter o nível ideal de até 145 mg/dL para pessoas de baixo risco cardíaco, contra 160 mg/dL da diretriz anterior. Para as demais faixas de risco, o valor de referência permanece o mesmo: risco intermediário, inferior a 130 mg/dL; alto, menor que 100 mg/dL, e muito alto, abaixo de 80 mg/dL. No caso da nova categoria de risco extremo, o ideal é um não-HDL de até 70 mg/dL. Novos valores de referência para o colesterol De forma inédita, as diretrizes também passam a recomendar que ao menos uma vez na vida seja dosada a lipoproteína (a), também chamada de Lp (a). Essa gordura atua de forma semelhante ao LDL, elevando o risco de aterosclerose e de doença cardíaca. No entanto, ela tem origem genética, ou seja, não é influenciada por hábitos de vida, como má alimentação e sedentarismo. O ideal é que os níveis de Lp (a) estejam abaixo de 30 mg/dL (75 nmol/L). Essa forma de colesterol alto, porém, não tem hoje uma alternativa terapêutica, como as outras. Mas essa identificação é importante, explicam os cardiologistas, para que esses pacientes de maior risco sejam identificados e isso passe a ser levado em consideração na hora de avaliá-lo e definir o seu grau na escala de risco cardíaco. Outra novidade é que as diretrizes deste ano da SBC passam a orientar a pacientes com risco alto a extremo cardíaco que estejam com colesterol alto o uso de estatinas associadas à ezetimiba, terapias anti-PCSK9 e ácido bempedoico como primeira linha de tratamento, “especialmente em casos de intolerância às estatinas ou necessidade de redução adicional do risco cardiovascular”.
dlvr.it
September 23, 2025 at 2:14 PM
Lipoproteína (a): pior que colesterol ruim e silenciosa, molécula passa a ter indicação de exame; entenda
Em setembro, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) atualizou suas diretrizes sobre dislipidemias (aumento dos níveis de colesterol e/ou triglicerídeos no sangue) e prevenção à aterosclerose. As novas regras trouxeram de forma inédita a indicação para medir ao menos uma vez na vida uma gordura cujo aumento tem origem genética e é associado a um risco maior de doenças cardíacas: a lipoproteína (a), também chamada de Lp (a). Essa gordura atua de forma semelhante à lipoproteína de baixa densidade (LDL), o famoso “colesterol ruim”, elevando o risco de aterosclerose e de doença cardíaca por se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos. No entanto, ela tem origem genética, ou seja, não é influenciada por hábitos de vida, como má alimentação e sedentarismo. O ideal é que os níveis de Lp (a) estejam abaixo de 30 mg/dL (75 nmol/L). Porém, não existe hoje uma alternativa terapêutica para quando esse colesterol é alto. Ainda assim, essa identificação é importante, explicam os cardiologistas, para que esses pacientes sejam reconhecidos como de maior risco e isso passe a ser levado em consideração na hora da avaliação médica. — As novas diretrizes tem por objetivo orientar especialistas e clínicos gerais na identificação do risco cardiovascular, bem como no tratamento das dislipidemias, permitindo dessa forma reduzir a mortalidade por doença cardiovascular no Brasil — diz José Francisco Saraiva, membro da SBC e um dos autores das novas regras. A preocupação com o controle dos níveis de gordura no sangue não é à toa. O principal risco desse excesso é quando ele se acumula nas paredes das artérias e provocam o quadro chamado de aterosclerose, uma doença crônica caracterizada pelo enrijecimento dos vasos, restringindo o fluxo sanguíneo. Por consequência, tecidos do corpo irrigados por esses vasos deixam de ser oxigenados e começam a morrer. A aterosclerose é uma das causas mais comuns de doenças cardíacas graves como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), líderes em óbitos no Brasil e no mundo. As novas diretrizes também trouxeram valores mais rígidos para avaliação de outros tipos de colesterol. De forma prática, mudaram o valor considerado ideal do LDL, para indivíduos de baixo risco cardíaco. Agora, o adequado passa a ser níveis de até 115 mg/dL, contra 130 mg/dL das regras anteriores, de 2017. Para as demais faixas de risco, o valor de referência permaneceu o mesmo: risco intermediário, inferior a 100 mg/dL; alto, abaixo de 70 mg/dL, e muito alto, menor que 50 mg/dL. Além disso, as novas diretrizes criaram uma nova categoria de risco cardíaco, chamada de risco extremo, em que é indicado que o LDL não passe de 40 mg/dL. A definição da categoria de risco do paciente é feita com base numa escala que leva em consideração uma série de fatores, como histórico familiar de doença cardiovascular precoce, obesidade, diabetes, esteatose hepática, entre outros, inclusive os resultados do exame de Lp (a). O documento também estabeleceu valores de referência mais rígidos para o não-HDL, medida que agrupa todo colesterol no sangue excluindo apenas o HDL, que é considerado o colesterol “bom”. O não-HDL passa a ser reconhecido como meta coprimária de controle, junto ao LDL, e ter o nível ideal de até 145 mg/dL para pessoas de baixo risco cardíaco, contra 160 mg/dL da diretriz anterior. Para as demais faixas de risco, o valor de referência permaneceu o mesmo: risco intermediário, inferior a 130 mg/dL; alto, menor que 100 mg/dL, e muito alto, abaixo de 80 mg/dL. No caso da nova categoria de risco extremo, o ideal é um não-HDL de até 70 mg/dL. Novos valores de referência para o colesterol Outra novidade é que as diretrizes deste ano da SBC passaram a orientar a pacientes com risco alto a extremo cardíaco que estejam com colesterol alto o uso de estatinas associadas à ezetimiba, terapias anti-PCSK9 e ácido bempedoico como primeira linha de tratamento, “especialmente em casos de intolerância às estatinas ou necessidade de redução adicional do risco cardiovascular”.
dlvr.it
November 3, 2025 at 2:11 PM
Invita IMSS San Luis Potosí a población masculina a realizarse un chequeo preventivo anual

