#vivia
Yo, que vivía a salto de mata y ahora me come la ansiedad cuando se mueven las cosas de su sitio
October 6, 2026 at 7:01 PM
Minha sogra bolsominion vivia pendurada no Instagram. Tô fazendo posts pedindo pra galera ler as propostas, nada de visualização dela.
October 6, 2026 at 6:54 PM
Con Franco se vivía mejor!
October 6, 2026 at 6:42 PM
Os turistas poden e deben quedar no centro: en hoteis e en edificios de apartamentos para turistas. Non en pisos onde antes vivía xente.
October 6, 2026 at 6:21 PM
La Audiencia Provincial juzga a un varón por acuchillar a un residente de la pensión en la que vivía, en la capital grancanaria, tras una acalorada discusión
Tentativa de homicidio en Las Palmas de Gran Canaria: afronta siete años de cárcel por intentar matar a su vecino con unas tijeras
www.laprovincia.es
October 6, 2026 at 6:05 PM
Él trabajaba en una fábrica, no había al final estudiado nada y ya no escribía. Vivía en su misma provincia y mantenía su vida muy privada en redes.

Ambos sentimos esa distancia natural y dejamos de escribirnos. Pero sí, en parte esa novia con la que ya vivía lo dejó por celos hacia mí por un tuit.
October 6, 2026 at 5:51 PM
Y avisa a los vecinos que no chiven donde trabajas.
Yo vivía relativamente cerca y apareció un municipal con "la receta", no tuve escapatoria, tampoco supe nunca quien había sido el chivato.
October 6, 2026 at 5:39 PM
Emagrecer não deveria ser uma luta contra o próprio corpo
Segundo a pesquisa Vigitel do Ministério da Saúde, 62,6% dos adultos das capitais brasileiras apresentaram excesso de peso. A obesidade atingia 25,7%, mais que o dobro dos 11,8% registrados em 2006. No mundo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que uma em cada oito pessoas vivia com obesidade em 2022. A agência ainda classifica a obesidade como uma doença crônica e complexa, influenciada por fatores biológicos, comportamentais, ambientais e sociais. É nesse contexto que uma pergunta começa a ganhar importância: e se a dificuldade para emagrecer não estiver apenas no que a pessoa faz, mas também na forma como o organismo responde? "O paciente muitas vezes não precisa de mais informação. Ele já sabe que precisa comer melhor e se movimentar. O que precisamos descobrir é por que, mesmo sabendo disso, o corpo dele continua dificultando o processo", explica o médico Dr. Caio Cunha. O corpo também participa do processo Fome, saciedade, energia e armazenamento de gordura são muito mais complexos, detalha o nutrólogo. "O organismo possui uma complexa rede de sinais que conversa o tempo inteiro com o cérebro e ajuda a determinar quando sentimos fome, quando estamos satisfeitos e como o corpo utiliza e armazena energia", completa. E é aqui que entram os hormônios, defende o especialista. "A insulina, por exemplo, ajuda a levar a glicose que circula no sangue para as células, onde ela pode ser utilizada como energia. Quando existe resistência à ação da insulina, o organismo precisa produzir mais desse hormônio para conseguir manter a glicose sob controle. Essa alteração costuma estar associada a problemas metabólicos e pode fazer parte do contexto de pessoas com excesso de peso", contextualiza o Dr. Caio Cunha. A leptina funciona como um dos sinais de "estou satisfeito" do organismo. Ela é produzida pelo tecido de gordura e informa ao cérebro que existem reservas energéticas disponíveis. E a tireoide também entra em pauta. Os hormônios produzidos por ela ajudam a regular o ritmo do metabolismo. Quando existe hipotireoidismo, por exemplo, podem aparecer sintomas como cansaço, frio, intestino mais lento e algum ganho de peso. Mas, de acordo com o Dr. Caio Cunha, "é importante lembrar que nem todo ganho de peso é problema de tireoide, e corrigir uma alteração tireoidiana não significa automaticamente perder todo o excesso de peso". E existe ainda o cortisol, frequentemente chamado de "hormônio do estresse". Ele é necessário para o funcionamento normal do organismo, mas alterações relacionadas ao estresse crônico e ao sono inadequado podem interferir na fome, no comportamento alimentar e na composição corporal. Para o médico, "não é que exista um hormônio responsável por engordar ou emagrecer. O que existe é uma conversa muito mais complexa entre cérebro, hormônios, tecido adiposo, sono, alimentação e comportamento". Às vezes, complementa, o primeiro sinal não aparece na balança. A dificuldade para emagrecer pode vir acompanhada de outros sinais: cansaço