#tamanh
um tabaco DEISHTE tamanh
September 18, 2026 at 3:56 AM
A memória do servidor dobrou de preço e tirou a empresa média do jogo da IA
Nos últimos dois anos, a conversa sobre inteligência artificial nas empresas girou em torno de software: qual modelo usar, qual caso de uso priorizar, como treinar o time. A discussão sobre infraestrutura ficou restrita às grandes companhias, que compram capacidade computacional em escala. Em 2026, essa separação deixou de existir. O componente mais banal de um servidor, a memória, virou o gargalo que define quem consegue e quem não consegue rodar IA dentro de casa. Os números explicam o tamanho do problema. Segundo a Counterpoint Research, um módulo RDIMM de 64 GB, usado em servidores corporativos, custava cerca de US$ 450 no fim de 2025 e ultrapassou os US$ 900 no primeiro trimestre de 2026, com projeção de romper a barreira dos US$ 1.000. A TrendForce mediu alta de cerca de 93% a 98% nos contratos de DRAM convencional no primeiro trimestre de 2026 sobre o trimestre anterior, e projeta novo avanço na casa de 60% no trimestre seguinte. O Gartner projeta elevação de 125% nos preços anuais de DRAM ao longo de 2026 e não espera alívio significativo antes do fim de 2027. 1. A causa não é falta de fábrica, é escolha de margem O que mudou não foi a capacidade instalada da indústria, foi para onde ela está apontada. Samsung, SK Hynix e Micron redirecionaram linhas inteiras de produção para HBM, o tipo de memória de alta largura de banda que alimenta as GPUs de data center de inteligência artificial, porque a margem ali é várias vezes maior. Fabricar HBM consome cerca de três vezes mais capacidade de wafer do que uma memória convencional, segundo a Counterpoint, então cada lote destinado à IA subtrai vários da linha comum. O efeito chegou a inverter a lógica de preço do mercado: em determinados momentos, o DDR4 usado em equipamento de entrada passou a ser negociado por gigabit acima do DDR5 de servidor, simplesmente porque ninguém mais quer produzi-lo. A consequência atravessa toda a cadeia. Em entrevista recente, o COO da Dell afirmou que o ciclo mais longo de desabastecimento de que se lembra durou três trimestres, enquanto o atual caminha para doze meses ou mais. No Brasil, a Abinee já comparou o momento ao auge da pandemia, com uma diferença que muda tudo para quem planeja compra: em 2020 o desajuste era temporário, agora é estrutural. Segundo a entidade, as negociações de memória chegaram a reajustes de até 100% ao longo da cadeia. 2. Quem tem menos escala paga a conta mais cara Grandes compradores atravessam a crise com contratos de longo prazo negociados antes do aperto. A empresa média não tem esse instrumento. Ela compra no preço do dia, em dólar, e ainda absorve a camada de impostos que incide sobre um custo de base inflado. O resultado é um repasse local frequentemente maior do que a média global, num item que representa metade da conta de um servidor. "O que a gente vê é que a empresa média ficou de fora do jogo de IA por preço de hardware, e ninguém está falando por ela. Quando você abre a cotação de uma memória de 32 GB e vê o valor multiplicado, a decisão não é mais técnica, é financeira", afirma Márcio Ferrari, CEO da MSServer, empresa que atende pequenas e médias companhias com infraestrutura de servidores e nuvem privada. O efeito é silencioso porque não aparece como fracasso. Aparece como projeto adiado, prova de conceito que não sai do papel, área de TI que reduz escopo porque o orçamento não fecha. A empresa não decide ficar de fora da inteligência artificial, ela simplesmente não consegue entrar. 3. O futuro é híbrido, e isso muda a matemática A tese de que tudo migraria para a nuvem pública perdeu força justamente no momento em que a demanda por poder computacional explodiu. Os principais eventos do setor em 2026 consolidaram a leitura oposta: o desenho que se firma é híbrido, com parte da carga em nuvem e parte em máquina própria ou dedicada, escolhida pelo perfil de uso e não por ideologia de arquitetura. "Não se fala mais só de nuvem. Se você quer poder computacional de verdade, precisa ter coisa dentro de casa também. E o ponto é que dá para ter isso sem comprar hardware de última geração", diz Márcio Ferrari. Um projeto recente da MSServer ajuda a dimensionar o que "ter coisa dentro de casa" significa na prática. Uma grande empresa brasileira de logística