#empreendorismo
EMPREENDORISMO
September 19, 2026 at 10:55 PM
Eu odeio a palavra EMPREENDORISMO
September 18, 2026 at 1:55 PM
Ah, mas claro que iria enfiar o empreendorismo no meio...
September 14, 2026 at 1:19 AM
O Que A Festa Do Avante Me Ensinou Sobre Empreendorismo
September 5, 2026 at 12:39 PM
Minha impressao é q a maneira mais honesta é alguma teoria nao preferencialista etc mas tslvez ate de pra argumentar puxando um tullock. A ideia é q problema da obsessao com empreendorismo é que a funcao ideal so lega a otimo social se for combinada com algum domain knowledge sabe... senao é so
August 26, 2026 at 1:29 AM
Pensei em escrever um texto Bobo meio de blog sobre o welfare cost de empreendorismo. A grande sacada basica smithiana é como matriz institucional pode afunilar comportamentos autointeressados em otimos sociais
August 26, 2026 at 1:29 AM
Ticiana Rolim Queiroz lidera ONG que combate a pobreza
Aconselhada a não trabalhar, Ticiana Rolim Queiroz rompeu barreira familiar e criou negócio social
Herdeira do grupo C.Rolim fundou e dirige a Somos Um, voltada a empreendorismo e educação
www1.folha.uol.com.br
July 12, 2026 at 7:05 AM
Idealizador do Rio2C detalha seu próximo passo, o SP2B, com foco no empreendorismo
Há pouco mais de um mês, Jorge Drexler curtia o Samba do Trabalhador, no bairro do Andaraí, Zona Norte do Rio de Janeiro, ao lado do jornalista Chico Regueira quando uma produtora avistou a dupla. A ideia veio na hora, e o convite também: ‘quer falar no Rio2C?’ O uruguaio topou de imediato e ficou de aparecer no dia seguinte ao show que faria no Circo Voador, marcado para 27 de maio. A palestra (mediada pelo próprio Regueira) foi uma das mais concorridas da edição e resume bem como a informalidade carioca ajudou a moldar a personalidade do maior evento de criatividade da América Latina. Rafael Lazarini, seu idealizador, celebra justamente isso: o fórum, que um dia mirou o SXSW, de Austin, no Texas, virou um ponto de encontro com o sotaque carioca, capaz de aproximar naturalmente a indústria dos criadores. Nesta conversa, o CEO avalia que o Rio2C chegou à maturidade e projeta o SP2B, evento-irmão também produzido pela Da20 que estreará no Ibirapuera, em São Paulo, em 2027. Em oito edições, o Rio2C saiu de um hotel para a Cidade das Artes. O que o evento ganha e o que perde ao crescer? A gente deixou de ser um evento setorial do audiovisual para virar um grande hub internacional de indústrias criativas. É óbvio que, quando você ganha escala, algumas coisas se perdem no processo. Mas eu sempre falo: não é sobre o tamanho, mas o que o tamanho permite. Acho que a gente atingiu a maturidade… Não precisa continuar crescendo. Chegamos ao patamar de impacto e de visibilidade que permite mudar o ponteiro de algumas coisas. Como a maturidade citada se expressa nesta edição? Esta edição consolidou duas coisas. Uma é a internacionalização. Não é que a gente tinha palestrantes de X países, são delegações oficiais. Sediamos o Foro Ibero-Americano de Autoridades de Cultura, com ministros de 15 países. Outra é a institucionalização. Existe aquela reação inicial: “é um evento da sociedade civil, privado, o poder público não pode estar aqui”. Isso