persistente, dificuldade de perceber saciedade, alterações na disposição e mudanças na composição corporal podem fazer parte. Conforme o Dr. Caio Cunha aponta: "Às vezes, o paciente chega falando do peso, mas, quando começamos a conversar, percebemos que há anos ele não dorme bem, vive cansado ou sente fome poucas horas depois das refeições. O peso é apenas uma parte da história. Por isso, a investigação precisa olhar para o conjunto". Quando a mulher precisa ser avaliada de outra maneira Essa individualização ganha ainda mais importância em fases como o climatério e a menopausa. "As mudanças hormonais dessa transição podem acompanhar alterações na distribuição de gordura, massa muscular, sono e metabolismo. Por isso, uma estratégia que funcionou em uma fase da vida pode precisar ser revista em outra", considera o Dr. Caio Cunha. O mesmo cuidado vale para o lipedema, uma condição que não deve ser confundida simplesmente com excesso de peso ou celulite. A distribuição desproporcional de tecido adiposo, frequentemente acompanhada de dor ou sensibilidade, apresenta características próprias e exige avaliação adequada. "São mulheres que muitas vezes chegam ao consultório depois de anos ouvindo que não estavam se esforçando o suficiente. Antes de pensar em mais restrições, precisamos entender o que realmente está acontecendo", aponta o médico. Jejum intermitente como parte da estratégia O jejum intermitente pode ser uma ferramenta para alguns pacientes. Para determinadas pessoas, reduzir a janela alimentar pode facilitar a organização das refeições e contribuir para a redução da ingestão energética. "Não existe uma regra de que todo mundo precisa comer de três em três horas, assim como não existe uma regra de que todo mundo precisa fazer jejum. A estratégia precisa fazer sentido para aquela pessoa", orienta. O médico enfatiza que o objetivo não é apenas perder peso. "No fim, a proposta é mudar a pergunta. Em vez de perguntar apenas: 'Quantos quilos você precisa perder?', precisamos investigar: 'O que está acontecendo com esse organismo e o que podemos fazer para que ele funcione melhor?'. Essa diferença muda toda a estratégia", pondera o nutrólogo. "Meu objetivo não é fazer alguém passar alguns meses em uma dieta e depois voltar para a vida de antes. É construir, junto com o paciente, uma estratégia que ele consiga manter por anos. Porque, no emagrecimento, perder peso pode ser o começo. Mas sustentar o resultado é o verdadeiro desafio", finaliza Dr. Caio Cunha. Para mais informações, basta acessar: https://drcaiocunha.com/
oglobo.globo.com
October 6, 2026 at 5:46 PM
Aries no se apaga: el perro que vivía confinado en una habitación y que ahora busca una familia vía @eldiarioes www.eldiario.es/1_ceff3d
Aries no se apaga: el perro que vivía confinado en una habitación y que ahora busca una familia
El peludo no ha perdido su vitalidad ni energía y tampoco sus ganas de estar en compañía de los humanos
www.eldiario.es
October 6, 2026 at 5:20 PM
tmnc né, era uma zumbilandia q a gente vivia.
vamos votar, pra não voltar essa merda.
October 6, 2026 at 5:20 PM
+ fotos, pero me gusta más el detalle que captura el daguerrotipo en animales o personas.”

Respondió mientras metía la mano en su sombrero de nuevo, esta vez para hacerse con el álbum. Las fotos estaban en color sepia, y la primera mostraba la enorme mansión en la que se presumía que ella vivía,+
October 6, 2026 at 5:16 PM
Yo también hice cosas horribles por culpa del tío que vivía en el armario de “Escuela de genios”, somos víctimas.
October 6, 2026 at 5:07 PM
Hoy han pretendido que tuviera lástima por un hijo que se metió en un préstamo para su primera casa y la alquiló para que le pagara la hipoteca y un beneficio el inquilino mientras él vivía de gratis en casa de padres.
Puedo tener dudas con el incumplimiento de un contrato pero con la hipocresía...
October 6, 2026 at 5:06 PM
Ano passado o banco da janela da sala parecia uma geladeira e o vidro vivia molhado no frio, a gente enxugando. Trocamos. Agora todas as outras janelas tão com condensação e a da sala tá linda, firme e forte. Assim que o $ der vai ter janela nova no térreo, e depois no porão tb
October 6, 2026 at 5:04 PM
Eu estou cansada do cinismo dessa imbecil, vivia dizendo que deveríamos ir para o Mastodon um tempo atrás, e agora tá falando que não disse para ninguém parar de usar rede social para militância, eu sei bem a intenção que essa idiota tem com o discurso dela.
