#kayapó
PF prende seis em operação contra garimpo ilegal no Pará
Ação em Tucumã apreendeu escavadeiras e motores em área próxima à Terra Indígena Kayapó; PF apura possíveis condições degradantes de trabalho
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PF prende seis em operação contra garimpo ilegal no Pará
Ação em Tucumã apreendeu escavadeiras e motores em área próxima à Terra Indígena Kayapó; PF apura possíveis condições degradantes de trabalho
www.brasil247.com
October 7, 2026 at 4:56 AM
A Polícia Federal prendeu 6 pessoas em flagrante em ação contra garimpo ilegal em Tucumã, no Pará, em área rural vizinha à Terra Indígena Kayapó
revistacenarium.com.br/policia-fede...
Polícia Federal prende seis em ação contra garimpo ilegal no Pará
Policiais federais prenderam, nessa segunda-feira, 5, seis pessoas em flagrante durante uma ação contra garimpo ilegal em Tucumã, no Pará.
revistacenarium.com.br
October 6, 2026 at 10:57 PM
PF prende seis envolvidos em garimpo ilegal perto da Terra Indígena Kayapó no Pará, apreendendo escavadeiras e apurando crime de trabalho escravo.
www.plantaobrasil.net/noticia/1574...
Ação da Polícia Federal estoura garimpo clandestino e resgata trabalhadores em condições degradantes no Pará
A Polícia Federal desmantelou uma estrutura de garimpo ilegal de ouro em Tucumã, no sudeste do Pará, prendendo seis pessoas em flagrante. A ação ocorreu em uma...
www.plantaobrasil.net
October 6, 2026 at 4:09 PM
PF cumpre ação contra garimpo ilegal de ouro em Tucumã, no PA
Garimpo ilegal em Tucumã: PF faz operação e investiga trabalho escravo | G1
A Polícia Federal combate o garimpo ilegal em Tucumã, no Pará, e investiga a prática de trabalho escravo em área vizinha à Terra Indígena Kayapó.
g1.globo.com
October 6, 2026 at 2:41 PM
PF prende seis em ação contra garimpo ilegal no Pará
PF prende seis em ação contra garimpo ilegal no Pará - Jornal de Brasília
A operação ocorreu em Tucumã, em área rural vizinha à Terra Indígena Kayapó. A PF apura responsáveis pelo garimpo e os compradores do ouro extraído do local.
jornaldebrasilia.com.br
October 6, 2026 at 1:44 PM
Polícia Federal prende seis em ação contra garimpo ilegal no Pará

Policiais federais prenderam, nessa segunda-feira (5), seis pessoas em flagrante durante uma ação contra garimpo ilegal em Tucumã, no Pará. Segundo a Polícia Federal (PF), a atividade de exploração mineral irregular ocorria em um…
Polícia Federal prende seis em ação contra garimpo ilegal no Pará
Policiais federais prenderam, nessa segunda-feira (5), seis pessoas em flagrante durante uma ação contra garimpo ilegal em Tucumã, no Pará. Segundo a Polícia Federal (PF), a atividade de exploração mineral irregular ocorria em um imóvel rural vizinho à Terra Indígena Kayapó. Notícias relacionadas:Estudo revela evolução do garimpo ilegal e novas táticas de exploração.PF já apreendeu mais de R$ 30 milhões em crimes eleitorais em 2026.Na ação, também foram apreendidas duas escavadeiras hidráulicas, dois motores e dois celulares.
fllics.com
October 6, 2026 at 1:42 PM
PF prende seis em operação contra garimpo ilegal no Pará

Ação em Tucumã apreendeu escavadeiras e motores em área próxima à Terra Indígena Kayapó; PF apura possíveis condições degradantes de trabalho...
PF prende seis em operação contra garimpo ilegal no Pará
Ação em Tucumã apreendeu escavadeiras e motores em área próxima à Terra Indígena Kayapó; PF apura possíveis condições degradantes de trabalho
www.brasil247.com
October 6, 2026 at 1:28 PM
SOUTIENS AUX AUTOCHTONES

💜💜💜💜
✊✊✊✊
October 5, 2026 at 9:04 AM
Indigenous Brazilian activist Tuira Kayapo threatens engineer Jose Lopes (1989). During a live TV conference to discuss damming her people’s river, Kayapo flatly refused, halting the $500 million project.
www.reddit.com/r/Historical...
October 4, 2026 at 5:52 PM
Notre film « Amazonia, Cœur de la Terre Mère » sera présenté en sélection officielle, suivi d’un échange avec le public.

