#dispersores
Formación Mirlo con sus aviones de turbohélice, pero el Ejército del Aire ha estado probando durante los últimos meses la instalación de dispersores de humo en los cazas Eurofighter. Este lunes será su estreno, ofreciendo una imagen
October 12, 2026 at 1:13 AM
Enfoque novedoso para probar la interacción entre la mecánica cuántica y la gravedad utilizando dispersores de QED de cavidad con transiciones atómicas ultraestrechas, permitiendo la detección de corrimiento al rojo gravitacional a escala centimétrica—una alternativa de labora...
Detección de Corrimiento al Rojo Gravitacional a Escala de Laboratorio mediante Interferometría Fotónica Mejorada por QED de Cavidad
iq.fp2.dev
October 14, 2026 at 3:36 PM
Pesquisa tenta ajudar morcegos a restaurar áreas desmatadas
Uma parceria entre pesquisadores da Embrapa Florestas, do Instituto Federal do Paraná (IFPR) e da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) identificou compostos aromáticos sintéticos capazes de atrair morcegos dispersores de sementes. Sandra Mikich, da Embrapa, que desenvolve o projeto ao lado de Gledson Bianconi (IFPR) e Lays Cherobim (PUC-PR), conta que a ideia é estudada desde 2003, quando surgiu a partir da observação do comportamento desses animais, e pode ir além da restauração de áreas desmatadas. Segundo ela, a técnica também pode complementar outras estratégias de recuperação florestal ao aproximar os morcegos de áreas degradadas. Para isso, é importante que existam remanescentes de vegetação nativa próximos, como Reservas Legais e APPs, que funcionam como áreas-fonte de alimento e, consequentemente, de sementes. Além disso, o uso dos compostos sintéticos pode reduzir os custos da restauração florestal, já que dispensa a coleta de grandes quantidades de frutos para a extração dos óleos e aproveita os próprios morcegos para dispersar as sementes. O pontapé inicial Mikich conta que a pesquisa parte de uma relação já conhecida entre morcegos consumidores de frutas e determinadas plantas. A partir disso, eles descobriram que os aromas desses frutos são suficientes para atrair os morcegos e, posteriormente, passaram a investigar quais substâncias são responsáveis por essa resposta. Leia mais: Morcegos são perigosos? Saiba mais sobre o animal e como lidar com ele Morcegos que se alimentam de insetos podem beneficiar a agricultura A pesquisadora conta que o ponto de partida foi uma questão de comportamento animal e o desafio de encontrá-los em meio a uma floresta. "Em alguns hectares, podemos ter centenas ou até milhares de espécies diferentes de plantas. Então, como eles conseguem chegar exatamente àquela planta?", indagou Sandra Mikich. De acordo com a pesquisadora, no Brasil, existem cerca de 186 espécies de morcegos. Ela explica que os pesquisadores consideraram que a visão e a ecolocalização, sistema de orientação que os animais seguem a partir de sons, não seriam suficientes para explicar a localização dos frutos. Por isso, passaram a investigar o olfato do animal, já que os frutos liberam compostos responsáveis pelo aroma, e os morcegos, como outros mamíferos, têm o sentido desenvolvido. Lays Cherobim instalando o septo de borracha Gledson Bianconi/Embrapa Para testar a hipótese, os pesquisadores coletaram frutos de Ficus, Piper e Solanum e extraíram os óleos essenciais. Em seguida, utilizaram os aromas em experimentos com redes de captura instaladas na floresta. "Fizemos redes com aroma e redes sem aroma. E vimos que os morcegos iam para as redes com aroma", conta Mikich Segundo ela, os resultados também mostraram correspondência entre os aromas e os gêneros de morcegos. O próximo passo Com essa análise, os pesquisadores pensaram em novas aplicações voltadas à restauração florestal, considerando o poder de espalhamento de sementes dos morcegos, que atuam como importantes dispersores. A pesquisadora conta que, por conta do sistema digestivo curto, os morcegos liberam as sementes em cerca de 20 minutos e, no máximo, uma hora. "Eles estão constantemente comendo e defecando. E defecam enquanto estão voando", explica. Esse comportamento faz com que os animais espalhem sementes por grandes áreas. Os pesquisadores chamam o processo de "chuva de sementes". Sabendo