October 6, 2026 at 4:57 PM
Acabo de ser consciente de lo diferente que se vive una lluvia torrencial en un piso intermedio respecto al último piso. Hacía mucho que no vivía en un último piso, y en esos 4 años no recuerdo muchas tormentas de esta virulencia
October 6, 2026 at 4:41 PM
Cuando a los funcionarios nos descontaban en las bajas tuve un compañero que vino con un ataque de gota, en chanclas, porque no se podía calzar con otra cosa, en pleno febrero. No se podía permitir el "lujo" de coger la baja pq vivía solo y su sueldo era de funcionario raso.
October 6, 2026 at 4:13 PM
Mas o mais curioso pra mim é o perfil do rapaz. Ele era o único mecânico da bicicletaria, vivia sobrecarregado. Um sábado deixei a bicicleta lá de manhã, fui a um restaurante à noite e tava ele trabalhando na cozinha. Descobri que os 2 estabelecimentos eram da mesma família.
October 6, 2026 at 4:05 PM
Hoy algunos compañeros del trabajo han repetido las mentiras tendenciosas de culpar a los inmigrantes, paguitas o que con Franco se vivía mejor. Encima me lo ha dicho una señora pero al soltar yo que ella estaría en casa sin poder trabajar y yo muerto por maricón parece que el debate se terminó...
October 6, 2026 at 3:32 PM
Mas perai. O perfil que passou 19 anos falando da comunicação do governo, quase implorando por um emprego lá. Insistia que o problema sempre foi isso, vivia dando o caminho a ser feito, agora tá criticando quem fala isso pq tem mto dinheiro sujo do outro lado.
October 6, 2026 at 3:26 PM
Rarely Seen Childhood Photos of Carole Lombard From the 1910s ~ Vintage Everyday

🤖 IA: No es clickbait ✅
👥 Usuarios: No es clickbait ✅

#celebridades

👇👇👇
Rarely Seen Childhood Photos of Carole Lombard From the 1910s ~ Vintage Everyday
Carole Lombard, nacida como Jane Alice Peters el 6 de octubre de 1908 en Fort Wayne, Indiana, pasó sus años formativos en los años 1910s transitando de una infancia confortable en el Medio Oeste a un entorno dinámico en el sur de California. Creció como la hija menor y única hija de Frederic Charles Peters y Elizabeth 'Bessie' Knight Peters. La familia vivía en una prominente casa de dos plantas en Rockhill Street en Fort Wayne, respaldada por la herencia del negocio de hardware de su padre. Junto a dos hermanos mayores, Frederic Jr. y Stuart, Jane se ganó una reputación de tomboy, participando en deportes, peleas y competencias de atletismo, desarrollando una mentalidad competitiva y una pasión por el deporte desde temprana edad. Tras una lesión que dejó a su padre susceptible a fuertes dolores de cabeza y cambios de comportamiento, sus padres se separaron. En octubre de 1914, Bessie recogió a los tres hijos y se mudó al oeste a Los Ángeles. Se establecieron cerca de Venice Boulevard, viviendo modestamente con la asignación mensual de Bessie. Jane asistió a la Virgil Junior High School, donde destacó en deportes, ganando competiciones locales de atletismo. Además de los deportes, su madre fomentó su participación en clases de baile y teatro. Estudió baile de salón y arte dramático, combinando agilidad física con encanto natural. En 1920 (a los 12 años), mientras jugaba al béisbol en su calle, fue descubierta por el director Allan Dwan, lo que llevó a su debut en cine mudo en A Perfect Crime (1921), un salto directo a Hollywood.
