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Plano de Manejo, a partir da fraude no mapa

a sentença depois condenou Salles por improbidade administrativa, mas na apelação o TJSP meteu decisão exdrúxula para inocentá-lo

o recurso especial não foi admitido pelo TJSP, para subida ao STJ
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October 2, 2026 at 1:49 AM
▶️ Edson Giroto e mais sete são condenados por improbidade em caso de R$ 9,8 milhões em MS
Sentença envolve desvios em obras de três rodovias estaduais e determina suspensão dos direitos políticos do ex-secretário por oito anos

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Edson Giroto e mais sete são condenados por improbidade em caso de R$ 9,8 milhões em Mato Grosso do Sul | Notícias de Campo Grande e MS - Capital News
Sentença envolve desvios em obras de três rodovias estaduais e determina suspensão dos direitos políticos do ex-secretário por oito anos
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October 2, 2026 at 1:44 AM
Ministério Público Eleitoral se manifesta para que TSE mantenha indeferida candidatura de Garotinho
O Ministério Público Eleitoral (MPE) manifestou-se ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que Anthony Garotinho (Republicanos) permaneça com a candidatura a governador do Rio de Janeiro indeferida. Em nota, o MPE informou que a manifestação baseia-se na suspensão dos direitos políticos do ex-governador até julho de 2033, em razão de uma condenação definitiva (trânsito em julgado) por improbidade administrativa. A condenação resulta de uma ação civil pública relativa a irregularidades em contratos entre a Secretaria Estadual de Saúde e organizações não governamentais para o Projeto Saúde em Movimento. Segundo o Ministério Público, o Supremo Tribunal Federal (STF) certificou o trânsito em julgado do processo em 11 de julho de 2025, fixando a suspensão dos direitos políticos por oito anos, com término previsto para 2033. Na manifestação o MP Eleitoral rebateu a tentativa da defesa de retroagir a data do trânsito em julgado para antecipar o fim da suspensão dos direitos políticos. O MP Eleitoral sustenta que a data válida para a contagem do prazo é a oficializada pelo STF. O MP ressalta ainda que, mesmo se fosse aplicada a cronologia pretendida pelo candidato, a candidatura seguiria inviável devido à ausência de filiação partidária válida e eficaz em 4 de abril de 2026, data limite correspondente a seis meses antes do pleito. A manifestação também refutou a alegação de cerceamento de defesa, com a qual o político questionava a negativa em obter informações sobre o julgamento de outros réus no processo. Para o MP Eleitoral, essa pretensão é irrelevante para o caso, pois a condenação do ex-governador já transitou em julgado e eventuais decisões favoráveis a terceiros em processos desmembrados não desconstituíram a decisão no caso dele.
valor.globo.com
October 2, 2026 at 12:59 AM
Garotinho recorre ao TSE para tentar reverter decisão que barrou candidatura ao governo do RJ
Garotinho recorre ao TSE para liberar candidatura | G1
Defesa sustenta que impedimentos decorrentes de condenação por improbidade se encerraram antes do primeiro turno. TRE-RJ considera que direitos políticos estão suspensos até 2033.
g1.globo.com
October 1, 2026 at 1:33 AM
Garotinho recorre ao TSE para tentar reverter decisão que barrou candidatura ao governo do RJ
Garotinho recorre ao TSE para liberar candidatura | G1
Defesa sustenta que impedimentos decorrentes de condenação por improbidade se encerraram antes do primeiro turno. TRE-RJ considera que direitos políticos estão suspensos até 2033.
g1.globo.com
October 1, 2026 at 1:30 AM
esse VAGABUNDO desse BANDIDO tá torrando grana em campanha ignorando o TRE porque agora entrou no esquema da crentaiada e vai acessar o Mendonça pra reverter no TSE
Com candidatura barrada pelo TRE, Eduardo Cunha diz que seguirá em campanha: ‘Vou estar na urna’
Tribunal mineiro considerou que ex-deputado segue inelegível até 2027 pela cassação por quebra de decoro; decisão também cita condenação por improbidade administrativa
oglobo.globo.com
September 30, 2026 at 11:58 PM
Ex-prefeita de Magé Núbia Cozzolino é condenada em mais um processo e sentença determina 36 anos de prisão
Núbia Cozzolino: ex-prefeita de Magé é condenada a 36 anos de prisão | G1
Núbia Cozzolino, ex-prefeita de Magé, foi condenada a 36 anos de prisão por liderar esquema de falsificação de documentos judiciais para fraudar processos de improbidade.
g1.globo.com
September 30, 2026 at 9:40 PM
Juiz condena Giroto e mais 6 por improbidade em obras de rodovias de MS
