#JURI
Mãe de Kathlen Romeu cobra apoio da sociedade no Tribunal do Júri

Há seis anos, a comerciária Jacklline de Oliveira, de 45 anos, e o professor de educação física Luciano Gonçalves, de 49, comemoraram o aniversário da única filha pela última vez. A lembrança da festa de 24 anos de Kathlen Romeu, no…
Mãe de Kathlen Romeu cobra apoio da sociedade no Tribunal do Júri
Há seis anos, a comerciária Jacklline de Oliveira, de 45 anos, e o professor de educação física Luciano Gonçalves, de 49, comemoraram o aniversário da única filha pela última vez. A lembrança da festa de 24 anos de Kathlen Romeu, no terraço da avó, no Lins de Vasconcelos, na Zona Norte do Rio de Janeiro, reacende na memória da mãe a alegria, a juventude e o carisma de Kathlen, que completaria 30 anos no próximo sábado (3):
fllics.com
October 2, 2026 at 4:00 PM
ニア👾: ストリートファイター6 ジュリ🕷🕸💜 Cosplay #StreetFighter6 #Juri

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October 2, 2026 at 3:49 PM
2 de outubro. Em 1982, o químico Manuel Ballester Boix recebeu o Prêmio Príncipe das Astúrias de Pesquisa Científica e Técnica. O júri destacou seus estudos sobre radicais livres altamente estáveis.

#CalendárioCientífico
October 2, 2026 at 3:00 PM
Síndico acusado pela morte de corretora vai a júri popular em Goiás
Síndico acusado pela morte de corretora vai a júri popular em Goiás
O síndico Cleber Rosa de Oliveira, vai a júri popular pela morte da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, 43, no prédio em que ela morava em Caldas Novas (GO), em dezembro de 2025.
noticias.uol.com.br
October 2, 2026 at 2:20 PM
the juri cosplay eats, the clown makeup is such a good combo
October 2, 2026 at 2:06 PM
“Não sei o que falar, não fiz isso”, diz réu por matar amiga da namorada
Em depoimento durante o júri popular nesta sexta-feira (2), Matheus Henrique de Oliveira Domingos, de 24 anos, negou envolvimento no assassinato de Kamyla Scarllet Fernandes Cristaldo, de 28 anos, e afirmou estar sendo acusado injustamente. O jovem, que atuava como cabeleireiro e vendedor autônomo antes de ser preso, relatou que morava em Campo Grande há cerca de três anos e que a vítima passou a residir na casa dele a pedido da ex-namorada, com quem mantinha amizade há oito anos. Ao juiz Aluízio Pereira dos Santos, o réu contou que a convivência com a vítima durou cerca de dois meses e terminou após episódios de cobrança no imóvel. “Ela estava morando lá na minha casa há dois meses. A casa estava no meu nome e tudo. E aí, com o tempo, eu pedi para ela sair da minha casa porque estavam indo pessoas lá na porta, no portão, atrás dela. Por causa de problema dela, eu não sei o porquê que era, se era dívida, o que era, mas tinha gente lá”, declarou. No banco dos réus, o rapaz negou qualquer desavença com Kamyla por ciúmes e afirmou que a única discussão entre os dois foi envolvendo a segurança da casa. “Aí foi na hora que eu mesmo não achei mais seguro para mim ficar morando naquela casa e eu ia tirar do meu nome os documentos. Falei para ela que eu ia entregar a casa e foi a única discussão que eu tive com ela no tempo que ela morou lá”, completou. Sobre a fuga após a vítima ser baleada, Matheus alegou ter deixado Campo Grande rumo a Presidente Prudente (SP), onde mora sua família, de carona em um Honda Civic, antes de saber que figurava como suspeito e justificou que permaneceu foragido por não ter dinheiro para arcar com advogado, além de medo por conta de ameaças feitas pelas redes sociais.  “Eu só soube disso que estava acontecendo na minha vida, de eu estar sendo citado nesse homicídio, só em dezembro. Quando vi minha foto circulando, já estava em Prudente, mas eu não tinha condição para advogado. Por isso que fiquei muito tempo foragido, mas eu mesmo já estava querendo vir para cá. Eu só estava esperando oportunidade”, disse ao juiz.  Questionado pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul e pela Defensoria Pública, o acusado afirmou ter retornado para esclarecer os fatos e que acabou sendo detido ao voltar.  “Fiquei esperando porque pensei que iriam achar a pessoa certa e eu não ia ser mais suspeito. Aí deu um ano e eu vi que ainda continuava sendo acusado. Aí voltei pra cá pra me esclarecer com a Justiça. Tô há um ano no sistema sofrendo por um crime que não cometi”, alegou. Ao concluir o interrogatório, o réu clamou por inocência diante do plenário. “Não tem nenhum bandido criminoso aqui não. Eu não sei o que falar, não fui eu que fiz isso. Estou pagando por um crime que não cometi. Todo mundo aí falando que quer justiça, mas quem mais quer justiça sou eu. Queria que ela estivesse aqui pra ficar esclarecido que não foi eu”, finalizou. Dores da família e acusação  - Na frente do Fórum de Campo Grande, familiares de Kamyla acompanham o julgamento em clima de protesto e clamor por condenação. A avó da vítima, Elizeth Fernandes Cristaldo, que criou a jovem e hoje detém a guarda do bisneto, relembrou os momentos que antecederam o crime. De acordo com ela, Kamyla tinha acabado de fazer um trabalho temporário e ligou avisando que passaria na casa da amiga apenas para tomar banho antes de voltar para casa. Pouco depois, veio a notícia de que a neta fora baleada. “Ele pegou a arma e atirou na minha neta, pelas costas, sem motivo nenhum, sem nada. Ele simplesmente atirou”, desabafou a avó. Kamyla ficou internada por mais de 100 dias na Santa Casa de Campo Grande, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu em 19 de dezembro de 2024. Para custear os medicamentos e uma cuidadora no hospital durante a internação, a avó precisou recorrer a empréstimos bancários. A mãe da jovem, Tatiane Fernandes Cristaldo, também esteve presente e reiterou a dor enfrentada pela família. “É uma dor imensurável. Nós todos os dias esperando que ela vai entrar por aquele portão, porque ainda não conseguimos acreditar e digerir que isso aconteceu”, desabafou. Denunciado pela 21ª Promotoria de Justiça do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), Matheus responde por homicídio qualificado por motivo torpe, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio (por menosprezo à condição de mulher), além de porte ilegal de arma de fogo. A tese da acusação aponta que ele agiu movido por ciúmes da amizade entre a namorada e Kamyla, efetuando os disparos de surpresa no momento em que a jovem aguardava um motorista de aplicativo na calçada.
www.campograndenews.com.br
October 2, 2026 at 3:25 PM
#MeinKulturjahr
Besuch in Essen. Mein Freund wollte mir die Philharmonie (Saalbau) zeigen, und wie es der Zufall wollte, gab es eine Nachmittagsvorstellung von „The Young Person‘s Guide To The Orchestra“ von #Britten mit Juri Tetzlaff vom Kinderkanal als Moderator. Und die Karten gab‘s umsonst!
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October 2, 2026 at 12:59 PM
O primeiro título dessa matéria foi "um homem de sorte", por tudo o que aconteceu na biografia de João Guilherme e a justiça. Mas parece que são dois homens de sorte:

