#microscopia
Vídeo inédito em tempo real mostra interior de célula que vive abaixo de zero
Uma equipe formada por pesquisadores da Universidade de Cambridge e da instituição de pesquisa British Antarctic Survey, ambas do Reino Unido, conseguiu observar, pela primeira vez, células vivas de peixes antárticos em alta resolução enquanto elas permaneciam em temperaturas próximas de 0ºC. O avanço foi possível graças a um equipamento capaz de realizar microscopia de fluorescência em condições de frio extremo, semelhantes às encontradas no habitat natural desses animais. Para chegar aos seus resultados, os pesquisadores trabalharam com células do Harpagifer antarcticus, um pequeno peixe que vive em águas rasas do Oceano Antártico e de ilhas subantárticas. As células foram comparadas às da Lipophrys pholis, uma espécie encontrada em águas rasas ao redor do Reino Unido. Com marcadores fluorescentes, os cientistas puderam observar e comparar estruturas e movimentos dentro das células das duas espécies. Uma das principais diferenças estava nas mitocôndrias, estruturas responsáveis pela produção de energia. Mitocôndrias e ácido nucleico da barbatana de um Harpagifer Francesca van Tartwijk, Anne-Pia Marty e Amir Rahmani Nas células do peixe antártico, elas apareciam em maior quantidade e organizadas em redes interconectadas. Os pesquisadores levantam a hipótese de que essa configuração estivesse relacionada à necessidade de manter o fornecimento de energia em temperaturas baixas, nas quais determinadas reações celulares se tornam menos eficientes. Outro destaque foram os lisossomos, estruturas que degradam e reciclam componentes celulares. Eles eram maiores nas células do peixe antártico, o que pode estar associado à necessidade de eliminar proteínas danificadas ou formadas de maneira incorreta. Frio dificulta o funcionamento das proteínas As proteínas são moléculas essenciais para praticamente todas as funções das células. Antes de executar seu papel, cada uma precisa assumir uma forma tridimensional específica. Esse processo é chamado de dobramento de proteínas. “Proteínas começam como longas cadeias de moléculas chamadas aminoácidos, um pouco como um colar de contas. Essas cadeias se dobram em uma forma precisa, quase como um origami, e essa forma determina tudo o que uma proteína pode fazer”, explica a bióloga Francesca van Tartwijk, coautora da pesquisa, em comunicado publicado na quarta-feira (23). De acordo com a pesquisadora, o frio pode atrapalhar esse processo e aumentar a ocorrência de proteínas malformadas: “Uma proteína mal dobrada é inútil na melhor das hipóteses, mas pode ser extremamente prejudicial; portanto, essas células adaptadas ao frio precisam de maneiras de lidar com elas”, afirma ela. Mitocôndrias da pele Harapgifer Francesca van Tartwijk, Anne-Pia Marty e Amir Rahmani O tamanho maior dos lisossomos pode ser uma dessas adaptações, ao facilitar a degradação do material celular que deixou de funcionar adequadamente. Além disso, a equipe constatou que, apesar de os peixes adaptados ao frio apresentarem crescimento e desenvolvimento lentos, suas mitocôndrias continuavam a se movimentar rapidamente dentro das células. Tal observação indica que a baixa temperatura não reduz de maneira uniforme todos os processos celulares. Alguns mecanismos de organização e transporte de moléculas permanecem ativos, contrariando a expectativa de que toda a atividade biológica diminuiria no mesmo ritmo. Desdobramentos do estudo A equipe acredita que sua descoberta a respeito das adaptações celulares pode ajudar a explicar os limites impostos pelo ambiente às espécies antárticas diante do aquecimento global. Vale lembrar que esses animais têm baixa tolerância a aumentos de temperatura. “Um aumento de apenas alguns graus na temperatura pode ser letal”, aponta Melody Clark, líder de genética do British Antarctic Survey. Por isso, os pesquisadores agora pretendem investigar se essa sensibilidade está relacionada principalmente ao funcionamento das células ou a sistemas do organismo como um todo, incluindo a circulação. Para além disso, o estudo também chama atenção porque o enovelamento incorreto de proteínas é observado em doenças neurodegenerativas, como Alzheimer, Parkinson e Huntington. Assim, entender como as células dos peixes antárticos lidam com esse problema pode fornecer pistas para estudos futuros sobre esses mecanismos. Detalhes dos achados foram descritos em um artigo disponível na plataforma bioRxiv. Apesar de as conclusões ainda não terem sido propriamente revisadas por cientistas independentes, os autores defendem que os resultados podem contribuir para estudos sobre doenças humanas relacionadas ao funcionamento inadequado das proteínas, bem como para o desenvolvimento de processos biotecnológicos que consumam menos energia. Outra possibilidade está na conservação de tecidos humanos. Os pesquisadores esperam que o conhecimento sobre a resistência celular ao frio contribua, no longo prazo, para estratégias de armazenamento de materiais biológicos em baixas temperaturas. No mais, o estudo ainda pode inspirar processos industriais que funcionem em condições mais frias. Como muitas aplicações biotecnológicas dependem de aquecimento para aumentar a atividade de células ou enzimas, reproduzir mecanismos naturais de organismos adaptados ao frio poderia ajudar a reduzir o consumo de energia.