O juiz da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, Eduardo Lacerda Trevisan, condenou o ex-secretário estadual de Obras Edson Giroto, candidato a deputado federal pelo PL, outras seis pessoas e a Proteco Construções Ltda por improbidade administrativa em ação relacionada a serviços executados nas rodovias MS-270, MS-444 e MS-473. A sentença também impôs o pagamento de cerca de R$ 1,8 milhão por dano moral coletivo. Outros 5 réus foram absolvidos. A decisão foi publicada hoje no Diário da Justiça. A sentença tem 98 páginas, um terço delas destinado somente a resumir o passo a passo do processo, que acumula mais de 7 mil páginas. Giroto disse que irá recorrer e questionou a publicação às vésperas da eleição, citando que teve absolvição sobre o caso na esfera criminal. A ação é um dos desdobramentos da Operação Lama Asfáltica. O processo trata de contrato firmado para recuperação da faixa de rolamento e implantação de dispositivos de drenagem em trechos das três rodovias estaduais. Segundo a sentença, a Proteco recebeu R$ 12,97 milhões da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul) em razão do Contrato OV nº 233/2013. A Justiça considerou que a perícia apontou que a empresa recebeu R$ 9,84 milhões sem a integral contraprestação dos serviços contratados em 2013. O juiz não viu favorecimento na contratação da empresa, mas irregularidades na execução do contrato. As defesas contestaram o laudo, apontando que ele resultou de perícia feita em 2015, cerca de 480 dias após a conclusão dos serviços e mais de 810 dias após o início das intervenções nas rodovias estaduais. Um dos argumentos é que duas estradas não tinham pavimento e com a ação do tempo e de tráfego pesado a manutenção sofreu deterioração, além de que duas já tinham pavimentação quando ocorreu a perícia. A MS-444 fica na região de Selvíria, a 473 na região de Nova Andradina e a 270 segue da região de Bela Vista a Dourados. Para Giroto, o juiz Trevisan impôs a perda da função pública, a suspensão dos direitos políticos por oito anos e a proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios e incentivos fiscais ou creditícios por dez anos, além do pagamento de R$ 500 mil por danos morais coletivos.  João Alberto Krampe Amorim dos Santos, sócio da Proteco, teve punição mais elevada, sendo imposto a ele ressarcir R$ 4,82 milhões aos cofres estaduais, além de ter os direitos políticos suspensos por 12 anos e ficar proibido, pelo mesmo período, de contratar com o poder público ou receber benefícios e incentivos públicos. A indenização por dano moral também foi fixada em R$ 500 mil.  Elza Cristina Araújo dos Santos, sócia minoritária da empresa, deverá ressarcir R$ 98,4 mil, terá os direitos políticos suspensos por dez anos e não poderá contratar com o poder público ou receber incentivos pelo mesmo prazo. A indenização por dano moral coletivo foi definida em R$ 150 mil. Já a empresa em que os dois figuram como sócios deverá devolver metade do valor apontado pelo juiz como recebido indevidamente - R$ 4,92 milhões - e ficou proibida de contratar com o poder público ou receber benefícios e incentivos fiscais ou creditícios por 12 anos, além de também ter de pagar R$ 500 mil por danos morais coletivos. Os outros condenados eram funcionários da Agesul à época. Éolo Genovês Ferrari, Wilson Roberto Mariano de Oliveira, Paulo Brum Sant'Ana tiveram os direitos políticos suspensos por seis anos e foram proibidos de contratar com o poder público ou receber benefícios e incentivos por até oito anos, além de terem de pagar R$ 40 mil por dano moral coletivo. Já Rômulo Tadeu Menossi recebeu suspensão dos direitos políticos por dez anos, proibição de contratar com o poder público pelo mesmo período e indenização de R$ 60 mil. Trevisan impôs condenação por dano moral coletivo por considerar que houve ação coordenada para recebimento de dinheiro público sem prestação dos serviços contratados, causando prejuízo à comunidade, situação que exigia punição. Segundo mencionou, a repercussão do caso provocou "revolta na comunidade" e desprestígio à administração pública. Os valores serão destinados ao Estado de Mato Grosso do Sul, com correção da taxa Selic desde 19 de novembro de 2015, enquanto a atualização dos danos morais coletivos contará da data da sentença até o pagamento.  As defesas vão apresentar recurso ao TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).  Defesas- Durante o processo, advogados contestaram o conteúdo da acusação feita pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), que apontava direcionamento para favorecer a empresa e irregularidade na execução do contrato. A defesa de Amorim, Proteco, Elza, Ferrari, Mariano e Sant’Ana apontou que as alegações não foram comprovadas, não sendo demonstrado conduta dolosa das pessoas. Em relação à empresa, afirmou que o contrato foi executado e a perícia não teria como cravar a ausência de obras anos após, uma vez que sofreu ação do tempo e tráfego pesado. Mariano foi defendido junto com Giroto e também apontou falta de provas e de dolo. A defesa deles também apontou que testemunhas ouvidas em juízo negaram ter havido favorecimento à empresa. Giroto – O ex-secretário Giroto disse essa manhã lamentar a publicação exatamente a poucos dias da eleição, em que tenta voltar à Câmara Federal, questionando por que não ocorreu com mais distância ou mesmo após o pleito. Ele disse que recorrerá e mencionou que o fato foi analisado também na esfera criminal, com sua absolvição por falta de provas.  O candidato também questionou por que a condenação recaiu sobre ele, que exercia um cargo político, mas servidores que estavam envolvidos na execução de tarefas na Agesul foram inocentados.
www.campograndenews.com.br
September 30, 2026 at 5:24 PM
O que falta para defesa de Garotinho recorrer ao TSE
O que falta para defesa de Garotinho recorrer ao TSE
Ex-governador tenta reverter decisão que o impede de ser candidato com base em condenação de improbidade; ele concorre 'sub judice'
veja.abril.com.br
September 30, 2026 at 2:50 PM
Configura ato de improbidade administrativa causador de lesão ao erário, certeza.
September 29, 2026 at 11:52 PM
Gilmar Mendes mantém quebra de sigilo de ex-assessora de Flávio Bolsonaro

