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🔥 Fiscalização imobiliária flagra 23.250 corretores ilegais no Brasil em 2025
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Fiscalização imobiliária flagra 23.250 corretores ilegais no Brasil em 2025
Em 2025, a fiscalização imobiliária identificou 23.250 corretores atuando ilegalmente em todo o país, segundo relatório conjunto da Cofeci e dos Crecis.
https://news-brief.com/br/news/fiscalização-imobiliária-flagra-23250-corretores-ilegais-no-brasil-em-2025-202609250740
September 25, 2026 at 10:41 AM
João Teodoro defende evolução tecnológica sem abandono dos valores essenciais
**_Presidente do Sistema Cofeci-Creci destaca que inovação deve caminhar ao lado da confiança, do atendimento e da valorização humana_** ** _ _** Em um cenário marcado pelo avanço acelerado da tecnologia e pela crescente presença da inteligência artificial nas atividades profissionais, o presidente do Sistema Cofeci-Creci, João Teodoro da Silva, defende que inovar não significa abandonar princípios que continuam fundamentais para empresas, instituições e profissionais. Fotos: Renato Oliveira. Em reflexão publicada em 19 de setembro de 2026, João Teodoro estabelece um paralelo entre duas invenções de épocas distintas: a internet, símbolo da transformação tecnológica contemporânea, e o lápis, objeto secular que atravessou gerações mantendo praticamente intacta sua finalidade. A internet teve suas origens na ARPANET, rede desenvolvida a partir de iniciativas da agência norte-americana ARPA e que se tornou um dos principais marcos da comunicação digital. Décadas depois, a tecnologia passou a ocupar posição central na sociedade e transformou profundamente a maneira como pessoas, empresas e instituições se relacionam. O lápis seguiu outro caminho. Embora tenha recebido aperfeiçoamentos ao longo dos séculos, preservou sua função essencial. Para João Teodoro, essa permanência ajuda a ilustrar um princípio importante para organizações que enfrentam o desafio da modernização: nem tudo precisa ser substituído para evoluir. O básico continua fazendo diferença Segundo o presidente do Sistema Cofeci-Creci, o fascínio pelas novidades pode fazer com que organizações e profissionais deixem em segundo plano práticas elementares que continuam determinantes para bons resultados. Atendimento de qualidade, respeito, clareza, confiança e previsibilidade permanecem entre os atributos valorizados nas relações profissionais, mesmo diante de ferramentas cada vez mais sofisticadas. A mesma lógica se aplica à inteligência artificial. Na avaliação apresentada por João Teodoro, discutir tecnologias avançadas perde parte de seu sentido quando uma organização ainda enfrenta problemas básicos de comunicação, escuta e alinhamento entre as pessoas. A tecnologia, portanto, deve funcionar como instrumento de evolução, e não como substituta das relações humanas ou dos fundamentos que sustentam uma atividade profissional. Inovar sem destruir a cultura Para João Teodoro, organizações maduras são aquelas capazes de incorporar novas ferramentas e processos sem romper com os valores que construíram sua identidade. O desafio está em identificar o que precisa ser transformado e, ao mesmo tempo, reconhecer aquilo que deve ser preservado. Assim como o lápis ganhou melhorias de ergonomia e sustentabilidade sem perder sua finalidade, empresas e instituições podem modernizar processos mantendo princípios essenciais. Essa visão também se aplica ao mercado imobiliário, cada vez mais impactado por plataformas digitais, automação, análise de dados e inteligência artificial. Para o presidente do Sistema Cofeci-Creci, acompanhar essa evolução é necessário, mas ela deve estar associada à excelência profissional e à valorização das pessoas. Tecnologia e humanidade no mercado imobiliário No âmbito das autarquias de fiscalização profissional, João Teodoro ressalta que a evolução tecnológica deve contribuir para o objetivo maior de oferecer segurança à sociedade. Nesse processo, o Sistema Cofeci-Creci busca modernizar suas estruturas e práticas sem deixar de considerar os profissionais que sustentam e dão sentido à atividade imobiliária. A mensagem central é que inovação e tradição não precisam ocupar lados opostos. A tecnologia pode acelerar processos, ampliar possibilidades e transformar mercados, enquanto valores como confiança, verdade, respeito e responsabilidade permanecem fundamentais. Em um ambiente profissional cada vez mais digital, o diferencial pode estar justamente na capacidade de combinar as ferramentas do futuro com princípios que resistiram ao tempo. Para João Teodoro, evoluir é avançar sem perder de vista aquilo que sustenta a profissão: o básico bem feito, a confiança nas relações e a dimensão humana por trás da tecnologia. **_*João Teodoro da Silva é presidente do Sistema Cofeci-Creci e neurocientista comportamental. O texto foi elaborado a partir de reflexão de sua autoria publicada em 19 de setembro de 2026._**
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September 22, 2026 at 8:27 AM
Sistema Cofeci-Creci ganha destaque no primeiro dia do CIMI360, no Rio de Janeiro
# Com participação de destaque do Sistema Cofeci-Creci, o primeiro dia do CIMI360, iniciado nesta quinta-feira (27/08), no Rio de Janeiro, colocou em pauta temas que estão no centro das transformações do mercado imobiliário, como os impactos da geopolítica no setor, os reflexos da reforma tributária e o avanço da tokenização como ferramenta para elevar o nível da consultoria imobiliária. Logo na abertura do evento, foi inaugurado o estande do Sistema Cofeci-Creci, que reproduz em detalhes a futura sede da entidade, em Brasília, com conclusão prevista para 27 de agosto de 2027. O evento, que encerrará na sexta-feira (28/7), deve reunir até 8 mil pessoas, segundo a expectativa da organização do CIMI360. O presidente da entidade, João Teodoro participou dos principais debates da programação e destacou a evolução da formação e da atuação dos corretores de imóveis nos últimos anos. Segundo ele, o profissional passou por um processo de qualificação que o tornou mais preparado para atender às diferentes demandas do mercado e oferecer maior segurança e qualidade nas negociações. "O corretor de imóveis passou a ser um profissional altamente qualificado, altamente preparado, tecnicamente instruído para poder fazer um negócio com qualidade, não só no fechamento do negócio residencial, mas também assessorando os negócios imobiliários. Nós temos hoje 62% dos corretores detentores de uma prova do nível superior. Portanto, nós melhoramos de uma maneira muito forte a condição de qualidade profissional do corretor de imóveis", destacou. Além do aumento de mais profissionais com nível superior completo, o Sistema Cofeci-Creci reúne atualmente 75 mil empresas imobiliárias registradas - o que reflete na evolução do mercado e o avanço na qualificação dos profissionais, fundamentais para oferecer um atendimento mais preparado, seguro e eficiente à sociedade. Para o CEO do CIMI360, Heitor Kuser, a proposta do evento é oferecer aos participantes uma experiência que combine conhecimento, capacitação prática e novas oportunidades de atuação no mercado imobiliário. “O nosso objetivo é que, até o fim do CIMI360, todos os participantes se sintam aptos a realmente atuar nos temas que forem apresentados ao longo do evento. Queremos oferecer conhecimento prático, troca de experiências e ferramentas que possam ser aplicadas no dia a dia do mercado imobiliário. Mais do que acompanhar painéis e debates, a proposta é que o participante saia daqui preparado para colocar esse conhecimento em prática. Um exemplo disso é que, além das 90 oficinas que oferecemos, todos os participantes do CIMI360 também vão ganhar acesso exclusivo e gratuito a um treinamento sobre investimentos imobiliários americanos, avaliado em US$ 397”, afirmou Kuser. **Reforma Tributária e mercado imobiliário** Durante o debate sobre os impactos da Reforma Tributária no mercado imobiliário brasileiro, João Teodoro, presidente do Sistema Cofeci-Creci, adiantou que a entidade está desenvolvendo um programa para permitir que o corretor de imóveis deduza seus custos operacionais no momento do recebimento dos honorários. A medida busca evitar a incidência de tributos sobre valores que foram gastos para viabilizar a operação de venda. Segundo o presidente da entidade, a iniciativa atende a uma preocupação crescente entre os profissionais do setor, especialmente em relação à tributação pelo Imposto sobre Valor Agregado (IVA) sobre a remuneração dos corretores, tanto na intermediação de vendas quanto na administração de imóveis. “Os corretores de imóveis estão muito mais preocupados com o pagamento do IVA em cima da sua remuneração, seja como corretor vendedor, seja como um administrador de imóveis. Porque a complexidade toda que a Receita trouxe está muito mais voltada para o autônomo empresarial do que para a pessoa física. Essa é a verdade. Nós nos preocupamos realmente muito com isso”, afirmou João Teodoro. _Fotos: reprodução CIMI360_ _ _
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September 13, 2026 at 1:22 PM
IA entra na formação de corretores e automatiza rotina
IA entra na formação de corretores e automatiza rotina
Com mais de 750 mil profissionais credenciados no país, segundo dados do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Sistema Cofeci-Creci), o m...
