#mestrando
Galera tratando bolsa de pesquisa como auxílio é foda viu. Ambos são importantes mas são coisas diferentes. O mestrando tá recebendo pra fazer um trabalho (todo mestrando e doutorando deveria receber bolsa)
October 13, 2026 at 3:35 PM
será que vai ter pra mestrando 😭
October 13, 2026 at 11:02 PM
espero um dia servir arrogância de tese quando estiver mestrando em literatura brasileira 🙏🏻
October 11, 2026 at 3:19 PM
Nao vou ver o 1° ep da vigilia ao vivo pq vou tar mestrando um especial halloween tmb amo
October 15, 2026 at 8:08 PM
Cometi um take hj que certamente em um periodo ] iniciado agora e que perdurará por 30 anos até o extase da crise climática que irá ceifar toda vida humana na terra [ será respondido por um mestrando da FFLCH com
October 15, 2026 at 1:21 PM
bagulho inaceitável de gente que entende os meandros da academia "os debates dela sao importantes" que debates lek que debates? desde quando mestranda puxa debate? nem é questao de defender a hierarquia da academia mas mestrando nao dispoe dos recursos para causar qualquer impacto na academia
October 11, 2026 at 2:20 AM
Ele lidou super de boas, tinha me dado aulas na facul. Era mestrando e substituiu o professor. Eu era seu único interlocutor na sala, num assunto que eu tinha estudado antes de entrar na universidade.
October 14, 2026 at 10:47 PM
esqueci de postar aqui, mas segue imagens minhas mestrando minha primeira mesa de rpg. campanha de avatar legends entitulada: Eco sob Cinzas.
October 7, 2026 at 7:06 PM
Na bio da pessoa tem “historiador e mestrando em história” e vai votar 22
Ai fico me perguntando, como????
October 6, 2026 at 9:48 PM
Vocês estão olhando para um mestrando que acabou de ser qualificado!!!
October 6, 2026 at 6:59 PM
ai é muito bom quando começa a fluir né que bom que você se aventurou mestrando e que foi uma experiência legal!!!!!
October 7, 2026 at 8:30 PM
Postura 100% reta o dia todo no trabalho pode ser ainda mais prejudicial
Passar horas seguidas na frente do computador sem sentir incômodos nas costas ou no pescoço é um desafio diário para milhares de trabalhadores. Porém, ao contrário do que se ensinou por décadas, a chave para evitar a dor não está em se manter engessado em uma posição dita “correta”. Quem esclarece essa mudança de paradigma é o fisioterapeuta e mestrando em Ciências do Movimento, Pedro Luna. Segundo o especialista, a ciência atual busca desmistificar a ideia de que a biomecânica rígida seja uma receita mágica e universal contra o sofrimento físico. O corpo humano foi projetado para se movimentar e suportar carga. Por essa razão, a tentativa de permanecer totalmente reto durante uma jornada inteira de trabalho pode ser prejudicial para a musculatura. Ao ser questionado se tentar manter as costas 100% retas o dia todo é um erro, o especialista é direto. “Sim. E talvez esse seja um dos exemplos mais claros de como uma boa intenção biomecânica pode se transformar em uma orientação ruim”, afirma Pedro Luna. Ele explica que a ideia de uma postura perfeita pressupõe a existência de uma posição ideal capaz de proteger o corpo contra qualquer dano. O problema é que sustentar a coluna ereta por horas exige a contração contínua de músculos posturais e pode ocasionar uma fadiga que desencadeia a própria dor. A coluna não é uma estrutura estática. O fisioterapeuta destaca que, mesmo quando uma pessoa acredita estar parada na cadeira, o corpo realiza microajustes constantes e a coluna se movimenta em cerca de 15 graus sem que percebamos. Nesse cenário, a fisioterapia atual abandona a busca pela postura perfeita e adota um novo lema conceitual. “A melhor postura é sempre a próxima. Não tenha medo de se movimentar”, destaca Luna.  Ajustes na mesa  - Na hora de organizar o espaço de trabalho, as adaptações devem priorizar o conforto e a individualidade do trabalhador, sem apego a regras matemáticas rígidas. Pedro Luna ressalta que a NR 17 (Norma Regulamentadora 17), que rege a ergonomia no trabalho, não impõe números universais para a altura de cadeiras ou ângulos obrigatórios de 90 graus para joelhos e quadril. A norma exige que o mobiliário se adapte às características físicas de cada pessoa e à tarefa realizada. Para quem usa notebook por longos períodos, surge um outro desafio ergonômico. Quando a tela é colocada na altura dos olhos para proteger o pescoço, os braços precisam ser elevados para digitar, o que tensiona os ombros. Já