#mprj
Esse deputado estadual da ALERJ (Meu Deus!) se diz "cristão lutando contra o sistema". Enquanto isso, o pai e a cunhada estão em outra trincheira na batalha... Ou será que é a mesma?

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Instituto Rio Metrópole: MPRJ prende presidente por corrupção | G1
A Operação Ouroboros do MPRJ investiga o Instituto Rio Metrópoles por contratos irregulares, resultando na prisão de Davi Perini Vermelho e outros quatro suspeitos.
g1.globo.com
September 28, 2026 at 7:41 PM
Investigação sobre celular roubado desarticula esquema de R$ 250 milhões do tráfico .
Investigação sobre celular roubado desarticula esquema de R$ 250 milhões do tráfico
Um celular roubado durante um assalto em um sinal de trânsito de Fortaleza foi a peça que permitiu à Polícia Civil e ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) desvendar uma organização criminosa que, segundo as investigações, movimentou cerca de R$ 250 milhões com o tráfico internacional de drogas e a lavagem de dinheiro. A apuração revelou ainda a ligação de um policial civil com o grupo, após o número do agente ser encontrado salvo na agenda do traficante Laércio Isidoro do Nascimento Júnior, conhecido como Boss ou Gordão, segundo revelou reportagem do Fantástico, da TV Globo. Golpistas ofereciam viagens, notebooks e descontos em sites falsos para enganar alunos de universidades do Rio Carnaval 2027: Paolla Oliveira volta à Sapucaí como a nova rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense De acordo com os investigadores, a quadrilha atuava como intermediária entre grandes fornecedores de drogas e chefes de facções criminosas, além de utilizar empresas para ocultar a origem de recursos ilícitos. Embora nenhuma droga tenha sido apreendida durante a operação, a Polícia Civil afirma que os integrantes mantinham uma sofisticada estrutura financeira para viabilizar o esquema. Centenas de peças sagradas de igrejas do Rio estão desaparecidas, segundo Iphan 'Vazio enorme': hospital confirma a morte de pizzaiolo baleado na cabeça por PM em Niterói O erro que revelou a organização Segundo a investigação, Boss mantinha dois aparelhos de telefone: um destinado exclusivamente às negociações do tráfico e outro para assuntos pessoais. A estratégia era separar sua identidade dos negócios criminosos. A reviravolta ocorreu quando o celular usado nas transações foi roubado por um motociclista em Fortaleza. Na tentativa de recuperar o aparelho, Laércio passou a utilizar o telefone pessoal — o único que, segundo a polícia, possuía arquivos sincronizados na nuvem. Foi por esse número que ele continuou tratando de carregamentos de drogas e pediu auxílio a criminosos do Ceará, permitindo que os investigadores acessassem conversas e identificassem a rede. Denúncia: MPF diz que TH Jóias negociou com o Comando Vermelho arma usada para derrubar drones O promotor de Justiça Pablo Reis afirmou que Laércio exercia a função de matuto, termo usado no tráfico para designar o intermediário entre fornecedores e líderes de organizações criminosas. “O Laércio é um matuto. O matuto faz a ligação de grandes fornecedores de drogas com líderes e chefes de facções criminosas”, afirmou o promotor. Segundo o MPRJ, as agendas e conversas analisadas confirmaram que Laércio era identificado pelos traficantes como Boss, codinome que significa “chefe” em inglês. Policial civil é investigado Durante a análise dos contatos do traficante, a Polícia Civil encontrou o telefone de um policial civil salvo na agenda de Boss. As investigações apontam que os dois realizaram viagens incompatíveis com a renda declarada do agente. O corregedor-geral da Polícia Civil, Alexandre Capote, disse que o policial foi intimado a prestar esclarecimentos, mas preferiu permanecer em silêncio. “Chamado para se explicar, esse policial se reservou o direito de permanecer em silêncio. Não conseguiu dar uma explicação razoável para esse tipo de viagem”, afirmou Capote. Segundo o corregedor, uma das empresas ligadas ao policial desempenhava papel