#noNDAs
Los matas al llegar y así nondas pie, por si acaso.
June 7, 2025 at 8:07 AM
This is happening in Oregon because we have no law preventing elected officials from signing NDAs with corporate thieves. Of particular interest is The Dalles leadership which is bending over backwards to get the AI data centers more water from the Mt Hood forest.
#AIDataCenters #NoNDAs #TheDalles
August 29, 2026 at 6:41 PM
Pesquisa Opinião em Fagundes - PB

Junior Maranhão (PSB) 55%
Nondas (Rep) 21%
Elizeu (PRD) 12%
September 12, 2024 at 7:04 PM
Missouri House reviews bill to ban NDAs in child abuse cases

#CSA Child Sexual Abuse #CoverUp
#BanNDAs #NoNDAs

MO
USA
www.newsnationnow.com/us-news/midw...
www.newsnationnow.com
March 1, 2025 at 1:44 AM
Just like #TraitorKrasnov 's
#LawlessICEGoons, with their #Masks now it wants to have a clandestine environment to conduct the #CriminalOperations of the #IllegalTrumpRegime in secret!

#WarCriminals #MassMurderers #noNDAs
May 28, 2026 at 6:34 PM
How are Non-Disclosure Agreements used by lawyers in the settlement of #SexualHarassment claims? This episode first aired in March 2024.

#CorpGov #WorkplaceCulture #WorkplaceSafety #BanNDAs #NoNDAs #MentalHealth

Australia

audio duration 28:34
www.abc.net.au/listen/progr...
NDAs in sexual harassment cases - ABC listen
How are NDAs used by lawyers in the settlement of sexual harassment claims?
www.abc.net.au
January 7, 2025 at 10:16 AM
Normalize eliminating
Non Disclosure Agreements
by all elected officials.
Local. State. Federal. All.

No NDAs! #NoNDAs

Sunshine is the best disinfectant.
#99vs1
August 8, 2026 at 4:29 PM
Submissions reveal cases of young female workers, including a 15-year-old girl who was working at a supermarket, pressured to sign NDAs that stop them from telling friends, family about #SexualHarassment

