#subjetividade
os filmes agora tudo tem que ser tintim por tintim se não os burro não entende

não existe subjetividade mais, não pode ter nada que faça a pessoa ter que raciocinar um pouco, tudo tem que ser obvio
October 1, 2026 at 3:13 PM
e o odio ao PT tb é o odio ao nordeste e isso faz parte da formação da subjetividade brasileira pq pra boa parte do centro-sul lula nunca vai ser branco vai ser sempre um retirante
September 30, 2026 at 11:16 PM
Um inseto possui estruturas nervosas correlatas às nossas. Sabemos que ele capta e reage a estímulos, mas não há, em insetos, a estrutura responsável por processar a dor e transformá-la em sofrimento, em subjetividade. Manter uma consciência seria muito caro energeticamente, e inviável.
September 29, 2026 at 6:03 PM
lance desse negócio de diagnóstico ter virado identidade é que vira e mexe aparece paciente que foi claramente diagnosticado errado
ele acha que o problema da vida dele é ter transtorno X toda a subjetividade dele gira em torno de ser X mas aí o babado é Y e aí como faz? tem que ter muito rebolado
September 28, 2026 at 11:50 PM
A ciência passou seculos tentando se livrar da subjetividade para ver as "coisas como são" apenas para ver o estrago que essa ideologia causou não apenas à ciência, mas também aos humanos e ao meio ambiente. Porém, o retorno da subjetividade trouxe consigo o fetiche da opinião e, de novo, a queda.
September 28, 2026 at 5:34 PM
Todas essas afirmações são problemáticas por sua subjetividade e preconceitos, que destoam do tom historicista geral da obra. Convém ainda relevar as desqualificações que o autor constantemente dirige a Hitler, como quando o chama de “vagabundo austríaco”
September 27, 2026 at 7:45 PM
Mto frustrante resenha de livro que é só apontamento dos temas do livro. Eu posso tá entendendo errado o que é uma resenha, mas eu queria a experiência como leitor sabe? Se eu quiser uma análise acadêmica de Finnegan's Wake procuro artigos sobre. Me dá a SUA experiência a SUA subjetividade. Opinião
September 27, 2026 at 11:52 AM
O construtivismo entre nós
A recepção brasileira das vanguardas construtivas — que incluiu o construtivismo russo, a arte concreta suíça, o De Stijl e algumas pedagogias da Bauhaus — não se deu como transplante ou como programa homogêneo. Nos anos 1950, o concretismo formulado pelo Grupo Ruptura, em São Paulo, buscou afirmar uma arte fundada em sistemas formais, na clareza estrutural e na ideia de universalidade. Porém, essa racionalidade não implicava a eliminação da subjetividade: tratava-se, antes, de organizá-la dentro de parâmetros considerados objetivos. Para além da estética, suas proposições articulavam debates sobre a industrialização, a urbanização e a modernização, enfatizando que o concretismo operava nos campos formal e político. Já a emergência do neoconcretismo, no Rio de Janeiro, não pode ser compreendida como simples reação à suposta rigidez concreta. Os artistas do Grupo Frente — entre eles, Lygia Clark, Hélio Oiticica e Lygia Pape — romperam com um vocabulário geométrico e, ainda, com o modo como esse repertório era concebido: deslocaram a obra para o campo da experiência, da fenomenologia, da relação entre corpo, espaço e tempo. Essa inflexão não foi inevitável nem natural; resultou de tensões institucionais, disputas regionais, diferenças de formação e de contexto. De modo algum, o neoconcretismo pode ser compreendido como evolução do concretismo. Ele, de fato, seria uma resposta situada às condições específicas: a centralidade do MAM-Rio como espaço de experimentação, a influência de Mário Pedrosa e sua crítica fenomenológica, a formação diversa dos artistas do Grupo Frente, a distância entre o ambiente paulistano — mais ligado ao industrialismo, ao design e à racionalidade técnica — e o ambiente carioca, permeado por argumentações voltadas à subjetividade, corpo e experiência. Além disso, havia embates explícitos entre grupos, revistas, críticos e instituições que moldavam o que se entendia por “arte moderna” no Brasil. Diversos teóricos brasileiros desmontaram essa suposta linearidade. Mário Pedrosa, ao propor a “sensibilidade experimental”, já indicava que o neoconcretismo não era desdobramento mecânico do racionalismo geométrico; era reconfiguração profunda da relação entre obra e espectador. Aracy Amaral evidenciou as divergências políticas e regionais que impedem qualquer leitura homogênea do período. Ronaldo Brito interpretou o neoconcretismo como inflexão crítica que desestabilizou o projeto construtivo, revelando suas contradições internas. Paulo Herkenhoff contribuiu para adensar esse debate ao situar