#ifdm
42,8% dos municípios brasileiros estão na faixa do baixo desenvolvimento, diz a edição de 2025 do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM)
As cidades brasileiras mais e menos desenvolvidas em 2025
42,8% dos municípios brasileiros estão na faixa do baixo desenvolvimento, diz a edição de 2025 do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), e 4,5% estão em estado crítico
revistaforum.com.br
May 9, 2025 at 5:15 PM
Estudo divulgado n/quinta-feira (8) p/Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) mostra que 47,3% dos municípios do país tinham Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) baixo ou crítico, em 2023.

Cerca de 57 milhões de pessoas viviam nesses locais, de acordo com o levantamento.
Quase 60 milhões vivem em cidades com desenvolvimento baixo ou crítico
Dez anos antes, número chegava a 103,8 milhões. Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal foi divulgado nesta quinta-feira.
agenciabrasil.ebc.com.br
May 8, 2025 at 10:40 AM
IFDM: municípios com desenvolvimento baixo ou crítico
Quase metade dos municípios do Brasil tem desenvolvimento baixo ou crítico, diz Firjan
Entidade afirma que 57 milhões viviam nessas cidades em 2023; dados sinalizam melhora, mas desigualdade regional segue
www1.folha.uol.com.br
May 8, 2025 at 3:04 AM
Can you imagine how fucked up this funeral would have gotten had Carter died a few weeks later than he did? Trump is already whining about it as it is.

After yesterday's fiasco in Congress, it helps to see something proceeding with dignity for a change.
www.youtube.com/watch?v=IFDM...
LIVE: Former US President Jimmy Carter's Departure Ceremony at The Carter Center in Georgia | N18G
YouTube video by CNBC-TV18
www.youtube.com
January 7, 2025 at 5:38 PM
Naima Morelli of IFDM writes "Compact and calm, Helsinki embodies the Finnish ethic of attentiveness and respect for the community, revealing itself as an ideal haven for inspiration and introspection":
ifdm.design/2025/07/17/2...

More about Helsinki:
www.discoveringfinland.com/metropolitan...
July 22, 2025 at 7:00 AM
Also ifdm do you have a blank?
March 7, 2026 at 5:32 AM
We are so lucky, we have brilliant Professor David G Shazt from Yale School of Medicine as keynote speaker at ImmuDocs and IFDM summer seminar! Cool!
#ImmunoSky #MedSky #FinnishFlagships
@utu.fi
June 2, 2026 at 7:38 AM
"As 10 melhores cidades de Pernambuco para se viver"
Com base nos dados do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), publicados no fim de 2015, filtramos os municípios pertencentes ao estado de...
minhacidadeemfoco.multimidiainfo.com/2019/12/as-1...
"As 10 melhores cidades de Pernambuco para se viver"
Crédito: Bigstock. Com base nos dados do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), publicados no fim de 2015, filtramos os ...
minhacidadeemfoco.multimidiainfo.com
October 12, 2024 at 11:06 PM
Dishonored Games Tested On Steam Deck: Franchise Performance Showcase #Gaming #SteamDeck

✅ www.youtube.com/watch?v=IFDM...
January 11, 2026 at 10:37 PM
Ranking mostra desenvolvimento dos municípios; veja
SP e PR concentram as 10 cidades com desenvolvimento mais alto do Brasil; veja ranking
Águas de São Pedro, no interior paulista, lidera IFDM, enquanto Ipixuna (AM) ocupa última posição, diz Firjan
www1.folha.uol.com.br
May 8, 2025 at 3:04 AM
Metingen afkomstig van de 3 gewesten én modelberekeningen. Je kan niet overal meten 😉.
Zie www.irceline.be/nl/documenta...
RIO-IFDM — Nederlands
www.irceline.be
January 15, 2025 at 9:16 AM
Nenhuma cidade do RJ tem classificação alta em índice socioeconômico de desenvolvimento, aponta Firjan .