#NoNDAs #CorpGov #WorkplaceCulture #BanNDAs

Vic
Australia
www.theguardian.com/world/2024/d...
Victorian review of NDAs gets strong support for outright ban in sexual harassment cases
Submissions reveal cases of young female workers pressured to sign NDAs that stop them from telling friends, family about sexual harassment
www.theguardian.com
December 18, 2024 at 12:17 PM
Após doação de aves a Nicole Bahls e Bruno Gagliasso, ambientalista lidera movimento pela biodiversidade brasileira
Cauã Reymond, Rainha Matos, Grazi Massafera, Bruno Gagliasso, Angélica, Luciano Huck, Hugo Gloss, Rico Melquiades, Giovanna Ewbank e Lucas Rangel já estiveram, de alguma forma, reunidos por um mesmo nome: Nondas Okiama. Não foi em um evento nem em um projeto audiovisual. Foram nos galinheiros e fazendas que receberam pavões brancos, porquinhos, patos, gansos, perus e dezenas de aves ornamentais criadas por ele no interior paulista. Durante a pandemia, Nondas ficou conhecido pela doação de animais para propriedades de alguns nomes conhecidos. “Muita gente acha que era porque eram famosos, mas não. Dava para todo mundo”. Quase seis anos depois do auge dessa fase, ele prefere outro título: comunicólogo, ambientalista e idealizador do Conservação Brasil, movimento criado em 2023 e formalizado como instituto nos anos seguintes, com a proposta de articular diferentes setores em torno da biodiversidade brasileira. A trajetória entre uma fase e outra passa por uma crise financeira, doença na família e algumas rupturas. Antes de se associar à pauta ambiental, Nondas fez carreira no campo cultural. Fundou o Craft Art Brasil, voltado à pesquisa e curadoria de arte popular, organizou feiras e manteve um pequeno centro cultural na Vila Mariana, em São Paulo. No fim de 2019, no que descreve como o momento mais próspero da empresa, pagou antecipadamente cinco grandes eventos para o ano seguinte, mas em março de 2020, a pandemia interrompeu tudo. “De repente não sabia o que ia acontecer com a minha vida”. A crise sanitária o levou de volta ao interior, para a casa dos pais. Ali, em meio ao isolamento, vieram novos abalos: a mãe foi diagnosticada com demência. Já o pai, com apenas 5% de função cardíaca. “Parei de pensar na minha vida em São Paulo. Eles precisavam de cuidados”. Foi nesse contexto que decidiu arrendar um sítio afastado da cidade, ainda em 2020. A ideia era simples: aproximar a mãe da terra onde cresceu. “Ela foi criada no mato. Senti que ali ela ficava melhor”. Galinhas, patos e famosos A experiência marcou uma virada. Ele retomou a paixão de infância pelos animais, passou a criar aves ornamentais e começou a registrar a rotina em vídeos. Em poucos meses, ganhou audiência. Chegou a manter mais de 1.900 animais sob seus cuidados. “Reproduzia muito. Sempre me diziam que eu tinha ‘mão boa’ para criar”. Foi nesse período que ele estreitou laços com alguns famosos. Nicole Bahls recebeu galinhas que batizou com nomes de amigos, como Angélica e Luciano Huck. O casal Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso também levaram aves para o rancho da família. Com Nicole, desenvolveu proximidade. Com Gagliasso, trocou mensagens sobre manejo e planos envolvendo animais. Em 2022, começou a se aproximar de pesquisadores e profissionais da área ambiental. No ano seguinte, lançou oficialmente o Conservação Brasil como uma articulação de rede. O movimento nasceu com três objetivos centrais: ampliar o letramento ambiental, aproximar conservação e desenvolvimento econômico e criar pontes entre academia, setor privado, poder público, povos originários e sociedade civil. O próximo passo é que organização se torne oficialmente um instituto voltado à causa. Dentro do Conservação, os eventos são parte das ações. O primeiro deles foi realizado em setembro de 2025, em Àguas de São Pedro, interior de São Paulo, com representantes de 14 estados e mais de 200 profissionais da área. A ideia dos fundadores é que o trabalho provoque desdobramentos estaduais. Uma edição nacional está prevista para o ano que vem. Nos próximos meses, o planejamento inclui edições regionais, expansão da frente educacional e participação em agendas internacionais ligadas à biodiversidade. Nondas afirma que trabalha na elaboração de projetos para inserir o movimento em debates globais, incluindo fóruns ligados à Convenção sobre Diversidade Biológica da Organização das Nações Unidas. A questão ambiental é coletiva Para ele, o problema ambiental brasileiro não é falta de conhecimento, mas ausência de organização comunitária. “Essa consciência individual não possui força suficiente para mudar estruturas sistêmicas. A gente precisa que essas forças individuais se tornem coletivas”, cita. Os dados ajudam a contextualizar o argumento. 98% dos brasileiros se dizem preocupados com o meio ambiente e 95% acreditam que é possível proteger e desenvolver a Amazônia ao mesmo tempo, segundo uma pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria, em novembro de 2020. O levantamento também apontou que 58% avaliam positivamente o papel de indígenas, ribeirinhos e quilombolas na conservação do bioma. Para Nondas, o desafio é transformar esse consenso declarado em ação coordenada. “Não adianta só estar preocupado. A gente precisa transformar isso em mobilização”, aponta. “Sem isso, a gente não muda comportamento, não muda política pública”. Filho de uma família com ascendência europeia, indígena, africana e asiática, cresceu com a sensação de não pertencer completamente a lugar algum. Circulo, transito. Hoje sinto que posso construir um lugar onde não precise provar que sou suficiente”. Em sua visão, o Brasil deveria assumir a biodiversidade como elemento central de pertencimento nacional. “Se a gente conseguir fazer da nossa diversidade biológica e cultural um lugar de orgulho, isso muda tudo. Patriotismo não pode ser apropriado por quem prega exclusão”. Fã do Globo Repórter, ele lembra que desde pequeno, se arrepiava ao ver reportagens sobre pesquisadores descobrindo espécies na Amazônia. “Queria estar ali, mas não sabia como, mas sabia que era isso. Hoje sou amigo de pessoas que sempre estão descobrindo espécies”, lembra. “Sem conservação, a gente não tem futuro”, pontua. “Não desejo só proteger espécies. Quero ajudar a construir uma identidade brasileira que abrace a nossa diversidade, de biomas, de cores, de histórias”. Mais Lidas
umsoplaneta.globo.com
March 2, 2026 at 8:05 AM
Soon we will all be driving Nondas
December 23, 2024 at 1:14 PM
BBC Radio 3
Night Tracks

