#pezao
Delícia de pezão e de mala 🤤
November 3, 2026 at 7:56 PM
Pezão gostoso. ^^
November 3, 2026 at 10:00 PM
O TAKE NOS PÉZÃO DELE QUE ISSO FANTASTICO
November 2, 2026 at 1:23 AM
Queria que as pessoas entendessem que quando eu respondo "que pezão" pra uma foto do pé, estou falando que achei o pé bonito e não necessariamente que o pé é grande 😩
November 3, 2026 at 11:34 AM
A foto era o pezão dele pra cima
November 4, 2026 at 6:05 PM
rindo muito que o apelido do meu pai é pezão mas um amigo chama somente de PÉ
October 30, 2026 at 12:27 AM
porra mano que delícia 😈 ajudo sim, inclusive lambendo esse suvacão e mamando teu pezão
October 30, 2026 at 12:40 PM
Pintao, sacao e pezao 😍😍
October 28, 2026 at 10:09 AM
Infelizmente toda vez que leio o nome do Paulo Kogos em qualquer contexto me vem o blueet falando dele com o pezão pra cima, que inferno, coisa horrorosa
November 1, 2026 at 1:59 PM
Esse pezão é tão lindo 🥵
October 28, 2026 at 1:41 AM
Esse fim de semana vivi o momento de: pezão na cara e suvacao peludo sendo janta sim.
Agora q passou o caos político da pra voltar a ser promíscua.
October 26, 2026 at 9:48 PM
Comendador Levy Gasparian não é a terra do Pezão? #BDRJ
October 26, 2026 at 11:04 AM
O pezão 🤤
October 25, 2026 at 6:17 PM
😻👩🏻‍🤝‍👩🏾

eu usei uma vez a função das hortaliças e achei meh
p os legumes em geral é o bacião d' água c gotinhas mágicas e pronto

não tem nada melhor q o plasÚtil secador de folhas - o meu foi 20$ - cabe um pezao de alface que dps de seco aguenta 10 dias na geladeira fácil (o meu tem um giro furioso❤️)
October 28, 2026 at 4:56 PM
um dos aspectos mais engraçados disso tudo é que o trump vai 100% meter um pezão na bunda do satanás lá por ter cometido o maior pecado na visão de mundo dele: não ganhar

o negócio tá murchando, amofinando, definhando numa velocidade absurda, é o maior paumolismo da história
October 27, 2026 at 9:08 PM
Gente, que pezao!
October 24, 2026 at 1:35 PM
Cedae inicia obra de nova estação de tratamento de água do Guandu, 12 anos depois do anúncio; sistema custará R$ 2,1 bilhões
No dia 28 de outubro de 2014, o então governador Luiz Fernando Pezão anunciava a implantação do que foi chamado à época de “Complexo do Guandu 2”. O objetivo era levar “água a toda a Baixada Fluminense” em até dois anos. Demorou bem mais. Somente esta semana, 12 anos depois daquela cerimônia, começou a ser montado o canteiro de obras da Estação de Tratamento de Água (ETA) Novo Guandu, coração de um sistema que, quando concluído — a previsão é abril de 2030 —, promete disponibilizar 7,5 mil litros de água tratada por segundo para três milhões de pessoas em cidades da Baixada e bairros da Zona Oeste da capital. Megaoperação no Alemão: mais de 4 mil horas de imagens das câmeras corporais 'Meu filho ficou apodrecendo no chão': mãe de morto na megaoperação do Alemão dirigiu por 20 horas para buscar o corpo ‘Obra silenciosa’ O Sistema Novo Guandu — que, além da ETA, será composto por seis reservatórios com capacidade total de 55 milhões de litros, estações elevatórias e quase seis quilômetros de redes de adutoras e tubulações — custará R$ 2,1 bilhões. Desse total, R$ 1,35 bilhão vai para a construção da nova estação de tratamento, cuja produção inicial prevista equivale a 17,6% da vazão disponibilizada atualmente pela velha ETA do Guandu, obra dos anos 1950. Juntas, as duas estações produzirão 50 mil litros por segundo. — É uma obra silenciosa, que não aparece muito, mas é fundamental para as próximas décadas quando falamos em segurança hídrica da Região Metropolitana do Rio. Sem essa intervenção, a gente provavelmente teria problemas significativos em relação ao abastecimento de água no futuro próximo — diz Rafael Rolim, presidente da Cedae, empresa do governo do estado responsável pela obra. Obras no Guandu: pacote inclui nova Estação de Tratamento de Água na Baixada A nova ETA ocupará um terreno no bairro Jardim Guandu, em Nova Iguaçu, a cerca de três quilômetros em linha reta da antiga estação, que exibe em seu portão de entrada a inscrição de “maior estação de tratamento de água do mundo” ao lado do logotipo do Guinness World Records. A proximidade facilita a integração das duas plantas, o que permitirá, em caso de necessidade, intercambiar as produções. — Será possível