revistagalileu.globo.com
September 25, 2026 at 5:20 AM
🔬Un estudio liderado por el Departamento de Física de la Materia Condensada ofrece una herramienta accesible para evaluar la calidad de materiales 2D y comparar distintos procesos de fabricación
🔗Lee la noticia completa goo.su/xycSLX
September 24, 2026 at 1:05 PM
Hoy tenemos un café científico con Miguel González Herráez del grupo N2GO que nos va a proponer un posible nueva línea de investigación relacionada con la microscopía Brillouin.
September 24, 2026 at 9:09 AM
🔬 Abierta la convocatoria CaixaResearch de Investigación en Salud 2027, con proyectos de hasta 3 años.

📅 Plazo: hasta el 18 de noviembre, 14:00 h
https://sebbm.es/noticias/abierta-la-convocatoria-caixaresearch-de-investigacion-en-salud-2027/
September 23, 2026 at 12:02 PM
Un análisis de 18 figurillas de marfil de mamut de Mizyn, Ucrania, muestra que sus grabados reproducen las líneas internas del propio colmillo. El estudio, con escaneo 3D y microscopía, replantea cómo evolucionó el arte figurativo en la Edad de Hielo.
El marfil de mamut escondía un patrón, y los artistas de la Edad de Hielo lo convirtieron en arte
Los grabados en zigzag y meandro que cubren 18 figurillas femeninas talladas en marfil de mamut hace unos 18,000 años no salieron de la nada: reproducen las líneas de crecimiento naturales del propio colmillo. Lo concluye un equipo de Ucrania, Noruega, Alemania y Reino Unido que analizó las piezas del sitio de Mizyn, en el norte de Ucrania, con modelado 3D de alta resolución y microscopía digital. Los artistas del Paleolítico observaron los patrones internos del marfil, las líneas de Schreger y de Owen que quedan a la vista al cortar la pieza, y los llevaron a sus ornamentos justo donde más se notaban. El estudio, publicado en la revista Heritage Science del grupo Nature, sostiene que el arte del este de Europa siguió un camino propio y no una copia de las tendencias de Europa occidental. ## Cómo el colmillo dictó el diseño La clave está en la estructura del marfil. Al cortar un colmillo aparecen dos patrones: las líneas de Schreger, un enrejado natural visible en el corte transversal de la dentina, y las líneas de Owen, anillos concéntricos de crecimiento. El equipo comprobó que el eje morfométrico de las 18 figurillas coincide con el eje longitudinal del núcleo del colmillo y que todas se tallaron en su parte central. Sobre esa base, los grabados dejan de parecer un adorno inventado. Los zigzags de varias piezas recuerdan a las líneas de Schreger, mientras que los meandros y las líneas paralelas de otras siguen el trazo de las de Owen. En una figurilla, el meandro grabado casi calza con los propios anillos de crecimiento del marfil. Para los autores, el patrón se colocó donde el ojo lo notaría más, señal de un trabajo atento con el material y no de una copia pasiva. > Este descubrimiento ofrece una ventana extraordinaria a cómo los pueblos del Paleolítico percibían su mundo material y se relacionaban con él. > > Aimée Little, arqueóloga de la Universidad de York y directora de su Centro de Análisis de Artefactos y Materiales Para llegar ahí, el equipo usó fotogrametría para levantar modelos 3D de alta resolución y un microscopio digital para leer las marcas de herramienta. Midió 97 grabados: sus secciones sugieren que las hojas de sílex se cambiaban con frecuencia y se