ambos os movimentos em redes culturais e políticas complexas, mostrando que a passagem entre eles envolveu negociações, fraturas e reposicionamentos. Diante dessas revisões, torna-se necessário questionar como a narrativa que apresenta concretismo e neoconcretismo como sequência natural — da forma à experiência — constrói a ideia de um “destino” para a arte brasileira. Essa teleologia, por muito tempo, organizou o passado e, acima de tudo, moldou as expectativas sobre o presente, sugerindo que a arte brasileira estaria “condenada” a reencontrar, reiterar ou atualizar o construtivismo. Compreender essa “tradição construtivista” exige reconhecer que o Brasil não viveu um processo ordenado. Nossa modernidade foi (e continua sendo) marcada por tensões, sobreposições e contendas que desafiam qualquer noção de continuidade consensual. É nesse ponto que a produção contemporânea se torna decisiva. Artistas como Rosana Paulino questionam diretamente a suposta neutralidade das vanguardas construtivas. Na série Uma Geometria à Brasileira, Paulino apropria-se da estética geométrica para revelar aquilo que o concretismo não contemplou: a experiência negra, feminina e colonial. Ao atribuir à geometria o peso da história, a artista desmonta o ideal de universalidade que orientou parte das vanguardas dos anos 1950, transformando retângulos e cores chapadas em metáforas da imposição de uma ordem europeia sobre corpos e territórios brasileiros. Nas artes tridimensionais, Laís Myrrha tensiona o escopo construtivo ao trabalhar com concreto e aço — materiais associados à industrialização e ao imaginário modernista. Em Contraplano, instalação apresentada no Inhotim, a artista ativa o corpo do espectador por meio de deslocamentos perceptivos, aproximando-se de preocupações neoconcretas. Contudo, o gesto crítico não reside tão somente na experiência sensorial, está no contexto territorial da obra: erigida em região marcada pela mineração, Contraplano confronta a monumentalidade modernista com as cicatrizes sociais e ecológicas que sustentaram o projeto desenvolvimentista. O concreto, antes símbolo de futuro, retorna à terra como testemunho das contradições da modernidade nacional. Outros artistas contemporâneos mantêm diálogos distintos com o legado construtivo. Gonçalo Ivo, Sergio Fingerman e Almandrade exploram tensões entre cor, estrutura e percepção, enquanto Ernesto Neto, Laura Lima e Tunga expandem práticas participativas e imersivas que, embora dialoguem com Clark e Oiticica, não se limitam a atualizar o neoconcretismo: muitas vezes o confrontam, o distorcem ou o deslocam para outros campos simbólicos. Exposições como Direito à Forma (2023), no Inhotim, e O que temos em comum? Abstracionismos no MAC-USP (2025 e ainda em cartaz), demonstram o vivo interesse pela produção construtiva no Brasil. O que temos em comum… questiona a ideia de universalidade da arte abstrata e assinala a pluralidade de motivações, linguagens e vertentes — do geométrico ao gestual — que marcaram esse movimento. Por sua vez, Direito à Forma enfatizou que esse legado não é estável ; é, acima de tudo, disputado. Essa mostra revelou ainda como essa tradição se fragmenta, se reinterpreta e se tensiona quando colocada em contato com questões sociais, raciais, territoriais e políticas que o discurso modernizador tentou neutralizar. Ao articular artistas históricos e contemporâneos, a exposição desmontou a ideia de que o construtivismo constitui um repertório formal contínuo ou consensual. Assim, a presença do construtivismo entre nós não deve ser entendida como algo linear nem como “destino manifesto”. Trata-se de um campo de forças em constante reconfiguração, no qual artistas contemporâneos expõem as fissuras, os silêncios e as contradições das narrativas modernizadoras. Ao articular rigor formal com urgências políticas — da revisão da história colonial aos impactos da exploração territorial —, essas produções demonstram que o legado construtivo permanece pulsante. E já não pode ser lido sob o signo da neutralidade. Ele se torna ferramenta crítica, capaz de iluminar não apenas o que a arte brasileira foi, mas o que ainda pode — e precisa — confrontar. (*) Alecsandra Matias de Oliveira é professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da USP (Universidade de São Paulo).
www.campograndenews.com.br
September 26, 2026 at 5:18 PM
Pessoas interessadas em entender como chegamos até aqui:
Vai rolar esse curso online Cartografias da Masculinidades, que investiga a construção das masculinidades, dicurso, poder e subjetividade. Curso ministrado por Prof. Luiz Felipe Andrade Silva, da UFBA