Ministro rejeita pedido contra decisão do TJRJ em ação de improbidade administrativa no caso das 'rachadinhas'

https://www.jota.info/stf/do-supremo/gilmar-mendes-mantem-quebra-de-sigilo-de-ex-assessora-de-flavio-bolsonaro
Gilmar Mendes mantém quebra de sigilo de ex-assessora de Flávio Bolsonaro
Ministro rejeita pedido contra decisão do TJRJ em ação de improbidade administrativa no caso das 'rachadinhas'
www.jota.info
September 29, 2026 at 10:45 PM
A política nacional tá dominando tanto o noticiário que não vi essa notícia aqui

Tá, ontem trabalhei de home office, por isso não vi se teve o u não burburinho entre funcionários da 2° vara de Jandira, que é na sala ao lado da minha

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Prefeito e vice de Jandira, na Grande SP, são condenados à perda dos cargos por fraude em compra de cestas de Natal | G1
Henri Hajime Sato e Carlos Eduardo Pitteri foram condenados por improbidade administrativa. Segundo a Justiça, licitação de R$ 627 mil foi direcionada para empresa de aliado político. Cabe recurso à d...
g1.globo.com
September 29, 2026 at 11:13 AM
Prefeito e vice de Jandira, na Grande SP, são condenados à perda dos cargos por fraude em compra de cestas de Natal
Prefeito e vice de Jandira, na Grande SP, são condenados à perda dos cargos por fraude em compra de cestas de Natal | G1
Henri Hajime Sato e Carlos Eduardo Pitteri foram condenados por improbidade administrativa. Segundo a Justiça, licitação de R$ 627 mil foi direcionada para empresa de aliado político. Cabe recurso à decisão. A perda dos cargos só ocorre após trânsito em julgado.
g1.globo.com
September 28, 2026 at 9:28 PM
Prefeito e vice de Jandira, na Grande SP, são condenados à perda dos cargos por fraude em compra de cestas de Natal
Prefeito e vice de Jandira, na Grande SP, são condenados à perda dos cargos por fraude em compra de cestas de Natal | G1
Henri Hajime Sato e Carlos Eduardo Pitteri foram condenados por improbidade administrativa. Segundo a Justiça, licitação de R$ 627 mil foi direcionada para empresa de aliado político. Cabe recurso à decisão. A perda dos cargos só ocorre após trânsito em julgado.
g1.globo.com
September 28, 2026 at 9:22 PM
AO GANHARMOS ESTA ELEIÇÃO E ACIONAREMOS A JUSTIÇA CONTRA *JANJA* P/PECULATO,CORRUPÇÃO PASSIVA E IMPROBIDADE P/GASTOS DO ERÁRIO!
September 28, 2026 at 5:44 PM
Essa falta de qualidade gritante do material didático tbm deveria ser improbidade
September 28, 2026 at 1:16 PM
▶️ Ex-prefeito de Glória de Dourados perde direitos políticos após condenação por improbidade
Arceno Athas Junior foi condenado por irregularidades na nomeação de servidores durante gestão entre 2008 e 2012