que essa dispersão já ocorre naturalmente, o objetivo da técnica foi aproveitar o mesmo mecanismo em áreas degradadas, atraindo os morcegos para pontos específicos. Com isso, o aroma passou a funcionar como uma fonte artificial de informação sobre a presença de alimento. "Eles sentem o cheiro da comida, mas não encontram a comida. Com isso, ficam voando em torno daquele ponto, fazendo um movimento parecido com o símbolo do infinito", diz a pesquisadora O surgimento do composto sintético e a nova etapa Apesar dos resultados, havia um problema para transformar a técnica em uma ferramenta de restauração em maior escala: a quantidade de frutos necessária para produzir os óleos essenciais. "Muitas vezes, era necessário meio quilo de fruto para obter uma quantidade muito pequena de óleo", afirma Mikich. Além do baixo rendimento, a coleta dos frutos retiraria recursos da própria floresta, que também são utilizados pelos morcegos e por outros animais. "Você depende de ir na natureza coletar uma grande quantidade de frutos. Isso significa retirar um recurso, sementes e alimento que também são utilizados por outros animais, inclusive pelos próprios morcegos", explica. Com isso, a equipe passou a investigar a composição química dos óleos na tentativa de identificar quais substâncias estavam relacionadas à atração dos morcegos. O grupo então analisou os componentes dos óleos em laboratório e identificou os principais compostos presentes. Depois, verificou quais deles estavam disponíveis comercialmente para testar se poderiam produzir o mesmo efeito dos óleos naturais. A mudança permitiria utilizar quantidades muito menores de uma substância específica, sem depender da coleta de frutos silvestres. Posteriormente, testaram os compostos isolados nos morcegos mantidos em seus cativeiros, observando o número de aproximações, a velocidade da resposta e o tempo que os animais permaneciam interessados no aroma. Os resultados indicaram que os compostos podem provocar respostas diferentes. "Alguns compostos têm um papel de provocar uma resposta muito rápida. Eles funcionam como um primeiro sinal, como se dissessem imediatamente: 'comida'", explica Mikich Outras substâncias provocam uma resposta mais prolongada, que pode ser mais importante para manter os morcegos sobrevoando a área durante mais tempo. Colônia cativa Gledson Bianconi/Embrapa A pesquisa está agora na etapa de refinar essas respostas. Os pesquisadores testam quais compostos são mais eficientes e se combinações de duas ou três substâncias podem produzir uma atração mais duradoura. Uma alternativa aos altos custos Sandra Mikich afirma que o intuito da pesquisa não é substituir métodos convencionais e tradicionais de restauração, como o plantio manual de mudas, por exemplo. Apesar disso, eles apresentam um alto custo, além de necessitarem de uma ampla disponibilidade de espécies nativas para serem plantadas e suas sementes. Além disso, a pesquisadora destaca que os viveiros comerciais oferecem apenas uma parcela da diversidade encontrada em uma floresta. "Não queremos colocar apenas meia dúzia de espécies de plantas que conseguimos encontrar comercialmente. Queremos espécies que realmente ocorram naquela área", afirma Mikich Os morcegos podem contribuir justamente com essa diversidade, levando sementes de espécies presentes nos fragmentos florestais próximos.
globorural.globo.com
September 20, 2026 at 11:29 AM
🐺🫐 Los #lobos no solo son #depredadores Un estudio revela que las #semillas de #arándano que atraviesan su aparato digestivo germinan antes y con mayor éxito, lo que puede convertirlos en dispersores de plantas a larga distancia #Biodiversidad #Ecología
Los lobos ayudan a los arándanos a germinar y dispersarse
www.ecoavant.com
September 16, 2026 at 10:27 AM
September 12, 2026 at 10:27 AM
Pesquisa diz que aromas sintéticos atraem morcegos dispersores de sementes
Pesquisa diz que aromas sintéticos atraem morcegos dispersores de sementes
Pesquisadores desenvolvem método mais barato e simples para recuperar ecossistemas degradados usando morcegos e aromas. Leia no Poder360.
www.poder360.com.br
September 12, 2026 at 10:18 AM
#Agro 🦇 Pesquisa diz que aromas sintéticos atraem morcegos dispersores de sementes