remanejar a água produzida na nova estação para o sistema antigo, pois está projetado para isso. Existe o intercâmbio nos dois reservatórios — explica Humberto de Mello Filho, diretor técnico e de projetos da companhia. O diretor explica ainda que a água produzida pela nova estação será direcionada para a Baixada, o que, por tabela, beneficiará a Zona Oeste: — Da produção atual (da antiga estação do Guandu), uma parte é destinada para a Baixada. Quando a produção do Novo Guandu entrar em linha, poderemos remanejar essa água para o sistema inteiro, mas principalmente para a Zona Oeste do Rio, que é o principal problema de abastecimento hoje na cidade. O crescimento que aconteceu naquela região com o programa Minha Casa, Minha vida é uma coisa nunca prevista em nenhum planejamento. O financiamento para a obra do novo sistema é da Caixa Econômica Federal, tomado pela Cedae em 2016. As regras estabelecem carência de cinco anos a partir dos gastos realizados e 20 anos para o pagamento. — Essa é uma obra que atravessa gestões, é uma obra de Estado. Por isso que é um marco de segurança hídrica — diz Rafael Rolim. Fé na continuidade O presidente da Cedae ainda não teve contato com a equipe de transição do governador eleito Douglas Ruas, mas acredita que não haverá problema quanto à continuidade das obras. — Essa é uma obra conhecida porque ela faz parte do Sistema Novo Guandu. Os reservatórios, por exemplo, já estão em construção. Portanto, é algo conhecido da classe política. Eu tenho certeza de que o próximo governador vai receber uma Cedae economicamente viável, com governança e capacidade de investimento — diz Rolim, que é procurador do Estado do Rio e assumiu a companhia em abril deste ano. Programada para iniciar a operação com 7,5 mil litros por segundo, a ETA Novo Guandu foi projetada para chegar a uma produção total de 24 mil litros por segundo no futuro. A água que passará pelos tanques da estação chegará por meio de um novo canal de captação no Rio Guandu. Considerado estratégico para o sistema de abastecimento, o Reservatório Novo Marapicu já tem quase 70% de suas obras realizadas e é a parte mais visível do complexo. A previsão é que fique pronto em 2028, mas só entrará em operação de fato com a conclusão e a entrada em operação da ETA Novo Guandu. Dois dos seis tanques — que juntos armazenarão 55 milhões de litros de água potável — já estão com suas paredes concluídas. A pleno vapor. O Reservatório Novo Marapicu, que está com 70% das obras prontas: parte importante do sistema Luis Alvarenga/CEDAE A obra iniciada esta semana pela Cedae será tocada pelo consórcio Nova Guandu, com sede em São Gonçalo, liderado pela Heca Construtora Ltda. As outras empresas integrantes são a Consbem Construções e Comércio Ltda, a DP Barros Pavimentação e Construção Ltda e a Enfil S/A Controle Ambiental. A construção da nova estação de tratamento na Baixada Fluminense é vista como um passo importante para ampliar a capacidade de abastecimento da Região Metropolitana do Rio, mas não resolve, sozinha. A avaliação é do professor Otto Corrêa Rotunno Filho, do Programa de Engenharia Civil da Coppe/UFRJ, que destaca a necessidade de investimentos complementares em distribuição e redução de perdas. — É sempre bom avaliar o custo da obra e quais são as alternativas. A nova estação é importante, sem dúvida, mas não basta esse investimento para aumentar a capacidade. É preciso acompanhar, por exemplo, como a perda durante a distribuição afeta todo o sistema — diz Rotunno. Polêmica na licitação O professor lembra ainda que parte da vulnerabilidade do abastecimento do Rio está relacionada ao fato de o sistema Guandu depender da bacia do Rio Paraíba do Sul. A água que abastece o Guandu é resultado de uma transposição de águas do Paraíba do Sul, cuja bacia tem cerca de 55 mil quilômetros quadrados e se estende por São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. — Essa dependência se apresenta como um problema de fato para a nossa segurança hídrica. Se acontecer algum desastre, algum contaminante entrar na água do Paraíba do Sul, nós não podemos fazer a transposição de águas. Olha só que situação crítica temos — explica. Obras no Guandu: pacote inclui nova Estação de Tratamento de Água na Baixada Iniciado