Nenhuma cidade do RJ tem classificação alta em índice socioeconômico de desenvolvimento, aponta Firjan
Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) foi divulgado nesta quinta-feira, com análise de 5.550 municípios brasileiros, entre eles, os 92 fluminenses Dos 92 municípios fluminenses, nenhum deles foi classificado com grau de desenvolvimento alto, o mais elevado dos quatro níveis dentro do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), divulgado nesta quinta-feira pela entidade industrial do Rio. Para chegar a tal classificação, o estudo, que tem como base exclusivamente estatísticas públicas oficiais, analisa três áreas fundamentais ao desenvolvimento das cidades: saúde, educação e geração de emprego e renda. A pesquisa mostra quais municípios tiveram os melhores e os piores resultados combinados nas três áreas analisadas entre 2013 e 2023. Na Região Sudeste, o estado fluminense é o único sem municípios com classificação em grau alto. Este ano, a cidade do Rio de Janeiro ocupa o primeiro lugar no estado do Rio de Janeiro, posição que mantém desde 2016. Ao compor a listagem dos 5.550 municípios brasileiros analisados, é a única cidade fluminense entre as 500 primeiras com maior IFDM, ao ocupar o 295º lugar. Ainda assim, é a pior entre as quatro capitais da Região Sudeste. Entre as 92 cidades no RJ, 33 (35,9%) foram classificadas com nível baixo de desenvolvimento e 58 (63%) como moderado, sendo estes onde vivem, atualmente, 11,7 milhões de pessoas, e apenas uma com grau crítico: Belford Roxo. O município na Baixada Fluminense é o único fluminense que está em grau crítico, o mais baixo dos quatro que compõem o índice. O município, que é o sexto maior do estado do Rio, está entre os cinco pior colocados na Região Sudeste, entre os 1.575 que tiveram o desenvolvimento socioeconômico analisado. Segundo o estudo, a melhora no índice de educação, que registrou alta de 33,7%, impulsionou o crescimento do IFDM médio no estado, que cresceu 14,2% em comparação ao ano de 2013. Já a saúde teve melhora de 13,2% e emprego e renda de 1,6%, índice que ficou acima da média nacional.
dlvr.it
May 8, 2025 at 4:38 PM
I'm usually LMAO at Channing, but Ryan mimicking Tinashe (accurately too) and "praying afterwards" had me in tears. www.youtube.com/watch?v=iFDm... #ThePivotPodcast #pivotpodcast

As for Chan, maaaaan, I am not THIS much of a "physical tour for your enjoyment" to need Band-Aids. #blacksky
Have you heard of Freak Matching as a new dating trend? We discuss| The Pivot Podcast
YouTube video by The Pivot Podcast Clips
www.youtube.com
March 25, 2025 at 2:01 AM
Whether you work in economics, finance, policy, research, or investing, it’s one of the best tools available for data exploration and analysis.

Grateful to have learned more about it during Diego’s visit to Stanford University and Stanford Initiative for Financial Decision-Making (IFDM).
May 21, 2026 at 6:44 PM
De kaart is trouwens geen zuivere interpolatie van de metingen. Het is een combinatie van een interpolatiemodel en dispersiemodel: www.irceline.be/nl/documenta...
Zie ook de beperkingen: de streetcanyonbijdrage wordt voor de realtime-kaarten niet berekend. Dat vraagt nog (veel) te veel rekentijd.
RIO-IFDM
www.irceline.be
March 4, 2026 at 1:37 PM
2 -
Analisamos R$ 106 bi de pagamentos de emendas desde 2020. 

A correlação entre dois índices de desenvolvimento municipal (IFDM e IPS) e a quantidade per capita de recursos recebidos é próxima de zero.

Ter mais necessidade não foi igual a receber mais emenda.

2/9
July 21, 2025 at 10:11 AM
Veja as cidades do Estado do Rio com pior colocação no ranking de desenvolvimento da Firjan .