importante na ocultação de valores provenientes do tráfico. Polêmica na Vila Isabel: escola recua de junção de sambas e escolhe obra de Martinho como única campeã para 2027 Casos de polícia: delegacia prende três suspeitos de golpe do falso bilhete premiado na Zona Sul do Rio “Conseguimos levantar que uma das empresas desse policial tinha um papel fundamental nessa dissimulação dos valores provenientes do tráfico de drogas”, disse. Capote acrescentou que foi justamente a ligação entre o policial e Boss que permitiu aos investigadores chegar aos demais integrantes da organização criminosa. Fuzis e drones também eram enviados A investigação continua em andamento. De acordo com a Polícia Civil, os agentes já identificaram que Laércio utilizava a mesma estrutura logística empregada no tráfico de drogas para enviar fuzis e drones a traficantes do Rio de Janeiro e de outros três estados. Os investigadores ainda buscam localizar o celular roubado em Fortaleza, considerado uma das principais peças para aprofundar as apurações sobre o funcionamento da organização criminosa. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text
dlvr.it
September 28, 2026 at 9:49 AM
Investigação de celular roubado desarticula esquema de R$ 250 milhões do tráfico
Um celular roubado durante um assalto em um sinal de trânsito de Fortaleza foi a peça que permitiu à Polícia Civil e ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) desvendar uma organização criminosa que, segundo as investigações, movimentou cerca de R$ 250 milhões com o tráfico internacional de drogas e a lavagem de dinheiro. A apuração revelou ainda a ligação de um policial civil com o grupo, após o número do agente ser encontrado salvo na agenda do traficante Laércio Isidoro do Nascimento Júnior, conhecido como Boss ou Gordão, segundo revelou reportagem do Fantástico, da TV Globo. Vídeo: Prédio desaba na comunidade do Cantagalo, Zona Sul do Rio A 'dança' dos supermercados: Mundial faz oferta milionária em Laranjeiras e, na Lapa, Extra fecha as portas e deve virar residencial De acordo com os investigadores, a quadrilha atuava como intermediária entre grandes fornecedores de drogas e chefes de facções criminosas, além de utilizar empresas para ocultar a origem de recursos ilícitos. Embora nenhuma droga tenha sido apreendida durante a operação, a Polícia Civil afirma que os integrantes mantinham uma sofisticada estrutura financeira para viabilizar o esquema. De volta ao posto: Paolla Oliveira é anunciada como a nova rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense O erro que revelou a organização Segundo a investigação, Boss mantinha dois aparelhos de telefone: um destinado exclusivamente às negociações do tráfico e outro para assuntos pessoais. A estratégia era separar sua identidade dos negócios criminosos. A reviravolta ocorreu quando o celular usado nas transações foi roubado por um motociclista em Fortaleza. Na tentativa de recuperar o aparelho, Laércio passou a utilizar o telefone pessoal — o único que, segundo a polícia, possuía arquivos sincronizados na nuvem. Foi por esse número que ele continuou tratando de carregamentos de drogas e pediu auxílio a criminosos do Ceará, permitindo que os investigadores acessassem conversas e identificassem a rede. Tênis Prada e Dolce & Gabbana, relógios e mais: Polícia encontra itens de luxo na casa de chefe do CV O promotor de Justiça Pablo Reis afirmou que Laércio exercia a função de matuto, termo usado no tráfico para designar o intermediário entre fornecedores e líderes de organizações criminosas. “O Laércio é um matuto. O matuto faz a ligação de grandes fornecedores de drogas com líderes e chefes de facções criminosas”, afirmou o promotor. Segundo o MPRJ, as agendas e conversas analisadas confirmaram que Laércio era identificado pelos traficantes como Boss, codinome que significa “chefe” em inglês. Policial civil é investigado Durante a análise dos contatos do traficante, a Polícia Civil encontrou o telefone de um policial civil salvo na agenda de Boss. As investigações apontam