Now Playing
Theo Mackeben, Apostolos Mitras, Angela Batista, Yiorgos Skimpas, Themistokles Vayienas, Nondas Adamos, Nikos Panagiotides & Mariangela Chatzistamatiou
Un dia de Saba amanesio [A Day of Sabbath Dawned]
December 8, 2025 at 10:42 PM
Feed: "The Providence Eye"
Published on Wednesday, July 16, 2025
Nondas Hurst Voll
Nondas Hurst Voll, age 90, died peacefully after a long illness on July 5, 2025 Born in New York City on June 9, 1935, Nondas was the daughter of the [...]
pvdeye.org
July 17, 2025 at 2:48 AM
(ce qui donne bien sûr :

Le jeune Épaminondas (car il y a un espace entre Le et p/a, espace donc je n'ai pas mis Pierre, je n'ai pas mis Paul, je n'ai pas mis Nondas) a soupé (a sous p) chez son oncle Sophocle (oncle sauf ocle)
March 17, 2026 at 1:41 PM
Eleições 2024: Nondas Miranda, do PL, é eleito prefeito de Serro no 1º turno
Eleições 2024: Nondas Miranda, do PL, é eleito prefeito de Serro no 1º turno
Nondas Miranda teve 68,85% dos votos dados a todos os candidatos. Em segundo lugar ficou Rosi Nutricionista, com 17,82%. Veja a lista de candidatos a vereador mais votados.
g1.globo.com
October 7, 2024 at 8:51 AM
Developers w/deep pockets shd never use the legal system to intimidate people into silence. This judge makes it clear.

Speaking out w/out fear is part of #ConsumerProtection same as #NoNDAs . Public discussion helps consumers protect themselves esp. since the govt isn't.