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August 26, 2026 at 7:09 PM
O amadorismo no mercado imobiliário tá com os dias contados. 🚨 O COFECI propôs mudar a lei da profissão — corretor pode virar Gestor Imobiliário, com nível superior exigido. Eu já opero assim: financiamento direto, sem letra miúda, direto com a construtora. WhatsApp: 48 99164-2332
July 17, 2026 at 3:02 PM
Por que o Corretor de Imóveis Nunca Sairá de Cena
O avanço da tecnologia trouxe consigo uma onda de previsões pessimistas quanto ao futuro da profissão de Corretor de Imóveis. Institutos de pesquisa e universidades em todo o mundo chegaram a afirmar que esses profissionais seriam substituídos por sistemas digitais. A realidade, no entanto, mostrou-se bem diferente. No Brasil, o Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) registra mais de 730 mil inscritos, número que cresce a cada dia. Bem ao contrário do que se pensava, a tecnologia não elimina, ela apenas exige novas competências. A digitalização, certamente, implicou mudanças em praticamente todas as etapas da comercialização imobiliária. Hoje, é normal que o comprador faça tour virtual pelo imóvel e por sua vizinhança em 360 graus e alta resolução. Anteriormente, todo esse trabalho era presencial e exigia muitas visitas. A mudança de paradigma elevou o nível da profissão. Corretor que domina ferramentas digitais consegue oferecer uma experiência mais completa, reduzir o tempo de negociação, aumentar sua produtividade e tornar-se muito mais indispensável. O comportamento do comprador também mudou. Quando chega ao Corretor, ele já pesquisou preços, comparou opções, analisou mapas da região e até verificou índices de segurança e infraestrutura do bairro. Esse novo perfil exige dos profissionais uma postura mais consultiva, capaz de interpretar necessidades, esclarecer dúvidas técnicas e transmitir segurança durante a negociação. A compra de um imóvel, contudo, que se configura quase sempre no maior negócio da vida, segue sendo algo extremamente emocional e baseada na confiança. É nesse ponto que a presença humana é insubstituível. Não há tecnologia que possa reproduzir totalmente a empatia e a capacidade negocial de um bom profissional. Por outro ângulo, há aspectos que os recursos digitais não conseguem expressar. Ventilação e amplitude do ambiente, incidência de luz natural, nível de ruído e atmosfera da vizinhança são elementos que só podem ser sentidos presencialmente. Não podem ser supridos por tour virtual que, embora capaz de economizar tempo, é apenas etapa preparatória da visita presencial. Com a inteligência artificial não é diferente. Ela automatiza contatos, porém empatia, sensação do perfil do cliente e confiança são habilidades humanas que não podem ser supridas pela tecnologia. Pesquisa da consultoria McKinsey, publicada em 2023, afirma que profissões que exigem elevado grau de interação humana e negociação complexa não admitem automação completa. Isso porque dependem de fatores subjetivos e emocionais. O Corretor de Imóveis, portanto, não apenas sobreviveu à revolução digital, mas ganhou relevância estratégica. O mercado imobiliário será cada vez mais digital, mas permanecerá sempre baseado em confiança, relacionamento e experiência presencial. A vantagem competitiva pertencerá a quem conseguir integrar tecnologia e habilidades humanas. A profissão, ao contrário de desaparecer, está se reinventando. Contudo o Corretor de Imóveis do século XXI não é apenas expert em ferramentas digitais, ele é, sobretudo, um consultor de confiança. A ameaça virou oportunidade e deu relevância à pessoalidade, tornando-a indispensável ao mercado imobiliário. João Teodoro da Silva Presidente – Sistema Cofeci-Creci
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July 1, 2026 at 2:41 AM
VI CONVENSI – GESTÃO SOLIDÁRIA, CONHECIMENTO E UNIFORMIDADE
A Convenção Nacional do Sistema Cofeci-Creci (CONVENSI), que representa um marco histórico na profissão de Corretor de Imóveis, foi idealizada para uniformizar procedimentos e práticas administrativas em um país marcado por intensos regionalismos. Aliada a isso, nossa vasta extensão territorial promove diferentes formas de atuação em nossos Conselhos Regionais. Porém a profissão exige equidade comportamental e normativa, para que profissionais e empresas do mercado possam atuar sob iguais padrões éticos, disciplinares e de fiscalização. A Convenção é um instrumento de integração e alinhamento, que busca fazer com que todos os dirigentes regionais compartilhem não só valores comuns, mas também os conhecimentos técnicos e administrativos que possam fortalecer a categoria em âmbito nacional. A importância da CONVENSI vai muito além da simples reunião de dirigentes e operadores do Sistema. Ela promove a universalização comportamental e administrativa. Ao reunir os 27 Regionais, o evento proporciona a disseminação de práticas bem-sucedidas por todo o Brasil. A VI CONVENSI, realizada em Foz do Iguaçu, demonstrou sobejamente a assertividade da iniciativa. Antes timidamente ancorada no Enbraci, ela se mostrou independente e indispensável. A programação, cuidadosamente estruturada em quatro períodos distintos, contemplou reuniões de alcance geral, com todos os convencionais, além de inúmeras oficinas específicas de aprendizado. A diversidade de temas, como comunicação, fiscalização, jurídico e tecnologia da informação evidencia a intenção de formar dirigentes completos e bem preparados. As palestras gerais realizadas no grande auditório debateram temas essenciais, como Tokenização, Reforma Tributária, Governança e Marca; Compliance, Tecnologia, Visão Amplificada e O Jogo da Vida. No auditório reservado aos Conselheiros, foram tratados a Proteção de Dados, Lei de Acesso à Informação, Papel Legal e Institucional dos Conselhos, Securitização e Internacionalização do Mercado. Os assuntos debatidos estimularam uma visão crítica e inovadora, essencial para que os Conselhos julguem seus processos com eficiência e transparência. Outro aspecto de grande relevância foi a interação entre diversos perfis de dirigentes e colaboradores. Uma visão colaborativa evidenciadora de que o Sistema gira como uma engrenagem, na qual cada parte desempenha seu papel de forma alinhada e eficiente. A presença maciça de todos os convencionais nas atividades e no coquetel de encerramento denota o firme propósito de adesão à iniciativa, reforçando o seu caráter sistêmico e solidário. As oficinas sobre integridade e ouvidoria reforçaram o compromisso com a responsabilidade social. A uniformidade no julgamento de processos administrativos e disciplinares, debatida e aprimorada durante a convenção, garante que todos os profissionais sejam tratados com equidade, fortalecendo a confiança da sociedade na categoria e consolidando a imagem do Corretor de Imóveis como agente essencial no mercado. Mais do que uma convenção, trata-se de um verdadeiro pacto de solidariedade e compromisso com a excelência, que projeta a profissão de Corretor de Imóveis a um patamar nacional de credibilidade e reconhecimento superiores. João Teodoro da Silva Presidente – Sistema Cofeci-Creci
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June 2, 2026 at 10:44 PM
Tensión entre el Gobierno y el sector inmobiliario por la posible eliminación de la matrícula obligatoria

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#inmobiliario #desregulación #matrícula

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Tensión entre el Gobierno y el sector inmobiliario por la posible eliminación de la matrícula obligatoria
El Gobierno nacional avanzó en el debate sobre una posible desregulación del mercado inmobiliario al reunirse con representantes de colegios y federaciones del sector. El encuentro, encabezado por el ministro Federico Sturzenegger, dejó en evidencia fuertes diferencias ideológicas respecto al rol de la matrícula profesional y los controles sobre la actividad. Desde entidades como COFECI y FIRA defendieron la colegiación obligatoria, destacando su importancia para garantizar la capacitación continua, la ética profesional y la seguridad jurídica en operaciones de compra, venta y alquiler de propiedades. Los dirigentes inmobiliarios advirtieron que permitir operar sin matrícula podría aumentar significativamente el riesgo de estafas. Según señalaron, la gran mayoría de los fraudes actuales involucran a personas no matriculadas, lo que refuerza su postura a favor de mantener regulaciones. Además, remarcaron que los colegios profesionales cuentan con mecanismos disciplinarios que permiten sancionar irregularidades y proteger a los consumidores. Por su parte, desde el Gobierno plantean una visión más liberal, basada en ampliar la libertad de ejercer actividades económicas sin restricciones estatales. Esta postura podría habilitar a cualquier persona a participar en el corretaje inmobiliario sin necesidad de certificaciones formales. A pesar de las diferencias, ambas partes valoraron el diálogo y coincidieron en la necesidad de continuar las conversaciones. Mientras tanto, el sector inmobiliario ya comenzó a desplegar una estrategia política para influir en el Congreso, donde se espera que el proyecto sea tratado en los próximos meses. El objetivo de las entidades es frenar o modificar cualquier iniciativa que elimine la obligatoriedad de la matrícula, argumentando que está en juego la transparencia y la seguridad jurídica del mercado.
