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Máfia do ICMS: Casas Bahia pagou R$ 11,6 milhões de propina à Fazenda de SP

As Casas Bahia pagaram ao menos R$ 11,6 milhões em propina num esquema de ressarcimento de ICMS liderado por advogados tributários e servidores da Secretaria da Fazenda de São Paulo. O valor foi encontrado em uma planilha…
Máfia do ICMS: Casas Bahia pagou R$ 11,6 milhões de propina à Fazenda de SP
As Casas Bahia pagaram ao menos R$ 11,6 milhões em propina num esquema de ressarcimento de ICMS liderado por advogados tributários e servidores da Secretaria da Fazenda de São Paulo. O valor foi encontrado em uma planilha pelos promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão aos Delitos Econômicos (Gedec), do Ministério Público de São Paulo (MPSP). Fique por dentro das principais notícias do Brasil e do mundo no Metrópoles TV.
fllics.com
September 20, 2026 at 7:22 PM
Não tive acesso às peças do caso, mas a notícia oficial do MPSP é que trata-se de um esquema que envolve vários fiscais e empresas (tanto é que o CEO da Fast Shop também foi preso hj). Mas concordo que sua observação é pertinente, a conferir.

mpsp.mp.br/w/com-operac...
Com Operação Ícaro, GEDEC mira esquema de corrupção de agentes lotados na Secretaria de Estado da Fazenda
mpsp.mp.br
August 12, 2025 at 1:38 PM
Togo: Cinq communes sortent du bricolage des déchets
Togo: Cinq communes sortent du bricolage des déchets
Le projet GEDEC a transformé la gestion des déchets dans cinq communes togolaises.
fr.allafrica.com
July 26, 2026 at 1:22 AM
Sidney Oliveira, dono da Ultrafarma, e fiscais da Fazenda são denunciados por organização criminosa pelo MPSP
O Ministério Público de São Paulo denunciou o empresário Sidney Oliveira, dono da Ultrafarma, e outras 10 pessoas por participação em um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude tributária envolvendo a liberação irregular de créditos de ICMS-ST na Secretaria da Fazenda paulista. A denúncia foi apresentada nesta quinta-feira pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão aos Delitos Econômicos (GEDEC). Como funcionava o 'Fisco Paralelo' que gerou bilhões em propina na Fazenda de SP Entenda: como funcionava o esquema de pagamento de propinas pela Ultrafarma e Fast Shop Segundo o Ministério Público, o grupo cobrava propina de grandes empresas para acelerar, inflar e aprovar créditos tributários milionários junto à Secretaria da Fazenda de São Paulo. Entre os denunciados estão os auditores fiscais Artur Gomes da Silva Neto e Alberto Toshio Murakami, além do diretor contábil da Ultrafarma, Rogério Barbosa Caraça. Parte dos acusados já responde a processos por corrupção e lavagem de dinheiro. Quatro investigados estão presos preventivamente, enquanto um segue foragido e foi incluído na lista de procurados da Interpol. De acordo com a investigação, o esquema funcionou entre 2021 e 2025 e era dividido em quatro núcleos: agentes públicos responsáveis pela aprovação dos créditos; consultoras encarregadas da elaboração e protocolo dos pedidos; operadores financeiros usados para ocultar a origem dos recursos; e representantes das empresas beneficiadas. As investigações identificaram transferências superiores a R$ 81 milhões para empresas ligadas ao núcleo financeiro da organização, além de movimentações societárias bilionárias utilizadas para dificultar o rastreamento do dinheiro. Uma das empresas investigadas, registrada em nome da mãe de Artur Gomes da Silva Neto, teria apresentado evolução patrimonial de cerca de R$ 411 mil para mais de R$ 2 bilhões em apenas dois anos. Segundo os promotores, a operacionalização do esquema contava com o suporte técnico de Fatima Regina Rizzardi e Maria Hermínia de Jesus Santa Clara, que atuavam como “funcionárias” dos auditores fiscais, manipulando arquivos digitais e utilizando certificados digitais da própria Ultrafarma para protocolar pedidos de restituição tributária. Ainda conforme a denúncia, Artur Neto, que ocupava cargo de supervisão na Sefaz, e Murakami, lotado no posto fiscal responsável pelas solicitações da empresa, atuavam para garantir a aprovação rápida dos processos e a posterior venda dos créditos tributários como ativos financeiros. O Ministério Público estima que a Ultrafarma tenha sido beneficiada indevidamente em mais de R$ 327 milhões. O GLOBO tenta contato com as defesas dos investigados. O espaço segue aberto. Entenda a operação A Operação Ícaro revelou um esquema de pagamento de propina a auditores fiscais tributários da Secretaria da Fazenda paulista. Além da Ultrafarma, as investigações também apontam favorecimento à Fast Shop. Segundo os investigadores, os auditores atuavam em duas frentes: aceleravam a análise de pedidos para que empresas “furassem a fila” na restituição de créditos de ICMS-ST e, em alguns casos, inflavam artificialmente os valores liberados. Os pagamentos de propina eram disfarçados como contratos de consultoria firmados com a empresa Smart Tax, registrada em nome da mãe de Artur Gomes da Silva Neto. O crescimento patrimonial da empresa — de R$ 411 mil em 2021 para R$ 2 bilhões em 2023 — foi um dos fatores que despertaram suspeitas e impulsionaram as investigações. De acordo com os autos do Ministério Público, o auditor orientava funcionários das empresas sobre pedidos de ressarcimento de ICMS-ST, reunia documentos que seriam enviados à Secretaria da Fazenda e, em alguns casos, participava diretamente da autorização dos créditos tributários.