Veja as cidades do Estado do Rio com pior colocação no ranking de desenvolvimento da Firjan
Nenhum dos 92 municípios fluminenses recebeu boa avaliação; capital teve a melhor média, enquanto Belford Roxo foi a única classificada com o conceito crítico Nenhum dos 92 municípios fluminenses foi classificado com grau de desenvolvimento alto, o mais elevado dos quatro níveis do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) de 2023, divulgado ontem pela entidade. O Rio é o único estado do Sudeste que não teve cidades nesse patamar. O estudo analisa dados de estatísticas públicas oficiais de três áreas: Saúde, Educação e geração de emprego e renda. No novo levantamento, a capital está na primeira colocação no Estado do Rio, posição que mantém desde 2016. No entanto, na lista dos 5.550 municípios brasileiros analisados no estudo, a cidade ocupa o 295º lugar. Na outra ponta está Belford Roxo, na Baixada Fluminense, único do estado a ficar no pior patamar da classificação. 255 cidades no topo Apenas 20 cidades no Brasil ficaram fora do ranking —por falta de dados —, nenhuma delas no Rio e apenas uma no Sudeste: Serra da Saudade, em Minas Gerais. — O alto desenvolvimento, como classificamos, ainda é raro no país como um todo. Temos apenas 255 cidades, o que é muito baixo. O desenvolvimento socioeconômico depende de políticas públicas e da continuidade dessas políticas. Temos visto melhora ao longo do tempo no Estado do Rio, um crescimento acima da média do Brasil. Mas ainda há espaço para crescer — observa Marcio Felipe Afonso, especialista em Estudos Econômicos da Firjan. De acordo com o estudo, o índice médio do estado aumentou 14,2% em comparação a 2013. O crescimento foi impulsionado pela área da Educação, que registrou alta de 33,7%. Já a Saúde teve melhora de 13,2%, e emprego e renda, de 1,6%, índice que ficou acima da média nacional. O índice de desenvolvimento é elaborado anualmente desde 2008, mas a metodologia atual foi adotada a partir de 2013. São analisados vários dados até chegar a um número para cada uma das áreas e um geral. Esses números vão indicar quatro conceitos: desenvolvimento crítico (entre 0 e 0,4), baixo (entre 0,4 e 0,6), moderado (entre 0,6 e 0,8) e alto (0,8 e 1). No Estado do Rio, 33 cidades (35,9%) foram classificadas com nível baixo de desenvolvimento e 58 (63%) com o moderado. Uma ficou no nível crítico. No fim da lista Sexta maior cidade fluminense, Belford Roxo é a única do estado em grau crítico. Ela ainda ficou entre as cinco piores colocadas na Região Sudeste — numa lista de 1.575 municípios. A Saúde foi a que teve menor índice: 0,27. — O município tem a pior colocação do estado não só no índice geral como é mal posicionado nas três vertentes. O cenário com o maior destaque nos dez anos foi na Saúde. Há menos de um médico (0,7) para cada mil habitantes. Das quatro vacinas do calendário das crianças, a maior taxa de cobertura foi de 33%, quando o ideal é ter 100% — enumera Afonso. Os moradores são afetados diretamente pela falta de oferta nos serviços básicos. Beatriz Nascimento, moradora do bairro Santa Maria, conta ser mais fácil conseguir atendimento médico em outros municípios. — É muito difícil aqui, por causa dessa fila do Sisreg. Tudo é essa fila, né? Essa fila, se você estiver morrendo, misericórdia, porque demora mais de um ano — diz. A comerciante Damiana Lemos também tem críticas quanto à dificuldade no agendamento de consultas. Ela conta que a filha grávida de oito meses não conseguiu sequer fazer os exames de pré-natal: — Ela foi fazer só agora. Antes não tinha hospital. E, quando consegui, foi no hospital de Vilar dos Teles (em São João de Meriti). Avó de um menino com transtorno do espectro autista, Damiana ainda vê a família enfrentar dificuldades na Educação. — Está muito difícil para ele estudar. Não tem professora para acompanhar as atividades. E ele está ficando meio período porque não tem apoio, vai na parte da tarde, às 13h, e às 15h já está em casa — desabafa. Em nota, a prefeitura de Belford Roxo afirma que a atual administração, ao assumir em janeiro, encontrou o município com uma dívida de R$ 1 bilhão, “além de serviços públicos funcionando precariamente” e que tem “se empenhado para melhorar a qualidade da Saúde e da Educação, inaugurando, reformando e equipando unidades”. Saúde não tão bem A cidade do Rio tem o melhor índice geral, mas o terceiro na Saúde. Procurada, a prefeitura destaca os esforços na área. Segundo o município, de “2017 a 2020, a cobertura da estratégica saúde da família encolheu de 70% para menos de 40%. A reconstrução da rede municipal foi retomada em 2021 e atualmente está em 75,8%”. Na Educação, a prefeitura destaca o orçamento de R$ 10,6 bilhões e o “alcance do maior Ideb de sua história em 2024”. A Firjan destaca que dinheiro em caixa não basta para ter um bom índice. Macaé — robusta financeiramente com royalties milionários vindo do petróleo, com arrecadação histórica em 2023 — aparece em quarto lugar, impulsionado pela área de emprego e renda, o maior no estado. Nos índices de Educação e Saúde, no entanto, fica atrás de Volta Redonda, reduto siderúrgico, que ocupa o segundo lugar, e de Itaperuna, na sexta colocação. * Estagiário sob supervisão de Claudia Meneses
dlvr.it
May 9, 2025 at 9:42 AM
Índice Firjan: Belford Roxo, cidade com pior colocação do estado no ranking, sofre com problemas na saúde e na educação .