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May 17, 2026 at 8:22 AM
Corretores de imóveis lançam Agenda Legislativa do setor em Brasília
Documento reúne prioridades de categoria que representa cerca de 700 mil profissionais e 74 mil imobiliárias no país O Sistema Cofeci-Creci, que representa corretores de imóveis e empresas imobiliárias em todo o país, promove no próximo 18 de março, em Brasília, o lançamento da Agenda Legislativa dos Corretores de Imóveis, documento que reúne propostas e prioridades do setor para o Congresso Nacional. O evento reunirá parlamentares, representantes do mercado imobiliário e lideranças institucionais, marcando a forte atuação do Sistema Cofeci-Creci no acompanhamento de projetos de lei e debates legislativos que impactam o setor, por meio da Diretoria de Assuntos Parlamentares. O Brasil conta hoje com cerca de 700 mil corretores de imóveis e aproximadamente 74 mil imobiliárias, formando uma das maiores redes de intermediação imobiliária do mundo. A atividade integra uma cadeia econômica estratégica, diretamente relacionada à construção civil, ao crédito imobiliário e ao desenvolvimento urbano. Entre os principais temas defendidos pelo setor está o Projeto de Lei nº 3.152/2025, que trata do reconhecimento do corretor de imóveis nas escrituras públicas. A proposta prevê a inclusão do nome e do número de registro no CRECI do profissional ou da imobiliária responsável pela intermediação, garantindo mais transparência, segurança jurídica ao consumidor e valorização da categoria. Outro avanço relevante é o PL nº 6.088/2023, já aprovado em comissões da Câmara dos Deputados, que reduz para 0,5 hectare a fração mínima de parcelamento do imóvel rural, contribuindo para dinamizar o mercado e ampliar oportunidades no segmento. Na agenda de locações, o setor acompanha a tramitação do PL nº 462/2011, que cria o modelo de consignado do aluguel como alternativa de garantia locatícia, medida considerada uma das mais importantes dos últimos anos para ampliar o acesso à moradia e trazer mais segurança às relações locatícias. A agenda também contempla o acompanhamento da regulamentação da reforma tributária, especialmente por meio do PLP nº 108/2024, que trata do funcionamento do Comitê Gestor e de regras relacionadas a tributos como o ITBI e o ITCMD. Nesse contexto, um dos avanços recentes foi a definição de critérios mais objetivos para a cobrança do ITBI, estabelecendo parâmetros que deverão ser observados pelos municípios na avaliação de imóveis. A medida traz mais segurança jurídica ao mercado ao reduzir distorções e subjetividades na definição da base de cálculo do imposto. Nos últimos anos, decisões judiciais também trouxeram avanços relevantes para a atividade. O Supremo Tribunal Federal, por exemplo, decidiu que corretores de imóveis não podem ser responsabilizados por atraso na entrega ou vícios construtivos de imóveis cuja venda apenas intermediaram, reforçando a segurança jurídica da atividade profissional. Segundo o presidente do Sistema Cofeci-Creci, João Teodoro da Silva, a Agenda Legislativa representa um passo importante para fortalecer ainda mais o posicionamento e a importância da categoria no debate público, salvaguardando a segurança de quem trabalha e investe no setor. “A Agenda Legislativa permite que o setor imobiliário participe de forma organizada da discussão de temas que impactam diretamente a atividade profissional, o mercado e milhões de brasileiros que buscam realizar o sonho da casa própria”, afirma.
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March 19, 2026 at 1:41 AM
Sistema Cofeci-Creci, Associação Brasileira de Municípios e o Instituto Nacional de Desenvolvimento de Imóveis Públicos firmam acordo durante o MIPIM para ampliar oportunidades no mercado imobiliário
O Sistema Cofeci-Creci, a Associação Brasileira de Municípios (ABM) e o Instituto Nacional de Desenvolvimento de Imóveis Públicos (INDIP) firmaram, durante o MIPIM, em Cannes (França), um acordo de cooperação institucional voltado ao fortalecimento da gestão do patrimônio imobiliário público e à ampliação de oportunidades no mercado imobiliário brasileiro. O convênio foi assinado pelo presidente do Sistema Cofeci-Creci, João Teodoro, pelo presidente da Associação Brasileira de Municípios, Washington Quaquá, e pelo presidente do Instituto Nacional de Desenvolvimento de Imóveis Públicos (INDIP), Heitor Kuser. O acordo prevê cooperação entre as instituições para apoiar municípios brasileiros em iniciativas com o objetivo de estimular projetos de desenvolvimento urbano, geração de investimentos e dinamização do mercado imobiliário. O principal ponto da parceria é o desenvolvimento, o uso e a valorização dos imóveis públicos. Para o Sistema Cofeci-Creci, a iniciativa representa mais um passo no fortalecimento do mercado imobiliário brasileiro, ampliando a integração entre corretores de imóveis, administrações municipais e iniciativas de desenvolvimento urbano. A assinatura do acordo ocorreu durante o MIPIM, na França, considerado um dos mais importantes encontros internacionais do setor imobiliário, que reúne lideranças do mercado, investidores, empresas e autoridades públicas. Serviço Cofeci Creci Instagram: https://www.instagram.com/sistemacofecicreci/ Site: https://www.cofeci.gov.br/
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March 19, 2026 at 1:41 AM
Brazil is not experimenting anymore. COFECI published the first real estate tokenization regulation in Latin America. Netspaces operates in 180+ municipalities. Drex — the CBDC — settles token trades instantly. This is the practical picture for asset owners in the largest property market in LATAM.