➡️ Pesquisadores desenvolvem método mais barato e simples para recuperar ecossistemas degradados usando morcegos e aromas

⬇️ Leia no Poder360: www.poder360.com.br/poder-agro/p...
Pesquisa diz que aromas sintéticos atraem morcegos dispersores de sementes
Pesquisadores desenvolvem método mais barato e simples para recuperar ecossistemas degradados usando morcegos e aromas. Leia no Poder360.
www.poder360.com.br
September 12, 2026 at 1:15 PM
Sapucaia
Nome científico: Lecythis pisonis

Nativa da Mata Atlântica e da Amazônia, ocorre tb no Cerrado. Medicinal, ornamental, madeireira (dormentes, inst musicais, brinquedos etc); castanhas (sementes) são comestíveis e apreciadas pela fauna, especialmente por morcegos, dispersores das sementes
September 10, 2026 at 10:09 PM
La policía estaría encantada de incendiar la ayuda de Cruz roja. Las FFCCSSEE se están 'reconvertiendo' en dispersores de odio y represión.
En un país en que la mitad de la población tiene miedo de las FFCCSSEE y de los jueces no es un país democrático.
August 28, 2026 at 6:06 AM
Nosotros hemos muestreado alguna semilla de Bryonia dioica en trampas de semilla y mediante análisis de ADN (barcoding) hemos identificado a la curruca capirotada y al rabilargo como dispersores

El libro Bird and Berries de los Snow sí que tiene bastantes interacciones con frugívoros en UK 👇
August 21, 2026 at 9:19 PM
Sim, morcegos frugívoros são excelentes dispersores de sementes
August 12, 2026 at 11:53 AM
Mañana celebramos el día mundial del Elefante 🐘

¿Sabías que los elefantes son los mamíferos terrestres más grandes y mantienen los ecosistemas de bosques y sabanas, fomentando una rica #biodiversidad?