www.cbc.ca/news/canada/...
Ontario court tosses out developer's $300K lawsuit trying to 'silence' student | CBC News
An Ontario Superior Court judge has dismissed a $300,000 lawsuit filed by a developer against an engineering student for trying to “silence” his concerns about the redevelopment of a Mississauga, Ont....
www.cbc.ca
May 16, 2025 at 11:48 AM
So insane! 🤬 There must be a law established to prohibit elected officials from signing NDAs. Why would you EVER not disclose information about the work you are doing for the people who elected you—the people whose best interest you are supposed to represent?! 🤯 #NoNDAs #NoDataCenters
March 25, 2026 at 5:57 PM
Pero tú nondas la brasa eres un muchacho majo que respeta el espacio de la gente
November 7, 2025 at 9:35 AM
Στα document properties των PDFs βρίσκεις διαμάντια. Πχ ποιος είναι αυτός ο Nondas που επιμελήθηκε την ΟΠΑ δημοσκόπηση;
November 23, 2024 at 4:47 AM
Após doação de aves a Nicole Bahls e Bruno Gagliasso, ambientalista lidera movimento pela biodiversidade brasileira
Cauã Reymond, Rainha Matos, Grazi Massafera, Bruno Gagliasso, Angélica, Luciano Huck, Hugo Gloss, Rico Melquiades, Giovanna Ewbank e Lucas Rangel já estiveram, de alguma forma, reunidos por um mesmo nome: Nondas Okiama. Não foi em um evento nem em um projeto audiovisual. Foram nos galinheiros e fazendas que receberam pavões brancos, porquinhos, patos, gansos, perus e dezenas de aves ornamentais criadas por ele no interior paulista. Durante a pandemia, Nondas ficou conhecido pela doação de animais para propriedades de alguns nomes conhecidos. “Muita gente acha que era porque eram famosos, mas não. Dava para todo mundo”. Quase seis anos depois do auge dessa fase, ele prefere outro título: comunicólogo, ambientalista e idealizador do Conservação Brasil, movimento criado em 2023 e formalizado como instituto nos anos seguintes, com a proposta de articular diferentes setores em torno da biodiversidade brasileira. A trajetória entre uma fase e outra passa por uma crise financeira, doença na família e algumas rupturas. Antes de se associar à pauta ambiental, Nondas fez carreira no campo cultural. Fundou o Craft Art Brasil, voltado à pesquisa e curadoria de arte popular, organizou feiras e manteve um pequeno centro cultural na Vila Mariana, em São Paulo. No fim de 2019, no que descreve como o momento mais próspero da empresa, pagou antecipadamente cinco grandes eventos para o ano seguinte, mas em março de 2020, a pandemia interrompeu tudo. “De repente não sabia o que ia acontecer com a minha vida”. A crise sanitária o levou de volta ao interior, para a casa dos pais. Ali, em meio ao isolamento, vieram novos abalos: a mãe foi diagnosticada com demência. Já o pai, com apenas 5% de função cardíaca. “Parei de pensar na minha vida em São Paulo. Eles precisavam de cuidados”. Foi nesse contexto que decidiu arrendar um sítio afastado da cidade, ainda em 2020. A ideia era simples: aproximar a mãe da terra onde cresceu. “Ela foi criada no mato. Senti que ali ela ficava melhor”. Galinhas, patos e famosos A experiência marcou uma virada. Ele retomou a paixão de infância pelos animais, passou a criar aves ornamentais e começou a registrar a rotina em vídeos. Em poucos meses, ganhou audiência. Chegou a manter mais de 1.900 animais sob seus cuidados. “Reproduzia muito. Sempre me diziam que eu tinha ‘mão boa’ para criar”. Nondas em uma de suas viagens Acervo pessoal Foi nesse período que ele estreitou laços com alguns famosos. Nicole Bahls recebeu galinhas que batizou com nomes de amigos, como Angélica e Luciano Huck. O casal Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso também levaram aves para o rancho da família. Com Nicole, desenvolveu proximidade. Com Gagliasso, trocou mensagens sobre manejo e planos envolvendo animais. Em 2022, começou a se aproximar de pesquisadores e profissionais da área ambiental. No ano seguinte, lançou oficialmente o Conservação Brasil como uma articulação de rede. O movimento nasceu com três objetivos centrais: ampliar o letramento ambiental, aproximar conservação e desenvolvimento econômico e criar pontes entre academia, setor privado, poder público, povos originários e sociedade civil. O próximo passo é que organização se torne oficialmente um instituto voltado à causa. Dentro do Conservação, os eventos são parte das ações. O primeiro deles foi realizado em setembro de 2025, em Àguas de São Pedro, interior de São Paulo, com representantes de 14 estados e mais de 200 profissionais da área. A ideia dos fundadores é que o trabalho provoque desdobramentos estaduais. Uma edição nacional está prevista para o ano que vem. Nos próximos meses, o planejamento inclui edições regionais, expansão da frente educacional e participação em agendas internacionais ligadas à biodiversidade. Nondas afirma que trabalha na elaboração de projetos para inserir o movimento em debates globais, incluindo fóruns ligados à Convenção sobre Diversidade Biológica da Organização das Nações Unidas. A questão ambiental é coletiva Para ele, o problema ambiental brasileiro não é falta de conhecimento, mas ausência de organização comunitária. “Essa consciência individual não possui força suficiente para mudar estruturas sistêmicas. A gente precisa que essas forças individuais se tornem coletivas”, cita. Os dados ajudam a contextualizar o argumento. 98% dos brasileiros se dizem preocupados com o meio ambiente e 95% acreditam que é possível proteger e desenvolver a Amazônia ao mesmo tempo, segundo uma pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria, em novembro de 2020. O levantamento também apontou que 58% avaliam positivamente o papel de indígenas, ribeirinhos e quilombolas na conservação do bioma. Para Nondas, o desafio é transformar esse consenso declarado em ação coordenada. “Não adianta só estar preocupado. A gente precisa transformar isso em mobilização”, aponta. “Sem isso, a gente não muda comportamento, não muda política pública”. Filho de uma família com ascendência europeia, indígena, africana e asiática, cresceu com a sensação de não pertencer completamente a lugar algum. Circulo, transito. Hoje sinto que posso construir um lugar onde não precise provar que sou suficiente”. Em sua visão, o Brasil deveria assumir a biodiversidade como elemento central de pertencimento nacional. “Se a gente conseguir fazer da nossa diversidade biológica e cultural um lugar de orgulho, isso muda tudo. Patriotismo não pode ser apropriado por quem prega exclusão”. Fã do Globo Repórter, ele lembra que desde pequeno, se arrepiava ao ver reportagens sobre pesquisadores descobrindo espécies na Amazônia. “Queria estar ali, mas não sabia como, mas sabia que era isso. Hoje sou amigo de pessoas que sempre estão descobrindo espécies”, lembra. “Sem conservação, a gente não tem futuro”, pontua. “Não desejo só proteger espécies. Quero ajudar a construir uma identidade brasileira que abrace a nossa diversidade, de biomas, de cores, de histórias”.
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February 28, 2026 at 9:50 AM