Real estate tokenization in Brazil 2026: Latin America's biggest market makes its move
Brazil is not the first country people think of when they hear "tokenization." They think of Dubai, Singapore, maybe Switzerland. But in 2026, Brazil is doing something none of those countries have done yet: it has a dedicated real estate tokenization regulation, a government-backed CBDC designed to work with tokens, and a live tokenized real estate exchange — all in a market of 215 million people with one of the largest property sectors on earth. Brazil is not experimenting anymore. It is building infrastructure. And the scale of what is happening here will surprise you. ### Table of Contents 1. Why Brazil matters for tokenization right now 2. Drex — the CBDC designed to work with tokens 3. What is actually happening on the ground 4. The legal structure: what a Brazilian real estate token actually represents 5. The tax picture 6. What still does not work — and what to watch for 7. Blockchain in government: not just tokenization 8. Who should be paying attention * * * ## Why Brazil matters for tokenization right now Brazil has the ninth-largest economy in the world and the largest real estate market in Latin America. Property is everywhere — from dense urban centers like São Paulo and Rio de Janeiro to fast-growing coastal cities like Florianópolis and Balneário Camboriú. For decades, investing in Brazilian real estate meant large capital, local connections, and paperwork that could take months. Tokenization is changing that equation. But the real reason Brazil matters is not the market size. It is the regulatory speed. In August 2025, COFECI — the Federal Council of Real Estate Brokers — published Resolution 1.551, the first regulation in Latin America that specifically governs real estate tokenization. This was not a general crypto rule applied to property. It was a dedicated framework that defines what a digital real estate token is, who can issue it, what platforms need to be licensed, and how investor protection works. At the same time, the CVM — Brazil's securities regulator, equivalent to the SEC — has been running a regulatory sandbox where tokenized real estate projects go through full issuance and distribution cycles under supervision. CVM Resolution 88 already governs equity crowdfunding including tokenized offerings, giving issuers a clear path to raise capital from investors using tokens. And then there is Drex. * * * ## Drex — the CBDC designed to work with tokens Most countries developing central bank digital currencies are thinking about payments. Brazil is thinking bigger. Drex is Brazil's digital currency, developed by the Central Bank of Brazil (Banco Central). It is built on a blockchain-compatible infrastructure with a specific feature that matters enormously for real estate: delivery versus payment. In simple terms, this means that when a buyer purchases a tokenized property share using Drex, two things happen at exactly the same time — the token moves to the buyer and the payment moves to the seller. No waiting for bank clearance. No escrow held by a third party. The transaction settles instantly, atomically, on the ledger. For anyone who has ever waited three months for a property transaction to close — with lawyers, notaries, and banks all taking their time and their fees — this is a fundamental shift. Drex is not just a digital currency. It is the settlement layer that makes tokenized real estate transactions instant and final. The Central Bank originally planned to launch Drex for consumers in 2025. The timeline has shifted, but the testing is real — major Brazilian banks are participating in the pilot, and the infrastructure is being built to connect directly with tokenized asset platforms. * * * ## What is actually happening on the ground This is not a story about plans and pilots. Real projects are running. **Netspaces** is the most visible player. Founded in São Paulo, Netspaces created and patented the "Digital Property" concept — a legal and technical framework for tokenizing real estate ownership on blockchain. By early 2026, Netspaces operates in over 180 Brazilian municipalities through a licensing model. Local entrepreneurs, developers, and real estate agents can license the platform and offer tokenized property transactions in their city. The numbers tell the story: the first tokenized property in Brazil — a commercial office in Porto Alegre's tallest building — attracted over 400 owners within 120 days. An 82-year-old woman used an NFT to buy 20% of an apartment in Rio Grande do Sul. These are not crypto traders. These are ordinary people accessing property ownership for the first time through fractions. In mid-2025, Netspaces and CF Inovação — a firm led by a former Central Bank director — formed a joint venture to launch what they describe as the world's first tokenized real estate exchange. The platform went live during the Blockchain Real Estate Summit in São Paulo in June 2025, starting with 100 developers, 10,000 real estate agents, and 100 tokenized projects in its first phase. **BLOCKBR** is another key infrastructure player, offering end-to-end tokenization services — from legal structuring and smart contract development to token issuance and custody. BLOCKBR works specifically within the COFECI regulatory framework, helping platforms get licensed as PITDs (Plataformas Imobiliárias para Transações Digitais) — the official category of authorized real estate tokenization platforms in Brazil. **Laqus** focuses on residential and commercial properties under CVM guidelines. **Uzzo** specializes in tokenized Real Estate Investment Funds (FIIs). And **Mercado Bitcoin** , one of the largest crypto exchanges in Latin America, partnered with Polygon Labs to scale tokenized RWA offerings — positioning São Paulo as the hub for regulated blockchain-based asset issuance in the region. For a broader view of how tokenization platforms connect across legal structure, issuance, custody, and secondary markets globally, the market map on the Tokenizer blog explains the full four-layer ecosystem. Brazil tokenization ecosystem (2026): four pillars driving the market * * * ## The legal structure: what a Brazilian real estate token actually represents Here is the most important thing to understand about Brazilian real estate tokenization in 2026: holding a token does not automatically mean owning the property. Brazil's property registry system (cartório) still requires ownership to be formally recorded at the local registry office, typically through a notary. This has not changed. A token on a blockchain is not — by itself — a title deed. The legal truth about who owns a building lives in the registry, not on-chain. So what does a token represent? In most Brazilian tokenization deals, the token represents one of three things: a share in an SPV (company) that owns the property, a right to receive income from the property (like rent), or a participation in a crowdfunding structure under CVM Resolution 88. The structure matters because it determines what legal rights the investor actually holds and how disputes are resolved. COFECI's Resolution 1.551 introduced the concept of the DIT — Digital Imobiliário Token — which officially represents rights to real estate in digital form. But the resolution also drew criticism from IRIB (the Brazilian Real Estate Registry Institute), which argued that COFECI overstepped its authority and that the resolution has constitutional problems. The debate is ongoing. What this means practically: tokenization in Brazil works, but it works within the existing legal system, not outside it. The token is a layer on top of the registry — it makes investing faster, cheaper, and more accessible, but it does not replace the notary or the cartório. Developers and asset owners who understand this distinction build stronger deals. Those who pretend the blockchain replaces the legal system run into problems. * * * ## The tax picture Brazil treats crypto assets — including real estate tokens — as movable property for tax purposes. Here is what that means for investors. Capital gains on token sales are taxed at 15% to 22.5%, depending on the size of the gain. Monthly sales generating gains up to BRL 35,000 (roughly $6,500) are exempt. Investors must declare their crypto holdings in the annual tax return when acquisition cost exceeds BRL 5,000. Rental income received through tokens is taxed as ordinary income, following the standard Brazilian income tax table. Companies and individuals must report crypto transactions exceeding BRL 30,000 per month to the Receita Federal (Brazil's tax authority). Non-compliance can result in fines ranging from BRL 1,500 to 3% of the undeclared amount. The tax framework is clear but strict. Brazil does not have a zero-tax tokenization incentive like Singapore or the UAE. What it offers instead is certainty — rules that exist, are enforced, and that investors can plan around. For a comparison of how different jurisdictions handle tokenized real estate taxes — including the US, Germany, Singapore, and UAE — the tax guide on the Tokenizer blog covers the practical details side by side. Brazil real estate token tax: rate by event type * * * ## What still does not work — and what to watch for Brazil's tokenization market is moving fast, but it is honest to say that several things are still in progress. **Registry integration is not solved.