Aprende más con esta infografía de la IPBES 👇
August 11, 2026 at 2:01 PM
Estranha planta parasita se espalha com ajuda de animal inesperado
Uma planta parasita pouco conhecida encontrou um aliado improvável para espalhar suas sementes: o caranguejo-eremita terrestre (Coenobita brevimanus). O comportamento foi registrado em uma floresta costeira de uma ilha tropical japonesa próxima a Okinawa e, segundo pesquisadores da Universidade de Kobe, representa a primeira evidência de que os crustáceos conseguem atuar como dispersores de sementes, carregando-as fora do corpo ou mesmo eliminando algumas delas após a passagem pelo sistema digestivo. A descoberta envolve a Balanophora fungosa, uma espécie de planta que não possui a coloração verde típica da maioria das espécies vegetais porque não produz seu próprio alimento por meio da fotossíntese. Em vez disso, ela é um parasita que obtém recursos de outras plantas. Ela se conecta às raízes de seus hospedeiros e retira delas os nutrientes necessários para sobreviver. O comportamento foi descrito pelo botânico Kenji Suetsugu, em estudo publicado nesta terça-feira (11) na revista Ecology. De acordo com o pesquisador, a relação recém-descoberta ajuda a responder como uma planta que produz até 1 milhão de sementes minúsculas consegue espalhá-las em uma floresta onde o vento tem pouca força e o solo permanece úmido – uma dúvida que intrigava os especialistas há anos. Pistas apontavam para pequenos animais À primeira vista, a Balanophora fungosa pode ser confundida com um cogumelo. Sua aparência pouco convencional é consequência, em parte, de seu modo de vida. Como parasita, ela não depende da fotossíntese para produzir energia e possui características bastante diferentes das plantas verdes mais conhecidas. Essa espécie produz enormes quantidades de sementes, mas cada uma é extremamente pequena. Assim, para que uma nova planta consiga surgir em outro ponto da floresta, portanto, essas sementes precisam ser transportadas para longe da planta de origem. Nesse sentido, a hipótese mais intuitiva seria a de que elas simplesmente caíssem no chão e fossem carregadas pelo vento. O problema é que as condições do ambiente tornam essa explicação pouco convincente. “Muitas pessoas supunham que elas simplesmente caíam por gravidade e eram levadas pelo vento, mas o solo úmido e sem vento da floresta torna isso bastante improvável”, afirma Suetsugu, em comunicado. A Balanophora fungosa tem cores opacas, um cheiro de levedura e frutos que se desprendem facilmente, então o botânico Kenji Suetsugu, da Universidade de Kobe, suspeitou que os dispersores fossem formigas. Mas quando ele cobriu as plantas com redes que permitiam a passagem de formigas, mas não de animais maiores, descobriu que os frutos da planta não eram mais coletados Kenji Suetsugu Estudos anteriores de Suetsugu já haviam mostrado que plantas da família Balanophoraceae, à qual pertence a espécie estudada, podem contar com pequenos invertebrados para transportar seus frutos. Essas pequenas estruturas têm coloração pouco chamativa, apresentam um aroma semelhante ao de levedura e, dependendo da espécie, podem ficar firmemente presos à planta ou se desprender com facilidade. Sua equipe já havia observado que formigas, grilos e baratas podem participar desse processo. A hipótese inicial, portanto, era que a Balanophora fungosa também tivesse nas formigas seus principais parceiros. Para testar a ideia, Suetsugu cobriu as plantas com redes que permitiam a passagem das formigas, mas impediam a entrada de animais maiores. O resultado contrariou a expectativa, uma vez que os frutos deixaram de ser coletados. A pista indicava que havia um animal de maior porte envolvido. Foi então que o pesquisador recorreu a câmeras de lapso de tempo, capazes de registrar imagens em intervalos determinados e acompanhar o que acontecia ao redor das plantas durante períodos prolongados. Caranguejo encarregado por transportar as sementes As câmeras revelaram que, durante a noite, caranguejos-eremitas terrestres aproximavam-se das plantas e raspavam os pequenos frutos com suas pinças. Em algumas ocasiões, chegavam a remover praticamente todo o conjunto de frutos produzido por uma planta. O comportamento levava parte dos frutos a ficarem presos ao seu corpo. Não à toa, Suetsugu encontrou animais transportando essa carga a até 100 metros de distância da planta original. Isso é o que os pesquisadores chamam de dispersão externa de sementes: o animal funciona como um veículo, carregando a estrutura reprodutiva de uma planta em seu corpo e eventualmente deixando-a em outro local. Mas o fenômeno não terminava aí. Verificou-se também que algumas sementes ingeridas pelos caranguejos eram capazes de sobreviver à passagem pelo trato digestivo dos animais. Ou seja, o caranguejo ainda pode atuar como um dispersor interno. Nesse caso, o animal come a estrutura que contém a semente, a semente passa pelo seu sistema digestivo e posteriormente é eliminada em outro ponto. Tal combinação de mecanismos mostrou-se especialmente relevante, pois indica que o mesmo animal pode transportar sementes grudadas ao corpo e, ao mesmo tempo, deslocar outras dentro do próprio organismo. “Fiquei entusiasmado com essa descoberta porque esses animais geralmente são considerados onívoros, necrófagos ou predadores de sementes, em vez de potenciais parceiros da planta”, explica o autor. Cheiro pode ser responsável pela interação Suetsugu não registrou os animais próximos às plantas ainda imaturas. Tal observação sugere que os caranguejos não estavam simplesmente encontrando os exemplares por acaso enquanto procuravam alimento no chão da floresta. Uma possibilidade é que o aroma característico das plantas maduras funcione como um sinal para os animais. O cheiro semelhante ao de levedura já era conhecido entre espécies da família Balanophoraceae. No caso da Balanophora fungosa, ele pode funcionar como uma espécie de indicação química de que há alimento disponível. Para um animal onívoro que percorre o chão da floresta em busca de praticamente qualquer recurso que possa consumir ou agarrar com as pinças, um odor específico pode ser uma maneira eficiente de localizar uma fonte de alimento. Se essa hipótese for confirmada por pesquisas futuras, a relação entre a planta e o caranguejo poderá ser ainda mais sofisticada do que parecia inicialmente. A planta produziria um recurso alimentar e um sinal químico capaz de atrair o animal, enquanto ele, ao se alimentar, ajudaria involuntariamente a espalhar suas sementes. “Quando se trata de dispersão de sementes, os grandes vertebrados têm recebido a maior parte da atenção, mas os invertebrados de pequeno porte são frequentemente negligenciados”, observa Suetsugu. “No entanto, como mostra o estudo, eles também podem ajudar a manter o movimento das sementes, especialmente em ilhas, em habitats fragmentados e em solos florestais sombreados.”
revistagalileu.globo.com
August 12, 2026 at 1:51 PM
O segredo da Amazônia pode estar em uma rede invisível que liga flores, aves, mamíferos e árvores