ferroviária precisava analisar cada trem em tempo real, com sensores, radares e câmeras alimentando de forma contínua sistemas de inteligência artificial encarregados de identificar padrões e detectar anomalias sem intervenção humana. O requisito central não era desempenho de pico, era não parar: em ambiente crítico, uma janela de indisponibilidade custa mais do que qualquer economia feita na infraestrutura. A resposta foi um conjunto de servidores dedicados com GPUs de 24 GB, dimensionado para operação contínua e não para o melhor número de benchmark. É o desenho oposto ao que a indústria recomendaria cinco anos atrás, quando a resposta padrão seria empurrar toda a inferência para a nuvem pública e pagar por hora. Para cargas previsíveis, que rodam o tempo todo, o custo por unidade de processamento em máquina dedicada tende a ser menor do que o de instância elástica. Para cargas com picos, a nuvem continua imbatível. A decisão deixa de ser "nuvem ou servidor" e passa a ser um mapeamento de qual carga vive melhor onde. 4. Seminovo deixou de ser remendo, e comprar deixou de ser obrigatório Com memória nova custando o dobro, o mercado de equipamento seminovo mudou de status. Servidores de geração anterior, revisados e com garantia, entregam capacidade suficiente para a maioria das cargas corporativas por uma fração do preço de uma máquina nova. A limitação real não costuma ser o processador, é a memória disponível, e é por isso que uma máquina de geração anterior já povoada de memória pode valer mais, hoje, do que a mesma máquina vazia com orçamento para comprar os módulos separados. O projeto da ferrovia mostra essa conta fechada. A infraestrutura entregue reuniu quatro servidores Dell com memória DDR4 e storage dedicado, em configuração de alta disponibilidade. Montar o equivalente com equipamento novo, comprado diretamente do fabricante, exigiria investimento superior a R$ 1 milhão, segundo a MSServer. Só que o número que interessa nesse caso não é o desconto: o projeto foi estruturado em modelo de locação, e o cliente teve capacidade, redundância e disponibilidade sem imobilizar capital em hardware. A distinção desfaz o mal-entendido mais comum sobre equipamento usado. O cliente não comprou máquina de segunda mão. Contratou uma solução, e o fornecedor respondeu pelo dimensionamento, provisionamento, validação e suporte da infraestrutura. O seminovo aparece na origem do parque, não na mesa do comprador, e quem carrega o risco do ativo é quem entende dele. "O seminovo, quando bem selecionado e bem aplicado, é uma estratégia para entregar infraestrutura enterprise com menor necessidade de investimento inicial", afirma Márcio Ferrari. Há ainda um detalhe que fecha o círculo com o começo desta história. A memória DDR4 desses servidores é exatamente o tipo que a indústria parou de priorizar e que, em certos momentos deste ano, passou a custar por gigabit mais do que o DDR5 de servidor. Ter esse parque disponível e revisado deixou de ser questão logística e virou ativo. 5. O que dá para fazer agora Empresas que não podem esperar 2027 têm um conjunto de decisões práticas à mão. A primeira é dimensionar a carga real antes de cotar equipamento, porque boa parte das especificações usadas hoje foi herdada de uma época em que memória era barata e sobrava. A segunda é separar o que precisa de máquina dedicada do que pode ir para nuvem, em vez de tratar a infraestrutura como um bloco único. A terceira é parar de tratar a compra como única porta de entrada. Para cargas que não exigem a última geração, o parque seminovo revisado resolve, e contratá-lo como serviço, com garantia e fornecedor que responda pela manutenção, transfere o risco do ativo para quem tem escala de reposição. A quarta é cautela contratual: o Gartner recomenda que líderes de TI evitem assinar contratos de fornecimento com termos de preço desfavoráveis que se estendam além de 2027, justamente para não travar o custo no pico do ciclo. A leitura de fundo é que a escassez não vai premiar quem tem mais orçamento, e sim quem entende melhor a própria carga de trabalho. Numa janela em que o hardware custa o dobro, saber exatamente o que a operação precisa deixou de ser refinamento técnico e virou vantagem competitiva. A empresa média não perdeu o jogo da inteligência artificial. Ela só vai ter que jogá-lo com mais precisão do que quem pode simplesmente comprar capacidade.