que os dois realizaram viagens incompatíveis com a renda declarada do agente. O corregedor-geral da Polícia Civil, Alexandre Capote, disse que o policial foi intimado a prestar esclarecimentos, mas preferiu permanecer em silêncio. Vivi para contar: 'O Rio de Janeiro se tornou uma bomba-relógio', diz médico baleado na Zona Norte em segundo assalto à mão armada este ano “Chamado para se explicar, esse policial se reservou o direito de permanecer em silêncio. Não conseguiu dar uma explicação razoável para esse tipo de viagem”, afirmou Capote. Segundo o corregedor, uma das empresas ligadas ao policial desempenhava papel importante na ocultação de valores provenientes do tráfico. “Conseguimos levantar que uma das empresas desse policial tinha um papel fundamental nessa dissimulação dos valores provenientes do tráfico de drogas”, disse. Capote acrescentou que foi justamente a ligação entre o policial e Boss que permitiu aos investigadores chegar aos demais integrantes da organização criminosa. Dado do Ministério da Justiça e Segurança Pública: Rio concentra mais da metade dos roubos de carga do país; prejuízo já passa de R$ 200 milhões Fuzis e drones também eram enviados A investigação continua em andamento. De acordo com a Polícia Civil, os agentes já identificaram que Laércio utilizava a mesma estrutura logística empregada no tráfico de drogas para enviar fuzis e drones a traficantes do Rio de Janeiro e de outros três estados. Os investigadores ainda buscam localizar o celular roubado em Fortaleza, considerado uma das principais peças para aprofundar as apurações sobre o funcionamento da organização criminosa. Tolerância Zero: Camelôs vão do calçadão para a areia para tentar driblar fiscalização da prefeitura Projeto recebeu adaptações: Iphan libera projeto para a construção de prédio residencial no coração do Centro do Rio Cannabis medicinal: Associação de Niterói obtém decisão definitiva para cultivo Initial plugin text
oglobo.globo.com
September 28, 2026 at 9:42 AM
PRISÃO DECRETADA / Segundo a vítima, acusada entrou sem autorização em uma residência, usou uma faca e tentou obrigá-la a praticar ato sexual

#RC24h #ArraialDoCabo #MPRJ #Polícia

rc24h.com.br/mprj-obtem-p...
MPRJ obtém prisão preventiva de mulher acusada de perseguir e violentar outra mulher em Arraial do Cabo — RC24H
Uma mulher foi presa preventivamente em Arraial do Cabo após ser acusada de perseguir, agredir e violentar sexualmente outra mulher. A prisão foi obtida pelo Núcleo de Atuação perante a Central de Aud...
rc24h.com.br
September 27, 2026 at 5:48 PM
Assessor do MPRJ notifica A Investigação é exige a retirada do seu nome da reportagem sobre Nossa Senhora.
open.substack.com/pub/investig...
Assessor do MPRJ notifica A Investigação e exige a retirada do seu nome da reportagem sobre Nossa Senhora
Notificação exigiu retirada de reportagem e post. Uma segunda publicação de Tauat Resende aparece na ordem do TSE contra a campanha sobre Nossa Senhora Aparecida.
open.substack.com
September 26, 2026 at 10:41 PM
Número de crianças e adolescentes acolhidos no RJ cresce 10,8% em 2026, aponta MPRJ
Número de crianças e adolescentes acolhidos no RJ cresce 10%: 1,8 mil | G1
O censo do MPRJ sobre crianças e adolescentes acolhidos no RJ aponta a negligência como principal causa e destaca que 202 jovens aguardam por adoção.
g1.globo.com
September 25, 2026 at 5:31 PM
Número de crianças e adolescentes acolhidos no RJ cresce 10,8% em 2026, aponta MPRJ
Número de crianças acolhidas no RJ cresce 10,8% em 2026, aponta MPRJ | G1
Crianças acolhidas no RJ aumentaram 10,8% em 2026, totalizando 1.854 casos motivados principalmente por negligência, segundo novo censo divulgado pelo MPRJ.
g1.globo.com
September 25, 2026 at 5:21 PM
MP pede condenação de 4 acusados de estupro coletivo de adolescente em Copacabana
MPRJ pede condenação de 4 acusados de estupro coletivo de adolescente | G1
Quatro réus estão presos desde março e negam o crime; Ministério Público afirma que houve tentativas de descredibilizar a vítima durante as audiências.
