#macroalgas
Participamos en #GlyTECH, proyecto centrado en el estudio de los glicanos procedentes de macroalgas marinas y su potencial para nuevas aplicaciones biotecnológicas en #SaludHumana.
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#Biotecnología #Glicobiología
@azti.bsky.social #UPV_EHU #IIS_Biobizkaia
October 1, 2026 at 10:42 AM
Algas cultivadas no litoral do Rio podem virar bioplásticos e materiais para fertilizantes
Algas cultivadas no litoral do Rio de Janeiro podem virar bioplásticos biodegradáveis e materiais para o setor de fertilizantes. Essa é a proposta da Grisea Biotecnologia, startup apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), que desenvolve tecnologia para aproveitar macroalgas marinhas como matéria-prima na fabricação de produtos para diferentes aplicações. O projeto utiliza a alga Kappaphycus alvarezii, cultivada no litoral sul fluminense, e busca desenvolver processos de produção escalonáveis, capazes de levar os materiais da pesquisa para o mercado. A Grisea mantém parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para pesquisas e desenvolvimento de seus materiais, atualmente em colaboração com a Escola de Química. A startup também trabalha com produtores e empresas para desenvolver e testar aplicações de suas tecnologias. — A proposta é transformar uma matéria-prima produzida no próprio litoral fluminense em soluções tecnológicas de maior valor agregado, aproximando a aquicultura da indústria de biotecnologia e criando novas oportunidades para os produtores de algas do estado — explica Felipe Teixeira, CEO da Grisea. Felipe Teixeira, CEO da startup Grisea: financiamento da Faperj Divulgação/Grisea Biotecnologia Atualmente, diferentes matérias-primas são utilizadas na produção de bioplásticos, entre elas mandioca, cana-de-açúcar e milho. A Grisea aposta nas macroalgas como uma alternativa que amplia as possibilidades de produção de materiais sustentáveis sem depender exclusivamente de recursos agrícolas. As macroalgas também apresentam características que favorecem seu cultivo em ambientes costeiros, dentro de fazendas marinhas. A startup desenvolve bioplásticos destinados a aplicações como embalagens e outros produtos que hoje utilizam materiais derivados do petróleo. Também pesquisa materiais à base de algas para o recobrimento de fertilizantes, com foco no controle da liberação de nutrientes. O projeto pretende fortalecer o setor de aquicultura de algas e ampliar a participação do Rio de Janeiro no desenvolvimento de tecnologias ligadas à biotecnologia marinha e à economia sustentável.
dlvr.it
September 28, 2026 at 11:18 PM
Algas cultivadas no litoral do Rio podem virar bioplásticos e materiais para fertilizantes
Algas cultivadas no litoral do Rio de Janeiro podem virar bioplásticos biodegradáveis e materiais para o setor de fertilizantes. Essa é a proposta da Grisea Biotecnologia, startup apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), que desenvolve tecnologia para aproveitar macroalgas marinhas como matéria-prima na fabricação de produtos para diferentes aplicações. O projeto utiliza a alga Kappaphycus alvarezii, cultivada no litoral sul fluminense, e busca desenvolver processos de produção escalonáveis, capazes de levar os materiais da pesquisa para o mercado. A Grisea mantém parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para pesquisas e desenvolvimento de seus materiais, atualmente em colaboração com a Escola de Química. A startup também trabalha com produtores e empresas para desenvolver e testar aplicações de suas tecnologias. — A proposta é transformar uma matéria-prima produzida no próprio litoral fluminense em soluções tecnológicas de maior valor agregado, aproximando a aquicultura da indústria de biotecnologia e criando novas oportunidades para os produtores de algas do estado — explica Felipe Teixeira, CEO da Grisea. Felipe Teixeira, CEO da startup Grisea: financiamento da Faperj Divulgação/Grisea Biotecnologia Atualmente, diferentes matérias-primas são utilizadas na produção de bioplásticos, entre elas mandioca, cana-de-açúcar e milho. A Grisea aposta nas macroalgas como uma alternativa que amplia as possibilidades de produção de materiais sustentáveis sem depender exclusivamente de recursos agrícolas. As macroalgas também apresentam características que favorecem seu cultivo em ambientes costeiros, dentro de fazendas marinhas. A startup desenvolve bioplásticos destinados a aplicações como embalagens e outros produtos que hoje utilizam materiais derivados do petróleo. Também pesquisa materiais à base de algas para o recobrimento de fertilizantes, com foco no controle da liberação de nutrientes. O projeto pretende fortalecer o setor de aquicultura de algas e ampliar a participação do Rio de Janeiro no desenvolvimento de tecnologias ligadas à biotecnologia marinha e à economia sustentável.
oglobo.globo.com
September 28, 2026 at 11:42 PM
Un volume de acceso libre con 900 páxinas e 256 traballos científicos, pósteres e conferencias, que recollen avances en nutrición acuícola, cultivos (peixes, moluscos, camarón, macroalgas…), especies invasoras e sostibilidade.
XIIIFirma 2025
firmaonline.org
September 24, 2026 at 2:01 PM
Las macroalgas de Canarias están cambiando: 30 años de datos revelan dos archipiélagos ecológicos bajo el agua https://www.ecoticias.com/naturaleza/macroalgas-de-canarias-diversidad-cambio-oceanografico-islas
www.ecoticias.com
September 24, 2026 at 11:32 AM
La diversidad de las macroalgas en Canarias cambia entre islas y a lo largo del tiempo
La diversidad de las macroalgas en Canarias cambia entre islas y a lo largo del tiempo
www.lavozdelanzarote.com
September 22, 2026 at 1:01 PM
La diversidad de las macroalgas en Canarias varía entre islas y a lo largo del tiempo