oglobo.globo.com
May 15, 2026 at 5:29 PM
Ex-auditor fiscal condenado na “máfia do ISS” é preso em Mucuri

O ex-auditor fiscal Arnaldo Augusto Pereira, condenado a 18 anos por envolvimento na máfia do ISS de São Paulo, foi preso em Mucuri (BA). A operação do MPBA e Gaeco-Sul, com apoio do Gedec-SP e da Rondesp Extremo Sul, identificou…
Ex-auditor fiscal condenado na “máfia do ISS” é preso em Mucuri
O ex-auditor fiscal Arnaldo Augusto Pereira, condenado a 18 anos por envolvimento na máfia do ISS de São Paulo, foi preso em Mucuri (BA). A operação do MPBA e Gaeco-Sul, com apoio do Gedec-SP e da Rondesp Extremo Sul, identificou tentativa de ocultação de identidade e fraude documental, incluindo certidão de óbito falsa. Histórico de prisões anteriores, movimentação de valores milionários e atuação integrada de inteligência foram decisivos para a captura.
jornalgrandebahia.com.br
October 16, 2025 at 4:31 PM
Suposto esquema fiscal de varejistas: quais crimes estão envolvidos e quais são os pontos de atenção para empreendedores
O empresário Sidney Oliveira, dono da rede de farmácias Ultrafarma, foi preso nesta terça-feira (12/8) em São Paulo, durante a Operação Ícaro, do Ministério Público de São Paulo (MPSP). A ação investiga um esquema de fraudes em créditos tributários que teria movimentado cerca de R$ 1 bilhão em propinas desde 2021. A investigação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão aos Delitos Econômicos (Gedec). Segundo o MPSP, um auditor fiscal paulista manipulava processos administrativos para facilitar a quitação de créditos tributários de empresas. Em troca, recebia pagamentos mensais de propina por meio de uma empresa registrada no nome da mãe. Também foram detidos nesta terça Mário Otávio Gomes, diretor estatutário do grupo Fast Shop, rede de eletrodomésticos e eletrônicos; Artur Gomes da Silva Neto, auditor da Diretoria de Fiscalização (Difis) da Fazenda estadual paulista; Marcelo de Almeida Gouveia, auditor fiscal; Celso Éder Gonzaga de Araújo, apontado como parceiro de Artur e dono de uma casa onde foram apreendidos pacotes com esmeraldas; e Tatiane da Conceição Lopes, esposa de Celso. O caso apurado na Operação Ícaro envolve crimes como corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, tendo como eixo a concessão indevida de créditos tributários mediante propina a servidores. Como funcionava o esquema De acordo com as investigações, o grupo criminoso atuava para beneficiar grandes varejistas em troca de vantagens indevidas. O principal investigado é Arthur Gomes da Silva Neto. O esquema incluía apoio completo às empresas, desde a coleta de documentos até o protocolo e acompanhamento dos pedidos na Secretaria da Fazenda (Sefaz). O fiscal acessava o sistema usando o certificado digital da empresa beneficiada e promovia tramitação prioritária de processos, aprovando ou acelerando pedidos fora do fluxo normal. As operações eram realizadas por meio da Smart Tax, empresa registrada no nome da mãe de Neto, sem funcionários e com sede em sua residência, em Ribeirão Pires (região metropolitana de São Paulo). Apesar de não possuir estrutura para consultoria tributária, a Smart Tax recebeu dezenas de milhões de reais da Fast Shop e movimentou mais de R$ 1 bilhão em valores brutos entre 2021 e 2022. O promotor de Justiça Roberto Bodini disse que essas transações eram registradas por meio de emissão de notas fiscais e recolhimento de ICMS, dando aparência de legalidade aos serviços. Saiba mais Pontos de atenção para empreendedores Para Leonardo Magalhães Avelar, sócio-fundador do Avelar Advogados, o alerta é claro: “Qualquer proposta de ‘facilitação’ fiscal fora dos canais oficiais deve ser imediatamente