em outubro de 2024, o processo de licitação da ETA Novo Guandu foi suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) em julho do ano passado após questionamento de uma empresa participante do certame que alegou falta de transparência. O episódio gerou críticas duras do então governador Cláudio Castro. Em ato público, ele chegou a classificar como “sacanagem” a decisão do conselheiro do tribunal. Castro chegou a dizer que “o povo tem que começar a se levantar contra esse tipo de gente”. A declaração mereceu nota de repúdio da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). Embora o trabalho no canteiro já tenha começado, a Cedae prepara para o início de dezembro a realização de uma solenidade para o lançamento da pedra fundamental da obra. Initial plugin text
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October 30, 2026 at 7:26 AM
lindo isso coloca o pezão na minha cara tbm tá?
October 25, 2026 at 9:46 PM
Cedae inicia obra de nova estação de tratamento de água do Guandu, 12 anos depois do anúncio; sistema custará R$ 2,1 bilhões
No dia 28 de outubro de 2014, o então governador Luiz Fernando Pezão anunciava a implantação do que foi chamado à época de “Complexo do Guandu 2”. O objetivo era levar “água a toda a Baixada Fluminense” em até dois anos. Demorou bem mais. Somente esta semana, 12 anos depois daquela cerimônia, começou a ser montado o canteiro de obras da Estação de Tratamento de Água (ETA) Novo Guandu, coração de um sistema que, quando concluído — a previsão é abril de 2030 —, promete disponibilizar 7,5 mil litros de água tratada por segundo para três milhões de pessoas em cidades da Baixada e bairros da Zona Oeste da capital. Megaoperação no Alemão: mais de 4 mil horas de imagens das câmeras corporais 'Meu filho ficou apodrecendo no chão': mãe de morto na megaoperação do Alemão dirigiu por 20 horas para buscar o corpo ‘Obra silenciosa’ O Sistema Novo Guandu — que, além da ETA, será composto por seis reservatórios com capacidade total de 55 milhões de litros, estações elevatórias e quase seis quilômetros de redes de adutoras e tubulações — custará R$ 2,1 bilhões. Desse total, R$ 1,35 bilhão vai para a construção da nova estação de tratamento, cuja produção inicial prevista equivale a 17,6% da vazão disponibilizada atualmente pela velha ETA do Guandu, obra dos anos 1950. Juntas, as duas estações produzirão 50 mil litros por segundo. — É uma obra silenciosa, que não aparece muito, mas é fundamental para as próximas décadas quando falamos em segurança hídrica da Região Metropolitana do Rio. Sem essa intervenção, a gente provavelmente teria problemas significativos em relação ao abastecimento de água no futuro próximo — diz Rafael Rolim, presidente da Cedae, empresa do governo do estado responsável pela obra. Obras no Guandu: pacote inclui nova Estação de Tratamento de Água na Baixada A nova ETA ocupará um terreno no bairro Jardim Guandu, em Nova Iguaçu, a cerca de três quilômetros em linha reta da antiga estação, que exibe em seu portão de entrada a inscrição de “maior estação de tratamento de água do mundo” ao lado do logotipo do Guinness World Records. A proximidade facilita a integração das duas plantas, o que permitirá, em caso de necessidade, intercambiar as produções. — Será possível remanejar a água produzida na nova estação para o sistema antigo, pois está projetado para isso. Existe o intercâmbio nos dois reservatórios — explica Humberto de Mello Filho, diretor técnico e de projetos da companhia. O diretor explica ainda que a água produzida pela nova estação será direcionada para a Baixada, o que, por tabela, beneficiará a Zona Oeste: — Da produção atual (da antiga estação do Guandu), uma parte é destinada para a Baixada. Quando a produção do Novo Guandu entrar em linha, poderemos remanejar essa água para o sistema inteiro, mas principalmente para a Zona Oeste do Rio, que é o principal problema de abastecimento hoje na cidade. O crescimento que aconteceu naquela região com o programa Minha Casa, Minha vida é uma coisa nunca prevista em nenhum planejamento. O financiamento para a obra do novo sistema é da Caixa Econômica Federal, tomado pela Cedae em 2016. As regras estabelecem carência de cinco anos a partir dos gastos realizados e 20 anos para o