** The gap between on-chain token ownership and off-chain property registry remains the biggest structural challenge. Until Drex and the cartório system are connected — so that a token transfer automatically updates the official registry — there will be two parallel records of ownership. This creates risk, especially in disputes. **Liquidity is thin.** Secondary markets for tokenized real estate in Brazil exist but are still small. Most tokens are bought and held. If you need to exit quickly, you may not find a buyer at the price you want. This is not unique to Brazil — it is the reality in every tokenization market in the world right now — but it matters for investors who expect stock-like trading. **COFECI vs IRIB.** The tension between the real estate brokers' council (which issued the tokenization rules) and the registry institute (which says those rules overstep legal boundaries) is unresolved. This creates regulatory uncertainty for platforms operating under COFECI licenses. The outcome of this debate will shape the next phase of the market. **Drex timeline.** The digital currency is still in testing. When it launches for consumers and connects to tokenization platforms, it will transform settlement. But "when" is not yet "now." Despite these gaps, the direction is clear. Brazil has more regulatory infrastructure for real estate tokenization than any other country in Latin America — and more than many countries in Europe. * * * ## Blockchain in government: not just tokenization One signal that Brazil is serious about blockchain in property: in December 2025, the Court of Auditors of São Paulo held the country's first public property auction where every document was recorded on a blockchain. The auction covered ten state-owned warehouses, and the blockchain served as a tamper-proof record of every bid, contract, and transfer. This was not about tokens or fractional ownership. It was about trust. In a country where document tampering in real estate auctions has been a known problem, putting the record on an immutable ledger solves a real issue. And it shows that Brazilian government institutions are not just talking about blockchain — they are using it in high-stakes property transactions. Brazil tokenization timeline (2022–2026) * * * ## Who should be paying attention Brazil's tokenization market is relevant for three types of decision-makers. **Brazilian developers and asset owners** who have capital locked in property and want to raise money from a wider investor base — including international investors — without giving up control. Tokenization lets you sell 20% of your building to 500 investors across 14 countries, while keeping 80% and managing the asset yourself. The legal tools to do this in Brazil now exist. **International investors and fund managers** looking for exposure to the largest real estate market in Latin America. Tokenization lowers the entry barrier from millions of reais to thousands. It also brings transparency — rental income, occupancy rates, and ownership records are visible on-chain in a way that traditional Brazilian real estate deals never offered. **Asset owners in adjacent sectors** — logistics operators, agribusiness, hospitality, industrial facilities, even marina and yacht operators — who have valuable, income-producing assets and want to unlock capital without selling. Tokenization is not just for residential buildings. Any asset that generates income and can be placed into an SPV can be tokenized. The infrastructure exists. The regulation is forming. The investors are arriving. The question for anyone holding real assets in Brazil is the same as it is everywhere: do you move now while the market is early, or do you wait and explain to your investors why you were late? Stay current on tokenization developments across Brazil and other jurisdictions at Tokenizer.Estate News. * * * _This article is for informational purposes only and does not constitute legal, tax, or investment advice. Regulations in Brazil are evolving. Always consult qualified local legal and tax professionals before making structuring decisions._
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March 18, 2026 at 11:47 AM
A proposta está incluída na Agenda Legislativa que será apresentada nesta quarta-feira pelo, em Brasília, Sistema Cofeci-Creci
Corretores querem reconhecimento nas escrituras públicas
A proposta está incluída na Agenda Legislativa que será apresentada nesta quarta-feira pelo, em Brasília, Sistema Cofeci-Creci
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March 18, 2026 at 11:36 AM
Corretores de imóveis lançam Agenda Legislativa do setor em Brasília
 Documento reúne prioridades de categoria que representa cerca de 700 mil profissionais e 74 mil imobiliárias no país O Sistema Cofeci-Creci, que representa corretores de imóveis e empresas imobiliárias em todo o país, promove no próximo 18 de março, em Brasília, o lançamento da Agenda Legislativa dos Corretores de Imóveis, documento que reúne propostas e prioridades do setor para o Congresso Nacional. O evento reunirá parlamentares, Presidentes de todos regionais e lideranças institucionais, marcando a forte atuação do Sistema Cofeci-Creci no acompanhamento de projetos de lei e debates legislativos que impactam o setor, por meio da Diretoria de Assuntos Parlamentares. O Brasil conta hoje com cerca de 700 mil corretores de imóveis e aproximadamente 74 mil imobiliárias, formando uma das maiores redes de intermediação imobiliária do mundo. A atividade integra uma cadeia econômica estratégica, diretamente relacionada à construção civil, ao crédito imobiliário e ao desenvolvimento urbano. Entre os temas defendidos pelo setor no Congresso Nacional estão o reconhecimento da avaliação imobiliária como atribuição do corretor de imóveis, previsto no Projeto de Lei nº 4.692/2012, e a regulamentação da atuação profissional em plataformas digitais e ambientes tecnológicos, tema presente em diferentes propostas legislativas em tramitação no Parlamento. A agenda também acompanha debates sobre o aperfeiçoamento das regras tributárias que impactam o mercado imobiliário, especialmente no contexto da reforma tributária (Emenda Constitucional nº 132/2023) e de seus projetos de regulamentação em análise no Congresso Nacional. Nos últimos anos, decisões judiciais também trouxeram avanços relevantes para a atividade. O Supremo Tribunal Federal, por exemplo, decidiu que corretores de imóveis não podem ser responsabilizados por atraso na entrega ou vícios construtivos de imóveis cuja venda apenas intermediaram, reforçando a segurança jurídica da atividade profissional. Segundo o presidente do Sistema Cofeci-Creci, João Teodoro da Silva, a Agenda Legislativa representa um passo importante para fortalecer ainda mais o posicionamento e a importância da categoria no debate público, salvaguardando a segurança de quem trabalha e investe no setor. “A Agenda Legislativa permite que o setor imobiliário participe de forma organizada da discussão de temas que impactam diretamente a atividade profissional, o mercado e milhões de brasileiros que buscam realizar o sonho da casa própria”, afirma. Serviço Cofeci Creci Instagram: https://www.instagram.com/sistemacofecicreci/ Site: https://www.cofeci.gov.br/
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March 17, 2026 at 7:41 PM
Regulação da Tokenização Imobiliária, Ousadia Necessária
 A Resolução-Cofeci no 1.551/2025 teve seus efeitos suspensos em primeiro grau de jurisdição. Ainda cabe recurso. A iniciativa, entretanto, deve ser entendida como legítima tentativa de preencher o vazio regulatório que ameaça o mercado imobiliário, usando a força representativa do Sistema Cofeci-Creci, única instituição do setor que detém poder regulatório, ainda que com as limitações impostas pela Justiça. Seguimos o lema do Cofeci, creditado a Miep Gies, tutora de Anne Frank: A ação pode fracassar; a inação é fracasso garantido. Em um cenário de retração das cadernetas de poupança, responsáveis pelo funding da construção habitacional para a classe média, a tokenização representa alternativa democrática e inovadora. A regulamentação da aquisição de frações digitais de imóveis por pequenos investidores abre caminho para uma inovadora fonte de recursos, capaz de sustentar o setor em tempos de juros elevados e escassez de crédito. Deixar de apoiar essa iniciativa é fechar os olhos para uma realidade já irreversível no Brasil e em vários países mundo afora. Embora a competência normativa do Cofeci não incorpore a criação de novo regime jurídico, não há como desconsiderá-lo como órgão legal de normalização institucional. A Resolução em pauta não pretendia substituir o sistema registral, mas sim oferecer diretrizes mínimas para que Corretores de Imóveis pudessem atuar em um mercado emergente com alguma segurança. Em vez de ser vista como usurpação de competência, a medida teria de ser interpretada como um esforço de balizamento normativo da emergente inovação tecnológica. A teoria de que a resolução criava um sistema paralelo ao do registro público precisa ser rechaçada. Não é verdade! O Cofeci nunca teve a intenção nem tem competência para modificar a essência do direito real. Porém é seu papel regrar a circulação de direitos obrigacionais vinculados a imóveis em ambiente digital. É importante compreender que o token não substitui a matrícula do imóvel, mas pode representar contratos, promessas ou participações. O Cofeci pretendia dar forma jurídica a tais práticas, evitando a confusão com direitos reais. Ao estabelecer regras claras para plataformas digitais e agentes de custódia, o Cofeci evitaria a proliferação de iniciativas informais, que podem expor Corretores e consumidores a riscos jurídicos e financeiros. O regramento seria como um escudo contra as práticas abusivas, oferecendo parâmetros mínimos de transparência e documentação. A ideia era dar racionalidade a um mercado que, sem disciplina, se tornaria terreno fértil para fraudes e especulações. A intenção era, portanto, de natureza pedagógica e preventiva: ensinar e evitar riscos. A Resolução do Cofeci sustenta-se na boa-fé e na premissa de proteção ao mercado imobiliário. A iniciativa, ainda que combatida juridicamente, alertou as autoridades para os riscos e também para as oportunidades da tokenização. O que ocorreu até aqui reafirma que a inovação não pode ser sufocada por formalismos institucionais. Ela exige ousadia! Mesmo que sujeita a correções posteriores. O Cofeci ousou, e sua coragem tem de ser reconhecida como valiosa contribuição para a disruptiva regulação tecnológica do mercado imobiliário. João Teodoro da Silva Presidente – Sistema Cofeci-Creci