recusada. Atalhos ilegais geram risco penal, administrativo e — talvez o mais grave — dano irreversível à reputação”, diz. No campo criminal, as penas variam de acordo com o delito: corrupção ativa e passiva, de 2 a 12 anos; organização criminosa, de 3 a 8 anos; e lavagem de dinheiro, de 3 a 10 anos. Na esfera administrativa, a Lei Anticorrupção prevê sanções como perda de benefícios fiscais, aplicação de multas tributárias, declaração de inidoneidade para contratar com o Poder Público, multa de até 20% do faturamento e cassação da inscrição estadual. “A melhor defesa é a prevenção”, reforça Avelar, que recomenda a realização de treinamentos internos, o monitoramento constante dos benefícios fiscais e a manutenção de documentação rastreável. Sérgio Bessa, coordenador da área penal empresarial do Peixoto & Cury Advogados, acrescenta que é fundamental fortalecer e garantir autonomia aos setores de compliance, além de realizar auditorias externas periódicas com profissionais de credibilidade. “É importante verificar se há, na empresa, pagamento ou recebimento de valores envolvendo pessoas politicamente expostas, incluindo parentes e terceiros a elas relacionadas, e, em último caso, entender se há justificativa idônea para estabelecer esse tipo de relação.” Quem é Sidney de Oliveira, fundador da Ultrafarma Natural de Nova Olímpia (PR), Sidney Oliveira cresceu em uma família com mais de dez irmãos e começou a trabalhar em farmácia aos 9 anos. Alfabetizado pelo Mobral e sem ensino superior, iniciou a venda de medicamentos na juventude e abriu sua primeira farmácia, chegando a administrar 12 lojas no Paraná antes de vendê-las e se mudar para São Paulo, em 1980. Na capital paulista, manteve uma farmácia na Avenida Brigadeiro Luís Antônio até 1990. Em 1998, fundou a Drogavida, que não resistiu à concorrência. Dois anos depois, criou a Ultrafarma, que se tornou líder na venda de genéricos no Brasil, conhecida por comerciais de TV com promoções agressivas e campanhas com artistas como Lima Duarte. A Ultrafarma soma mais de 1 milhão de clientes ativos e um portfólio de 15 mil produtos. Venceu o Prêmio Top of Mind Internet em 2007 e, em 2018, tinha faturamento anual estimado em R$ 800 milhões. Sidney também apresentou programas de TV e investiu em naming rights, como na estação Saúde-Ultrafarma, cujo contrato com o Metrô de São Paulo é de R$ 71,9 mil por mês. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da PEGN? É só clicar aqui e assinar!
revistapegn.globo.com
August 13, 2025 at 12:03 AM
Dagegen kann man etwas unternehmen! Wir z.B. haben erst heuer auf einem Flohmarkt zwei Exemplare dieses Prachtstücks erstanden: www.desaler.it/de/der-gedec...
Tischabfalleimer San Beige 11cm Kayser
Tisch-Abfalleimer aus SAN, beige stapelbar Ø 11 cm
www.desaler.it
November 23, 2024 at 12:18 PM
Dono da rede Ultrafarma é alvo de operação do Ministério Público de São Paulo
Dono da rede Ultrafarma é alvo de operação do Ministério Público de São Paulo
A investigação do Grupo de Atuação Especial de Repressão aos Delitos Econômicos (GEDEC) identificou um grupo criminoso que favorecia empresas do varejo em troca de propina
gmeio.link
August 12, 2025 at 11:47 AM
Operação que investiga esquema de propina de auditores fiscais cumpre mandados em Barueri e Santana de Parnaíba
#auditoresfiscais #barueri #buscaseapreensão #corrupção #gaeco #gedec
Operação que investiga esquema de propina de auditores fiscais cumpre mandados em Barueri e Santana de Parnaíba
Operação Extrema investiga esquema de propina a auditores fiscais em SP, com mandados cumpridos em Barueri e Santana de Parnaíba. Prisão e buscas realizadas.
visaooeste.com.br
December 3, 2024 at 6:26 PM