Avec Paul, nous reviendrons sur notre voyage en territoire kayapó auprès du Cacique Raoni, à l’automne dernier.
October 2, 2026 at 8:23 AM
When Brazilian President Luiz Inácio Lula signed Decree 12,600 enabling the privatization and dredging of major Amazonian waterways for grain export, Indigenous peoples from the Munduruku, Kayapó, and Panará nations took direct action to protect the water and one another.

Here's how they won: 🧵⬇️
September 30, 2026 at 9:33 PM
MEMÓRIA QUE PERMANECE — TUIRE KAYAPÓ

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IG: @maybiilustra
September 28, 2026 at 9:41 AM
En 1989, Sting le prometió a un cacique del Amazonas ayudar a proteger su tierra: su fundación ya financió más de 300 proyectos
En 1989, Sting le prometió a un cacique del Amazonas ayudar a proteger su tierra: su fundación ya financió más de 300 proyectos
El encuentro del músico con el jefe Raoni, del pueblo kayapó, dio origen a la Rainforest Foundation, que hoy apoya a comunidades de cuatro continentes
radiomitre.cienradios.com
September 27, 2026 at 11:09 AM
En 1989, Sting le prometió a un cacique del Amazonas ayudar a proteger su tierra: su fundación ya financió más de 300 proyectos
En 1989, Sting le prometió a un cacique del Amazonas ayudar a proteger su tierra: su fundación ya financió más de 300 proyectos
El encuentro del músico con el jefe Raoni, del pueblo kayapó, dio origen a la Rainforest Foundation, que hoy apoya a comunidades de cuatro continentes
radiomitre.cienradios.com
September 27, 2026 at 11:09 AM
Kayapó e Panará bloqueiam BR-163 contra fim de medidas de proteção dos territórios indígenas no PA
BR-163 bloqueada: Indígenas protestam por compensação no Pará | G1
BR-163 bloqueada: Indígenas Kayapó e Panará protestam em Novo Progresso por medidas de compensação ambiental e proteção de seus territórios.
g1.globo.com
September 25, 2026 at 10:03 PM
"Manifestação em Novo Progresso (PA) reúne três organizações indígenas diante do risco de interrupção das medidas emergenciais. Povos cobram providências da concessionária Via Brasil e conclusão do PBA-CI definitivo"
Kayapó e Panará se mobilizam na BR-163 para cobrar cumprimento de medidas de compensação pelos impactos da rodovia - Combate Racismo Ambiental
Manifestação em Novo Progresso (PA) reúne três organizações indígenas diante do risco de interrupção das medidas emergenciais. Povos cobram providências da concessionária Via Brasil e conclusão do PBA...
racismoambiental.net.br
September 25, 2026 at 7:49 PM
⚠️ Sem renovação do PBA-CI, as ações de proteção territorial nas TIs Panará, Baú e Menkragnoti podem ser interrompidas enquanto o garimpo ilegal avança sobre esses territórios. "Não queremos esperar mais", diz Be-i Kayapó, da Associação Indígena Mantinó. Leia: isa.to/3V8Wwk8
Kayapó e Panará se mobilizam na BR-163 para cobrar cumprimento de medidas de compensação pelos impactos da rodovia | ISA
Manifestação em Novo Progresso (PA) reúne três organizações indígenas diante do risco de interrupção das medidas emergenciais. Povos cobram providências da concessionária Via Brasil e conclusão do PBA...
isa.to
September 25, 2026 at 7:18 PM
🚨 Os povos Kayapó e Panará não vão esperar mais!

Indígenas ocuparam pacificamente a BR-163 hoje (25/9), em Novo Progresso (PA), cobrando da Via Brasil a renovação das medidas de proteção territorial. O prazo acaba em 30 de setembro.