usaban de forma distinta según la parte del diseño. ## Un archivo digital hecho bajo la guerra Las figurillas proceden de Mizyn, un asentamiento del norte de Ucrania conocido por sus estructuras circulares levantadas con huesos de mamut. Once piezas se recuperaron en las excavaciones de 1908 y 1909, y otras siete unos cuatro años después. En 2022, el Museo Nacional de Historia de Ucrania dio acceso limitado a las piezas para preservarlas digitalmente, ya que el acceso físico a la colección, guardada en Kiev, quedó restringido por la guerra entre Rusia y Ucrania. El registro estuvo a cargo de la ONG ucraniana Archaїc y reunió a la Universidad de York, la Universidad de Stavanger y el propio museo, con apoyo de una beca Marie Skłodowska-Curie. La digitalización no es un detalle secundario del proyecto: es lo que permite estudiar y conservar objetos que la invasión pone en riesgo. El equipo digitalizó las piezas con modelado 3D y microscopía; imagen ilustrativa, no corresponde a las figurillas de Mizyn. · Foto de cottonbro studio en Pexels > Proyectos como este no solo profundizan nuestra comprensión del pasado, también abren nuevas oportunidades de investigación. En un momento en que la guerra sigue amenazando el patrimonio cultural de Ucrania, crear registros digitales de alta calidad de los artefactos es un paso crucial para preservarlos. > > Oleksandr Naumenko, investigador del Museo Nacional de Historia de Ucrania ## Por qué replantea la historia del arte de la Edad de Hielo El hallazgo choca con una idea muy asentada: que el arte antiguo evolucionó en línea recta, de lo básico a lo complejo. El análisis marca un vacío de entre 1,000 y 3,000 años en la fabricación de figurillas humanas en toda Europa, que coincide con el Último Máximo Glacial, el punto más frío de la última glaciación. Cuando la talla de figurillas resurgió hace unos 18,000 años, lo hizo antes en el este que en el oeste de Europa. Las piezas de Mizyn se datan entre 18,800 y 17,400 años atrás y encajan con la primera presencia de la cultura epigravetiense en la región. Estilos posteriores de Europa occidental también recurrieron a formas femeninas abstractas, pero ninguno reprodujo los patrones internos del marfil vistos en Mizyn. > Nuestros hallazgos desafían la vieja suposición de que el arte antiguo evolucionó en una línea recta, de las formas básicas a las complejas. > > Dmytro Kiosak, arqueólogo del Centro Leibniz de Arqueología Para Andrew Needham, del Departamento de Arqueología de la Universidad de York, eso indica que los artistas de la Edad de Hielo del este europeo trazaron su propio camino artístico en lugar de seguir las tendencias del oeste. Más allá del debate sobre el sentido ritual o espiritual de estas figuras, el estudio deja dos cosas concretas: un registro digital que protege piezas amenazadas por la guerra y una lectura del arte paleolítico que se aleja de la línea ascendente única. Simon Radchenko, investigador de la Universidad de Stavanger, confía en que la investigación digital futura muestre un panorama todavía más complejo del que se tiene hoy sobre el nacimiento de la expresión artística en Europa. _Fuentes:_ 1, 2
fomoera.com
September 22, 2026 at 2:01 PM
🧬 Los Premios SEBBM-Fundación BBVA cubren 5 categorías: plantas y microorganismos, estructural, señalización celular, biología sintética y patologías.