quando se baixa o aparelho para aliviar os braços, força-se a curvatura da cervical para baixo. Para resolver esse impasse em rotinas prolongadas, a solução recomendada é elevar a tela do computador até a linha da visão e utilizar teclado e mouse externos. Dessa forma, evita-se a fadiga postural e o desconforto nos punhos, ombros e coluna. Hábitos  que são frequentemente condenados , como cruzar as pernas, sentar sobre um dos pés ou escorregar na cadeira, também são ressignificados. De acordo com o fisioterapeuta, pegar um comportamento postural e classificá-lo como o único causador de lesões é uma visão simplista. “Cruzar as pernas não é automaticamente lesivo, da mesma forma que sentar sobre o pé não significa que a pessoa vai desenvolver dor”, explica o profissional. A questão central não é o gesto em si, mas o tempo, a frequência e o contexto em que ele é sustentado. Se a pessoa alterna entre sentar sobre o pé por alguns minutos, depois cruza as pernas, estica os joelhos e se encosta, a variação impede a sobrecarga em uma única estrutura. O problema real é a ausência de opções e a imobilidade prolongada. O mesmo raciocínio se aplica a quem trabalha no sofá ou na cama. Trabalhar nesses locais não significa que irá causar dor imediata, mas pede cuidado porque a sensação de aconchego faz com que a pessoa permaneça imóvel na mesma posição por muito mais tempo sem perceber. Escute o relógio biológico - Muitos trabalhadores buscam tabelas e horários fixos para realizar pausas, mas a ergonomia moderna não funciona como um cronômetro. Não há uma regra que obrigue a pessoa a se levantar a cada 30 ou 60 minutos de forma engessada. Por isso, o fisioterapeuta aconselha que a pessoa preste atenção aos sinais do próprio corpo e utilize o seu “relógio biológico”. A troca de posição ou o ato de se levantar deve acontecer assim que surgirem os primeiros sinais de cansaço ou desconforto. Pequenas atitudes durante o dia são suficientes para quebrar uma rotina sedentária. Sendo assim, caminhar para atender a uma ligação telefônica, ir buscar água ou café e ir até a mesa de um colega em vez de apenas enviar um WhatsApp são estratégias simples para colocar o corpo em ação. Exercícios não são receita de bolo - Na busca por um alívio rápido, é comum procurar listas de alongamentos prontos para fazer na cadeira. Embora movimentos leves de rotação de ombros, flexão de tronco e mobilizações de pescoço tragam bem-estar imediato, eles não funcionam como uma fórmula idêntica para todos. Pedro Luna enfatiza que o exercício é a base do tratamento fisioterapêutico, mas precisa ser aplicado de maneira inteligente e individualizada. "A intervenção educacional é essencial. O fisioterapeuta pode dar uma instrução, uma intervenção educacional de como você, como trabalhador, consegue modular sua própria dor, consegue assumir estratégias de gerenciamento de dor". Outro ponto crucial é reconhecer que a dor é um fenômeno biopsicossocial e multidimensional. Fatores como estresse, noites mal dormidas, alta cobrança por metas e falta de autonomia no trabalho influenciam diretamente no aparecimento de dores musculares. 8 horas sentada - É só quando as dores começam a dar sinal durante as 8 horas em que passa sentada que a social media Evelyn Mendes lembra de se movimentar na cadeira. A jornada é dividida entre as 6 horas de expediente no MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) e o período em que estuda em casa. "Trabalho na área de comunicação e design, uma função que exige muito foco e horas em frente ao computador. Em casa a estrutura não é a mesma do trabalho, o que acaba por intensificar os incômodos no corpo", relata. As regiões mais afetadas pela postura mantida por muito tempo são a nuca e a parte inferior da lombar. "Quando o desconforto começa a incomodar, procuro levantar e fazer pequenos alongamentos, vou beber água ou algo do tipo. O objetivo principal é movimentar o corpo e quebrar o tempo prolongado na mesma posição", explica Evelyn. O que tem ajudado a comunicadora a lidar com os sintomas é a prática regular de exercícios físicos. Embora tenha começado a musculação e a corrida por outros motivos de saúde, ela percebeu o impacto direto no alívio da pressão nas costas. "Percebi que a atividade física reduzia bastante as dores associadas à rotina de trabalho. Tento manter uma frequência de pelo menos três idas à academia por semana, complementando