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Arceno Athas Junior foi condenado por irregularidades na nomeação de servidores durante gestão entre 2008 e 2012
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September 25, 2026 at 8:10 PM
➡️ Link com maiores informações e inscrições: www.mpmg.mp.br/portal/menu/...
Palestra virtual analisa os impactos das novas decisões do STF na Lei de Improbidade Administrativa | Portal
www.mpmg.mp.br
September 25, 2026 at 7:37 PM
Na próxima segunda-feira (28/9), das 9h30 às 11h10, no Zoom do CEAF do MPMG, teremos um excelente evento virtual para tratar da recente e importante decisão do STF sobre a Lei de Improbidade Administrativa.

O evento será aberto a todo público! Até lá!
September 25, 2026 at 7:36 PM
Servidor publico votando em Bolsonaro?
Pois pode procurar q esse cidadão c crtz ta cometendo crime de improbidade adm de algm forma
September 24, 2026 at 11:25 PM
Arruda desiste de candidatura ao governo do DF após ser barrado pelo TSE: ‘Não votem mais em mim’
O ex-governador José Roberto Arruda (PSD) anunciou nesta quinta-feira que não vai recorrer à decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de barrar sua candidatura ao governo do Distrito Federal, e pediu que os eleitores não votem nele. O TSE barrou o registro de candidatura de Arruda ao avaliar que o ex-governador segue inelegível por condenações por improbidade administrativa, envolvendo a operação Caixa de Pandora, de 2009. Após a decisão da Justiça Eleitoral, Arruda reconheceu o fim da campanha eleitoral e pediu que os eleitores não votem nele, caso seu nome apareça nas urnas. — Por favor, não votem mais em mim, mesmo que a minha careca esteja na urna. Eu peço perdão a vocês por ter acreditado até o fim, mas agora os meus votos serão considerados inválidos. Então, de acordo com as suas consciências, escolham o candidato ou a candidata que julgarem mais preparado para governar Brasília. É a palavra que eu posso dar. Hoje encerra a minha participação política nesta eleição — afirmou o ex-governador. Por cinco votos a dois, o TSE determinou que a decisão seja enviada ao Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), para que o nome de Arruda seja excluído das urnas eletrônicas e para que o acesso do ex-governador aos fundos de campanha seja suspenso. Arruda afirmou que decidiu não recorrer à decisão da Corte por recomendação da seus advogados. — Eu registrei minha candidatura dentro da lei. Infelizmente, a interpretação que os tribunais deram à vigência dessa lei não é aquela que todos nós imaginávamos, mas eu respeito a decisão judicial — disse na coletiva. O registro de candidatura foi negado pelo TRE-DF em agosto. Na ocasião, a principal discussão foi a forma de contagem do período de inelegibilidade após mudanças promovidas na Lei da Ficha Limpa em 2025. No Plenário do TSE, a defesa de Arruda reiterou o argumento de que as condenações decorrentes da Caixa de Pandora estão relacionadas entre si e devem ser consideradas conjuntamente para o cálculo do prazo. De outro lado, a Procuradoria-Geral Eleitoral destacou as sete sentenças por atos dolosos de improbidade que recaem sobre Arruda. Na visão do Ministério Público, a candidatura do ex-governador viola a proteção da probidade, da moralidade e o regime legal das inelegibilidades. A Lei Complementar 219, aprovada em 2025, modificou as regras de cálculo da inelegibilidade em casos de improbidade. A norma estabeleceu limite de oito anos quando as condenações decorrerem de fatos considerados conexos e de 12 anos nas demais hipóteses. Para o Ministério Público, a primeira condenação que ainda pode ser considerada para esse cálculo teve o acórdão publicado em dezembro de 2018. Dessa forma, mesmo na hipótese mais favorável a Arruda, com a aplicação do teto de oito anos, o prazo somente terminaria em dezembro deste ano, depois do primeiro turno. Se aplicado o limite de 12 anos, a inelegibilidade iria até 2030.
oglobo.globo.com
September 24, 2026 at 7:39 PM