Índice Firjan: Belford Roxo, cidade com pior colocação do estado no ranking, sofre com problemas na saúde e na educação
Município tem 483 mil habitantes e é o sexto maior do estado Belford Roxo, sexta maior cidade do estado do Rio, com 483 mil habitantes, está em patamar crítico de desenvolvimento, aponta o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), já que o município da Baixada Fluminense pontuou abaixo de 0,4 pontos. Esta é a única cidade do estado, entre as 92, a ficar no pior patamar da classificação. Índice Firjan: Nenhuma cidade do RJ tem classificação alta em índice socioeconômico de desenvolvimento Debilitado: Tucano é resgatado em Japeri; ave teve asas cortadas para que não voasse Nenhum município fluminense foi classificado com grau de desenvolvimento alto, o mais elevado dos quatro níveis do IFDM de 2023, divulgado nesta quinta-feira pela entidade. O Rio é o único estado do Sudeste que não teve cidades nesse patamar. O estudo analisa dados de estatísticas públicas oficiais de três áreas: saúde, educação e geração de emprego e renda. No novo levantamento, a capital está na primeira colocação no Estado do Rio, posição que mantém desde 2016. No entanto, na lista dos 5.550 municípios brasileiros analisados no estudo, a cidade ocupa o 295º lugar. Na outra ponta, está Belford Roxo. O Índice mede de 0 a 1 ponto, sendo que, quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento socioeconômico. Através dessa metodologia, é possível avaliar os municípios num contexto geral, assim como nos critérios escolhidos pela Federação das Indústrias (Educação, Emprego e Renda e Saúde). Os indicadores são separados em quatro conceitos: entre 0 e 0,4 é considerado desenvolvimento crítico; entre 0,4 e 0,6, desenvolvimento baixo; de 0,6 a 0,8, desenvolvimento moderado; e entre 0,8 e 1, desenvolvimento alto. De acordo com os critérios escolhidos para a metodologia, a saúde puxou a avaliação sobre Belford Roxo para baixo. O índice medido nesse critério marcou 0,27 pontos. Para quem mora na cidade, a percepção é de que há falta de oferta nos serviços básicos. Para a comerciante Damiana Lemos, a saúde da Belford Roxo está deixando a desejar. Ela conta que sua filha, grávida de oito meses, não conseguiu sequer realizar os exames de pré-natal na cidade. Foi preciso de deslocar até Vilar dos Teles, na cidade vizinha de São João de Meriti, para ser atendida. Avó de um menino com transtorno do espectro autista, Damiana ainda vê a família enfrentar dificuldades na Educação. — Está muito difícil para ele estudar. Não tem professora para acompanhar as atividades. E ele está ficando meio período porque não tem apoio, vai na parte da tarde, às 13h, e às 15h já está em casa — desabafa. Já Beatriz Nascimento, que vive no bairro Santa Maria, relata que se desloca para a capital quando precisa de atendimento médico, devido à dificuldade de ser amparada numa unidade na sua própria cidade. Mas a moradora elege a falta de saneamento básico como o pior problema do município. Em épocas de chuvas, ela coleciona relatos de vezes em que fica presa em casa, com as enchentes. Num episódio recente, em fevereiro, estante e guarda-roupa foram perdidos com a água e, por isso, Beatriz tomou uma medida drástica, substituindo a madeira dos móveis por outro material: — Depois da chuva, a gente não consegue fazer nada porque perde geladeira, armário, sofá. Eu perdi tudo nessas últimas chuvas e estou reconstruindo agora. Inclusive, comecei a pegar blocos de concreto para reconstruir o meu guarda-roupa. Área de Belford Roxo que sofre com alagamento em dias de chuva Guito Moreto / Agência O Globo Nos outros critérios apresentados pela Firjan, Belford Roxo também amarga colocações ruins. Em educação, o município teve 0,43 pontos, de baixo desenvolvimento. Já em emprego e renda, 0,45 pontos, também considerado baixo. Moradores relatam que há falta de oportunidades de emprego na cidade. — Aqui em Belford Roxo é muito difícil, já tentei várias vezes e não consegui (trabalho). Acabei conseguindo trabalhar no Rio — conta Caroline Carvalho, também moradora do bairro Santa Maria. Em nota, a prefeitura de Belford Roxo afirma que a atual administração, ao assumir em janeiro, encontrou o município com uma dívida de R$ 1 bilhão, “além de serviços públicos funcionando precariamente” e que tem “se empenhado para melhorar a qualidade da Saúde e da Educação, inaugurando, reformando e equipando unidades”. *Estagiário sob supervisão de Giampaolo Morgado Braga
dlvr.it
May 9, 2025 at 11:11 AM
Belford Roxo, cidade com pior colocação do estado no índice Firjan, sofre com problemas na saúde e na educação .
