#plastificantes
🧑‍🔬El #IDAEA_CSIC analizó #contaminantes orgánicos en lodos y polvo

➡️En lodos, pesticidas y plastificantes supusieron un riesgo para la #biodiversidad, no para la salud 
➡️En el polvo se detectaron aditivos plásticos, pero en niveles similares a los respirados en interiores
November 1, 2026 at 9:03 AM
Las bolsitas de té de plástico liberan BPA, plastificantes y hasta 2.500 microplásticos por taza.
🫖 Preparar una taza de té puede tener un ingrediente inesperado: miles de partículas de plástico y sustancias químicas potencialmente nocivas.
🍵 www.rexmolon.es/rexmolon-pro...
October 28, 2026 at 10:38 AM
Investigadores detectaron fibras de poliamida, BPA y ftalatos en té preparado con bolsas plásticas. La comparación con hojas sueltas tiene una limitación metodológica que cambia cómo deben leerse las cifras.
Bolsitas de té plásticas liberan hasta 2.498 microplásticos por taza, según un estudio
Las bolsitas de té plásticas de cuatro marcas estudiadas en Turquía liberaron promedios de entre 555 y 2.498 partículas de microplástico por taza durante una preparación de laboratorio. Los investigadores también detectaron bisfenol A (BPA) y plastificantes de la familia de los ftalatos en esas infusiones. El hallazgo señala una fuente de exposición, pero el experimento no demuestra que beber ese té cause una enfermedad. El trabajo de Necla Pehlivan y Kenan Gedik, publicado el 13 de octubre de 2026 en _npj Science of Food_ , examinó 14 marcas de té en bolsa y 14 de té a granel. La medición detallada de liberación se concentró en las cuatro marcas con bolsas plásticas. Para preparar cada muestra, el equipo usó agua a unos 95 °C durante tres minutos. Las partículas identificadas de más de 100 micrómetros eran fibras de poliamida, un material compatible con el de las bolsas. El método no contó las partículas más pequeñas que pudieran estar presentes. ## La cifra de las hojas sueltas necesita contexto El estudio calculó entre 0,3 y 2,4 partículas por porción de dos gramos de té a granel. Esa cifra procede del análisis directo de las hojas, mientras que los 555 a 2.498 corresponden a infusiones preparadas con bolsas plásticas. Por eso, **no son dos mediciones equivalentes de té ya servido** ni permiten calcular con exactitud cuántas partículas evitaría una persona al cambiar de formato. La diferencia con investigaciones anteriores tampoco significa que unas hayan encontrado té seguro y otras peligroso. En 2019, un equipo de la Universidad McGill contó unos 11.600 millones de microplásticos y 3.100 millones de nanoplásticos liberados por una bolsa plástica vaciada antes de calentarla en agua. Aquel trabajo incluyó tamaños mucho menores y empleó otro procedimiento. Comparar los recuentos sin tomar en cuenta el tamaño detectado y la preparación de la muestra produciría una conclusión engañosa. ## Qué significa el porcentaje de BPA Pehlivan y Gedik estimaron que la exposición al BPA del té en bolsa podía alcanzar el 21,7 % de la ingesta diaria tolerable fijada por la Autoridad Europea de Seguridad Alimentaria (EFSA). Ese porcentaje es una estimación bajo las condiciones del estudio, no una medición de la exposición total de una persona. La referencia de la EFSA, de 0,2 nanogramos por kilogramo de peso corporal al día, considera lo que se puede ingerir diariamente a lo largo de la vida sin un riesgo apreciable; también puede haber BPA procedente de otras fuentes alimentarias. El índice de peligro combinado que modelaron los autores quedó por debajo de su umbral de riesgo, y la investigación no midió efectos clínicos en personas. La Administración de Alimentos y Medicamentos de Estados Unidos (FDA) señala que la evidencia disponible aún no demuestra que los niveles de microplásticos detectados en alimentos causen daños a la salud y advierte que faltan métodos de medición estandarizados. Esa incertidumbre sobre los efectos de las partículas no invalida la medición química del BPA ni equivale a una garantía de riesgo nulo. Preparar hojas sueltas en un infusor de metal o cerámica elimina la bolsa plástica de esta etapa de preparación. Es una forma de reducir esa fuente específica de exposición; el té a granel también puede contener partículas adquiridas durante su cultivo, procesamiento o envasado. _Fuentes:_ 1, 2, 3, 4, 5
fomoera.com
October 30, 2026 at 2:40 AM
🔬 Un nuevo catalizador del @itq-csicupv.bsky.social evita compuestos no deseados en la industria química