g1.globo.com
September 25, 2026 at 3:53 PM
MP pede condenação de 4 acusados de estupro coletivo de adolescente em Copacabana
MPRJ pede condenação de 4 acusados de estupro coletivo de adolescente | G1
Quatro réus estão presos desde março e negam o crime; Ministério Público afirma que houve tentativas de descredibilizar a vítima durante as audiências.
g1.globo.com
September 25, 2026 at 3:52 PM
Cada prova é uma prova. Tem prova que encaixa com o que vc sabe, tem prova que nao. E nao adianta se medir pelos acertos dos outros.

Sempre lembro de dois casos:

- uma promotora do RJ que perdeu o concurso da DPERJ pq tirou 0,4 (de 100!!) na prova de penal, nem um mes depois era a prova do MPRJ +
September 23, 2026 at 5:41 PM
Na Mira do Repórter.@BrasilPost13

MPRJ diz que Flávio Bolsonaro aumentou patrimônio de forma sorrateira com desvio de recursos públicos.
Faltam 11 dias pras eleições o MPRJ diz q Flávio Bolsonaro é chefe de Organização Criminosa.
Pense bem eleitor, é isso q você quer p/presidente do Brasil ???
September 23, 2026 at 3:28 PM
Por que Flávio Bolsonaro, então senador, atuou na defesa do PM acusado pelo MPRJ de matar Ana Clara, de 5 anos, atingida por um tiro de fuzil em Niterói? Ele procurou a família da menina? Flávio não tem condições de cuidar do Brasil! Compartilhe.

Federação Brasil da Esperança — PT, PCdoB e PV
September 23, 2026 at 1:17 PM
Procurador de SC entra com representação no MPRJ para garantir o uso do Maracanã pelo Vasco
Atenção, Vascaínos! @AVascainos PROCURADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA ENTRA NA BRIGA PELO MARACANÃ! Phelipe Monteiro Mastra Fontoura, advogado, atuando em nome próprio e na condição de cidadão apresentou uma representação ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro datada de 19 de setembro de 2026. A representação é dirigida contra Clube de Regatas do Flamengo, Fluminense Football Club, Estado do Rio de Janeiro — por meio da Secretaria de Estado da Casa Civil — e Fla-Flu Serviços S.A., concessionária do Complexo Maracanã. O autor pede ainda que Vasco da Gama SAF e Club de Regatas Vasco da Gama sejam notificados como interessados no procedimento. O ponto central é a alegação de que o Maracanã, embora seja um bem público estadual, estaria sendo administrado de maneira que favoreceria Flamengo e Fluminense, apesar de o contrato de concessão proibir utilização exclusiva e tratamento discriminatório ou sem critérios técnicos aos demais clubes. A representação sustenta que negativas ao Vasco vêm sendo justificadas principalmente pela necessidade de preservação do gramado. O documento cita episódios de 2022, 2023 e 2026. Em três situações anteriores — Vasco x Sport, Vasco x Palmeiras e Vasco x Atlético-MG — decisões judiciais autorizaram o uso do estádio e questionaram as justificativas apresentadas para impedir as partidas. Em agosto de 2026, houve nova negativa para Vasco x Vitória, pela Copa do Brasil, desta vez com referência a “janelas técnicas” para recuperação do gramado e à partida da NFL. A representação também questiona a coerência dos critérios relacionados ao gramado. Segundo os argumentos e documentos citados pelo autor, Flamengo e Fluminense realizaram sequências intensas de partidas no estádio, inclusive com intervalos reduzidos. O texto sustenta que o calendário seria preenchido pelos próprios gestores e que, posteriormente, a saturação do gramado seria utilizada para justificar a impossibilidade de receber jogos de terceiros. Outro ponto é o Memorando de Entendimentos firmado entre Flamengo, Fluminense e Vasco, que previa quatro mandos anuais do Vasco em 2025 e 2026, além dos clássicos, estabelecendo que eventual negativa deveria ser baseada em critérios técnicos e operacionais. A representação menciona decisão do Tribunal de Justiça segundo a qual a tentativa de afastar os efeitos desse entendimento poderia