com caminhadas ou corridas ao ar livre aos fins de semana", conclui. Sinais de alerta - A presença de desconforto nem sempre significa que existe uma lesão física. Pedro Luna aponta que é muito comum encontrar pessoas com alterações estruturais na coluna, como a escoliose, que vivem perfeitamente sem sentir nenhuma dor. Por outro lado, pessoas sem qualquer alteração nos exames de imagem podem relatar dores intensas provocadas por cansaço, estresse ou sobrecarga de trabalho. O sinal de alerta vermelho acende quando a dor passa a gerar perda funcional. Se o desconforto começa a prejudicar o rendimento profissional, impede a prática de exercícios físicos ou afeta os momentos de lazer e o convívio familiar, é hora de procurar ajuda especializada. Nesses casos, a consulta com um fisioterapeuta é indispensável não apenas para tratar o sintoma, mas para atuar de forma preventiva e adequar o posto de trabalho.
www.campograndenews.com.br
October 10, 2026 at 3:33 PM
Postura 100% reta o dia todo? Entenda por que isso é um erro
Passar horas seguidas na frente do computador sem sentir incômodos nas costas ou no pescoço é um desafio diário para milhares de trabalhadores. Porém, ao contrário do que se ensinou por décadas, a chave para evitar a dor não está em se manter engessado em uma posição dita “correta”. Quem esclarece essa mudança de paradigma é o fisioterapeuta e mestrando em Ciências do Movimento, Pedro Luna. Segundo o especialista, a ciência atual busca desmistificar a ideia de que a biomecânica rígida seja uma receita mágica e universal contra o sofrimento físico. O corpo humano foi projetado para se movimentar e suportar carga. Por essa razão, a tentativa de permanecer totalmente reto durante uma jornada inteira de trabalho pode ser prejudicial para a musculatura. Ao ser questionado se tentar manter as costas 100% retas o dia todo é um erro, o especialista é direto. “Sim. E talvez esse seja um dos exemplos mais claros de como uma boa intenção biomecânica pode se transformar em uma orientação ruim”, afirma Pedro Luna. Ele explica que a ideia de uma postura perfeita pressupõe a existência de uma posição ideal capaz de proteger o corpo contra qualquer dano. O problema é que sustentar a coluna ereta por horas exige a contração contínua de músculos posturais e pode ocasionar uma fadiga que desencadeia a própria dor. A coluna não é uma estrutura estática. O fisioterapeuta destaca que, mesmo quando uma pessoa acredita estar parada na cadeira, o corpo realiza microajustes constantes e a coluna se movimenta em cerca de 15 graus sem que percebamos. Nesse cenário, a fisioterapia atual abandona a busca pela postura perfeita e adota um novo lema conceitual. “A melhor postura é sempre a próxima. Não tenha medo de se movimentar”, destaca Luna.  Ajustes na mesa  - Na hora de organizar o espaço de trabalho, as adaptações devem priorizar o conforto e a individualidade do trabalhador, sem apego a regras matemáticas rígidas. Pedro Luna ressalta que a NR 17 (Norma Regulamentadora 17), que rege a ergonomia no trabalho, não impõe números universais para a altura de cadeiras ou ângulos obrigatórios de 90 graus para joelhos e quadril. A norma exige que o mobiliário se adapte às características físicas de cada pessoa e à tarefa realizada. Para quem usa notebook por longos períodos, surge um outro desafio ergonômico. Quando a tela é colocada na altura dos olhos para proteger o pescoço, os braços precisam ser elevados para digitar, o que tensiona os ombros. Já quando se baixa o aparelho para aliviar os braços, força-se a curvatura da cervical para baixo. Para resolver esse impasse em rotinas prolongadas, a solução recomendada é elevar a tela do computador até a linha da visão e utilizar teclado e mouse externos. Dessa forma, evita-se a fadiga postural e o desconforto nos punhos, ombros e coluna. Hábitos  que são frequentemente condenados , como cruzar as pernas, sentar sobre um dos pés ou escorregar na cadeira, também são ressignificados. De acordo com o fisioterapeuta, pegar um comportamento postural e classificá-lo como o único causador de lesões é uma visão simplista. “Cruzar as pernas não é automaticamente lesivo, da mesma forma que sentar sobre o pé não significa que a pessoa vai desenvolver dor”, explica o profissional. A questão central não é o gesto em si, mas o tempo, a frequência e o contexto em que ele é sustentado. Se a pessoa alterna entre sentar