Las revisiones periódicas permiten identificar oportunamente factores de riesgo y enfermedades como diabetes, hipertensión arterial, dislipidemias y alteraciones de la salud prostática. · El Instituto…
Invita IMSS San Luis Potosí a población masculina a realizarse un chequeo preventivo anual
Las revisiones periódicas permiten identificar oportunamente factores de riesgo y enfermedades como diabetes, hipertensión arterial, dislipidemias y alteraciones de la salud prostática. · El Instituto recomienda acudir por lo menos una vez al año a los Módulos PrevenIMSS y adoptar hábitos saludables durante todas las etapas de la vida. El Instituto Mexicano del Seguro Social (IMSS) en San Luis Potosí recomienda a la población masculina fortalecer la cultura de prevención y el autocuidado mediante revisiones periódicas, alimentación equilibrada, actividad física y atención oportuna de factores de riesgo que pueden afectar su salud y calidad de vida.
acontecersanluis.wordpress.com
September 10, 2026 at 6:00 PM
não amg
são 8

Tratamento da diabetes
Tratamento de dist. tireoidianas
Tratamento da hipertensão
Tratamento das dislipidemias
Tratamento da isquemia miocárdica e icc
Tratamento das arritmias
Drogas que atuam no sist. colinérgico
Drogas que atuam no sist. adrenérgico
September 2, 2024 at 10:35 PM
AMP publica!
"Lipemia na Dádiva de Sangue: Quais as Implicações?"

Leia o artigo completo em:
www.actamedicaportuguesa.com/revista/inde...

#dadoresdesangue #dislipidemias #hipercolesterolemia #hipertrigliceridemia #actamedicaportuguesa
September 22, 2025 at 8:55 AM
¿Qué intervenciones no farmacológicas son efectivas en tratamiento
de dislipidemias en Atención Primaria? [Sacyl] http://awe.sm/i52GZ
Home - Awe.some
awe.sm
November 17, 2024 at 2:06 PM
Exame de apolipoproteína (a) pode ser decisivo na saúde do coração
www.em.com.br/bem-viver/20...
Exame de apolipoproteína (a) pode ser decisivo na saúde do coração
Dosagem da Lp (a) deve ser feita pelo menos uma vez na vida, segundo Diretriz de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose
www.em.com.br
March 17, 2026 at 9:30 PM
📢 #SEEN25 🔬 SESIÓN NOVEDADES 1 – DIABETES / LÍPIDOS
Novedades terapéuticas en el manejo de las #dislipidemias