pagamento. — Essa é uma obra que atravessa gestões, é uma obra de Estado. Por isso que é um marco de segurança hídrica — diz Rafael Rolim. Fé na continuidade O presidente da Cedae ainda não teve contato com a equipe de transição do governador eleito Douglas Ruas, mas acredita que não haverá problema quanto à continuidade das obras. — Essa é uma obra conhecida porque ela faz parte do Sistema Novo Guandu. Os reservatórios, por exemplo, já estão em construção. Portanto, é algo conhecido da classe política. Eu tenho certeza de que o próximo governador vai receber uma Cedae economicamente viável, com governança e capacidade de investimento — diz Rolim, que é procurador do Estado do Rio e assumiu a companhia em abril deste ano. Programada para iniciar a operação com 7,5 mil litros por segundo, a ETA Novo Guandu foi projetada para chegar a uma produção total de 24 mil litros por segundo no futuro. A água que passará pelos tanques da estação chegará por meio de um novo canal de captação no Rio Guandu. Considerado estratégico para o sistema de abastecimento, o Reservatório Novo Marapicu já tem quase 70% de suas obras realizadas e é a parte mais visível do complexo. A previsão é que fique pronto em 2028, mas só entrará em operação de fato com a conclusão e a entrada em operação da ETA Novo Guandu. Dois dos seis tanques — que juntos armazenarão 55 milhões de litros de água potável — já estão com suas paredes concluídas. A pleno vapor. O Reservatório Novo Marapicu, que está com 70% das obras prontas: parte importante do sistema Luis Alvarenga/CEDAE A obra iniciada esta semana pela Cedae será tocada pelo consórcio Nova Guandu, com sede em São Gonçalo, liderado pela Heca Construtora Ltda. As outras empresas integrantes são a Consbem Construções e Comércio Ltda, a DP Barros Pavimentação e Construção Ltda e a Enfil S/A Controle Ambiental. A construção da nova estação de tratamento na Baixada Fluminense é vista como um passo importante para ampliar a capacidade de abastecimento da Região Metropolitana do Rio, mas não resolve, sozinha. A avaliação é do professor Otto Corrêa Rotunno Filho, do Programa de Engenharia Civil da Coppe/UFRJ, que destaca a necessidade de investimentos complementares em distribuição e redução de perdas. — É sempre bom avaliar o custo da obra e quais são as alternativas. A nova estação é importante, sem dúvida, mas não basta esse investimento para aumentar a capacidade. É preciso acompanhar, por exemplo, como a perda durante a distribuição afeta todo o sistema — diz Rotunno. Polêmica na licitação O professor lembra ainda que parte da vulnerabilidade do abastecimento do Rio está relacionada ao fato de o sistema Guandu depender da bacia do Rio Paraíba do Sul. A água que abastece o Guandu é resultado de uma transposição de águas do Paraíba do Sul, cuja bacia tem cerca de 55 mil quilômetros quadrados e se estende por São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. — Essa dependência se apresenta como um problema de fato para a nossa segurança hídrica. Se acontecer algum desastre, algum contaminante entrar na água do Paraíba do Sul, nós não podemos fazer a transposição de águas. Olha só que situação crítica temos — explica. Obras no Guandu: pacote inclui nova Estação de Tratamento de Água na Baixada Iniciado em outubro de 2024, o processo de licitação da ETA Novo Guandu foi suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) em julho do ano passado após questionamento de uma empresa participante do certame que alegou falta de transparência. O episódio gerou críticas duras do então governador Cláudio Castro. Em ato público, ele chegou a classificar como “sacanagem” a decisão do conselheiro do tribunal. Castro chegou a dizer que “o povo tem que começar a se levantar contra esse tipo de gente”. A declaração mereceu nota de repúdio da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). Embora o trabalho no canteiro já tenha começado, a Cedae prepara para o início de dezembro a realização de uma solenidade para o lançamento da pedra fundamental da obra. Initial plugin text
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October 30, 2026 at 7:26 AM
Cedae começa obras de nova estação de tratamento de água do Guandu, 12 anos após anúncio; investimento é de R$ 2,1 bilhões .