⏳Convocatoria hasta el 20/11 👇
https://sebbm.es/noticias/la-sebbm-y-la-fundacion-bbva-convocan-los-nuevos-premios-de-bioquimica-y-biologia-molecular/
September 22, 2026 at 12:03 PM
🗞️🔬 El equipo de investigación ha demostrado que la microscopía de fuerza lateral permite detectar y ubicar con precisión defectos atómicos en materiales 2D, facilitando evaluar su calidad de forma accesible. @natureportfolio.nature.com @uam.es @icmm-csic.bsky.social 👇
www.uam.es/uam/investig...
La fricción revela defectos atómicos ocultos bajo la superficie de materiales 2D
La fricción revela defectos atómicos ocultos bajo la superficie de materiales 2D
www.uam.es
September 22, 2026 at 9:52 AM
Centro de Biología Molecular Severo Ochoa
@CBM_CSIC_UAM ha publicat aquesta oferta de treball.
Esperem que sigui del vostre interès:
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Buscamos un/a Analista de Imagen Científica para incorporarse a nuestro Servicio de Microscopía Óptica
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t.co
September 22, 2026 at 8:53 AM
Io ne avrei tante, ma indagare il sistema attuale di pubblicazione scientifica mi sembra un'opera titanica. Tutto quello che so è che Ballabio pubblicava su Nature con la stessa foto di microscopia fluorescente in due pagine a indicare due cose diverse e nessuno della redazione pare se ne sia accort
September 22, 2026 at 8:12 AM
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Buscamos un/a Analista de Imagen Científica para incorporarse a nuestro Servicio de Microscopía Óptica Avanzada en Madrid.
🗓️Envía tu CV hasta el 5 de octubre.
👉 Requisitos y detalles de la oferta: www.cbm.uam.es/index.php/jo...
Scientific Image Analyst (Optical Microscopy) - Centro de Biología Molecular Severo Ochoa
About the service The Advanced Optical Microscopy Service (SMOA) at the Severo Ochoa Centre for Molecular Biology (CBM) offers advice, technical support and training in advanced optical microscopy and...
www.cbm.uam.es
September 21, 2026 at 12:52 PM
Científico gana primer premio en Nikon Small World por imágenes microscópicas de cilias en pacientes con PCD

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#microscopía #pcd #nikon

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Científico gana primer premio en Nikon Small World por imágenes microscópicas de cilias en pacientes con PCD
La competencia Nikon Small World, creada en 1975, reconoce la fotografía microscópica de alto nivel en el ámbito científico. En 2026, el Dr. Ning Xu, ingeniero óptico y profesor de la Universidad de Tsinghua, logró el primer premio en la categoría 'Small World in Motion' por un video que captura el movimiento defectuoso de cilias en un niño con discinesia ciliar primaria (PCD). Este trastorno genético raro afecta el movimiento coordinado de las cilias, estructuras similares a pelos que limpian las vías respiratorias, dificultando el diagnóstico. Xu y su equipo desarrollaron un microscopio de superresolución difractiva para filmar células vivas sin alterar su comportamiento natural, utilizando una iluminación suave y precisa. El sistema, que opera con 'rápido, suave y nítido', evita dañar las células con luz intensa o etiquetas fluorescentes. Xu, quien creció con las imágenes de la competencia Nikon Small World en libros de texto y exposiciones, expresó su sorpresa al ganar el premio en su primera participación. El video ganador, grabado en diciembre de 2025, muestra muestras de un paciente pediátrico con PCD, destacando la importancia de observar el movimiento celular para el diagnóstico. Xu enfatiza que la microscopía en movimiento no solo avanza en medicina, sino que acerca la ciencia a la comunidad al transmitir mensajes directos y accesibles. La competencia, que celebra la belleza de la ciencia y la vida microscópica, cumple 50 años en 2025, reforzando su misión de inspirar asombro y descubrimiento. El Dr. Xu, ahora investigador en la Universidad Nacional de Singapur, combina su pasión por la ciencia con actividades al aire libre, destacando la importancia de equilibrar el trabajo en laboratorio con momentos de luz solar.