sobre o pé por alguns minutos, depois cruza as pernas, estica os joelhos e se encosta, a variação impede a sobrecarga em uma única estrutura. O problema real é a ausência de opções e a imobilidade prolongada. O mesmo raciocínio se aplica a quem trabalha no sofá ou na cama. Trabalhar nesses locais não significa que irá causar dor imediata, mas pede cuidado porque a sensação de aconchego faz com que a pessoa permaneça imóvel na mesma posição por muito mais tempo sem perceber. Escute o relógio biológico - Muitos trabalhadores buscam tabelas e horários fixos para realizar pausas, mas a ergonomia moderna não funciona como um cronômetro. Não há uma regra que obrigue a pessoa a se levantar a cada 30 ou 60 minutos de forma engessada. Por isso, o fisioterapeuta aconselha que a pessoa preste atenção aos sinais do próprio corpo e utilize o seu “relógio biológico”. A troca de posição ou o ato de se levantar deve acontecer assim que surgirem os primeiros sinais de cansaço ou desconforto. Pequenas atitudes durante o dia são suficientes para quebrar uma rotina sedentária. Sendo assim, caminhar para atender a uma ligação telefônica, ir buscar água ou café e ir até a mesa de um colega em vez de apenas enviar um WhatsApp são estratégias simples para colocar o corpo em ação. Exercícios não são receita de bolo - Na busca por um alívio rápido, é comum procurar listas de alongamentos prontos para fazer na cadeira. Embora movimentos leves de rotação de ombros, flexão de tronco e mobilizações de pescoço tragam bem-estar imediato, eles não funcionam como uma fórmula idêntica para todos. Pedro Luna enfatiza que o exercício é a base do tratamento fisioterapêutico, mas precisa ser aplicado de maneira inteligente e individualizada. "A intervenção educacional é essencial. O fisioterapeuta pode dar uma instrução, uma intervenção educacional de como você, como trabalhador, consegue modular sua própria dor, consegue assumir estratégias de gerenciamento de dor". Outro ponto crucial é reconhecer que a dor é um fenômeno biopsicossocial e multidimensional. Fatores como estresse, noites mal dormidas, alta cobrança por metas e falta de autonomia no trabalho influenciam diretamente no aparecimento de dores musculares. 8 horas sentada - É só quando as dores começam a dar sinal durante as 8 horas em que passa sentada que a social media Evelyn Mendes lembra de se movimentar na cadeira. A jornada é dividida entre as 6 horas de expediente no MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) e o período em que estuda em casa. "Trabalho na área de comunicação e design, uma função que exige muito foco e horas em frente ao computador. Em casa a estrutura não é a mesma do trabalho, o que acaba por intensificar os incômodos no corpo", relata. As regiões mais afetadas pela postura mantida por muito tempo são a nuca e a parte inferior da lombar. "Quando o desconforto começa a incomodar, procuro levantar e fazer pequenos alongamentos, vou beber água ou algo do tipo. O objetivo principal é movimentar o corpo e quebrar o tempo prolongado na mesma posição", explica Evelyn. O que tem ajudado a comunicadora a lidar com os sintomas é a prática regular de exercícios físicos. Embora tenha começado a musculação e a corrida por outros motivos de saúde, ela percebeu o impacto direto no alívio da pressão nas costas. "Percebi que a atividade física reduzia bastante as dores associadas à rotina de trabalho. Tento manter uma frequência de pelo menos três idas à academia por semana, complementando com caminhadas ou corridas ao ar livre aos fins de semana", conclui. Sinais de alerta - A presença de desconforto nem sempre significa que existe uma lesão física. Pedro Luna aponta que é muito comum encontrar pessoas com alterações estruturais na coluna, como a escoliose, que vivem perfeitamente sem sentir nenhuma dor. Por outro lado, pessoas sem qualquer alteração nos exames de imagem podem relatar dores intensas provocadas por cansaço, estresse ou sobrecarga de trabalho. O sinal de alerta vermelho acende quando a dor passa a gerar perda funcional. Se o desconforto começa a prejudicar o rendimento profissional, impede a prática de exercícios físicos ou afeta os momentos de lazer e o convívio familiar, é hora de procurar ajuda especializada. Nesses casos, a consulta com um fisioterapeuta é indispensável não apenas para tratar o sintoma, mas para atuar de forma preventiva e adequar o posto de trabalho.