configurar comportamento contraditório contrário à boa-fé objetiva. O autor ainda pede investigação sobre possíveis conflitos de interesse na fiscalização da concessão, citando vínculos profissionais descritos no documento entre pessoas ligadas à fiscalização estadual, à concessionária e ao Flamengo. É importante destacar que a própria representação afirma expressamente que não imputa ilícito a essas pessoas, mas solicita que as circunstâncias sejam apuradas. O que é pedido ao Ministério Público? Phelipe Fontoura solicita, entre outras medidas, que o MP recomende a criação e publicação de critérios objetivos e uniformes para cessão do Maracanã, incluindo intervalo mínimo entre jogos, limite mensal de partidas, laudos assinados por profissionais identificados com ART e justificativa escrita para eventuais negativas. Também pede processo sancionatório relativo às negativas de 2026 e, caso a situação persista, eventual ação civil pública para impedir recusas sem laudo técnico independente e fundamentação escrita. O procurador do estado de Santa Catarina pede ainda a abertura de inquérito civil, obtenção de calendários, pedidos de utilização do estádio, laudos, cronogramas de manutenção, relatórios do Verificador Independente e documentos referentes à multa aplicada à concessionária. Também requer investigação dos possíveis conflitos de interesse e a participação do Vasco para fornecer documentos relativos às negativas recebidas desde 2022. Este documento, não é uma ação ajuizada pelo Vasco. É uma representação feita pelo cidadão e advogado Phelipe Monteiro Mastra Fontoura ao Ministério Público Fonte: X Atenção Vascaínos
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September 22, 2026 at 11:52 PM
Governador interino fazendo o que a direita e a esquerda recusam. Uns porque querem entulhar presidiários, outros porque acham feio falar de construção de presídio para a militância
September 22, 2026 at 10:08 PM
Mulher precisou passar por cirurgia plástica após ter partes do nariz e dos lábios arrancadas durante a agressão
MP denuncia homem que desfigurou o rosto da ex a mordidas em Magé
Mulher precisou passar por cirurgia plástica após ter partes do nariz e dos lábios arrancadas durante a agressãoO Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou Paulo Neto Rosa por te...
https://www.jornaldaki.com.br/mp-denuncia-homem-que-desfigurou-o-rosto-da-ex-a-mordidas-em-magé
September 22, 2026 at 8:54 PM
Operação Icarus mira esquema de distribuição de drogas de Boss e My Thor, chefes do CV, no eixo SP-Rio .
Operação Icarus mira esquema de distribuição de drogas de Boss e My Thor, chefes do CV, no eixo SP-Rio
A Polícia Civil e o Ministério Público estadual (MPRJ) deflagraram, nesta terça-feira, a Operação Icarus, para desarticular um dos principais canais de fornecimento de drogas do Comando Vermelho de São Paulo para o Rio de Janeiro, que movimentou R$ 70 milhões. São cumpridos 15 mandados de prisão e outros de busca e apreensão nos estados do RJ, de São Paulo, de Minas Gerais e de Alagoas. Até o momento, seis suspeitos foram capturados, entre eles está o principal alvo da ação, Laércio Isidoro do Nascimento Júnior, conhecido como Boss, apontado como um dos chefes da facção. Ele, que atuaria como fornecedor de entorpecentes e articulador central da estrutura criminosa, foi localizado em Maceió (AL). Outro preso é um PM, encontrado num hospital da Zona Sudoeste da capital carioca, onde estava de plantão. Calor, vento e chuva: Extremos climáticos devem avançar pela primavera que chega nesta terça 'Tenho dez filhos, me dou bem com nove': Garotinho nega 'tapetão' contra inelegibilidade e lembra de briga de família A investigação sobre a movimentação de toneladas de drogas entre SP e RJ — rota considerada estratégica para o abastecimento de facções criminosas fluminenses — começou após a apreensão de anotações