Belford Roxo, cidade com pior colocação do estado no índice Firjan, sofre com problemas na saúde e na educação
Município tem 483 mil habitantes e é o sexto maior do estado Belford Roxo, sexta maior cidade do estado do Rio, com 483 mil habitantes, está em patamar crítico de desenvolvimento, aponta o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), já que o município da Baixada Fluminense pontuou abaixo de 0,4 pontos. Esta é a única cidade do estado, entre as 92, a ficar no pior patamar da classificação. Índice Firjan: RJ é único estado do Sudeste sem cidades com alto patamar de desenvolvimento socioeconômico Debilitado: Tucano que teve asas cortadas para que não voasse é resgatado numa casa da Baixada Fluminense Nenhum município fluminense foi classificado com grau de desenvolvimento alto, o mais elevado dos quatro níveis do IFDM de 2023, divulgado nesta quinta-feira pela entidade. O Rio é o único estado do Sudeste que não teve cidades nesse patamar. O estudo analisa dados de estatísticas públicas oficiais de três áreas: saúde, educação e geração de emprego e renda. No novo levantamento, a capital está na primeira colocação no Estado do Rio, posição que mantém desde 2016. No entanto, na lista dos 5.550 municípios brasileiros analisados no estudo, a cidade ocupa o 295º lugar. Na outra ponta, está Belford Roxo. O Índice mede de 0 a 1 ponto, sendo que, quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento socioeconômico. Através dessa metodologia, é possível avaliar os municípios num contexto geral, assim como nos critérios escolhidos pela Federação das Indústrias (Educação, Emprego e Renda e Saúde). Os indicadores são separados em quatro conceitos: entre 0 e 0,4 é considerado desenvolvimento crítico; entre 0,4 e 0,6, desenvolvimento baixo; de 0,6 a 0,8, desenvolvimento moderado; e entre 0,8 e 1, desenvolvimento alto. De acordo com os critérios escolhidos para a metodologia, a saúde puxou a avaliação sobre Belford Roxo para baixo. O índice medido nesse critério marcou 0,27 pontos. Para quem mora na cidade, a percepção é de que há falta de oferta nos serviços básicos. Para a comerciante Damiana Lemos, a saúde da Belford Roxo está deixando a desejar. Ela conta que sua filha, grávida de oito meses, não conseguiu sequer realizar os exames de pré-natal na cidade. Foi preciso de deslocar até Vilar dos Teles, na cidade vizinha de São João de Meriti, para ser atendida. Avó de um menino com transtorno do espectro autista, Damiana ainda vê a família enfrentar dificuldades na Educação. — Está muito difícil para ele estudar. Não tem professora para acompanhar as atividades. E ele está ficando meio período porque não tem apoio, vai na parte da tarde, às 13h, e às 15h já está em casa — desabafa. Avenida Piam, às margens do Rio Botas, em Belford Roxo, região com falta de saneamento básico Guito Moreto / Agência O Globo Já Beatriz Nascimento, que vive no bairro Santa Maria, relata que se desloca para a capital quando precisa de atendimento médico, devido à dificuldade de ser amparada numa unidade na sua própria cidade. Mas a moradora elege a falta de saneamento básico como o pior problema do município. Em épocas de chuvas, ela coleciona relatos de vezes em que fica presa em casa, com as enchentes. Num episódio recente, em fevereiro, estante e guarda-roupa foram perdidos com a água e, por isso, Beatriz tomou uma medida drástica, substituindo a madeira dos móveis por outro material: — Depois da chuva, a gente não consegue fazer nada porque perde geladeira, armário, sofá. Eu perdi tudo nessas últimas chuvas e estou reconstruindo agora. Inclusive, comecei a pegar blocos de concreto para reconstruir o meu guarda-roupa. Nos outros critérios apresentados pela Firjan, Belford Roxo também amarga colocações ruins. Em educação, o município teve 0,43 pontos, de baixo desenvolvimento. Já em emprego e renda, 0,45 pontos, também considerado baixo. Moradores relatam que há falta de oportunidades de emprego na cidade. — Aqui em Belford Roxo é muito difícil, já tentei várias vezes e não consegui (trabalho). Acabei conseguindo trabalhar no Rio — conta Caroline Carvalho, também moradora do bairro Santa Maria. Em nota, a prefeitura de Belford Roxo afirma que a atual administração, ao assumir em janeiro, encontrou o município com uma dívida de R$ 1 bilhão, “além de serviços públicos funcionando precariamente” e que tem “se empenhado para melhorar a qualidade da Saúde e da Educação, inaugurando, reformando e equipando unidades”. *Estagiário sob supervisão de Giampaolo Morgado Braga