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October 10, 2026 at 1:36 PM
Rascunhos de redesenho dos protagonistas da campanha que estou mestrando

#wip
October 1, 2026 at 2:56 AM
#hnkcall E aí pessoal, tudo bem? Esse aqui é o Sejun, mestrando em f&a do depto de direito e futuro maluco estressado do investment banking. Ele é uma pessoa… difícil de ler, raramente se sabe se ele tá suave ou só sendo um falso dos infernos. Mas descobrir é divertido 😁 like pra uma dm ic!
October 1, 2026 at 10:43 AM
Para a pessoa da caixinha #bajo46686
Obrigada pela sua caixinha. Gostei muito de "ouvir" um narrador experiente #bajo46756 #furafila
October 5, 2026 at 7:00 PM
Faltei na aula de hj pq acordei tarde, aí agr recebi umas fotos no grupo da matéria em q a galera fez uma ciranda em torno do mestrando???? Eu não consigo imaginar o contexto pra isso, levando em conta q essa matéria é basicamente química e métodos analíticos
October 1, 2026 at 2:18 PM
a Stratt perguntando pro Grace se ele quer entrar em um projeto e ele gaguejando parece mto qdo o orientador chega no mestrando perguntando se quer participar d mais um projeto e vc começa a gaguejar pq já tá entupido d coisa pra fazer mas n pode dizer n pra mais um
October 1, 2026 at 11:41 PM
Um programa de tv que reunisse Inri Cristo, Toninho do Diabo, Eliana, e algum vj aleatório da MTV em uma mesa para uma campanha de D&D.

Claramente o Celso Portioli mestrando.
September 30, 2026 at 1:25 AM
eu sou mestrando em relações internacionais (ciência política com escala) 😭😭😭😭 não que eu discuta pra além de "tá bom, corno", mas... Infelizmente escolhi isso pra minha vida...
September 28, 2026 at 8:07 PM
Eu, mestrando em farmácia, trabalhando com pacientes em uso de semaglutida: mãe, tem que fazer o desmame do mounjaro agora que já está no seu peso ideal

Minha mãe: não, pq a IA falou que o desmame tem que acontecer durante dois anos
September 26, 2026 at 1:16 PM
mas se for pra falar qualquer coisa por aqui eu vou contar pra vcs que eu fui de 0 a 3 mesas de RPG (jogando 1 e mestrando 2) e tinha 8 anos que eu não jogava RPG pq simplesmente teve uma epoca que eu tava tendo crise de ansiedade antes dos jogos e parei total.
September 25, 2026 at 11:04 PM
Drag Urbana: primeira candidatura drag à Câmara dos Deputados em Santa Catarina

Arquiteto, mestrando da UFSC e artista drag, Leonhard Bravo Seyboth faz de Manifesto político-artístico Drag Urbana em uma plataforma de comunicação sobre cidades, meio ambiente e direitos sociais.

O Portal Desacato…
Drag Urbana: primeira candidatura drag à Câmara dos Deputados em Santa Catarina
O que acontece quando um arquiteto e urbanista decide transformar o conhecimento científico sobre as cidades em um manifesto político-artístico? Em Santa Catarina, a resposta é Drag Urbana, nome de urna de Leonhard Bravo Seyboth, 27 anos, candidato a deputado federal pelo PSOL nas eleições de 2026. Nascido em Santiago (RS) e morador da região continental de Florianópolis, Leonhard é formado em Arquitetura e Urbanismo pela UFRGS e mestrando do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFSC (PósARQ).
desacato.info
September 25, 2026 at 11:47 AM