revistapegn.globo.com
August 27, 2026 at 1:44 AM
Injeções penianas funcionam? Conheça o procedimento feito pelo homem que diz ter o menor pênis do mundo
Michael Phillips, homem que afirma ter o “menor pênis do mundo”, passou por uma intervenção estética para aumentar o tamanho do órgão genital. Aos 38 anos, o norte-americano recorreu à técnica com o auxílio de recursos arrecadados por meio de uma campanha de financiamento coletivo. Segundo o site TMZ, Phillips se submeteu a um procedimento no qual seu membro recebeu injeções de preenchimento semipermanentes. Ao longo de sessões espaçadas futuramente, o intuito é aumentar gradativamente o tamanho do pênis. Antes, o órgão media menos de um centímetro, sendo comparado pelo paciente a um comprimido de paracetamol ou a unha de um dedo mindinho. A sessão durou cerca de três horas: ele recebeu creme anestésico e uma anestesia local antes das injeções de preenchimento, aplicadas em diferentes pontos do pênis. Phillips afirma que seu pênis já passou a permanecer "fora" do corpo, o que tornou a urinação mais confortável que antes, quando o órgão se retraia e "entrava" por sob a pele. O paciente deve esperar cerca de seis meses para repetir o procedimento e tentar alcançar um resultado mais satisfatório. Com a arrecadação de dinheiro nas redes sociais, Phillips já tem uma reserva suficiente para mais uma etapa do tratamento. Ao mesmo tempo, espera que o novo tamanho seja duradouro, ou que o retoque retarde a absorção natural do organismo. Esse procedimento funciona? No último ano, os procedimentos estéticos de aumento peniano com ácido hialurônico, também conhecida como bioplastia peniana, se tornaram populares ao redor do mundo. Somente no Brasil, houve um aumento nas pesquisas de termos relacionados ao "aumento de pênis", segundo os dados do Google Trends. Há alguns meses, o urologista de cirurgia reconstrutiva Rodrigo Trivilato contou à GQ Brasil que a consulta com interesse na bioplastia cresceu mais de 150% entre 2023 e 2025, com aumento na demanda em períodos próximos a datas comemorativas, como Carnaval, férias e outras festas ao longo do ano. A aplicação de ácido hialurônico é voltada ao aumento da circunferência peniana e não à melhora da função sexual. O médico explica que os estudos apontam melhora na satisfação corporal, e consequentemente, na autoestima, o que pode impactar diretamente a confiança durante o ato sexual. O especialista enfatiza que se trata de uma técnica que exige rigor técnico e profundo conhecimento anatômico. “É um órgão extremamente complexo, com vascularização e inervação delicadas”, cita. “Não adianta você só saber fazer o procedimento; você tem que saber tratar as complicações também”. Ele explica infecções, hematomas e nódulos podem ocorrer, sobretudo quando a técnica é realizada por profissionais sem experiência. O resultado também pode ficar assimétrico se a aplicação do preenchedor for feita de forma incorreta e se o paciente não acatar a massagens no órgão - parte do processo pós-procedimento. O médico também alerta contra o uso de PMMA na região: “Sou totalmente contra. Já operei complicações extremamente graves, desde retirada parcial até amputação total”, afirma. Quantos aos resultados, ele indica que o ganho é de circunferência: entre 2 e 6 centímetros, mais perceptível no estado flácido, dependendo da anatomia e do volume aplicado. “O procedimento não aumenta o comprimento estrutural do pênis”, lembra Rodrigo. O efeito dura, em média, entre 6 e 18 meses, varia conforme o metabolismo e o produto utilizado, sendo que, após esse período, exige reaplicações. O preenchimento peniano é puramente estético, e pode funcionar para um perfil de homem que tenha um genital dito “grower”: aquele que é pequeno flácido, mas cresce muito com a ereção. Em casos similares ao de Phillips, o chamado micropênis, a recomendação é a cirurgia. Os procedimentos geralmente mobilizam os corpos cavernosos sob a pele, responsáveis pelo fluxo de sangue ao pênis, além de enxertos de pele e outros tecidos de outras partes do corpo.
gq.globo.com
August 20, 2026 at 11:58 PM
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August 13, 2026 at 3:45 AM
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July 27, 2026 at 6:19 PM
A papada e o nariz DESTE tamanh
July 21, 2026 at 2:29 PM
É sempre surpreendente perceber o tamanh de um alce. 🫎
February 14, 2026 at 2:21 AM
tenta pensar assim: uma rua pode ser comprida (comprimento = tamanh[o]).