dlvr.it
May 9, 2025 at 12:15 PM
Sul Fluminense: potência econômica, região tem problemas em comum com outras regiões do estado .
Sul Fluminense: potência econômica, região tem problemas em comum com outras regiões do estado
Melhor desempenho entre as regiões do Estado do Rio de Janeiro no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), que avalia as áreas de Saúde, Educação, Emprego e Renda (veja quadro abaixo), o Sul Fluminense reúne 18 cidades com características econômicas distintas. Volta Redonda e Barra Mansa concentram atividades siderúrgicas, metalúrgicas e metalmecânicas associadas à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Com montadoras de veículos e produção de peças, Resende, Porto Real, Itatiaia e Quatis integram o principal eixo automotivo do estado. Angra dos Reis, Paraty e Mangaratiba combinam turismo, atividades marítimas e infraestrutura energética, enquanto o Vale do Café reúne cidades com patrimônio histórico e forte potencial turístico. Estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan) de abril deste ano aponta que a indústria representa 41,2% da economia regional e 25% dos empregos. Mas o desenvolvimento local não afasta da região problemas crônicos do estado. Violência, falta de infraestrutura e prevenção a desastres naturais, além de transporte público caótico, são apontados pela população como demandas para o próximo governo. A força econômica do Sul Fluminense ainda contrasta com desafios em áreas essenciais como serviços públicos, mobilidade e redução de desigualdades. Na segurança pública, Volta Redonda destaca-se ao investir em monitoramento tecnológico das vias da cidade, alcançando diminuição de índices de criminalidade entre janeiro e julho, em relação ao mesmo período do ano passado, com queda em roubos ao comércio, de 13 para quatro ocorrências, e de rua, de 34 para 15, além de zerar o número de latrocínios. Em contrapartida a esses avanços, a violência ainda impõe restrições: o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) precisou alterar 66 locais de votação em 20 municípios em função do risco de interferência de facções criminosas, impactando 188 mil eleitores no estado. Especificamente no Sul Fluminense, cerca de 11,5 mil pessoas foram afetadas por seis remanejamentos em Volta Redonda, Pinheiral e Resende. Em paralelo à violência, os gargalos de infraestrutura seguem em pauta, levando o município de Barra do Piraí a cobrar na Câmara dos Deputados melhorias urgentes para um trecho de 50 quilômetros da rodovia BR-393, alvo de constantes queixas sobre falta de manutenção e alto índice de acidentes. Uma pressão do governo do estado reforçaria o pedido. Preocupação postada nas redes A partir de uma análise de publicações dos principais perfis de notícias locais nas redes sociais, é notável o destaque de relatos sobre temas ligados à segurança. São citadas apreensões de drogas e armas de grosso calibre em áreas de mata, prisões por porte ilegal em terminais e rodovias, mortes por armas de fogo em bairros residenciais e roubos a embarcações na Costa Verde. Também aparecem investigações contra agentes de segurança e denúncias feitas pelos próprios moradores em grupos de mensagens mantidos pelas prefeituras. O plano de governo do candidato ao Palácio Guanabara Eduardo Paes (PSD) para a região prevê incentivos à abertura de vagas de emprego formais para jovens, qualificação profissional, apoio para novas empresas e combate à violência. Já Douglas Ruas (PL) pretende recuperar estradas para melhorar o turismo e o escoamento da produção do campo, além da retomada de territórios dominados pelo crime. Anthony Garotinho (Republicanos) promete melhorar a logística da região com foco na indústria, abertura de vagas de emprego e combate à violência. Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) Editoria de Arte Entenda as alianças políticas: articulações passam por prefeitos A dinâmica política do Sul Fluminense tem como ponto central Volta Redonda, onde o prefeito Antônio Francisco Neto (PP) se consolida como a principal liderança municipal. Reeleito em 2024 para seu sexto mandato, ele é peça-chave para os candidatos a governador conquistarem votos na região. Ainda sem anunciar seu candidato, Neto já recebeu Eduardo Paes, Douglas Ruas e Anthony Garotinho. O prefeito é ligado ao deputado federal Dr. Luizinho, presidente estadual do PP. O parlamentar apoia Paes. Irmão de Neto e deputado estadual, Munir Neto deixou o PSD e se filiou ao Solidariedade. É próximo de Ruas, assim como o prefeito de Rio das Flores, Rodrigo de Almeida (MDB). Ruas encontra barreiras para fechar apoios com prefeitos do Sul. Garotinho, sem palanques, também. Durante a pré-campanha, Paes e seus emissários visitaram a região em busca de articulações. E deu resultado. Pelo menos 13 prefeitos estão engajados em sua campanha. Entre os caciques que declararam apoio está o ex-governador do Rio e prefeito de Piraí, Luiz Fernando Pezão (MDB), que recentemente reuniu vários prefeitos para um encontro com Paes. Seu filho, Betão Pezão (PDT), é candidato a deputado estadual e apoia Paes. Também lideranças no Sul, os deputados estadual André Corrêa (PSD) e federal Áureo Ribeiro (SDD) intermediaram articulações. As alianças e discursos, porém, não seguem a lógica ideológica ou a polarização. Neto e o prefeito de Barra Mansa, Luiz Antônio Furlani (PL), associados ao campo conservador, agradecem publicamente a nomes da esquerda, como o deputado federal Lindbergh Farias (PT), e ao governo federal por recursos e obras para suas cidades. O que a população quer para a região Anna Carolina Carota Arquivo pessoal Moradora de Volta Redonda, Anna Carolina Carota, de 23 anos, desempregada, aponta a segurança pública como uma das áreas que precisam de investimentos, assim como meio ambiente e transporte: — Gostaria que o governador eleito focasse muito na segurança. A gente anda na rua e é assaltado, sem contar que a população tem que lidar com facções, com milícias cobrando coisas que não deveriam ser cobradas por elas, como água e internet — disse. — Meio ambiente é um segundo ponto a focar. Volta Redonda é uma cidade poluída — acrescenta. Já a moradora de Mangaratiba Creuza Ferreira, de 68 anos, costureira, chama a atenção para o estado ruim das estradas, em especial a RJ-014 (Ibicuí-Mangaratiba), a saúde e a violência: — Precisamos de atendimento médico de excelência para que a gente não tenha de ir a outro lugar, e contenção do avanço de milícias na região. * Esther Barros e Vítor Medeiros: graduanda em Administração (UFRJ) e graduando em Ciências Sociais (UFRJ), sob a supervisão de Marcelo Remigio PROJETO TAMO JUNTO: É uma parceria do EXTRA com o Laboratório de Partidos, Eleições e Política Comparada (Lappcom) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em que jornalistas e pesquisadores focalizam o processo eleitoral deste ano em sete regiões do Estado do Rio de Janeiro, abordando problemas, apontando soluções e apresentando propostas dos planos de governo dos principais candidatos.
dlvr.it
August 31, 2026 at 6:42 AM
ÍNDICE FIRJAN DE DESENVOLVIMENTO / Estado é o único da região Sudeste sem nenhuma cidade com alto nível de desenvolvimento socioeconômico

#RC24h #Macaé #Economia

rc24h.com.br/macae-esta-e...
Macaé está entre as cinco cidades mais bem avaliadas no RJ — RC24H
O município de Macaé (0,7413) aparece entre as cinco cidades mais bem avaliadas em todo o estado no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM). O estudo revela que o estado do Rio de Janeiro é ...
rc24h.com.br
May 8, 2025 at 5:19 PM