🧪 Permite obtener materias primas para fabricar productos de uso cotidiano

🏭 Entre sus aplicaciones están plastificantes, disolventes y medicamentos

➡️ http://tiny.cc/y6ac101
October 20, 2026 at 12:02 PM
Estudo encontrou em locais de descarte materiais contendo substâncias tóxicas antigamente usadas como plastificantes e retardantes de chama. Sem triagem rigorosa, #reciclagem pode se tornar vetor de #contaminação, alertam cientistas. agencia.fapesp.br/59263
Compostos associados ao câncer são detectados em resíduos de espumas, plásticos e artigos infantis
Estudo encontrou em locais de descarte materiais contendo substâncias tóxicas antigamente usadas como plastificantes e retardantes de chama. Sem triagem rigorosa, reciclagem pode se tornar vetor de co...
agencia.fapesp.br
September 24, 2026 at 11:55 AM
Compostos associados ao câncer são detectados em resíduos de espumas, plásticos e artigos infantis
Estudo encontrou em locais de descarte materiais contendo substâncias tóxicas usadas como plastificantes e retardantes de chama. S/triagem rigorosa, eciclagem pode se tornar vetor de contaminação
Compostos associados ao câncer são detectados em resíduos de espumas, plásticos e artigos infantis
Estudo encontrou em locais de descarte materiais contendo substâncias tóxicas antigamente usadas como plastificantes e retardantes de chama. Sem triagem rigorosa, reciclagem pode se tornar vetor de co...
agencia.fapesp.br
September 24, 2026 at 10:46 AM
Compostos associados ao câncer são detectados em resíduos de espumas, plásticos e artigos infantis
Um perigo invisível à saúde pública pode estar acumulado nos locais de descarte e desmanche de resíduos sólidos espalhados pelo país. Estudo liderado por pesquisadores brasileiros constatou que espumas e plásticos descartados podem conter altos níveis de substâncias tóxicas usadas antigamente pela indústria como plastificantes e retardantes de chama. A descoberta acende um sinal amarelo para as políticas de sustentabilidade: se esses materiais forem reaproveitados sem análise química prévia, a reciclagem pode se transformar em um vetor involuntário de contaminação para novos produtos e para o meio ambiente. O trabalho foi conduzido por pesquisadores do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (ICTS-Unesp), campus de Sorocaba, em parceria com a Universidade de Birmingham, no Reino Unido, e apontou a presença de ésteres organofosforados clorados em amostras de resíduos sólidos, materiais descartados que ainda podem ser usados por outras pessoas e indústrias. Esse tipo de substância já foi usado na indústria como retardante de chamas e plastificante. Por causa da sua estabilidade térmica e baixo custo, era muito aplicado em produtos como espumas de poliuretano para móveis e colchões, carcaças plásticas de produtos eletrônicos, artigos infantis e espuma de isolamento para construção civil. Esses compostos – entre os mais comuns estão o tris (1-cloro-2-propil) fosfato (TCIPP), o TDCIPP e o TCEP – têm potencial ação tóxica, podendo provocar prejuízos nos sistemas endócrino e reprodutivo, além de favorecer o aparecimento de câncer. A contaminação pode acontecer por meio do contato direto com o objeto no qual eles foram usados, pela ingestão ou pela inalação de poeira liberada no ambiente em decorrência da degradação do material. No total, foram coletadas 207 amostras de quatro categorias principais – resíduos de construção e demolição, veículos em fim de vida útil, estofados e artigos infantis –, selecionadas para abranger os setores de resíduos com maior probabilidade de conter materiais com ésteres organofosforados clorados no Brasil. Os materiais foram provenientes da região metropolitana de Sorocaba, no interior de São Paulo, e retirados de diversas fontes, incluindo um centro de desmanche de veículos, um aterro sanitário de resíduos de construção e demolição, associações de reciclagem e empresas de fabricação ou reforma de estofados. “Nossos resultados mostraram que 95% das amostras continham pelo menos um desses compostos em baixas concentrações, sendo que 13 excederam o nível mais preocupante”, conta o engenheiro ambiental David Burgos da Unesp, que desenvolveu o trabalho em seu doutorado. A pesquisa, que teve apoio da FAPESP por meio de diversos projetos coordenados pelo professor do ICTS-Unesp