Uma árvore amazônica não depende apenas do solo para existir. Suas…

https://revistaamazonia.com.br/o-segredo-da-amazonia-pode-estar-em-uma-rede-invisivel-que-liga-flores-aves-mamiferos-e-arvores-nn/
O segredo da Amazônia pode estar em uma rede invisível que liga flores, aves, mamíferos e árvores
Uma árvore amazônica não depende apenas do solo para existir. Suas flores precisam de visitantes, seus frutos podem depender de animais dispersores e suas sementes precisam alcançar lugares onde consigam germinar. Uma nova análise reuniu dados de 5.201 espécies de árvores para mostrar a dimensão dessa rede de relações. O estudo, publicado na Communications Biology, compilou interações de polinização e dispersão em uma escala que cobre cerca de metade da diversidade arbórea conhecida da Amazônia. Leia o artigo científico. Ao acompanhar essas conexões, entendi que a floresta é menos uma coleção de árvores e mais uma rede de encontros.
revistaamazonia.com.br
August 7, 2026 at 10:01 PM
⚠️ "El 60% de las 🌱 plantas europeas tienen al menos a uno de sus dispersores en vías de extinción y un tercio de las especies vegetales, más de uno. En conjunto, al menos el 30% de las interacciones planta animal están amenazadas"
#Ciencia #extinción

elpais.com/ciencia/2024-1…
Las plantas europeas se están quedando sin animales que dispersen sus semillas
Hasta un tercio de los dispersadores están amenazados de extinción o en declive, comprometiendo el futuro de muchas especies vegetales
elpais.com
February 3, 2025 at 3:25 PM
Se ha publicado un nuevo artículo en el blog de la
@eco-aeet.bsky.social (la asociación que edita nuestra revista). ¿Sabías que las gaviotas pueden actuar como dispersores de resistencias a antibióticos en determinados ecosistemas?
blogaeet.org/2024/12/10/g...
Gaviotas como centinelas y dispersores de resistencias a antibióticos en ambientes agrícolas
El reto global de la resistencia a los antimicrobianos viene derivado del uso excesivo de antibióticos tanto en medicina humana como veterinaria. La aparición y propagación de bacterias resistentes…
blogaeet.org
December 10, 2024 at 4:14 PM
Las investigadoras estiman que 1/3 de estas interacciones están amenazadas: las especies que participan en ellas están catalogadas como casi amenazadas, amenazadas o en declive por la UICN. Un 30% de las especies de plantas tienen la mayoría de sus dispersores en la categoría de gran preocupación.
November 22, 2024 at 6:43 AM
13. Random fact: los dispersores de las semillas de los Ginkgo biloba (cuyas hojas son mi foto de perfil) eran los dinosaurios.
November 30, 2024 at 12:10 AM
Prueba rigurosa de que N→∞ dispersores puntuales de rango cero en R² y R³, bajo escalado de campo medio, convergen mediante Γ-convergencia de formas cuadráticas a un operador de Schrödinger con un potencial electrostático regular.

#MecánicaCuántica #FísicaMatemática #Investigación
Homogeneización de Interacciones Puntuales en Mecánica Cuántica
iq.fp2.dev
March 28, 2026 at 12:47 AM