Cedae começa obras de nova estação de tratamento de água do Guandu, 12 anos após anúncio; investimento é de R$ 2,1 bilhões
No dia 28 de outubro de 2014, o então governador Luiz Fernando Pezão anunciava a implantação do que foi chamado à época de “Complexo do Guandu 2”. O objetivo era levar “água a toda a Baixada Fluminense” em até dois anos. Demorou bem mais. Somente esta semana, 12 anos depois daquela cerimônia, começou a ser montado o canteiro de obras da Estação de Tratamento de Água (ETA) Novo Guandu, coração de um sistema que, quando concluído — a previsão é abril de 2030 —, promete disponibilizar 7,5 mil litros de água tratada por segundo para três milhões de pessoas em cidades da Baixada e bairros da Zona Oeste da capital. ‘Obra silenciosa’ O Sistema Novo Guandu — que, além da ETA, será composto por seis reservatórios com capacidade total de 55 milhões de litros, estações elevatórias e quase seis quilômetros de redes de adutoras e tubulações — custará R$ 2,1 bilhões. Desse total, R$ 1,35 bilhão vai para a construção da nova estação de tratamento, cuja produção inicial prevista equivale a 17,6% da vazão disponibilizada atualmente pela velha ETA do Guandu, obra dos anos 1950. Juntas, as duas estações produzirão 50 mil litros por segundo. — É uma obra silenciosa, que não aparece muito, mas é fundamental para as próximas décadas quando falamos em segurança hídrica da Região Metropolitana do Rio. Sem essa intervenção, a gente provavelmente teria problemas significativos em relação ao abastecimento de água no futuro próximo — diz Rafael Rolim, presidente da Cedae, empresa do governo do estado responsável pela obra. A nova ETA ocupará um terreno no bairro Jardim Guandu, em Nova Iguaçu, a cerca de três quilômetros em linha reta da antiga estação, que exibe em seu portão de entrada a inscrição de “maior estação de tratamento de água do mundo” ao lado do logotipo do Guinness World Records. A proximidade facilita a integração das duas plantas, o que permitirá, em caso de necessidade, intercambiar as produções. — Será possível remanejar a água produzida na nova estação para o sistema antigo, pois está projetado para isso. Existe o intercâmbio nos dois reservatórios — explica Humberto de Mello Filho, diretor técnico e de projetos da companhia. O diretor explica ainda que a água produzida pela nova estação será direcionada para a Baixada, o que, por tabela, beneficiará a Zona Oeste: — Da produção atual (da antiga estação do Guandu), uma parte é destinada para a Baixada. Quando a produção do Novo Guandu entrar em linha, poderemos remanejar essa água para o sistema inteiro, mas principalmente para a Zona Oeste do Rio, que é o principal problema de abastecimento hoje na cidade. O crescimento que aconteceu naquela região com o programa Minha Casa, Minha vida é uma coisa nunca prevista em nenhum planejamento. O financiamento para a obra do novo sistema é da Caixa Econômica Federal, tomado pela Cedae em 2016. As regras estabelecem carência de cinco anos a partir dos gastos realizados e 20 anos para o pagamento. — Essa é uma obra que atravessa gestões, é uma obra de Estado. Por isso que é um marco de segurança hídrica — diz Rafael Rolim. Fé na continuidade O presidente da Cedae ainda não teve contato com a equipe de transição do governador eleito Douglas Ruas, mas acredita que não haverá problema quanto à continuidade das obras. — Essa é uma obra conhecida porque ela faz parte do Sistema Novo Guandu. Os reservatórios, por exemplo, já estão em construção. Portanto, é algo conhecido da classe política. Eu tenho certeza de que o próximo governador vai receber uma Cedae economicamente viável, com governança e capacidade de investimento — diz Rolim, que é procurador do Estado do Rio e assumiu a companhia em abril