por outro lado, você pode cumprir uma tarefa ou cumprimentar alguém (cumprimento = exec[u]tar ou sa[u]dar alguém)
September 7, 2024 at 8:44 PM
Leticia Almeida impressiona ao mostrar barrigão de terceira gravidez
A gestação é fruto do relacionamento da atriz com Caio Brunocilla Leticia Almeida, de 28 anos, compartilhou uma foto na manhã desta terça-feira (1º) para mostrar o barrigão da terceira gravidez. A atriz está na 37ª semana da gravidez, fruto do discreto relacionamento com Caio Brunocilla, que ela não costuma mostrar nas redes sociais, e espera uma menina, que se chamará Maria Olívia. Ao postar a foto no Instagram, Leticia arrancou elogios das seguidoras, que também se impressionaram com o tamanho da barriga. "Que barrigão lindo", escreveu uma internauta. "Tem só uma mesmo?", brincou outra. "A barriga tá um O de Olívia", disse uma terceira. Saiba-mais taboola Maria Olívia será a terceira filha de Leticia, que já é mãe de Maria Madalena, de 6 anos, e de Maria Teresa, de 4, frutos de dois relacionamentos que a atriz e influenciadora teve no passado. Maria Madalena é fruto de um caso extraconjugal que Leticia teve quando era casada com Saulo Poncio, em 2018. Na época, ela morava com a família do cantor e engravidou de Jonathan Couto, casado com a cunhada – e então melhor amiga – Sarah Poncio. Quando a infidelidade veio a público, ela e Saulo terminaram. Já Maria teresa é fruto do casamento que Leticia teve com Bruno Daltro, de quem se separou em 2021, cerca de um ano após o nascimento da menina. Leticia Almeida grávida de 37 semanas Reprodução/Instagram
revistaquem.globo.com
October 1, 2024 at 2:35 PM
servindo cant as olhera deeeeeesse tamanh
September 27, 2025 at 8:16 PM
o jeito que o bang chan entrou na minha casa com.uma.fsca desse tamanh
March 28, 2025 at 1:05 AM
o jeito que anamu vai descer do ônibus e eu vou ser só um fiapo de gente uma casca uma fração do que um dia eu fui pq o seungcheol entrou na minha casa com uma faca desse tamanh
November 24, 2024 at 3:21 PM
O q ele não tinha de tamanh ele compensou em babado
October 26, 2024 at 1:33 AM
linkedin está apenas te motivando a correr atrás dos seus sonhos (com um pedaço de bambu deste tamanh
April 30, 2025 at 5:20 PM
AGORA IMAGINA UM LITRÃO DESSE TAMANH
September 27, 2024 at 3:34 PM
Estratégias para combate de incêndios em florestas públicas são urgentes
Queimadas de 2024 ameaçam patrimônio de 56 milhões de hectares localizado na Amazônia Em 2024, o Brasil registrou um aumento alarmante de queimadas, com mais focos e uma área atingida maior do que observado em períodos anteriores. A situação afetou vegetações no Pantanal, Cerrado e Amazônia, influenciando a qualidade do ar em diversas capitais brasileiras e sul-americanas. O que poucos sabem é que esses incêndios afetaram uma área pública imensa na Amazônia. Um patrimônio de todos nós do tamanho do Estado da Bahia, as florestas públicas não destinadas (FPNDs). De janeiro a agosto, a área queimada acumulada em FPNDs foi em torno de 980 mil hectares. Só em setembro, 756.300 hectares destas florestas viraram cinzas. Esta foi a maior área queimada já registrada em um único mês desde 2019, de acordo com dados do Monitor do Fogo da rede MapBiomas analisados pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM). Em meio à positiva redução da taxa de desmatamento no bioma da Amazônia, com queda de 45% entre agosto de 2023 e julho de 2024, o aumento das queimadas, principalmente em áreas como Terras Indígenas e, em especial, nas florestas públicas não destinadas, mostram os desafios sobre a gestão e combate aos motores de devastação da floresta. As FPNDs esperam destinação, pelos governos estaduais e federal, para o uso sustentável e conservação com prioridade para Terras Indígenas, Unidades de Conservação e Assentamentos. É o que manda a lei de gestão de florestas públicas aprovada no Congresso em 2006. Enquanto isto não acontece, este patrimônio dos brasileiros, de valor inestimado, vem sendo queimado e desmatado. Efeito de borda No ranking dos estados que apresentaram maior área queimada, em setembro de 2024, em florestas públicas