André Henrique Rosa, orientador de Burgos, é de extrema importância, já que o Brasil gera cerca de 81 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos por ano, sendo o segundo maior gerador das Américas. E parte desses materiais é reaproveitada na fabricação de novos produtos. “Quando estabelecemos essa linha de pesquisa no ICTS-Unesp, após meu estágio de pesquisa no exterior na Universidade de Birmingham, com o grupo do professor Stuart Harrad, praticamente não existiam dados sobre os níveis de contaminantes emergentes nos resíduos brasileiros e da América Latina. Sem essa informação, qualquer discussão sobre gestão segura de resíduos, visando à implementação de economia circular no país, ou mesmo a proteção dos trabalhadores de reciclagem, ficava sem base científica”, pontua Rosa. De acordo com o pesquisador, alguns desses retardantes de chama já foram proibidos por tratados internacionais, como a Convenção de Estocolmo – documento global criado para proteger a saúde humana e o meio ambiente dos poluentes orgânicos persistentes –, da qual o Brasil é signatário desde 2004. Reino Unido, China e Japão, por exemplo, já avançaram em políticas que evitam que esses itens sejam descartados sem controle ou reintroduzidos no ciclo produtivo, gerando novos produtos. “Somente proibir a fabricação de novos produtos com esses compostos, como acontece no Brasil, não faz desaparecer os materiais que já foram produzidos. Se eles forem reciclados sem análise química ou tratamentos prévios, essas substâncias migram para novos itens ou impactam o ambiente, causando problemas para a biota ou a saúde humana”, explica Burgos. Outra informação destacada por Burgos é que os bromados, os primeiros retardantes de chama reconhecidos como poluentes orgânicos persistentes e incluídos na Convenção de Estocolmo, foram substituídos pelos organofosforados clorados, que não são regulados da mesma forma e também são tóxicos, com potencial carcinogênico documentado. “O Brasil tem metas de reciclagem e promove logística reversa de eletrônicos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos e tudo isso é necessário. Mas nossos resultados mostram que reciclar sem triagem química pode transformar a economia circular num vetor de recirculação de contaminantes: substâncias tóxicas de um produto antigo acabam num produto novo”, afirma o doutorando. Na avaliação de Burgos, a responsabilidade de fazer a triagem química é compartilhada entre vários órgãos. “Dentro do Sistema Nacional do Meio Ambiente [Sisnama], o Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis] atua no nível federal, os órgãos estaduais, como a Cetesb [Companhia Ambiental do Estado de São Paulo], respondem pelo licenciamento e pela fiscalização dos geradores, e os municípios, pela gestão local. Soma-se a isso a Política Nacional de Resíduos Sólidos [Lei 12.305/2010], que atribui ao próprio gerador o dever de caracterizar e monitorar seus resíduos”, comenta. Procurado pela reportagem, o Ibama informou que a atribuição para a triagem do material compete ao Grupo de Acompanhamento de Performance, composto por entidades representativas, em âmbito nacional, dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos eletroeletrônicos. Já a Cetesb não retornou o contato até a publicação desta reportagem. Em nota, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) esclareceu que o uso de PBDEs (retardantes bromados) na fabricação de novos aparelhos eletroeletrônicos já é proibido no Brasil, seguindo os acordos internacionais. O risco atual está nos equipamentos antigos, como televisores e monitores de tubo fabricados antes de 2005. Por lei, o Brasil tem permissão para reciclar esses materiais antigos até 2030. Segundo a pasta, “os instrumentos de logística reversa atualmente vigentes fornecem a estrutura para coleta, triagem, rastreabilidade e destinação dos resíduos eletroeletrônicos, mas não estabelecem protocolo específico de análise ou teste para determinar a presença de PBDEs”. Este artigo foi publicado originalmente pela Agência FAPESP
revistagalileu.globo.com
September 25, 2026 at 5:20 AM
El jurel, la sardina, el salmonete y la merluza presentan químicos plastificantes, productos farmacéuticos y restos industriales, además de compuestos metabolizados que no habían sido estudiados antes