deste ano. Programada para iniciar a operação com 7,5 mil litros por segundo, a ETA Novo Guandu foi projetada para chegar a uma produção total de 24 mil litros por segundo no futuro. A água que passará pelos tanques da estação chegará por meio de um novo canal de captação no Rio Guandu. Considerado estratégico para o sistema de abastecimento, o Reservatório Novo Marapicu já tem quase 70% de suas obras realizadas e é a parte mais visível do complexo. A previsão é que fique pronto em 2028, mas só entrará em operação de fato com a conclusão e a entrada em operação da ETA Novo Guandu. Dois dos seis tanques — que juntos armazenarão 55 milhões de litros de água potável — já estão com suas paredes concluídas. A obra iniciada esta semana pela Cedae será tocada pelo consórcio Nova Guandu, com sede em São Gonçalo, liderado pela Heca Construtora Ltda. As outras empresas integrantes são a Consbem Construções e Comércio Ltda, a DP Barros Pavimentação e Construção Ltda e a Enfil S/A Controle Ambiental. A construção da nova estação de tratamento na Baixada Fluminense é vista como um passo importante para ampliar a capacidade de abastecimento da Região Metropolitana do Rio, mas não resolve, sozinha. A avaliação é do professor Otto Corrêa Rotunno Filho, do Programa de Engenharia Civil da Coppe/UFRJ, que destaca a necessidade de investimentos complementares em distribuição e redução de perdas. — É sempre bom avaliar o custo da obra e quais são as alternativas. A nova estação é importante, sem dúvida, mas não basta esse investimento para aumentar a capacidade. É preciso acompanhar, por exemplo, como a perda durante a distribuição afeta todo o sistema — diz Rotunno. Polêmica na licitação O professor lembra ainda que parte da vulnerabilidade do abastecimento do Rio está relacionada ao fato de o sistema Guandu depender da bacia do Rio Paraíba do Sul. A água que abastece o Guandu é resultado de uma transposição de águas do Paraíba do Sul, cuja bacia tem cerca de 55 mil quilômetros quadrados e se estende por São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. — Essa dependência se apresenta como um problema de fato para a nossa segurança hídrica. Se acontecer algum desastre, algum contaminante entrar na água do Paraíba do Sul, nós não podemos fazer a transposição de águas. Olha só que situação crítica temos — explica. Iniciado em outubro de 2024, o processo de licitação da ETA Novo Guandu foi suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) em julho do ano passado após questionamento de uma empresa participante do certame que alegou falta de transparência. O episódio gerou críticas duras do então governador Cláudio Castro. Em ato público, ele chegou a classificar como “sacanagem” a decisão do conselheiro do tribunal. Castro chegou a dizer que “o povo tem que começar a se levantar contra esse tipo de gente”. A declaração mereceu nota de repúdio da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). Embora o trabalho no canteiro já tenha começado, a Cedae prepara para o início de dezembro a realização de uma solenidade para o lançamento da pedra fundamental da obra.
dlvr.it
October 30, 2026 at 9:29 AM
morrendo com os closes no pezão oh Troye Sivan I know what you are youtu.be/EKJdRKB133U
Troye Sivan - Embarrassingly (Official Visual)
YouTube video by Troye Sivan
youtu.be
October 23, 2026 at 9:16 PM
essas lives no tiktok de uns caras com pezão gostoso só me fazem lembrar do @uaidan.bsky.social
October 22, 2026 at 4:00 PM
PEZÃO?!
October 23, 2026 at 7:09 PM
Até o Pézão declarou apoio ao Lula hahahahahaha

Aliás, o Cesar Maia tem MESMO uma foto do Lênin no escritório dele hahahahahaha
October 23, 2026 at 1:50 PM
EU DEI RT NUM VÍDEO DO PEZÃO (diginfluenciada por @joannamaciel.com )
October 21, 2026 at 3:47 PM