La diversidad de las macroalgas en Canarias varía entre islas y a lo largo del tiempo
La diversidad de las macroalgas en Canarias varía entre islas y a lo largo del tiempo, según un estudio
efeverde.com
September 22, 2026 at 12:16 PM
A través del estudio investigan potencial farmacéutico de micro y macroalgas
Idea evalúa el potencial de las ficobiliproteínas
A través del estudio investigan potencial farmacéutico de micro y macroalgas
ultimasnoticias.com.ve
September 20, 2026 at 9:11 PM
🌊 Los #corales del Sistema Arrecifal Mesoamericano (SAM) tienen un enemigo que crece rápidamente: las #macroalgas. El aumento de nutrientes en el mar, producto de escorrentías agrícolas y aguas residuales, favorece su proliferación. ¿Cómo recuperarlos? ⬇️ […]
September 16, 2026 at 6:08 AM
🌊 Los corales del Sistema Arrecifal Mesoamericano (SAM) tienen un enemigo que crece rápidamente: las macroalgas. El aumento de nutrientes en el mar, producto de escorrentías agrícolas y aguas residuales, favorece su proliferación. ¿Cómo recuperarlos? ⬇️ es.mongabay.com/2026/09/cang...
Cangrejo rey del Caribe: el “jardinero del arrecife” que remueve toneladas de algas del Sistema Arrecifal Mesoamericano
Para combatir la proliferación de algas en arrecifes de México, el cangrejo rey es un aliado clave ya que es herbívoro y muy glotón.
es.mongabay.com
September 15, 2026 at 6:55 PM
Restauración de ecosistemas marinos difícil técnicamente (plantacion de fanerógamas marinas como posidonia, p.ej.), pero posible. Veo mucho pontencial en cultivo de macroalgas. Hay cosas de fertilización marina con Hierro que no he leído mucho pero parece problemático.
September 9, 2026 at 1:23 PM
El mar Cantábrico bate récords de temperatura superando en casi 2°C sus medias históricas tras fallar el afloramiento costero.

El calor destruye bosques de macroalgas e impulsa especies invasoras y la carabela portuguesa. #CambioClimático
ift.tt/z2hXJjD

Telegram ift.tt/gehSkLc
“El mar ya no es el que era”: el Cantábrico marca máximos históricos de temperatura tras cuatro veranos de sofoco térmico
El Cantábrico rompe sus techos históricos con aguas hasta 2,5 °C por encima de la media de la estación mientras los científicos advierten de un 'cambio desbocado' en el ecosistema y en las playas
ift.tt
September 7, 2026 at 5:44 PM
Cuando las olas 🌊 desprenden las algas de la roca, éstas flotan y siguen las corrientes con todos los organismos que están adheridos a ella. En el caso de estos caracoles 🐌, pueden viajar los individuos o también sus masas de huevos.
Los caracoles habrían llegado a la Antártica atravesando el océano sobre macroalgas
Cuando las olas desprenden las algas de la roca, éstas flotan y siguen las corrientes con todos los organismos que están adheridos a ella. En el caso de estos caracoles, pueden viajar los individuos o también sus masas de huevos.
novaciencia.es
September 5, 2026 at 8:13 AM
🪸 ¿Qué consecuencias tiene este calentamiento sobre la #Biodiversidad?

🌡️ Las temperaturas extremas pueden provocar mortalidades masivas de corales, esponjas y macroalgas.

🐟 Su pérdida altera los hábitats y las redes tróficas, con impactos sobre peces, aves y mamíferos marinos.
August 27, 2026 at 10:39 AM
¿Algas para comer? En Paraty, Brasil, ya son parte del menú. Una familia caiçara las transforma en tempura, brownies, cuscús y otras preparaciones, mientras impulsa el turismo educativo y la participación de mujeres en la maricultura.
es.mongabay.com/2026/08/macr...
De la industria a la mesa: las macroalgas están ganando terreno en Brasil
Introducida en Brasil para abastecer la industria de la carragenina, la macroalga Kappaphycus alvarezii también se utiliza como biofertilizante y, cada vez más, en la alimentación. Diversas investigac...
es.mongabay.com
August 22, 2026 at 1:31 PM
El nudibranquio león parece pequeño y delicado, pero este animal está bien equipado para vivir en el bosque de macroalgas. Con defensas químicas y una boca en forma de capucha para atrapar a su presa, el nudibranquio león nos recuerda las maravillas del océano.
August 20, 2026 at 1:21 AM