www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/tj...
October 2, 2026 at 12:55 PM
October 2, 2026 at 12:48 PM
Juri my beloved… 💜🕷️☯️
October 2, 2026 at 12:46 PM
Juri is too busy being "lol crazy woman le hot" for any sort of romance.
October 2, 2026 at 12:22 PM
“Atirou sem motivo nenhum”, diz avó de jovem morta por namorado da amiga
"Ele pegou a arma [...] e atirou na minha neta, pelas costas, sem motivo nenhum, sem nada. Ele simplesmente atirou". O desabafo é de Elizeth Fernandes Cristaldo, a "Mãe Velha", de Kamyla Scarllet Fernandes Cristaldo, morta em 2024 por Matheus Henrique de Oliveira Domingos, 24 anos. O rapaz senta no banco dos réus nesta sexta-feira (2) na 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande.  Em frente ao Fórum de Campo Grande, a avó da jovem que passou mais de 100 dias internada após ser baleada pelo namorado da amiga, por ciúmes, pediu Justiça junto com outros familiares, inclusive, ao lado do neto de 4 anos.  Kamila tinha 28 anos quando foi atingida pelos disparos na tarde de 1º de setembro de 2024, na Rua Nhamundá, no Bairro Jardim Colúmbia. A jovem chegou a ser socorrida e lutou pela vida durante mais de três meses na Santa Casa de Campo Grande, mas faleceu no dia 19 de dezembro de 2024. Matheus foi preso após um ano do crime, no dia 13 de outubro de 2025, no Bairro Jardim das Cerejeiras, perto da família da vítima.  A dor de quem ficou - Reunidos em protesto na manhã de hoje, a avó relatou ao Campo Grande News como foi o dia do crime. De acordo com Elizeth,  Scarllet havia acabado de terminar um trabalho como freelancer e ligou para avisar que passaria na casa da amiga apenas para tomar banho antes de voltar para casa, onde o filho pequeno a aguardava.  “Ela tinha me ligado. Ela tinha ido trabalhar num evento, que ela trabalhava fazendo freelance, por causa do bebê. Eu cuidava o bebê dela pra ela trabalhar. Ela disse pra mim assim, me ligou meia hora antes do acontecido. Ela me chamava de Mãe Dida. 'Mãe Dida’, já parei de trabalhar. O meu patrão aqui, vai me pagar, e eu já vou descer pra aí', porque eu falei pra ela que o menino tava sem leite, sem fralda”, disse.  Pouco tempo depois, veio o telefonema informando sobre o atentado. “Vinte minutos após, tô com o meu celular, eu atendi. Era uma pessoa que eu não sei o nome até hoje. 'A senhora é a avó da Scarlett?' 'Sim, sim.' 'A Scarlett foi baleada. Levou seis tiros.' Moça! Falei: 'não, não, não, não'”.  Scarllet ficou 30 dias no CTI (Centro de Tratamento Intensivo) e seguiu internada sob intensos cuidados de saúde. Para custear tudo e pagar uma cuidadora no hospital, Elizeth precisou fazer empréstimos bancários. “Eu fiz até empréstimo, minha querida, que recebo BPC/LOAS, tendo que cuidar do anjinho. Fiz empréstimo pra poder pagar a cuidadora, porque com a minha idade, diabética, com a criança pra me cuidar, pagar a cuidadora no hospital”, desabafou.  Hoje, com a guarda oficial do neto, que completará 4 anos neste mês, a avó materna tenta suprir a ausência da jovem em meio a severas limitações financeiras e a constante saudade do menino. "Esses dias ele veio e falou: 'vovó, você não tem o número de telefone da minha mãe? [...] Eu precisava falar com a minha mãe um pouquinho'", relembrou Elizeth. Em outro episódio marcante, ao cair uma chuva de granizo fino no dia em que a mãe completaria 29 anos, o garoto correu para contar que a mãe estava "tomando refrigerante e derramando o gelo no chão". A mãe da vítima, Tatiane Fernandes Cristaldo, reitera que a perda de Scarllet deixou um vazio impossível de preencher. "É uma dor imensurável. Nós todos os dias esperando que ela vai entrar por aquele portão, porque ainda não conseguimos acreditar e digerir que isso aconteceu", declarou.  Tatiane destacou ainda como o neto percebe a presença da mãe nos detalhes do dia a dia: "Se ele sente o cheiro num perfume que era dela, ele fala que é da mamãe; o pijama que ele vê... Ou seja, ele não esquece. E isso nos fere ainda mais". "Clamo por justiça"   - Mãe e avó da jovem demonstraram bastante apreensão e nervosismo diante da realização do julgamento no Tribunal do Júri. Elizeth, afirmou que buscou forças na fé para ressignificar a dor e perdoar internamente para conseguir seguir em frente na criação do neto, mas clama pela condenação:  “Eu orei. E eu clamo por justiça, e eu creio que justiça será feita. Condenado. Pagar pelo que ele fez, pagar pelo que ele ceifou a vida da minha filha". A mãe de Scarllet expressou esperança de que o encerramento do ciclo judicial traga algum alívio. "Isso não vai trazer minha filha de volta, mas pelo menos que a pessoa que nos causou essa dor... sinta um pouco de qualquer tipo de sofrimento", concluiu. Denúncia -  Matheus foi denunciado pela 21ª Promotoria de Justiça do MPMS (Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul), por