es.killbait.com
September 20, 2026 at 3:23 AM
#HaceDosAños Mary Ann Booth, una científica en la vanguardia de la microscopía
Un artículo de Edurne Gaston Estanga
Mary Ann Booth, una científica en la vanguardia de la microscopía - Mujeres con ciencia
Mary Ann Booth. Microscopía. Fotografía microscópica. Preparación de portaobjetos para microscopía. Micrografía. Diatomea. Polen.
mujeresconciencia.com
September 19, 2026 at 7:03 AM
La microscopía 3DXRD de escaneo revela paredes de dominio de 150 nanómetros en el cuprato La1.675Eu0.2Sr0.125CuO4, demostrando cómo la heterogeneidad microestructural gobierna la superconductividad y el orden de onda de densidad de carga a nivel masivo.
Difracción de Rayos X 3D Revela Microestructura Compleja en Superconductores de Cupratos
quantumzeitgeist.com
September 18, 2026 at 3:20 PM
📸 #PinacotecaSeptiembre: "Pac-Man in vivo", de Marta Palomo-Irigoyen (U. de Medicina de Viena). El tejido gástrico de ratón se transforma en un laberinto que recuerda al Pac-Man, en un entorno con pH ~1.5 👇 https://sebbm.es/pinacoteca-de-la-ciencia/
September 18, 2026 at 12:02 PM
VÍDEO: Imagens das vias aéreas de uma criança vencem prêmio de registros microscópicos
Imagens das vias aéreas de uma criança vencem prêmio de microscopia | G1
Nikon Small World in Motion premia as imagens microscópicas mais dinâmicas do mundo. Concurso anunciou os ganhadores da 16ª edição nesta semana.
g1.globo.com
September 17, 2026 at 6:01 PM
VÍDEO: Imagens das vias aéreas de uma criança vencem prêmio de registros microscópicos
Imagens das vias aéreas de uma criança vencem prêmio de microscopia | G1
Nikon Small World in Motion premia as imagens microscópicas mais dinâmicas do mundo. Concurso anunciou os ganhadores da 16ª edição nesta semana.
g1.globo.com
September 17, 2026 at 5:53 PM
Pesquisadores integraram computadores quânticos de íons aprisionados com microscópios eletrônicos usando emaranhamento quântico para extrair mais informações de cada elétron, possibilitando imagens mais claras com menos elétrons—crucial para proteger amostras biológicas sensív...
Microscopia Eletrônica Alimentada por Computadores Quânticos
www.sciencedaily.com
September 16, 2026 at 6:20 PM
Los investigadores integraron computadoras cuánticas de iones atrapados con microscopios electrónicos utilizando entrelazamiento cuántico para extraer más información de cada electrón, permitiendo imágenes más claras con menos electrones, lo cual es crucial para proteger muest...
Microscopía Electrónica Potenciada por Computadoras Cuánticas
www.sciencedaily.com
September 16, 2026 at 6:17 PM
📷Imagen de microscopía electrónica de barrido con contraste composicional (debido a los electrones retrodispersados) donde se colorea en amarillo el oro y en azul el hierro
September 16, 2026 at 10:04 AM
He visto cosas que jamás creeríais. He visto secciones de cerebro para microscopía electrónica mucho mas gruesas que mi sandia.
September 15, 2026 at 5:28 PM
🧬 L’equip de la #InvestigadoraICREA @piacosma.bsky.social (@crg.eu) ha obtingut imatges de l’ADN en cèl·lules vives amb una resolució sense precedents.

Amb tècniques de fluorescència, han revelat que l’ADN tumoral està ➕ solt i dispers que en el teixit sa.👇

Novetats en microscòpia: llum sobre l'ADN a l'escala de la doble hèlix
Unes noves sondes fluorescents permeten visualitzar l'ADN dins cèl·lules vives i conservades amb una resolució sense precedents.
bit.ly
September 15, 2026 at 7:02 AM
Pesquisadores da Áustria propuseram integrar um computador quântico à microscopia eletrônica, visando aprimorar a observação de amostras delicadas, como proteínas individuais.

#computacaoquantica #microscopiaeletronica #inovacao #pesquisa #tecnologia
Computador quântico pode aprimorar microscopia eletrônica
omniletters.com
September 14, 2026 at 11:50 PM