👨‍⚕️ Ponente: Dr. Manuel Antonio Botana López
🗣️ "El tratamiento de la hipercolesterolemia y de las dislipemias está en constante evolución."
📅 15 de octubre, 8:45 h.
September 24, 2025 at 3:06 PM
Qual o nível de colesterol ideal a partir de agora? Entenda a nova diretriz
A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) atualizou suas diretrizes sobre dislipidemias (aumento dos níveis de colesterol e/ou triglicerídeos no sangue) e prevenção à aterosclerose. As novas regras trazem valores mais rígidos para avaliação do colesterol, uma nova classificação de risco considerado “extremo” e uma indicação para medir ao menos uma vez na vida uma lipoproteína cujo aumento tem origem genética e é associado a um risco maior de doenças cardíacas. Dieta, sono, atividade física: psiquiatras indicam o estilo de vida capaz de reduzir o risco do Alzheimer Higiene pessoal: o que é mais benéfico, tomar banho de manhã ou antes de dormir? A preocupação com o controle dos níveis de gordura no sangue não é à toa. O principal risco desse excesso é quando ele se acumula nas paredes das artérias e provocam o quadro chamado de aterosclerose, uma doença crônica caracterizada pelo enrijecimento dos vasos, restringindo o fluxo sanguíneo. Por consequência, é uma das causas mais comuns de doenças cardíacas como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), líderes em óbitos no Brasil e no mundo. — A diretriz tem por objetivo orientar especialistas e clínicos gerais na identificação do risco cardiovascular, bem como no tratamento das dislipidemias, permitindo dessa forma reduzir a mortalidade por doença cardiovascular no Brasil — diz José Francisco Saraiva, membro da SBC e um dos autores das novas regras. De forma prática, as diretrizes mudaram o valor considerado ideal da lipoproteína de baixa densidade (LDL), o famoso “colesterol ruim”, para indivíduos de baixo risco cardíaco. Agora, o ideal passa a ser níveis de LDL de até 115 mg/dL, contra 130 mg/dL das regras anteriores, de 2017. Para as demais faixas de risco, o valor de referência permanece o mesmo: risco intermediário, inferior a 100 mg/dL; alto, abaixo de 70 mg/dL, e muito alto, menor que 50 mg/dL. Autismo e paracetamol: ‘As evidências continuam inconsistentes’, diz OMS No entanto, as novas diretrizes criaram uma nova categoria de risco cardíaco, o risco extremo, em que é indicado que o LDL não passe de 40 mg/dL. Essa classificação é definida baseada numa escala que leva em consideração uma série de fatores, como histórico familiar de doença cardiovascular precoce, obesidade, diabetes, esteatose hepática, entre outros. O documento também estabeleceu valores de referência mais rígidos para o não-HDL, medida que agrupa todo colesterol no sangue excluindo apenas o HDL, que é considerado o “bom”. O indicador passa a ser reconhecido como meta coprimária de controle, junto ao LDL, e ter o nível ideal de até 145 mg/dL para pessoas de baixo risco cardíaco, contra 160 mg/dL da diretriz anterior. Para as demais faixas de risco, o valor de referência permanece o mesmo: risco intermediário, inferior a 130 mg/dL; alto, menor que 100 mg/dL, e muito alto, abaixo de 80 mg/dL. No caso da nova categoria de risco extremo, o ideal é um não-HDL de até 70 mg/dL. Amor, sobrecarga, problemas emocionais: A realidade de quem cuida de pessoas com Alzheimer (83,6% são os próprios familiares) Novos valores de referência para o colesterol De forma inédita, as diretrizes também passam a recomendar que ao menos uma vez na vida seja dosada a lipoproteína (a), também chamada de Lp (a). Essa gordura atua de forma semelhante ao LDL, elevando o risco de aterosclerose e de doença cardíaca. No entanto, ela tem origem genética, ou seja, não é influenciada por hábitos de vida, como má alimentação e sedentarismo. O ideal é que os níveis de Lp (a) estejam abaixo de 30 mg/dL (75 nmol/L). Essa forma de colesterol alto, porém, não tem hoje uma alternativa terapêutica, como as outras. Mas essa identificação é importante, explicam os cardiologistas, para que esses pacientes de maior risco sejam identificados e isso passe a ser levado em consideração na hora de avaliá-lo e definir o seu grau na escala de risco cardíaco. Outra novidade é que as diretrizes deste ano da SBC passam a orientar a pacientes com risco alto a extremo cardíaco que estejam com colesterol alto o uso de estatinas associadas à ezetimiba, terapias anti-PCSK9 e ácido bempedoico como primeira linha de tratamento, “especialmente em casos de intolerância às estatinas ou necessidade de redução adicional do risco cardiovascular”.
dlvr.it
September 25, 2025 at 12:56 PM