é uma miopia. Sem o envolvimento do poder público você não cria projetos transformadores; e o poder público sem a sociedade civil também não existe. Tudo o que acontece no Rio ganha um molejo carioca. Qual é a identidade do Rio2C que a diferencia de festivais semelhantes mundo afora? A gente tem a informalidade do Rio, e conseguiu ser bem-sucedido numa alquimia difícil: trazer essa informalidade junto com uma produção muito profissional. A gente é obcecado com horário, com o cuidado em cada detalhe. E a Cidade das Artes ajuda, você não está preso num saguão de hotel, numa caixa fechada. É um espaço inspiracional, com a cidade ali, o vento entra, o sol entra. Num tema candente como a IA, o Rio2C se coloca como praça neutra de discussão? A gente se coloca como essa praça pública. Na curadoria, trazemos perspectivas diferentes sobre o mesmo tópico, às vezes antagônicos. Mas a gente não gosta de criar polêmica por criar. Não precisa expor uma pessoa ou outra; o cuidado é representar os diversos matizes que o tema tem. [IA] É um tema profundo, que vai mudar a sociedade. Mas, até que se prove o contrário, a gente ainda é do time que acredita que o componente humano, o da criatividade, é um reduto humano. Vamos à nova aposta, o SP2B. Por que São Paulo precisava de um evento assim? A gente identificou que, apesar de São Paulo ser um dos maiores destinos globais de eventos, faltava um com a cara da cidade. Você tem a Virada Cultural, a Parada... Fora isso, o que mais projeta a cidade talvez seja a Fórmula 1, que é uma franquia. Na hora que a prefeitura para de dar o cheque, vira GP de outro lugar. A gente viu a necessidade de apresentar São Paulo por outra perspectiva, para sair da imagem de centro financeiro. Não há risco dos eventos canibalizarem público e atenção? Faço questão de frisar: a gente não está fazendo Rio2C em São Paulo. O ponto de partida é outro, mas são complementares. Se o Rio2C está no domínio da criatividade e da ideação, São Paulo está no do empreender. E não é o empreendedorismo clássico. A etimologia de empreender é tomar pra si: é agir, botar a mão na massa, transformar em realidade. Isso está na cultura paulistana. A projeção é de 500 mil pessoas na primeira edição em São Paulo. Não é ousado demais para uma estreia? Não, e não é acaso estar no Ibirapuera. A gente queria replicar aquela experiência comunal e fluida do South by Southwest, em Austin, e em São Paulo só havia um lugar que permitisse estar dentro da cidade com essa integração. O evento funcionará em três formatos: as áreas exclusivas, onde só entra credenciado; as áreas mistas, limitadas por capacidade; e as áreas 100% abertas ao público do parque, gratuitas. Temos dois dias inteiramente gratuitos, sábado e domingo. O parque tem uma média de 50 mil pessoas por dia durante a semana e cerca de 100 mil no fim de semana. A projeção conta com essa integração. Por fim, você acha que o Rio2C se consolidou no calendário? O Rio2C se estabeleceu como um lugar com massa crítica para projetar o Rio e a indústria criativa. Já faz parte do calendário da cidade e do Brasil. Tanto que quem tentou marcar reunião em São Paulo nesta semana não conseguiu: estava todo mundo aqui.