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March 17, 2026 at 1:40 PM
Sistema Cofeci-Creci firma acordo internacional com entidades imobiliárias dos EUA durante o MIPIM
 O Sistema Cofeci-Creci firmou, durante o MIPIM — maior feira global do mercado imobiliário, realizada em Cannes (França) — um acordo internacional de cooperação com entidades dos Estados Unidos voltado ao fortalecimento das relações institucionais e à ampliação de oportunidades de negócios entre profissionais dos dois países. O acordo foi assinado pelo presidente do Sistema Cofeci-Creci, João Teodoro, pelo presidente e CEO do Miami-Dade Beacon Council, Rodrick Miller, pelo CEO do CIMI360 – Congresso Internacional do Mercado Imobiliário, Heitor Kuser, e pela CEO da Miami Association of Realtors, Teresa Kinney. O acordo estabelece a promoção conjunta das atividades e eventos das instituições parceiras, com benefícios recíprocos aos membros das entidades, a cooperação institucional em comunicação, divulgação e intercâmbio entre profissionais e empresas do setor imobiliário, ampliando a visibilidade e as oportunidades de negócios entre Brasil e Estados Unidos. Para o presidente do Sistema Cofeci-Creci, João Teodoro, a parceria reforça o papel internacional do mercado imobiliário brasileiro e abre novas portas para a atuação global dos profissionais do setor. “É um prazer firmarmos acordos de cooperação que contribuem para desenvolver a atividade de intermediação imobiliária não apenas no Brasil, mas também no cenário internacional, especialmente com os Estados Unidos, onde já mantemos importantes relações de negócios. O Sistema Cofeci-Creci é hoje a maior organização da América Latina que reúne corretores de imóveis e imobiliárias”, afirmou. Segundo ele, a entidade reúne atualmente mais de 700 mil corretores de imóveis e cerca de 74 mil imobiliárias, com presença em todo o território nacional, o que fortalece a capacidade de integração com mercados internacionais. João Teodoro também ressaltou a resiliência do mercado imobiliário brasileiro, mesmo em cenários globais desafiadores. “O mercado imobiliário brasileiro demonstrou grande solidez nos últimos anos. Mesmo durante quase três anos de pandemia, não houve retração no setor. Pelo contrário, o mercado continuou crescendo. Isso mostra que o Brasil é um destino confiável para investimentos imobiliários”, disse. O Sistema Cofeci-Creci é a única entidade brasileira que promove o mercado imobiliário nacional no exterior, participando do MIPIM pela 13ª vez, além de marcar presença em convenções e encontros do setor imobiliário nos Estados Unidos há mais de 15 anos. “Esses encontros são fundamentais para ampliar parcerias e fortalecer a confiança de investidores e profissionais internacionais no mercado imobiliário brasileiro”, disse Teodoro. A CEO da Miami Association of Realtors, Teresa Kinney, também destacou a relevância histórica da parceria com o Brasil. “Há mais de 20 anos a Miami Association of Realtors mantém uma parceria com o Sistema Cofeci-Creci. É uma alegria poder expandir essa relação para incluir uma importante agência de desenvolvimento da Flórida. A presença do Miami-Dade Beacon Council reforça essa cooperação e representa um sonho que se torna realidade”, afirmou. O Miami-Dade Beacon Council é a organização oficial de desenvolvimento econômico do condado de Miami-Dade, na Flórida. Seu principal objetivo é promover o crescimento econômico local, atraindo novas empresas, apoiando a expansão de negócios existentes e fomentando a criação de empregos de alta qualidade na região, com foco em tecnologia e inovação. A assinatura do acordo durante o MIPIM reforça o posicionamento internacional do Sistema Cofeci-Creci e amplia as conexões institucionais entre profissionais, empresas e investidores do setor imobiliário brasileiro e norte-americano. Serviço Cofeci Creci Instagram: https://www.instagram.com/sistemacofecicreci/ Site: https://www.cofeci.gov.br/
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March 17, 2026 at 1:40 PM
Sistema Cofeci-Creci apresenta no MIPIM o potencial do mercado imobiliário brasileiro e a força dos corretores de imóveis
 Cannes (França) – O Sistema Cofeci-Creci inaugurou nesta terça-feira (10) seu estande institucional no MIPIM 2026, considerado o maior evento imobiliário do mundo, realizado no Palais des Festivals, em Cannes. O COFECI é a única instituição brasileira que representa o mercado imobiliário no cenário internacional, reunindo representantes do setor e destacando o papel dos corretores de imóveis brasileiros no desenvolvimento do mercado e na atração de investimentos. o estande funciona como ponto de encontro para networking, reuniões institucionais e apresentação de oportunidades de investimento no mercado imobiliário brasileiro. Durante o primeiro dia do evento, o espaço recebeu importantes lideranças do setor imobiliário internacional, incluindo a FIABCI Mundial, representada pelo presidente Antonio Campagnoli e pelo secretário-geral Narek. Também participaram representantes da Miami Realtors, com a CEO Teresa Kinney, da Florida Realtors, representada pelo presidente George, da STAR, presidida por Corina Lessa, e da APEMIP, de Portugal, presidida por Patrícia Barão. Outro destaque foi a reunião com a diretora executiva da UN-Habitat (ONU) Anacláudia Rossbach, para debater possibilidades de cooperação institucional e um memorando de entendimento. Durante a inauguração, o presidente do Cofeci, João Teodoro, destacou a importância da presença brasileira no evento. “O MIPIM reúne investidores e lideranças globais do setor imobiliário. Estar presente nesse ambiente é fundamental para ampliar parcerias, valorizar o trabalho dos corretores de imóveis e apresentar ao mundo o potencial do mercado imobiliário brasileiro.” Serviço Cofeci Creci Instagram: https://www.instagram.com/sistemacofecicreci/ Site: https://www.cofeci.gov.br/
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March 12, 2026 at 9:03 PM
COFECI e EMGEA firmam acordo de cooperação técnica para fomentar a venda de imóveis públicos
 O Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI) e a Empresa Gestora de Ativos (EMGEA) firmaram, no último dia 18, um Acordo de Cooperação Técnica com o objetivo de fomentar a comercialização de imóveis públicos e a prestação de outros serviços imobiliários de interesse da EMGEA, como avaliação patrimonial e desenvolvimento de produtos imobiliários. A partir da assinatura, as instituições terão o prazo de 90 dias para elaborar o Plano de Trabalho que irá detalhar a operacionalização do acordo, definindo responsabilidades, fluxos e procedimentos para a execução das atividades previstas. O acordo também contempla a realização de estudos de viabilidade para a formação de parcerias voltadas à gestão de créditos estressados e de outros ativos financeiros sob responsabilidade da EMGEA. O Plano de Trabalho ainda estabelecerá as formas, condições e limites para futuras parcerias, com foco na agilidade do uso, da destinação e da valorização do patrimônio público imobiliário. De acordo com estimativas baseadas em relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) e em levantamentos especializados, o patrimônio imobiliário público brasileiro — somando União, estados e municípios — ultrapassa R$ 4 trilhões. Desse total, a União concentra cerca de R$ 1,7 trilhão em imóveis, enquanto os estados detêm aproximadamente R$ 800 bilhões e os municípios cerca de R$ 2 trilhões em patrimônio imobiliário público. Para o COFECI, o acordo representa um avanço significativo ao possibilitar que corretores de imóveis atuem diretamente na venda de imóveis públicos. Já para a EMGEA, a cooperação amplia a flexibilidade e a capilaridade da empresa, considerando que os corretores de imóveis estão distribuídos em todos os municípios do país, o que tende a acelerar os processos de comercialização dos ativos públicos. “Estamos muito felizes em poder ajudar a EMGEA no desafio da destinação e do uso dos imóveis públicos e, ao mesmo tempo, inserir o corretor de imóveis no processo de venda desse tipo de ativo”, afirmou o presidente do COFECI, João Teodoro da Silva. O presidente da EMGEA, Fernando Pimentel, destacou a relevância da parceria: “Esse acordo é muito importante para a EMGEA, pois nos dá uma capilaridade que poucas instituições possuem, além de agregar valor ao contar com a parceria de profissionais que conhecem profundamente o mercado imobiliário, que são os corretores de imóveis”. O reconhecimento, por parte da EMGEA, da importância e da relevância dos profissionais da intermediação imobiliária na solução para a destinação dos imóveis públicos representa um marco relevante para o fortalecimento e o desenvolvimento da profissão no Brasil. Serviço Cofeci Creci Instagram: https://www.instagram.com/sistemacofecicreci/ Site: https://www.cofeci.gov.br/