de Marcos Antônio Pereira Firmino da Silva, o My Thor, que mesmo preso no Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná, segue agindo como um dos chefes do CV. Entre as anotações apreendidas, os investigadores identificaram registros de contabilidade do tráfico que indicavam pagamentos realizados por My Thor a Boss. Segundo as investigações, Laércio articulava diretamente com chefes do CV o abastecimento de comunidades. Ele também seria responsável por negociar cargas, organizar fretes e pagamentos, coordenar operadores logísticos e utilizar laranjas para movimentar dinheiro do tráfico. Além de Boss e My Thor, foram denunciados pelo MP os policiais militares Claudio Tavares da Silveira e Diego Portella Batista, acusados de prestar apoio armado à quadrilha, além de atuar na distribuição de drogas e no recolhimento de valores. Já os denunciados Petterson Suzuki Marques Trindade, o Pet; Rafael de Menezes Faustino, o Alemão; Renato Ivo de Oliveira; e Felipe Santos de Oliveira são apontados como responsáveis pela logística, pelo transporte e por cobranças. Segundo o delegado Alexandre Capote, que está à frente da Corregedoria Geal da Polícia Civil (Cgpol), um policial civil também é investigado por fazer parte do esquema. — O policial civil tinha um papel muito importante no núcleo financeiro desse grupo criminoso. Ele era o responsável por ocultar os valores auferidos pela organização criminosa com a mercancia ilícita de entorpecentes — disse ele, em entrevista ao Bom Dia Rio, da TV Globo. Foi a partir da identificação desse agente que, de acordo com o telejornal, a polícia chegou às anotações de My Thor e à ligação do traficante com Boss. Também ao Bom Dia Rio, o promotor Décio Alonso, disse que os PMs eram do núcleo operacional da criminosa: — Eles faziam a supervisão da entrega de cargas, a escolta de figuras do mundo criminoso e forneciam a segurança armada quando necessária. Ele destacou que essa é uma investigação pioneira da Corregedoria da Polícia Civil porque identificou um chefe do CV que até agora passava despercebido pelas autoridades de segurança do Rio. — O Laércio era capaz de mover grandes quantidades de dinheiro. E esse volume agora está sendo apurado por uma investigação patrimonial específica dentro desse crime de lavagem de dinheiro — destacou Alonso. Apreensões em SP e no Rio Duas apreensões de drogas estão relacionadas à organização criminosa. Em 2 de fevereiro de 2024, foram apreendidos 715,7 quilos de cocaína e de maconha em Guarulhos (SP). Em 31 de maio do mesmo ano, policiais apreenderam outros 73,8 quilos de cocaína em Seropédica, na Baixada Fluminens. Os elementos reunidos durante a investigação indicam que as duas cargas estavam inseridas na mesma dinâmica de transporte interestadual de entorpecentes. A investigação também identificou o uso de empresas dos setores de transporte e logística para ocultar e viabilizar o envio de drogas entre São Paulo e Rio de Janeiro. No braço financeiro da organização, foram identificadas operações consideradas atípicas envolvendo investigados e pessoas jurídicas, possivelmente usadas para a ocultação e dissimulação de valores. As movimentações comunicadas às autoridades alcançaram R$ 70.497.597 em curto período. Além dos mandados de prisão e de busca e apreensão, a Operação Icarus cumpre outras medidas judiciais destinadas à apreensão de aparelhos eletrônicos, documentos, valores, veículos e demais elementos que possam contribuir para o avanço das investigações. A ação tem à frente o Serviço de Investigações Complexas da Corregedoria-Geral (SIC/CGPOL) e da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte), da Polícia Civil do Rio. Equipes do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), da Corregedoria da Polícia Militar, da Polícia Penal e das polícias civis de São Paulo, Minas Gerais e Alagoas atuam em apoio.