Entenda no fio 🧶
September 25, 2026 at 7:18 PM
Dois meses após operação da PF, número de invasores quadruplicou, dizem órgãos; há suspeita de participação de facções @apublica.org
Indígenas Kayapó se colocam em risco para bloquear garimpo ilegal na Terra Indígena Baú - Combate Racismo Ambiental
Dois meses após operação da PF, número de invasores quadruplicou, dizem órgãos; há suspeita de participação de facções Por Isabel Seta | Edição: Ana Magalhães, em Agência Pública Menos de dois meses d...
racismoambiental.net.br
September 25, 2026 at 2:06 PM
⚒️⚠️GARIMPO ILEGAL | O avanço de uma invasão de garimpeiros na Terra Indígena Baú (PA) forçou um grupo de guerreiros Kayapó a bloquear a via de acesso na tentativa de frear a logística de abastecimento do garimpo ilegal. Leia: http://dlvr.it/TVdxWT
September 25, 2026 at 12:01 PM
Menos de dois meses depois de uma operação da Polícia Federal, o avanço de uma invasão de garimpeiros na Terra Indígena Baú, no sudeste do Pará, forçou indígenas Kayapó a tomarem uma atitude de alto risco. Desde segunda-feira, 21 de setembro, um grupo de guerreiros Kayapó bloqueia a via de acesso a um garimpo ilegal chamado Pista Velha, próximo ao rio Curuazinho, no meio do território. Com o bloqueio, os indígenas tentam frear a logística de abastecimento do garimpo, que vem atraindo cada vez mais invasores pelo alto volume de ouro extraído no local. Segundo informações das organizações da Rede Xingu+, que atuam nas terras indígenas Baú e Menkragnoti e monitoram o local, o número de garimpeiros quadruplicou apenas nos últimos dois meses, chegando a aproximadamente 400 pessoas. A cada dia de espera, cresce a tensão e o medo de um novo conflito. Informações passadas ao grupo que está bloqueando o acesso ao garimpo apontam que há armas de vários calibres no local, incluindo armas pesadas, como pelo menos quatro fuzis. Por conta desse armamento, os indígenas suspeitam de participação de facções criminosas ligadas ao narcotráfico na extração ilegal de ouro. Ainda assim, os indígenas afirmam que não estão dispostos a sair do local enquanto não houver uma ação do poder público para retirar os invasores. À reportagem, a Polícia Federal (PF) afirmou estar acompanhando a situação. O garimpo criminoso na Terra Indígena (TI) Baú é um problema desde 2019 e tem provocado vários conflitos entre garimpeiros e indígenas Kayapó (autodenominados Mebengôkre), que tentam proteger o território. A atividade, porém, vem se intensificando desde o ano passado, sem que as autoridades tenham conseguido desestruturá-la de forma efetiva. No final de julho, a PF e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizaram uma operação na Terra Indígena Baú. Na ação, as equipes realizaram autuações, registraram as áreas degradadas e inutilizaram dois acampamentos, além de pás-carregadeiras, motores usados em balsas de garimpo, gerador, tanque e galões de combustível. Mas a operação não chegou ao garimpo de Pista Velha e apenas dispersou os infratores momentaneamente, segundo as organizações que acompanham de perto a situação. A TI Baú é um vasto território de 1,5 milhão de hectares (dez vezes a cidade de São Paulo), onde vivem os povos Kayapó e os isolados Pu´rô. Ferida aberta pelo garimpo Pista Velha na Terra Indígena Baú é visível em imagem de satélite do Google Earth Meses antes da operação, em fevereiro, a Rede Xingu+, formada por 53 organizações indígenas, ribeirinhas e da sociedade civil com atuação na bacia do rio Xingu, alertou a vários órgãos do governo federal que uma expedição de vigilância realizada pelos Kayapó havia interceptado dois grupos de garimpeiros. Na ocasião, um dos responsáveis pelo garimpo disse que havia dezenas de mineradores ilegais instalados no território, e os próprios indígenas apreenderam duas armas de fogo. No começo do ano, o trabalho de vigilância dos Kayapó identificou outro ponto de garimpo ilegal, além do Pista Velha, e informou às autoridades a localidade que serviria como “porta de entrada” para a invasão do território. Agora, com a chegada de mais garimpeiros ao Pista Velha, os indígenas da TI Baú e da vizinha Terra Indígena Menkragnoti se uniram para tentar impedir a continuidade do funcionamento do garimpo. Nesta quinta-feira, 24 de setembro, uma equipe indígena de vigilância encontrou uma espingarda calibre 28 e um motor de barco escondidos em uma área próxima ao Pista Velha. Em sites na internet, esse motor custa