es.killbait.com
October 6, 2026 at 3:20 PM
Testes de DNA tentam identificar milhares de vítimas mais de um mês após deslizamento no Nepal
Com uma fotografia do filho em mãos, Rajesh Ram deposita nos testes de DNA a esperança de descobrir o que aconteceu com ele. Suroj Kumar, de 53 anos, era mecânico de uma oficina e vivia em Betrawati, no Nepal, uma das localidades atingidas pelo deslizamento de gelo e rochas que lançou toneladas de água e detritos sobre a região no fim de agosto. Viver pelo Mundo: Quer morar fora? Guia reúne informações sobre 36 países, como vistos, salários, custo de vida e segurança Quer ler mais notícias de Mundo? Acompanhe o canal no WhatsApp — Procurei por toda parte, mas não consegui encontrar o corpo dele — declarou Ram à AFP. A família está entre milhares que ainda aguardam notícias de parentes desaparecidos depois do desastre. No Nepal, as autoridades recuperaram 1.454 corpos, mas cerca de um terço são restos parciais. Pouco mais de 100 foram identificados e entregues às famílias. Há ainda 5.285 pessoas desaparecidas no país, entre elas centenas de estrangeiros. Na China, o balanço é de 43 mortos e 519 desaparecidos, segundo a imprensa estatal. Somados os dois países, são quase 1.500 mortos e 5.800 desaparecidos. Desafio sem precedentes nos laboratórios A identificação das vítimas pode levar semanas. Os dois laboratórios forenses do Nepal, ambos em Katmandu, precisam analisar milhares de amostras de DNA, muitas delas obtidas de restos fragmentados, com capacidade técnica e número de profissionais limitados. — Em um ano, analisávamos entre 1.000 e 1.500 amostras, muitas vezes em casos de paternidade ou em cenas de crime — afirmou Mukul Pradhan, diretor científico do Laboratório Nacional de Ciências Forenses. — Agora processamos milhares. Ao todo, 3.685 amostras forenses estão sendo analisadas por meio de testes de DNA. Amostras de sangue são mais fáceis de processar, enquanto as retiradas de dentes ou ossos podem levar vários dias. O Nepal enterrou mais de 1.200 corpos identificados apenas por números e etiquetas, para que possam ser recuperados caso uma correspondência genética seja encontrada posteriormente. — Um grande número de pessoas está desaparecido, e os corpos que foram encontrados são difíceis de identificar — afirmou o porta-voz da polícia nepalesa Abi Narayan Kafle. — Entendemos a dor das pessoas. Restos foram levados pelas águas A dimensão do desastre tornou o trabalho forense ainda mais complexo. Alguns corpos foram arrastados rio abaixo pelas águas, segundo Nirajan Thapa, chefe da seção de biologia do Laboratório Nacional de Ciências Forenses. — Em um terremoto ou acidente, as vítimas são recuperadas em uma área específica, por isso trabalhamos em um cenário fechado: o DNA do cadáver deve ser comparado com um número limitado de amostras — explicou Thapa. — Mas agora essa escala aumentou muito. A distância percorrida pelos corpos amplia a quantidade de possíveis correspondências que precisam ser analisadas. O DNA encontrado nos restos mortais, por si só, também não é suficiente para determinar a identidade. — Não basta extrair um perfil de DNA para identificar alguém — afirmou Thapa. — Precisamos extrair um perfil de DNA dos familiares dessa pessoa e depois compará-los. Isso significa que os especialistas precisam examinar tanto amostras retiradas dos restos não identificados quanto o material genético fornecido por milhares de parentes. Famílias continuam sem respostas Thapa espera começar as comparações dentro de algumas semanas, com o auxílio de equipamentos enviados por vários países. Até que os resultados sejam conhecidos, porém, muitas famílias permanecem sem confirmação sobre o destino dos desaparecidos. Algumas decidiram realizar funerais simbólicos para parentes que continuam sem ser encontrados. Ram ainda espera conseguir uma resposta sobre Suroj Kumar. Diante da incerteza, o pai se pergunta se algum dia conseguirá encontrar “algum resto” do filho.
oglobo.globo.com
October 6, 2026 at 3:47 PM
"Con Franco se vivía mejor".
Pobreza infantil en un lugar indeterminado de Asturias en los años 60.
Fotografía de Mario Pascual.
Colección del Museo del Pueblo de Asturias.
October 6, 2026 at 3:06 PM
🔹 3 datos que no sabías de Heinrich Böll: 1) Ganó el Nobel en 1972 por su compromiso social. 2) Su novela ‘El silencio’ nació mientras vivía en una casa bombardeada de Hamburgo. 3) Fue censurado en la RDA por criticar el socialismo. #literaturaalemana #classicliterature
October 6, 2026 at 2:02 PM
Para quienes hablan que en el franquismo se vivía mejor...
A repetir x millonésima vez
HAMBRUNA
Analfabetismo
Esclavos niños desde los seis/ siete años para terratenientes
Robo de niños recién paridos de mujeres de izquierdas para reducir filas y regalar a ricos sin prole
Palizas,asesinatos,perse
October 6, 2026 at 1:53 PM