homicídio qualificado por motivo torpe, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio (menosprezo ou discriminação à condição de mulher), além do porte ilegal de arma de fogo. Conforme os autos do processo, a vítima estava na residência coabitada por sua amiga, então namorada do denunciado. Segundo a acusação, o acusado praticou o crime impelido por motivo torpe, em virtude do ciúme que nutria da amizade entre as duas. A denúncia aponta que, no momento em que Scarllet saiu do imóvel e aguardava na calçada pela chegada de um veículo de aplicativo de transporte, o réu se aproximou em uma motocicleta e efetuou disparos de arma de fogo de inopino e pelas costas, atingindo a vítima na região cervical posterior (pescoço). Antes de falecer, ainda no hospital, Scarllet conseguiu relatar à polícia quem havia efetuado os disparos.
www.campograndenews.com.br
October 2, 2026 at 1:25 PM
Juri dressing up as the scariest thing she knows!
Menat (but straight)
October 2, 2026 at 12:01 PM
EUA: Justiça pode aplicar sanção de R$ 208 bilhões à dona do Facebook
EUA: Justiça pode aplicar sanção de R$ 208 bilhões à dona do Facebook
Novo México pede até US$ 40 bilhões em multas contra a Meta após júri considerar enganosas 26 declarações sobre privacidade.
olhardigital.com.br
October 2, 2026 at 11:36 AM
October 2, 2026 at 11:07 AM
Comerciante é condenado a 17 anos por matar homem por dívida de R$ 5 mil
O comerciante Daniel Carlos Pereira foi condenado a 17 anos de reclusão pelo assassinato de Luciano Carlos de Jesus, ocorrido em fevereiro de 2020, em Corumbá, município a 428 quilômetros de Campo Grande. O julgamento ocorreu no Tribunal do Júri, que acolheu integralmente as teses apresentadas pelo MPMS (Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul). A sessão aconteceu no último dia 30 de setembro, mas a sentença que determinou o cumprimento imediato da pena em regime inicial fechado, além do pagamento de R$ 30 mil a título de reparação de danos morais à família da vítima, foi divulgada apenas nesta quinta-feira (1°).  Conforme a denúncia do MPMS, o crime aconteceu por volta das 19h05 do dia 24 de fevereiro de 2020, na Rua Pastor Carlos Padilha, em frente ao Mercado Popular, no Bairro Padre Ernesto Sassida. Luciano foi até o comércio cobrar de Daniel uma dívida de R$ 5 mil. Na ocasião, houve uma discussão e o dono do mercado sacou uma pistola calibre 380 atirando contra Luciano que ainda tentou correr, mas caiu ferido na rua enquanto o comerciante ainda efetuava disparos. Equipe do Corpo de Bombeiros chegou a ser acionada, mas a vítima estava em parada cardiorrespiratória. Foram feitas manobras de reanimação e o Samu (Serviço Móvel de Atendimento à Urgência) foi chamado para procedimentos mais avançados de socorro, porém, Luciano não resistiu. Daniel fugiu do local e acabou sendo capturado apenas em janeiro de 2025 na Paraíba. A defesa do comerciante tentou prisão domiciliar para o acusado, alegando quadro depressivo grave, mas o pedido foi negado já que ele estava recebendo atendimento em unidade prisional. O comerciante foi denunciado por homicídio duplamente qualificado, com as qualificadoras de motivo fútil e emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença acatou as qualificadoras apresentadas pela acusação. Com isso, Daniel foi sentenciado a 17 anos, 1 mês e 10 dias de prisão em regime fechado, com determinação de execução imediata da pena, além do pagamento de indenização à família da vítima.
www.campograndenews.com.br
October 2, 2026 at 11:25 AM
Síndico vai a júri popular por morte de corretora em prédio de Caldas Novas
Síndico vai a júri popular por morte de corretora de Caldas Novas | G1
Cleber Rosa de Oliveira será julgado por homicídio qualificado e ocultação do cadáver de Daiane Alves Souza. Ainda não há data para julgamento e o acusado ainda pode recorrer.
g1.globo.com
October 2, 2026 at 10:09 AM
Síndico vai a júri popular por morte de corretora em prédio de Caldas Novas
Síndico vai a júri popular por morte de corretora de Caldas Novas | G1
Cleber Rosa de Oliveira será julgado por homicídio qualificado e ocultação do cadáver de Daiane Alves Souza. Ainda não há data para julgamento e o acusado ainda pode recorrer.
g1.globo.com
October 2, 2026 at 10:01 AM
WORSHIP TIME

Outbreakband, Juri Friesen — Freude für Immer

https://www.youtube.com/watch?v=Ue9BLYuZBQo

#worshiptime #worship
Outbreakband, Juri Friesen — Freude für Immer
https://www.youtube.com/watch?v=Ue9BLYuZBQo
www.youtube.com
October 2, 2026 at 10:00 AM
#AsianGames2026 #Final

Final

Nadeshiko Japan - North Korea
#JPNPRK

Starting 11

23 Ohba Shu

3 Ohashi Sakurako
6 Yanase Funa
7 Hamada Megu
9 Ueno Mami
10 Narumiya Yui
11 Kamiya Chiina
13 Kuwahara Ai
14 Shiokoshi Yuzuho
15 Itō Juri
22 Nakashima Yoshino

#woso #女子サッカー #なでしこジャパン
October 2, 2026 at 9:58 AM