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September 22, 2026 at 12:56 PM
Justiça homologa acordo obtido pelo MP para adequação do esgotamento sanitário dos quiosques da Barra e do Recreio
A 5ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) homologou, no último dia 17, um acordo obtido pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema), feito com a Orla Rio, a concessionária Iguá, a Cedae e a prefeitura do Rio para a adequação dos sistemas de esgotamento sanitário dos 194 quiosques localizados nas praias da Barra da Tijuca e do Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste. O termo, homologado pela desembargadora Maria Teresa Pontes Gazineu, prevê a conexão das unidades à rede pública coletora da Iguá e a modernização dos sistemas individuais de tratamento de efluentes, além da implementação de um conjunto de medidas socioambientais na região. 'Raio caiu duas vezes no mesmo lugar': Baleado no segundo assalto à mão armada que sofreu este ano, médico que dirigia carro blindado pensa em sair do Rio imóveis desapropriados para a Rio 2016: Condomínio Parque Carioca, em Jacarepaguá, que recebeu moradores que precisaram deixar suas casas, passa por revitalização Seis quiosques já são considerados aptos a se conectar à rede coletiva da Iguá, em razão da existência de uma rede coletora em alinhamento contínuo nos trechos da orla onde estão situados. Nos demais casos, o acordo prevê a implantação ou adequação de sistemas individuais. Ao todo, 136 quiosques, correspondentes a 68 conjuntos, receberão sistemas compostos por fossa séptica, seguida de filtro anaeróbio e sumidouro, solução que recebeu parecer favorável do Grupo de Apoio Técnico Especializado do MPRJ (Gate). As obras deverão ser concluídas até 30 de junho de 2028. Outros 44 quiosques já têm sistemas individuais considerados adequados às normas técnicas e, pelo acordo, deverão ser apresentados os documentos comprobatórios da regularidade de instalações, licenciamento e manutenção. O termo estabelece ainda regras para a operação, manutenção e monitoramento dos sistemas, incluindo inspeções periódicas, retirada e destinação ambientalmente adequada do lodo e análises dos efluentes. Após a implantação das soluções, o monitoramento deverá prosseguir por cinco anos, com apresentação de relatórios anuais ao MPRJ. Como medida de compensação e qualificação ambiental, o termo prevê ainda um conjunto de ações com valor estimado em R$ 2,2 milhões. A Orla Rio investirá R$ 1,805 milhão, ao longo de 44 meses, em projetos de limpeza e conscientização nas praias, coleta seletiva e destinação de recicláveis, qualificação socioambiental dos quiosques, recuperação de áreas de restinga, recolhimento de bitucas de cigarro, valorização de resíduos de coco verde, transição energética e capacitação de colaboradores, entre outros. Os projetos incluem o fortalecimento da cadeia de catadores e a possibilidade de capacitação e inserção de pessoas em situação de rua em atividades de coleta e destinação de resíduos na própria orla. A Cedae, por sua vez, fornecerá insumos para a produção de mudas destinadas ao Programa Refloresta Rio, com aporte estimado em R$ 400 mil. Os materiais serão entregues a viveiros municipais e permitirão, segundo estimativa do projeto elaborado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima (Smac), a produção de aproximadamente 170 mil mudas. Caberá ao município conduzir a produção e as frentes de plantio. -- Trata-se de uma medida de compensação socioambiental ligada à conservação e recuperação da vegetação de restinga na orla do Rio que será realizada com a aquisição dos insumos pela Cedae e produção e plantio mudas pela prefeitura do Rio -- explica Philipe Campello, diretor de sustentabilidade da Cedae. Também está prevista a realização, em conjunto com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), de estudo para a revisão e qualificação técnica e normativa do Programa Municipal de Monitoramento da Qualidade das Areias das Praias do Rio de Janeiro, com análise de dados históricos, revisão de parâmetros e metodologias e proposição de novas diretrizes para prevenção e resposta a situações de degradação ou contaminação. Initial plugin text
dlvr.it
September 21, 2026 at 9:13 PM
MPRJ pede júri popular para 5 acusados por morte de policial em Niterói
MPRJ pede júri popular para 5 acusados por morte de policial em Niterói | CNN Brasil
Réus são acusados de envolvimento na execução do policial civil Carlos Vianna, morto em outubro de 2025, em Piratininga
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September 21, 2026 at 3:47 PM