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January 20, 2026 at 11:21 AM
STJ isenta corretores de imóveis de responsabilidade por atraso em obras
 O Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) obteve uma importante vitória jurídica no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A 2ª Seção da Corte decidiu, por unanimidade, que corretores e imobiliárias não podem ser responsabilizados por atrasos ou descumprimentos contratuais cometidos por construtoras e incorporadoras. O julgamento, que reuniu os Recursos Especiais 2.008.542/RJ e 2.008.545/DF, tratou do Tema 1.173 e contou com o Cofeci atuando como amicus curiae — figura jurídica que permite a participação de entidades com interesse técnico ou institucional no caso. A tese fixada pelo STJ reforça que, conforme os artigos 722 e 723 do Código Civil, a atividade de corretagem se limita à intermediação do negócio e à prestação de informações, sem vínculo direto com as obrigações assumidas pelas partes no contrato de compra e venda. Segundo a decisão, o corretor de imóveis, pessoa física ou jurídica, não é responsável por danos causados ao consumidor em razão do descumprimento de obrigações pela construtora ou incorporadora, salvo em situações específicas — quando comprovado: envolvimento direto do corretor nas atividades de incorporação ou construção; integração ao mesmo grupo econômico da construtora ou incorporadora; confusão ou desvio patrimonial em benefício do corretor. O relator do caso, ministro Raul Araújo, destacou que o corretor responde apenas por eventuais falhas na prestação dos próprios serviços de intermediação. No processo em questão, o STJ reconheceu que não houve participação da corretora nas atividades da incorporadora, afastando assim a responsabilidade solidária pela devolução de valores pagos pelos consumidores. O presidente do Cofeci, João Teodoro da Silva, comemorou a decisão: “Essa é uma vitória não apenas para os corretores de imóveis, mas para a segurança jurídica de todo o mercado imobiliário. A decisão reconhece a natureza autônoma da corretagem e resguarda os profissionais que atuam com ética e dentro da lei”, afirmou. Com a fixação da tese, o entendimento passa a orientar casos semelhantes em todo o país, fortalecendo a posição dos corretores de imóveis e das imobiliárias que atuam de forma independente das construtoras e incorporadoras. Serviço Cofeci Creci Instagram: https://www.instagram.com/sistemacofecicreci/ Site: https://www.cofeci.gov.br/
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January 10, 2026 at 10:02 AM
Mercado imobiliário – resiliência em 2025 e desafios para 2026
 Final de ano é tempo de balanço e avaliação das possibilidades futuras. Do ponto de vista institucional, o Sistema Cofeci-Creci – Conselhos Federal e Regionais de Corretores de Imóveis – cumpriu plenamente seu papel. A organização mostrou ao Brasil e ao mundo todo o seu potencial de mobilização. Interna corporis, realizamos com enorme sucesso mais uma Convenção do Sistema, a V CONVENSI, além de diversas reuniões virtuais e presenciais de aprimoramento e reciclagem do pessoal administrativo, tanto do Cofeci como dos Crecis. Externa corporis, realizamos uma nova edição do já consagrado programa virtual de aprendizado, o Saber Imobiliário, com mais de 12 mil presentes durante as transmissões, e mais de 70 mil visualizações posteriores. Ainda em 2025, realizamos a segunda edição do CIMI360, sucessor do CIMI – Congresso Internacional do Mercado Imobiliário, concebido como apêndice do ENBRACI – Encontro Brasileiro de Corretores de Imóveis. O CIMI360, na configuração 360 graus, reuniu em São Paulo cerca de 8,2 mil congressistas brasileiros e estrangeiros. A atuação do Sistema Cofeci-Creci no Congresso Nacional foi das melhores possíveis. Sua mais notável conquista foi a redução do IVA para as operações imobiliárias: 70% para locações e 50% para comercialização. Lastreado em nossa Frente Parlamentar, liderada pelo Deputado Weliton Prado/MG, o Sistema obteve importantes vitórias em temas como: despejo extrajudicial, avaliação de imóveis públicos, aluguéis comerciais, aluguel consignado, fração mínima para imóvel rural, entre outros. Enfim, foi um ano de grandes e importantes vitórias. Quanto ao mercado imobiliário, embora ainda sem números terminativos, 2025 deve superar em muito 2024. Só no primeiro semestre, a CBIC indica crescimento de vendas de 9,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Valor Geral de Vendas cresceu 19,4%, atingindo o total de R$ 123 bilhões. Se replicarmos esses dados na segunda metade do ano, o que é muito provável, chegaremos a um VGV de R$ 246 bilhões somente em imóveis novos. Porém esse mercado representa apenas cerca 15% do valor geral de vendas. Assim, mesmo considerando um deságio valorativo de 30%, ainda teremos um VGV de imóveis usados na ordem de R$ 975 bilhões. Isso tudo a despeito dos fatores negativos, como a Selic em 15% ao ano, elevando os juros e desestimulando compradores, além da sede arrecadatória que vem sendo reiteradamente demonstrada por nossos governantes, em especial na definição dos parâmetros da reforma tributária. O segmento de imóveis populares do programa MCMV continua em alta, respondendo por cerca de 50% do total vendido. Portanto o mercado imobiliário, como nos seis anos anteriores, fecha o ano de 2025 com muita resiliência e adaptado às novidades tecnológicas. As dúvidas para o ano 2026 baseiam-se na Reforma Tributária, cuja fase de transição começa em 1º de janeiro. Contudo o novo ano exigirá cautela. As novidades tributárias trarão inusitados desafios, tanto regulatórios quanto fiscais, mas poderão abrir espaço para maior transparência e eficiência. Equilibrar inovação, política habitacional e custos será a base do crescimento sustentável. Feliz Ano Novo!!
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January 5, 2026 at 2:53 PM
Presidentes do Cofeci e do Creci-RJ analisam impactos das mudanças tributárias e do avanço da Inteligência Artificial em podcast da JB FM
 Os rumos do mercado imobiliário diante da reforma tributária e das transformações tecnológicas foram tema do podcast “Conexões JB FM”, gravado na manhã desta sexta-feira (19). A edição contou com a participação do presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro da Silva, e do presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ), João Eduardo, sob o comando da jornalista Mariana Procópio. Durante a conversa, os convidados abordaram os principais impactos da reforma tributária nos diferentes segmentos do setor imobiliário, incluindo corretores de imóveis, empresas do ramo e proprietários — tanto pessoas físicas quanto jurídicas. Embora a implementação plena da reforma esteja prevista para 2033, o tema já mobiliza discussões e análises estratégicas no mercado. Segundo João Teodoro da Silva, a reforma tributária tende a trazer efeitos positivos ao setor, especialmente no que diz respeito à organização e à previsibilidade. No entanto, ele alertou para o aumento do caráter regulatório e para um controle estatal mais intenso sobre as atividades econômicas. “Trata-se de uma mudança estrutural que exigirá adaptação e planejamento por parte de todos os agentes do mercado”, destacou. Outro ponto relevante do debate foi o impacto da Inteligência Artificial (IA) no comportamento e na dinâmica do mercado imobiliário. Para os presidentes do Cofeci e do Creci-RJ, a tecnologia tem promovido uma conexão mais eficiente entre corretores, compradores e proprietários, tornando os processos mais ágeis e integrados. Nesse contexto, a capacitação profissional e a abertura às novas ferramentas digitais foram apontadas como essenciais para acompanhar as transformações em curso. Ao tratar da realidade local, João Eduardo ressaltou que o mercado imobiliário do Rio de Janeiro já se encontra amplamente adaptado ao ambiente digital. Ele citou como exemplo a realização de reuniões, negociações e apresentações de forma majoritariamente virtual. Além disso, destacou que até etapas mais formais, como a lavratura da escritura pública, vêm sendo realizadas por meio eletrônico, utilizando o sistema de e-Notariado. O episódio reforçou a importância do diálogo e da informação qualificada em um momento de transição para o setor imobiliário, que enfrenta, simultaneamente, mudanças tributárias profundas e uma acelerada transformação tecnológica. Serviço Cofeci Creci Instagram: https://www.instagram.com/sistemacofecicreci/ Site: https://www.cofeci.gov.br/
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December 20, 2025 at 1:46 AM
João Teodoro é homenageado com o Prêmio Justiça em Foco 2025 por sua atuação decisiva em defesa dos Corretores de Imóveis