não destinadas estão Pará, Amazonas e Rondônia. Parte disso pode estar ligado ao efeito de borda, ou seja, a margem da floresta que fica próxima a áreas desmatadas ou pastagens muito degradadas. O fogo em áreas de borda pode, facilmente, adentrar as florestas. Outro fator importante é a longa espera pela destinação e regularização das FPNDs, afetando diretamente sua gestão e fiscalização, tornando-as alvo de grilagem e exploração ilegal de madeira. O avanço da grilagem, por exemplo, vem sendo facilitado pelo uso fraudulento do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Este importante registro para regularização ambiental de imóveis rurais tem sido usado por grileiros como comprovação fundiária. Para se ter uma ideia, entre 2019 e 2020, cerca de 70% do desmatamento e queimadas em florestas públicas não destinadas ocorreram em áreas registradas ilegalmente no CAR. Estoque de carbono Armazenando quase 8 bilhões de toneladas de carbono, a emissão resultante do desmatamento e das queimadas nestas florestas terá impactos devastadores na regulação do clima, na biodiversidade, na produção de alimentos e na saúde da população brasileira, tanto em escala local quanto regional. Essas florestas somam 56 milhões de hectares que têm papel-chave na manutenção dos recursos hídricos, sustentando os modos de vida das populações amazônidas, como transporte e segurança alimentar. A umidade da floresta é responsável pelo equilíbrio do ciclo das chuvas em outros biomas, como o Cerrado, vital para a produção agrícola de exportação. Além disso, a emissão de dióxido de carbono aumentou significativamente as hospitalizações e mortes relacionadas a doenças respiratórias no país inteiro. Nesse contexto, as estratégias para combater fogo e desmatamento nas FPNDs são urgentes e de maneira integrada. É preciso acelerar o processo de destinação pelos estados e pelo governo federal, assim como o cancelamento dos cadastros rurais sobrepostos às áreas de florestas públicas. A destinação e regularização viabilizam os mecanismos de gestão, incluindo licenciamento e fiscalização ambiental. Somado a isso, promover ações de combate ao desmatamento junto às de prevenção no processo de uso do fogo por comunidades locais. Além de criar e estimular políticas e programas que incentivem práticas agrícolas e de manejo de pastagens que não dependam do uso do fogo, principalmente em imóveis rurais privados. A justiça também tem função relevante. Incêndios criminosos em florestas públicas devem ser objeto de ações dos Ministérios Públicos e da justiça. Neste sentido, o Ministério Público Federal, com apoio técnico do IPAM, já está incluindo o dano climático nas suas ações como forma de definir a compensação ambiental. Ou seja, valorando o dano provocado pelas emissões de carbono oriundas de desmatamento e incêndios florestais ilegais. Por fim, são necessários recursos e capacitação para as instituições responsáveis pela proteção ambiental e combate aos incêndios na região amazônica, como Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e entes estaduais, incluindo as corporações regionais de bombeiros. *Rebecca Maranhão é pesquisadora do IPAM
umsoplaneta.globo.com
October 23, 2024 at 11:00 AM
VOCÊ maxiane, VOCÊ pegou uma FACA >DESSE< TAMANH-
Ana Paula: “E aí líder, como você está se sentindo? A pessoa que você colocou no paredão voltou…”

Maxiane: “Eu não estou nem aí pra você.”

Ana Paula: “Pois deveria estar, a pessoa que você colocou no paredão, voltou.” #BBB26
February 4, 2026 at 2:49 PM
Em Star Trek New Voyages tem um personagem o Dr M’Benga (e é DESSE tamanh)
January 21, 2026 at 11:28 AM
Ah, é que nem um tenga egg então

(Inclusive no tamanh-
June 1, 2026 at 3:03 PM
um pacote de chocolicia DESTE tamanh
August 22, 2025 at 10:25 AM
Cabei de desvobrir q a colega de trablaho do meu amg q ta bebendk ca gnt eh irma de um colega meu de quando eu fazia teatro e coral mane

Cidade eh desse tamanh 🤏 vai toma no cu kkkkkkkkkk
ESSA CIDADE EH DO TAMANHO DE UM OVO VUADO KRL
December 20, 2025 at 6:06 AM
O TAMANH DO BUCHO MEUDEUS DO CÉU OAHSIDHJDHDJDJDJDJDJ
December 11, 2025 at 10:04 PM