dlvr.it
June 9, 2026 at 9:13 AM
Idealizador do Rio2C detalha seu próximo passo, o SP2B, com foco no empreendorismo
Há pouco mais de um mês, Jorge Drexler curtia o Samba do Trabalhador, no bairro do Andaraí, Zona Norte do Rio de Janeiro, ao lado do jornalista Chico Regueira quando uma produtora avistou a dupla. A ideia veio na hora, e o convite também: ‘quer falar no Rio2C?’ O uruguaio topou de imediato e ficou de aparecer no dia seguinte ao show que faria no Circo Voador, marcado para 27 de maio. A palestra (mediada pelo próprio Regueira) foi uma das mais concorridas da edição e resume bem como a informalidade carioca ajudou a moldar a personalidade do maior evento de criatividade da América Latina. Rafael Lazarini, seu idealizador, celebra justamente isso: o fórum, que um dia mirou o SXSW, de Austin, no Texas, virou um ponto de encontro com o sotaque carioca, capaz de aproximar naturalmente a indústria dos criadores. Nesta conversa, o CEO avalia que o Rio2C chegou à maturidade e projeta o SP2B, evento-irmão também produzido pela Da20 que estreará no Ibirapuera, em São Paulo, em 2027. Em oito edições, o Rio2C saiu de um hotel para a Cidade das Artes. O que o evento ganha e o que perde ao crescer? A gente deixou de ser um evento setorial do audiovisual para virar um grande hub internacional de indústrias criativas. É óbvio que, quando você ganha escala, algumas coisas se perdem no processo. Mas eu sempre falo: não é sobre o tamanho, mas o que o tamanho permite. Acho que a gente atingiu a maturidade… Não precisa continuar crescendo. Chegamos ao patamar de impacto e de visibilidade que permite mudar o ponteiro de algumas coisas. Como a maturidade citada se expressa nesta edição? Esta edição consolidou duas coisas. Uma é a internacionalização. Não é que a gente tinha palestrantes de X países, são delegações oficiais. Sediamos o Foro Ibero-Americano de Autoridades de Cultura, com ministros de 15 países. Outra é a institucionalização. Existe aquela reação inicial: “é um evento da sociedade civil, privado, o poder público não pode estar aqui”. Isso é uma miopia. Sem o envolvimento do poder público você não cria projetos transformadores; e o poder público sem a sociedade civil também não existe. Tudo o que acontece no Rio ganha um molejo carioca. Qual é a identidade do Rio2C que a diferencia de festivais semelhantes mundo afora? A gente tem a informalidade do Rio, e conseguiu ser bem-sucedido numa alquimia difícil: trazer essa informalidade junto com uma produção muito profissional. A gente é obcecado com horário, com o cuidado em cada detalhe. E a Cidade das Artes ajuda, você não está preso num saguão de hotel, numa caixa fechada. É um espaço inspiracional, com a cidade ali, o vento entra, o sol entra. Num tema candente como a IA, o Rio2C se coloca como praça neutra de discussão? A gente se coloca como essa praça pública. Na curadoria, trazemos perspectivas diferentes sobre o mesmo tópico, às vezes antagônicos. Mas a gente não gosta de criar polêmica por criar. Não precisa expor uma pessoa ou outra; o cuidado é representar os diversos matizes que o tema tem. [IA] É um tema profundo, que vai mudar a sociedade. Mas, até que se prove o contrário, a gente ainda é do time que acredita que o componente humano, o da criatividade, é um reduto humano. Vamos à nova aposta, o SP2B. Por que São Paulo precisava de um evento assim? A gente identificou que, apesar de São Paulo ser um dos maiores destinos globais de eventos, faltava um com a cara da cidade. Você tem a Virada Cultural, a Parada... Fora isso, o que mais projeta a cidade talvez seja a Fórmula 1, que é uma franquia. Na hora que a prefeitura para de dar o cheque, vira GP de outro lugar. A gente viu a necessidade de apresentar São Paulo por outra perspectiva, para sair da imagem de centro financeiro. Não há risco dos eventos canibalizarem público e atenção? Faço questão de frisar: a gente não está fazendo Rio2C em São Paulo. O ponto de partida é outro, mas são complementares. Se o Rio2C está no domínio da criatividade e da ideação, São Paulo está no do empreender. E não é o empreendedorismo clássico. A etimologia de empreender é tomar pra si: é agir, botar a mão na massa, transformar em realidade. Isso está na cultura paulistana. A projeção é de 500 mil pessoas na primeira edição em São Paulo. Não é ousado demais para uma estreia? Não, e não é acaso estar no Ibirapuera. A gente queria replicar aquela experiência comunal e fluida do South by Southwest, em Austin, e em São Paulo só havia um lugar que permitisse estar dentro da cidade com essa integração. O evento funcionará em três formatos: as áreas exclusivas, onde só entra credenciado; as áreas mistas, limitadas por capacidade; e as áreas 100% abertas ao público do parque, gratuitas. Temos dois dias inteiramente gratuitos, sábado e domingo. O parque tem uma média de 50 mil pessoas por dia durante a semana e cerca de 100 mil no fim de semana. A projeção conta com essa integração. Por fim, você acha que o Rio2C se consolidou no calendário? O Rio2C se estabeleceu como um lugar com massa crítica para projetar o Rio e a indústria criativa. Já faz parte do calendário da cidade e do Brasil. Tanto que quem tentou marcar reunião em São Paulo nesta semana não conseguiu: estava todo mundo aqui.