## Reconhecimento nacional celebra a força institucional do Sistema COFECI-CRECI e a histórica vitória no STJ que isentou corretores de responsabilidade por vícios e atrasos em imóveis intermediados **_Por Anderson Miranda para o Tribuna do Brasil_** 📍 _Brasília (DF), 16 de dezembro de 2025_ — Em uma noite marcada por emoção, reconhecimento e celebração da justiça, o presidente do Sistema COFECI-CRECI, João Teodoro da Silva, foi homenageado com o **Prêmio Nacional Justiça em Foco 2025** , durante cerimônia realizada no Grand Mercure Brasília, no Eixo Monumental. A honraria, promovida pelo Portal Justiça em Foco, é uma das mais prestigiadas do meio jurídico brasileiro e celebra trajetórias que elevam a excelência, a integridade e o compromisso com a justiça no país. 📸 _Imagem cedida pelo Sistema COFECI-CRECI: Troféu do Prêmio Justiça em Foco 2025_ A premiação, que neste ano comemorou sua 20ª edição, destacou personalidades e instituições que se notabilizaram por atuações transformadoras no cenário jurídico. João Teodoro foi agraciado na categoria **"Dirigentes de Conselhos"** , em reconhecimento à sua atuação estratégica e vitoriosa no julgamento do Tema Repetitivo nº 1.173 pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que resultou na isenção de responsabilidade civil de corretores de imóveis — pessoas físicas e jurídicas — por atrasos na entrega ou vícios construtivos de imóveis cuja venda tenham intermediado. ### Uma vitória que ecoa em todo o setor imobiliário A conquista, considerada histórica, foi possível graças à intervenção institucional do Sistema COFECI-CRECI, que ingressou no processo como _amicus curiae_ — figura jurídica que permite a participação de entidades com interesse na causa. A articulação liderada por João Teodoro foi decisiva para a reversão de uma condenação solidária imposta a uma imobiliária de Brasília, que havia sido responsabilizada junto à incorporadora e à construtora por prejuízos causados à compradora de um imóvel entregue com atraso. No julgamento, o STJ firmou entendimento de que o corretor de imóveis atua exclusivamente como intermediador da negociação, não integrando a cadeia de fornecimento do produto (o imóvel). A responsabilidade, portanto, só se configuraria em casos excepcionais, como quando o corretor participa diretamente da incorporação, integra o grupo econômico da construtora ou há confusão patrimonial entre as partes. "_Essa vitória não é apenas jurídica, é institucional. É a prova de que o Sistema COFECI-CRECI tem voz, tem força e tem representatividade para defender os interesses legítimos da categoria_ ", declarou João Teodoro, visivelmente emocionado ao receber o troféu durante a solenidade. ### O poder da representatividade Em artigo publicado recentemente, intitulado _"A Força Representativa do Sistema COFECI-CRECI"_ , João Teodoro detalhou os bastidores da atuação do Conselho Federal no caso. Segundo ele, a mobilização envolveu a elaboração de memoriais, sustentação oral e articulação direta com os ministros do STJ. "_Individualmente, nenhum de nós teria conseguido. Mas em nome do COFECI, conseguimos uma vitória que protege toda a classe dos corretores de imóveis e das imobiliárias_ ", escreveu. A atuação firme e técnica do corpo jurídico do Conselho, representado pelos advogados Dr. Ovídio Martins e Dr. Edísio Souto, foi fundamental para a construção da tese vencedora. O voto vitorioso, que prevaleceu sobre o do relator original, acolheu integralmente os argumentos apresentados pelo Sistema. ### Uma trajetória de liderança e compromisso João Teodoro da Silva é uma das figuras mais respeitadas do setor imobiliário brasileiro. Corretor de imóveis desde 1972, empresário da construção civil, professor e jurista, ele foi recentemente reeleito presidente do COFECI para o triênio 2025-2027, com ampla maioria dos votos. Sua gestão é marcada por uma postura combativa, técnica e institucionalmente articulada, que vem garantindo avanços concretos para a categoria. A entrega do Prêmio Justiça em Foco 2025 reforça essa trajetória. A cerimônia contou com a presença de autoridades do Judiciário, representantes de conselhos profissionais, juristas, parlamentares e lideranças do setor imobiliário. Após a solenidade, os convidados participaram de um jantar comemorativo, em clima de celebração e reconhecimento. ### Um marco para a justiça e para os profissionais do mercado A decisão do STJ, agora consolidada como jurisprudência obrigatória, representa um divisor de águas para os mais de 500 mil profissionais registrados no Sistema COFECI-CRECI em todo o Brasil. Ao delimitar com clareza os limites da responsabilidade dos corretores, a Corte contribui para a segurança jurídica das relações de consumo no setor imobiliário e fortalece a confiança no trabalho dos profissionais que atuam com ética e transparência. "_Este prêmio é de todos os corretores de imóveis do Brasil. É a consagração de uma luta coletiva, travada com inteligência, estratégia e, acima de tudo, com justiça_ ", concluiu João Teodoro, ovacionado pelos presentes.
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December 17, 2025 at 7:33 AM
Plenária nacional do COFECI-CRECI em Fortaleza marca avanços regulatórios e homenageia nomes de peso do mercado
 Encontro reuniu dirigentes de todo o país para alinhar diretrizes nacionais, fortalecer a fiscalização profissional e reconhecer líderes que impulsionam o mercado imobiliário brasileiro Fortaleza, hoje reconhecida como o 3º maior mercado imobiliário do Brasil, recebeu a 4ª e última Plenária Nacional do Sistema COFECI-CRECI de 2025, reunindo dirigentes e conselheiros do Conselho Federal de Corretores de Imóveis e dos Conselhos Regionais de cada estado, além de lideranças do setor, para uma agenda intensa dedicada ao avanço institucional, ao aperfeiçoamento da fiscalização profissional e ao alinhamento das estratégias nacionais para 2026. Antes da plenária, a capital cearense também sediou a Reunião da Diretoria do COFECI e a Reunião dos Presidentes dos CRECIs, que consolidaram deliberações importantes para a modernização do sistema. Ao longo dos encontros, o COFECI reforçou seu papel como protagonista nas transformações que impactam diretamente a atividade do corretor de imóveis, da atualização de normativos à ampliação do uso de tecnologias, passando pelo fortalecimento das relações entre mercado e entidades reguladoras. O ciclo, encerrado em Fortaleza, evidenciou a relevância crescente do Ceará no cenário nacional e a capacidade do Sistema COFECI-CRECI de liderar as discussões que moldarão o futuro da profissão. Já na abertura da plenária, durante as Comunicações do Presidente João Teodoro, foi realizada a entrega da Comenda Juscelino Kubitschek (JK), uma das maiores honrarias concedidas pelo Sistema COFECI-CRECI. A homenagem reconhece personalidades que contribuem de forma excepcional para o desenvolvimento do mercado imobiliário brasileiro. O empresário Ricardo Mendes Bezerra recebeu a comenda por sua trajetória marcada por inovação e impacto no setor. Líder no mercado imobiliário do Ceará e responsável pelas operações da Lopes no Estado — que concentram entre 60% e 70% das vendas anuais — Bezerra foi apresentado como um profissional “visionário, incansável e de grande influência no cenário nacional”. Fundador da Imobilis, estruturou projetos inovadores e criou um fundo imobiliário dedicado à compra e permuta de terrenos com construtoras, ampliando o acesso a oportunidades e a profissionalização do mercado local. Também agraciado, o empresário José Demétrio Gereissati foi reconhecido pelo legado empresarial e social construído ao longo de décadas. À frente da SJ, holding que administra entre 12 e 14 mil imóveis destinados à locação para redes hoteleiras, Gereissati contribui ainda com o mercado por meio de uma empresa especializada em documentação imobiliária. No campo social, mantém uma fundação que atende 100 crianças, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento humano. Serviço Cofeci Creci Instagram: https://www.instagram.com/sistemacofecicreci/ Site: https://www.cofeci.gov.br/
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December 11, 2025 at 5:00 AM
Premiação inédita reconhece protagonismo do COFECI na regulamentação e defesa do mercado imobiliário
 Destinada a personalidades e instituições de destaque, a solenidade acontece em Brasília (DF) no dia 16 de dezembro O Sistema COFECI-CRECI, representado pelo presidente João Teodoro da Silva, será homenageado no 1º Prêmio Nacional Justiça em Foco 2025, que ocorrerá no próximo dia 16 de dezembro, no Grand Mercure Brasília. A premiação, criada para reconhecer instituições e personalidades que contribuem para a cidadania e a segurança jurídica no país, reunirá autoridades de diversos setores. Responsável pela fiscalização, normatização e fortalecimento das atividades dos corretores de imóveis em todo o território nacional, o COFECI teve atuação decisiva em um dos julgamentos mais relevantes do mercado imobiliário nos últimos anos. Como amicus curiae em processo que havia condenado, em primeira e segunda instâncias, uma imobiliária brasiliense por atraso na entrega de um imóvel, o Conselho Federal reverteu a decisão no Superior Tribunal de Justiça, garantindo que corretores não sejam responsabilizados por atrasos de obras ou vícios construtivos em imóveis intermediados. A vitória no STJ reforça a segurança jurídica da categoria e foi determinante para o reconhecimento concedido pelo prêmio. “Este reconhecimento atesta a força e a influência do poder representativo do COFECI, que exerce papel técnico fundamental na intermediação imobiliária. Trata-se de uma grande honraria, que deve ser celebrada por toda a categoria”, destaca o presidente João Teodoro. Com mais de 20 anos de atuação, o Portal Justiça em Foco, idealizador da premiação, é referência no cenário jurídico brasileiro e consolidado no jornalismo digital. O evento reunirá startups, conselhos profissionais, entidades sindicais, associações, representantes da advocacia e autoridades dos poderes Judiciário e Legislativo. A solenidade está prevista para às 19h e incluirá um jantar oficial exclusivo para convidados. Serviço Cofeci Creci Instagram: https://www.instagram.com/sistemacofecicreci/ Site: https://www.cofeci.gov.br/
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December 11, 2025 at 5:00 AM