entre R$ 10 mil e R$ 12 mil. O medo é que o garimpo cresça ainda mais nos próximos meses. Ali, a extração ilegal de ouro se dá em barrancos abertos no meio da floresta. As árvores são derrubadas, a vegetação é destruída e o solo é revirado na busca predatória por minério. A atividade de mineração é proibida em terras indígenas pela legislação e, além de provocar impactos graves para a natureza, também causa conflitos sociais nas comunidades indígenas. A **Agência Pública** procurou o Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), mas não teve resposta até a publicação desta reportagem. Já a PF afirmou que a operação na TI, realizada entre os dias 28 de julho e 1º de agosto, empregou três aeronaves para combater “atividades ilegais de extração mineral na região e em áreas externas que, conforme informações reunidas pelos órgãos participantes, impactam cursos d’água e comunidades indígenas”. “Diante da situação, a Polícia Federal segue atuando no acompanhamento da região e na adoção de medidas cabíveis para o enfrentamento de atividades ilícitas”, completou o órgão. Desde 2019, ano em que o garimpo Pista Velha foi reativado, a área afetada pela mineração ilegal na Terra Indígena Baú vem crescendo. A maior parte da expansão garimpeira se deu durante o governo Bolsonaro. Até 2017, 150 hectares haviam sido desmatados no território, mas apenas entre 2018 e 2022, as áreas de garimpo superaram 308 hectares, segundo levantamento do Instituto Socioambiental. Em 2025, elas chegaram a um total acumulado de 332 hectares, o equivalente a cerca de 460 campos de futebol, conforme dados disponibilizados pela plataforma Amazon Watch. No ano passado, já haviam sido detectados vários pontos ativos de garimpo em diversas partes do território, e um sobrevoo confirmou que havia mineração ilegal em expansão na área do Pista Velha. Ao longo de 2025, a Rede Xingu+ enviou alertas formais aos órgãos governamentais com denúncias sobre a atuação criminosa. Além dos pontos de garimpo identificados dentro do território, há vários outros dispostos ao longo das fronteiras oeste das Terras Indígenas Baú e Menkragnoti. Em maio, uma decisão da Justiça Federal no Pará determinou que o Ibama realizasse ações de fiscalização para desmobilizar um desses garimpos, o “Esperança IV”. Às margens do rio Curuá, a atividade minerária ilegal ameaça diretamente o rio – e todos que dependem dele e de seus mais de cem igarapés e afluentes. Imagem de sobrevoo realizado neste ano mostra o garimpo “Esperança IV”, localizado às margens do rio Curuá, na região que faz fronteira com a Terra Indígena Baú. Uma análise do monitoramento da Rede Xingu+ mostra que a área desmatada por garimpo no entorno oeste das duas terras indígenas cresceu 11% entre 2024 e 2025 e que quase 80% dessas áreas de garimpo não possuíam autorização da Agência Nacional de Mineração (ANM) para exploração. A Terra Indígena Baú tem uma longa história de resistência à pilhagem da natureza. No início dos anos 1990, quando o território foi declarado como de posse indígena, invasores impediram várias vezes a demarcação física da área. Em 2003, quando o processo de demarcação foi retomado, os Kayapó aceitaram abrir mão de uma faixa equivalente a 3 mil km² do lado oeste da terra indígena com a promessa de que as invasões seriam interrompidas. A homologação do território, etapa final da demarcação, só aconteceu cinco anos depois. Os demais territórios Kayapó no eixo da rodovia BR-163 (que liga Cuiabá, no Mato Grosso, a Santarém, no Pará) também sofrem os impactos da extração ilegal de ouro. No caso das TI Paraná e da TI Menkragnoti, há denúncias de contaminação dos rios, que têm adquirido um aspecto barrento, ameaçando a disponibilidade de água para as comunidades indígenas. As terras onde vivem os Kayapó fazem parte de um mosaico de territórios indígenas e unidades de conservação que formam uma grande área contínua de conservação na bacia do Xingu. Na região, o garimpo tem promovido o avanço do desmatamento também nas Terras Indígenas Kuruaya, Trincheira Bacajá e Apyterewa e em outras cinco áreas protegidas. Uma das situações mais críticas, segundo o monitoramento da Rede Xingu+, é na Reserva Biológica Nascentes da Serra do Cachimbo, onde nascem vários dos rios que banham a bacia.
apublica.org
September 25, 2026 at 8:00 AM
NATIVE BLOOD - Fight Like Tuíre Kayapó
YouTube video by Native Blood BR
youtu.be
September 22, 2026 at 6:12 PM