www.instagram.com/p/Ddt8q_InFB...
ConTenDa | GP Comunicação, Tecnologia e Discurso on Instagram: "Em 2013, foi veiculada uma propaganda de desodorante cujo slogan era: “O desodorante do homem homem”. Mas afinal o que faz um homem ser ...
24 likes, 1 comments - con.ten.da on September 25, 2026: "Em 2013, foi veiculada uma propaganda de desodorante cujo slogan era: “O desodorante do homem homem”. Mas afinal o que faz um homem ser homem?...
www.instagram.com
September 25, 2026 at 8:56 PM
DEPOIS SOMOS NÓS, OS TEA QUE TEMOS DIFICULDADE COM SUBJETIVIDADE, NÉ

(só passando com raiva)
cara a galera é mt ruim com subjetividade né, tava vendo um quadro da claudia raia contando da vida da tarsila do amaral e aí ela fala que foi horrivel, mais por conta da sequencia de fatos que aconteceram na vida pessoal do que outro ponto

ai a galera obvio que fica puta "ahh pq ela é herdeira"
September 24, 2026 at 6:35 PM
eu acho muito tosco essa forma de arrotar uma pretensa virtude e como consequência diminuir a subjetividade de qualquer pessoa que se perceba como “privilegiada”. tipo, vc não eh exatamente uma pessoa mais inteligente ou mais crítica por apontar o óbvio e isso não diminui de forma alguma as
September 24, 2026 at 5:15 PM
estou 100% ao seu lado nessa. subjetividade nas escolas! essa constante comparação e sinalização de virtude é contraprodutiva e infernal.
September 24, 2026 at 4:54 PM
acho que cada vez mais é empobrecido a arte de tentar contar uma historia que seja interessante por conta desses policiamentos junto com a falta de subjetividade de um assunto
September 24, 2026 at 4:52 PM
cara a galera é mt ruim com subjetividade né, tava vendo um quadro da claudia raia contando da vida da tarsila do amaral e aí ela fala que foi horrivel, mais por conta da sequencia de fatos que aconteceram na vida pessoal do que outro ponto

ai a galera obvio que fica puta "ahh pq ela é herdeira"
September 24, 2026 at 4:42 PM
Na 81ª Assembleia Geral da ONU, o presidente dos Estados Unidos reforçou seu perfil megalomaníaco, seus delírios de grandeza e uma subjetividade marcada por sua vaidade. Ele ameaçou toda a América Latina, especialmente o México e Cuba, mas basicamente os países que desafiam sua política para o…
Trump, o ovo da serpente e as Nações Unidas
Por Gustavo Veiga. Trump é o produto mais acabado e grotesco da extrema-direita global. Ele brilha em seu histrionismo como se fosse uma pintura acetinada, assim como a gravata vermelha que usou na ONU. Ele não adota a estética do uniforme ou do paletó marrom com que Hitler se vestia, nem seu bigode largo e curto, embora vários historiadores o comparem, em seu próprio país, ao führer — e não por sua aparência física.
desacato.info
September 24, 2026 at 2:56 PM
"O presidente dos EUA reforçou seu perfil megalomaníaco, os delírios de grandeza e uma subjetividade marcada pela vaidade. O problema é que Trump tem por trás um 'poderio militar sem igual', com o qual ameaçou qualquer país que se rebele na América Latina." www.pagina12.com.ar/2026/09/23/t...
Trump, el huevo de la serpiente y Naciones Unidas
www.pagina12.com.ar
September 24, 2026 at 1:32 PM
A minha subjetividade terrivelmente católica tbm segue por isso aqui:
“A Igreja Católica não indica candidatos nem partidos. Movida pelo Evangelho e pela missão de anunciá-lo, promove a vida, a dignidade humana e serve à construção do bem comum”

— Cardeal Jaime Spengler, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)
September 23, 2026 at 11:12 PM
Ficção não é um espelho autobiográfico, mas a biografia do criador é importante como contexto (nem que seja apenas para si mesmo). Nem tudo é *sobre* o eu, mas é a constituição da subjetividade que permite a fabulação.
Ou, nas palavras do Fellini, "até a pérola é uma autobiografia da ostra"
A ideia de que uma pessoa é incapaz de ouvir uma história real descrita de forma fria e recriá-la, ou pegar elementos de várias histórias, somar com ideias originais, e compor uma história, sem estar falando de si, é a própria negação da ideia de arte, que é um processo empático

Ainda mais o cinema
September 23, 2026 at 6:20 PM
a falta de leitura artística e de leitura de subjetividade da sociedade brasileira está me matando
September 23, 2026 at 5:27 PM
meu trabalho final da disciplina de personalidade e subjetividade vai ser sobre minha esposa james fitzjames
September 23, 2026 at 4:40 PM
TEm até um de Teologia poítica que parece interessante também, negócio é que eu ia ter de ficar preso nisso o mestrado todo KKKKKK
September 23, 2026 at 1:23 PM
É como se buscassem hiperrealismo e deixassem de fora a fantasia/subjetividade.
September 22, 2026 at 10:29 PM
Uma coisa me incomoda.
A máscara, não que não usamos em meios sociais.
Sim, quando ela se torna um símbolo, isso me incomoda.
Criamos títulos para definir a subjetividade, mas nunca para se responsabilizar.
Mentiras para se proteger, verdades para atacar.
Silêncios por medo de continuar.
Escolhas.
September 22, 2026 at 3:06 PM