oglobo.globo.com
June 9, 2026 at 9:55 AM
Vc tá metido com empreendorismo, Preco?
June 7, 2026 at 9:42 PM
Feira preta Festival

"Uma iniciativa pioneira de impacto social e retomada histórica que consolida o desenvolvimento econômico no coração da Pequena África." Idealizada e criada Por Adriana Barbosa em 2002 e hoje é o maior evento de empreendorismo negro da América Latina. Adriano foi no ano de…
Feira preta Festival
"Uma iniciativa pioneira de impacto social e retomada histórica que consolida o desenvolvimento econômico no coração da Pequena África." Idealizada e criada Por Adriana Barbosa em 2002 e hoje é o maior evento de empreendorismo negro da América Latina. Adriano foi no ano de 2017 considerada pela ONU ama das 51 pessoas negras mais influentes do mundo. A edição de 2026 realizada no Rio de janeiro na pequena África foi minha primeira experiência junto a feira, na verdade verdade posso afirmar ter sido uma imersão na cultura preta, desde moda, gastronomia, economia, arte, cuidados pessoal e incríveis palestras que entregaram muitas provocação e reflexões e tambem ensinamentos.
revistavozes.altervista.org
June 1, 2026 at 9:43 PM
Itens dos últimos 30 minutos 🧭:

1. Concurso 🆕
2. Brasil 🆕
3. Faltam 🆕
4. #bajo39906 🆕
5. Plenos 🆕
6. Pulmões 🆕
7. Acuso 🆕
8. Empreendorismo 🆕
9. Celebrity 🆕
10. Crush 🆕
May 14, 2026 at 3:00 PM
Exatamente. Por isso é que acuso o CH de falta de empreendorismo.
May 14, 2026 at 2:45 PM
É uma elite herdeira da escravocracia que passou a vender empreendorismo como ideologia para qualquer zé ruela sem preparo
May 9, 2026 at 5:19 PM
Globo Repórter exaltando o empreendorismo e o trabalho de idosos
May 1, 2026 at 4:48 PM
O empreendorismo faz pouco tempo era chamado de ≈formar para o mercado≈.

Mudaram os nomes (às vezes até convivem num monstro ≈≈empreendedor formatado para o mercado≈≈) mas o buraco só afunda e se alarga.

Dɪᴀʟᴇ́ᴛɪᴄᴀ ᴅᴀ ʙᴀʀɢᴀɴʜᴀ ᴀᴄᴀᴅᴇ̂ᴍɪᴄᴀ

aterraeredonda.com.br/dialetica-da...
Dialética da barganha acadêmica -
Por LINCOLN SECCO & JEAN PIERRE CHAUVIN: Convertida em incubadora de negócios e governada pela competição, a universidade troca o intelectual orgânico pelo prestador de serviços, sem perceber que, sem...
aterraeredonda.com.br
April 3, 2026 at 3:22 PM
Empreendorismo é isto. As atividades da senhora não cabem num episódio. A IL estã com invenja dela não ser uma deles.
March 6, 2026 at 11:45 PM
Empreendorismo... Deixa trabalhar quem pode.
March 2, 2026 at 4:57 PM
E bem. É o empreendorismo
February 28, 2026 at 3:56 AM
quem dá a aula de empreendorismo não é da área……..
February 27, 2026 at 4:43 PM
Empreendorismo, pá!
February 20, 2026 at 3:50 PM