Estudio de la @uco.es

www.uco.es/servicios/ac...
Actualidad Universitaria - Un estudio de la UCO revela un 'cóctel' de contaminantes en cuatro especies de peces del Mediterráneo
El jurel, la sardina, el salmonete y la merluza presentan químicos plastificantes, productos farmacéuticos y restos industriales, además de compuestos...
www.uco.es
September 3, 2026 at 7:38 AM
La investigación identifica 81 compuestos, incluidos plastificantes, fármacos, pesticidas y sustancias industriales, en ejemplares de jurel, sardina, salmonete y merluza, y destaca la presencia de metabolitos hasta ahora poco estudiados.
Un estudio de la UCO detecta un complejo cóctel de contaminantes en peces del Mediterráneo
Un estudio liderado por la UCO identifica una amplia variedad de contaminantes emergentes en cuatro especies de peces habituales en la dieta mediterránea.
www.residuosprofesional.com
September 3, 2026 at 8:15 AM
🐟 Que un contaminante se detecte en un pez no significa que comerlo vaya a causar un problema de salud, pero es fundamental estudiar su impacto y posibles efectos. Este trabajo del #IQUEMA revela la necesidad de hacerlo para tener una imagen realista de la contaminación en los productos del mar:
Un estudio de la UCO revela un 'cóctel' de contaminantes en cuatro especies de peces del Mediterráneo
El jurel, la sardina, el salmonete y la merluza presentan químicos plastificantes, productos farmacéuticos y restos industriales, además de compuestos...
www.uco.es
September 1, 2026 at 6:58 AM
Envases sostenibles: químicos y plastificantes presentes en fibras y papeles pueden contaminar los alimentos
eldesconcierto.cl/hoja-ruta/en...
Envases sostenibles: químicos y plastificantes presentes en fibras y papeles pueden contaminar los alimentos
La sostenibilidad en Europa está en juego por la posible migración de químicos a los alimentos, dejando dudas sobre la seguridad en su aplicación.
eldesconcierto.cl
August 24, 2026 at 11:44 PM
#Pacientes |  🤰 Un estudio con más de 5.000 #embarazadas vincula la exposición a algunos plastificantes con un mayor riesgo de #parto prematuro
Embarazo y químicos: la exposición cotidiana que se relaciona con partos prematuros y menor peso al nacer
El análisis de más de un centenar de compuestos químicos muestra una asociación entre algunas exposiciones habituales y un mayor riesgo de parto prematuro y bajo peso neonatal
www.consalud.es
August 18, 2026 at 8:31 PM
El trabajo analizó la migración de los ftalatos, los ésteres organofosforados, los bisfenoles y los plastificantes alternativos a los ftalatos desde envases utilizados habitualmente para la conservación de pescado fresco
El plástico también migra en frío: detectan contaminantes en pescado conservado en nevera y congelador
Un estudio revela que aditivos de envases plásticos pueden pasar al pescado almacenado en nevera y congelador, aumentando la exposición a compuestos como el bisfenol A ...
mlibr.es
June 14, 2026 at 7:01 PM
Estos hallazgos dejan claro que la exposición a plastificantes a través de la #dieta es un factor de riesgo
Analizan la presencia de plastificantes en alimentos comercializados en España y piden normas más restrictivas
Ethel Eljarrat y Julio Fernández Arribas del Instituto de Diagnóstico Ambiental y Estudios del Agua (IDAEA - CSIC) analizan en un artículo para The Conversation su último estudio sobre los a ...
www.diarionutricion.com
June 15, 2025 at 8:02 AM
Ethel Eljarrat y Julio Fernández Arribas del Instituto de Diagnóstico Ambiental y Estudios del Agua (IDAEA - CSIC) analizan en un artículo para The Conversation su último estudio sobre los aditivos del #plástico que se ingieren a través de los alimentos
Analizan la presencia de plastificantes en alimentos comercializados en España y piden normas más restrictivas
Ethel Eljarrat y Julio Fernández Arribas del Instituto de Diagnóstico Ambiental y Estudios del Agua (IDAEA - CSIC) analizan en un artículo para The Conversation su último estudio sobre los a ...
bit.ly
June 12, 2025 at 6:01 AM
Analizan la presencia de #plastificantes en #alimentos comercializados en España y piden normas más restrictivas
Analizan la presencia de plastificantes en alimentos comercializados en España y piden normas más restrictivas
Ethel Eljarrat y Julio Fernández Arribas del Instituto de Diagnóstico Ambiental y Estudios del Agua (IDAEA - CSIC) analizan en un artículo para The Conversation su último estudio sobre los a ...
www.diarionutricion.com
June 11, 2025 at 9:03 AM
Excelente conferencia sobre la exposición a aditivos plastificantes y su impacto en Salud. Gracias al Dr. Nicolás Olea por esta impactante presentación. #microplásticos #BPA #OneHealth
May 28, 2026 at 11:41 AM
Incendio químico en Quilicura: gigantescas llamas y explosiones afectan planta de Panimex

Bomberos declaró tercera alarma y desplegó al equipo Hazmat para contener la emergencia registrada en la empresa fabricante de plastificantes.
August 5, 2026 at 2:50 AM
El 85% de 109 alimentos analizados, contienen plastificantes
El 85% de 109 alimentos analizados, contienen plastificantes
www.rtve.es
June 4, 2025 at 7:01 AM
o que se faz, às vezes, é separar pelos componentes. nem todo plástico tem os mesmos plastificantes, corantes, solventes. e aí tem grupos mais afetados do que outros. mas é um PARTO fazer uma triagem desse calibre e conseguir demonstrar que é o plástico e não alguma outra coisa que faz diferença
July 11, 2026 at 11:22 PM